Não basta ser pai 23

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 11022 palavras
Data: 12/05/2024 13:02:41

Guga olhou para mim. Achei que ele iria se abrir e explicar o que estava se passando em sua cabeça. Mas, em vez disso, ele franziu a testa, desconversando: "Sim, claro que estou bem. Por que não estaria?"

Eu sorri para ele: "Eu te conheço o suficiente para saber quando algo está acontecendo, que tem alguma coisa te incomodando."

Guga acenou com a mão, descartando minha preocupação, "Que nada, estou apenas relaxando." Ele tomou um gole de sua bebida e olhou ao longe, para o céu escuro. Era pôr do sol. Nosso primeiro dia inteiro na cabana estava chegando ao fim.

Suspirei e entrei na cozinha. Preparei uma dose de gin e fiquei pensando como faria para meu irmão se abrir comigo. Guga era uma pessoa expansiva e extrovertida, não era de ficar calado, cabisbaixo, desanimado. Quando algo o perturbava, era visível, ele dava a maior bandeira. A questão era como fazer para ele se abrir comigo.

Estava mexendo no meu drink quando Dan voltou para o andar de baixo, estava com a toalha enrolada na cintura e sua habitual simpatia. Meu filho era um jovem alegre e cheio de energia. Ele se aproximou de mim e passou os braços em volta da minha cintura. Deitado com a cabeça nas minhas costas, ele disse: "Posso tomar uma bebida?"

A pergunta me surpreendeu. Dan nunca foi de mostrar interesse por bebida alcoólica, por um momento eu vacilei, em dúvida se devia ou não deixar ele beber. Então, decidi fazer uma dose mais fraca, mas antes dei um sermãozinho: “filhote, quando foi que começou o seu interesse por bebida? Nunca te vi bebendo, seja nas festinhas lá em casa, seja quando a gente sai para ir num barzinho, num restaurante, você nunca manifestou vontade de tomar um drink. O que foi que aconteceu?”

Me virei para encará-lo e vi o olhar inocente em seus olhos: “Ah pai, hoje deu vontade. Sempre vejo você e tio Guga tomando uns drinks. Mamãe sempre toma vinho. Hoje me deu vontade de saber que gosto tem. Só isso!”.

Antes de lhe entregar o copo com a bebida que preparei, adverti Dan mais uma vez:" então tá bom, mas você não pode contar para sua mãe."

Suas covinhas apareceram quando ele sorriu: "Depois de tudo que fizemos juntos, você acha que precisa me dizer isso?"

Mantive meu olhar de pai durão: "Não tenho dúvidas de que você nunca vai contar pra sua mãe sobre a gente estar fudendo. Mas, beber? Isso é tão banal que você pode deixar escapar algum dia e eu prefiro contar pra sua mãe antes."

Ele abriu a boca para protestar, mas o puxei e lhe dei um beijo. Ele sorriu novamente e olhou para mim com sua cara de safado.

Eu zombei: "Você é um putinho mesmo... quer mais rola?!"

Ele colocou a mão na minha virilha e apertou: "Sempre!"

Pressionei minha pica contra sua mão: "Aqui sempre vai ter rola pra você"

Ele lambeu os lábios e disse: "Sim, paizão, por isso que eu te amo".

Puxei sua mão da minha virilha enquanto me virava para lhe entregar o copo: "Tome um gole disto. Veja se você gosta do gosto."

Com entusiasmo nos olhos, ele tomou seu primeiro gole. À medida que o líquido entrou sua boca, pude ver a expressão de repulsa em seu rosto. Lembrei-me do tanto que eu odiei meu primeiro gosto de álcool. Mas, assim como eu, ele não se importou o quão ruim era o gosto. Tomou outro gole. Depois um terceiro.

Peguei o copo e disse: "Calma, rapazinho. Vá devagar. Drink é pra saborear. Tá com sede? Beba água. Não quero que você fique embriagado e comece a passar mal."

Peguei um copo novo, enchi de água e dei a ele, peguei seu água tônica com gelo, limão e gin, botei um pouco mais de tônica e entreguei para ele. Brindamos e ele disse: "Às primeiras experiências!"

Eu respondi: "Às primeiras experiências!"

Nós dois tomamos um gole, então coloquei minha mão em seu ombro e o levei para a varanda.

Dan viu meu irmão e disse: "Ei, tio Guga! Papai me deixou beber um drink."

Por uma fração de segundo, a carranca do meu irmão ainda era visível. Mas então ele abriu um enorme sorriso e ele riu. "Olha só, Dan. Está virando homem mesmo hein! Bem vindo à vida adulta, dezoitão."

