Não Basta Ser Pai 46 - FINAL

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 9554 palavras
Data: 07/03/2026 19:36:26

Ao ouvir minha pergunta, Ramon olhou dentro dos meus olhos, respirou profundamente e, pela primeira vez, falou com alguma hesitação. Assegurou que não foi de caso pensado. Ele não previa que aquilo pudesse acontecer, mas, desde quando estourou a confusão do namoro de Juan com Dan há 3 anos que ele passou a prestar atenção em mim. Tenho estado no radar dele desde então porque eu, de algum modo, represento algo que ele desejava e falou que se surpreendeu comigo, sendo um cara másculo, sério, respeitado profissionalmente, bem-sucedido, pudesse ter tido a coragem de assumir minha bissexualidade e dar voz e vez a isso.

Lembrei a ele que eu não era assumido publicamente, apenas as pessoas da minha intimidade e do meu afeto, sabiam da minha orientação sexual, mas no trabalho e publicamente, eu me mantinha reservado. Ramon falou que, mesmo assim, ele admirava minha independência e ousadia. Ao falar disso, ele falou sobre minha ligação com Juan e Dan, ele já desconfiava de que eles tinham algum envolvimento especial comigo, mas não fazia ideia de que fosse algo tão radicalmente íntimo. Aproveitei a deixa para perguntar até onde ele estava disposto a ir com isso e ele foi categórico em dizer que ter algo com Juan e Dan estava muito além do que ele se imaginava capaz de fazer mas isso não queria dizer que ele estava fechado pra nada, que ele percebia que estar ao meu lado era uma aventura cheia de possibilidades e me pediu paciência para deixar as coisas fluírem.

Quando ele falou tudo aquilo, de certo modo me assustei. Dizer aquilo tinha um sentido de continuidade e pra mim o que tinha rolado e tava rolando era novo demais, mas eu não tinha realizado que ia ter sequência. Achava que ia ser uma aventura de fim de semana e pronto, acabou. Ramon entendeu meu silêncio como um sinal de cansaço e falou pra gente dormir e, de fato, pouco depois a gente dormiu. Foi um sono meio atribulado, a gente se esbarrou algumas vezes durante à noite, mas voltávamos a dormir sem dificuldade. O dia estava amanhecendo quando esbarrei no corpo de Ramon pela enésima vez e como, dessa vez, estava friozinho e procurei o calor do corpo dele, decidindo abraçá-lo, pagando minha língua que não queria tanta intimidade e agora estava ficando de conchinha com ele. Voltei a dormir e algum tempo depois, acordei com meu pau sendo tocado. Levei um tempo até realizar o que estava acontecendo. Ramon tinha acordado, provavelmente sentido meu pau duro contra a bunda dele e ao contrário do que eu poderia esperar, não desfez nosso abraço, estendeu o braço pra trás, segurou meu pau e ficou acariciando minha rola. Fui com a mão que o abraçava em direção a sua virilha e encontrei sua rola dura. Ele sussurrou com voz de sono:

- Buenos dias, cariño

- Buenos dias, cabron…

Rimos e ele deu um apertão em meu pau:

- Cabron eres tu com este pollon, Eduardo. Santa madre de los dios

- Deixe Deus com seu mundo, Ramon…

Rimos novamente e ele apertou novamente meu pau mas dessa vez foi mais ousado. Pegou meu cacete e esfregou em sua bunda. Falei com ele em tom de advertência, ele tava brincando com fogo:

- Ramon… olha com o que você tá mexendo…

- Si, por supuesto. Nunca lo he hecho. Tengo miedo. No sé si algún día lo haré.

- Mas tem vontade?

- Curiosidad, Eduardo, curiosidad…

Rimos gostosamente e decidi ajudar aquele macho gostoso a criar coragem. Como ele estava de lado, fiz ele dobrar a perna que estava por cima, de modo que sua bunda ficou bem aberta dando acesso a minha língua. Meti a boca lá e a medida em que minha língua passeava pelas pregas daquele cuzinho fechado e ligeiramente peludo, Ramon grunhia palavras desconexas. Era um tesão a bunda lisinha e o cuzinho com finos pelos em volta. Ele pôs as mãos em meus cabelos e pressionou meu rosto contra sua bunda, sinal de que estava gostando muito do cunete que eu tava fazendo. Com alguma dificuldade consegui enfiar a ponta da língua naquele cuzinho moreno. Ramon ficou tão entregue ao tesao que virou de bruços e abriu as pernas, expondo e oferecendo seu rabo pra minha boca se banquetear. Chupei seu cu por mais alguns minutos enquanto mentalmente agradecia o fato dele ter uma boa higiene intima. Ao contrário de muitos homens que se dizem hétero e, por isso, não se limpam direito por puro preconceito, o rabo de Ramon estava deliciosamente limpinho.

Depois de chupar muito aquele cu, deitei sobre ele e sentir Ramon ficar tenso. Não forcei nada, apenas deixei meu pau alojado no rego dele e fiquei deslizando pra cima e pra baixo. A cabeça da minha pica passava por suas pregas mas não empurrava. Deslizava, sarrava, estimulava as sensações de prazer que um cuzinho pode oferecer, para deixar ele bem excitado mas também relaxado. Eu não ia meter até porque a primeira vez de Ramon, além de ser um ato escolha de quem quer dar, deve ter uma boa preparação. Mas uma boa sarrada ele podia desfrutar e foi isso que ficamos fazendo por alguns minutos até que Ramon pediu pra virar. Ele deitou-se de costas e suspendeu as pernas, apoiando elas em meus ombros, praticamente como se tivesse de frango assado, me oferecendo seu cuzinho pra eu continuar a sarrar a cabeça da rola nas suas pregas.

Passei mais saliva no seu cuzinho, empurrei a ponta do dedo mas logo voltei a besuntar seu rabo, deixando-o bem meladinho. Encostei a cabeça da rola e fiquei passando, provocando o tesão de Ramón. Como reflexo do que estava sentindo, empurrou seu rabo na direção da minha rola, alojando a cabeça da pica nas suas pregas. Fiquei dando empurradinha de leve, encontrando a resistência natural de um cu virgem. Enquanto isso, Ramon começou a acelerar a punheta que estava batendo. Tomei a pica de sua mão e assumi a função de masturbar aquela rola gostosa enquanto seguia sarrando minha pomba em suas pregas. O saco de Ramon foi se encolhendo indicando que ele estava cada vez mais excitado. Seu rabo cedeu um pouquinho e a cabeça da minha rola avançou alguns milímetros. Ramon arregalou os olhos indicando que estava sentindo o milimétrico avançar do meu pau no seu cuzinho e, num ato de entrega, empurrou seu quadril em direção ao meu cacete. A cabeça da minha rola entrou por completo no seu esfíncter e ele explodiu em gozo nas minhas mãos. Sua porra jorrou farta entre meus dedos e o piscar do seu cuzinho teve um efeito absurdo em mim, gozei quase que automaticamente, leitando a entrada daquele rabo. Ramon, que até então estava de olho fechado curtindo sua gozada, voltou a abrir os olhos espantados, sentindo o calor da minha porra jorrando e inundando a entrada do seu rabo:

- que puto, Eduardo, que puto!

