ABUSANDO DO AMIGO DO MEU PAI DORMINDO DO LADO DO MEU PAI

Um conto erótico de MolequeSafado
Categoria: Homossexual
Contém 4439 palavras
Data: 06/01/2020 09:34:41
Última revisão: 02/10/2023 17:53:47

Meu pai é um cara de muitos amigos, dos mais variados tipos, talvez a pessoa que mais tenha amigos que eu conheça. Não é algo de se estranhar mesmo, ex militar, que abandonou a carreira pra abrir a própria empresa, depois colocou a gente pra cuidar dela pra se aventurar na política e mais tarde fez um mochilão com a minha mãe, onde fez mais amigos, pra variar.

Eu achava engraçado, mas às vezes enchia o saco tantos eventos e tantas pessoas circulando sempre em casa. Descobrir que o aparelho de DVD estava com fulano, ter que falar baixo porque cliclano sei lá quem estava dormindo em casa... era uma loucura! Mas meu pai e minha mãe adoravam essa rotina e eu não podia reclamar, porque naturalmente era o de menor poder ali naquela casa.

Ao contrário do meu pai, que era expansivo e falador, eu era calado, tímido e tinha várias questões, vamos dizer, psicológicas que me travavam mais ainda. Não gostava do meu corpo magro e sem muitos pelos, não me dava bem nos esportes e não tinha muitos amigos.

- Filho, lembra do Machado? – Eu me arrepio inteiro.

- Uhum

- Ele tá vindo passar uns dias aqui com a gente

- Vem todos eles?

- Isso

Fiquei extremamente desanimado com a situação. Arthur Machado era um amigo de longa data do meu pai, da época de Exército deles. Ele era casado e tinha duas filhas da minha idade. Quando meu pai me disse que ele vinha eu adorei, mas quando disse que viria com a família inteira foi um balde de água fria. Eu odiava aquelas meninas.

Mas o Machado, ah o Machado, eu era apaixonado naquele homem. Desde a minha puberdade, quando fomos uma vez a praia, ambas as famílias, e eu vi ele de sunga, minha nossa! Que homem!

Foi ali que eu me descobri gay.

Ele tinha um corpo escultural, não era trincado como a galera geralmente curte, ele era grande, todo parrudão, corpo inteiramente peludo, pelos lisos e compridos, branco de olhos pretos. Quem realmente já foi olhado por alguém com olhos pretos no fundo dos olhos sabe o que eu digo. É hipnotizante. Tudo nele era grande, as mãos, os pés, a cabeça, os braços, a envergadura dos ombros e aquele pacote... porra, aquele homem era a minha paixão platônica, todas as minhas punhetas eram pra ele e ele estava vindo pra ficar alguns dias perto de mim, de novo. Meu pau endureceu e eu tive que largar o pano de prato e ir bater uma punheta.

- Termina isso aqui, moleque

- Tô com dor de barriga, pai, já volto

Meia hora depois eu volto, tomado banho. Meu pai terminou de guardar a louça e está sentado na mesa da sala mexendo no note dele.

- Se cagou inteiro é? Teve que tomar banho... – eu rio sem graça.

- Ah, tem que deixar tudo limpinho né

- Sei

Meu pai fala “sei” com a cara mais debochada que existe, como se ele soubesse exatamente o que eu tava fazendo no banheiro.

Meu pai é um cara muito bacana, embora eu não curta muito esse lado político amigo de todos que ele tem. Nos poucos momentos que nos abrimos um para o outro, eu vi que ali dentro tinha um cara legal e amoroso. Gostar realmente do meu pai estava sendo um processo, mas eu sabia que um dia eu ia conseguir.

- Filho, daquela vez que o Machado veio sozinho aqui pra casa ele dormiu onde mesmo? Aqui na sala ou no seu quarto?

