Depois da pizza, nós, os mais velhos, fomos para a sala em busca de conforto, enquanto a rapaziada voltou para a piscina. Eu sabia que, em algum momento, os hormônios iam falar mais alto e a putaria entre eles ia rolar. Bateu até uma curiosidade pra ver como Well iria se comportar e talvez isso fosse uma pontinha de ciúmes, mas logo me toquei que seria egoísmo e um machismo muito canalha de minha parte achar que eu tinha o direito de curtir, sem dar satisfação a ninguém, como eu costumava fazer, e ele não.
Vestidos só de cueca (Otávio) ou sunga (eu, Guga e Alfredo), nos espalhamos pelos sofás e poltronas da sala e Otávio comentou o bom gosto da nossa decoração, que era bonito e confortável, não parecia uma sala de show de room de loja de decoração. Eu ri do comentário porque foi a mesma definição que os pais de Patty deram quando vieram nos visitar na casa nova (na época) e disseram que parecia casa que gente morava. Enquanto ele falava eu reparava no chacoalhar da rola de Otávio na cueca boxer meio folgada que ele tava usando, a chibata é tão grande que mesmo mole impressiona, não tem como não se pegar olhando pra aquela rolona pesada e eu vi que Guga e Alfredo também davam umas olhadas, isso me levou a pensar como devia ser a vida de Tavinho sempre tendo sua rola manjada por aí. Óbvio que o safado percebia, mas agia como se não percebesse, sonso safado, se mexia na poltrona, a pirocona balançando para lá e para cá dentro da cueca folgada e ele nem aí, até que Alfredo não se conteve e disse:
- Otávio, me desculpa cara mas eu nunca vi um pau grande como o teu, cara. É impressionante.
Guga emendou:
- Pois é, Alfredo, até eu que não sou de me impressionar fácil, fico besta olhando pra essa porra
- em vez de olhar, eu preferia que você tivesse chupando minha tcholinha…
- Tcholinha, Tavinho!!!????
Exclamei, fingindo indignação.
- maneira de falar, Dudinha…
Meu vizinho retomou o interrogatório para satisfazer sua curiosidade:
- Tu sempre foi assim? Desde pequeno que tu é pauzudo, cara?
- Macho, por incrível que pareça não. Eu era bem normal, tinha um pau mirrado igual a todos da minha idade. De repente, veio a puberdade, os hormônios, comecei a ficar peludo, a voz começou a engrossar, o corpo foi mudando e o pau foi crescendo, assim, de uma hora pra outra, só que em menos de um ano eu era o mais pintudo entre os primos, os amigos da rua, os colegas de colégio…
Alfredo, com perspicácia, observou:
- primos, vizinhos, colegas…caramba, Otávio, tu saía comparando teu pau com todos os carinhas que tu conhecia?!
- ah, cara, a geração da gente não tinha frescura, não né?! Os caras tudo doido pra curtir, os hormônios em ebulição, então, com todo mundo achando que tava fazendo escondido, a gente não tinha muita encanação, não. Não sei como foi pra ti mas onde a gente morava, no bairro de Fátima, a putaria rolava até que sem muito problema, né, Guga?!, claro que a gente tinha o sigilo, as manhas, os truques, arrumava um jeito de fazer na encolha mas curtia tudo e a rapaziada topava experimentar, então rolou muito troca-troca, até porque pra eu comer os carinhas tinha que liberar pra eles também, por isso que eu curto tanto as duas coisas, nunca fui grilado em fazer de tudo…
- confesso que quando vi tu dando, com essa pirocona dura balançando, porra, achei demais!
- eu sempre fico impressionado, Alfredo…
- olha pra isso, Guga, teu irmão e o vizinho querendo comer meu rabo, os sacanas…
- e tu doido pra dar, seu puto, que eu sei…
Rimos e ficamos nesse papo recheado de relatos, confissões íntimas e memórias de sacanagem, basicamente Guga e Otávio que aprontaram muito, porque eu e Alfredo não tivemos uma adolescência tão cheia de aventuras quanto aqueles dois. O fato é que a natureza da conversa e o tempo que ficamos ali, mais de uma hora, foi o necessário pra gente relaxar e voltar a ficar com tesão, inclusive porque ouvimos uns gemidos muito sugestivos vindo da área da piscina e nos levantamos pra ver Dan se pegando com Pedro, namoradinho de Guga, enquanto Alfredinho chupava Wellington como se fosse extrair da pica do meu namorado o elixir da vida.
Foi excitante ver os jovens curtindo mas a gente tava a fim de seguir apenas entre nós, os coroas, então, deixamos eles curtirem no ritmo mais afobado deles, e eu propus pros meus camaradas:
- bora voltar pra sala e curtir uma parada só da gente?