Desabei sobre ele e ficamos abraçados, melados, lambuzados de porra e suor. Ramon procurou minha boca e me beijou, enquanto dizia baixinho:

- Qué peligroso eres, Duda! Meteste leche em mi culo

- Enfim, você me chamou de Duda, como todo mundo…

- Tonto!!!! É que me hice gusto dicer “Eduaaaardo”… Vamos, vamos al baño, lo sinto ardor en mi culo e está todo pegajoso…

- és mi leche, Ramon

Brinquei com ele falando em espanhol e ele me deu um murrinho de leve no ombro. Levantamos e fomos tomar banho. Enquanto Ramon se lavava, vi que ele levava a mão a bunda procurando sentir o estrago. Isso despertou minha curiosidade de conferir, empurrei ele de costas contra a parede, abri sua bunda e meti a língua enquanto ele protestatava:

- nom, Eduardo, nom. Para por favor, no hace esto…

Protestou mas deixou e quando eu parei e me levantei vi que sua rola tinha se reanimado. Brinquei com ele:

- Você também não é fácil, hein Ramon

Ele abriu um sorriso maroto e disse faceiro:

- Las circunstâncias, Duda, las circunstâncias.

Nos abraçamos rindo e demos um beijinho suave e gostoso. Ficamos curtindo, abraçados, debaixo da ducha, se acariciando até que ouvi o som de pessoas falando lá fora e recobrei o sentido de que tinha um dia pela frente e um povo esperando a gente lá fora.

- Bora, Ramon, tomar café e voltar pra vida real.

- Vamos, cariño.

Gostava de ouvir aquele V com som de B, parecia que ele dizia “Bamos”, uma sonoridade engraçada, ainda mais naquele vozeirão grosso de Ramon. Saímos do banho, nos enxugamos, nos vestimos, demos uma arrumada no quarto, juntei a roupa de cama que tinha ficado suja no canto pra botar pra lavar e saímos para tomar café e encontrar os demais. Nos juntamos ao quarteto – Guga, Pedro, Dan e Juan – tomamos café, saímos pra passear, voltamos pra almoçar, descansamos, arrumamos as coisas e voltamos pra Fortaleza. Eu e Ramon tivemos mais oportunidade de conversar e na frente de Dan e Juan ele agiu da forma mais natural possível. Quando chegamos a sua casa, nas Dunas, ele me abraçou e falou baixinho ao meu ouvido:

- Después te ligo!

Naquele mesmo dia, quase na hora de dormir, ele me mandou mensagem:

- Estás despierto?

Liguei imediatamente pra ele e conversamos um pouco. Ramon começou agradecendo pelo fim de semana, que tinha gostado muito de estar na companhia da gente, que tinha se divertido e que estava pensando nas coisas que aconteceu entre nós dois. Eu retruquei que também estava pensando muito nisso, que tinha ficado preocupado. Foi aí que Ramon me surpreendeu:

- Duda, yo te disse: pasó, vamos tener calma... (e após uma breve pausa completou) y desfrutar

Antes que eu comentasse, ele falou que queria ter mais tempo pra gente conversar e me fez um convite;

- Podemos almoçar no meio da semana?

- Sim, claro!

- Te llamaré mañana para hablar de nuestros horarios.

E de almoço em almoço, de jantar em jantar, veio o convite para um passeio de final de semana, e pouco a pouco as coisas foram se encaixando entre a gente. Sempre no sigilo, na discrição, mas o tesão rolando. Ramon foi se soltando e se permitindo a aprender, descobrir, explorar, ele se mostrou um iniciante dedicado. Na cama ainda não conseguia dar pra mim, mas já deixava eu brincar com aquele rabo e até pedia que eu chupasse o cu dele. De meter dedo ele não gostava, reclamava que dedo tem osso e machuca, mas voltei a encaixar a cabeça da rola outras vezes, metia um pouquinho e quando ele sentia dor pedia pra parar, mas toda vez que fizemos assim, ele gozou gostoso, piscando aquele cuzinho na cabeça da minha chibata.

Novembro passou, dezembro chegou e em função dos nossos filhos, a gente não podia transar na casa dele nem na minha, exceto quando Dan estava em Quixadá mas semestre acabando, final do ano chegando, tivemos poucas oportunidades. Eu não curtia muito ficar frequentando motel e Ramon, endinheirado como é, podia se dar ao luxo de marcar comigo em hotéis. Acho que nunca passei tantos finais de tarde / inícios de noite indo pros hotéis de Fortaleza, sobretudo os da Beira Mar. A gente ia, ficava algumas horas e ia embora. Algumas vezes eu percebia o olhar desconfiado do pessoal da recepção mas como a gente sempre ficava em suítes, ninguém se metia a besta de ultrapassar o limite do olhar curioso.

Ao mesmo tempo, a gente compensava a quantidade limitada de folgas com encontros de muita intensidade. Descobri em Ramon um encaixe bem sintonizado. Ele era galante, cavalheiro, me agradava com mimos e gestos de pura sedução. Estava gostando muito da companhia dele e, depois de quatro anos de muita galinhagem, dei uma sossegada. Meu tesão ficou mais focado nas horas que a gente passava juntos, até que um dia ele me falou que viu Dan e Juan transando, de novo, na casa dele. Os dois estavam na sala, de madrugada, e dessa vez era Juan que estava dando. Ele acordou com sede, seu frigobar estava sem água, desceu pra pegar quando ouviu os gemidos. Se aproximou no escuro e viu a cena. Não resistiu e ficou espiando a foda dos dois até gozarem. Voltou pro quarto com aquela imagem na cabeça. Desejou estar no lugar de Dan. Perguntei se ele queria dar esse passo. Para mim era fácil, mas ele disse que ainda não estava preparado.

No final do ano, veio a surpresa: passar réveillon com ele em Nova York. Viagem rápida, uma semaninha, aproveitando o recesso de final de ano. Apesar do frio muito forte e da nevasca que caiu no quinto dia de viagem, foi delicioso estarmos protegidos pelo anonimato da cidade grande, podendo relaxar em público e curtir sem medo de encontrar algum conhecido. Estávamos numa suíte no Crowne Plava da Times Square, num andar super alto e das imensas janelas do quarto víamos as luzes da cidade aos nossos pés. Uma noite, após um jantar fabuloso no Perse, um dos restaurantes mais chics de NYC, que ele me levou, voltamos pro hotel e Ramon pediu champanhe. Continuamos bebendo no quarto e curtindo. Teve uma hora que ele se levantou e ficou falando comigo sobre como ele via Nova York de onde estávamos. A imagem daquele homem gostoso, pelado, junto a janela, falando cheio de chame me deu um tesão absurdo, levantei já de pau duro e o abracei. Meu pau naturalmente se encaixou na sua bunda e Ramon até deu uma reboladinha pra minha rola ficar bem alojada no seu rego. Ficamos ali abraçados, namorando, bebendo champanhe e vendo o mundo lá fora, até que Ramon se virou, me olhou de frente e falou:

- te quiero, cariño.

Eu não estava preparado para aquela declaração de amor, mas de algum modo esperava por ela. Eu sabia que a gente tava construindo um caminho juntos, mas ainda não sabia ou não queria dar nome à nossa breve história. O beijei apaixonadamente e fomos agarrados para a cama. Caímos sobre o colchão já procurando o pau um do outro e começamos um 69 que tinha se tornado a nossa posição preferida. Chupei aquele pau grosso gostoso demoradamente, enquanto ele se fartava mamando minha rolona, que ele tinha aprendido a cuidar e a degustar. Ele adora a babinha que minha pica solta. Só sei que no meio daquela chupada mútua, de repente ele me pediu, arriscando um português claro:

- me fode!