- Aqui na sala

Machado veio nos visitar ano passado e ficou só um final de semana. Ele e meu pai viajaram juntos pra pescar. Eu, idiota, não quis ir. Deveria ter ido pra ver aquele delicioso sem camisa de novo. Percebo que meu pau endurece de novo e eu tô bem de frente pro meu pai.

- Tá sonhando acordado, menino?

- Oi?

- Eu ein, falo do Machado, você fica estranho

- Impressão sua, pai, é a dor de barriga, às vezes me dá febre e cansaço – em mentira eu sou doutor, eu acho rs.

- Então, dessa vez a gente vai ter que mudar as coisas aqui. Eu acho que a sua mãe e a Dona Rosana vão ter que dormir no meu quarto, a Patrícia e a Isabela dormem no seu e eu, você e o Machado ficamos aqui na sala

Eu me arrepio inteiro ouvindo isso. Com a voz levemente alterada eu pergunto

- Ficaria esquisito cada casal num quarto e eu dormindo com as meninas aqui né?

- Pois é! Aí fica mulheres lá pra dentro e os macho aqui na sala

Eu dou risada e meu pai me olha de cima em baixo. Parece que ele quer dizer algo, mas não diz.

Eu vou para o meu quarto nessa tarde de sexta-feira assistir minhas séries, mas não consigo me concentrar em nada. No dia seguinte, à noite, o Machado chegaria e eu poderia dormir do lado dele!! Definitivamente seria a melhor noite da minha vida.

Eu precisava bolar alguma coisa, eu precisava conseguir ver ele pelado. Nunca tinha visto um homem adulto pelado, só tinha visto o meu pai. O meu pai, nossa, será que o pau do Machado é igual ao pau do meu pai? Será que os dois duros têm o mesmo tamanho? Me pego imaginando o pau do meu pai duro e me vem a imagem dele rindo pra mim e me olhando de cima em baixo hoje mais cedo. Imagino ele pelado me encarando, nós dois tomando banho, ele me abraçando por trás. Passo a chave na porta do meu quarto e abaixo meu short. Começo a me masturbar pensando no meu pai, nele me penetrando, eu enfio um dedo no meu cu e imagino o Machado mandando meu pai me comer com força e não aguento. Gozo no chão do meu quarto, ofegante e assustado. É a primeira vez que bato uma punheta pro meu pai. Vários sentimentos estranhos tomam conta de mim, mas minha consciência é salva pelo sono que bate forte e eu deito na minha cama e já adormeço.

É sábado à noite e já estamos nós três na sala vendo novela esperando a Família Machado. Os créditos da novela sobem e o celular do meu pai toca.

- Abre o portão aí, Souza – Machado ordena ao meu pai.

A voz desse homem é tão forte que eu escuto a ligação mesmo estando sentado no outro sofá

- Mas já, rapaz? Veio rápido dessa vez. Já tô abrindo

Meu pai pega o controle do portão e o aciona. O Prisma branco do Machado entra na garagem. Todos os quatro, sorridentes, saem do carro e todos se abraçam. Eles aparentam estar cansados da viagem. De repente Machado me abraça tão forte que eu fico levemente sem ar e desconcertado.

- Ai, vai devagar aí, tio

- Sou seu tio não, moleque, me respeita, tenho cara de ser seu irmão mais velho

Meu pai dá risada e fala

- Ah, pronto, vê se eu tenho cara de ser pai desse brutamonte?!

Todos caem na risada.

Minha mãe mostra o caminho do banheiro pra todos, graças a Deus temos dois em casa, e todos começam a se ajeitar.

Noto que todos, até meu pai, tomaram banho, menos o Machado e ele já está se encostando nos lugares, morto de cansado.

- Olha, gente, vocês me desculpam, mas o banho vai ficar pra amanhã viu, prometo que não tô fedido não – diz o Machado, pegando o lençol da mão da mulher dele.

