Abracei meu filho sentindo um aperto no peito. As coisas entre ele e Juan pareciam ir tão bem. Tínhamos acabado de passar um final de semana perfeito em São Paulo, no qual minha mulher tinha demonstrado a plena aceitação da orientação sexual de nosso filho, acolhendo o relacionamento dele com o Juan. Só que a gente não deu importância ao fato de que havia o outro lado, o lado da família de Juan, então, a péssima reação da família dele não deixou de ser uma surpresa, a gente não levou em conta que havia essa possibilidade, a começar por Dan e Juan que achavam que estava tudo bem, mas eu me incluía entre aqueles que subestimaram os riscos e os limites envolvidos.
Dan chorava desconsolado no meu colo. Além das coisas horríveis que a mãe de Juan disse, havia o medo do que poderia vir depois do escândalo e ela enxotou nosso filho da casa dele dizendo barbaridades enquanto Juan, acuado, só chorava amedrontado. Descobrir as coisas em um flagrante sempre tem grandes chances de gerar péssimas consequências. Talvez, se Juan tivesse procurado conversar, criado uma estratégia para o assunto ser colocado pouco a pouco para a família, o desfecho agora poderia ser outro. A questão é que o preconceito impõe esse tipo de situação: enquanto nenhum filho ou filha heterossexual precisa contar aos pais que gosta e se interessa pelo sexo oposto, a tal normalidade, o outro lado, o filho gay ou lésbica precisa “se assumir”, imaginem que horror de cobrança, é a exceção que sempre vai cobrar um preço mais caro. A família de Juan tinha o peso do conservadorismo católico latino-americano. Eram super moralistas, ainda que falso moralistas como eu viria a descobrir depois…
E olha que meu filho e o namorado nem estavam fazendo nada demais. O que a mãe de Juan viu foi apenas um beijo, um abraço, eles não estavam transando e, mesmo assim, foi o suficiente para o mundo desabar. Depois de mais de uma hora consolando Dan, consegui acalmá-lo, mandei mensagem para Wellington contando o que tinha acontecido e, em seguida, liguei para a mãe dele. Resumi o ocorrido e, após ouvir com atenção, Patty pediu para falar com o filho. Quando ouviu a voz da mãe, Dan voltou a chorar, mas aos poucos se acalmou e após uns alguns minutos, ela pediu pra falar comigo de novo e me perguntou se eu achava que ela precisava pegar um avião e vir para Fortaleza, eu falei que não, que a princípio a situação estava sob controle e que se fosse necessário eu avisava a ela mas que era importante ela se manter em contato com o filho durante todo esse período, para ele se sentir apoiado. Desligamos o telefone e consegui arrastar Dan até a cozinha para comer alguma coisa, insisti, mas ele não quis comer. Se limitou a tomar um suco enquanto eu fazia um lanche rápido.
Após lancharmos, subimos e eu chamei para Dan dormir comigo. A aflição dele era não conseguir falar com Juan. Ao que tudo indica, o telefone dele estava desligado, talvez até tivesse sido confiscado por sua família e, de fato, o número dele continuava fora de área. Ele demorou a dormir, acordou péssimo e assim foram os dias que se seguiram, Dan só chorava, era de cortar o coração ver meu filho naquele estado, até que tomei uma atitude mais ousada e, um dia, ao sair do trabalho fui até a casa de Juan. O segurança da mansão veio atender e falou que ele tinha viajado com os pais. Tentei falar com o irmão dele, mas não fui recebido. Segui para casa e, direto e sem rodeios, contei tudo a Dan. Num primeiro momento a reação de meu filho foi de desespero, mas de uma certa forma ele já esperava por aquele desfecho e, após chorar muito, o cansaço venceu e ele dormiu em meus braços, parecia tão frágil, era de cortar o coração.
Durante toda a semana, Dan dormiu comigo e, aos poucos, o fato de eu não estar fazendo sexo, envolvido com os problemas do meu filho, começou a fazer efeito do tesão acumulado da semana inteira sem foder. Até o roçar da cueca no pau estava me deixando de pau duro. Cheguei a acordar um dia com o pijama melado. Eu e Wellington até tínhamos dado uns amassos no banheiro do trabalho, a gente chegou a se chupar no vestiário da academia, mas chegou gente e tivemos que parar, pensei em ir pra um motel mas Dan tava mal em casa e eu não me sentia bem deixando ele tanto tempo sozinho. Até ir um dia comigo pro escritório ele foi, ficou lá na minha sala, mexendo no note dele, o olhar ausente, uma tristeza de dar dó. Enfim, o pouco que eu e Well conseguimos curtir era nada diante da urgência da nossa paixão, até que na sexta-feira Wellington veio dormir comigo lá em casa, conversei com Dan que tinha chamado Well pra dormir conosco, ele já estava um pouco melhor e a gente finalmente ia poder ter um pouco de espaço.
