Não basta ser pai 24

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 10483 palavras
Data: 07/06/2024 11:29:06

Acordei sete e meia da manhã sozinho na cama. Olhei em volta a procura de Dan e Guga, então vi um bilhete na mesa de cabeceira que dizia: “Fomos dar uma corrida. A gente volta às 8h.” Fiz uma careta, me perguntando como os dois se sentiam capazes de correr tão cedo, depois de um sábado inteiro de farra, bebida e fudelança. Eu nem tinha ficado bêbado mas, mesmo assim, não tinha energia para me exercitar. Ainda mais num domingo de manhã... e Dan não tinha esse perfil tão atlético. Imaginei que ele foi junto por influência de Guga. Faça chuva ou faça sol, a dedicação do meu irmão ao preparo físico nunca falhou e nas últimas semanas, Guga e Dan começaram a treinar juntos.

Tomei meu banho, me vesti, desci as escadas e encontrei uma garrafa de café esperando por mim. Me servi de uma xícara e fui até a varanda. Esperava uma manhã fresquinha, de clima ameno, mas, em vez disso, senti uma onda de calor. O friozinho tinha ficado para trás. Aquele dia seria um dia muito quente. Não seria um bom dia para ir à pegação no bosque para outra foda em grupo, imaginei... E sorri enquanto bebia lentamente meu café. O dia anterior tinha sido de muito sexo. Relembrei tudo que fizemos e como fluiu em mim a disposição de acompanhar meu filho e meu irmão na putaria. Uma leve latejada dolorida no rabo me lembrou que meu irmão e meu filho comeram meu cu, até me assustei com o quanto eu estava tranquilo com isso. Antes de perder o cabaço do meu cuzinho, imaginava mil dilemas morais e emocionais, mas tudo fluiu tão de boa que fiquei surpreso comigo mesmo, dei o cu a primeira vez, não tava com nenhuma encucação e o leve ardor me dava uma sensação gostosa até... Aliás, foi só pensar no quanto me senti preenchido com a rola de Guga entrando e depois a sensação de Dan esporrando dentro de mim que meu pau começou a endurecer. Sacudi a cabeça para espantar esses pensamentos, logo hoje que eu desejava dar um descanso ao meu corpo, ficar algumas horas sem estar em função de pau, cu e porra que meu saco produz. Pelo menos até Juan chegar.

Liguei para minha esposa, Patty atendeu na cama, conversamos um pouco, ela estava feliz e descansada, sem sentir dor, falou da saudade de nós dois, falei que tínhamos nos divertido com os passeios (ela nem sonhava sobre o que era nossa diversão), trocamos mais algumas palavras carinhosas, me despedi dela amorosamente, falando que em mais 2 dias estaria de volta e pronto. Pensei um pouco no quanto meu casamento tinha coisas bacanas, eu era feliz com Patty, e depois fiquei divagando sobre os últimos acontecimentos, quando ouvi o barulho da porta se abrindo, era Dan e Guga voltando da corrida. Danzinho me deu um rápido beijo de bom dia antes de subir correndo para tomar banho e se livrar da roupa suada. Em seguida, Guga veio da cozinha com uma xícara de café fresco na mão e sentou-se na cadeira ao lado da minha, nem um pouco preocupado com seu corpo suado, tava mais a fim de me trolar: "Como está meu irmão preguiçoso e imprestável esta manhã?"

Eu ri: "Posso ser preguiçoso, mas acho que sou bom em algumas coisas."

Ele sorriu para mim e olhou rapidamente para minha virilha antes de tomar outro gole de café: "Sim, com certeza você é..." respondeu insinuante.

Perguntei: "Então, qual é a agenda de hoje?"

Guga respondeu: “Precisamos ir à cidade comprar algumas coisas. Lá tem um local muito gostoso para se tomar um brunch. Poderíamos comer lá, depois voltar aqui e deixar tudo pronto antes que meu amigo Thiago chegue às 14h. Juan, se vier como prometeu a Dan, só deve chegar por volta das 18h."

Eu ri: "Parece um dia cheio de planos."

Guga largou a xícara e se levantou: "Sim, e o mais importante primeiro. Preciso de uma chuveirada." Ele entrou.

Passei mais alguns minutos sozinho na varanda, depois Dan voltou resmungando enquanto mandava mensagens de texto em seu telefone. Quando ele chegou na varanda desabafou: "Giovanna enlouqueceu. Ela está ameaçando terminar com Juan se ele vier para cá mais tarde."

Então ri e perguntei: "por que isso agora?"

Ele se aproximou da minha cadeira, continuando a mandar uma mensagem para sua melhor amiga: "Ela surtou, está convencida de que você e Guga vão dar uma festa cheia de garotas para que Juan possa transar pela primeira vez. A festa do descabaçamento de Juan!." Ri do desabafo de Dan, Gio podia ter errado alguns detalhes importantes, mas na maior parte, ela estava certa sobre nossos planos.

Ele com raiva desligou o telefone e enfiou-o no bolso. "Agora ela está me chamando de traidor por ter chamado Juan para vir aqui. Como eu me tornei o vilão nisso tudo?"

Fiquei tentado a dizer: “Intuição feminina, ela sabe que o namorado dela corre riscos vindo pra cá mas não pelas razões que ela imagina”, mas me contive, não queria criar expectativas à toa. Contudo, se tudo corressem como esperado, Juan ao experimentar o sexo com homens, poderia mudar as coisas na cabeça dele e talvez até terminar com Giovanna. Então, para desanuviar a mente de Dan, o consolei: "Não há nada que você possa fazer para acalmá-la neste momento. Então sente aqui comigo e aproveite alguns momentos de paz com seu paizão."

Dan sentou-se ao meu lado, relaxou em meu abraço e suspirou. Ficamos sentados em silêncio por alguns minutos, aproveitando os sons tranquilos da manhã nas montanhas. Cochilei por alguns minutos, então Dan me acordou e sugeriu que fôssemos pra dentro, por causa do calor. Durante a próxima hora, assistimos TV e relaxamos no sofá com o ar ligado. Fiquei surpreso que Dan não tentou iniciar alguma sacanagem comigo, mas suspeitei que ele estava encanado, pensando nas mensagens raivosas de Giovanna. Fiquei secretamente aliviado. Meu corpo precisava de uma horinha de descanso.

Guga nos chamou do alto da escada para que a gente se arrumasse pra ir à cidade. Subimos, vestimos shorts, camisetas e chinelos e saímos, mas não fomos para a zona turística, entramos no bairro onde os moradores antigos da cidade viviam. Passamos pelo Mercadinho primeiro, onde pegamos nossos suprimentos e depois fomos para o restaurante. Assim que chegamos, notei a igreja do outro lado da rua, que estava cheia para a missa dominical. Ri, imaginando as reações dos paroquianos se eles descobrissem a putaria que nós visitantes fazíamos em seus bosques. Sem dúvida, eles ficariam horrorizados, como toda cidade de interior que se preza.

Sentamos em uma mesa ao lado da janela e fizemos nossos pedidos. Enquanto esperávamos por nossas refeições, um movimento do lado de fora da janela chamou minha atenção. A missa tinha acabado, as pessoas estavam saindo da igreja e uma dúzia ou mais estava atravessando a rua e vindo em direção ao restaurante. Alguns momentos depois, a recepcionista acompanhou um grande grupo de fiéis até uma mesa perto de nós que havia sido reservada para eles. Enquanto eles se sentavam, um homem loiro vestido formalmente, de calça e camisa social, apareceu ao final do grupo. Assim que olhei para ele, o reconheci. Ele tinha estado conosco na floresta no dia anterior. Ele era o homem misterioso que usava o boné de baseball enfiado na cabeça, quase escondendo seu rosto, o que me causou estranhamento já que estava anoitecendo e não havia luminosidade que justificasse a proteção da cabeça e do rosto daquela forma. Agora eu entendi tudo, ele fazia aquilo para dificultar de ser reconhecido.