A gente estava tão na sintonia que o sim dos três veio na forma de atitude, voltamos juntos pra sala, depois daquela espiadinha na varanda, e já fomos tirando a pouca roupa que a gente estava usando. Otávio puxou Alfredo pela nuca, lhe deu um beijo e o empurrou pra baixo, ele sabia que meu vizinho tava doido pra matar a curiosidade de se fartar com aquela pirocona, e, de fato, Alfredão tratou logo de cheirar, beijar, lamber aquele pauzão para em seguida começar a mamar. Eu e Guga sentamos lado a lado no sofá em frente e assistimos a dupla se pegando enquanto nos tocávamos gostosamente. Meu irmão é um tesão de macho, seu corpo super trabalhado por anos de atividade física é um troço que deixa a gente tonto. Eu olhava pro abdômen sarado, pras coxas torneadas de Guga, seu pauzão bonito, parecido com o meu (Kleber, meu concunhado, tinha comentado que a gente pelado parecia quase gêmeos) e não resisti, ajoelhei entre as pernas de meu irmão e engoli a cabeça da sua rola, ainda cheirando a porra da última gozada e saboreei como um sorvete, fiquei mamando só a cabeção. Guga pirava:
- vai, maninho, chupa a piroca do teu mais velho, chupa, mama bem gostoso pra eu te dar leite na boquinha, vai safado…
E eu caprichava, lambia, mordiscava de levinho, engolia, tentava ir até o talo e voltava, botava um ovo na boca, depois o outro, tentava botar os dois, que delícia de cacho de piroca meu irmão tinha, até que ele pediu pra eu me ajeitar no sofá em posição contrária a dele. Guga queria fazer um 69 e eu adorei a ideia. Logo engatamos a posição e ficamos nos mamando deliciosamente, acariciando as bolas, as coxas, a barriga sarada. Irmão cuidando do irmão, saboreando e tentando dar o máximo de prazer pro seu bróder. Mas Guga tinha outras ideias em mente. A língua esperta começou a explorar a região abaixo do saco, foi descendo a procurar do meu cuzinho e quando achou minhas pregas colou nelas com uma ventosa. Porra, meu irmão sabia chupar um cu como poucos. Em 30 segundos de passada de língua e lábios meu brioco já tava piscando pedindo pica. Mas Guga não agia na agonia, desfolhou minhas pregas como se fosse uma fruta rara e se dedicou a saborear cada milímetro delas. Desfrutei do intenso prazer que o cunete de Guga me dava mas deu vontade de fazer o mesmo nele, então estiquei um pouco o pescoço, abri o rabão de Guga e caí de boca no seu cuzinho também. Seu cuzinho tava um pouco inchadinho, por conta da rolada que tinha levado a pouco, o que dava um tesão a mais, como se eu estivesse mordiscando um caqui maduro, uma polpa macia e aveludada, muito suculenta. Quanto mais eu enfiava a língua no cu do meu irmão, mais Guga fodia o meu com a sua língua. Foi quando ouvimos um berro:
- paaaaaaaaaaaaaara, para para para, aguento não, para pelo amor de Deus, Otávio!!!!
Alfredo estava deitado de frango assado na poltrona enquanto Otávio mantinha a caceta encaixada em seu rabo, e mesmo só tendo enfiado a cabeça da pica, foi o bastante pro outro surtar de dor. Ele tentou sair debaixo de Otávio que procurava lhe acalmar, prometendo que a dor ia passar, que era tensão, que se ele relaxasse ia curtir e todo aquele papo de quem quer comer um cu pra convencer o outro a liberar o toba. Eu e Guga nos olhamos e decidimos ir ajudar aqueles dois. Me abaixei ao lado de Alfredo e comecei a falar:
- amigo, faz força pra fora, como se fosse fazer cocô…
- não aguento, tá doendo demais…
- tá doendo porque você tá tenso, faz o que eu tô dizendo que teu cu começa a relaxar e a rola entra…
- não entra…
- entra sim, confia caralho…
Nesse meio tempo, Guga tinha tirado o pau de Otávio do cu de Alfredo, tinha chupado bastante pra deixar ele bem salivado, passando a meter língua no cu de Alfredo pra ele relaxar. Despejou muita saliva nas pregas de meu vizinho pra ajudar na penetração. Claro que ia doer mas não era pra ser tanto e foi isso que eu disse a ele:
- Alfredo, quando vier o ardor, tenta relaxar, faz essa pressão pra fora que te falei…
Ele fechou os olhos, dei um sinal pra Tavinho voltar a meter e aos poucos a cabeça da chibata começou a sumir dentro do cuzinho de Alfredo. Ele crispava o rosto, sentindo dor e eu repetia o conselho:
- faz força pra fora… relaxa…
3 minutos depois o sacão de Otávio encostava na beirada do cu de Alfredo. Registrei o feito:
- tá tudo dentro
E a mão de Alfredo foi conferir, ele apalpou o saco de Tavinho, circulou o pau dele com os dedos vendo que tava tudo dentro e sua rola começou a ficar dura dentro da boca de Guga, porque meu irmão o tempo todo ficou chupando Alfredo pra estimular o tesão do meu vizinho e, assim, aguentar aquela rola mega master dentro do cu. Ele próprio não se conteve em dizer:
- porra, tá tudo dentro, caralho… tá lascando meu cu mas tá gostoso…
- te falei, seu puto, agora aproveita que tu vai levar a enrabada da tua vida…
Alfredo tinha se decidido a se sentir uma puta e seu próximo gesto foi a prova disso. Ele catou meu pauzão e o puxou para sua boca. A mamada não era das melhores, precisava praticar mais, mas deixei ele se divertir com meu cacete na boca enquanto Otávio começava a socar o pauzão gigante no cuzinho recém deflorado de Alfredo. Que maneira radical de perder o cabaço…
Otávio se debruçou sobre Alfredo e passou a disputar minha rola na chupada. O ganho foi meu porque Tavinho é um chupa rola experiente. Guga, que tinha perdido espaço quando Tavinho se deitou sobre Alfredo, foi para trás de Otavio chupar seu cu, já preparando nosso amigo policial para o trenzinho que ia rolar.