De fato, quando eu e Wellington chegamos Dan abriu um sorrisinho tímido, interagiu, conversamos um pouco e ele conseguiu comer com a gente, depois fomos para a sala e assistimos uma comédia, dando um toque de leveza aquele momento. Teve um instante em que ele foi ao banheiro e Well aproveitou para comentar comigo que ficou impressionado com o tanto que ele estava abatido, como Dan tinha emagrecido. Eu sabia que meu filho era apaixonado pelo namorado e que ele e Juan era um casal bem encaixado, mas eu não tinha ideia do tamanho do sentimento envolvido porque eles viviam aquela relação mais como uma aventura, os dois sempre aprontando, achei que estava mais na esfera da diversão do que do compromisso sério.
Quando deu umas onze da noite decidimos subir para dormir, quando chegamos no corredor dos quartos, Dan, ao se despedir para entrar no quarto dele, me deu um olhar tão tristonho que não tive como deixar ele dormir sozinho, chamei ele pra dormir com a gente, mas ele disse que não queria atrapalhar, então Wellington falou:
- Danzinho, você não atrapalha nunca. Bora dormir na cama de seu pai que é gigante, a gente bota o ar bem gelado e dorme agarradinho.
Ele sorriu de um jeito mais alegrinho e disse que ia entrar no quarto pra pegar um pijaminha, mas eu falei:
- filho, não precisa. Dorme de cueca, dorme pelado ou pega uma samba canção minha. Anda logo, vem, que amanhã a gente vai a praia, curtir o sabadão. Bora?!
Entramos no meu quarto, tiramos a roupa, ficamos os três de cueca, fomos eu e Well escovar dente, mijar etc. enquanto Dan ligava o ar e ajeitava a cama pra gente. Na hora da gente se deitar, fui pro meio da cama e os dois me ladearam, Well do lado esquerdo e Dan do direito. Fiz um cafuné em Dan e depois virei pro lado pra dar uns beijos no meu amor. Só que a gente tava com tanta saudade e tanto tesão que o carinho evoluiu para um amasso gostoso e quando a gente reparou, estávamos enroscados, roçando nossos paus duros enquanto Dan, deitado de lado, assistia tudo com a mão dentro de sua cueca, se tocando com tesão. Olhei pra meu filho e me desculpei pela falta de sensibilidade com o momento dele:
- Danzinho, me perdoa, meu amor, você não deve estar no clima pra isso mas eu e Well passamos a semana longe um do outro, desculpa, tá, filho…
Ao invés de falar qualquer coisa, Dan baixou sua cueca e mostrou sua rola linda, rosada, reta, duríssima, a cabeça da pica brilhando, melada, ele também estava com o tesão acumulado mas por motivos bem tristes para ele tinha perdido o interesse pelo sexo nos últimos dias. Ainda assim e apesar disso, o corpo dele respondeu ao estímulo visual do nosso amasso e ele se permitiu deixar o tesão fluir, como se tivesse botado a tristeza na pausa. Feito um gatinho novo diante do pires de leite, fui atraído pela visão daquele pau gostoso que eu já chupei tanto, e me arrastei pela cama até abocanhar a pica dura de meu filho. Quando engoli seu pau de uma bocada só, Dan gemeu:
- ah, pai, que gostoso…
Comecei a mamar aquela rola e o tesão era tamanho que percebi que se eu continuasse me esfregando no colchão ia gozar rapidinho. Ergui meus quadris e ao ficar quase de quatro, terminei atraindo o interesse de Well que, até então assistia fascinado eu mamando a rola do meu filho. Meu namorado puxou minha cueca pra baixo, tirou ela por completo e veio de língua no meu cuzinho. Puta merda, que tesão do caralho. Quanto mais eu engolia o pau de Dan, mais Wellington metia língua no meu cuzinho. Meu boy tinha aprendido muito bem e muito rápido a saber fazer um cunete caprichado. Eu tava piscando de tesão e meu amor sabia que não era hora e vez de perder tempo com demoras e preliminares, ele se ajeitou por trás de mim, esfregou a cabeça da rola nas minhas pregas, foi botando mais saliva e dando umas socadinhas, a cabeça entrava um pouco e ele tirava, botava mais saliva e voltava a meter, foi relaxando meu cuzinho até que eu pedi:
- come meu cu, meu amor, lasca meu rabo, mete logo essa pica…
Então, ele meteu, foi enfiando devagar mas sem volta, até o talo. Quando senti que tava tudo dentro ainda dei uma conferida com as mãos pra ver se só tinha o saco de Wellington de fora. Mozão esperou eu me acostumar e começou o mete e tira. Tava gostoso demais até que Dan mudou de posição e virou a bundinha pra eu meter língua no seu cuzinho. Ah que delicia aquela rabeta rosada. Primeiro cu de macho que comi na vida, o do meu filhote. Cuzinho inesquecível. Chupei bastante enquanto Well metia rola em mim, até que Dan pediu:
- pai, come meu cuzinho, tô precisando…