O tempo meio que desacelerou enquanto eu o observava sentar-se ao lado de sua esposa. Atrás dele, estava um adolescente magro que era a cara do pai, seguido por dois meninos mais novos. O mais velho dos três sentou-se ao lado de seu pai. O homem apontou para cadeiras ao lado da esposa e disse aos mais novos: "Sentem-se, rapazes".

Ambos responderam: "Sim, pai".

Assisti toda essa cena em um silêncio atordoado. Na minha cabeça, nunca veria aquele homem novamente. Havia uma ideia maluca de que pessoas que a gente encontra em lugares de pegação, depois da sacanagem, evaporam e nunca mais aparecem. Mas lá estava ele, a apenas 6 metros de mim, vestido com seu traje de domingo, tendo acabado de assistir à missa na igreja, com sua esposa e três filhos.

De repente, me dei conta de que estava olhando de forma indiscreta e insistente, e desviei meu foco, olhei em direção ao meu filho. Felizmente, Dan estava ocupado comendo, aparentemente alheio à minha distração. Então, olhei para Guga; que estava igualmente alheio. Com esforço, me concentrei em comer enquanto lutava contra a vontade de olhar para o homem que trepou conosco na floresta no dia anterior.

Cerca de 5 minutos depois, o homem loiro e eu olhamos um para o outro ao mesmo tempo. A comida deles havia chegado alguns momentos antes e toda a mesa abaixou a cabeça enquanto ele pronunciava uma bênção sobre a refeição. Depois de dizer “Amém”, ele levantou a cabeça e olhou em minha direção. Os olhos se arregalaram e sua expressão facial mudou completamente, de um homem sorridente e feliz com sua família para um homem assustado que parecia querer sair dali correndo.

Sorriso para ele dando um diminuto aceno de cabeça. Esperava que isso fosse uma forma de lhe garantir que eu não iria revelar seu segredo. Mas, em vez disso, pareceu fazê-lo entrar em pânico ainda mais. Ele começou a gaguejar nervosamente olhando ao redor.

Eu não queria deixá-lo nervoso, então desviei o olhar, forçando-me a não olhar para ele. O garçom estava tirando nossos pratos e perguntando se queria mais alguma coisa. Olhei para meu irmão e meu filho e vi que eles estavam prontos para dizer 'não'. Mas eu precisava prolongar a nossa estadia. Eu queria desesperadamente encontrar uma maneira de interagir com o homem e lhe tranquilizar. Então eu disse: “Mais um café, por favor."

Guga recostou-se na cadeira e disse: “Vou querer mais um expresso também”.

Ufa! Eu tinha acabado de conseguir estender nossa permanência mais alguns minutos.

Enquanto esperávamos o café chegar, Dan e Guga começaram a discutir novamente as opções da faculdade do meu filho. Então, o homem levantou-se e caminhou em direção ao banheiro masculino. Meu coração começou a bater forte enquanto percebi que tinha uma chance de falar com ele reservadamente. Esperei até ele entrar no banheiro, então eu disse aos meus companheiros de brunch: “volto já”.

Nem Dan nem Guga perceberam o que estava acontecendo. Eles estavam muito absortos na conversa sobre a futura graduação de Dan.

Rapidamente fui até o banheiro. Abri a porta e vi o homem misterioso parado em um mictório. Tão logo ele me viu, se encolheu: "Por favor, não..."

Eu o interrompi: "Não estou aqui para fazer nada. Só quero dizer..." parei. Eu não tinha certeza do que queria dizer.

Ele caminhou rapidamente até a pia e começou a lavar as mãos, murmurando algo incompreensível.

Juntei-me a ele na pia. "Eu só quero dizer que posso imaginar o quanto difícil é para você. Eu também sou casado, com mulher. O garoto na mesa é meu filho..." Então peguei minha carteira e tirei um dos meus cartões de visita. Ao estendê-lo para ele, eu disse: "Se você sentir vontade de conversar, me ligue."

Ele olhou para o cartão. Então fechou a torneira e secou as mãos com uma toalha de papel. Ele olhou novamente para o meu cartão.

Eu disse: "Aceite. Temos muito em comum. Seria bom conversar."

Ele olhou nos meus olhos e disse: "Eu nunca... quero dizer... eu..."

Segurei o cartão mais perto dele: "É por isso que seria bom conversar. Seu segredo está seguro comigo."

Ele começou a se afastar sem pegar o cartão. Quando ele chegou à porta, ele parou. Alguns momentos se passaram, então ele se virou e pegou o cartão da minha mão, enfiou-o no bolso da jaqueta e saiu do banheiro.

Suspirei. Eu não tinha ideia se ele iria me ligar. E, se ele fizesse isso, eu não tinha ideia do que poderia dizer, afinal, tudo era novo para mim também. Mas eu sabia que ouviria, se ele quisesse conversar.

Saí do banheiro e voltei para a nossa mesa. Quando me sentei, Guga sussurrou: "Você viu aquele cara que estava no banheiro com você? Bonitão ele, hein."

Isso foi o suficiente para chamar a atenção de Dan. "Onde? Quem?" Ele olhou ao redor e rapidamente encontrou o loiro, pai de três filhos, na mesa ao lado. Então, disse: "Ah, sim, um tesão o paizão."

O repreendi: "Dan! Não olhe assim na cara dura, ele pode desconfiar!" Eu estava preocupado que o homem visse meu filho olhando para ele e pensasse que havia contado pros dois o segredo do cara. Felizmente, Dan e Guga não o reconheceram, talvez porque a interação na pegação do dia anterior foi comigo e não com eles e já era final da tarde, a luz natural já no lusco-fusco do crepúsculo. Meu filho desviou o olhar rapidamente e o homem não olhou mais em nossa direção.

Pagamos nossa conta e, enquanto saíamos do restaurante, olhei para o filho adolescente do homem, sentado ao lado dele. Lembrei-me de como no dia anterior ele estava ligado sobre eu foder Dan, enquanto estávamos lá na pegação do bosque. Ele havia dito algo sobre os filhos quererem agradar seus pais. Vendo o filho e o pai juntos, tão parecidos, me perguntei se o que o loiro falou era apenas uma expressão de sua própria fantasia ou se o homem e seu filho já tinham um relacionamento semelhante ao de Dan e eu. A curiosidade ficou me matando. Esperava que ele guardasse meu cartão e me ligasse em breve...

Quando voltamos para casa, Guga e Dan foram para a cozinha guardar as compras. Sentei-me na sala e abri meu laptop para dar uma checada em meus e-mails e olhar as notícias nos portais de informação.

Depois de tudo pronto, os rapazes vieram da cozinha com algumas tigelas de petiscos, chips e molhos. Então, sentamos juntos no sofá e esperamos o amigo de Guga chegar. Danzinho sentou entre Guga e eu e deu um beijo em cada um de nós. Então, meu filho se deitou contra meu peito enquanto segurava minha mão.

Depois de alguns minutos curtindo a sensação do corpo do meu filho próximo ao meu, lembrei que não tinha mais falado com Patty. Empurrei delicadamente Dan para Guga e peguei meu telefone. Liguei para minha esposa enquanto observava meu filho e meu irmão darem uns amassos. Meu pau estava quase duro quando Patty finalmente respondeu. Fiquei tão distraído com a visão dos meus rapazes se beijando e se tocando, que mal conseguia falar com coerência enquanto Patty falava sem parar. Felizmente, quando minha esposa começava a contar suas histórias, eu não precisava falar muito. Bastava dizer "sim", "ahan", “certo” ou "pois é" nas pausas dela, sem prestar atenção ao que ela estava dizendo.

Dan estava cheio de tesão, como sempre. Ele tentou várias vezes levantar a camisa e abaixar o short de Guga, mas, embora meu irmão estivesse entregue aos beijos com meu filho / seu sobrinho, ele deixava claro que suas roupas permaneceriam vestidas, afinal seu amigo chegaria a qualquer minuto, do contrário, já estaria dando pica pra Dan.

Patty finalmente começou a me fazer perguntas sobre nossas atividades, então era hora para eu falar. Levantei-me do sofá e fui para a cozinha. Como assim não conseguia mais vê-los, minha mente clareou, meu pau começou a baixar e pude focar na conversa com minha esposa.