Para minha surpresa, Alfredo gozou, sem aviso, ainda que fizesse caretas de dor. Soltou um “puta que pariu” e Otávio se ergueu ligeiramente para pegar o pau de Alfredo e punhetar enquanto ele gozava. E que gozada, viu? Uns bons jatos de porra saíram de seu pau comprido e fino, enquanto ele voltava a gemer e mamar minha pica desfrutando do seu gozo.
Quando o torpor do gozo passou, levou junto o tesão de ser enrabado e antes que ele pedisse, Otávio se levantou e tirou o pau de dentro dele. Tinha umas sujeirinhas, além de algumas gotinhas de sangue e meu amigo policial foi discretamente na direção do lavabo se limpar, sem dizer nada para não constranger Alfredo que se levantou com nossa ajuda e foi na direção do lavabo também. Os dois se cruzaram na porta, se beijaram por alguns segundos enquanto Tavinho acariciava a bunda de Alfredo, agradecendo o privilégio de ter sido seu primeiro macho e quando Alfredo entrou no banheiro, Tavinho veio se juntar a mim e a Guga. Começamos a nos beijar e a nos chupar quando Tavinho, safado, perguntou:
- e aí, maninhos, quem eu vou comer e quem vai me comer…?
A gente riu e eu olhei pra Guga, esperando ele escolher e meu irmão demonstrou se deitando de frango assado. Me abaixei pra chupar aquele cu tão amado enquanto Tavinho subia no sofá para dar seu pauzão pra meu irmão mamar. Meti língua no rabo de Guga, saboreando cada preguinha que daqui a pouco ia ser arrombada pelo pauzão do nosso amigo. Lambia a textura enrugada mas, ao mesmo tempo, aveludada, pensando nessa imagem. A rolona de Otávio ia entrar ali, abrir caminho, alargar, arregaçar ainda mais aquelas pregas já fudidas. Levamos alguns minutos curtindo só oral, até que meu irmão pediu:
- mete esse pauzão no meu cu, Tavinho, que eu tô precisando. Namorar com passivo deixa o cuzinho da gente com fome de pica…
Otávio ainda bateu com o pauzão na cara de Guga, provocando:
- quer pica, né, safado?! Então, pede, putinho, pede…
- me come, porra, deixa de ser escroto, mete logo essa rola no meu rabo!
Afastei, dando espaço pra Otávio montar e Guga e ainda ajudei mantendo o rabão de meu irmão bem arreganhado pra pirocona entrar. Tavinho esfregou a cabeça da pica no cuzinho de Guga como quem batiza o local antes de iniciar a meteção. Encaixou bem a pica e começou a enfiar. Guga gemeu sentindo o calibre da caceta que lhe invadia as carnes mas não recuou nem fez cara de dor. Fechou os olhos como se quisesse sentir a sensação sem perder o foco com outros estímulos sensoriais. Eu, ali do lado, assistia a tudo maravilhado. É sempre impressionante a visão de um pau sumindo dentro do rabo de outro macho e aqueles dois, por tudo que representavam pra mim, me deixavam a ponto de gozar só de ver eles se comendo.
Quando Otávio meteu tudo, deu aquela parada básica pra desfrutar da sensação de posse. Aquele cu tava dominado, era dele e podia fazer o que quisesse com ele. Aos poucos, ele começou um tira e bota suave, enquanto meu irmão pedia meu pau pra mamar. Dei a volta nos dois e ajoelhei junto ao rosto de Guga, botando minha rola ao alcance da sua boca gulosa. Novamente, Otávio repetiu o gesto e se juntou, agora a meu irmão, para mamar minha pica. Tava delicia demais ver duas bocas disputando meu cacete, mas eles também alternavam entre um engolir meu pau enquanto o outro saboreava minhas bolas. Como eu lubrificava muito, Otávio comentou:
- caralho, Dudinha, é bom demais mamar teu rolão, meu mano. Essa babinha que tua pica solta é gostosa demais. Ficava hora aqui mamando essa chibata, me alimentando desse melzinho…
E disse isso engolindo meu cacete até o talo. Não sei se foi isso ou o próprio movimento dos dois mas pouco depois meu irmão aumentou a velocidade da sua punheta e gozou sobre sua barriga, seguido por Otávio que soltou um urro e cravou seu pau no cu de Guga, leitando ele lá no fundo. Os dois gozaram se beijando com meu pau no meio de suas bocas. Quando finalmente pararam de tremer e gemer, levantei os olhos e não vi Alfredo ali, ele provavelmente tinha se levantado e ido dar uma olhada na farra dos rapazes. Fui xeretar também e encontrei Dan dando para Wellington enquanto Alfredinho se pegava com seu pai e o namoradinho de Guga. Dan e Well me chamaram ao mesmo tempo pra junto deles.
