Filho do Pastor - Um segredo meia noite

Um conto erótico de R. Valentim
Categoria: Gay
Contém 3277 palavras
Data: 16/02/2026 15:05:06
Assuntos: Gay

Capítulo quatro - um segredo meia noite

Segunda-Feira, 12 de Março de 2007

“Pois não existe nada escondido que não venha a ser revelado, ou oculto que não venha a ser conhecido. Tudo o que foi dito no escuro, será ouvido na claridade, e o que se sussurrou dentro de casa, será anunciado dos telhados, para que todos ouçam!” (Lucas 12:2-3)

Não sei por que, mas tudo que vem na minha cabeça é o versículo de Lucas — aí Lucas se você não contar para o Pastor ele não tem como saber, né? — Me considero um cara até corajoso, só que o Pastor é meu ponto fraco, a simples ideia de fazer algo que sei que ele desaprova já me impede até de ser quem sou. Sair a noite com Isaac Deus sabe lá para onde, eu devo ter perdido o meu juízo de vez, estou arriscando anos de trabalho para me tornar um filho aceitável e por que?

Um desafio besta, vai está escrito na minha lapide “se foi por ser otário de mais” o Pastor não vai só me matar, ele vai expor meu corpo para toda a congregação para servi de exemplo. Quer saber, não sou obrigado a ir, eu vou ficar em casa e o Senhor Perfeitinho que fique lá fora me esperando, tomara que chova — não acho que vai — adoraria que ele ficasse me esperando na chuva, com sua camisa colada no corpo — tá parei.

Minha inquietação está jogando contra mim. Pensamentos impróprios rondam minha cabeça. Eu vou fazer isso, juro pelo eterno que vou esfolar o Isaac antes de ser esfolado pelo meu pai, olha devo ser o cara mais idiota dessa cidade, dessa cidade só não, do pais, que sá do mundo. Abro a janela com o maior cuidado do mundo — se ele não estiver na rua me esperando, ah é bom que você esteja Senhor Perfeitinho! — Pulo a janela, por sorte minha janela do meu quarto dá para o corredor lateral da casa, assim consigo ir tanto para o quintal, quanto para a garagem.

O portão faz muito barulho — não acredito que vou fazer isso — para evitar correr o risco de acordar o Pastor abrindo ele, crio coragem para pular o muro, não é tão alto pelo menos, porém Isaac vai precisar me ajudar a pular de volta, ou vou está muito, mas muito encrencado — por tudo que é mais sagrado, que esse infeliz não me dé um bolo, caso contrário não vou ter como voltar para o meu quarto, não sem acordar minha família!

Não é preciso andar muito, assim que me aproximo da esquina avistei o Senhor Perfeitinho — nossa senhora, porque ele tem que ser tão bonito — seus cachos ainda molhados, mas ainda sim perfeitos, uma blusa preta de manga longa, ele foi inteligente, pois está frio e eu usando só uma pólo vou me ferrar em algum momento da noite, bem, voltando para ele, Isaac está com uma bermuda jeans preta e um all star preto, claramente todo de preto assim só pode ser um anjo caído.

— Tá bonitão, se arrumou para mim? — Seu sorriso presunçoso quase me irrita mais do que sua frase infame.

— Só nos seus sonhos, coloque a primeira roupa que achei — uma mentira boba, mas ainda é melhor do que dizer a ele, que coloquei uma bermuda jeans nova e minha melhor polo cinza para tentar impressioná-lo — para onde vamos?

— Segredo, mas acho que você vai adorar.

Só agora me dou conta que tem uma CG Titan de cento e sessenta cilindradas vermelha ao seu lado — não sou fã de motos, mas meu “padrasto barra tio” é, quando eu era mais moleque tive uma fase de hiperfoco em motos, por que? Bem o maior otário do país aqui esperava que um dia sua mãe lembraria dele e viria me buscar, na época pensava que se tivesse coisas em comum com seu “marido barra amante” eles não me devolveram, não funciona, porém o lance de conhecer moto meio que virou um hobby que pouco explorado ultimamente.