- você tem certeza?

- si!... no, (rimos) pero quiero intentarlo

Tremi de tesão antecipado, fiz ele deitar de bruços e cai de boca naquele cuzinho que eu já tinha chupado outras vezes, mas dessa vez era diferente. Era a primeira vez do cara que queria ser meu parceiro de vida e eu estava excitado, mas também um pouco nervoso. Meu pau é muito grande e grosso. Não é o mais indicado para a primeira vez de qualquer pessoa, mas ele estava pedindo e esperando e eu ia procurar dar o máximo de tesão para que toda dor que ele sentisse fosse o menos desconfortável possível. Depois de deixar o cuzinho de Ramon bem relaxado, peguei o lubrificante, besuntei seu rabinho e meu pau, coloquei ele de lado, o abracei por trás, encaixando meu pau e dei aquela pressionada. Seu cuzinho resistiu, mas aos poucos foi se abrindo. Orientei que ele fizesse força pra fora, enquanto acariciava sua barriga, seu peitoral, dava beijinhos em suas costas, seu pescoço, sua nuca. Pouco a pouco, milimetricamente, a cabeça da minha rola foi abrindo caminho até que passou. Ele deu um gemido alto e eu parei. Esperei um pouco, tirei, botei mais lubrificante e voltei. Assim fui fazendo e seu cuzinho foi se acostumando, aceitando, deixando meu pau entrar, até porque ele foi relaxando e distensionando os glúteos. Com a metade da pica atolada no rabo, senti que a rola de Ramon voltou a endurecer. Seu tesão estava encontrando um caminho na nova experiência e por estar sentindo tesão, seu esfíncter relaxou mais e meu pau finalmente concluiu sua jornada cuzinho adentro. Eu tava todo enfiado, só o saco de fora e, sabendo do efeito que isso causava em quem está dando o rabo, peguei a mão de Ramon e o convidei a sentir meu pau todo enfiado no seu cu. Ele tateou, conferindo o estrago, como ele disse depois, rindo, e demonstrou o tesão que sentiu piscando o cuzinho no meu pau. O tempo inteiro o mantive em meus braços. Ele tinha feito isso comigo quando me comeu a primeira vez na trilha da cachoeira. Era importante proporcionar a ele as sensações e sentimentos de estar no outro lado da mesma situação e, sagaz como Ramon era, ele entendeu direitinho:

- entonces es asi que lo siente cuando te follo…

- sim, cariño…

Ele voltou a piscar seu rabo no meu pau enquanto sua rola, cada vez mais dura, soltava muito liquido pré gozo. Comecei a me movimentar cheio de cuidado pra não machucá-lo e Ramon respondeu arriscando umas reboladinhas. Mais relaxados, eu e ele, começamos um bailado de corpos. Eu metia e ele empurrava a bunda pra trás. Comecei a sentir que meu gozo se aproximava e acelerei, a resposta de Ramon foi aumentar a punheta que ele batia enquanto se abandonava às minhas socadas. Quando falei que ia gozar, prendi sua cintura pelas mãos e cravei meu pau bem fundo na sua bunda. Explodi em gozo e Ramon acelerou sua punheta pra gozar logo em seguida. Quando eu dava minhas últimas esporradas em seu cuzinho, o rabo dele começou a piscar, ele tava gozando, gozando no meu pau. Ficamos abraçados, eu beijava sua nuca, falava palavras carinhosas enquanto ele me beijava de volta. Nesse embalo, a gente foi se acalmando, relaxando e em algum momento, a gente cochilou do jeito que estávamos, engatados, atracados, enamorados. Não sei quantos minutos se passaram até que eu despertei com meu pau ainda enfiado em Ramon. Ele dormia serenamente em meus braços. Estendi o braço, puxei o edredom e cobri a nós dois. Tava gostoso manter minha rola socada em seu cuzinho.

Dormi a sono solto, um sono pesado e só acordei na manhã seguinte com barulho e movimentação. Ramon falava ao telefone em espanhol, parecia tenso, havia um tom de rispidez na sua voz mas quando me viu olhando pra ele, abriu um sorriso e soltou um beijinho em minha direção. Ainda falou por alguns minutos e quando desligou me pediu desculpas por ter acordado. Tinha tido problemas com uma unidade de fabricação de quinoa, no Peru, estava falando com o gerente da fábrica quando eu acordei. Tranquilizei ele que tava tudo certo:

- está tudo bem, querido!

Ele retrucou brincando, passando a mão em suas nádegas:

- Si, pero nem todo, cariño, sinto dolor em mi culito

Eu ri da cara de safado que ele fez, levantei e o puxei pro banho. Ensaboei seu corpo, literalmente dei banho nele, procurando fazer Ramón se sentir cuidado no seu “day after”. Dar o cu pela primeira vez pode mexer com questões internas da pessoa, mas o comportamento dele ao longo do dia foi bem tranquilo. Ele fez brincadeira sobre o “estrago” que eu tinha feito nele mas não falou em arrependimento, ao contrário, no nosso jantar de despedida no Chelsea, houve um momento romântico entre a gente quando agradeceu pela minha companhia, que ele já tinha estado em NYC tantas vezes, mas ao meu lado a cidade tinha outro brilho e, num tom de voz ainda mais baixo, complementou:

- el lugar y compañia perfectos para mi primeira vez

Toquei seu joelho e fiz um discreto carinho e, dessa vez, ele não olhou para os lados para ver se alguém estava percebendo. Ao contrário, colocou sua mão sobre a minha e retribuiu meu carinho acariciando minha mão. No dia seguinte, pegamos o voo e retornamos ao Brasil via SP. Voo longo, cansativo mas voar no conforto da executiva diminuía o enfado da viagem. Acho que eu tava me acostumando (mal) a vida de rico de Ramon…

Nos despedimos ainda no aeroporto de Fortaleza e cada um foi pra sua casa, mas continuamos a nos falar todos os dias e assim se passou a primeira semana de janeiro. Esse era outro lance legal da nossa história, como a gente era muito ocupado não tinha agonia de se ver toda hora. O necessário afastamento pela vida corrida de cada um até ajudava a sentir saudade. A falta era um tempero a mais no desejo de se ver. Chegava em casa e estava um silêncio de mosteiro budista. Dan e Juan tinham ido passar réveillon no Preá, adoraram e decidiram ficar mais alguns dias por lá para curtir férias.

Então, naquele final de semana eu estaria só em casa e decidi convidar Ramon para ir lá pra casa. Com o outro filho dele em casa, nas Dunas a gente não teria a mesma liberdade que aqui. Ele ficou meio hesitante, mas terminou aceitando e na sexta à noite Ramon chegou lá em casa. Abri a garagem pra ele guardar o carro dele, assim evitava chamar a atenção dos vizinhos. Ramon, além de uma mochila com suas coisas, trouxe um vinho que logo abri e ficamos tomando enquanto a gente conversava e namorava. Pedimos comida por aplicativo, comemos, ficamos namorando mais um pouco na sala e então chamei ele pra ir pro conforto do meu quarto. Não demorou pra gente ficar pelado na cama se chupando. O pau de Ramon tem uma grossura que enche a boca de um jeito perfeito e a cabeçona dava um tesão a mais de engolir aquela pica. Eu saboreava, passava a língua, lambia a rola de cima a baixo, linguava o saco dele, o cuzinho, voltava pra cabeça e engolia a rola toda até sufocar. A gente tava mamando gostoso o pau um do outro até que Ramon começou a linguar meu cuzinho. Sem demora fiquei de quatro e Ramon mostrou que tinha aprendido direitinho a falar putaria gay, com sotaque “portunhol” e tudo, encostou a rola no meu cuzinho e falou:

- pide pica, pide…

Respondi empurrando meu rabo pra trás:

- mete essa rola, mete, come meu cu, porra!