Me sentei numa cadeira e abri as pernas enquanto Dan se sentou aos meus pés. Durante a hora seguinte, bebemos, contamos histórias e rimos com as coisas absurdas e engraçadas que já passamos na vida. Estávamos nos divertindo muito na companhia uns do outros, o ar fresco, a noite tranquila e o álcool inebriante deixava tudo delicioso.

Dan estava aproveitando sua primeira dose de álcool, o que aumentou seu nível de demonstrar carinho. Ele abraçou minhas pernas e esfregou a cabeça nelas. Depois, deitou-se na espreguiçadeira com Guga e aconchegou-se com seu tio. Ele deu uns amassos em cada um de nós, dizendo-nos como ele estava feliz por estarmos junto. Não oi pela primeira vez que me perguntei como seria para mim, meu irmão e Dan se a gente vivesse assim o tempo todo. Eu sabia que era um sonho, uma fantasia, mas ainda assim foi bom imaginar a gente morando juntos, curtindo a companhia uns dos outros da maneira que desejássemos.

Dan logo demonstrou que não estava preparado para a bebida, um pouco mais de 1 hora e meia depois, ele começou a cochilar com a cabeça em meu colo. Nós o acordamos depois de muito insistir, o convencemos a ir se deitar em nosso quarto.

Depois que Dan, saiu, eu e Guga ficamos quietos novamente. Depois de uma dose de gin, o álcool estava nos relaxando. Enquanto olhávamos silenciosamente para as estrelas, perguntei: "No que você está pensando?"

Ele suspirou: "Estou com pena de mim mesmo, só isso."

Esperei que ele continuasse. Quando ficou claro que ele não ia dizer mais, perguntei: "Por quê?"

Ele ficou quieto por um minuto, depois disse: "Muitas razões. Esse maldito divórcio. Isso me deixou todo ferrado. A gente não separou por falta de amor. Gosto da Anna. A questão foi essa obsessão dela por ter filho. Me pego pensando se não deveria ter cedido. Vejo tua alegria com Dan... Agora, tô sozinho em minha casa. Sinto falta da rotina do casamento, do cotidiano, de ter alguém ao meu lado."

Perguntei: "Nada é definitivo. Você pode encontrar outra pessoa. É jovem, bonito, atraente, estável. Como nossa mãe dizia, você é um bom partido."

Ele acenou com a cabeça: "Nem fale em nossa mãe. A gente sabe que não tem muitas memórias boas de família. A frieza dos nossos pais, a rigidez, a forma austera como fomos criados. Isso tudo aniquilou meu desejo de ser pai. E você? Além de Dan, nunca quis ter seu próprio filho com Patty?". Ele concluiu sua pergunta com um suspiro, então eu disse: “nunca me imaginei pai, mas as coisas comigo e Patty foram acontecendo tão naturalmente que, quando me vi, estávamos morando juntos e eu me sentindo pai de Dan. Patty não queria ter mais filhos e eu aceitei de boa seu desejo, porque eu mesmo não tinha esse sonho”. Guga ficou em silêncio, me ouvindo falar. Esperei que ele organizasse seus pensamentos. Depois de alguns momentos, ele acrescentou: "Quando vejo como você e Dan interagem, me pego pensando se eu não gostaria de ter tido um filho e viver algo assim com ele."

Minha mente alucinou imaginando coisas. Guga queria ter tido filho para trepar com ele? Não, não podia ser. Estou ficando doido, foi a resposta que dei a mim mesmo, mas na dúvida perguntei com muita hesitação: "Você queria ter um filho... para ter a mesma intimidade que hoje eu tenho com Danzinho?"

Ele entendeu imediatamente o que eu estava perguntando: "Não, não. Caramba, Duda. Porra!!!! Meu irmão, não sou um tarado que acha que tudo acaba em sexo." Ele fez uma cara fechada para mim. "Não me refiro à sexo. Falo do vínculo pai/filho que vocês têm. É bonito como vocês são ligados e como confiam e contam um com o outro."

Pedi desculpas pela conclusão estúpida e conversamos um pouco mais sobre isso, então ele disse: "Estou feliz que você e Dan estejam aqui neste fim de semana. Eu iria ficar com a cabeça fodida se tivesse que ficar sozinho aqui todo o feriado."

Eu disse: "A decisão de Patty de ficar em casa foi uma dádiva de Deus, não foi?"