— Você não tem idade para pilotar essa Titan.

— Se você não contar, ninguém vai saber — sua presunção não conhece limites, é inacreditável o tanto que esse cara se acha.

— Você pirou se acha que eu vou subir em uma moto com você pilotando.

— Ué, qual o problema? — O cinismo desse cara é desproporcional.

— Se você quer se foder, se fode sozinho! — Digo descido a não subir em uma moto pilotada por ele.

— Olha a boca filho do Pastor.

— Para de me chamar assim eu detesto!

— Vem comigo e eu paro.

— Isso é chantagem — digo contrariado.

— E ai filho do pastor o que vai ser? — o sacana estende o braço com o capacete para mim.

— Você é um atribulado, sabia disso Isaac?

— Já falei que eu gosto de como você fala meu nome? — Sou pego de surpresa, e ele ainda dá dois passos na minha direção.

— Vamos logo antes que eu desista.

Coloco o capacete bem ligeiro, não quero que me veja corar, por conta da sua aproximação. Vou me arrepender tanto disso, tenho certeza. Subo na moto, porém não vou dar a ele o gosto de saber que embora entenda de motos, essa é minha primeira vez. Me recuso a segurar em seu corpo, prefiro me aventurar da parte de trás do banco, como todo bom garupeiro.

— Melhor segurar firme — sabia que a intenção dele era me ver agarrado nele e com medo.

— Estou bem assim e se você começar a correr pode ter certeza que não vou andar mais com você nessa moto.

— Sim senhor, filho, quer dizer Joninhas — ele tá de zoação com a minha cara só pode!

Não retruco, é isso que ele quer, me ver com raiva, só que não vou cair na pilha desse palhaço de novo. Pelo menos estamos indo devagar, tava com muito medo dele inventar de correr e eu ter que acabar me agarrando nele — se eu quero me agarrar nele e sentir seu corpo com minhas mãe? Sim, eu quero, para um caramba! — Só que isso não aconteceu, menos mau né?

O Senhor Perfeitinho tem um jeito de me confundir, uma parte de mim quer muito seu corpo sobre o meu, mas outra quer que esse atribulado desapareça da minha vida, a parte complicada é que não consigo decidir sobre qual lado está prevalecendo mais dentro de mim. me masturbar pensando nele não ajudou em nada também, entretanto foi gostoso pacas, sonhar com o calor do seu corpo, com o beijo quente e delicioso que ele deve ter.

Preso em meus devaneios demoro um pouco para notar que estamos saindo da cidade, isso só me deixa mais preocupado, o que o Isaac tem na cabeça de me tirar da cidade, meu pai amado, se o Pastor acordar e não me ver em casa e descobrir que nem na cidade eu estou, não quero nem pensar no que vai acontecer comigo, só sei que meu plano de fuga vai por água abaixo, nunca deveria ter caído na pilha desse cara, agora estou pirando e pior sem nem saber para onde estou indo, pois todas as vezes que pergunto o atribulado se recusa a me contar.

— Chegamos — depois de pegar uma entrada de estrada de terra entre uma cidade e outra chegamos a um bar no meio do mato.

O Sítio do Pica Pau Azul é um nome curioso para um bar. Como o nome sugere, é um sítio, com piscina, uma mesa de sinuca no alpendre da frente, mesas ao ar livre e no alpendre lateral esquerdo da casa, aparentemente tem mais mesas e a parte do bar dentro da casa. Da porta até o bar todo mundo — todo mundo mesmo — comprimentou o Senhor Perfeitinho, ele é o rei deles assim como na igreja, como isso é irritante, meu pai amado!