- vem paizão
- vem, mozão…
Cheguei junto com meu pau duro balançando, todo brilhoso da saliva de Otávio e Guga que logo foi engolido pelo meu filho. Dan mamou meu pau um pouquinho e o ofereceu ao meu namorado, que seguia socando cacete lindo no cuzinho rosado do meu filho. Well me engoliu de uma bocada só, meu namorado tinha pegado o jeito de conseguir me chupar fazendo garganta profunda. Ele não segurou o tesão que sentia chupando minha pica e logo em seguida despejou sua porra no cuzinho de Dan. Tirou seu pau ainda pingando porra e falou pra mim:
- bate meu leite, mozão…
Nem precisava pedir, cravei meu pau no cu leitado do meu filho e soquei com gosto. O rabo de Dan tava macio e melado, meu cacete deslizava fácil. Em menos de dois minutos, o tesão subiu e eu colei minha boca na de Dan, dizendo:
- sente o leite do paizão no teu rabo, filhote, sente…
E gozei, gozei gostoso, minha porra se misturando a do meu namorado dentro do cuzinho do putinho do meu filho. Nos beijamos longamente enquanto eu arremetia meus quadris na direção da bunda de Dan. Depois de encher o rabo dele de porra, foi a vez de Dan gozar, sem bater punheta, só esfregando seu cacete na minha barriga. Senti a pulsação da sua pica e o calor melado se espalhando entre nossos ventres. Desabei sobre Dan e fiquei ali agarradinho com ele, com Well juntinho da gente, fazendo carinho nas minhas costas.
Depois de uns bons minutos ouvindo os gemidos dos que ainda estavam gozando, finalmente criamos coragem de se levantar e tomar uma ducha no chuveiro da piscina. A água fresca deu um sacode na letargia em que eu estava. Aos poucos fomos nos reunindo na hidromassagem e ficamos na resenha até que Alfredo pegou o celular e falou:
- porra, galera, já passou de meia noite. Que zorra é essa?! A gente nem vê o tempo passar… mas, vambora nessa, Junior, que amanhã a gente tem compromisso.
Pai e filho se despediram da gente, seguidos por Otávio que se foi um pouco depois, levando de carona Pedro, o namoradinho de Guga que não podia ficar pra dormir pois tinha um batizado do filho de uma sobrinha pra ir domingo de manhã cedo. Ficamos eu, meu irmão, meu filho e meu namorado, ali, juntinhos, falando bobagens até que Wellington reclamou que estava começando a sentir frio. Decidimos então sair, usar as toalhas pra se secar e subir pra dormir. Eu e Wellington fomos pro meu quarto, enquanto Dan levou seu tio pra dormir com ele. Antes de subir ainda perguntei se alguém queria um lanche, algo assim, mas ninguém quis comer nada, estava todo mundo saciado em todos os sentidos.
Quando acordei no outro dia já passava das nove. Apesar de ter dormido agarradinho com Well, quando despertei estava sozinho na cama. Levantei preguiçosamente, tomei uma chuveirada para acordar de vez, vesti uma samba canção e desci, encontrando Wellington preparando o café da manhã com ajuda de Dan. Pouco depois Guga apareceu também de cabelos molhados e cheirinho bom de sabonete. Tomamos nosso café lembrando da suruba e resenhando sobre o que tinha rolado. Dan estava mais animado, parecia que meu filhote tava começando a superar melhor a falta e o afastamento de Juan. Tava rindo, brincando, falando safadeza, chegou a zoar com Well dizendo que agora ele tinha dupla função: foder com o pai e o filho. Nesse clima de esculhambação, Guga citou o surpreendente descabaçamento de Alfredo, pai e Dan ficou zoando sobre como “tio” Alfredo devia ter acordado com o rabo dolorido, se estaria arrependido, etc…
Era um típico domingo de sol e calor em Fortaleza, por isso decidimos ficar de bobeira em casa, não deu vontade de encarar as barracas de praia lotadas. Guga ligou para Pedro e convidou ele pra ir lá pra casa depois do batizado. Propus que a gente saísse só pra almoçar e todos toparam. Perto de meio dia Patty ligou de chamada de vídeo, conversou um pouco comigo, mostrei as pessoas que estavam em casa e ela fez uma carinha marota depois de ver Guga e Well entre a gente. Em seguida, pediu pra falar com Dan e contou pra ele que tinha notícias de Juan, tinha conversado com Giovanna, ex-namorada de Juan e ex-amiga de Dan… Meu filho saiu da sala pra falar mais reservadamente com a mãe, enquanto eu e Well subimos para nos vestir, aproveitando para dar uma arrumada no quarto. Guga veio junto pra pegar uma roupa minha emprestada. Nos vestimos e quando descemos, Dan ainda tava falando com a mãe. Quando desligou, contou que Patty soube por Nana que Juan ainda estava viajando mas que deveria voltar com os pais essa semana. Por conta disso, Patty decidiu vir de Sampa para ter uma conversa com os pais de Juan.