Alguns minutos depois, o amigo de Guga chegou. Ouvi meu irmão cumprimentá-lo na porta e apresentá-lo a Dan. Então ouvi a voz de uma criança. Olhei por cima do balcão para dar uma olhada em nossos visitantes e vi um homem parado ao lado de um garoto, Thiago e Thiaguinho, seu filho.

Thiago era um homem muito bonito. Ele tinha cerca de 1,85m de altura, pele negra e lisa de uma cor muito bonita, cabeça raspada, bigode e cavanhaque bem aparados. Quando ele sorriu, exibiu dentes brancos e brilhantes perfeitamente alinhados. Seu corpo era esguio e definido, com ombros largos de um nadador. Não sei o que ele fazia da vida, mas se fosse modelo, não seria de se estranhar. Usava uma camisa polo azul, shorts jeans desbotados e chinelos. O filho dele estava vestido de forma semelhante ao pai, t-shirt azul com estampa de super-herói e bermuda jeans.

Thiago era tão gostoso quanto Guga havia dito. Eu tinha certeza de que Dan estava tão curioso quanto eu sobre como seria aquele bonitão sem roupas. Mas, com o filho a reboque, não haveria oportunidade de descobrir... Tive que admitir que passaríamos uma tarde cheia de tensão sexual de nossa parte. Felizmente, a presença do garotinho segurava nossa onda.

Dan perguntou a Thiaguinho se ele queria jogar em seu iPad. Os dois garotos – um de 18 e outro de 8 foram para a varanda. Quando meu filho passou por mim, ele ergueu as sobrancelhas sugestivamente e gesticulou em direção a Guga e Thiago. Eu dei um tapinha no seu ombro e terminei minha conversa com sua mãe.

Aquela tarde correu exatamente como planejado. Guga, Thiago e eu sentamos na sala, bebendo uma cervejinha, comendo batatas fritas e assistindo ao jogo. Quando o álcool me relaxou, me vi olhando para Thiago mais do que deveria. Era difícil resistir a admirar seu rosto bonito e volume em sua virilha. O amigo de Guga não devia estar usando cueca, porque, com o passar do tempo e sua movimentação sentado na sofá, seu pau e suas bolas ficavam mais marcados no short. E não estava ficando duro, era um pacote naturalmente grande, e a forma como seu bermudão subia enquanto ele se mexia no sofá, o volume mostrava o bastante pra se imaginar a pirocona preta gostosa que estava ali escondida. Quando levantei meu olhar, vi Thiago olhando para mim com uma expressão indecifrável. Ele me pegou manjando a rola dele. Fiquei vermelho como um caqui até que ele sem parar de olhar dentro dos meus olhos deu uma patolada na sua rola, como quem segura e oferece pro outro. Devo ter passado de vermelho pra roxo enquanto ele deu um sorriso descarado e puxou conversa com meu irmão. Ajeitei minha rola dura no short e fui pra cozinha beber água pra me recompor. Eu tava muito excitado e mais ainda envergonhado, ainda que a atitude de Thiago foi de uma cumplicidade promissora. Mas como Guga garantiu que ele era hetero convicto e que nunca teve nada, nunca rolou nem a mais breve insinuação entre eles, compreendi que devia segurar minha excitação e guardá-la pra mim. O tempo cuidaria de responder...

Thiago e Thiaguinho ficaram um pouco mais, depois que o jogo acabou. Com isso, eles ainda estavam lá quando Juan chegou. Quando ouvi o amigo de Dan chegar, vim da cozinha e notei a apreensão nos olhos de Guga. Ele não tinha certeza do que esperar do reencontro com seu ex-aluno. A última vez que eles se viram foi na noite de sexta-feira quando Juan saiu correndo depois que Guga o beijou. Nenhum de nós sabia como o jovem iria agir ao rever Guga. Foi uma sorte que Thiago e seu filho estavam lá, a presença dos dois criava um clima de contenção, dando tempo a Juan e Guga para lidarem com o reencontro antes de terem que falar sobre isso.

Juan entrou na sala com uma mochila na mão. Ele era tão gostoso quanto eu me lembrava. Cumprimentou Guga e Thiago educadamente com um aperto de mão, fez um carinho na cabeça de Thiaguinho que seguia jogando no tablete e se apresentou como amigo de Dan, que logo em seguida apareceu na sala e cumprimentou seu colega: "Ei, que bom que você conseguiu vir. Vem comigo, vou te levar para o seu quarto pra você guardar suas coisas."

Enquanto os meninos passavam por mim, Juan me deu um sorriso desconfortável e apertou minha mão. "Prazer em revê-lo, Sr. Eduardo."

Dan o levou para o quarto do andar térreo, aquele que meu filho quase tinha ficado na noite em que chegamos lá. Poderíamos ter dado ao Juan o terceiro quarto no andar de cima, mas não tínhamos certeza de como as coisas iriam rolar com ele. Até termos certeza, era melhor parecer que cada um de nós ocupava individualmente um quarto no piso superior. Ainda não sabíamos como Juan iria reagir se soubesse que Dan e eu estava dormindo juntos na mesma cama. E fodendo. E com Guga também...

Eles voltaram pra sala na mesma hora que anunciei que ia acender a churrasqueira. Tínhamos combinado de assar umas carnes, uns legumes, fazer pão de alho na brasa, etc. Juan logo se ofereceu pra me ajudar. Ele me explicou que, na família dele, era a mãe quem cozinhava, exceto na hora do churrasco. Para o pai dele, comida na brasa era coisa de macho.

Eu sorri. Ele era tão fácil de manipular. Quase me senti culpado.

Thiago e seu filho foram embora enquanto acendíamos as brasas. Novo pico de tensão na hora da despedida: ao apertar minha mão, Thiago deu aquela coçadinha de dedo que a gente fazia quando era moleque e queria chamar o colega pra fazer ousadia. Ele era muito safado e muito seguro, fez tudo isso sem deixar de manter a máscara da cordialidade quase formal, disse: “Tchau, Eduardo, foi um prazer” e foi embora. Uma vez que eles partiram, a tensão entre Guga e Juan voltou a ser sentida. Eles evitavam se olhar mas uma hora teriam que encarar o beijo e o tesão que havia entre eles, só que Juan pelo visto, inexperiente em qualquer aspecto do tesão entre homens, não tomaria nenhuma iniciativa. A gente precisava “dar uma força” para que isso acontecesse.

Dan e Guga vieram até a varanda onde eu e Juan estávamos. Meu filho perguntou: "Então, como está o churrasco?"

Juan respondeu: "As brasas estão quase no ponto, acho que colocamos carvão o suficiente. Dentro de meia hora ou um pouco mais, acho que já teremos algo pra servir, né Sr. Eduardo?!”

Atalhei Juan com um pedido: “que tal me chamar de Tio Duda, como todos os amigos de Dan fazem? Esse negócio de Senhor Eduardo é esquisito pacas...”. Rimos e Guga perguntou: "Você cozinha bem, Juan?"

Sem olhar para meu irmão, o garoto latino assentiu e disse: "Sim, meu pai me ensinou a grelhar as carnes. Churrasco lá em casa é coisa de homem."

Guga sorriu e respondeu: “Nunca peguei o jeito. Duda sempre foi melhor nisso do que eu. E você, Dan? Você sabe fazer churrasco?"

Dan encolheu os ombros: "Que nada, nunca tive interesse. Sempre fiquei de boa esperando meu paizão me servir uma boa linguiça..."

Rimos mais ainda enquanto Juan ficava visivelmente ruborizado, ainda mais que era uma mentira. Dan dominava a cozinha, incluindo churrasco. Sua mãe e eu o criamos para ser um adulto autônomo, sem depender de nada e ninguém, e Guga também era expert em fazer comida, melhor até que Anna. Naquele mesmo chalé, sua ex esposa não botava os pés na cozinha, costumava ficar na sala ou na varanda esperando ser servida.

Juan me lançou um olhar de indagação, com cara de que queria entender qual a piada e a malícia que havia no que Dan falou. Eu queria cair na risada, mas em vez disso, eu disse: "Por que vocês dois não fazem algo útil? Vamos precisar de pratos para servir."