Ele assentiu e disse: "Tem mais uma coisa que eu queria falar." Esperei enquanto ele respirou fundo e disse: "É divertido brincar sobre a possibilidade de eu fuder meus alunos tesudos e gostosos, mas, honestamente, Duda, nunca olhei seriamente em qualquer um deles dessa maneira. Claro, eu noto seus corpos, seus lindos rostos... suas bundas." Ele riu. "Mas eu nunca me permiti fazer isso. Tenho estado tão focado em ser profissional que nunca deixaria minha mente vagar dessa maneira." Ele tomou outro gole. Então olhou nos meus olhos e continuou: "Dan é o único garoto jovem que tenho me permitido. Não é meu aluno nem da escola nem da academia..."

Eu balancei a cabeça concordando, afinal meu irmão e meu filho começaram a fazer sexo através de um Glory hole na pegação do banheiro do parque, portanto, entendi o que ele estava dizendo. Guga não pegou Dan porque ele era um jovem putinho. Isso foi apenas uma safada coincidência.

Ele continuou: “Mas ontem à noite, quando beijei Juan, foi um grande passo para mim. Ele se formou há pouco mais de um mês. Ele era praticamente meu aluno em um passado muito recente." Ele fez uma pausa e depois disse: "Tenho estado tão envolvido com o que tem acontecido entre você e Dan que comecei a deixar esses pensamentos se infiltrarem sem perceber. Quero dizer, você e eu brincamos sobre eu descobrir se Juan gostava de caras. Mas nunca pensei que realmente tentaria pegar o molecão. Pensei que, se a oportunidade se apresentasse, eu ficaria satisfeito em confirmar nossas suspeitas. Mas quando o impulso chegou, me descobri realmente querendo trepar com ele. Eu queria fuder seu corpo jovem. Eu queria tirar a roupa dele e ver aquele corpo nu diante de mim. Ele é tão gostoso."

Eu sorri. Juan realmente era um gostoso. Entendi perfeitamente como ele poderia fazer meu irmão deixar suas regras de lado.

Ele tomou um grande gole de sua bebida e disse: "É hora de admitir para mim mesmo que eu gosto deles. Que sinto tesão em seus corpos lindos, saudáveis, tudo durinho, em sua energia juvenil, em sua curiosidade." Ele sorriu e acrescentou: "Suas bundas apertadas e suas paus que ficam duros tão facilmente." Mais uma vez, eu estava prestes a dizer algo para aliviar a conversa, mas meu irmão continuou: "Então, como faço para conciliar isso? Como posso continuar a ensiná-los e treiná-los, agora que não estou mais negando meu desejo por eles? Essa incerteza está me perturbando, medo de em algum momento perder a linha."

Entendi a preocupação do meu irmão. Embora estivéssemos falando de circunstâncias completamente diferentes, nossos dilemas tinham algumas semelhanças. Eu era novo em sexo de homem com homem, e estava não só aceitando que aquele desejo era parte de mim como estava tendo um relacionamento amoroso e sexual com meu próprio filho, que, para tornar tudo mais complexo, era jovem também. A nossa diferença de idade e minha posição de poder em relação a ele não podia ser ignorada. Por tudo isso, eu e meu irmão tínhamos problemas com contextos e componentes similares. Mesmo assim, não tinha ideia de qual era o conselho certo. Então disse a primeira coisa que veio à minha mente: "Guga, não se subestime. Você é um professor incrível. Tenho certeza de que você não terá problemas em continuar sendo tão profissional como tem sido desde sempre." Então, com um sorriso safado no rosto, eu disse: "Acho que você deveria aproveitar que a molecada tá com tesão em você e curtir, mantendo os cuidados que você sempre teve, não se envolver com aluno e cliente, mas ex-aluno... pode!”

Foi nesse momento que lembrei que tinha que seguir em frente com o plano de fazer um pedido de pizza e trazer aquele entregador gostosinho a nossa casa. Meu irmão precisava curtir um garoto como Samir.

Enquanto isso, Guga estava pensando em Juan: "Bem, vamos ver como vai ser com Juan amanhã à noite. Porra! Eu quero aquele garoto. Só de falar nele, olha como meu pau fica", gesticulou meu irmão balançando a rola dura enquanto sorria para mim.

“Não mostra essa rola ficando dura, que a minha já começa a endurecer também!”, respondi pra meu irmão que retrucou: “Agora, que a gente começou, nunca mais vamos parar de ficar de pau duro um pro outro, e quem se meter no meio vai levar rola dos dois...!” rimos da ameaça dele, quando anunciei que ia pedir uma pizza.

“A gente tem comida na geladeira e nas coisas que compramos, dá pra improvisar algo”, Guga tentou mudar meus planos, mas insisti que queria algo pronto, sem dar trabalho, e quentinho. Então, entrei na sala e liguei para a pizzaria para fazer o pedido sem que Guga pudesse me ouvir. Como Samir tinha sugerido na noite anterior, perguntei especificamente por ele.

