Sempre Haverá Paris

Da série Aventuras
Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 3313 palavras
Data: 24/01/2026 16:32:30

Cheguei em Paris logo após o Réveillon, passado em Portugal. Essas férias, longas, foram dedicadas ao lazer e ao prazer, no frio do jeito que eu gosto. Quando cheguei ainda estava muito frio, Paris tinha nevado nos dias anteriores e alguns vestígios do discreto manto branco ainda se viam aqui e acolá, mas logo o sol desfez deixando só a temperatura gelada como registro de que estamos em janeiro, em pleno inverno europeu.

Os primeiros dias foram de programação cultural e gastronômica. Museus, exposições, lugares históricos mas evitando os locais óbvios e lotados de turistas chatos fazendo self ao invés de desfrutar as belezas da cidade mais linda do mundo, mas depois de três dias de arte, cultura e lazer, o prazer veio me lembrar que ele também era parte da proposta. Entrei no app de pegação, conversei com alguns carinhas mas, como sempre, tudo muito enrolado e cheio de lero lero. Não importa o lugar do mundo, viado enrolado tem em todos os lugares.

Decidi então partir pra objetividade: ir numa sauna e Paris tem algumas ótimas. Num primeiro momento pensei em ir na Eros, mais voltada para os maduros como eu, mas escolhi ir na IDM porque vai gente de todas as idades, é menos nicho e mais putaria mesmo. Preparei meu kit sauna (sachês de lubrificantes e camisinhas, levo as minhas porque uso extra larga e as que distribuem lá convencionais, um tanto apertadas para quem tem o pau mais grosso como eu). Peguei o metrô, fiz troca de linha na estação Republique e após alguns minutos descia na Grands Boulevards pertinho da sauna.

Cheguei, entrei, passei pelo caixa, peguei a ridícula toalha minúscula que eles dão (quase uma toalha de rosto) e fui para o vestiário me trocar. Lá, como sempre, rolam as trocas de olhares, as manjadas de rola, alguns carinhas focaram no tamanho do meu pau mas, como sou um coroa, os mais novinhos as vezes ficam com vergonha de admitir que estão a fim de cair na pica, fazem cena em público pra depois te caçar nos escurinhos pedindo rola.

Tomei uma chuveirada rápida de água morninha e entrei primeiro na sauna seca. Alguns caras sentados, todos com aquele ar blasé como se não estivessem ali a procura de foder e ser fodido. Sempre achei esse fenômeno curioso, a dissimulação do interesse… mas tem gente que gosta de viver na encolha, no disfarce, sente vergonha do que é e sente… Me sentei e fiquei curtindo aquela quentura boa depois de vários dias de frio intenso. Eis que entra um cara dos trinta e poucos anos, oriental, corpo liso, cabelos curtos espetados, corpo normal. Quando ele viu meu cacho, já deu aquela olhada esfomeada. Abri as pernas ligeiramente indicando que sua boca era bem-vinda. Como eu, ele também não era de fazer firulas. Sentou-se entre minhas pernas, olhou em volta como avaliando o entorno, girou o corpo e começou a cheirar meu saco e meu pau que rapidinho começou a crescer.

Uma cheirada no saco e no pau tem um efeito erótico poderoso sobre mim, demonstra uma admiração, um desejo que excita muito quem está sendo cheirado e meu cheiro aquela altura era de limpeza, banho tomado, sabonete líquido, mas isso não desanimou o japinha. Ele deu uma canfungada mais demorada e começou a dar lambidas. Os caras em volta começaram a ficar ouriçados e discretamente passaram a tocar nas suas rolas enquanto assistiam o Jaspion lamber meu saco delicadamente. Eu só gemia baixinho e dizia putarias que nem ele nem ninguém ali entenderia, afinal estava falando em Português numa sauna parisiense para um oriental cuja etnia eu ainda não sabia ao certo:

- vai gostoso, chupa minha piroca, putinho…

O japa podia não entender português mas tinha intuição pra safadeza e percebeu pela melodia que meu pedido safado era que ele abocanhasse logo minha rola e assim ele fez. Abriu seus lábios finos e foi devorando com aquela boca morna e gulosa tudo que conseguiu engolir. O safado chegou perto de encostar o nariz nos meus pentelhos aparados. Olhou pra mim com os olhos chegando a lacrimejar como se tivesse dizendo:

- senhor, esse é o tanto de sua rola que eu consigo engolir…

Só que o putão ali era eu, olhei bem nos olhos dele, sustentei a submissão que ele me oferecia e pus a mão na sua nuca, puxando sua boca na direção do meu púbis, botando ele pra engolir o restinho que não conseguiu, literalmente sufocando ele por breves segundos com rola entalada até a goela. Quando soltei ele botou meu pau pra braço, respirando com dificuldade, enquanto um fio de saliva ligava minha pica aos seus lábios. E ele era putão também, ao invés de se afastar chateado, o sacana aparou o fio de cuspe com a mão, esfregou na cabeça da minha chibata e voltou a engolir meu pau, dessa vez fazendo um boquete ritmado, a boca indo e vindo como um pistom de motor, envolvendo minha pica com seus lábios e língua, fazendo da cavidade bucal um orifício prazeroso.

Naturalmente, ele foi se forçando a mais, e, após algumas tentativas, ele conseguiu engolir a rola inteira. Pra isso, ele abriu bem a boca, engolindo meu pau até o talo e ainda se deu ao luxo de passar a língua por baixo, acariciando meu saco, deixando ele bem babado, usando as mãos para espalhar a saliva que sua boca despejava em meus ovos. O cara era tão putão que aproveitou os dedos melados e foi fazer carícia em meu cuzinho. Lambuzou minhas pregas e ficou rodeando o dedo no meu rabo enquanto voltava a me chupar.

Meu cacete tava ficando cada vez mais teso, se eu vacilasse, aquele oriental descarado ia me fazer gozar com menos de meia hora de sauna. Por isso, segurei a cabeça dele pelas têmporas e fiquei ditando o ritmo da mamada. Nesse momento, entrou um cara maduro, alguma coisa entre os 45 e os 50 anos, tipo árabe, peludo, moreno, pau curto e grosso e não ficou de vacilo como aqueles branquelos que só olhavam sem escancarar que tavam tudo com vontade de bater punheta pro showzinho que eu e o japa estávamos dando. Ele chegou junto, estendeu a mão e acariciou meu saco, fez algum comentário em francês com um sotaque difícil de entender e retribuí dando uma patolada naquela linguiça morena grossa. Parecia um paio de feijoada e tinha a cabeça púrpura, grande, parecia uma ameixa. Ele sacou meu olhar desejoso, subiu no banco e ficou em pé ao meu lado pra eu mamar aquela rola gostosa.

O cheiro não tava muito agradável mas a rola valia largar o escrúpulo de largo e cair de boca. Engoli o pau do tunisiano (depois vim a saber de onde ele era), e mamei gostoso enquanto o japinha continuava devorando minha rola. Ficamos um par de minutos nesse engate quando o árabe se curvou e começou a acariciar as costas do japa, descendo a mão na direção do seu cuzinho. O Japa não botou dificuldade, se deixou tocar e ainda abriu mais as pernas se oferecendo. O árabe molhou os dedos com saliva de sua própria boca e passou a dedilhar o furico do japinha, até que me deu um toquinho pra tirar o pau da minha boca, desceu do banco e foi pra trás do japa meter rola.