Meu filho e meu irmão entraram obedientemente em casa para pôr a mesa.

Alguns minutos depois, Dan apareceu na varanda com umas travessas e nos entregou duas long necks. Peguei uma e Juan pegou a outra hesitantemente.

Juan ergueu a garrafa e perguntou: "Posso mesmo, Tio Duda?"

Eu ri e brinquei com ele: "Isso não é para você. É para derramar na carne." Então fiz uma pausa, mantendo a troça com ele: "Mas se você quiser beber, filho, não vou contar a ninguém. É bom beber uma cervejinha gelada enquanto a gente está no calor da churrasqueira assando carne e esquentando o bucho."

Juan enfim pareceu entender a piada, derramou um pouquinho de cerveja na carne e começou a beber de sua garrafa, comentando. "Meu pai faz o mesmo. O problema é que as vezes ele bebe tanto e tão rápido, que perde o ponto da carne."

Eu levantei minha cerveja para brindar contra a dele, "Um brinde a ficar bêbado enquanto se cozinha!"

Ele sorriu e deu mais um gole em sua garrafa.

Voltei a provocá-lo: “só tome cuidado porque aquilo de bêbado não tem dono...”.

Juan tossiu, se engasgando e olhou nervosamente para dentro de casa. Para aumentar seu nervosismo, Guga e Dan estavam brincando de forma mais ousada um com o outro enquanto arrumavam a mesa. Ficavam se agarrando meio que na brincadeira, tocando o corpo um do outro com uma carícia mais ousada aqui e ali. Nada muito explícito mas suficientemente perturbador para Juan.

Antes que o clima ficasse escancarado de vez, decidi intervir: "Guga! Dan! Parem um pouco a putaria e tragam mais cerveja pra gente.”

Guga trouxe nossas cervejas logo depois e voltou para dentro com nossas garrafas vazias. A algazarra lá dentro continuou e percebi que Juan continuou olhando nervosamente para a sala, mas não dava para eu monitorar, estava naquele ponto que as carnes assando exigiam toda a atenção. Minha estratégia foi chamar sua atenção de volta para nossa conversa.

Quando a comida ficou pronta, colocamos as carnes, os legumes e os pães de alhos nas travessas e levamos para a mesa. Nos sentamos para comer, me sentei na cabeceira, Juan do meu lado direito e Guga e Dan do meu lado esquerdo.

As três cervejas que Juan bebeu, parece que fizeram ele relaxar. Estava com a quarta long neck na mão e já sorria mais à vontade, interagindo mais com Guga e Dan numa boa. Os dois continuavam demonstrando algo mais entre eles. Uma mão colocada no braço ou na perna. Uma cochichada ao pé do ouvido, seguida de risinhos descarados, levar um pedaço de carne ou uma porção qualquer de comida à boca do outro... O jogo sexual entre Guga e Dan rolava abertamente como provocação à Juan, conforme havíamos combinado.

A ideia era seduzir o guapo sem falar abertamente, deixar que as situações conduzissem a isso. O plano estava funcionando. Cada vez que eles se tocavam, Juan olhava em minha direção para ver minha reação. Eu agia como se tudo que estava acontecendo fosse perfeitamente natural e continuava a comer minha refeição e a conversar com todos sem dar qualquer sinal de incômodo.

Depois que terminamos de comer, Dan e Guga começaram a recolher os pratos e limpar a mesa enquanto Juan e eu fomos para a sala de estar. Continuamos a beber nossas cervejas enquanto assistíamos um show na TV sentados no sofá. Eu estava me sentindo um pouco tonto do álcool e me peguei admirando o jovem garanhão latino sentado ao meu lado. Fiquei atraído por ele desde que o conheci no aniversário de Dan. Agora, ali, diante dele, uma onda de luxúria tomou conta dos meus pensamentos enquanto olhava seu rosto esculpido, sua pele morena, seu peitoral definido, seus ombros e braços musculosos e o melhor dos atributos: suas pernas musculosas e sua bunda redonda. Meu pau começou a endurecer enquanto eu me imaginava abrindo suas pernas, lambendo sua bundinha redonda e saboreando seu cuzinho marrom apertado. Porra, aquele garoto era irresistível.

Mas ainda não era a hora, se com um beijo ele saiu correndo da casa de Guga, imagine se eu enchesse a mão apertando sua bunda ou seu pau?... Nesse momento, Guga e Dan se juntaram a nós após terminarem a limpeza da mesa e da cozinha. Guga sentou-se no cadeira reclinável e Dan sentou-se no chão à sua frente, entre suas pernas. Por mim, já levantava e tirava minha bermuda e chamava Dan pra me chupar, mas ao invés disso, coloquei minha cerveja na mesa. Tive que moderar minha ingestão de álcool para não estragar tudo.

Nos minutos seguintes, Dan se enroscou ainda mais em Guga. Ele começou a alisar as panturrilhas de meu irmão e em seguida, deitou a cabeça na coxa do meu irmão e acariciou sua pele, subindo com a mão na direção de sua virilha sem no entanto chegar lá. O pau de Guga tava ficando duro porque já fazia um volume da porra em seu short.

Juan olhou nervosamente entre a TV e a cadeira de Guga.

Era hora de passar para a próxima etapa do nosso plano.

Bati no braço de Juan para chamar sua atenção. Então eu o chamei: "Vamos dar uma arrumada na churrasqueira?." A expressão de Juan mudou de tenso para aliviado. Eu estava salvando-o de um situação desconfortável. Que cara “legal” eu era.

Enquanto caminhávamos para a varanda, fiz sinal de positivo para Dan e Guga. Nosso plano estava funcionando... até agora. Eu então observei a bunda musculosa de Juan enquanto ele se inclinava para retirar as grelhas e os espetos da churrasqueira. Quase babei. Queria arrancar seu short e empurrar minha rola grossa em seu cuzinho apertado, ele devia ser virgem pelo que Dan falou.

Enquanto arrumávamos as coisas, segui com o plano: "Ei, cara, sinto muito que você ficou encabulado, mas tenho a mente bastante aberta e por isso não me incomoda vê-los interagir assim. Desde que eu soube da intimidade de Guga e Dan, posso dizer que prefiro ver eles estavam fazendo na minha presença, do que escondidos, arriscando fazer isso em outro lugar e se exporem a alguma situação ruim. Só que parece que você está desconfortável, te peço desculpas por isso."

Juan encolheu os ombros, "Sim, eu fiquei sem graças, não sabia que eles eram tão... próximos." A inflexão na última palavra transformou a afirmação em uma pergunta.

Tomei um gole da água que eu peguei e disse: "Mas não tem muito tempo que eles começaram a explorar essas intimidades, até onde eu sei."

Sentei-me em uma espreguiçadeira e fiz um gesto para que ele se sentasse na outra. Isto lhe dava a segurança de que havia um espaço seguro entre nós.

Juan sentou-se e disse: "Umm... então... qual é o do treinador Guga?" Ele me deu uma olhada que me fez perceber que ele estava sendo cuidadoso com o que dizia sobre meu irmão.

"Ele curte os dois lados desde que éramos adolescentes. Só que ele me contou isso não tem muito tempo, eu não sabia, então, estou me acostumando com a ideia mas, passado o susto inicial, acho que de algum modo esperava que ele fosse assim, então não foi um grande susto. A questão é que Guga é tão másculo, tão na dele, que a dúvida sobre a sexualidade dele nunca foi uma questão entre a gente.” Tomei outro gole d’água e continuei: “O fato de meu irmão sentir tesão em homens e mulheres não muda meu afeto por ele. Guga é um homem bom, decente, querido. Um irmão como não poderia existir outro melhor. Graças a ele pude expandir minha mente...” (e dei a deixa nas reticências).

Juan ficou sentado pensativo por alguns minutos e depois disse: "Mas ele é tão... eu não sei como dizer... é... tem tanto jeito de homem. Quero dizer, ele era casado. E ele é um professor de educação física e um treinador de esportes muito conceituado. E ele é tão viril e musculoso como qualquer cara macho... Eu não tinha ideia."

