O Barman e o Confeiteiro

Um conto erótico de R. Valentim
Categoria: Gay
Contém 4764 palavras
Data: 30/11/2025 16:30:31
Assuntos: Anal, Gay, Oral, Sexo

YKARO 20

Luan me encara com os olhos vidrados em mim, sua respiração está acelerada, mas a dele não é a única, ele tem um misto de confusão e prazer nos olhos. Essa pode ser minha última chance de ceder a esse desejo e agora não tem mais como voltar atrás. Volto a beijar sua boca e ele entende exatamente o que quero e o acho que até pensa como eu.

No caminho até o sofá nossas bocas só se separam para que ele tire sua blusa. Os sapatos são deixados para trás, quando sinto o sofá atrás de mim, deito nele puxando Luan para cima de mim e ele só vem, se entregando completamente. O calor do seu corpo é tanto que me faz suar, mesmo com o ar ligado, seu beijo é difícil de descrever, ele tem um beijo doce, sua língua é ativa e muito deliciosa, os lábios carnudos trazem uma maciez irresistível.

Nenhuma palavra é dita, ambos sabemos que nada vai nos parar e acredito que a atenção dele está totalmente voltada para esse momento que estamos vivendo. Já estou querendo isso a tanto tempo, não faço ideia do que ele tem para ter me deixado a sim, mas a verdade é que não consigo mais esperar, quero viver isso com ele, Luan me faz sentir coisas que nunca senti. Tipo meu prazer sempre foi dar prazer para as minhas parceiras, mas Luan é diferente, ele me excita por estar perto, simplesmente vê-lo pelado já me trás para um tesão que não estou acostumado a sentir.

Minhas mãos percorrem seu corpo rígido e gostoso e as dele fazem o mesmo pelo meu corpo, onde sinto seu toque é como se uma voltagem percorre se todo o meu ser, indo até meu pau e voltando, puta que pariu estou fodido, um cara me dar mais tesão do que qualquer buceta que eu já tenha comido na vida.

Meus dedos alcançam sua calça, com uma certa urgência abro ela e o ajudo a se livrar dela, ele faz o mesmo comigo. Que visão, ele de cueca boxer branca na sua pele retinta, puta merda, o volume evidente de seu mastro vidado para a esquerda, estou ficando maluco. Ele volta a deitar sobre mim, sinto nossos paus roçando um no outro, vou pirar de tão duro que estou.

No olhar consigo me comunicar com ele, parece loucura. Seu pau está quase escapando da cueca, com a ponta do dedo capturar seu pré gozo que escorre da fenda do seu pau, levo até a boca e provou como se fosse meu doce favorito, Luan não resisti e me beija de uma forma tão intensa que quase me faz gozar, dividindo seu sabor comigo no nosso beijo. Não demora muito para nos livrarmos das cuecas também. Lembro da primeira vez que meu pau encostou no dele, foi incrível e agora parece que estou vivendo isso pela primeira vez de novo, é incrível, trocar uma rola na outra como se tivéssemos tentando criar fogo pelo atrito — e acho que é provável que acabemos incendiando esse lugar dessa forma.

Ele agarra nossos paus juntos e começa a nos masturbar, isso enfiando a língua na minha boca, tenho que me segurar muito para não gozar, puta merda, ele está ocupando o lugar que passei a vida ocupando, o de me fazer sentir prazer. Pela primeira vez na vida sinto que alguém está se dedicando a mim na cama, isso é loucura, quero retribuir então troco de lugar com ele ficando por cima. Deixo um rastro de beijos pelo seu corpo retinto até seu enorme pau de cabeça vermelho brilhoso, cheio de veias e duro como uma rocha.

De forma tímida — com os olhos fechados — começo colocando a língua para sentir seu sabor. Aos poucos o sabor familiar do Luan se instala na minha boca, nunca pensei que chupava um pau, mas o tanto que ele já me seduziu, sinto que mamar na rola dele é quase uma obrigação que vou adorar ter.