O cara era dos meus, um comedor de cu nato. Encaixou o pau na olhota do oriental, fez pressão e esperou as pregas cederem. Aos poucos o rabinho do japa foi se abrindo e o tunisiano foi afundando sua caceta dentro do cu do outro, que seguia me chupando mas dando umas paradinhas pra gemer, de tesão e de dor, afinal uma rola grossa daquelas não entra num cu impunemente. E a dele entrou até o talo e lá dentro ficou paradinha, num gesto de cavalheirismo fodedor. O árabe deu um tempo pro japa se acostumar com a enfiada de pica no cu. Coisa de um minuto ou dois, logo o japa deu um remelexo no quadril e o árabe entendeu que tava liberado pra socar. E que surra de rola ele deu no japinha. Catou o oriental pelo quadril e começou a meter e tirar, com socadas fortes e ritmadas. O japa meio que largou meu pau pra se dedicar a enrabada. Eu que segurei sua cabeça e segui esfregando meu pau em sua cara, sua boca, nos olhos, nariz, mas ele tava mesmo era fissurado na pirocada que tava levando. Gemia parecendo um bichinho acuado, um gemido meio fino que o árabe entendia como elogio porque passou a acelerar ainda mais a metida. Levantei e fique em pé do lado dele, vendo aquele pau entrar e sair do cu do outro. Ele segurou meu pau, ficou me punhetando e sinalizou com o gesto se eu queria tomar o lugar dele, mas eu gesticulei que não, queria só ver. Então ele me puxou para um beijo enquanto continuava socando pica no cu do japa. O árabe deu tanto aperto no meu pau que resolvi testar o tesão dele indo para trás do macho e roçando meu corpo e minha rola em suas costas.

Quando abri seu rego, ele deu travada, senti que ali, na frente dos outros, talvez ele não se permitisse ser fodido, numa cabine quem sabe… mas como a parada tava rolando era ali, então sustentei a carcada de rola no seu rego e deixei meu pau lá, duro, dando pressão no cuzinho trancado dele e passei a acariciar sua barriga, seu troco peludo, dando beijinho em sua nuca, seus ombros e puxando sua cabeça pra trás pra beijar sua boca. Ele tinha um hálito doce, felizmente (as bocas dos europeus não costumam ser muito agradáveis, muitos porque fumam e outros porque não tem uma boa saúde dental), mas ele era bem ok, lábios cheios, macios, uma língua voluptuosa. Um beijo que deu liga e a liga foi tão boa que no vai e vem dele comendo o cu do japa eu percebi ele empurrando o rabo pra trás, abrindo espaço pra cabeça do meu pau se encaixar ainda mais em suas pregas. Tava com cara que eu ia faturar aquele cuzinho de macho mas o tesão que deu nele sentindo minha rola começando a invadir seu rabo foi tamanho que em menos de um minuto vi ele suspirar mais alto, prender o japa pela bunda e atochar o pau todo lá dentro. A cabeça da minha pica, toda alojada em seu esfíncter, recebeu as piscadas que seu cuzinho tava dando enquanto ele gozava.

Quando ele terminou de leitar o rabo do japa, foi tirando o pau de dentro do japinha e este, ao sair da posição curvada em que estava, mostrou que tinha gozado também, tava com a mão e a pica labuzada de porra. Tirei cuidadosamente a cabeça da pica alojada do rabo do tunisiano e ele virou-se para me beijar. O japa ficou nos olhando como se dissesse: não vão me chamar pra esse beijo, não, seus putos, então puxei ele e dei uma bitoca, ato repetido pelo árave. Saímos os três da sauna seca e fomos tomar banho. O japonês perguntou se eu falava inglês, respondi que sim e só então conversamos um pouco. Quando soube que eu era brasileiro, abriu um sorriso e disse que somos os homens mais quentes do mundo, que já esteve no Brasil uma vez, visitou Rio, Foz e Manaus, acho a Floresta Amazônica fascinante mas calor demais e que não esquece um carioca que ele conheceu numa sauna no Catete. O tunisiano me disse em francês carregado que só falava francês e árabe, expliquei isso ao Japa e fiquei meio que fazendo a tradução simultânea entre os dois. O japa decidiu ir no bar beber algo enquanto eu e o árabe fomos para a jacuzzi. Lá continuamos a conversar em francês e ele, claramente esperou ficarmos a sós (quando entramos tinha mais 3 caras dentro), para voltar a falar de sexo, de como tinha sido gostoso o que fizemos na sauna e do tesão que ele sentiu quando meu pau começou a entrar nele. Lembrou de seu tio que foi seu primeiro homem, que lhe ensinou as artes da putaria gay ainda na Tunísia, quando ele ia de ferias ver os avós (ele já tinha nascido na França, em Marselha). Contou um pouco das experiências que teve, brincadeiras com primos com os quais procurava reproduzir as coisas que o tio lhe ensinava até que a pressão familiar o levou a ter medo de continuar fazendo, e aí seguiu o caminho tradicional no qual seus pais arrumaram uma noiva, ele casou e teve filhos. Só que ele nunca esqueceu do que realmente lhe dava tesão e numa viagem de trabalho, depois de anos casado, o colega o seduziu, eles transaram, ele lhe falou das saunas e desde então quando viaja ou está com muita vontade, procura esses lugares pra se aliviar.