Balancei a cabeça: "Sim, sua reação é comum quando as pessoas descobrem."

Juan então perguntou: “E Dan? Ele sempre foi aberto com você sobre isso?"

Eu respirei profundamente. "Não, ele tinha medo de me contar. Pensava que eu reagiria mal. Mas eu descobri e provei que ele estava errado."

Juan olhou para mim. "Como foi isso?"

Dei de ombros: "Aconteceu um episódio que me fez descobrir, ele ficou com medo da minha reação mas imediatamente dei a ele todo apoio que ele precisava, deixei claro que eu não tinha nenhum problema com ele sendo assim." (o que era verdade, desde o momento que soube dos motivos da prisão, que dei todo apoio a ele).

Juan olhou para sua cerveja: "Puxa, que sorte a de Dan. Se eu ou algum dos meus irmãos contasse para meu pai que era gay, ele daria uma surra na gente."

Estremeci. Não poderia imaginar ter essa reação dessas com Dan. Não imagino qual a reação de Patty se e quando ela vier a saber, mas desde o primeiro momento, independente do rumo que as coisas tomaram, quando eu ainda nem imaginava que também era bissexual e que curtiria transar com homens, minha atitude foi acolher e apoiar meu filho. A expressão de medo e tristeza nos olhos de Juan me emocionou. Nenhum menino merecia apanhar por ser gay. Nunca. Jamais.

Eu respondi: "Algum deles é gay?"

Ele me lançou um olhar confuso. "Quem?"

"Seus irmãos." Suprimi uma risada. Juan tinha acabado de se referir ao seu irmãos alguns momentos antes especulando uma possível reação do pai. Ele estava bêbado ou sua cabeça estava tão cheia de pensamentos e preocupações, que ele não conseguia se lembrar do que acabara de dizer.

Ele balançou a cabeça: "Oh... sim... Não. Pelo menos acho que não. Talvez Pablito, meu irmão caçula, mas tem apenas 14 anos, às vezes acho ele sensível demais, mas duvido que ele já saiba do que gosta.” Mal sabe Juan que sexualidades podem ser expressas e praticadas muito cedo...

Vendo isso como uma oportunidade, perguntei: "Bem, se ele for gay, você estaria OK com isso? Quero dizer, você teria a mesma reação que seu pai, ou você seria mais receptivo, como eu?"

Ele ficou em silêncio enquanto refletia sobre minha pergunta. Então ele disse: "Não sei. É complicado, não entendo porque alguém escolhe isso, mas acho que é algo que não se controla, sabe..."

Eu queria descomplicar a cabeça de Juan, mas preferi seguir na mesma linha: "bem, não acho que tenha sido uma escolha de Dan ou Guga. São apenas características que a natureza lhes deu."

Agora que voltei a conversa para Dan e Guga, Juan perguntou: "Isso que eles estão fazendo... eles estão apenas se tocando? Ou eles estão... você sabe... fazendo mais coisas?”

Momento crucial.

Sem hesitar, segui o plano. "Eles estão brincando um com o outro. Acho que aconteceu algo na noite de sexta-feira que perturbou Guga. Quando ele chegou aqui, ele chamou Dan para conversar com ele. Depois disso, eles não se desgrudaram. Tenho a impressão de que Dan está ajudando meu irmão a esquecer algo." Claro que Juan sabia que eu estava me referindo ao beijo que Guga deu nele. Mas, como não fui direto, queria agir como se não soubesse do que aconteceu na esperança dele se abrir, mas ele permaneceu calado.

O comportamento de Juan mudou repentinamente: "Mas eles são parentes. E ele é um adulto com um garoto ainda adolescente que acabou de fazer dezoito anos."

Eu ri: "Eles só são parentes porque me casei com a mãe de Dan mas não tem nenhuma consanguinidade entre eles. Mas deixando isso de lado, a ideia de foder uma mulher mais velha não te excita? Porque quando eu tinha a sua idade, tudo que eu queria era estar com uma pessoa experiente, com quem eu poderia aprender algumas coisas."

Essa deixa funcionou perfeitamente. Durante a meia hora seguinte, Juan bebeu mais uma cerveja enquanto conversávamos sobre descobertas no sexo e mulheres. Ele falou sobre seus desejos com tanta sinceridade e tantos detalhes que comecei a me perguntar se a história de ser virgem ou inexperiente que ele falou pra Giovanna, era mentira.

A conversa acabou levando à pornografia e revelamos quais sites a gente gosta mais e quais tipos de vídeos mais nos excitavam. Os gostos de Juan eram bem genéricos, típico de quem não tinha experiência. Já os meus, por outro lado, eram muito mais específicos. Como a curiosidade abre portas, Juan criou coragem e pediu para mostrar algumas das coisas que eu tinha falado (e tinham deixado ele excitado), como creampie (gíria americana para o ato de gozar fora, em cima da buceta, do cu, dos peitos ou do rosto da pessoa e espalhar a porra pela pele, deixar tudo lambuzado, uma torta de creme).

Peguei meu aparelho e abri alguns dos meus vídeos favoritos. Comecei pelos padrasto/enteada. Comecei pelos héteros pra ganhar a confiança de Juan, depois passaria pelos vídeos Bi chegava nos gays. O primeiro era uma novinha chupando o pau de um coroa, ele dizendo obscenidades, até que gozava na cara da garota e deixava ela toda lambuzada de gala. Juan ficou impressionado com a quantidade de esperma que o tiozão ejaculou e eu sutilmente deixei escapar que eu gozava muito também. A cara de espanto traiu Juan que logo se recompôs. Passei pro seguinte e vimos por uns bons 5 minutos vários trechos de fodas hetero com gozadas na buceta, na cara, nos peitos, na bunda etc.

Juan estava indócil, fazia um esforço da zorra pra manter a almofada no colo, ocultando sua ereção. Então, ele perguntou sobre o que eu falei de esportes aquáticos e golden shower. Expliquei que era usar o ato de mijar como parte da trepada. Ele fez cara de nojo e perguntou o que era cuckhold, não expliquei verbalmente, fui direto para um vídeo bissexual onde um casal convidava um parceiro e a transa girava em torno do tesão do marido ver a mulher sendo fodida por outro homem, até que a mulher para de chupar o convidado e chama o marido, que até então só se punhetava, pra chupar o cara junto com ela. Nesse momento, Juan se mexeu todo na cadeira. Era capaz de gozar na cueca do jeito que ele tava. Mostrei mais alguns vídeos Bi, inclusive um onde um casal fazia 69 enquanto o outro homem metia na mulher e no marido. Nessa hora, Juan me perguntou com uma certa ingenuidade: “é isso que o prof. Guga faz?”

“Isso você vai ter que perguntar pra ele, Juanito!” respondi num tom jocoso e emendei: “de repente, quem sabe você transa com ele e uma garota...” Nosso hóspede ficou vermelho como um tomate maduro, tentou gaguejar algo mas se atrapalhou todo e só conseguiu dizer “eu, não, de jeito nenhum!” de forma nada convincente.

No vídeo seguinte, os dois caras se atracavam sem mais delongas enquanto a mulher batia uma siririca. Pelo canto do olho, vi que a almofada caiu no chão e Juan tava tão entretido que nem se mexeu para cobrir o short que ostentava um volume considerável.

Decidi radicalizar. Passei o celular pra Juan, que ficou meio sem entender meu pedido, até que notou eu baixando o short e a cueca e tirando o pau pra fora. A cara dele quando viu meu peruzão foi memorável, tesão saltando aos olhos, larguei um “não tô aguentando de tesão, filhote, meu pau tava doendo no short! Aproveita Juan, bota o teu pra fora, vamos bater uma, se aliviar”.