Senti o cheiro de confusão no ar e decidi me manter informado, mas sem me meter diretamente, era mais prudente ficar na retaguarda porque sabia que Patty era uma leoa quando se tratava do filho dela, imaginava que ia rola uma confrontação com os pais de Juan mas o que minha mulher decidisse fazer, eu iria apoiar. Logo em seguida Pedro chegou trazendo um pratinho cheio de doces e salgados do batizado, mas a gente deixou na cozinha, sem mexer em nada porque a gente queria almoçar. Fomos num restaurante que tem nome de peixe, bem famoso aqui em Fortaleza e aos domingos estava lotado. A sorte foi eu ter feito reserva mais cedo. Quando entramos, cinco homens bonitos juntos, de diferentes idades, senti os olhares curiosos. Tirando eu e Guga que, por sermos irmãos biológicos, temos óbvia semelhança, os demais – Well, Dan e Pedro – não pareciam em nada com a gente, então a curiosidade do povo devia estar mais aguçada. Quem eram aqueles homens e que ligação eles tinham entre si… se eles soubessem…
Depois do almoço, voltamos lá pra casa e ficamos curtindo a piscina na gostosa preguiça de um final de tarde morno. A gente tava lá, conversando, namorando de leve quando o celular de Well tocou. Eram seus pais avisando que estavam vindo pra Fortaleza, iam chegar logo mais a noite, o pai dele precisava fazer uns exames e na capital tinha mais recursos pra isso. Meu gato se despediu de mim e da turma, quis leva-lo, mas ele preferiu chamar um Uber, me convenceu que era mais prático e que não era justo me tirar do conforto de casa. Depois que Wellington se foi, ficamos conversando até que Guga e Pedro decidiram ir embora, me deixando a sós com meu filho.
Chamei Dan pra ir ver filme comigo no meu quarto. Subimos, trocamos de roupa e nos deitamos na minha cama. Botei um filme que Guga tinha me recomendado sobre dois homens gays que se conhecem num cinema de pegação, na Itália. As idas e vindas da relação dos dois e as histórias paralelas traziam um belo panorama sobre a cultura e a sociabilidade homossexual dos anose, apesar do final anticlímax, a gente se emocionou e gostou bastante. Dan chamou a atenção para o paralelo entre a vida secreta dos gays daquela época e da mesma necessidade dos gays de hoje terem que procurar lugares para sexo furtivo, de como a caça e a pegação de algum modo se mantém, ainda que hoje se tenha a aparente facilidade dos apps de encontros sexuais e namoro. Entramos num papo sobre as experiencias sexuais que meu filho teve e fiquei muito surpreso com o que ele me contou e com que idade ele começou a aprontar.
Dan percebeu que fiquei chocado mas também excitado e não perdeu a chance de me atacar, o que, no fundo, eu estava desejando. Ouvir meu filho falando sobre como ele aprontava, como ele caçava, acendeu um fogo em mim e a evidência disso - meu pau super duro - logo foi parar dentro da boca de Dan. Ele nem tirou minha cueca, tirou meu pau pela perna da samba canção e abocanhou minha rola, iniciando uma mamada gostosa. Quando a gente tava nesse bem bom o celular vibrou, peguei e era Wellington, atendi e solicitei mudar para chamada de vídeo. Ele fez uma cara de surpresa adorável quando viu Dan me chupando e na hora disse:
- porra, mozão, queria estar aí com vocês mas nem que eu quisesse, meus pais ligaram avisando que chegam daqui a pouco. Meu primo vem dirigindo pra poupar meu pai de dirigir na estrada, ele não anda com a vista muito boa.
- teu primo, aquele do banho de rio…?
- aquele mesmo…
- ahhhhhh…
- não vai ficar com ciúmes, né?! Até porque com meus pais dentro de casa, nem pensar em aprontar…
- ciúmes, sim, e um tanto de tesão, queria ver meu amor metendo rola nesse primo putão…
Dan, que ouvia tudo, me chupando, tirou meu pau da boca e falou:
- vem com ele pra cá…
A gente riu, conversamos mais um pouco de putaria e desligamos. Quando coloquei o celular na cabeceira, aproveitei pra girar o corpo e fazer um 69, tava com vontade de mamar a pica gostosa do meu filhote. Dan tem um pau lindo. Tamanho normal, retinho, cabeça cor de rosa caralho, uma delícia e ele tem um cheirinho natural delicioso. Ficamos nos chupando um bom tempo e Dan começou a estender as lambidas no meu saco em direção ao meu rabo. Abri as pernas pra facilitar e girei o corpo pra ficar por cima, assim eu mamava a rola de Dan e ele socava língua no meu cu. Meu filho é um putinho completo. As linguadas que ele me deu, a forma como saboreou meu cuzinho, me deixou piscando. Nem precisei pedir, ele sentiu minha vontade e de forma matreira foi girando o corpo, se colocando por cima de mim. Empinei o rabo e esperei a metida, mas Dan sentiu que eu não tava muito lubrificado, estendeu o braço, fuçou no criado mudo, achou um creme para as mãos da mãe dele e lambuzou o pau, botou um pouco nos dedos e preparou meu cuzinho. Encostou a cabeça da pica nas minhas pregas e falou:
- quer levar rola do filhote, quer…? Pede pica, paizão, pede…
- mete, filhote, come o cuzinho do seu paizão, vai… quero sentir tua rola fodendo meu rabinho, me arregaçando, quero ser putinho pro meu filhote…
Foi o bastante pra Dan botar pressão e enfiar sua caceta duríssima até o saco encostar na minha bunda. Rolou aquele desconforto básico mas nada que me broxasse e olha que Dan não deu aquela paradinha básica, no que meteu a porra toda, já começou a socar, me pegando pelos quadris e trazendo meu corpo pra ficar de quatro. Meu filho queria me comer como se tivesse numa montaria e foi assim que eu me senti, sendo comido por um garanhão. Que enrabada deliciosa, Dan metia sem parar, socadas retas, ritmadas, constantes, quase tirando a pica toda e voltando a enfiar, enquanto dizia putarias tesudas no meu ouvido, que queria chamar os amigos dele pra comerem o pai dele junto com ele, que eu era um putão que sabia servir os machos, que meu rabo era perfeito pra meter leite e outras cositas mas… O resultado é que eu não demorei a sentir que ia gozar e avisei a Dan. Então, meu filho tirou o pau do meu cu, mandou eu deitar de costas e voltou a meter, agora de frango assado. Dan me beijava, dizia que ia encher meu cu de porra e socava. O pau dele tocava em algum ponto dentro de mim que me fez perder a noção de tudo, eu simplesmente senti o orgasmo chegando e explodi. Quando Dan sentiu os primeiros jatos de porra jorrando entre nossos abdomens, ele tirou seu pau do meu cu, passou por cima mim rapidíssimo, feito the flash, e sentou na minha pica ainda ejaculando. Deu umas reboladas e enquanto eu terminar de soltar meus últimos jatos de porra dentro do seu cuzinho, foi a vez dele jorrar seu leite no meu peito, chegando até no meu pescoço. Quando Dan parou de gozar, desabou sobre mim e ficou colado no meu corpo enquanto a gente se beijava em meio a lambança de porra que tinha se espalhado entre nossos corpos. Após as coisas se acalmarem, não resisti à vontade de perguntar porque ele tinha tomado essa decisão de parar de me comer pra sentar no meu pau quando comecei a gozar:
- ah, paizão, é que você goza tanto que é um absurdo de maravilhoso a sensação da tua porra quentinha enchendo o rabo da gente. Eu adoro e acho que todo mundo que deu pra você já deve ter falado isso.
Parei pra pensar e, de fato, lembrando só dos recentes, meu irmão, Otávio, Juan, Abdul, o garoto sírio entregador de pizza lá na serra etc., todos que eu leitei falaram do quanto é incrível a sensação da minha porra jorrando dentro deles. Me deu até um misto de vaidade com tesão e eu puxei a bunda Dan na direção do meu rosto pra chupar o cuzinho dele leitado com minha porra. Tem quem ache nojento mas taí uma sensação que nunca me deu outra coisa além de prazer. É um nível de intimidade profunda e eu gosto do gosto de porra, gosto mais ainda de comer minha própria porra de dentro de um cu que acabei de leitar. Pena que tinha tão pouco dentro do cuzinho de Dan, os primeiros jatos, que são os mais fortes, foram fora. Chamei Dan pra tomar banho e fomos quase se arrastando pro chuveiro. Uma ducha rápida de água morna e a gente estava pronto pra dormir. Agarrei meu filhote, puxei o edredom e ficamos abraçadinhos falando sobre diversos assuntos, inclusive sobre a volta de Juan e a conversa de Patty com os pais dele, se é que iriam recebê-la.
O sono chegou e dormimos sem maiores dificuldades. No outro dia acordei cedo e deixei Dan dormindo na minha cama. Fui tomar banho, me vesti e desci pra tomar café. Dalvinha ainda não tinha chegado, então eu mesmo preparei uma tapioca, assei queijo coalho, passei café, peguei uma fatia de mamão na geladeira e pronto, tava feito meu desjejum. Comi com calma, mente e corpo descansados. Subi pra escovar dentes e Dan continuava dormindo, botei o ar no timer pra desligar daqui a umas duas horas e fui embora trabalhar. No caminho, Wellington ligou e ficamos falando pelo viva-voz do carro. Ele já estava chegando na empresa. Aproveitamos que chegamos mais cedo que todo mundo e ele veio pra minha sala tomar um Nespresso comigo enquanto me contava o que tinha rolado com a chegada dos pais. O pai tá com suspeita de catarata e veio fazer exames numa clinica oftalmológica mais avançada de Fortaleza.