Se ele precisava de baixaria como estímulo, lhe dei de sobra. A cabeça do seu pau abriu caminho e foi alargando meu rabo. Aquele ardor gostoso e a sensação de estar sendo preenchido me deixava molinho de tesão. Ramon tinha a atitude de macho comedor e me deu uma surra de pica segurando meu pau e dizendo putarias gostosas ao meu ouvido, de como meu cuzinho era caliente, meu pollon (pauzão) ficava duro dando pra ele e de como ele queria dar “leche em mi culo”. Não aguentei de tanto tesão e gozei rebolando no pau dele. Ele seguiu socando e dois minutos depois leitou meu cuzinho. Ficamos engatados, namorando, se beijando e, curiosamente, nossos paus não baixaram totalmente. Ainda havia tesão pra continuar fodendo e dessa vez Ramon me surpreendeu como eu jamais imaginei que pudesse, ele tirou seu pau de dentro de mim, deslizou pelas minhas costas, abriu minha bunda e começou a lamber meu cuzinho esporrado. Eu soltei um gritinho de tesão e arreganhei a bunda pra ele cair de boca, o que ele fez com a voracidade de quem estava faminto. Depois de chupar muito meu cu, veio me beijar e eu senti gosto de porra em sua boca, ele tinha degustado seu leite direto do meu cu. Após um beijo delicioso, Ramon confessou que há muito tempo tinha vontade de fazer isso, mas nunca teve coragem. A mulher dele era frígida, o sexo com ela se tornou algo entre o tédio e a tortura pela quantidade de “não pode, não faço, não gosto”. Houve uma vez numa viagem a Las Vegas que ele e um empresário amigo beberam muito e, como resultado da farra comeram, uma puta juntos e enquanto um metia, o outro era chupado pela GP. Quando o parceiro gozou na buceta da garota do job, ele sentia uma vontade enorme de chupar a buceta leitada da acompanhante, mas não podia dar essa bandeira na frente do parceiro de negócios. Era passar um recibo público de que não era tão macho assim.

- pois sempre que você quiser chupar meu cuzinho leitado, fique à vontade. Ele é seu!

Ramon levou minha oferta ao pé da letra mas não para chupar meu cu e sim para voltar a me comer. Cravou seu pau de uma vez no meu rabo e me enrabou gostoso por um bom tempo. Depois, tirou sua rola do meu cu e me deu pra chupar enquanto pegava meu pau e caía de boca nele. Nos chupamos demoradamente, giramos nossos corpos, ele ficou por cima e passei a chupar o cuzinho dele até Ramon jorrar porra sobre minha barriga. Depois, ele ficou lambendo e mamando minhas bolas até eu gozar na punheta. Quando falei que ia gozar, ele abocanhou a cabeça da minha rola e recebeu minha gozada direto em sua boca, ele engoliu um pouco e o resto guardou pra dividir comigo no beijo. Aos poucos, fomos acalmando e decidimos dormir do jeito que estávamos, deixamos pra tomar banho no dia seguinte. O sono do relaxamento pós gozada chegou forte e a gente capotou.

No outro dia, acordei primeiro e fiquei admirando aquele homem bonito, com seus traços latinos, sua pele morena, lisa, seus cabelos pretos lisos, com fios grisalhos brotando, dormindo com a graça de uma criança grande e aquela imagem de algum modo trouxe uma ternura, um gostar e me dei conta que estava me enamorando de Ramon. Junto do afeto, veio a preocupação: nossa relação teria mais marcadores para não dar certo do que para funcionar. Pelas questões íntimas, familiares e sociais. Só que a vida me ensinou que coração é reino que não se governa, então só me restava se afastar ou deixar as coisas seguirem seu curso e administrar as questões quando elas se manifestassem. Após um tempo, Ramon despertou e me viu olhando pra ele. Abriu um sorrisinho e disse:

- hola, guapo…

Chamei ele pro banho e enquanto a gente se banhava, Ramon comentou que nossa rotina estava sendo marcada por uma característica interessante: o tomar banho juntos, fazendo daquele momento um jeito de cuidar do outro. Respondi dando um beijinho nele e fechando a torneira:

- Pois vambora cuidar da vida que estou morrendo de fome.

Descemos e preparamos nosso café da manhã juntos. Depois, Ramon falou que precisava responder uns e-mails e sugeri ele usar meu gabinete mas ele pegou seu notebook e falou que podia ficar ali mesmo, perto de mim... Aquele cara sabia seduzir e fazia isso com coisas banais, corriqueiras, aleatórias. Ficamos os dois mexendo em nossos computadores, ele trabalhando e eu lendo notícias, vendo e-mails, até que dei uma parada e perguntei o que ele queria fazer depois: ir pra piscina, sair pra almoçar…? Ramon sugeriu a gente ficar na piscina e pedir comida de algum restaurante legal, assim a gente podia beber um pouco e curtir a piscina, desfrutar da privacidade de estarmos à sós. Fomos pra cozinha, preparamos uns belisquetes e decidir o que beber. Tava calor e Ramon sugeriu um drink gelado, mais leve que ele preparava, feito com espumante, gelo limão siciliano e limoncello. Ficou uma delícia! Peguei toalhas, protetor solar e fomos pra piscina. Ramon perguntou se a gente não ia subir pra botar sunga, mas falei que estávamos só nós dois então, então pra que roupa?

- ah, cariño, porque no puedo resistir a ti sin ropa.

Não tô dizendo que Ramon é um sedutor?! Curtimos a piscina por algumas horas, namorando, bebendo, desfrutando da água refrescante, do sossego, ouvindo a playlist de Jazz que Ramon pareou no som do deck, até que umas duas da tarde bateu fomoe e decidimos pedir algo pra comer. Na verdade, Ramon que tomou a frente e resolveu. Por volta das três interfonaram, autorizei a entrega, vesti o calção pra receber e pouco depois estávamos comendo um lombo de bacalhau maravilhoso que ele pediu, bebendo um vinho verde delicioso que Ramon tinha colocado pra gelar. Tudo impecável como ele sabia fazer. Depois do almoço, nos deitamos juntos na rede e ficamos conversando, falando coisas das nossas vidas e, pela primeira vez, Ramon falou em futuro. Sobre como ele vê a nossa história. Ele convergia comigo sobre o desafio da nossa situação e propunha que a gente privilegiasse a busca de termos mais tempo de qualidade quando desse pra gente estar junto, que ele estava gostando muito da experiência de ter um amigo, um parceiro, alguém com quem ele podia estar junto e poder viver as coisas que ele estava vivendo comigo. Ramon falava ao meu ouvido com aquela voz grossa, quase sussurrando, e eu parecia estar escutando música. A conversa foi silenciando, ele me abraçou, me deu beijinhos na nuca e cochilamos por cerca de uma hora. Acordei suado, o sol já estava se pondo, me sentindo meio grudento e cutuquei Ramon pra ele acordar também porque eu queria me levantar. Fui mijar e aproveitei pra fazer dois nespressos, pra mim e pra ele, voltei com os cafés e ele abriu um sorriso feliz quando sentiu o cheiro de café. Como eu estava de pé, estendi a mão e ajudei ele a se levantar. Fomos pra hidromassagem, ficamos pelados e entramos na jacuzzi. Ramon falou que a visão do meu corpo o deixava de pau duro, pegando minha mão e botando em sua rola tesa. Fiz ele se levantar e se sentar na borda da banheira pra eu chupar aquela rola gostosa. Mamei aquele pau uns bons minutos até que Ramon pediu:

- Ahora soy yo.