O gerente ao telefone perguntou: "Samir? Ele fez um bom atendimento para você antes?"

Disfarcei o nervosismo afinal era estranho pedir a comida e um entregador específico pelo nome. "Sim, ele trouxe pizza pra gente ontem, veio rápido, a pizza chegou quentinha, estava deliciosa demais, ele é um garoto bacana, atencioso. Só que na hora, infelizmente, a gente não tinha dinheiro em casa, só cartão, então não pudemos dar uma gorjeta, queremos aproveitar e retribuir o bom atendimento dele hoje (se ele soubesse que a gorjeta eram 3 rolas e cus...)."

O homem respondeu: "Que bom ouvir isso. Ele é um bom garoto. Vamos providenciar seu pedido e mandar ele entregar, vai ser a última saída, nossa cozinha está fechando mas sua pizza está garantida e vamos mandar uma sobremesa especial em agradecimento pela sua avaliação positiva, pode deixar."

Pedi o pix e adiantei o pagamento do pedido, assim Samir não tinha que trazer a maquineta de passar cartão e depois voltar pra devolver à pizzaria. Quando desliguei o telefone, senti meu pau latejar. Estava animado que o garoto entregador tava vindo para entrar na nossa festinha. Algo me dizia que, além da pizza, tinha uma boa foda a caminho. E, além disso, eu estava especialmente animado para surpreender meu irmão, convidando Samir para entrar e ficar com a gente. Não tinha dúvidas de que Guga iria gostar muito do moço. Ele era tesudo e gatinho demais.

Avisei a Guga que a pizza estava a caminho e ele falou que era melhor a gente botar alguma roupa, não ficava bem receber o entregador de cueca. Eu ri internamente enquanto subíamos para o quarto para nos vestirmos. Colocamos camisetas e shorts, Guga vestiu um short de ginástica justo, desses de corredor e eu meti uma bermuda folgada. Voltamos pra varanda e tomamos uma segunda rodada de drinks.

Cerca de 45 minutos depois, a campainha tocou. Meu coração acelerou enquanto eu caminhava até a porta. Eu estava animado e ansioso. Abri a porta e vi o rosto sorridente de Samir, nosso entregador tesudinho. Ele disse: "Olá Sr. Eduardo. Que bom vê-lo novamente", olhando para mim da cabeça aos pés. Na noite anterior, eu estava usando apenas uma toalha que não dava para esconder meu pau semi-ereto.

Ao me entregar a caixa contendo a pizza, ele perguntou: "Você e seu filho estão aproveitando a estadia?"

Segurei a porta aberta para ele e disse: "Muito. Entre, Samir, tô vendo que você tá com outro pacote na mão..."

Seu rosto se iluminou com um sorriso de orelha a orelha. Ele sabia o significado do meu convite. Assim que cruzou a soleira, viu meu irmão encostado no balcão que separa a cozinha da sala de jantar. Eu disse casualmente: "Guga, este é Samir. Foi ele que trouxe nossa pizza ontem à noite."

"Prazer em conhecê-lo, senhor. Você é o irmão do Sr. Eduardo?" O garoto era afiado. Ele se lembrou que eu disse que o chalé era do meu irmão. Com esse conhecimento prévio, não foi difícil ver a semelhança em nossos rostos.

Eles se olharam e eu tive certeza de ver atração imediata. O garoto estava vestido da mesma maneira que estava na noite anterior, um conjunto branco e preto de calça e camisa, uniforme da Pizzaria da Nonna.

Guga brincou: "Como foi que você adivinhou?... Prazer em conhecê-lo também, Samir. Meu irmão tem o péssimo hábito de fazer pedidos no final do horário, né?

Samir encolheu os ombros: "Ficamos felizes em atender os bons clientes." Garoto inteligente, todo treinado no discurso do marketing.

Coloquei a caixa da pizza na mesa e fiz menção de pegar a outra caixa que estava nas mãos dele. Samir se adiantou e a colocou sobre o balcão, explicando: “Nosso chefe gostou do senhor e enviou uma porção de petit gateau de cortesia para a sobremesa, só colocar no forno e servir quente, acompanhado do sorvete”. Após entregar o pequeno pote de sorvete para Guga colocar no congelador, olhou para mim com expectativa. Devia estar se perguntando o que eu planejava fazer.

Tentando esconder meu nervosismo, perguntei: "Esta foi sua última entrega do noite, certo?"

Seus olhos brilharam: "Sim, senhor."

