Meu padrasto nojento descobriu meu segredo - parte 6

Um conto erótico de Ana Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 2261 palavras
Data: 13/05/2024 19:31:03

Depois do episódio da coleira, as coisas ficaram mais calmas em casa, por incrível que pareça. As visitas ao meu quarto do meu padrasto, que antes aconteciam várias vezes ao dia, foram diminuindo de frequência. Um dia olhei no calendário e me dei conta que faziam mais de um mês que ele não me usava.

Eu acreditava que daria pulos de felicidade quando aquele velho escroto esquecesse que eu existia, mas eu me sentia estranha. Eu vivia me sentindo culpada, como se eu tivesse feito algo errado que fez meu padrasto esquecer de mim. Eu me olhava no espelho e me achava a pessoa mais horrível do mundo. Para tentar levantar minha autoestima, eu comecei a flertar mais e mais com os meninos da faculdade. Era comum nesses flertes, eu terminar no banheiro com eles para ter um “final feliz”. Isso ficou tão frequente que alguns desses colegas já nem sabiam meu nome, eu era conhecida apenas pelo meu apelido, “balde de porra”.

Eu fui levando a vida nesse caos, até chegar as férias de verão e as aulas da faculdade terminarem. Nas férias, eu sempre ia para uma pousada no litoral com minha mãe e o meu padrasto, algo que eu odiava, já que ficava longe dos meus amigos e tinha que conviver com o Alexandre. Mas, uma mudança de ares parecia bem vinda naquele momento, eu estava disposta a ser uma nova Ana Clara no ano seguinte, retomando o controle da minha vida.

Eu nem precisei fazer minha mala, já que meu padrasto tinha escolhido todas as roupas para mim. E logo no primeiro dia, eu já tive o primeiro choque daquela viagem ao ver o biquíni que ele tinha comprado. Era vermelho, uma cor que eu nunca escolheria para uma roupa de banho por achar que chamava muita atenção, fio dental e a parte de cima mal cobria meu peito. Quando minha mãe me viu vestindo aquilo, ela me encarou com uma cara de “você tem certeza que vai sair do quarto assim?”, mas não disse nada.

Eu estava morrendo de vergonha, sentia que todos os homens estavam me encarando, eu me sentia totalmente nua. Por isso eu até fiquei aliviada quando vi que a piscina não estava tão cheia, só tinha uma outra família com uma criança e os camareiros do hotel. Claramente, o mundo não estava preparado para aquele biquíni vermelho, o pai da criança ficou tão fissurado e babando em mim, que a mulher dele chamou ele de canto para brigar.

Eu decidi que aquilo não atrapalharia meu dia. Eu nadei um pouco, tomei um sol e fui no bar do hotel pedir um drink. O garçom que me atendeu não desgrudava os olhos do meu decote, me deixando tão desconcertada que eu quase não consegui fazer o pedido. Quando ele virou para preparar meu drink, eu comecei a reparar como ele era bonito. Ele era jovem, alto, magro e bem bronzeado, bem típico das pessoas que moram na praia. Talvez a Ana Clara antes de toda essa história começar nem repararia nele, mas a nova Ana estava interessada.

Eu comecei a conversar com ele, perguntando o que tinha de legal para fazer na região. A conversa foi fluindo, embora ele encarasse o meu peito a maior parte da conversa. Eu fingi demência e usei as técnicas mais manjadas possíveis para mostrar que estava interessada nele, mexendo no cabelo e dando risada de tudo que ele falava.

Aquele flerte acabou dando bem certo, ele falou que se precisasse de qualquer coisa era no meu quarto era só chamar e até passou o número pessoal dele para qualquer emergência. Depois de anotar o telefone dele, eu peguei o meu drink e voltei para a piscina apenas para deparar com meu padrasto de pé com a mão na cintura, me encarando com uma cara de bravo. Alexandre tinha assistido todo o meu flerte e estava emputecido comigo.

“Esse velho que se foda”, pensei. Ele não era louco de começar brigar comigo ali, principalmente na frente da minha mãe, sendo que eu só estava pedindo uma bebida. Eu achei que ele fosse falar alguma coisa, mas meu padrasto só me lançou um olhar de ódio, confirmando minha teoria que eu estava protegida naquele ambiente.

Eu aproveitei para fazer ali uma espécie de vingança. Eu comecei a ir toda hora no bar, não só conversava com meu amigo, mas tocava no braço dele toda oportunidade, e me divertia vendo o ciúmes crescer na cara do meu padrasto. Eu comecei a ficar bem soltinha, graças aos vários drinks que estava tomando, e vendo meu estado, meu amiguinho aproveitava para cada vez mais aumentar a dose de álcool em cada copo. A cara do meu padrasto vendo aquele flerte acontecendo na cara dele e sem poder fazer nada era a melhor parte de tudo, senti como se a justiça estivesse sendo feita para aquele velho.