Tento ter cuidado com o dente, aos poucos seu membro grosso e roliço começa a foder minha boca. Os gemidos que vem dele são como droga, — é uma tadala natural quase — engulo seu pau até onde consigo, ele até segura meus cabelos, mas não chega a se forçar para dentro da minha boca, Luan apenas curte a mamada.

A sabor salgado vem mais forte quando seu pre gozo praticamente jorra dele, pelos dedos do pé se contorcendo percebo que seu esforço para segurar a porra, se está bom para mim chupa-lo para Luan deve está duas vezes melhor e assim como eu não quer que acabe. Quando ele chega no limite, suas mãos me puxam de volta para sua boca, estou completamente melado e embebedado com esse tesão — tesão esse totalmente novo para mim.

Voltamos a nos beijar, nesse momento nada mais parece importar ou até mesmo fazer sentido, beijando sua boca percebo o quanto senti falta dela desde nosso primeiro beijo — beijo esse que quase foi nosso último. — resistir a ele já era difícil, mas agora, sei que vou me arrepender, porém essa noite Luan será meu, todo meu.

— Ykaro, agora é minha vez.

— Tem certeza?

— Eu quero desde de o dia do banheiro, mas você saiu antes.

— Certo.

Levanto para deixar meu pau o mais perto possivel, porra que delicia de visão, Luan com a boca macia cobrindo meu pau, durante muito tempo da minha vida pensei que as mulheres mais velhar eras as únicas capazes de me surpreender, mas estava enganado, pois nenhuma delas, nem mesmo Helena conseguiu me chupar desse jeito, ele não tem muita habilidade e as vezes sinto seus dentes encostando, mas porra só a vontade dele me chupar e sua lingua quente e selelebe me faz querer passar horas com o pau na boca dele.

Diferente de mim que chupei ele de olhos fechados, Luan faz questão de me encarar, de baixo com seus olhos cheios de tesão. Suas mãos grandes apertam minha bunda fazendo com que meu pau comece a fazer movimentos de vai e vem na sua boca — mal posso acreditar, mas estou fodendo a boca do homem mais gostoso que já conheci.

As forças quase me faltam, segurar o gozo nunca foi tão difícil, mas assim como ele não quero gozar ainda, não assim. Sinto a porra vindo então tiro meu pau da sua boca e assim como ele fez antes beijo sua boca, nossa que beijo apaizonante, sei que já falei isso e que estou sendo repetitivo, é que cada vez que minha boca encosta na dele é como se ficasse melhor — tudo fica melhor depois de um beijo dele.

Levanto depois de um tempo, seguro a mão dele e o puxo para a cama no quarto, no colchão tem mais espaço para fazer mais coisas. Beijo sua boca mais uma vez, um beijo demorado e quente como os outros, deitei ele na cama em seguida deitei do outro lado ficando na posição do meio nove, quero muito chupar a pica dele enquanto ele me chupa. Rapaz nem na minha fantasia eu pensei que seria tão incrível assim, a sensação é de puro êxtase, ele me chupa e eu o chupo, fodendo minha boca enquanto fodo a dele dessa vez não dá para segurar, foi só sentir o primeiro jato de porra quente enchendo minha boca para me derramar na boquinha dele também.

Luan contra tudo que achei que ele faria bebe todo meu leite e não fico atrás, a porra dele já é minha bebida favorita não é de hoje. Gozar com ele é incrível, mas nem assim nosso fogo apagou, me vira na cama para poder voltar a beijá-lo. Ficamos namorando na cama, trocando beijos e mãos amigas nos perdemos nas horas. Não tem pressa entre a gente, não dessa vez.

— Você já usou hidromassagem? — Pergunto.

— Não.

— Você vai amar — seus olhos brilham — cê quer beber alguma coisa?

Vou me levantando e ele veio atrás de mim, vou até o banheiro para ligar a banheira.

— Eu vou trabalhar, então prefiro não beber.