Ela se dirige para o quarto dos meus pais, com a minha mãe, não sem antes dizer que o marido “não tem jeito mesmo”. As meninas já estão no terceiro sono, no meu quarto.

Meu pai dando de ombros e com seu jeito piadista avisa

- Não sou eu que vou dormir do seu lado mesmo rsrs

Eu me arrepio e percebo que pela primeira vez na vida eu vou sentir o cheiro do corpo do cara que eu mais desejo ali, a noite toda, do meu lado. Eu olho pro lado e o Machado está tirando a camiseta. Suas axilas cabeludas estão um pouco molhadas e seu corpo inteiro exala um cheiro de desodorante com um pouco de suor. Meu pai nota que eu tô olhando vidrado para o Machado tirando as roupas.

Eu me deito no colchão logo ao lado do colchão do Machado e meu pai está num colchão atravessado um pouco longe de nós. Eu e meu pai, deitados, vemos o Machado tirar as suas roupas. Ele não se importa com nada além do que ele está fazendo e desabotoa a calça. Olho pro meu pai e ele está mexendo no seu celular. Será que meu pai parou de prestar atenção e está realmente distraído com o celular? Minha cabeça se empolga em pensamentos e eu não consigo tirar os olhos do Machado que agora está de costas pra mim, de cueca. Sua bunda é grande e redonda, vários pelos saem por todos os lados da sua cueca e eu imploro comigo mesmo que ele a arranque logo. Ele num movimento rápido tira a cueca e eu vejo a bunda mais linda que poderia imaginar. Olho pro meu pai e ele ainda mexe no celular, meu pai leva a mão pra dentro do seu calção e dá uma coçada demorada no próprio pau. Aquilo estava sendo demais pra mim, escuto as batidas do meu coração no meu ouvido. Machado se vira pelado pra mim e eu fico sem ar. Sua rola grossa e peluda pendurada balança conforme ele dá dois passos até o sofá e pega um calção frouxo de um tecido bem fino cinza. Eu engulo um total de zero saliva e tenho a certeza que aquilo tudo foi em câmera lenta.

Olho pro meu pai, ele olha no meu olho e se vira de costas pra mim e para o Machado e deita a cabeça no travesseiro.

Se ele vai dormir eu não sei, mas eu tenho certeza de que após tudo o que vi eu vou passar essa noite em claro. Está sendo um bombardeio de tesão em mim. Meu pau já está duro e eu não lembro nem que hora ele ficou assim, meus bagos latejam. Eu sou um tarado como qualquer outro, com os hormônios fervendo em cada poro.

- Boa noite, branquelo – Machado me liberta dos meus pensamentos, ele me coloca apelidos novos sempre.

- Boa noite, Machadão – eu provoco ele.

- Haha por que “Machadão”?

Olho pra ele dentro do olho, espero um pouco.

- Ah... porque você já deve estar com uns 100kg né? Não é mais Machado, é Machadão! Rsrs

- 104 Kg – escutamos meu pai roncar

- Vishe, esse aí já foi

- E eu já vou também, tô morto

- Até amanhã

- Até, moleque

E se vira de barriga pra cima. Eu levanto, passo por cima dele com ele me olhando, apago a luz e com cuidado volto pro meu colchão. Me deito e agradeço por não estar frio e ele não se cobrir.

Dessa noite não passaria. Eu ia me iniciar no mundo gay de qualquer forma, não podia perder aquela oportunidade.

Eu sabia que o sono dele seria pesado e olho pro meu celular, é 01h da madrugada.

Já assisti tanto vídeo de pessoas abusando de seus tios e amigos bêbados, mas assistir e fazer são coisas totalmente diferentes.

Olho pro Machado ele ainda está de barriga pra cima e respirando forte. Meu pai roncando como sempre. Resolvo esperar mais um pouco pra garantir um sono mais pesado.

Fico uns 20 minutos passando a mão na minha rola que está trincando e babando, massageio minhas bolas que estão doendo de tanta porra acumulada e decido que é a hora.