Eu disse: "Você acha que poderia ficar por aqui para mostrar a gente como prepara essa sobremesa? Nunca fizemos esse tipo de coisa antes." (desculpa mais esfarrapada impossível, não havia nada de complicado. Era só assar o bolinho de chocolate no tempo certo e servir com o sorvete, mas foi tudo que consegui pensar. Precisava arrumar uma desculpa para ele ficar aqui.)

Peguei a caixa dos bolinhos no balcão e passei para dentro da cozinha. Samir seguiu atrás. Enquanto eu mexia na caixa, tentei pensar em algo para dar a real do que a gente esperava da presença dele ali, mas Samir falou primeiro. Num sussurro, ele perguntou: "Com seu irmão aqui, isso significa que não pode...?"

Olhei para ele: "Não pode o quê?"

Ele ficou com uma expressão de pânico no rosto. "Ah meu Deus, desculpa, senhor. Achei que era por isso que o sr. pediu para eu entregar." Ele começou a se mexer nervosamente.

“Isso o que, Samir?” perguntei com um tom de zombaria que ele não sacou.

Ele me olhou nos olhos e depois para a caixa que nos entregara, então disse falando mais baixo, quase confidenciando algo: "Para curtir com você e seu filho... como estavam se divertindo ontem à noite."

Abri um sorriso, encerrando a provocação com o garoto e respondi: "Sim, Samir, foi pra isso mesmo. E, quanto ao meu irmão, se você gostou dele, ele pode se juntar nós."

Seu pânico se transformou em choque: “Espere. Mas vocês são realmente irmãos, não são?

Confirmei com a cabeça.

Ele pensou por um segundo e depois perguntou: “O outro cara é realmente seu filho?”

Fiquei surpreso com a pergunta. Até então, não havia me ocorrido que ele poderia ter pensado que Dan e eu estávamos simulando uma relação de pai/filho. Mas fazia sentido. Dan não era meu filho biológico, ele não se parecia comigo. E era muito mais fácil acreditar que estávamos curtindo uma fantasia incestuosa de pai e filho amantes do que qualquer outra coisa. Esclareci pra ele: "Dan é meu enteado, na verdade."

Seus olhos brilharam e um enorme sorriso tomou conta de seu rosto. "Não brinca! Dois irmãos e um enteado. Isso é muito tesudo."

Eu sorri: "Então, o que você me diz? Interessado?"

Ele acenou com a cabeça com entusiasmo: "Claro que simmmmm!!!!!!."

Guga tinha voltado para a sala, me afastei para vê-lo por sobre o balcão e perguntei a ele: "Você pode vir dar uma ajuda aqui?"

Guga entrou na cozinha enquanto eu comecei a olhar os armários da cozinha, "Guga, onde ficam os pratos? Ah, e uma assadeira de bolo?"

Guga se virou para abrir um armário acima da pia, tirou os pratos, depois, abriu outro armário embaixo da pia e pegou a assadeira. Eu vi Samir olhando com desejo para o rabão do meu irmão enquanto ele pegava as coisas. Guga então se adiantou para me entregar a assadeira.

Balancei a cabeça: "Essa é pro Samir."

Juntos, Samir e Guga tiraram a porção de bolinhos da caixa e colocaram na assadeira. Samir então avisou que primeiro pré-aquecia o forno por 10 minutos e depois mais 10 minutos pra assar os bolinhos. Guga ligou o forno enquanto eu virei pros dois e disse: “Vou ver como está Dan enquanto vocês arrumam a mesa pra gente comer a pizza. Subi as escadas, chamei por meu filho que se mexeu mas não se levantou, então deixei ele dormir um pouco mais.

Desci e encontrei Samir e Guga conversando na sala enquanto terminavam de arrumar a mesa. Nos sentamos e comemos a pizza que estava deliciosa como a de ontem à noite. Samir não comeu, explicando que já tinha comido no trabalho.

As fatias que sobraram, Guga manteve na embalagem e levou pra colocar na geladeira para Dan comer mais tarde se acordasse com fome, enquanto Samir colocou os bolinhos no forno. Logo depois eles voltaram pra sala e ficamos conversando sobre o movimento na cidadezinha durante o feriado, o quanto era bom pra economia local. Samir falou que a região tava crescendo, os imóveis estavam se valorizando, o que deixou Guga visivelmente animado.

O celular de Samir deu o alerta do timer e ele foi pra cozinha com meu irmão arrumar as sobremesas para nos servir. Percebi que a química entre ele e Guga estava bem afiada. A troca de olhares, os toques displicentes de um no outro, o famoso sem querer querendo de que vc fala e pega no corpo da pessoa como se fosse por acaso, e não é...