Paramos para nos reorganizar, Dan ficou de frango assado, Wellington ajudou a mirar meu cacetão na olhota do meu filho e eu fui enfiando. Dan gemia alto, fazia um tempinho que eu não comia o cuzinho dele. O pau de Juan é grandinho e grossinho mas diante do meu é normalíssimo. Quando meti tudo, me debrucei sobre o corpo de Dan e o beijei. Enquanto nossas línguas duelavam, Well voltou a ficar atrás de mim, meteu sua pica no meu rabo. E foi assim, ficamos engatados num delicioso trenzinho, mas eu não aguentei muito tempo. Tentei segurar mas a vontade de gozar arrebentou sem que eu conseguisse me controlar e quando vi tava leitando o cuzinho do meu filhote. Ele só gemia e pedia:
- isso, pai, enche meu cu de porra, vai… que delicia, meu pai, teu leitinho quente inundando meu rabo… ah, que tesão…
Como eu gozei mais ou menos rápido e os dois ainda estavam cheios de fogo, rolei pro lado pra dar espaço pra meu namorado tomar meu lugar e meter pica no meu filho:
- ah, Danzinho, deixa eu te comer, deixa, quero bater o leite do teu pai, vai…
Meu filho, ao ouvir essa declaração tão putíssima, puxou o rosto de Well e o beijou cheio de tesão apaixonado. E foi assim que eles ficaram fodendo, Well metendo rola, Dan projetado o quadril pro alto pra pica entrar toda até que meu namorado explodiu:
- toma minha porra, Dan, vou encher teu cuzinho de leite, neném…
Depois que Wellington gozou, ele se jogou do meu lado trazendo Dan junto. Enquanto a gente se beijava, meu filhote batia punheta no seu pau gostoso que a gente logo tratou de chupar juntos enquanto se beijava e foi nessa pegada de intimidade e putaria gostosa que Dan finalmente conseguiu relaxar para gozar. Sua porra jorrou no meio do nosso beijo e ficamos eu e Well pegando com a boca cada gota de leite que Dan ejaculava, saboreando e partilhando com a língua, os lábios, se beijando com aquela pica pelo meio.
Quando o gozo do meu filho chegou ao fim, puxei ele pro meio da gente e ficamos os três se beijando até nossos corações acalmarem e a respiração voltar ao normal. Estiquei o corpo na direção do criado mudo, estendi o braço e peguei o pacote de lencinhos umedecidos que Patty acostumou a deixar ali, peguei alguns pra dar uma limpada e ofereci aos meus parceiros de cama. Wellington pegou também mas Dan disse que precisava ir ao banheiro, ele estava com o rabo inundado de porra…
Quando Dan voltou, eu e Well estávamos nos beijando, saboreando aquele momento de uma intimidade erótica absoluta. Dan se jogou por cima da gente e ficamos nos beijando os três, até que meu filho rolou pro lado onde havia se deitado antes da nossa foda e disse com toda ternura e gratidão que ele sentia naquele momento:
- obrigado Paizão, obrigado Tonzinho, eu tava precisando voltar a me sentir vivo…
- oh meu amor…
Puxei Dan, dei muitos beijinhos em seu cabelo sedoso enquanto Well fazia carinho nele. Dan se desvencilhou da gente, deu beijinho de boa noite em cada um e se deitou no cantinho que ele escolheu pra dormir. Puxei o edredon sobre a gente e nos ajeitamos pra dormir também, eu virado pro lado, pra ver Dan dormir e Well me abraçando por trás, me dando beijos na nunca e nos ombros, me declarando seu amor.
Não sei por quanto tempo a gente dormiu, só sei que num desses momentos em que a gente acorda pra mudar de posição, virei de lado e abracei Wellington e seu corpo gostoso ao invés de me fazer voltar a dormir, terminou reacendendo meu tesão. Abracei meu amor bem apertado e fiquei ali sentindo meu pau duro comprimido contra sua bunda gostosa. O que que não esperava era que ele fosse acordar e ele não só acordou como abriu sua bundinha pra minha rola ficar toda alojada no seu rego. Aquilo me deu um fogo e eu sussurrei no seu ouvido:
- que vontade de meter pica no seu rabinho, Tonzinho…
Dando mostras que ele, decididamente, era outro homem, completamente distante do rapaz inexperiente e medroso do começo da nossa história, Wellington respondeu da forma mais safada que poderia. Pegou saliva da própria boca e besuntou seu cuzinho, pegou um pouco mais e passou na cabeça do meu pau mas nem precisava, minha rolona já tava babando por antecipação. Encaixei a cabeça da pomba e falei pra ele:
- empurra a bundinha pra trás meu amor, assim você controla a rola entrando no seu cuzinho…
E assim fizemos, fiquei paradinho e Well foi empurrando a bunda para trás, engolindo meu pau conforme o tesão e o relaxamento dele permitia. A gente não tinha pressa. O gozo reprimido de uma semana inteira sem foder já tinha sido liberado. Agora tínhamos todo o tempo do mundo para saciarmos o tesão que nos a entrar naquela comunhão absoluta. Meu pau no cu dele, a gente engatados como se quisesse fundir na carne o que já não separava na alma. Quando senti a base do meu pau encontrar as beiradas do cuzinho do meu amor, suspirei fundo. Por mim, a gente ficava assim pra sempre, conectados pelo calor úmido das nossas entranhas e mucosas, em estado de sinergia sexual profunda. E, de fato, ficamos um tempo interminável respirando e sentindo a comunhão dos nossos corpos. A eucaristia da putaria. Eu comungava o cu do meu amor, ele abençoava meu cacete com suas pregas esgarçadas. Éramos um! Até que Well me pediu num gemido baixo:
- me fode, Du…
Não peça ao homem que você ama para ele lhe foder porque ele vai dar ao seu rabo uma surra de piroca até ele saciar a vontade de se esvaziar em porra dentro de você. E foi isso que eu fiz. De lado a gente passou para Wellington ficar de bruços e eu por cima dele. Afastei suas coxas com as minhas para deixar aquele rabo arreganhado pra mim e comecei a meter. Não sei quanto tempo levei, me perdi sentindo o rabo de Well se abrir para acolher as investidas que meu pau dava. Eu socava e o puto empinava a bunda pedindo mais. No ritmo de bate estaca fui socando, socando, socando, acelerando as socadas até que aquele comichão gostoso foi subindo pelo baixo ventre, meu saco foi encolhendo, a rola ficando mais dura e numa última socada mais forte, explodi em porra dentro do rabo do meu amor e, magicamente, no mesmo instante em que seu cuzinho soltava espasmos indicando que ele estava gozando com meu pau todo enfiado dentro dele. Depois de leitar o rabo do meu amor, puxei ele de lado, com meu pau engatado e ficando novamente de ladinho, o sono foi nos vencendo e dormimos com meu pau ainda duro, enfiado no cuzinho de Wellington.
Lógico que em algum momento da madrugada o pau, amolecido, escapuliu. Quando acordamos, passava das nove da manhã. Wellington que despertou primeiro e começou a me dar beijinhos e fazer um cafuné muito suave, para não me acordar, mas eu já estava a meio caminho de despertar de vez, fui saboreando aquele entrelugar do sono para o acordado. Ao nosso lado, Danzinho dormia como um bebê. Deixamos ele ali quietinho e nos levantamos para tomarmos um delicioso banho, nos cuidarmos direitinho e, ao voltar pro quarto, decidi despertar meu princeso adormecido. Meu filhote foi se abrindo os olhos, se espreguiçando e me presenteou com um sorriso lindo:
- bom dia, paizão…
- bom dia, meu filhote lindo. Cuida, vai tomar um banho que eu vou preparar nosso café com Wellington. Depois a gente arruma a bagunça do quarto.
Danzinho se espreguiçlu de novo, bocejou e fez menção de voltar a dormir mas eu comecei a fazer cócegas nele, no que ele reclamou:
- para, pai, faz isso não… cê sabe que eu não gosto!!!!
Desfiz o calundu dando um apertão naquela pica dura. Claro que o danadinho como todo homem quando acorda, ainda mais jovem, tava com a rola tesa. Bolinei ele um tiquinho, tirei o pau pra fora da cueca e dei uma chupadinha. O safado se esticou todo, aproveitando o boquete ligeiro que eu dei. Ainda deslizei o dedo na direção do cuzinho e vi que ainda estava meio inchadinho e melado, saldo das roladas que eu e Wellington demos nele ontem. Meu pau começou a ficar duro e eu parei:
- vai, Dan, levanta que eu vou descer, Wellington deve estar estranhando minha demora. Cuida, filho!!!
Quando cheguei na cozinha, a barraca ainda estava armada. Well notou e brincou comigo:
- tava dando de mamar pro filhote?
- pelo contrário, eu que dei uma chupadinha naquela rola gostosa! Mas foi só pra atiçar e fazer ele se levantar e ir pro banho.
Meu namorado me puxou e me deu um beijo gostoso, rescendendo a sabor de hortelã da pasta de dentes. Nesse momento, meu celular vibrou, era Patty. Atendi e conversamos um pouco. Ela preocupada com Dan, expliquei que ele tava melhor. Tinha conseguido fazer ele se alimentar, se distrair, parecia que aos poucos ele tava superando a tristeza do súbito afastamento de Juan. Patty não se conformava e queria falar com os pais de Juan, expliquei que estive na casa deles e que o segurança falou que viajaram e que não pude falar com o irmão dele mas ela disse que ia dar seu jeito mas não ia deixar as coisas desse jeito e, conhecendo a obstinação de minha esposa, os pais de Juan iam ter uma bela dor de cabeça pela frente. Desliguei prometendo que ia fazer Dan ligar pra ela e fui terminar de ajeitar nosso café da manhã.
Wellington preparou uma coisa deliciosa que eu nunca tinha comido, receita da mãe dele, que minha sogra chama queijioca, uma mistura da massa de tapioca com queijos ralados (ele botou coalho, mozzarella e parmesão) e levou à caçarola, como se fosse uma tapioca norma. Pense numa coisa gostosa. Quando Dan chegou na cozinha, todo lindinho de cabelos molhados e penteados, cheirosinho, sentiu o aroma das tapiocas e foi logo elogiando:
- hummmm… isso tá cheirando bem, eu quero!