Juan hesitou por alguns segundos mas me devolveu o celular, se levantou, baixou o short dele e botou aquele pau delicioso pra fora. Uma pica roliça, tamanho médio, grossinha, torta pro lado esquerdo, morena, a cabeça cor de ameixa, um saco pesado, dois ovos grandões, e os pentelhos pretos bem aparados. Fiquei segurando o celular com uma mão e acariciando meu pau com a outra. Juan claramente se dividia entre olhar a tela do celular e minha rola. Joguei o papo: “olha só como meu pau tá duro...” Juan com o olhar vidrado, comentou: “porra, tio Duda, nunca vi um pau desse tamanho. Nem em filme”. Fiz o modesto: “deixa de exagero, Juan, meu pau é grandinho mas tem bem maiores por aí”. Ele insistiu no elogio: “Tô falando sério, já vi muito pornô na internet mas ao vivo é a primeira vez que vejo algo tão grande, e como fica duro, tá trincando...”. Convidei: “tá mesmo! pega aí pra tu ver, uma barra de ferro!”. Ele me olhou hesitante e envergonhado mas insisti: “toca, Juan, não tem nada demais, só broderagem, cara...”.

Queria ter filmado a mão de Juan vindo timidamente, quase tateando, até tocar no meu pau. Primeiro, ele deu uns toques com a ponta dos dedos, umas apertadas, muito sem jeito, deu uma vontade de pegar sua mão e mostrar como se pega num cacete mas deixei ele vir no tempo dele. Quando ele finalmente segurou meu pau como se deve, fui com minha mão livre na direção do pau dele e o segurei. Juan tomou um breve susto enquanto falei pra ele: “tamu junto, parceiro!” e comecei a punhetá-lo. O garoto sacou a dica e começou a punhetar meu pau tb.

Embalado pelo tesão, disse: "Gostaria que minha esposa estivesse aqui agora me fazendo um boquete bem gostoso.”

Juan despistou a insinuação, acenando com a cabeça enquanto fiz uma pergunta mais provocativa: "Você já teve com uma garota, Juan. Quero dizer, a sério, na real, já comeu uma bucetinha?"

Ele desviou o olhar e disse: "Sim, quer dizer, mais ou menos."

Fiquei surpreso com sua resposta, não deu pra entender o que significava, daí perguntei: "Não entendi. Como é isso?"

Ele sorriu tímido: "Há alguns meses, meu irmão mais velho, Nahuel, me levou para um bar da praia que rola a maior paquera. Logo ele deu em cima de duas garotas e trouxe elas pra nossa mesa. Conversamos, bebemos, ele e a garota dele começaram a se beijar. A que estava comigo, percebeu minha falta de jeito e me atacou. Ficamos nessa um tempinho, até que meu irmão chamou as garotas pra ir a um motel. Tremi de nervoso mas deixei rolar. Quando chegamos lá, eu e a garota ficamos na hidro e meu irmão foi com a outra mina pro quarto. Logo começaram a fuder, a gente só ouvia os gemidos, gritos e tapas. A garota e eu ficamos nos beijando, ela pegando no meu pau e eu nos peitos dela, não sabia como ir adiante. Nunca tinha ficado com uma mulher. Ficamos na pegação até que meu irmão e a outra garota vieram pra hidro, nunca tinha visto meu irmão pelado, que dirá de pau duro, foi um susto e sua nudez e excitação me intimidou, meu pau broxou. Ele puxou a garota que tava comigo e meteu nela de 4 enquanto ela chupava a buceta da amiga. Saí da piscina e fiquei batendo punheta olhando o trio fuder, sentado no deck da banheira. Eles nem se importaram comigo. Ficaram lá se comendo por um tempão até que gozaram aos berros. Nem isso eu consegui. Meu pau tava duro mas alguma coisa me bloqueava. Eles tomaram banho e fomos embora. Depois que deixamos as minas em casa, meu irmão quis saber por que eu não tinha participado da putaria. Com vergonha, admiti pra ele que era virgem. Ele deu uma gargalhada que me deixou mais envergonhado ainda: “porra, Juanito, achei que você já tava madeirando a muito tempo, maninho! Se você tivesse me dado um toque, teria te ensinado a furar uma xoxotinha, mano!. A maneira como meu irmão falou, me deixou ainda mais chateado e, felizmente, ele não voltou a tocar no assunto. Eu passei a evitar sair com ele.”

O relato de Juan me comoveu, era visível a angústia que ele sofreu e de como aquela experiência o perturbava, tanto que o pau dele e o meu deram uma amolecida. Um pouco sem graça mas sem soltar meu pau, Juan de uma forma meio tímida, perguntou: “você já fez isso com eles?”. Retruquei: “Eles, quem?”. “Dan e Guga, ora!”, insistiu Juan.

Justo nessa hora, Dan e Guga vieram pelados da sala, ambos de pau duro. Aproveitei a deixa e devolvi com outra pergunta: “Por que você não pergunta pra eles?”

Foi um susto para Juan que largou meu pau, catou a almofada no chão e botou sobre sua pica.

Dan com um breve sorriso, perguntou: “perguntar o que pra gente?”.

Insisti com Juan, sem soltar o pau dele, por baixo da almofada: “Fala Juan, o que você queria saber de Guga e Dan em relação a mim?”.

Envergonhado, Juan falou: "Se vocês já fizeram br...broderagem (quase a palavra não sai) com tio Duda...”

Dan sorriu e, muito safado, respondeu se ajoelhando e abocanhando meu pau que logo ficou duraço em sua boca gulosa. Juan ficou tão chocado vendo a cena que paralisou, mas não teve muito tempo pra se espantar. Meu irmão já estava ao lado dele e o puxou, fez ele se levantar e disse: “a gente ainda não terminou aquele beijo...”

Desfrutei da mamada de meu filho vendo meu irmão dando um chupão delicioso no boyzinho tesudo. Juan se rendeu ao beijo e foi se soltando aos poucos, não demorou a segurar as ancas de Guga e apertar sua bunda musculosa com mãos bem atrevidas. O amasso entre os dois era de derreter iceberg.

Dan chupou meu pau gostosamente e em seguida caiu de boca nas minhas bolas, a forma como ele abocanhava meus ovos, passava a língua suavemente e depois dava aquela engolida, era demais, putz, me deixava doido. Não satisfeito em me ver gemendo com seu boquete, Danzinho empurrou minhas pernas pra cima, me deixou quase de frango assado e foi de língua no meu rabo, me fazendo dar um gemido forte com a chupada que ele deu nas minhas pregas. Gemi tão alto que Guga e Juan pararam o beijo pra olhar pra gente. Foi a deixa que Guga precisava pra se ajoelhar e meter a pica do seu ex-aluno na boca. Juan não parecia acreditar e repetia quase sem nexo: “professor... professor... professor...” Ele estava tão incrédulo que segurava a cabeça de meu irmão pelas têmporas com firmeza, como se tivesse medo de cair com a força da sensação que tava sentindo ou, talvez, queria prender Guga antes que meu irmão mudasse de ideia.

Puxei Dan pra cima de mim e o beijei longamente. Ele se soltou do meu beijo e girou o corpo. Começamos então a nos chupar, fazendo um 69 gostoso deitados no sofá. O pau de Dan por ser de tamanho médio, me dava o deleite de engolir ele todo e alcançar seu pentelhos loirinhos aparados com o nariz. Com o giro que ele deu pra abocanhar meu pau, seu saco caiu sobre meu nariz. Que cheiro delicioso de neném safado. Misto de sabonete e banho tomado com um leve suor de putinho sacana.

Por entre as coxas de Dan, vi Guga se levantar e voltar a beijar Juan que tomou um pouco mais de coragem e segurou o pau do meu irmão e ficou lhe punhetando enquanto se beijava. Vi que meu irmão começou a cochichar no ouvido de Juan que balançava a cabeça, se negando a aceitar o que meu irmão tava lhe pedindo, mas não demorou um minuto e capitulou, pois Guga sentou-se na poltrona de pernas abertas e Juan se ajoelhou entre suas pernas, segurou seu pau e timidamente foi cheirando, dando lambidas, beijinhos até que meu irmão segurou sua cabeça e lhe deu o comando: “abre a boca e engole minha rola”.