- mozão, a gente conversou um bocado, painho e mainho me atualizando das resenhas lá da roça, até que meus pais foram dormir, meu primo teve que dormir no meu quarto, eu já fiquei tenso imaginando que ele fosse tentar alguma coisa mas num primeiro momento ele não deu nenhuma indicação disso. Foi tomar banho depois de mim e quando voltou pro quarto estava de shortinho de malha desses de dormir, bastou eu desligar a luz que o sacana pulou na minha cama, tomei o maior susto e falei pra ele que era perigoso, meus pais podiam vir ao meu quarto mas o sacana falou que tinha trancado a porta na chave. Aí não teve jeito, ele me chupou gostoso, botou camisinha na minha pica e sentou, rebolou feito uma puta até a gente gozar. Ele tá louco pra te conhecer…
- caralho, Well, olha como você me deixou…
No que mostrei meu pau duraço na calça, Well chegou a salivar mas a gente sabia que não tinha a menor possibilidade de fazer qualquer coisa ali e nos controlamos. Combinamos de marcar alguma coisa no dia seguinte pra eu conhecer o tal do primo que eu só tinha visto por foto. O resto do dia seguiu normal, rotina de correria, depois fomos pra academia, depois do treino deixei ele em casa e fui pra casa. Dan não estava nem tinha deixado nenhum recado, não me preocupei. Era o normal dele agir assim. Devia estar aprontando por aí e eu ficava até aliviado por ele estar reagindo. Na semana anterior, ele ficou muito deprimido com o lance dele com Juan.
Na terça mal nos vimos, mas na quarta-feira eu tava trabalhando quando ele ligou avisando que Patty tinha avisado que ia pegar o voo do final da tarde em SP e chegaria umas dez da noite em Fortaleza. Eu tinha marcado com Wellington pra conhecer o primo dele e assim fizemos. Meu namorado convidou o primo pra ir na academia com a gente, ele foi nos encontrar lá, o cara super gente boa, simpático, bonitinho e um tanto safado, quando me viu com roupa de treino já foi manjando minha rola. Well percebeu e riu. Fizemos um treino básico e depois fomos numa açaiteria perto da academia. Lá, podemos conversar com calma, rimos com as histórias que ele contou sobre como é ser gay numa cidade de interior, depois falou do de como ele e seu (dele) tio Otávio se envolveram, as histórias com outros parentes, dos primos e aí Wellington comentou do lance que eles tiveram. Nesse momento, Adélio ficou encabulado mas eu logo tratei de deixá-lo à vontade, explicando que a relação da gente era aberta, que eu e Tonzinho tínhamos nossos lances por fora, como também curtíamos fazer com outros parceiros. Ao me ouvir falando isso, o olho dele brilhou e eu, como não tinha muito tempo, afinal Patty ia chegar umas dez da noite, fui rápido e caceteiro:
- bora, Adélio, matar tua curiosidade, tem um motel aqui perto
Adélio arregalou os olhos, virou pra Wellington que deu um sorriso descarado como resposta, mas, mesmo assim, ele buscou confirmar que tava tudo bem:
- Tonzinho, tudo certo? De boa mesmo?
- Bora logo, Dedé, que tô doido pra ver tua cara quando mozão botar a rolona dele na tua frente
A gente riu, paguei a conta e lá fomos nós para um motel simples, mas bacana que tem na Aldeota perto do Santa Cecília. Sem mais lero-lero, em minutos a gente dentro da suíte nos beijando e o safado do Adélio veio logo conferindo meu pau com a mão. Ainda nem tava toda dura mas tinha volume o bastante pra impressionar o moço que foi logo ajoelhando e botando minha rola pra fora do short da academia. Eu insisti pra gente tomar um banho antes mas o safado nem deu chance. Falou com Wellington:
- nossa, que pauzão, tá passando bem hein primo?!
E depois comigo:
- relaxa que eu gosto assim, adoro cheiro de rola suada…
Acabou de falar e abocanhou meu pau como se precisasse dele pra viver. Que mamada gostosa. Puxei Wellington pro meu lado e ficamos nos beijando enquanto o primo alternava a mamada entre nossas picas. O cara devia chupar muita rola lá em Limoeiro do Norte porque sabia como agradar uma piroca com sua boca e eu fresquei com cara dele, sublinhando isso:
- vai saber chupar uma rola assim lá em Limoeiro do Norte…
- Limoeiro só não! Em Russas, Jaguaruana, Tabuleiro, Quixerê, Morada Nova…
- putz, tu é o mamador oficial de rola do vale do Jaguaribe…
A gente riu e ele voltou a lamber meu saco, punhetando minha pica e convidando Wellington a se juntar a ele. Pedi pra gente ir pra cama, não fazia sentido ficar fodendo em pé, sem conforto, me deitei e os dois se debruçaram sobre meu corpo, disputando minha rola com suas bocas gulosas, catei o pau de Well e chupei meu namorado um pouco enquanto com a mão dedilhava o cuzinho de Adélio que eu ia comer daqui a pouco. O cara tinha uma raba de responsa, grande, musculosa, em cima de um par de coxas de fazer inveja a panicat. Ele tinha feito treino de glúteo e coxas na academia e comentado com a gente que cuidava bastante de valorizar a parte mais bonita do corpo dele.
Soltei a rola de Well e fiz Adélio girar o corpo pra ficar com o cuzinho em cima da minha cara. Meti língua nas suas pregas e ele gemeu gostoso:
- ah, caralho, que delícia, prepara meu cuzinho pra você meter esse pauzão, vai…
Só que Well tinha outros planos, revelados agora:
- Dedé, deixa eu meter primeiro. Duda ficou com o maior tesão quando contei pra ele que tinha te comido, quero que ele veja como meu pau some dentro desse teu rabo guloso.