Não consigo decidir o que é mais surpreendente, um lugar como esse existir por aqui ou o Senhor Perfeitinho ser um frequentador assíduo — digo isso por conta da sua familiaridade — Isaac desfila pelo lugar quase como se fosse o dono. O que mais me irrita nesse cara é todo esse excesso de confiança que ele tem, mesmo com um segredo desse tamanho, desfila pela igreja sem um peso na consciência — se é que tem uma né — realmente não entendo como consegue ser tão tranquilo e ter toda essa certeza de que nada de mal vai acontecer. (E pensar que era exatamente o que Isaac queria, que seus segredos vierem à tona e que toda a sua vida desmoronar de vez)

— O que vai querer bebe?

— Água — respondo de forma ríspida.

— Você quem sabe, mas olha a cerveja daqui é sempre gelada e a caipirosca então, nem se fala!

— Isaac, você está pilotando a moto, não deveria beber — agora estou preocupado com o que esse maluco está pretendendo fazer.

— Relaxa — mal consigo respirar aliviado ele continua — piloto melhor bêbado.

— Vai se — paro minha frase no meio, ele me tira da graça e ainda fica rindo da minha cara.

— Pega uma mesa para gente, eu já volto com sua água.

— Isaac!

— Já volto, nem vai ter tempo de sentir saudades de mim — infeliz, ele continua flertando comigo só para me fazer assumir que gosto de caras, só pode.

Sem ligar muito para mim. Ele some dentro da casa, devia ir embora, mas não faço ideia de como fazer isso. Olho em volta, não está muito lotado, nas caixas de som toca uma música secular, eu não deveria mais conheço essa música, “Teto de Vidro” da cantora Pitty, ela é incrível, ouvia suas músicas muito antes, antes de virar o filho exemplar do Pastor.

— Oi, olha não quero ser chato, mas pode me dar licença, é que vou jogar — um carinha lindo, aponta para a sinuca, estou escorado nela feito um bobo esperando o Isaac.

— Desculpa — digo me afastando apressado, o carinho apenas rir.

— Relaxa — sério esse cara é muito lindo e o mais estranho é que ele é tão familiar, tenho certeza que o formato do rosto dele me lembra de alguém, mas não sei quem — você joga?

— Não sei muito, só joguei uma vez — digo sem jeito.

— Eu posso te ensinar.

— Não quero te atrapalhar — seu sorriso me deixa encabulado.

— Não incomoda, tipo não tenho parceiro então meio que preciso de você para jogar — esse cara tem uma confiança muito semelhante a de um certo alguém que conheço, mas pelo menos nele parece combinar melhor do que no Senhor Perfeitinho.

— Beleza então, mas sou mesmo ruim nisso — agora nós dois estamos rindo — a propósito eu sou Jonas.

— Davi.

— Olha só, nós dois temos nomes bíblicos — digo rindo e ele assentiu parecendo se divertir também.

— Meu pai quem escolheu.

— Você também é da igreja?

— Credo, não, não mesmo — sinto um pouco de inveja dele — nunca nem entrei e cá para nós posso até pegar fogo se eu entrar.

Meu novo amigo — Davi — fez meu estresse sumir, seu jeito de falar é engraçado e não consigo parar de rir, ele nem se incomoda, ao invés disso acha graça junto comigo. Ainda estou encasquetado com o seu rosto familiar, queria lembrar de onde acho que o conheço. Davi tem o cabelo curtinho estilo militar, usa óculos redondos como o do Harry Potter — mais uma referência da minha vida passada — sua barba tem algumas falhas, mas até isso contribui para que ele seja bonito e fofo, ele é magro e tem a minha altura.

Bem se sua aparência já não deixasse claro que ele é meio nerd, a blusa tem uma ilustração do que parece ser uma capa dos quadrinhos do Homem Aranha, calça cargo com bolsos nas laterais e um All Star preto igualzinho ao do Isaac, e por falar no Isaac. Nem faço ideia do que foi que aconteceu com ele dentro do bar, mas é a primeira vez que o vejo simplesmente transtornado quando se aproxima da gente.