— Ah, claro, desculpa, foi mancada te oferecer, nem pensei nisso.

— Ei tá tudo certo, eu tô feliz que você me chamou — Luan me puxa pela cintura para me beijar de novo.

— Eu to feliz que você veio — demos outro beijo.

Preparei a banheira para gente e ligo a hidro, a cara que ele faz quando começar a relaxar na banheira é igual a minha, aqui a banheira é grande, então ficamos tranquila mentes, um de frente para o outro com nossas pernas entrelaçadas e nossos paus próximos de uma forma muito gostosa. Como ele não vai beber eu paro também. Pego uma água para dividir com ele.

Aos poucos as coisas começam a esquentar e quando vejo já estou no colo dele beijando sua boca como se não houvesse um amanhã — e para gente não vai haver mesmo — o pau do Luan está duro e sinto ele conta minha bunda, um arrepio percorre meu corpo por inteiro, me ajeito até sentir Luan cutucando minha entrada, o tesão vai a mil e quando me dou conta estou beijando ele com ainda mais fogo e forçando meu cuzinho virgem na rola enorme dele, por conta da água ele não entra, mas isso me deixa muito agitado.

Luan morde meus lábios e em completo êxtase ele me faz levantar e ficar de quatro na borda da banheira, sem pensar muito Luan cospe na mão e lubrifica seu pau, depois volta a forçar para dentro de mim. A sensação é que ele vai me partir ao meio, mas o álcool e a curiosidade me tomam de uma forma que só quero que ele me arrombe gostoso.

Depois de tentar algumas vezes ele finalmente consegue, sinto uma lagrima escorrer pelo meu rosto, mas de uma forma bizarra, perder a virgindade do cu com ele supera qualquer coisa que já fiz na vida, aos poucos Luan começa a bombar no meu cuzinho, não consigo segurar meus gemidos de dor e prazer, quando ele faz menção de que vai parar de meter eu jogo meu quadril para trás, a dor é muito forte, mas puta que pariu agora que ele começou quero que vá até o fim.

A rola preta do Luan me arromba com gosto, ele bomba em mim tão forte que parece que vou pegar fogo, o som do corpo dele batendo no meu é alucinante, sentir seus pelos batendo na minha bunda é coisa e maluco, é só assim que consigo descrever, depois de um tempo metendo em mim feito um animal no cio Luan tira seu pau de dentro de mim, deixando um vazio no formato do seu pau, me viro para beijar sua boca e ele faz algo que até aquele momento parecia impossivel para mim.

Saimos da banheira — até para não correr o risco de escorregar, Luan me preciona conta aparede beijando minha boca, depois de forma subta — quase como se ele estivesse indo de um vez para não perder a coragem, ele se vira de costa para mim e deixa sua bunda redonda e durinha ao meu alcance, não resisto, começo me ajoelhando e fazendo o melhor beijo grego que já fiz na vida. Ser arrombado por ele ganhou um novo significado para o nivel de conexão que se estabelece entre nós, deixo bem lubrificado, depois aponto meu pau que já está babando bastante por conta das estocadas dele e agora por saber que vai entrar no paraiso.

Comer bunda de macho não tem igual, Luan reclama de dor quando entro nele, mas assim como eu fiz ele aguenta e se recusa a parar, ele é quente e apertado, essa é primeira vez que tiro a virgindade de alguém e me sinto especial por fazer isso. Luan me comer tão gostoso agora pouco — ainda sinto como se seu pau estivesse me fodendo — e agora ele está aguentando meu pau, puta que pariu, o que estamos fazendo.

Quando ele parece se acostumar um pouco mais iniciou o vai e vem, devagar para tentar não machucá-lo, mas ele está sentindo exatamente o que eu senti quando estava dando para ele, Luan joga o quadril para trás querendo que eu meta até o final, cada vez que alcanço sua próstata ele geme feito louco, assim como eu estava fazendo quando ele media findo em mim.