Logo depois voltaram com os pratinhos contendo os cheirosos bolinhos de chocolate acompanhados de uma bola de sorvete de creme. Após colocar um pratinho pra cada um, sentamos novamente à mesa e meu irmão, ao meter a colher no seu bolo, o mesmo se partiu, soltando fumaça e derramando o miolo cremoso pelo prato. O cheiro do chocolate era inebriante. Quando meu irmão ia levando o pedaço de bolinho à boca, Samir segurou o seu braço, tirou a colher de sua mão, acrescentou um bocado de sorvete e levou a sua boca: “É assim que tem que ser, o bolinho quente misturado ao gelado do sorvete”.

Eu já conhecia a sobremesa, segui o ritual proposto por Samir, enquanto ele, totalmente à vontade, pegou um de seus dedos, passou pela calda que se espalhou pelo prato de Guga e levou o dedo melado a boca de meu irmão, que engoliu e sorveu o dedo do garoto, num ato escancarado de sacanagem e safadeza.

Samir permaneceu parado bem na frente de Guga enquanto observava meu irmão chupar seu dedo. Guga segurou o pulso do garoto com firmeza e olhou para mim e depois para ele. Em voz baixa, quase um rosnado, ele perguntou: "Quantos anos você tem, garoto?"

Samir respondeu: “Acabei de fazer 18 anos, senhor”.

Guga olhou para mim, havia apreensão e luxúria em seus olhos.

Eu sorri e balancei a cabeça. Meu irmão e eu tínhamos acabado de discutir seu desejo de experimentar sexo com jovens da idade de seus alunos. Eu estava lhe entregando um em uma bandeja de prata.

Guga olhou para Samir. Continuando a segurar o pulso do menino, ele perguntou: "Seus pais estão esperando você em casa?"

O sexy jovem árabe respondeu: "Não, senhor. Eu avisei que ia dar um rolé com uns amigos depois do trabalho. Meus pais sabem que vou chegar em casa mais tarde."

Guga acabou de comer seu petit gateau e disse pra Samir que queria mais. Foi quando eu levantei da mesa e fui pro sofá, pra ver de camarote. Samir reparou na minha rola endurecida marcada na roupa se dirigiu a mim: "Sr. Eduardo, o sr quer mais um bolinho também?"

Eu balancei minha cabeça: "Não, estou satisfeito. Cuide de Guga que ele está com mais fome do que eu. Ah... e me chame de Duda."

Samir olhou mais uma vez para meu pau e lambeu os lábios. "Sim, senhor... quero dizer, Duda." Ele então voltou sua atenção para Guga.

Meu irmão abriu a boca e deixou Samir empurrar mais uma porção de bolinho com sorvete para dentro. Ele fechou seus lábios nos dedos do menino e lambeu-os até limpá-los. Então ele disse: "Teu uniforme está com cheiro de pizza. Por que não tira essa camisa?"

Samir enxugou os dedos no uniforme, se levantou e tirou a camisa do uniforme. Por dentro, estava vestindo uma regata branca. Ele era magro definido, a pele bronzeada e alguns cabelos pretos na parte inferior dos braços e no peito. Não tão peludo quanto Otávio, mas com o mesmo biotipo peludo, tão comum em árabes. Percebi novamente o quão grossas e espessas eram suas sobrancelhas e como seu nariz forte marcava a beleza de seu rosto másculo. Era um garoto com jeito de homem.

Guga se levantou também e agarrou a parte inferior da regata e Samir levantou os braços para permitir que meu irmão tirasse. Guga jogou-o para o lado e então olhou atentamente o corpo do rapazinho enquanto estudava cada centímetro dele.

Guga perguntou: "Você sabe o que vai acontecer?"

Samir me lançou um rápido olhar interrogativo. Balancei a cabeça e gesticulei em direção ao meu irmão.

O garoto voltou-se para ele e disse: "Sim, senhor. Eu quero."

Guga perguntou: "Você já fez isso com um homem maduro antes?"

Samir respondeu: "Não, senhor. Tive algumas experiências com primos e com garotos que moram perto de mim, já rolou uns amassos com um colega. Com um cara mais velho, nunca, mas pensei muito sobre isso."

Meu irmão percebeu a ênfase no muito e perguntou: "Algum homem em particular?"

Samir abriu a boca, pareceu hesitar e finalmente disse: "Fred, meu professor de educação física".

Guga sorriu pra mim. Tive certeza de que ele adorou a resposta. "Você contou ao Prof. Fred o que você sente por ele?

Samir balançou a cabeça: "Não, senhor. Não posso fazer isso. Ele é meu professor. E ele é casado e tem filhos."

Guga riu e disse: “Você pode se surpreender”. Ele parou por um momento, então continuou: "Se eu fosse o Prof. Fred, o que você gostaria de fazer comigo?"