- tô fazendo pra todo mundo, Danzinho, senta aí que já sirvo.
Tivemos um café da manhã deliciosa, conversando amenidades mas também falamos das estripulias que aprontamos à noite, quando Danzinho:
- obrigado, pai, obrigado, Tonzinho. Eu tava precisando do que vocês fizeram por mim…
- você disse isso ontem, Danzinho…
- eu sei, Well, mas quero dizer de novo. Mais do que uma transa, vocês me tiraram do baixo astral. Ainda tô muito triste com tudo, com saudade do meu am..or (nessa hora, ele gaguejou e os olhos se encheram d’água), de não poder falar com ele, saber como ele está…
A pausa de Dan e o olhar triste de meu filho me agoniou o coração. Patty tinha razão. A gente tinha que pressionar a família de Dan a conduzir essa situação como gente civilizada. Imagina, aprisionar o filho, que mundo esse povo pensa que tá vivendo?!
- filho, eu e sua mãe vamos procurar a família de Juan. Isso não pode e não vai ficar assim! Eles precisam entender que você e Juan são dois adultos e, como tal, tem o direito de decidir o que vocês querem para a vida de vocês. Agora, enquanto isso, você precisa reagir, até para lutar pelo amor do seu namorado é importante que você se cuide. Ele vai precisar de você bem!
Dan concordou comigo, balançando a cabeça com um brilhozinho voltando aos seus olhos. Voltamos a comer em silêncio até que Welligton perguntou se a gente tinha gostado da queijioca:
- nossa, eu adorei
- eu também, você precisa ensinar a Dalvinha como se faz…
Wellington ficou todo pimpão com os elogios e o ambiente voltou a ficar leve e solar como tinha começado nosso café da manhã. Quando terminamos, Wellington e Dan ficaram arrumando as coisas na cozinha, lavando a louça etc., enquanto eu fui dar uma geral no quarto trocar a roupa de cama, botar pra lavar etc., aproveitamos para dar uma geral na casa já que só iríamos à praia mais pro final da manhã e não é porque temos empregada que a gente acumula bagunça, largando tudo nas mãos (e nas costas) dela. Quando deu umas onze horas, acabamos com o turno de graxeira e fomos no arrumar pra ir à praia. Sunga, bermuda, chinelo e camiseta, partiu praia.
Inicialmente, tinha pensado em ir para a barraca de praia do Beach Park até por ser quase a mesma distância daqui de casa, mas os jovens queriam ir pra uma barraca badalada na Praia do Futuro e lá fomos nós. Ao chegarmos, chamamos a atenção: um jovem maduro (eu, 43), um jovem adulto (Well, 27) e um pós adolescente (Dan, 18), todos bonitos, corpos bem cuidados, adentrando aquela seara de pegação e caçada, não tinha como não sermos examinados e, segundo alguns olhares, admirados. Milagrosamente, conseguimos cadeiras, mesa e guarda sol perto da água e lá fomos nós. Assim que nos instalamos, avisei os dois que eu não ia beber, então eles estavam à vontade para tomar algo e escolheram cerveja, pedi uma jarra de suco de cajá e assim começamos o expediente praieiro. Curtimos tudo a que tínhamos direito, a maré tava baixa, então rolou piscininha, banho de mar, caranguejo, macaxeira frita, picolé Pardal, pense numa farra boa. Guga me ligou, chamei ele para vir nos encontrar mas meu irmão estava num evento da academia, só ia ficar livre depois das três, então marcamos um happy hour com piscininha lá em casa.
Ia dar umas três horas quando pedimos a conta e viemos embora. Dan contou que viu um povo se pegando no banheiro mas não se animou (é, meu filho tava mesmo deprimido, não se animou para fazer banheirão…), rimos da descrição dele de como tava o esquema de putaria no WC da barraca e viemos num papinho leve até chegar em casa. Tirei uma lasanha de beringela que Dalvinha tinha deixado semipronta na geladeira, liguei o forno e fomos pra piscina. Com o calor que estava fazendo, a água estava uma delícia, refrescante. Dan e Well estavam bem próximos, brincando, conversando e eu fiquei feliz vendo os meus amores interagindo e se integrando numa camaradagem masculina gostosa, meu ciúme idiota completamente superado. Meia hora depois, servi o almoço, comemos pouco, já que tínhamos bagulhado muito na praia e bateu aquela leseira. Os dois voltaram pra piscina mas ficaram na parte da hidromassagem e eu me deitei numa das redes da varanda. Bateu aquele soninho e me entreguei ao cochilo.