Que aluno vai desobedecer a ordem de um professor?. Juan escancarou a mandíbula e tentou engolir o máximo que pôde da rola de Guga. A falta de prática lhe fez cometer os erros comuns de quem tá chupando um pau pela primeira vez: “Cuidado com os dentes, Juan. Protege ele com a língua e os lábios senão machuca meu pau!” orientou Guga. Juan tirou o pau de meu irmão da boca e voltou a chupar devagar, com mais cuidado, engolindo aos poucos e seguindo os pedidos que Guga lhe fazia: “chupa a cabecinha vai, passa a linguinha nela, agora engole toda, isso, vai... fica passando a língua por baixo, assim. Vai... acaricia meu saco enquanto mama minha rola...”

Dan notou que eu parei de lhe chupar e ele próprio interrompeu seu boquete, saindo de cima de mim e vindo sentar ao meu lado. Ficamos acariciando o pau um do outro enquanto assistíamos a sacanagem de Guga com Juan que pegou jeito e gosto, ordenhando a rola de meu irmão no capricho. Só que Guga tinha outros planos e alguns instantes depois deu um toque na cabeça de Juan para ele parar a chupada e se levantar. Ambos ficaram em pé e meu irmão nos chamou: “bora lá pro quarto!”.

Era uma cena engraçada de ver: quatro homens, 2 maduros na faixa dos 40 e dois jovens de 18/19 anos, pelados, de pau duro, subindo a escada juntos, a procura de uma cama para uma sessão de putaria.

Mal entramos no quarto, nos jogamos na super king size da suíte de Guga, uma cama imensa, chegava a ser aloprada de tão grande. Inicialmente, mantivemos as mesmas duplas dos amassos e chupadas da sala: eu com Dan e Guga com Juan. Mas, mesmo numa cama tão grande, os esbarrões eram inevitáveis, e, num dado momento, Dan, enquanto me chupava, estendeu a mão e começou a acariciar a bunda de Juan, enquanto este fazia um 69 com Guga. Não sei se ele tava entretido em chupar e ser chupado ou se já tinha “entregado pra Deus”, mas a mão de Dan acariciou e explorou sua bunda sem nenhum tipo de recusa por parte de Juan.

Busquei o corpo de meu irmão com meu braço e acariciei seu peitoral gostoso. Guga tirou o pau de Juan da boca e balançou aquela piroca morena, torta e grossa, na minha direção. Me soltei de Dan e comecei a chupar a rola de Juan junto com Guga. O garoto parecia não acreditar, ele olhava vidrado para nossas bocas passeando pela extensão da sua rola: “caralho... professor, tio Duda... puta que pariu... ahhhh... que é isso, cara, que tesão, putz, que delícia. Eu vou morrer!...”

Eu sorri: "Vai não, bebê, você vai gozar e vai gozar gostoso. Aproveita que tem um tiozão e um paizão chupando tua pica gostosa.” Ele balbuciou uma resposta: “... eu...nunca...ahhh... fiz isso... ahhh.. que gost...oso...ohhhhh... uhhhh”. Foi aí que reparei que Dan tinha se colocado atrás de Juan e enquanto o abraçava, devia estar passando seu pau no rego do colega, atiçando o tesão em seu cuzinho!

Guga largou o pau de Juan e me puxou para um beijo. Incrível como o beijo de meu irmão era o encaixe perfeito. Ele SABIA como explorar minha boca, meus lábios, minha língua e interagir de uma forma que eu me sentisse pleno. Deixamos o colega de Dan enroscado com ele e nos atracamos em um beijo interminável, enquanto nossas mãos exploravam nossos corpos. Entreabri os olhos e Juan e Dan estavam atracados também. A partir daí as duplas ficaram bem delimitadas: os coroas de um lado e os jovens de outro. Meu irmão e eu ficamos nos chupando, enquanto os meninos se beijavam apaixonadamente e se acariciavam ali do lado.

Então, vi Dan se afastar um pouco e pegar o tubo de lubrificante na mesa de cabeceira. Voltou pra junto de Juan e se beijaram de novo, enquanto meu filho pegava o creme e espalhava pela rola de seu colega. Depois, pegou mais um pouco e colocou no próprio rabo. Apertei o braço de Guga para ver a cena e assistimos quando meu filho se colocou de 4 e Juan veio por trás e tentou encaixar a rola, sem sucesso, no cuzinho de Dan. O pau escorregava, descia, não entrava. Meu filhote, mais experiente, foi com a mão para trás, segurou a rola de Juan e encaixou com precisão na olhota do seu rabo. Aos poucos foi empurrando a bunda para trás e a pica de Juan foi sumindo dentro do rabo de meu filho. A expressão de prazer de Juan foi uma das coisas mais lindas que já vi no sexo. Ele espelhava no rosto tudo que estava sentindo ao ter sua rola sendo agasalhada pelo rabo de outro machinho gostoso como ele. Como seu pau era bem grosso, Dan foi se empalando na pica de Juan aos poucos. Parava um pouquinho, voltava a receber a pica dentro de si e nesse ritmo, levou uns 2 minutos até a enfiada ser consumada. Rola toda dentro, Juan segurou Dan pelas ancas e meu ficou filho de olho fechado desfrutando do pau de seu colega todo socado em seu rabo.

Eu e Guga nos punhetávamos na maior fissura vendo aquele espetáculo de sexo ao vivo. Dois garotos bonitos, gostosos, curtindo o prazer de uma primeira foda entre eles. Dan pediu pra Juan começar a foder e seu colega timidamente foi tirando e enfiando a pica, pegando ritmo, ainda meio sem jeito, sem aquela atitude de quem sabe que fuder um cu é tomar posse dele. O importante é que eles foram se comunicando, Dan orientando e Juan seguindo os toques, de modo que construíram uma química sexual entre eles.

Meu irmão pediu pra eu me sentar, com as costas encostadas na cabeceira da cama, pegou o lubrificante, besuntou meu pau, passou um pouco em seu cuzinho, e sentou em meu pau de costas pra mim, de modo que ficou, como eu, assistindo a foda dos meninos, enquanto Guga subia e descia em meu pica. Abracei seu corpo e segurei sua rola grossa, gostosa, e fiquei punhetando meu irmão enquanto ele se deliciava em subir e descer suavemente no meu pau.

Estávamos fodendo quando ouvimos Juan anunciar que não aguentava mais de vontade de gozar. Dan estimulou seu colega pedindo: “Vai, Juan, enche meu cu com teu leite. Quero sentir tua porra no meu rabo.” Foi o bastante para Juan acelerar as estocadas e num gemido mais alto, puxou o quadril de Dan na direção da sua pélvis, colando seu corpo no dele e anunciou: “Vou gozar... vou gozar... vou....” e vimos o moreno gostoso colado no rabo do meu filho dando aquela sacolejada de corpo quando se está esporrando. Não sei quantos jatos foram, mas o gozo de Juan durou alguns bons segundos. Os dois desabaram na cama, Juan por cima de Dan e ali ficaram alguns minutos, respirando abraçados.

Guga, estimulado pela gozada de Juan, anunciou seu gozo e eu acelerei a punheta, logo sentindo sua porra lambuzando minha mão enquanto pulsava farta, jato após jato de porra sendo cuspido no ar. O tesão do cuzinho de meu irmão piscando enquanto gozava quase me vez gozar, mas deixei a vontade pra mais à frente.

Os meninos se levantaram e foram ao banheiro enquanto eu mantinha meu irmão preso no meu abraço e beijava sua nuca e seu cangote cheiroso. Quando Dan e Juan voltaram, enrolados em suas toalhas, fomos eu e Guga tomar uma chuveirada. Guga perguntou se eu não queria gozar mas eu falei que sim, só que não agora, logo iria rolar.

Banho tomado, voltamos pro quarto e os garotos estavam abraçados e se beijando. A gente se deitou próximo a eles e começamos a namorar também. Juan e Dan cochichavam algo mas, como eram sussurros, não deu pra saber qual era o assunto até que eles voltaram a fazer 69 e ficaram se chupando por uns bons minutos enquanto meu irmão começou a me chupar também, dividindo sua atenção entre meu pau, meu saco e meu rabo. A língua e os lábios de Guga passeavam pela minha virilha com maestria e aquela vontade de gozar voltou, até que percebi a movimentação da dupla de jovens, o que tirou minha concentração. Dan pegou os travesseiros que estavam ao nosso lado e os ajeitou por baixo do quadril de Juan, fazendo uma espécie de suporte para projetar o quadril de Juan para cima. Era isso: Dan iria comer o cu de Juan, ia tirar seu cabaço no frango assado.