Eu sentei e apreciei aquele macho gostoso mamando meu pau, usando de todos os toques e ensinamentos que lhe dei sobre como chupar uma rola e ele a cada dia se mostrava um discípulo mais dedicado. Ramon chupou meu pau com tanto tesão até que me perguntou:

- tienes creme?

Lubrificante não, só no quarto, mas ali tinha protetor solar e hidratante. Peguei o hidratante na bolsinha e ele lambuzou meu pau, passou um pouco em seu rabo e mandou eu me sentar, vindo por cima de mim. Alinhou meu pau no seu cuzinho, forçou suas pregas até a cabeça da minha rola entrar e quando entrou deu aquela paradinha, respirou e pouco a pouco foi sentando. Meu pau entrava com dificuldade em seu rabo apertado e seu rosto trazia uma certa expressão de dor. Perguntei se ele queria parar mas ele pediu pra botar mais creme. Fizemos isso e ele voltou a sentar na minha rola. Com jeitinho, meu pau foi entrando e se encaixando em suas pregas, até que foi tudo. Nesse momento, Ramon gesticulou pra descer para o degrau mais dentro da d’água e assim fizemos. Ficamos encaixados, meu pau todo dentro do seu cu, a água chacoalhando ao nosso redor. O barulho da hidro ligada nos impediu de perceber a chegada de alguém. Ramon já tinha relaxado e estava subindo e descendo na minha rola quando ouvimos a voz de Juan:

- Pai ???!!!

Viramos os dois e vimos Dan e Juan parados, com uma expressão de choque em seus rostos, mochilas largadas no chão, completamente aparvalhados vendo seus pais engatados, fodendo, dentro da jacuzzi. Durante o segundo mais longo da vida, ficamos os quatro se olhando, sem saber o que fazer, sem ter o que dizer, sem conseguir responder ao flagrante. Com todo direito de ser idiota, ainda com meu pau enfiado em Ramon, abri a porra da minha boca pra falar:

- Vocês não iam voltar amanhã?

Ramon virou pra mim e falou:

- No diga nadie, deixa comigo.

Eu assenti e ele continuou, com voz grave e aquele jeito de quem tá acostumado a dar ordens:

- Juan, hijo, é eso que estás vendo. Yo e Duda estamos juntos

A forma como ele falou foi tão categórica e, de certa forma esclarecedora, que apesar do caos emocional que tomou conta de mim, sobrou espaço para eu admirar a frieza e objetividade com ele decidiu lidar com a situação. Não negou, não pediu desculpas, não enrolou, assumiu com papo reto e pronto. Detalhe: meu pau ainda estava dentro dele, mas amolecendo e saiu pouco depois. Quando Ramon falou que estávamos juntos, Dan e Juan se aproximaram, temerosos, parecendo ter medo de chegar e ver de perto o que de longe já era tão gráfico. Com meu pau fora do seu rabo, Ramon girou o corpo e sentou-se ao meu lado na hidromassagem, se preparando para o festival de perguntas que certamente viria mas aquele homem, acostumado a mandar, não deixou que Juan se empoderasse diante da situação. Tomou a iniciativa de contar tudo para que Juan não se sentisse no direito de fazer qualquer tipo de cobrança. Eu estava perplexo com a lucidez e pragmatismo de Ramon. Após fazer um resumo da situação, ele começou falando do próprio desejo homossexual, depois do desastre que foi seu casamento e arrematou falando de nosso começo, o que aconteceu na trilha da cachoeira e de como aquele episódio foi o estopim de um envolvimento que nos levava até aquele momento. Depois de tudo isso, Ramon ainda teve sangue frio para ser estratégico:

- Hijo, Danzito, entrem na hidro, fiquem conosco acá, vamos conversar mejor asi, juntos…

Pela primeira vez vi Dan tímido com uma situação. Acho que o choque foi maior pra ele do que Juan, creiam, mas, mesmo assim, eles tiraram suas camisetas, suas bermudas e hesitaram em tirar suas cuecas quando Ramon falou:

- Estamos desnudos, niños…

Foi engraçado ver os dois encabulados de ficarem pelados na frente de Ramon mas, mesmo assim, um tanto desajeitadamente tiraram suas cuecas e entraram na hidro. Sentaram-se em frente a gente e Juan iniciou seu interrogatório:

- Pai, por que você não me falou nada?

- Hijo, tu no me dijiste nada sobre tu relación con Dan. Tu madre que descubrió…

Ramon 1 x 0 Juan…

Não ia ser fácil Juan tentar encurralar ou validar qualquer tipo de queixa contra seu pai. Aos poucos, a conversa fluiu e conseguimos estabelecer um diálogo íntimo. Juan foi saindo do estado de mágoa em que se encontrava, até que Dan, com seu jeito doidinho de sempre, largou das suas:

- Eu não tava preparado para ver meu pai namorando meu sogro, mas, quer saber, tô adorando…

Finalmente, a gente riu, Juan inclusive e nesse momento, Ramon puxou Juan pra junto dele e o abraçou. Aquele gesto abriu a comporta e Juan soltou o choro. Não havia dor ou raiva, apenas desabafo, talvez alívio e a gente respeitou o momento dos dois até que Ramon fez um gesto pra gente se aproximar. Envolvemos Juan num abraço e ficamos lhe fazendo carinho, até que seu choro foi se acalmando. Ainda sentado no colo do pai, Juan olhou pra mim e falou:

- Tio Duda, o senhor sabe que eu te amo, né?

- Claro que sei, meu amor. Você é como um filho pra mim!

- Ei, mas seu filho sou eu, viu?!

- você é meu amor maior, Danzinho, meu filhote que eu amo mais que tudo.

Nesse momento, Ramon me puxou pra ficar colado nele e disse:

- Te quiero mucho, cariño…

E me beijou, um beijo cheio de paixão, para mostrar aos nossos filhos que havia algo muito bom, bacana, importante, florescendo entre a gente. Só que a excitação pelo meu beijo fez seu pau ficar duro contra a bunda de seu filho e eu percebi isso pela expressão de tensão que foi tomando conta do rosto de Juan enquanto seu pai me beijava. Não era ciúme do nosso beijo, era outra coisa como ele mesmo declarou:

- Papi…

Ao apontar para baixo, Juan fez menção de se levantar mas Ramon o deteve:

- No es eso lo que querías. Duda me dice que quieres sentir mi polla, cabron…

Juan olhou pra mim com um misto de vergonha e raiva, mas eu nem liguei, sabia que o que estava para acontecer superaria rapidamente qualquer sentimento de traição por ter revelado ao pai o segredo contado por ele. Dan olhava fascinado e eu sabia que estava para acontecer algo épico. Ramon tirou Juan do seu colo, se levantou e ficou de pé, nu, a rola dura, gloriosa em sua grossura, apontando pra cara do filho. Juan olhava fascinado, sem saber o que fazer, acho que esperando a permissão do pai. Ele só não podia demorar muito porque Dan estava babando de tesão pela rola do sogro. Ramon deu o comando:

- Tocame, hijo.