O efeito do seu relato, mesmo em língua estrangeira, me excitou muito e eu mostrei meu pau duro que ele logo segurou e começou a punhetar. Uma punheta forte, segurando at+e com força demais e que me fez pedir pra ele ir mais suave:

- doucement, Nagib, doucement…

Ele diminuiu a força e passou a fazer uma coisa mais carícia, mais sensual, mais gostosa, mas não largava minha rola e, por isso, me atrevi a perguntar se ele não queria sentir meu pau completo dentro dele mas ele logo rechaçou_

- mais non, monsieur, non, pas possible…

Ele falou que tinha medo, que só tinha feito isso com seu tio, etc… e eu não tava no speed de convencer ninguém, fiz o convite, não rolou, vida que segue… curiosamente, ele me disse que, se eu quisesse, a gente podia ir pra um lugar mais discreto que ele me chupava. Retruquei que tava a fim de curtir um pouco a sauna a vapor e nos separamos. Ele entendeu que eu queria algo a mais e nos despedimos com um simpático “à bientôt!”, que é tipo até já…

Entrei na sauna à vapor e estava bastante movimentada. Gente se agarrando, uns caras sentados chupando outros que estavam de pé ou sendo chupados por outros que estavam ajoelhados entre suas pernas, em resumo, putaria em alta voltagem e, talvez pelo vapor, os caras não tava fazendo linha como na sauna seca. Abriu um espaço em uma bancada de azulejo e me sentei. Ao meu lado, um magrelo do pauzão dava de mamar e um coroa gordinho ajoelhado entre suas coxas. Do outro lado, um casal se agarrando, se beijando e se bolinando. Assim se passaram alguns minutos até que o casal levantou e saiu. Um cara que tinha entrado a pouco tempo veio e se sentou, rolou aquela troca de olhares, ele começou a pegar no pau dele, eu já tava tocando no meu, mantendo a rola meia bomba, quando um jovem veio em nossa direção e começou a pegar no pau do cara. Eles trocaram de posição, o rapaz mais novo sentou do meu lado e começou a chupar o cara que ficava me encarando enquanto era mamado. O chupador não se fez de rogado e catou minha rola, ficando visivelmente surpreso com a grossura de rola que encontrou. Deu um puxão no meu pau pra eu ficar de pé também pra chupar nós dois.

Assim eu fiz e o carinha chupava até melhor que o japa, sabia variar na pressão, na pegada, na forma de mamar, de engolir. O cara manjava dos paranauê do boquete e se fartava chupava minha rola e a do cara que era bem normal. Apesar da gente estar lado a lado, não rolou uma interação maior. Ele não procurou contato e aprendi viajando pro estrangeiro que gringo é muito ligado em questão de espaço, então não invada a porra dele se ele não te der algum sinal. So que o carinha tava a fim de tomar no cu, então depois de nos chupar por uns minutos, ele se levantou, empinou a raba e apoiou os braços na parede a frente. O cara encaixou o pau e meteu, deu umas socadas meio rápidas e em menos de 2 minutos, tirou o pau e gozou nas costas do carinha, saindo em seguida com o pau pingando porra. Que cara estranho.