— Que merda você está fazendo Jonas! — Oxé, não entendi nada.

— O que, tá maluco?

— Ele não sabe Isaac — Davi se mete, mas isso só o deixa ainda mais irritado.

— Cala a boca caralho, o que você quer aqui, já falei que não quero te ver por aqui porra! — Ver o Isaac agressivo assim desperta meu pior gatinho.

Meu corpo inteiro começa a tremer, lágrimas escorrem pelo meu rosto, não gosto de me sentir assim, mas não consigo evitar, já tinha muito tempo que não sentia esse medo, mas é que já tinha muito tempo que não via ninguém tão puto assim, não posso ver e nem lidar com isso, não de novo, nada no mundo me deixa mais sem chão do que presenciar uma agressão, é como se quem tivesse sofrendo fosse eu. Então faço a única coisa que me vem a cabeça, me viro e saio andando, só quero sair daqui.

— Jonas, espera para onde você vai? — Isaac pergunta confuso com minha ação.

— Você assustou o cara Isaac, não precisa disso — Davi devia ter ficado calado.

— Cala a porra da boca seu merda!

Isaac grita com Davi, depois vem atrás de mim apressado, mas não quero ficar perto dele agora, então meio que começo a correr para fora do bar. As pessoas olhando para mim fugindo, nossa que ódio que eu tenho por ser tão fraco, agora estou morto de vergonha.

— Jonas, espera por favor.

— Não, sai daqui, eu vou embora daqui — digo tentando controlar minha vontade de começar a chorar.

— Como você vai voltar andando sendo que nem sabe direito onde está, espera macho — Isaac pelo menos parece mais calmo quando me alcança e segura meu braço.

— Me larga! — Grito e ele se assusta me soltando — nunca mais fala daquele jeito comigo, seu maluco, eu não fiz nada de errado!

Estou gritando e nem me dei conta, por sorte já estamos na parte de fora do bar, de longe vejo Davi nos observando.

— Desculpa — ele diz baixinho, estou tão puto que nem ouvi.

— O que?

— Desculpa, eu não queria gritar com você.

— Mas você gritou e nem motivo para isso você deve, tá pensando que sou um dos seus fãs? — Isaac cai na risada com o que eu falei, me odeio por não conseguir me impor — do que está rindo, qual é a graça?

— Você fica muito fofo quando fica zangado, sabia.

— Vai pro inferno Isaac — desculpe senhor, mas é que esse seu filho me tira da graça.

— Vem irmão Jonas, vamos tomar água e curtir um pouco.

— Eu quero ir embora Isaac.

— Jonas, por favor, está tocando nossa música escura — queria mesmo entender o que ele quer com esses flertes, o atribulado acabou de dizer que “equalize” da Pitty é nossa música.

— Nossa música, sério que essa é nossa música?

— Sim, aprendi a tocar ela depois que te conheci, não sei porque mais ela me veio na cabeça.

— Fala sério Isaac — estou em um misto de confusão dentro de mim, acho que vou explodir de tantas emoções e ele ainda não me ajuda cantando o refrão para mim enquanto me puxa para dançar com ele.

“Até parece que você já tinha

O meu manual de instruções

Porque você decifra os meus sonhos

Porque você sabe o que eu gosto

E porque quando você me abraça

O mundo gira devagar”

— Para com isso seu idota — afasto dele e o atribulado só sabe achar graça, enquanto estou quase pirando e tendo que segurar minha ereção por ter sentido seu perfume e seus braços fortes me abraçando — me leva para casa.

— Tá bom, mas eu quero que me prometa uma coisa.

— O que? — Tem algo no seu olhar que o deixa quase irresistível.

— Vai aprender nossa música também — Isaac tem um jeito de falar que eu odeio, nunca sei se está falando sério ou se é uma piada de mau gosto.

— Vamos logo — respondo emburrado e ele atende ao meu pedido.