Juan estendeu a mão trêmula e timidamente tocou a rola do pai. Ramon suspirou fundo e tremeu. Sua reação de prazer foi a permissão que Juan precisava para deixar a timidez e a hesitação de lado. Ele avançou e não se contentou em tocar, abriu a boca e engoliu a pica de Ramon como quem precisa daquilo para continuar vivendo. O pai se assustou com a voracidade e me olhou espantado. Procurei aliviar seu susto me colocando em pé ao seu lado e o beijando. Logo seus olhos arregalados suavizaram e se fecharam. Ele se permitiu sentir a umidade morna da boca do filho engolindo seu pau cheio de ansiedade em contraponto com meu beijo suave e amoroso. Só que o tesão tomou conta e ele passou a me beijar com uma vontade correspondente ao furor com que Juan lhe chupava. Dan, que não é bobo, logo se ajoelhou aos meus pés e passou a me chupar também. Olhei para baixo e vi uma cena incrível de absurda e tesuda. Os dois filhos de joelhos mamando seus pais. Ramon seguiu meu olhar, ficou mirando por uns bons segundos e se voltou pra mim, dizendo antes de voltar a me beijar:

- que putitos nuestros hijos… que putitos

Ficamos nos beijando, Ramon mantinha uma mão acariciando os cabelos de Juan enquanto a outra passeava pelas minhas costas, indo dos meus ombros ao meu cuzinho que ele acariciava, me dando a promessa de que eu ia levar pica dele em algum momento. Eu mimetizei seus gestos e fiz o mesmo com Dan que, muito safado, foi além e estendeu a mão, passando a acariciar o saco de Ramon. Juan entendeu antes de nós o que Dan queria e puxou ligeiramente o pau do pai para ficar próximo do meu. Quando as cabeças das nossas rolas se tocaram, os dois putitos começaram a se beijar com nossas rolas no meio. Ramon estava ficando louco de tesão:

- ah cabrones, que rico… me voy a morrir…

Se, como o ditado diz, café pequeno é bobagem, nossos filhos resolveram logo servir um bule. Dan e Juan trocaram de posição e agora estávamos sendo chupados pelos filhos trocados. Ramon ficou extasiado com a visão de Dan engolindo seu pau inteiro, na hora pensei que ele estava deduzindo que garganta profunda era ensinado em minha casa, mas o que deixou ele ainda mais alucinado foi ver seu filho mamando com tanto tesão a rola do seu “cariño”. Ele acariciou os cabelos de Juan endossando o prazer que seu filho estava me proporcionando. Juan passava a língua no meu saco, lambia minhas bolas e voltava a engolir meu pau com uma gula adorável. Dan fazia igual em Ramon que olhou pra mim e sussurrou que estava a um passo de gozar. Foi aí que eu mandei nossos filhos trocarem de lugar de novo, dizendo que cada um tinha que tomar primeiro o leite do pai. O olhar de Juan brilhou quando eu mencionei isso e rapidinho ele voltou pra frente de Ramon enquanto Dan abocanhava meu pau com todo o amor e tesão que meu filhote sente por mim. Não se passou um minuto quando Ramon anunciou:

- toma, hijo, toma mi leche Juanito…

Juan abriu a boca e estendeu a língua que foi, jato por jato, ficando coberta pela cremosidade branca da porra de Ramon. A visão de sua rola jorrando porra na boca do filho foi o meu ponto sem retorno. Disparei a gozar na boca de Dan que tentou engolir o máximo que deu mas terminou vazando. Quando terminei de gozar, Dan se atracou com Juan num beijo, nossos filhos estavam saboreando as porras de seus pais se beijando e logo gozaram dentro da hidro, trocando punheta. Eu e Ramon abraçados, suados, com as pernas trêmulas, assistíamos e nos beijávamos vendo nossos filhos felizes e alimentados…

Quando a saciedade tomou conta de todos, Juan falou se desculpando:

- tio, a gente gozou dentro d’água

- não tem problema Juan, a filtragem está ligada…

Mesmo assim, a gente preferiu sair da hidro e se jogar na piscina, a gente precisava de um bom mergulho na imensidão de água para nos refrescar. Espontaneamente, nos reagrupamos em casais e ficamos os quatro, abraçados, conversando. Mais relaxados após a gente ter transado, a conversa foi bem mais apimentada e divertida, mas eu percebi que Ramon ainda ficava desconfortável quando a conversa chegava em detalhes mais íntimos. Só que ele procurava disfarçar e relaxar, afinal era parte do aprendizado dele.

Passava das sete da noite quando propus que a gente saísse da piscina e fosse tomar banho, botar uma roupa e sair pra comer. Nossos filhos adoraram. Ramon fez aquela cara de “não sei se essa é uma boa ideia!” mas foi convencido rapidinho pelo nosso entusiasmo. Com dois pós-adolescentes de paladar infantil, a primeira sugestão foi pizza ou sushi mas Ramon insistiu que a gente deveria procurar algo mais elaborado, um jantar mais gostoso, num ambiente mais elaborado e nos levou num bistrô francês na Varjota. Eu adorei, os rapazes fizeram aquela cara de cu de que não iriam gostar mas tomaram uma bela lição: o entrecôte de filé com fritas que Ramon pediu pra eles estavam, comeram de querer lamber o prato. Durante o jantar, a conversa seguiu intima e afetuosa, até planos de viagens “pais&filhos” rolou.

Quando chegamos em casa, por um breve momento, teve a dúvida do “e agora?!” quanto ao iria rolar e Ramon mais uma vez me surpreendeu com sua objetividade pragmática ao extremo, ele não era de deixar espaço para dúvidas:

- Vamos terminar lo que empezamos en la piscina, pero, chicos, recuerdem que esta no será nuestra nueva rutina. Solo serán momentos especiales.

Confesso que gostei da delimitação que ele propunha. Dan e Juan teriam a vida deles e a gente a nossa e, eventualmente, mas no sentido de situações especiais, poderíamos curtir os quatro, mas não como hábito e sim como uma excepcionalidade. Depois de tantas surubas e putarias, a ideia de separar os mundos e deixar que o cotidiano criasse uma rotina de casal, mais íntima e amorosa me trazia um sentimento bom. Tomado pelo sentido prático de Ramon, sugeri a gente ir pro quarto de hospedes, assim a gente podia foder à vontade, bagunçar bastante que nossos quartos estariam limpos e organizados na hora de dormir.