Fico de joelhos bem do lado do Machado e pela primeira vez posso analisar aquele corpo de perto. São muitos pelos, em todo lugar, ele está com um braço atrás da cabeça, o braço direito.

Aproximo meu nariz do seu suvaco e puxo forte o ar. Seu suor está naquele nível começando a feder e isso me deixa louco, acho delicioso o cheiro. Puxo o ar mais várias vezes, é entorpecente.

Eu cheiraria aquele homem pro resto da minha vida. Resolvo testar se ele está dormindo e toco de leve sua barriga. Se ele acordasse eu deitaria urgentemente, mas ele não acorda. Toco outra vez e ele continua dormindo, com a respiração na mesma frequência. Resolvo sentir o cheiro dos seus pés. Ele tem pés enormes, largos e peludos. Aproximo o meu nariz e sinto seu cheiro. Está começando a ficar com chulé. É um cheiro delicioso, de pé de macho. Resolvo me arriscar e toco com um dedo a sola do seu pé direito. Ele apenas o move um pouco, quase que imperceptivelmente. Eu sinto vontade de fazer muito mais, mas eu sei que preciso ir devagar. Toco com a ponta da língua o seu dedão e sinto meu corpo queimar de tesão e medo. Acho que nunca tremi tanto na vida. Minha rola dói de tão dura. Passo mais uma vez a língua no seu dedão e olho para o seu rosto. Ele está imóvel. Passo a língua nos outros dedos e ele continua imóvel, respirando normalmente. Me posiciono meio de lado, caso ele acorde e eu possa deitar rápido para o outro lado e chego bem perto do seu pé. De uma só vez lambo a sola do pé dele inteira e me deito. Fico olhando ele e nada acontece, sinto o gosto salgado do pé do Machado e aquilo me deixa louco. Eu preciso de mais. Me posiciono de joelhos perto da cintura dele e tento chegar com o nariz bem próximo ao pau. Vejo que a rola dele está virada pra mim, debaixo daquele tecido fino, que desenha certinho a marca da glande. Puxo o ar estando bem próximo do volume e sinto um cheiro forte de suor. Esse homem tem um cheiro delicioso. Levo a mão até próximo do volume, olho pro rosto dele, ele ainda dormindo, e repouso levemente as pontas dos dedos na rola dele.

Meu corpo estremece de medo e tesão. Aos poucos vou soltando o peso da minha mão naquela rola. Levanto a mão devagar e tento achar as bolas dele. Aos pouco vou afundando a mão no espaço entre as pernas dele e encontro um bago. Toco mais ao lado e sinto o outro. Olho pelo buraco da perna direita, mas não enxergo nada, está muito escuro naquela parte. Decido enfiar o dedo por ali até tocar algo. Com muito cuidado toco suas bolas, ele muda a respiração e eu tiro minha mão. Continuo do seu lado, decidido, sedento por mais. Vou puxando o seu calção pra cima até ver seus bagos. Como são lindos!! Têm poucos pelos e são grandes, eles se mexem levemente sozinhos. Levo meu nariz até bem perto e sinto o cheiro. Está muito forte, não é fedido, mas é forte. Avanço com a língua e toco sua bola direita, eu me arrepio inteiro. Puxo mais a perna do calção e vejo o corpo do pau do Machado. É muito grosso. Puxo mais e vejo o pau inteiro. Ali eu tenho certeza que vou gostar de rola pro resto da minha vida!! Está mole, mas já é grande, só ali devem ter uns 18cm de rola já. Com cuidado ergo mais o calção e pego na base da rola, eu quero chupar ela. Aquela rola mole e suada exala um cheiro forte de macho. Abro minha boca e coloco a cabeça dela dentro. Com a boca bem molhada fecho em torno da glande. Fecho os olhos e me sinto arrepiar inteiro, é a primeira vez que faço isso com um adulto, é tudo muito diferente, o gosto, o tamanho, o cheiro. Homem de verdade tem um gosto diferente. Desço mais a boca e chego na metade do pau. Tiro a boca e volto novamente começando a chupar bem devagar. Quero chegar no talo dessa rola, quero esse homem inteiro dentro da minha boca.