Adélio, na sua prontidão espontânea pra levar rola, empinou o rabo enquanto Well vinha pra trás dele, encaixando o pau no cuzinho que eu tava lambendo. Vi de camarote a rola do meu amor sumir pouco a pouco dentro do cuzinho do seu primo. Que visão tesuda do caralho e ainda ganhei um par de bolas pra ficar mamando, além da rola de Adélio. Me fartei de chupar e lamber os dois por baixo deles, enquanto Adélio chupava meu pau sendo enrabado por Well:
- vai mozão, fode esse cuzinho, fode, que delícia ver teu pau todo enfiado no teu primo… lasca esse cu, vai…
Wellington deu uma bela surra de piroca em Adélio até que ele percebeu que meu pau tava soltando litros de lubrificação:
- ah, Tonzinho, que delícia de macho que tu arrumou primo, adoro pica babona…
- então bora trocar, Dedé, porque senão Duda goza na tua boca e tu vai se afogar de tanta porra…
Wellington tirou pau enquanto eu saia de baixo de Adélio pra meter rola nele e ele quis que eu metesse de frango assado, dizendo ele que nessa posição tinha menos chance de doer.
Encaixei a chapeleta da pica e fiz força, a rola fez aquele plop quando venceu a frágil barreira do esfíncter e deslizou pra dentro do rabo de Adélio. Cuzinho gostoso, experimentado, macio, aveludado. Quando meu saco encostou na bunda dele, vi que ele estava com um olhar fissurado, desfrutando da minha rola alargando seu rabo, então dei um tempinho parado, esperando ele me dar algum sinal de que tava pronto pra ser comido, o que veio sem demora:
- me fode, vai…
Comecei a socar e quando vi meu namorado ali do lado batendo punheta enquanto eu enrabava o primo dele, puxei ele pra junto e indiquei que queria ele de pé porque eu tava a fim de mamar a rola dele enquanto comia o primo. Assim fizemos e foi tamanha a pressão do meu cacete grosso no cu de Adélio que ele gozou sem se tocar. Quando senti as pulsações do seu rabo em torno do meu pau, olhei pra baixo e vi sua rola esporrando na sua barriga. Acelerei a metida e uns dois minutos depois, leitei o cuzinho dele. Minha respiração acelerada engolindo o cacete todo de Well foi o estímulo que ele precisava pra me dar seu leite na boca. Três gozadas em sequência, uma delícia. Guardei um pouco da porra de Well na boca que dividi com Adélio no beijo. Ele se surpreendeu e confessou imediatamente que nunca tinha feito isso, então imaginem a surpresa dele quando Well abriu seu cu leitado e começou a sorver a porra que eu tinha acabado de depositar ali dentro. O pau dele voltou a ficar duro enquanto ele gemia e tremia de tanto tesão. Puxei ele pra cima da gente e ficamos nos beijando os três misturando nossas porras.
Após alguns minutos num sarro pós gozo bem gostoso, meu celular vibrou, era Dan me ligando. Atendi, expliquei pra ele onde e com quem estava e ele falou que o voo da mãe chegava daqui a uma hora e que ele iria pegá-la no aeroporto, queria saber se eu iria com ele, falei que não mas que encontraria com os dois em casa daqui a pouco:
- tá bom, paizão, até daqui a pouco. Dá um cheiro no Well e na próxima vez me convida.
Como eu atendi a ligação no viva-voz, Adélio ouviu tudo e ficou perplexo. Mesmo ele não tendo perguntado nada, percebi sua reação e achei melhor dar uma explicação resumida sobre minha relação com meu filho e ele ficou surpreso, mas sem expressar nenhum tipo de julgamento. Fomos tomar banho, paguei a conta que eles insistiram em querer dividir, mas eu lembrei que o convite foi meu e fomos embora. Deixei os dois em casa e fui pra minha, esperar Dan e Patty, que só chegaram quase uma hora depois.
Patty tinha chegado com fome, fomos pra cozinha onde preparei algo pra ela enquanto a gente conversava sobre como seria essa conversa com a família de Juan. Giovanna contou a Patty que eles tinham voltado hoje de Guayaquil, mas que ela não tinha falado com Juan, apenas com o irmão dele. Juan continuava sem acesso ao celular. Patty estava furiosa e falando que a primeira coisa que iria dizer aos pais dele era a denúncia de cárcere privado. Ponderei a ela que esse caminho não era o mais sensato, que era melhor tentar abrir um diálogo para sensibilizar os dois sobre o absurdo da reação deles e tentar buscar uma outra atitude em relação ao próprio filho e ao relacionamento dele com Dan.
Ficamos conversando até mais tarde e quando fomos dormir, depois que Dan entrou no quarto dele, Patty me perguntou se eu queria que ela dormisse no quarto de hóspedes, estranhei a pergunta e falei que não tinha sentido ela falar aquilo. Ela falou que tinha mas que a gente conversaria melhor depois que ela resolvesse a questão de Dan e Juan. O que ela falou ergueu uma espécie de barreira entre a gente e não me senti a vontade para procurar qualquer tipo de proximidade física com ela. Nos deitamos como dois estranhos que se conheciam há muito tempo, mas que não tinha (mais?) nenhuma intimidade física. Pelo visto, a vinda de Patty prometia muitas emoções…