Os três foram pro quarto enquanto eu ia na minha suíte pegar o lubrificante. Eles não perderam tempo, quando entrei a visão do que já estava rolando me deixou de pau duro imediatamente, Ramon estava sentado na cama, só de cueca, enquanto Dan e Juan estavam em pé, em frente a ele, lhes dando suas rolas para “mi cariño” chupar. A surpresa é que foi ele que pediu pra começar assim. Juan estava em êxtase, se beijando com Dan enquanto seu pai se esmerava em mamar as duas rolas. Rapidinho, tirei minha roupa, botei o lub na mesa de cabeceira e sentei ao lado de Ramon para me juntar a ele na tarefa “pais chupam os filhos”. A gente chupava os dois putitos, alternando entre um e outro e se beijando entre as mamadas, até que eles disseram que era a hora deles. Ambos se ajoelharam entre nossas coxas e começaram a nos chupar. Era curioso ver as pequenas diferenças de ritmo, velocidade, jeito, pegada que havia no modo como Dan e Juan chupava uma rola. Dan era mais elaborado, variava mais mas tinha mais voracidade, ele sempre buscava engolir o máximo de rola que sua boca conseguisse aguentar. Juan era mais simples, tinha uma delicadeza que proporcionava sensações incríveis ainda que vez em quando atacasse nossos paus com uma fome desesperada.

Subimos na cama para nos acomodar melhor e espontaneamente formamos uma ciranda de chupada, eu chupava Ramon, que chupava Dan, que chupava Juan que me chupava. Depois trocamos e quando Ramon começou a me chupar, logo passou a língua no meu cu, o que eu passei a fazer em Juan. Boquetes e cunetes nos conduziram com a mesma naturalidade ao estágio desejado por todos ali: meter e Ramon, sempre surpreendendo, me fez um pedido quase insólito: ele queria me ver comendo o filho dele! Juan ficou subitamente encabulado, o rosto ficou vermelho, foi engraçado até mas Dan, que de tímido não tinha nada, já foi pegando o tubo de lubrificante e aplicando no rabo de Juan e depois na minha rola. Mandei Juan se deitar de costas, queria meter nele de frango assado pra poder beijar meu genro metendo nele da frente de seu pai. Se ele queria ver a putaria escancarada, ele ia ter ela completa.

Chamei Ramon e lhe ordenei:

- Chupa meu pau, deixa ele bem lambuzado pra eu meter no cu do teu filho.

Ele me deu um olhar entre o susto e o fascínio mas obedeceu porque eu também sabia mandar e no jogo que a gente estava fazendo ali, me cabia assumir esse papel.

- Agora, chupa o culito de tu hijo, cariño.

Falar com ele em portunhol deixou Ramon ainda mais siderado. Ele não só chupou como meter os dedos lambuzados de saliva pra lubrificar a alargar o cuzinho do seu filho. Até que encostei a cabeça da pica nas pregas de Juan e comecei a meter. Meu genrinho gemeu alto e logo foi beijado por Dan que tentava consolar e ajudar o namorado a aguentar minha pirocona. Ramon, que tinha ficado quase debruçado sobre Juan para ver tudo de perto, não resistiu e começou a mamar a pica do próprio filho enquanto eu começava a socar meu pau naquele cuzinho moreno. Dediquei uns bons cinco minutos de pirocada aquele cu, até que parei de meter, tirei a rola brilhando de dentro dele e falei pra Dan:

- sobe em cima de Juan, fica de 4, dá teu pau pra ele chupar enquanto você chupa ele.

Ramon me olhava tentando entender qual seria a dinâmica agora. Gesticulei pra ele ficar onde eu estava enquanto eu ia para trás de Dan. Senti uma certa insegurança em Ramon, ele estava prester a meter rola do cu do próprio filho e parecia precisar de uma dose extra de coragem para fazer o que desejava mas temia e isso veio na ordem seca e reta que eu dei:

- Mete!

Ele encaixou seu pau e, enquanto seu pau grosso afundava naquele cu alargado, deu um gemido alto de puro tesão. Aquele rabo estava calibrado para levar pica, afinal eu tinha acabado de meter gostoso em Juan. Dan, mais acostumado ao meu dote, recebeu meu pau sem solavanco, simples parou, abertinho, esperando a rola entrar e depois começou a rebolar um pouco enquanto eu socava pica nele. Ficamos nessa meteção, Ramon olhando pra mim fascinado:

- cariño, que rico…

Puxei seu rosto e nos beijamos enquanto acelerávamos a meteção de rola no cu dos nossos filhos. Sem demora sentir o cuzinho de Dan piscando. Meu filhote amado tava gozando no meu pau dando leite na boca de seu namorado. A gozada de Dan levou Juan a gozar pouco depois e quando o cuzinho de Juan pulsou no pau de Ramon foi a vez dele leitar o rabo do filho. Depois que os três gozaram, tirei meu pau da bunda de Dan, limpei numa cueca que tava em cima da cama e meti na boca de Juan, ia dar leitinho de macho pra meu genrinho. Mais um minutinho e senti aquele comichão gostoso, anunciando:

- vou gozar, porra!

Dan e Ramon que tinham desabado nos dois lados de Juan, vieram se juntar a meu genro e dei mamadeira de pica pro três. Como eu jorro muita porra, deu pra alimentar os três safados, ainda que Juan tenho recebido a maior parte que são os primeiros jatos. Desabei na cama, tranzendo Dan que tinha sido o último contemplado para junto de mim. Juan procurou o pai e se aninhou nele. Ficamos pais e filhos abraçados, respirando o ar cheirando a rola e cu que impregnava o quarto. Depois de um tempo relaxando, peguei a mão de Ramon e chamei:´

- vamos, cariño, banhar…

Ele deu um beijinho em Juan, outro em Dan, se levantou e veio comigo. Meu filho maravilhoso como sempre falou:

- Pai, deixa que a gente dá uma geral aqui.

Fomos pro meu quarto, tomamos banho juntos, em silêncio, respeitei o tempo que Ramon precisava para elaborar o que tinha acabado de acontecer, até que já deitados, abraçados, ele finalmente falou:

- Nunca imaginé que esto pudiera pasar. Fue lo más radical que he hecho en mi vida y, sabes qué?, estoy muy feliz. Creo que superé uno de los mayores tabús que podría tener. Gracias, cariño, por darme la confianza para ser la persona que puedo ser.

Nos beijamos longamente, nossos paus ficaram duros mas decidimos guardar o tesão e dormir, afinal ainda tínhamos um domingo inteiro pela frente… com dois filhos bem putinhos esperando atenção e pica dos pais.

DOIS MESES DEPOIS

Março demeses se passaram desde que Ramon e eu começamos a ficar. Minha vida está mudando muito, as vezes numa intensidade e ritmo que me assusta embora a coisa que ele mais passa pra mim é segurança. De janeiro para cá, estivemos cada vez mais juntos. Algumas vezes tendo a companhia de nossos filhos na cama mas, como Ramon deixou muito claro, não somos um quadrisal. Somos dois casais que eventualmente vão para a cama juntos. Então a frequência de nossa surubinha familiar é certamente menos do que nossos hijos, como ele chama, gostaria, mas, por outro lado, ter dado limite estabeleceu um sentido de autoridade importante. Eles são e serão nossos filhos, portanto temos uma posição, um lugar de autoridade, de autor da idade de nossos filhos que não pode nem deve deixar de existir.

Estou me preparando para contar a Patty. O namoro dela com Túlio está firme e até já andam falando em morar juntos. O fato dela estar feliz com ele me dá a esperança, quase segurança, que ela vai acolher e aceitar meu relacionamento com Ramon sem fazer tempestade em copo d’água. Enfim, vou contar, preciso contar, porque ela é minha melhor amiga, meu porto seguro para tantas coisas e mãe do filho que eu adotei como meu. Somos parceiros e sempre seremos.