Ele se apoia na pia e levanta uma perna colocando em cima do vaso, isso me dá uma maior liberdade de socar ainda mais fundo no cuzinho virgem dele. Somos dois animais, não há palavras sendo ditas, apenas urros e gemidos, soco com tanta força que ele começa a chorar que nem eu fiz, nosso sintonia é sem igual, ele está tendo o mesmo prazer que dei a ele e estranhamente sinto que Luan me completa de uma forma bizarra. Foder o cuzirnho dele é melhor do que qualquer sexo que já fiz, supera qualquer experiencia por mais marivilhosa que já tive, mas o mais estranho disso tudo é que foder o cuzinho dele só se torna ainda mais gostoso, porque de alguma forma ele vai me arrombar depois também.

O lance de meter para mim transcende, não sei explicar, eu não sou de me permitir ter prazer, meu prazer sempre foi no outro, mas com Luan, eu posso dar e receber, eu quero dar e receber, somente a soma de tudo é o que pode me satisfazer, Luan é o único que alcançou isso em mim, ele é único agora que pode dar o que eu quero, o que eu nem sabia que queria.

— Eu vou gozar!

— Goza dentro.

Meter no pelo e gozar dentro, até isso ganhou um novo significado para mim, depois de hoje tudo que eu achava que sabia sobre mim e sobre sexo caiu por terra. Depois de encher o cuzinho dele de porra, sinto a uma vontade enorme de que ele encha o meu também, Luan se senta na borda da banheira e sem perder tempo me sento de costas para ele no meu pau, decendo com tudo, depois de gozar nele e também do meu cuzinho ainda está com o formato da pica dele seu pau entra facil em mim.

Fico quicando no pau enorme e veido dele até que suas mãos me seguram com força, sinto sua porra quente me preencehndo todo, nossa meu pau que já está duro goza de novo só com a sensação — depois ele acaba me contando que até nisso fomso iguais, pois ele chegou a chozar quando me sentiu enchendo ele de porra.

Os dos com porra escorrendo no cu, o beijo ficou até melhor agora, votamos para banheiro para ficar namorando e se pegando mais um pouco. Depois de nos limparmos, estamos famintos e nem um pouco sonolentos, nunca me senti tão meloso com alguém, é como se tivesse nascido em mim uma vontade de beijar e acariciar ele o tempo todo e ele parece ter a mesma vontade comigo, tipo Luan já era um cara carinhoso, só que agora depois de tamanha intimidade que tivemos um com o outro agora, me sinto muito mais à vontade perto dele e ele consequentemente comigo.

— Quer pedir alguma coisa para comer? — Pergunto.

— Pode ser esfirra, deu vontade de comer esfirra agora — ele responde.

Pego o celular e abro no aplicativo, Luan vestiu sua cueca e eu fiz o mesmo, voltamos para o sofá e enquanto eu peço nossas esfihas ele começa uma massagem no meu pé.

— Pronto pedi.

— Ykaro, você curtiu?

— Se eu curtir, eu to dolorido e ainda sim foi a coisa mais incrível que eu já fiz.

— Eu tô me sentindo assim também, tipo nem quando a gente se pegou isso passou pela minha cabeça.

— Você se arrependeu? — Pergunto um pouco nervoso, mas ele logo me acalma.

— De forma alguma, foi incrível, foi ainda melhor do que eu poderia ter imaginado.

— Foi diferente né — ele concorda com a cabeça — mas foi bom, eu pensei que você não iria querer.

— Eu acho que estava esperando você tomar a iniciativa, mas não sei, quando estava dentro de você foi tão incrível que só quis experimentar também.

— Me senti assim também, mas aí você curtiu tudo?

— Sim, é estranho? — Ele fica muito fofo fazendo essa cara.

— Não sei dizer, não tenho experiência com isso, mas olha não consigo decidir se foi melhor meter ou ser arrombado — nós dois rimos.

— Acho que foi foda porque foi a gente — seus olhos brilham e eu não consigo ressitir ao impulso de beija-lo de novo.