Cutuquei Guga de novo e ele largou minha rola pra se sentar ao meu lado pra ver o novo capítulo da série Juan e Dan. Meu filho começou a chupar o cu de seu colega, enquanto Juan segurava as próprias pernas pra cima. Cada linguada que Dan lhe dava, Juan gemia forte. Falei pra Guga pra gente chegar junto e ajudar os garotos no segundo round deles. Nos movimentamos na cama e ficamos um de cada lado de Juan, segurando suas pernas enquanto meu irmão falou pro seu ex-aluno pra segurar sua rola. Juan já tinha pegado o espírito da coisa e segurou não só o pau de Guga como o meu. Enquanto ele nos punhetava, assistíamos Dan saborear o cuzinho de Juan, alternando a língua e o dedo pra ir laceando o rabo que logo ia levar sua rola. Meu filhote caprichou na amaciada que deu no cuzinho de Juan, a ponto de que o moreno não se aguentou e pediu: mete, Dan, que eu tô quase gozando.

Dan, se ajeitou e de joelhos entre as pernas de Juan, apontando seu pau na direção do cuzinho dele. Encostou a cabeça e ficou pincelado suas pregas enquanto ia acrescentando lubrificante. Metia o dedo lambuzado, tirava, botava de novo, até que ajeitou a cabeça da pica e começou a meter. Juan fez cara de dor e agarrou com força nossos paus, chegando a doer. Guga falou pra ele relaxar mas ele não aguentou e pediu: “para, para, tá me rasgando, tira, não vou aguentar!!!”. Dan parou mas não tirou nem enfiou mais, apenas ficou com a cabeça e mais um pouquinho de rola enfiada no cu de Juan, alisando suas coxas e falando pra ele relaxar. Me aproximei dele e orientei pra ele fazer força pra fora, como se fosse evacuar. Dan tirou o pau, botou mais lubrificante e encaixou de novo. Quando começou a enfiar de novo, reforcei a dica: “faz força pra fora Juan” e dessa vez seu rosto fez menos cara de dor, mas a tensão ainda lhe marcava a expressão. Então, me debrucei sobre seu corpo e comecei a chupar sua pica que tinha ficado mole. Seguindo meu gesto, Guga se aproximou do rosto de Juan e fez ele engolir sua rola.

Pronto. Estimulado por todos os lados, de algum modo Juan começou a relaxar e Dan foi muito calmamente penetrando seu cuzinho, esgarçando seu rabo para receber sua pica que era de tamanho bem adequado para se perder o cabaço. Tamanho e grossura medianos, pau reto, uma delícia. Quando sentiu o saco de Dan encostando em sua bunda, Juan estendeu o braço e conferiu, pedindo a Dan que ficasse parado um tempo. Assim Dan fez e Juan voltou a mamar a rola de Guga enquanto eu seguida chupando seu pau. O prazer foi tomando conta de Juan e ele espontaneamente começou a mexer os quadris empalado no pau de Dan. Foi o sinal que meu filho precisava para meter gostoso no seu colega. As socadas foram ganhando ritmo e eu deixei de chupar Juan para dar espaço a Dan, que se curvou e começou a cheirar e chupar o cangote de Juan enquanto metia gostoso. Me aproximei da cabeça de Dan que ficou me chupando enquanto Juan chupava Guga. Seguimos nesse embalo ao mesmo tempo em que eu e Guga voltamos a nos beijar enquanto os garotos se comiam e nos chupavam. Dan largou meu pau e anunciou: “vou te dar leite no rabo, Juan. Toma minha porra, toma” e começou a esporrar dentro do rabo do seu colega dando fortes estocadas em seu rabo. Ao ver meu filho gozando, o tesão me enlouqueceu de vez, o arrepio subiu pelo saco e anunciei meu gozo: Juan largou o pau de Guga e abriu o bocão na direção da minha rola. Que doideira, o moleque até uma hora atrás era virgem e agora tava querendo leite na boca. Não me fiz de rogado e comecei a soltar jatos e mais jatos de porra cremosa na direção do rosto de Juan. O que ele não sabia era que minha gozada era farta. Foi tanta porra que ele apenas manteve a boca aberta e foi recebendo leite na boca, no queixo, no nariz, nos olhos, na cara toda. Guga seguiu o fluxo e nem avisou, esporrou no rosto e no peito de Juan, que todo ficou lambuzado de porra. Dan assistia e aproveitava para passar a mão, acariciava os mamilos de Juan e começou a bater uma pra ele. Foi o que bastou para nosso latin lover enfim chegar ao gozo. Juan não disse nada, apenas gemeu e se deixou levar pela punheta de Dan, enquanto seu pau pulsava e gozava. A sincronia entre os dois era tão bacana que Dan foi reduzindo o ritmo e a pressão no pau de Juan à medida em que ele acalmava da gozada.

Ficamos por algum tempo largados na cama. Os garotos abraçados, eu e Guga de cada lado abraçando os dois, até que meu irmão, como bom anfitrião nos convidou ao banho. Enquanto nós 4 nos dirigíamos para lá, lembrei que menos de 24 horas tínhamos feito esse mesmo percurso, só que no lugar de Juan, estava Samir, o entregador de origem árabe da cantina local. Me deleitei intimamente com aquela constatação enquanto pensava no quanto minha vida, em especial, minha vida sexual, mudou radicalmente nas últimas semanas. De hétero convicto a bissexual fluido, quase que num passe de mágica. Acho que só faltava agora ir pra cama com um casal para ver como seria meu tesão tendo uma bucetinha e uma pica na minha frente ao mesmo tempo.

Tomamos um banho gostoso, com risos e brincadeiras gostosas entre nós. Tivemos a gentileza de não zoar com Juan pela sua recém perda de virgindade. Só ele poderia tomar a iniciativa de puxar o assunto. Assim determina a ética da sacanagem. Voltamos pro quarto, enrolado nas toalhas e nos sentamos na cama, os meninos sempre abraçados.

Juan, que segurava Dan em seus braços, brincou com meu filho perguntando o que eles iriam dizer pra Giovana...

Dan encolheu os ombros: "Eu não sei."

Juan disse rindo: "É estranho, não é?"

Meu filho riu e comentou: "Com certeza. Giovanna está furiosa comigo, pensando que convidamos você aqui para uma suruba com um bando de mulheres. E agora você está perguntando sobre a reação dela quando souber de nós dois, enquanto segura meu pau."

Juan abraçou ainda Dan, sem saber o que dizer, "Eu... uh..."

Dan virou o rosto pra seu amigo, o beijou e disse: "Se você contar a Giovanna sobre isso, ela mata nós dois."

Os olhos de Juan se voltaram para mim e Guga e profetizou: "Se alguém contar a Giovanna sobre isso, nós dois morreremos."

Rimos da tragicômica novela imaginada pelos dois. Então, os meninos se levantaram e Dan avisou: “pai, você dorme aí com tio Guga que eu e Juan vamos dormir no outro quarto, tá?!”

Trocamos beijinhos e eu dei boa noite ao casalzinho sentindo aquele sentimento alegre de achar que meu filho estava encontrando um parceiro para ele.

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Comentários

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Não demora a posta por favor eh o melhor conto desse site, cada capítulo uma surpresa nova

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Uffa, que tesão este capítulo. Demore tanto não, por favor, Xandão. Conte-nos mais...

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Pqp. Tesão da porra. Cada vez melhor. Tomara que pela manhã os casais se troquem e troquem e troquem. Até todo mundo comer todo mundo. Que delícia de fudelancia.

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ACHO QUE ESSE CONTO ESTÁ SE PERDENDO UM POUCO. JUAN PRECISA ENTENDER QUE NÃO SE TRATA DE ESCOLHA E SIM DE ORIENTAÇÃO SEXUAL.

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