Chego no talo e sinto seu pau pulsar. Tiro o pau da boca e deito muito rápido. Ele coça o pau demoradamente e volta a mão pra lateral do corpo e seu pau fica lá exposto e babado. Muito faminto ainda volto a pegar naquela rola e engulo ela inteira. Meu objetivo é chupar ele a noite toda. Quando eu engulo sua rola novamente, ela pulsa e percebo que ela aumenta um pouco. Penso comigo “será que ele acordou?” Olho pra ele demoradamente e nada acontece. Mas a sua respiração que antes era profunda agora está inaudível. Seguro na rola dele novamente e ela pulsa mais uma vez e cresce mais. Tiro a mão e coloco novamente, ela pulsa de novo. Me arrepio com a possibilidade dele estar acordado e permitindo com esses pequenos sinais que eu continue. Engulo sua rola inteira de uma vez e ela pulsa na minha garganta. Fico parado com aquela rola na boca e agora ela endurece muito rapidamente. Uma rola que já era grande, em poucos segundos fica monstruosa, deve ter uns 22cm agora. Eu sem nem olhar pro rosto do Machado começo a chupar sem parar, ainda com cautela. Quando eu engulo aquele mastro novamente sinto uma mão na minha nuca me prendendo e me empurrando pra baixo. O Machado abre as pernas, levanta o tórax e se apoia no cotovelo esquerdo. Com a mão direita ele segura minha nuca e diz bem baixo

- Seu safado, eu sabia que uma hora você não ia aguentar

Eu só consigo gemer baixinho pra não acordar meu pai.

Eu trato aquele caralho como se fosse meu tesouro, escondo meus dentes e deixo minha boca bem molhada. Eu quero que ele game na minha mamada. Machado coloca a mão direita na minha bunda que está empinada e sem cerimônia começa a apertar meu cu com os dedos, por cima do meu short. Ele puxa meu short pra tirá-lo e eu o ajudo. Estou totalmente pelado, mamando o amigo do meu pai, do lado do meu pai dormindo!

Machado se levanta, arranca o próprio short, faz eu me ajoelhar no meu colchão e soca a rola dele na minha boca. Eu faço um barulho com a engasgada e ele fala baixo meio bravo sussurrando entre os dentes

- Olha o barulho, caralho

Eu me arrepio de tesão com sua leve alteração de humor e começo a engolir sua rola direito, sem fazer barulho.

Ele me levanta, manda eu apoiar no sofá e abre a minha bunda com as duas mãos.

- Caralho, que cu lisinho, moleque, vai escorregar gostoso

- Cuidado, por favor

Ele de uma vez cai de boca no meu cu e eu sinto minha barriga e pernas arrepiarem. A língua dele é molhada e certeira. Ele vai lambendo cada vez mais forte, apertando minhas nádegas com aquelas mãos enormes. Ele enfia a língua um pouco mais e eu sinto ela passar em uma parte muito mais sensível do meu cu. Me tremo inteiro de tesão com ele me invadindo cada vez mais fundo. Ele me puxa pra cima, eu de costas pra ele, ele tapa minha boca e enfia de uma vez um dedo dentro de mim. Eu fico mole e sinto seu sorriso colado na minha orelha. Ele mexe o dedo pra dentro e pra fora e manda eu pegar na rola dele. Eu pego e sinto aquela tora pulsando de tesão, totalmente dura, passo a mão no seus bagos e ele geme no meu ouvido.

- Eu vou encher esse cu de porra

Ele pega o calção dele e manda eu morder

- Aguenta que tu é macho!