Ficar assim com ele se curtindo é tão bom, queria que ele não fosse namorado da Stella, que eu tivesse conhecido ele antes, antes de passar por tudo que eu passei. Ficamos conversando sobre desejos recentes que surgiram em decorrência de nossas experiências com outro cara. A comida chega e desço para buscar. Quando volto vejo Luan sentado no sofá olhando em volta.

— Aqui — coloco as esfirras e o refri que compramos na mesa de centro.

— Ykaro, de quem é esse apê?

— De uma amiga — não quero mentir para ele, mas não sei se posso contar a verdade.

— E ela não se importa de você usar para — ele não termina, mas sei o que ia dizer.

— Não, você é a primeira e única pessoa que eu trouxe aqui — Luan sorri de canto, mesmo assim consigo perceber.

— Ela é só amiga? Tipo Stella disse que você estava saindo com uma mulher.

— Tá com ciúmes Luan? — Abro um sorriso largo só de pensar na possibilidade.

— Não, é só que a gente tem feito umas coisas.

— Você namora — me arrependo de ter dito isso, pois pensei o clima, não pensei só falei — desculpa.

— É verdade né, eu passei meses tentando namorar com a Stella e agora estou traindo ela.

— Ela é só uma amiga, quer dizer, ela é a dona desse lugar, mas ela sabe que estou aqui com alguém.

— Você e ela não tem nada sério?

— Não, na verdade a gente já saiu no passado, depois de um tempo nos reencontramos por acaso e eu acabei transando com ela para tentar esquecer que tinha provado sua porra naquele dia.

— Caralho — Acho que não devia ter falado tanto, Luan fica meio em choque.

— Foi mau.

— Não, é que, olha eu não me orgulho disso, mas depois que você me chupou no banheiro eu imaginei a gente transando quando estava com a Stella.

— Porra.

— Pois é, eu tô me sentindo muito filho da puta com ela, mas é que não consigo parar de pensar em ti — Luan se mostra tão vulnerável que tudo que eu quero é abraçar ele e dizer que vai ficar tudo bem.

— O que a gente vai fazer Luan?

— Não faço ideia.

— Você ama a Stella? — Me pego desejando que ele diga que não, ou que está confuso, mas seus olhos me entregam uma verdade que eu não queria — o que temos é só tesão?

— Não, não é, eu não tenho tesão em homem, nunca tive.

— Nem eu, não dessa forma de desejar o cara que nem eu te — evito finalizar essa frase, sinto que entre mim e ele tem muita coisa não dita, mas Stella meio que faz isso com a gente, não podemos fazer o que queremos, pois isso machucaria ela, e ambos gostamos muito dela, quer dizer ele a ama e isso me incomoda muito mais do que eu gosto de admitir.

— Ykaro, você me mandou uma mensagem no meio da madrugada e eu vim, você tem alguma dulvida de que eu to te curtindo?

— Esse é o problema Luan, a gente não pode se curtir, acho que só estamos confusos.

— Nem começa Ykaro, confusão nenhuma iria nos levar a fazer o que a gente fez no banheiro.

— Luan, eu — as palavras me fogem.

— Ykaro, se eu te pegasse aqui e agora de novo, você não me daria?

— Pior, que eu acho que sim.

— Eu me sinto igual, eu quero tirar essa sua roupa agora e foder de novo com você nesse sofá, te sentir, depois meter em você até você gozar falando meu nome — puta que pariu, fiquei duro só de imaginar.

— Faz isso, se isso não pode acontecer vamos nos permitir só por hoje — mais uma vez falo sem pensar.

Luan vem para cima de mim já me desfazendo da cueca, revelando a rola dura, ele tira minha calça com facilidade, junto da minha cueca me deixando pelado também. Ele me beija com vontade, não dá tempo chegar na cama, vai ter que ser aqui mesmo, ele se mete entre minhas pernas, e começa a soca pica em mim na posição do frango assado, a dor é grande, mas não mais como a outra vez. Luan mete devagar e puta que pariu que delicia, não resisto ao impulso de puxá-lo para um beijo.