Cerca de uma hora depois acordei e, pelo barulho de vozes, vi que tínhamos visita: Alfredinho, filho dos nossos vizinhos, estava na piscina conversando animado com Dan e Well. Meu amor viu que eu acordei, saiu da água, se enxugou e veio falar comigo. Me deu um beijo gostoso e perguntou se o cochilo tinha sido bom. Puxei ele pra dentro da rede e mesmo tenso com medo de cair, ele se deitou e ficamos de conchinha, vendo os dois conversando lá na piscina enquanto a gente namorava um pouco. No meio do nosso bem bom, a campainha toca e Dan se voluntariou pra abrir. Era Alfredo, pai. Assim que me viu, abriu um sorriso e veio se sentar junto da minha rede. Começou a contar que, para sua total surpresa, a conversa com a esposa tinha sido menos trágica do que ele esperava. Aline esperneou, esbravejou, acusou ele de ter outra, mas, aos poucos, foi baixando a bola, concordou que o casamento tava mal, mas botou a culpa nele, claro, e por fim aceitou a ideia da separação. Fez algumas exigências bem pesadas em termos econômicos mas Alfredo tinha uma condição excepcional e aceitou sem muita querela:
- não há dinheiro que pague minha paz, Duda. Ela decidiu que vai morar em Natal, onde nossa filha está, foi pra lá ontem e volta pra pegar as coisas assim que achar um apto pra comprar. Ela disse que quer ficar perto dos netos e eu vou comprar o apto que ela quiser, dar uma pensão muito boa e pronto, vamos dividir o que tiver que dividir, acabou a confusão. Ainda virou toda zangada pra Alfredinho e disse: fique aí com seu queridinho, parece que você só tem pai, seu ingrato! Ah, se ela sonhasse…
- Melhor não, Alfredo, melhor não…
Rimos com ele fazendo um gesto do sinal da cruz como livramento e eu decidi levantar, chamando Alfredo pra se juntar a gente na piscina. Antes, perguntei se ele me acompanhava na bebida. Ia abrir um vinho branco geladinho e ele topou. Wellington preferiu ficar na cerveja, que ele e Dan tinha tomado umas na praia e Alfredinho resolveu tomar com eles. Botei tudo num cooler e coloquei perto pra não ter que levantar cada vez que fosse abastecer. Nos sentamos todos na hidro e ficamos de papo furado, falando besteira e ouvindo os relatos de Dan e Alfredo Jr dos aprontes que já tinham feito. Alfredo, pai, ficava incomodado com as inconfidências do filho, mas procurava disfarçar. Percebi que ele estava desconcertado, mas também estava excitado e quando eu ia zoar com ele por causa disso, a campainha tocou de novo e era Guga, chegando com Pedro. Rapidinho todo mundo se ajeitou na hidro e agora com 7 pessoas, ia ficar todo mundo juntinho, perna roçando em perna, coxa grudando em coxa. Alfredinho comia Guga com os olhos, enquanto Pedro dava umas olhadas bem atrevidas para Alfredo pai e eu me divertia fazendo os cálculos mentais da suruba que ia terminar rolando naquele sábado à noite…
E numa dessas raras combinações de que o que está bom pode ficar ótimo e o ótimo pode se tornar maravilhoso, meu celular toca e quando vou atender, era Otávio. Antes que ele falasse qualquer coisa, só disse:
- vem pra cá agora!
Ele fez uma pausa de 2 segundos e respondeu:
- ia mesmo te perguntar o que você tava fazendo, tô indo
E desligou. Em meia hora o pau ia torar em banda… Quando voltei pra Hidro, Wellington me perguntou:
- quem era, mozão?
- Teu tio. Ele tá vindo.
Wellington deu um sorriso bem safado enquanto os outros seguiam animados na conversa sem prestar atenção na nossa conversa. Voltei a sentar do lado do meu amor e o puxei para um beijo. Começamos ali mesmo um amasso que seria introdução da grande suruba que ia rolar e, de fato, nosso beijo estimulou os demais a cruzarem essa linha que vai do social pro sexual. Pedro e Guga também começaram a se pegar, seguidos por Dan e Alfredinho, enquanto Alfredo, pai, olhava fascinado, até que meu filho, voltando a ser putinho que sabia ser, falou:
- Dá essa pica pra gente chupar, tio…
Alfredo, um tanto constrangido pela completa falta de costume de fazer esse tipo de coisa, se levantou, baixou a sunga meio atrapalhado e ofereceu a rola, média pra fina e meio tortinha, que meu filho e o filho dele logo trataram de mamar juntos, alternando beijos e chupadas. Alfredinho é um putinho da mesma linha de Dan, impressionante que juntos parecem agir em sincronia. Reparei tanto na dinâmica dos três que descuidei do meu namorado e quando vi, Pedro tinha se ajoelhado entre as pernas dele e tava tirando o pau de Well da sunga pra chupar. A mim, restou puxar meu irmão pra gente ficar punhetando nossos pauzãos enquanto nossos namorados se enroscavam. Quer dizer, Pedro ainda não era namorado oficial mas tava muito na cara que aquilo ia dar namoro. No meio do meu beijo com Guga, a campainha tocou e eu sabia que era Otávio. Levantei pra ir abrir a porta e Guga veio junto. A cara de Otávio quando nos viu nus e de pau semi duro foi preciosa:
- caraca, isso que é saber receber as visitas…
A gente riu enquanto o putão foi logo se ajoelhando e catando meu pau e o Guga pra começar a nos chupar. Eu e Guga voltamos a nos beijar, de pé, na varanda enquanto Otávio, ajoelhado, mamava nossas rolas com a fome de um flagelado. Só que eu cansei de ficar de pé e arrastei os dois pra uma espreguiçadeira da piscina. Otávio arrancou suas roupas na velocidade do The Flash e rapidinho já tava peladão chupando o pau de Guga, que já tinha se deitado na cadeira enquanto abri o rabão do meu amigo policial pra meter língua naquele cu gostoso e o safado devia ter dado há poucas horas porque seu rabo tava meio inchado e com gosto de porra. Percebi movimento a minha volta e era os Alfredos, pai e filho, vindo ocupar outra cadeira, com Pedro. Wellington tinha ficado de rolo com Dan na hidro. Os dois tavam lá se beijando e se punhetando.