Chegou um momento que eu até exagerei. No bar tinha uma caixa de som que estava tocando uma playlist bem “música de elevador” da pousada. Eu perguntei para meu amigo se ele não tinha como trocar a playlist e colocar um funk. Naquele momento, acho que ele aceitaria qualquer pedido meu, nunca mais na vida teria uma patricinha branquinha quase pelada se oferecendo na frente dele. Quando ele colocou a música, eu puxei ele para dançar e comecei a rebolar de costas para ele. Eu sentia o pau dele, que não era mixuruca como o do meu padrasto, crescendo a cada batida da música que fazia nossos corpos se encontrarem.

Meu padrasto vendo aquele show de “quase-sexo” explícito estava com uma expressão que eu nunca tinha visto antes, eu até me assustei. Se ele pudesse me matar ali mesmo, ele o faria. Mas, ele não me matou, apenas saiu da área da piscina Eu me senti vitoriosa, na minha cabeça eu achava que ele tinha ficado com tanto ciúmes que tinha ido para o quarto lamber suas feridas. Eu estava tão bêbada que nem cheguei a considerar que aquela brincadeirinha minha poderia ter consequências. Eu me sentia o máximo, era primeira vez que eu tinha conseguido afetar de alguma forma aquele desgraçado. Eu aproveitei a piscina, e até fiz planos com o garçom para quando ele saísse do trabalho. Feliz com minha vitória, fui para o meu quarto descansar um pouco, e acabei capotando na cama.

Ao acordar, percebi imediatamente que algo estava errado. Meu corpo inteiro doía, tomado por uma sensação de câimbras em cada músculo. Estava contorcida em uma posição bizarra na cama. "Devo ter bebido demais", pensei, tentando fazer sentido da situação. Quando tentei me mover, o pânico tomou conta de mim ao perceber minha incapacidade de me mexer. Alguém me havia amarrado enquanto eu dormia, com os braços e pés atados atrás das costas, e fitas adesivas enroladas em várias partes do meu corpo. Tentei gritar por socorro, mas o som foi abafado pela mordaça que apertava minha boca. No meu desespero eu comecei a estrebuchar, vendo se de alguma forma eu conseguia me libertar.

“Olha quem finalmente acordou”, ouvi uma voz vinda do além, que eu nem precisei me mexer para saber quem era o dono. Eu esperava que meu padrasto continuasse a falar, me explicasse o que estava acontecendo. Mas, ele só pegou o celular dele, e me mostrou uma foto de como eu estava amarrada. “Sorte que você estava apagada de bêbada, porque deu um baita trabalho te deixar assim, mas acho que ficou muito bom, né?”, ele me perguntou sabendo que seria impossível para mim responder. Enquanto lutava para me libertar, a fúria dentro de mim crescia tão intensamente que eu estava certa de uma coisa: se conseguisse me soltar, atacaria aquele velho desgraçado sem hesitar.

Eu me debati por algum tempo, até que fiquei exausta. Eu estava totalmente imobilizado, mesmo se eu fosse um gorila, provavelmente não conseguiria me libertar. Alexandre parecia calmo e ignorava totalmente a minha existência, esperando alguma coisa para começar o seu abuso. A espera pela minha tortura era a parte mais desesperadora daquelas sessões.

“Toc, toc, toc,” ressoaram batidas na porta. Meu padrasto caminhou lentamente até lá e a abriu. Uma voz masculina anunciou o serviço de quarto. Meu coração afundou ao reconhecer a voz do garçom com quem tinha dançado a tarde inteira. Silenciosamente, implorei para que meu padrasto não o deixasse me ver pelada e amarrada como um animal naquela cama. Mas, contrariando minhas súplicas silenciosas, meu padrasto piorou tudo ao dizer: “Entra. Você pode assistir, mas não vai participar.”

O garçom entrou no quarto visivelmente confuso com o convite; ele não tinha a menor ideia do que meu padrasto esperava dele. Assim que cruzou a porta, seus olhos percorreram o ambiente, buscando indícios de algum problema. Levou alguns segundos para que seu olhar finalmente pousasse em mim, amarrada na cama. Quando nossos olhos se encontraram, tentei gritar por socorro, embora as palavras não saiam, graças à mordaça.