Ele me arromba enquanto chupa minha língua e isso nos leva para outro lugar, tipo foder beijando é a melhor coisa que existe no mundo, gemer com boca dele gemendo na minha, puta merda, que delícia, ele tem um molejo safado, Luan se empurra para dentro de mim em um encaixe perfeito, parece que meu cu agora tem o formato da pica dele, o encaixe é sensacional, pela primeira vez não sinto dor, só uma vontade quase insana de ser alargado por ele.

— Soca Nego, soca pica em mim!

— Puta que pariu, fala isso de novo!

— Soca Nego.

— Eu sou teu preto?

— É, meu preto da pica enorme, caralho.

— Só eu vou comer esse cuzinho, tá ouvinto? — Sua voz soa tão forte, Luan é tão gostoso que não consigo imaginar outra pessoal que possa meter melhor que ele.

— Só, só meu nego e você, vai ser só meu?

— Eu quero! — Nossas testas coladas, a boca dele perto da minha.

— Nego, mete.

— Porra mano, que delica, eu quero ser teu pretinho tu ta ligado.

— Goza, goza Nego.

Luan começa a meter com mais força me arrancando muitos gemidos, ele está perto de gozar quando sai de dentro de mim, em um movimento rapido ele monta nom eu pau e começa a cavalgar com força — porra que delica! — Ele se masturba enquanto cavalga no meu cacete, que visão perfeita, não tem como isso ficar melhor, meu Nego sobe e desce no meu pau na qualidade de putinha, vou ficar maluco, uma hora ele me faz de puta na outra cavalga em mim feito uma cadela no cio.

Seu pau que já está latejando não se segura mais e poe para fora toda a sua porra, ele me banha com seu leitinho de macho, isso me quebra e acabo gozando dentro dele pela segunda vez, enquanto Luan goza o cuzinho dele começa a apertar meu pau, isso é incrivel de bom, não deu para segurar. Não quero que acabe e nem ele, Luan se posiciona de tras de mim ficando de ladinho e volta a meter seu pau melado de porra no meu cu.

— Quem ta te fodendo? — Sua voz do meu ouvido me deixa de pau duro.

— Meu Nego, Luan! — Ele agarra meu pau e passa a me punhetar enquanto soca pica no fundo do meu cu.

— Pede pro teu Nego gozar dentro de ti!

— Goza Nego, goza dentro de mim.

— Chama o nome do teu Nego!

— Luan, ai Luan, cê tá me arrombando, me enche de porra Luan.

— De quem é a porra que vai jorrar no teu cu de quem é?

— Puta que pariu é do meu Nego, Luan, mete, assim, tá muito gostoso, puta que pariu.

— Vou gozar Ykaro!

— Ai Luan, Luan, Luan! Assim Luan vai!

— Ahhhh porra!

Caralho ele continou socando enquanto gozava, porra o moleque é fogo, finalizamos comigo gozando uma ultima vez na boca dele. Completamente exaustos depois disso mais ainda com tesão eu ainda meto nele um pouco de baixo do chuveiro. Ao final de tudo a gente nem comeu, deitamos na cama um pouco e quando vou ver o despertador do celular dele me acorda.

— Nego, seu celular!

— Ai, sim, porra a gente quase não dormiu — ele desliga o despertador, depois se vira para mim — bom dia.

— Bom dia — o sorriso dele ao acordar me faz desejar acordar todos os dias com esse bom dia, não sei o que me dá quando estou com ele, Luan me faz querer tudo.

Nos beijamos um pouco, mas a fome nos vence então somos obrigados a sair da cama, coloco as esfirras no microondas enquanto ele toma banho, eu estou destruído com um pouco de ressaca e todo dolorido, mas vou falar, tirando a cachaça de ontem não mudaria nada do que aconteceu. Luan está com uma cara amassada, porém parece feliz.