O cabaré pegou fogo. Era um tal de chupa aqui, chupa ali, chupa acolá, todo mundo chupando todo mundo e circulando entre os trios e duplas. Quando me preparei pra atender o pedido de Otávio:
- mete esse pauzão no meu cu, Dudinha, tô precisando levar pomba, caralho…
Vi que Alfredinho também estava de 4 levando rola de Pedro que, por sua vez, tava levando pica de Alfredo, pai, num trenzinho insólito do nosso lado. Guga tirou o pau da boca de Otávio, deixando nosso amigo policial levando minha rola no capricho, e foi se embolar com Wellington e Dan que, a esta altura, estava se chupando num 69 meio desconfortável já que estavam deitados no deck de madeira da piscina. Com tanta cadeira, espreguiçadeira, almofada… esses jovens…
Dan largou Well na mão de Guga e veio pra junto de mim e Otávio, fez uma cara bem pidona e disse:
- pai, deixa tio Otávio meter essa chibata em mim, deixa…
Olhei pra meu amigo, que tava feliz levando meu pauzão até o talo mas Tavinho não ia se negar a atender um pedido tão putinho desses. Tirei meu pau e fui dar uma limpada no chuveiro da piscina (acidentes acontecem…) enquanto Otávio se deitava na chaise-longue Dan sentava no pau dele. Aquele pau imenso em tamanho e grossura empalando o cu do meu filho fez minha pica pulsar de tesão. Olho pra frente e vejo Well sentando no cacete do meu irmão, outro cuzinho faminto dando conta de uma rola grande. Só me restou catar um cu pra meter. Fui na direção do trio Alfredo’s e Pedro, peguei Alfredinho pela cintura e disse:
- vem dar esse cuzinho pro tio, vem…
Alfredo pai fez uma cara de espanto mas se pensou em dizer algo, não teve chance, Pedro seguia rebolando na rola dele sem dar muito espaço para ele fazer outra coisa que não fosse meter aquela piroca comprida e fina no cu sedento do namorado de meu irmão. Puxei Alfredinho comigo pra rede, me sentei nela e fiz ele sentar por cima. O putinho sentiu a diferença de calibre:
- caramba, Tio Duda, que pauzão. Porque é que não dei pro senhor antes? Se bem que as vezes eu ficava olhando, ai, pro senhor de sunga, ai, ai, ai, na piscina do clube mas o senhor nem me notava…ah que delicia, tô sentindo a rola do senhor lá dentro…
- Ah, Alfredinho, naquela época eu ainda não era do time…
- podia ter sido mais um a me comer na sauna do clube…
- putinho
Falei isso botando ele pra rebolar na minha rola e cavalgar meu pau como bom putinho que era. A pica durinha de Alfredinho batia na minha barriga cada vez que ele subia e descia, lambuzando meu abdômen com sua lubrificação pré gozo. O jovem melava tanto quanto eu. A gente tava nesse bem bom, tinha algo curioso, conhecia ele desde muito cedo e agora tava ali rebolando na rola do tio, quando vi Dan gemer alto e esporrar rebolando no pau gigante de Otávio. Isso me instigou a provocar Alfredinho:
- Tá achando meu pau grande? você precisa ver o pau de Tavinho que tá comendo Dan…
Alfredinho olhou bem na hora que Dan se levantou e a chibata grossa de Otávio fez plop e caiu durona sobre sua barriga. O putinho olhou pra mim com uma cara pidona e eu só dei um tapinha na coxa dele pra ele se levantar e ir lá rebolar naquela pica. Fui junto, Otávio nem questionou, só empinou a rola pro Alfredo jr sentar e tão logo os dois se ajeitaram ouvi Guga e Well me chamando. Eles seguiam engatados, o pauzão de meu irmão sumia no cuzinho moreno do meu amor e aparecia brilhando. Cheguei nos dois e os beijei e fiquei acariciando os sacos já na intenção de cair de boca na rola de Well quando ele me pediu:
- mozão, come meu cuzinho de novo…?