Por vários segundos, Samir simplesmente olhou nos olhos de Guga. Ele estava completamente sem palavras. Então algo clicou em sua cabeça e ele relaxou visivelmente: "Eu gostaria de tocar em você, sentir seu corpo, seus músculos."

Guga acenou com a cabeça: "Vá em frente. Você pode tocá-lo. Eu também sou professor de Educação Física."

Os olhos de Samir brilharam com essa informação, mesmo assim ele colocou timidamente as mãos nos braços de Guga e sentiu seu corpo musculoso, seus bíceps e tríceps. Ele deslizou os dedos pelos braços do meu irmão e subiu para sentir seus ombros.

Guga olhou para suas mãos e levantou a camiseta, expondo seu estômago e a parte inferior do peito. Samir respondeu rapidamente agarrando os peitorais do meu irmão.

Meu irmão perguntou: "Você gosta de sentir o corpo de um homem, garoto?"

Samir acenou com a cabeça: "Sim, senhor. Gosto demais. Tô realizando meu sonho..." Ele continuou a explorar o torso do meu irmão com as mãos.

Guga tirou a camisa completamente e jogou-a no balcão. Ao levantar os braços, Samir colocou a cabeça na axila direita do meu irmão e deu uma lambida. Guga continuou com o braço levantado enquanto agarrava a cabeça de Samir com a outra mão e pressionou-a contra sua axila. Samir parecia em êxtase cheirando e beijando o sovaco do meu irmão. Então levantou o outro braço de Guga e deu-lhe o mesmo tratamento.

Quando Samir se afastou, disse: “Também gosto do cheiro dos homens”.

Guga rosnou e pressionou a cabeça do garoto contra seu peito. Samir começou a chupar seus mamilos.

Enquanto Samir estava ocupado com seu peitoral, Guga acenou para mim, convidando-me para participar com eles.

Eu balancei minha cabeça. Sinalizei com os dedos nos olhos que, por enquanto, queria apenas observar.

Guga assentiu e passou a mão pelos espessos cabelos pretos do menino.

Olhei para baixo e vi como a rola de meu irmão estava dura em seu short. Naquele momento, Samir colocou a mão no volumão. Assim que sua mão tocou, ele exclamou: "Eita, como o pau do senhor é grande!"

Guga sorriu e pressionou sua pica contra a mão do garoto. "Você pode parar agora e voltar para os coleguinhas de escola. Ou você pode ficar e experimentar o que um homem de verdade tem a oferecer."

A expressão no rosto de Samir mudou. Agora que ele percebeu o quão grande era o pau de Guga, ele parecia um pouco preocupado, quase intimidado.

Decidi eliminar um pouco da intimidação deixando-os sozinhos por um tempo. Eu disse: "Enquanto Samir decide se está à altura do desafio, vou mijar. Volto em um minuto."

Subi as escadas para olhar como Dan estava. Ele não se moveu um centímetro e estava ainda respirando profundamente. Entrei no banheiro e mijei, então voltei para meu filho. Acariciei seu cabelo algumas vezes e depois saí do quarto. Fui até a beira do guarda corpo da escada e olhei para baixo, vendo meu irmão e Samir. O short de Guga tinha sido tirado e Samir estava de joelhos segurando o pau grosso do meu irmão. Parecia que o garoto estava determinado a seguir em frente!

Continuei observando por alguns segundos enquanto Samir aproximava o pau do meu irmão de sua boca. Ele parecia saber o que estava fazendo, mas estava sendo desafiado pela espessura do pau do meu irmão. Samir tentou abocanhar sua rola algumas vezes e mesmo não conseguindo do jeito que desejava, ele não desistiu. Em poucos minutos, a luxúria tomou conta do menino. Ele estava devorando o pau de Guga como se fosse o último pedaço de carne que ele teria em sua boca.

Agora que Samir estava se divertindo completamente, decidi me juntar a eles de novo. Quando me viu de volta a sala, Guga disse: "Você vai adorar o que Samir acabou de me contar. Ele e seu colega da pizzaria estão fazendo uma aposta." Ele agarrou os cabelos de Samir e puxou seu pau de dentro da boca do garoto: "Diga ao Duda qual é a aposta?"

Samir enxugou a saliva dos lábios: "Nós dois somos entregadores. O primeiro que transar com um cliente vence."

Eu ri: "Então, somos apenas uma maneira de você ganhar uma aposta, não é? Qual é o prêmio?"

Ele lambeu a cabeça da rolona de Guga: "O vencedor pode foder o perdedor."

Guga e eu trocamos sorrisos. Meu irmão então respondeu: "Parece que você está prestes a vencer. Você está ansioso para foder a bunda do seu colega de trabalho?"