Fui para trás do moço, aprumei a rola e fui metendo. Que cuzinho quentinho e aveludado. Nossa, se abria pra minha rola de uma forma tão gostosa. Era um cu experimentado mas nem por isso menos tesudo. Até porque o cara parecia muito gostosinho. Quando meu saco bateu fundo nele, o puto conferiu passando a mão. Comecei a meter e ele a verbalizar em bom francês o tesão que tava sentindo, que meu pau grosso tava arregaçando ele e mais algumas coisas que eu não consegui entender, mas nosso entorno entendeu bem porque junto gente, e foi um tal de mãos nos alisando, nos pegando, tava cara que se ajoelhou e se meteu embaixo da gente pra chupar o carinha que eu tava comendo e, de quebrar, passar a língua no meu saco. Tava gostoso demais mas eu comecei a cansar. Então, tirei meu pau do rabo dele, me sentei e fiz ele se sentar na minha rola pra me cavalgar, com isso ele podia chupar quantas rolar quisesse, algumas até dividiu comigo… a putaria foi numa crescente e aí a coisa pegou fogo de vez. Teve cara gozando e jogando porra em cima da gente, teve cara gozando na boca dele, até que eu suspendi ele, voltando a ficar de pé pra macetar aquele cu guloso até que minha porra veio e foi toda pra dentro do rabinho dele.

Quando eu tava terminando de leitar, ele acelerou sua punheta e gozou também, ainda senti esse plus dos espasmos do cuzinho do Benoît no meu pau, quando eu dava as últimas jatadas de porra no rabo dele. Ergui o corpo dele, ajudei ele a ficar de pé e o mantive abraçado a mim, meu pau ainda enfiado naquele cu delicioso, enquanto nos beijávamos e nossa respiração voltava ao normal. O bolo em volta da gente tinha se desfeito e saímos juntos pro chuveiro. Quando chegamos lá fora me surpreendi com o tanto que ele era lindo. Tipo galã, branquinho, olhos claros de um azul acinzentado bonito, cabelos loiros, corpo esguio com musculatura definido. Ele riu quando eu disse que só num lugar daquele um cara bonitão como ele ia me dar confiança e ele me falou pra largar de ser bobo, que eu era um coroa bonito e que, de fato, ele normalmente não transava com caras mais velhos e que eu tinha sido uma exceção maravilhosa. Depois do banho, ele me chamou para o bar, tomamos chá gelado e, enfim, conversamos sobre nossas vidas, de onde a gente era, o que cada um fazia pra viver. Ele era modelo, nascido na Normandia, morava em Paris mas estava de viagem marcada pra fazer um editorial em Milão.

Depois de uma boa hora de conversa, ele perguntou se eu ainda queria curtir a sauna ou se eu tinha planos. Falei que estava completamente livre. Então, ele me convidou para jantar. Fomos pro vestiário, botamos nossas roupas e saímos da sauna para um bistrô não muito longe dali. Foi uma noite super agradável que terminou eu comendo aquele loirinho gostoso mais uma vez no apto dele no Marais. No outro dia, depois de dar e levar leitinho na boca, voltei pro meu apto e ele foi pro Aeroporto de Orly feliz e contente, dizendo que cada vez que o cuzinho dele machucado desse uma fisgada ia lembrar das roladas que o daddy (eu) tinha dado nele. Trocamos contato e deixamos que o futuro, quem sabe, nos reúna novamente. Caminhei pela rue de Rivoli gelada às 10 da manhã pensando no quanto a vida presta. Afinal, sempre haverá Paris…

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 45Seguidores: 226Seguindo: 120Mensagem Um cara maduro, de bem com a vida, que gosta muito de literatura erótica e já viu e viveu muita coisa para dividir com o mundo.

Comentários

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Adoro uma sauna, nem que seja só para curtir o ambiente... E realmente, com relação aos veados indecisos e fazedores de carão, é assim no mundo todo...rsrsrs

Delícia de conto Xandão!!! Gostei e me identifiquei na narrativa...

Obs: Um japinha safado é tudo de bom...rsrsr

Abraços!!!...⭐⭐⭐

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Saina é uma delicia. Quando jovem teve a uma fase que fui viciado. Agora não entendi pra que levaste camisinha se nem usaste.

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Que delícia!! Quem sabe um dia eu experimento essas saunas enquanto viajo...heheeh

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