Eu com a boca preenchida com aquele calção suado gemo

- Uhum

Ele cospe na mão e passa no meu cu. Lambuza praticamente minha bunda inteira. Coloca a cabeça daquela rola enorme na entrada do meu rabo e força. Sinto uma pontada de dor insuportável.

- Já vai passar, seja homem - e lambe a minha orelha pra me confortar.

Eu sei que aquele é um momento que eu não posso deixar passar e meu tesão fala muito mais alto. Aguento firme a dor.

Ele encosta a rola no meu cu de novo e força muito, a cabeça entra.

- Isso, seu filho da puta, relaxa vai

O pau vai entrando com dificuldade. Ele tira, cospe e lambuza o pauzão de novo e força de novo. Metade da rola entra no meu cu.

- Vai, libera, eu sei que você quer, vai, relaxa

Ele força e a rola inteira escorrega gostoso. Sinto seus pentelhos e coxas colarem no meu corpo. Meu cu lotado de caralho. É uma sensação indescritível. Tiro o calção da boca.

- Que delícia isso, tiozão

- Sente a minha rola te arrombando, moleque

Ele me fode firme e colado no meu corpo, às vezes faz barulho, e ele logo diminui o ritmo.

- Eu quero fuder mais forte, caralho, deita aqui

Ele me deita de bruços, sem sair de dentro de mim, no meu colchão, nossas cabeças viradas pro meu pai, que já não ronca mais.

- Machado, será que ele acordou?

- Acho que não... assim óh, sente lá no fundo

- Ai... assim tá gostoso

-Tá?

- Aham

- Que tesão... Vem cá eu quero fuder você perto do seu pai

- Não

- Vem logo, porra, vem, isso dá tesão

Ele sai de dentro de mim e empurra nosso colchão até encostar no colchão do meu pai, me coloca de bruços de novo e me penetra de uma vez e começa a gemer no meu ouvido.

- Já pensou seu pai acorda agora?! Ssss... e vê eu enrabando o filhinho dele, melando o cuzinho dele? Já pensou?

Eu não consigo dizer nada, mas reconheço que meu tesão aumentou com isso que ele tá falando.

- Chupa o pé do seu pai.

- Não!

- Chupa, devagarinho... você sente tesão no seu pai, eu sei que você sente, confessa... Ai que cu gostoso, moleque, vai chupa o pé dele!

Eu olho os pés do meu pai, eles estão bem do lado da minha cara. Um tesão fora do comum toma conta de mim e eu estendo a língua até a sola do pé dele.

- Isso, mama o pezão do seu pai, vai

Meu cu empalado de tanta rola grossa mastiga aquele pauzão do Machado e eu começo a lamber os pés do meu pai. O tesão me deixa louco e eu começo a lamber mais forte aquele pé suado.

Pego no pé do meu pai com força e meto a língua.

- Ai eu vou gozar, moleque

Ele dá uma última estocada e sinto meu pai puxar o pé da minha mão. Meu rabo encharca de porra e o Machado não se preocupa com nada além do próprio gozo. Ele me abraça e finca a rola cada vez mais fundo rebolando e gemendo no meu ouvido.

Quando eu levanto a vista meu pai está de pé. Ele acende a luz e olha na minha cara. Machado ainda se recuperando com a boca e nariz encostados na minha nuca, fungando.

- Qq isso??? - meu pai indaga com as mãos abertas olhando pra mim.

Eu não consigo dizer nada.

Machado ainda dentro de mim, vira o rosto pro meu pai e manda

- Enchi o rabo do teu filho de porra, Souza

- Vocês são loucos? – com uma voz mais baixa, porém firme.

- Não, porra, é só tesão

Meu pai coloca a mão na cintura, olha totalmente desamparado pra gente e olha pro corredor pra ver se alguém acordou. Machado continua

- Eu sei que você gosta, Souza, para de drama

- Gosto do que?