O garçom permaneceu paralisado, como se fosse uma estátua, aparentemente indeciso sobre como agir naquela situação. Com lágrimas nos olhos, o encarei, suplicando por ajuda. O silêncio no quarto se tornava cada vez mais sufocante, embora eu ainda mantivesse uma fagulha de esperança de que escaparia dali. Observando-o se dirigir para a saída, temi que ele fosse me abandonar naquela situação humilhante. Em um ato desesperado, me debati e tentei gritar, esperando desencadear alguma reação do homem com quem eu me diverti tanto durante o dia. Mas ele apenas consolidou meu pior pesadelo. Em vez de sair do quarto, ele arrastou uma cadeira até o canto, sentou-se, aceitando o convite do meu padrasto para assistir ao terror que estava por vir.

Meu padrasto sorria sabendo que estava totalmente no controle da situação. Depois que tudo já estava conforme ele desejava, ele deu um celular na mão do garçom e pediu para ele gravar o que iria acontecer. Alexandre tirou minha mordaça, segurou minha cabeça com as duas mãos, e a trouxe para próxima da sua cintura, me obrigando a engolir aquele membro asqueroso e fedido dele de uma vez só.

Enquanto ele empurrava minha cabeça cada vez mais próxima do seu corpo, me fazendo engasgar e perder o ar, ele calmamente conversava com o garçom. Ele discutia com ele como era o trabalho na pousada, se ele ainda estudava e outras amenidades, sem nunca parar de foder a minha boca. Era estranho, eu estava amarrada e sendo usada como uma boneca, mas sentia que não existia naquele lugar, já que a atenção dos dois pareciam estar mais voltadas para eles do que para mim.

“Você vai presenciar algo especial hoje, meu jovem. Hoje vai ser a primeira vez que eu vou comer o cu dessa cachorra.”, meu padrasto disse. Eu soltei um grito, o que fez prontamente meu padrasto tapar minha boca. O garçom se levantou, veio em minha direção, e ajudou a me segurar enquanto o meu padrasto ajudando o meu padrasto a me segurar enquanto recolocava a minha mordaça e desamarrava as minhas pernas. Meu padrasto me deixou deitada na cama de bruços, montou em cima de mim e começou a esfregar o membro dele na minha bunda.

“Importante é lubrificar bem”, meu padrasto explicava como se fosse um professor, enquanto eu sentia ele cuspindo no seu membro e acertando também meu corpo. Eu achava que era impossível eu ficar mais desconfortável que eu estava, eu tinha dor de cabeça pela bebida, meus braços estavam dormente, tinha um velho gordo e pesado em cima de mim, e agora eu estava babada. Mas, percebi que nada é tão ruim que não possa piorar, quando senti o pênis do meu padrasto fazendo pressão no meu cu.

Não foi de primeira, nem de segunda e nem de terceira. Mas, meu padrasto conseguiu que a cabeça do seu membro entrasse dentro de mim. Alexandre já não conseguia manter o teatro com o garçom e urrava de prazer. Depois que ele conseguiu o passo inicial de colocar seu pau todo dentro do meu bumbum, ele começou um vai-e-vem alucinado, com uma violência que eu nunca tinha presenciado até o momento.

A dor era insuportável, mesma amordaçada eu tentava ao máximo gritar. Meu padrasto parecia estar perdendo a sanidade também, gritava obscenidades e falava para o garçom que ele não tinha ideia como era gostoso comer a bunda gigantesca dessa cachorra. A cama balançava tanto com a insanidade dele que eu me segurava com medo que fosse possível eu cair imobilizada e com aquele velho gordo em cima de mim.

Não tenho ideia quanto tempo ele ficou ali me comendo, mas era óbvio que aquele velho não aguentaria muito mais. Eu já estava exausta, quase desmaiando de dor, quando ele soltou a minha mordaça. “Começa a contagem.”, ele ordenou. Eu não tinha mais forças dentro de mim para resistir, eu apenas obedeci.

1… 2… 3… 4… 5… 6.. 7… 8… 9… FOGO!

O garçom até tomou um susto com o berro de Alexandre enquanto começava a soltar violentos jatos de porra direto no meu bumbum. Eu fiquei até aliviada ao sentir o semên quente do meu padrasto dentro de mim, significava que minha humilhação havia terminado. Alexandre convidou o garçom para assistir o vídeo junto com ele e tomar uma cerveja, o que ele aceitou. Eu já estava esperando que meu padrasto me desamarrasse, eu estava preparada para dar um tapa nele, só porque era impossível me libertar da minha raiva. Mas, ele me olhou com um sorriso sinistro e antes de sair do quarto disse: “Fica comportada aí, Lassie. Mais tarde a gente volta.”

<Continua>

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Comentários

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Faz um conto detalhado mais a parte da faculdade e de como ela ganhou o apelido!! Seria tooop

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