— Queria dormir mais — ele diz se servindo de bastante café.

— Tô com pena de você e me sentindo culpado.

— Ah, eu vim sabendo que a gente não ia dormir, tá tudo bem.

— E agora Luan? Como que a gente fica?

— Eu quero continuar — Luan diz me encarando.

— Não me sinto bem sendo seu amante Luan — ele vai dizer algo, mas eu o beijo antes — vamos fazer assim, vamos dar um tempo, sem ficar e sem recaídas, aí a gente vê se o que é isso que está acontecendo aqui.

— Não sei se consigo ficar longe de você — Luan volta a distribuir beijos em mim.

— Nem eu quero isso, mas é o certo, a gente já errou muito com a Stella Luan.

— Sim, isso é verdade, me matar ter que mentir para ela.

— Esse tempo vai ser bom para gente tentar entender o que está acontecendo aqui — digo isso mais para mim do que para ele.

— Tá, mas você vai ficar com sua amiga?

— Não sei — acho pouco provável, mas não sei como estou me sentido agora.

Ficamos até o tempo que ele pode, depois Luan vai embora, mas antes me beija, um beijo apaixonado que me preocupa, pois não se parece nem um pouco com um beijo de despedida, não podia ter feito o que fiz, mas agora não tem o que fazer, esquecer o Luan vai ser praticamente impossível depois de ontem a noite, mas preciso me preparar, pois as chances são maiores para Stella, afinal ele ainda é homem e ainda ama ela.

Volto a dormir depois que ele vai — pelo menos eu tento — quando vejo que não vou conseguir pregar o olho aqui por conta das várias lembranças, me arrumo e volto para casa. Na cozinha Adriano está trabalhando com a ajuda do Breno — Breno tem passado muito tempo aqui em casa, mas até onde sei o Adriano namora, então deve ser só amizade mesmo, pelo menos o Caio não está, esse moleque não me desce.

— E ai — comprimento eles quando passo para o meu quarto.

— Ykaro, posso falar com você? — Adriano me segue.

— Fala aí? — Ele parece sério, o Caio deve ter falado que eu pedi a chave, sabia que isso ia dar merda para mim.

— Aquela mulher que estava discutindo com você naquele dia apareceu aqui mais cedo atrás de você — minha noite foi tão boa que tinha esquecido dela — e eu acho que fiz merda — Adriano se encolhe um pouco.

— O que você fez? — Pergunto mais como curiosidade do que julgamento, Adriano é tão de boas que duvido que tenha feito algo realmente grave.

— Ela tava falando muita merda, então eu meio que dei a entender que você estava com outra — a vontade de rir foi mais forte do que eu, pior é que eu estava, mas com outro e não outra.

— Relaxa, ela tira a gente do sério mesmo.

— Ah que bom que você não se chateou, mas eu juro que não pensei só falei.

— Tranquilo, ela mereceu, tenho certeza.

— Você não vai ficar com ela né, essa mina é uma louca Ykaro.

— Eu não quero ficar com ela — não comentou nada sobre a chantagem, mas sei que vou precisar pensar em algo, só em pensar em ceder a essa filha da puta me estremece o corpo de raiva, eu sei que essa merda não vai parar, mas tenho receio de que essa maluca traga a Ale para minha vida de novo. Ainda mais agora!

— Eu sei que você não gosta de falar, mas Ykaro estou aqui pro que você precisar viu?

— Beleza Adriano, valeu cara — Caio está enganado de achar que o Adriano é uma pessoa frágil, nos olhos dele consigo ver uma coragem que muitos não tem, essa super proteção faz mais mal do que bem.

— Ótimo, agora tenho muito trabalho pela frente, você deve querer descansar, até mais, ah vou deixar seu almoço no microondas!

— Obrigado Adriano, se precisar de carona para ir ao mercado só falar.

— O Breno já foi comigo, tá tranquilo, pode ir dormir.

— Tá, bom dia Adriano!

— Boa noite Ykaro!

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