Machado olha pra mim, olha pro meu pai e sai de dentro do meu rabo. Ele me faz levantar. Meu pai só nos olha, indecifrável.

Machado com aquela voz safada e o pau meia bomba melado de porra, me faz chegar perto do meu pai e abre a minha bunda pra ele.

- Olha que delícia... ele queria, Souza. Ele me abusou eu dormindo, eu acordei no meio da mamada dele e não aguentei cara, eu sou macho, porra. C me entende?

Meu pai não fala nada. Machado leva a mão de uma vez pra rola do meu pai e apalpa. Meu pai afasta a mão dele. Machado pega de novo. Meu pai espera mais um pouco e afasta a mão dele novamente. Machado volta a apalpar e dessa vez meu pai deixa.

- Chupa o teu pai, moleque – eu olho pro meu pai – chupa, mostra pra ele essa boquinha gostosa que você tem

Meu pai tenta se desvencilhar do toque do Machado, mas o Machado é mais rápido e abaixa o short do meu pai. A rola meia bomba dele aparece e eu me arrepio mais uma vez. Lembro dos meus pensamentos do dia anterior e ajoelho confiante pra chupar o meu pai.

Machado abraça o meu pai de lado, acho que ele não quer que meu pai fuja. Meu pai não diz nada, sua rola responde por ele, aumentando de tamanho e apontando pra cima. Sua rola é grande também e seus bagos são maiores que os do Machado. Eu seguro os bagos do meu pai e engulo a rola dele de uma só vez. Meu pai geme e fecha os olhos.

Machado encosta a boca no ouvido do meu pai.

- Se entrega, cara... eu lembro de você no quartel me olhando quando eu tava no banho. Você lembra?

Meu pai abre os olhos, segura minha cabeça e começa a foder minha boca, cego de tesão.

- Isso, irmão. Quero ver você encher o rabo desse moleque de porra!

Eu me levanto, mostro minha bunda vazando porra pro meu pai e apoio no sofá. Meu pai segura na própria rola e massageia o próprio caralho. Machado abre meu cu e sem ninguém falar nada meu pai encosta a cabeça da rola no meu cu.

- Vai, pai, enfia

E meu pai entra de uma vez em mim.

Machado se posiciona atrás do meu pai e beija o pescoço dele.

- Soca essa rola

Meu pai segura na minha cintura e começa a me fuder forte. Faz um pouco de barulho, mas ele não liga, ele só quer se aliviar.

- Ai, pai, isso

- Eu vou gozar

E ele começa a gemer soltando ar, se aliviando. Meu cu molha com a porra do meu pai. Eu mastigo a rola dele com o rabo sentindo sua rola encharcada de porra.

- Não tira pai, eu quero gozar

Meu pai me abraça por trás com a rola socada no fundo do meu cu e eu bato a melhor punheta da minha vida.

Gozo na palma da minha mão esquerda até pingar no chão.

Olho pra trás, meu pai está todo suado, respirando forte e Machado está de rola dura de novo. Ele dá uma piscada pra mim com aquela cara de safado que só ele tem.

...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 254 estrelas.
Incentive FilhoDePeao a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Que Tesão!

Eu tenho PAUZÃO FODEDOR INSACIÁVEL e já fodi muito pai de amigo e amigos do meu pai depois que viam o volumão na minha sunga de natação!

No quartel eu fodi muitos caras e até superiores que deliravam no Meu Pauzão Fodedor Insaciável que fode por horas, sem parar!

0 0
Foto de perfil genérica

O melhor conto que ja li,sem palavras

0 0
Foto de perfil genérica

Delícia de conto...e o tanto que o Machado é Souza devem ser gostosos....

0 0
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

Macho de verdade é a melhor coisa que tem! Sem frescura... sem pré-conceitos e falsa moralidade. Delícia demais!

0 0
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível

Listas em que este conto está presente

Pai
Incesto