Falando em morar juntos, outro dia, de modo sutil, Ramón comentou que uma hora a gente vai cansar de ficar indo dormir um na casa do outro, então vamos sentir a necessidade de viver debaixo do mesmo teto. Eu ouvi e nada disse. Ainda não me sinto preparado para dar esse passo, mesmo depois dele ter falado com o filho mais velho sobre nós. Foi uma conversa inicialmente tensa, um pouco antes do carnaval, ele chamou o filho pra conversar e contou tudo, claro que dentro de certos limites, mas situou o filho que eu e ele estamos nos relacionando. Manolo tomou um susto com a revelação do pai, mas Ramon disse que após expressar apenas surpresa, ele reagiu bem. Disse que o mais importante é ver o pai feliz e tá tudo certo. Que foi uma coisa que ele nunca imaginou, mas isso não importa etc. e tal.

Na primeira vez que estivemos juntos após ele saber, foi curioso ver como ele estava especialmente atento a qualquer detalhe, analisando tudo o tempo todo. Juan acha que seu irmão aceitou sem resistência porque é tão pragmático quanto o pai. Para se manter em primeiro lugar na linha sucessória, ele precisa continuar sendo o preferido de Ramon e qualquer coisa que ele fizer que deixe o pai chateado, colocaria sua posição em risco. Guga é da mesma opinião de Juan, mas gosta de Manolo pelo pouco que conviveu. Ele também foi aluno de Guga, no mesmo colégio que Juan estudou e meu irmão ensinava e ele acha que meu enteado é um rapaz bacana. Falando em meu irmão, teve um dia lá em casa que eu e Ramon recebemos ele e Pedro. Um jantarzinho em família, despretensioso, nada de especial, mas num dado momento, as brincadeiras de duplo sentido, maliciosas, sugestivas, vindo sobretudo de Guga, criou um clima de tensão erótica que nps levou a transar os quatro. Na verdade, rolou uma troca de casais, onde eu e Ramon alternamos entre Pedro e Guga. Meu irmão gozou gostoso dando pro meu parceiro e a pontada de ciúmes que senti se diluiu no tesão que eu tava pela vontade de estar no meio dos dois. Pedro me deu seu cuzinho com tanto tesão que leitei meu cunhadinho com gosto. Dias depois Guga ligou e ficamos na resenha, ele feliz por me ver feliz ao lado de um cara bacana.

Percebo que Ramon está cada vez mais confortável com nossa relação, inclusive em público. Já não nos “escondemos”, temos aparecido juntos em público e ele age tranquilo, não andamos de mãos dadas nem nos abraçando toda hora, mas um gesto ou outro aqui e acolá pode sugerir a quem nos vê, juntos, que temos uma conexão. No carnaval viajamos juntos. Ele queria visitar Inhotim e fomos para BH. Longe de Fortaleza ele arrisca mais, me toca, põe a mão na minha cintura me direcionando para irmos a algum lugar. Ainda que a gente estivesse na contramão da folia, um dia teve um bloco perto do hotel onde estávamos e ele me chamou pra dar uma olhada. Fomos, ficamos a uma distância segura da multidão, rindo das fantasias, contagiados pela alegria da folia e quando o trio se aproximou da gente, veio a multidão e não deu tempo da sair do local. Então, ele me abraçou por trás, me protegendo e mesmo depois que a confusão diminuiu, ele manteve o abraço mais um pouco, até que deu um cheiro em meu cangote e me chamou de volta pro hotel. Claro que o retorno à segurança do hotel tinha um objetivo claro e não era segurança. Ele queria foder e tão logo entramos no quarto, arrancamos nossas roupas, nos beijamos, nos chupamos, Ramon lambeu meu cuzinho, meteu rola, me comeu gostoso e, como ele tem feito de vez em quando, numa frequência crescente, depois de me comer um bocado, tirou seu pau do meu rabo, virou a bunda pra mim e esperou que eu lhe comesse. Ele está cada vez mais acostumado a dar o cuzinho, ainda reclama do tamanho e da grossura do meu pau, mas confessou outro dia que quando está longe de mim e pensa no meu pau, fica com tesão, sua pica endurece, da mesma forma que quando penso nele, no seu pau arregaçando meu rabo ou no seu cuzinho envolvendo minha chibata eu morro de tesão.

Outro dia, eu tava em casa, Ramon tinha viajado para São Paulo a trabalho, viagem de negócios, coisa rápida e eu tava de bobeira no meu quarto, depois de falar com ele no hotel, o tesão bateu forte e eu ia tirando a roupa quando Dan chegou. Juan tinha acabado de deixá-lo em casa, após terem ido a praia e na volta passaram na sauna, foderam, gozaram e meu filhote chegou, viu a luz acesa do meu quarto e veio me falar comigo. Quando Dan viu minha rola inchada na cueca, não se conteve e eu também não reagi, deixei ele me tocar, tirar meu pau e começar a me chupar. Catei sua bundinha e quando toquei suas preguinhas, vi que tava melado, caí de boca, senti o gosto de porra em seu rabo, ele revelou que Juan tinha leitado ele enquanto Dan mamava um cara na sauna, puxei meu filhote pra cima de mim, botei ele pra sentar na minha caceta. Senti a delícia do cuzinho meladinho e quentinho de porra envolvendo meu pau, desfrutando da sensação incrível de ver meu filho cavalgando a rola do seu pai. Eu ali deitado, minha pica dura toda enfiada no cu do meu filhote, ele rebolando, cavalgando, se esbaldando na manjuba do pai e eu pensando que, quase quatro anos após a primeira vez, eu estava ali, com meu filho. Dando e sentindo prazer. Feliz com o relacionamento que eu tava mantendo com o pai do namorado dele. Feliz com as muitas mudanças que minha vida teve por causa dele, por tudo isso eu também era seu macho, seu homem. Não importa que a gente namorasse outros homens, que nossos afetos alcançassem outros corações de forma tão poderosa. O essencial também estava ali, na comunhão entre meu corpo e o dele, na conexão de prazer, de sexo, de luxúria, de tesão que havia entre mim e ele. Nunca deixarei de ser pai dele, do mesmo modo que nunca deixarei de ser outras coisas. Por tudo isso, eu poderia dizer que, em relação a Dan, não basta ser pai.

E foi por isso que como pai, macho, amante, o caralho a quatro, naquele exato momento eu segurei o quadril de meu filho colado no meu ventre e meu pau jorrou porra gostosa, quentinha, farta, leitando seu cuzinho com todo meu tesão, o mesmo tesão que fez ele explodir e lavar meu peito com sua gala. Dan deitou sobre mim, procurou minha boca, me beijou e disse:

- te amo, pai.

- te amo, filho

FIM

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 50Seguidores: 226Seguindo: 127Mensagem Um cara maduro, de bem com a vida, que gosta muito de literatura erótica e já viu e viveu muita coisa para dividir com o mundo.

Comentários

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Final maravilhoso, inesperado ame, achei lindo que você terminou com a história como começou o Dan e o Duda em uma noite só com eles dois.😭😭😭

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Show. Lindo final feliz. Senti falta de Otávio que ficou meio esquecido. Parabéns, adorei.

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