Seguimos para a moto do pai dele, ele me entrega o capacete e vamos embora, sem ter aproveitado nada desse lugar. Parte de mim está grato de voltar para casa, mas uma parte pequena deseja voltar aqui em algum momento. Nunca achei que iria visitar um lugar como o Sítio do Pica Pau Azul até estar na faculdade pelo menos. A volta para casa é bem mais rápida, acho que minha ansiedade de voltar para o meu quarto antes de Pastor descobrir que eu sai é o que me fez ter essa impressão e senso de urgência.

— Jonas — Isaac chama meu nome antes de me dar o pezinho que eu preciso para pular meu muro de volta — você vai aprender nossa música?

— Não — responde de forma seca, mas ele não rir dessa vez, parece até ter ficado meio decepcionado, mas vindo dele pode muito bem ser fingimento, ainda sim odeio o fato dele mexer tanto comigo, então me dou por vencido — eu já sei tocar essa música, no violão, no teclado e na bateria.

Os olhos dele se iluminam de uma forma hipnotizante, tá cada vez mais difícil ficar perto desse atribulado.

— Não sei por que você fica dizendo que essa música é nossa, sendo que a gente nunca nem se beijou — falou fazendo referência a parte da letra que fala sobre o beijo.

— A gente já se beijou sim — aí está o sorriso presunçoso do Senhor Perfeitinho de novo, não deu nem tempo de sentir falta dele.

— Então vai ver que não foi tão bom assim já que eu não me lembro — falei sem pensar, só para provocá-lo.

— Vai ter que beijar de novo então para lembrar e ver que está errado — Isaac me puxa pela nuca e pela cintura e beija minha boca.

Como posso descrever o meu sentimento de beijar o cara mais bonito do mundo na porta da minha casa de madrugada? Bem, Pitty se não se importa vou usar suas palavras aqui “E o tempo é só meu e ninguém registra a cena de repente vira um filme todo em câmera lenta e eu acho que eu gosto mesmo de você bem do jeito que você é.” Sua linguá pediu passagem para entrar na minha boca e eu deixo, a real é que não tem muito o que eu consigo fazer quando estou nos braços dele.

Nesse exato segundo nada mais faz sentido, Isaac com uma ação derrubou todos os muros que fiz para me cercar, ele arrombou meu armário, passo meus braços pelo seus pescoço e me entrego a ele, fico até na ponta dos pés para poder beijá-lo, não tem como um beijo entre dois cabrar ser mais gay que isso e eu vou dizer, odeio o fato de gostar tanto.

— Lembrou agora? — Ainda estou atordoado pelo beijo e querendo mais, só que nosso afastamento me faz lembrar onde estou então dou um pulo para longe dele.

— Só me ajuda a pular a droga do muro.

— Que isso irmão Jonas, olha a boca — filho do capeta!

Ele faz o pezinho para mim, mas não me atentei que nosso beijo me deixou duro para um — desculpa senhor, vou me policiar — enfim você entendeu. Ele sentiu meu membro duro contra seu corpo, olho para baixo só para me arrepender depois, Isaac morde o lábio inferior, sério queria que meu arrebatamento acontecesse agora, agorinha nesse momento.

— Isso responde à minha pergunta — diz ele, vitorioso quando estou em cima do muro.

— Eu te odeio Senhor Perfeitinho.

— E eu te amo filho do Pastor.

Caralho, quase me desequilíbrio e caio para o outro lado — foi por pouco — infeliz atribulado, ele brinca comigo, mas depois desse beijo não sei se ele está brincando, só sei que preciso ficar longe dele, então pulo o muro para dentro de casa, tenho certeza que ele está sorrindo vitorioso agora do outro lado dessa parede, nem preciso olhar para cara de espertão dele para saber.

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Comentários

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Muito bom o conto.

Caberia bem no desafio musical do site, por causa da música da Pitty.

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