Meu irmão tirou sua pica do rabo de Well me dando espaço, meti sentindo aquele rabo alargado e quentinho envolver minha pica gostosamente mas meu irmão não me deu refresco, assim que eu enfiei o pau todo em Wellington ele catou meu rabinho e foi empurrando a rola dele em mim. Que tesão do caralho vc comer e dar ao mesmo tempo. Os dois ficaram meio que parados deixando que eu rebolasse e fizesse o vai e vem. Só que fazer isso apoiado num banco não é muito confortável então depois de uns 3 minutos eu cansei e fiz menção de sair. Well propôs ele se deitar de frango assado, eu vir por cima e Guga meter em mim por trás. Assim foi feito e de fato facilitou a putaria. Meu pau afundava no rabo de Well trazendo a rola de Guga junto. Tava delicia demais sentir o sacão de Guga batendo no meu, aquela rolona dura me alargando enquanto em afundava na maciez e aveludada do cuzinho do meu namorado. Tão delicioso que poucos minutos depois a vontade de gozar chegou e eu não segurei, só avisei a Well:
- vou leitar teu cuzinho, meu amor…
E o puto, sabendo o efeito que causaria, falou:
- vai, paizão, leita o cu do teu filhotão…
Era a segunda vez que Well brincava de fantasiar ser meu filho e era um pouco esse sentimento também que rolava entre a gente, por eu ser mais velho, estar numa posição de autoridade sobre ele no trabalho, enfim, o panorama incestuoso da libido tinha fascínio sobre mim e eu passei a aceitar isso com naturalidade. Gozei gostoso sendo chamado de paizão e meu cuzinho piscando pela gozada deu o up em Guga, que veio com todo o seu corpo pra cima de mim e gozou bem fundo no meu rabo. Assim que a gente relaxou da gozada, Well pediu pra gente levantar pois ele tava sendo sufocado com o peso dos nossos corpos. Rimos e saímos de cima do meu namorado e fomos de boca, eu e Guga, chupar aquela rola maravilhosa pra fazer meu namorado gozar, mas ele tinha outros planos:
- Guga, posso leitar o rabo de Pedro?
- oxe, claro, garanto que ele vai adorar
Assim que Well levantou e foi na direção da espreguiçadeira onde Alfredo, pai, tava comendo o cu de Pedro, vimos Alfredinho gemer levando a gozada de Otávio lá dentro do seu rabo faminto. Alfredo aproveitou a deixa de Well querer meter em Pedro e foi conferir o “estrago” no cu do seu filho. Conferida que ele deu metendo sua pica no rabo de Alfredinho:
- meu filho, você tá arrombado, que delícia
Ficamos eu e Guga deitados abraçados vendo as duas duplas que restavam fudendo: Well metendo rola em Pedro de frango assado e Alfredo, pai, socando pica de 4 em Alfredinho que gemia gostoso pedindo mais (tarefa difícil, depois de levar a rolona de Otávio). Na piscina, Dan e Otávio relaxavam conversando e brincando). A dupla pai e filho foi a primeira gozar, desabando sobre a espreguiçadeira em seguida. Well mudou de posição de novo, sentando na cadeira enquanto Pedro encaixava no seu pau, de frente pra ele. Nessa cavalgada, passaram uns dois minutos até que Pedro esporrou da barriga de Well. Como meu amor não tinha gozado, chamei ele pra junto da gente enquanto os demais iam se lavar no chuveiro da piscina. Ele tava meio frustrado porque não tinha conseguido gozar, então eu lhe falei:
- relaxa, meu amor, relaxa que pra gozar tem que estar relaxado…
Fiz isso deitando-o na cadeira da piscina e indo direto catar sua rola com minha boca. Comecei a mamar o pau de Well com a ajuda de Guga que ficou lambendo o saco, acariciando suas coxas, dedando seu cuzinho, acariciando seus mamilos até que Well se soltou e a porra veio, em jatos fortes, enchendo minha boca. Engoli quase tudo mas deixei um pouco pra dividir com ele no beijo.
Aos poucos, nos juntamos todos na hidromassagem e ficamos resenhando sobre a surubona que tínhamos feito. Claro que os mais novos já estavam dando sinais de nova excitação e aí a gente literalmente se dividiu. Fomos eu, Guga, Alfredo e Otávio para a varanda e deixamos Dan, Alfredinho, Pedro e Well na piscina. Me antecipei à fome da galera e pedi algumas pizzas num delivery bacana que tinha no condomínio porque a fome já estava nos rodando. Quando nos acomodamos nos sofás da varanda, Alfredo me perguntou um tanto encabulado sobre o fato da gente não usar camisinha. Ele ficou preocupado por ter embarcado na fudelança louca e agora estava se sentindo mal. Explicamos a ele sobre PreP e outros cuidados e Guga prometeu levar ele na unidade de saúde da prefeitura que a gente era acompanhado e pegava os remédios durante a semana pra ele iniciar o tratamento.
Trocamos resenhas e confidências assistindo a algazarra e a pegação dos jovens enquanto um sentimento gostoso tomava conta de mim. Eu amava aquilo ali, gostava daquela putaria, daqueles homens, de estar com eles, da nossa camaradagem, da cumplicidade e intimidade profunda que a gente tinha e era com eles que eu queria partilhar os melhores momentos dos próximos anos da minha vida. Isso implicava em mudanças no meu casamento e talvez estivesse na hora de eu ter uma conversa com Dona Patrícia…