Samir acenou com a cabeça: "Sim. Nunca comi ninguém. Mal posso esperar."

A expressão de Guga se transformou em um sorriso travesso: "Você já foi fodido?"

Samir desviou o olhar, olhando para o chão. Ele não respondeu imediatamente.

Guga disse: "Qual é, garoto, não há nada para se envergonhar."

Ainda olhando para o chão, Samir respondeu: "Sim. Algumas vezes."

Guga colocou o menino de pé, colocou um dedo sob seu queixo e levantou sua cabeça até que eles estivessem se olhando nos olhos. "Você gostou de ser fodido?"

Samir deu de ombros, mas não respondeu.

Guga disse: "Se você gostou, não tenha vergonha de admitir. Quando um cara te fode, pode ser uma das melhores sensações da vida!"

O menino estudou os olhos de Guga enquanto ele fazia um aceno de cabeça minúsculo, quase imperceptível.

Guga sorriu enquanto acariciava a bunda do garoto através das calças: "Nada se compara à sensação de um pau deslizando para dentro do seu buraco apertado, né? Saber que um cara está gozando dentro do seu corpo... sentindo o pau dele massageando seu interior... É incrível pra caralho, não é?"

Samir assentiu novamente, mas desta vez com mais confiança.

Guga perguntou: "Você sabe o cara sortudo que você é?"

Samir balançou a cabeça, claramente sem saber o que meu irmão queria dizer.

Guga continuou: “Você é o que a maioria dos homens deseja. Você é jovem, bonito, gostoso e sente tesão verdadeiro em ser fodido. Aposto que os caras que te foderam pensaram que eles estavam se aproveitando de você, não foi? Eles pensavam que transando com você, eles eram os fodões. Só que era você que estava com o poder sobre eles e os babacas nem se deram conta do privilégio de serem desejados e aceitos por um garoto lindo como você."

Samir assentiu, ainda olhando nos olhos de Guga. Ele parecia hipnotizado pelas palavras do meu irmão.

Guga continuou: "Bem, vou te contar um segredinho. Você é o dono da porra toda, Samir. Basta você estalar os dedos e terá o homem que quiser a seus pés. Não são os cara que te fodem com os paus deles, é você que come a pica deles com seu cu poderoso, garoto. A satisfação deles está inteiramente em suas mãos... ou em sua bunda, para ser mais exato." Guga disse isso colocando a mão dentro da calça do garoto e acariciando sua bunda.

Samir continuou a olhar cheio de tesão nos olhos do meu irmão. Eu imaginei que sua mente devia estar como o interior de um relógio antigo naquele momento, várias rodas girando enquanto ele processava palavras do meu irmão.

Guga beijou o pescoço do garoto enquanto ele continuava acariciando sua bunda. "Quando eu era da sua idade, os homens queriam me foder o tempo todo. Não precisei ficar mais velho pra perceber quanto poder eu tinha sobre eles." Fez uma pausa para lamber o pescoço de Samir. "E agora que estou mais velho, sou um deles. Olho para você e tudo que eu posso pensar é em foder sua bunda linda." Ele mordiscou a orelha do garoto, molhando-a com a língua e suplicou: "Você vai me deixar te comer? Por favor?"

Samir assentiu, ainda incapaz de falar.

Eu sorri e balancei a cabeça. Meu irmão estava fazendo sua mágica sedutora como sempre fez. Ele poderia convencer qualquer um de qualquer coisa. Mesmo assim, eu sabia que havia verdade nas palavras de Guga. Dan tinha tanto poder sobre mim quando se tratava de sexo. Desde o início, sua bunda foi objeto do meu desejo, mesmo antes que eu entendesse. Eu só consegui tocar, comer, tocar ou foder porque ele me procurou e me permitiu. E se ele decidisse dizer “não” para mim, me deixaria louco de tesão recolhido.

Guga deu um beijo nos lábios do garoto. Em segundos, o corpo de Samir ficou mole enquanto a boca e a língua do meu irmão lhe davam prazer. Quando eles terminaram o beijo, Samir olhou submissamente nos olhos do meu irmão.

Guga então disse: "Você acha que pode dar conta de meu pau grande, garoto?"

Samir ficou em silêncio enquanto olhava nos olhos de Guga por alguns momentos. Ele então balançou a cabeça: "É muito maior que o de qualquer dos caras que já fiquei... eu não sei."

Ele devia estar se referindo aos paus dos seus amigos de foda.

Guga disse: "Há uma técnica nisso, duvido que seus amigos saibam. São muito jovens para saber como tratar bem um cuzinho."

Samir perguntou: "Você vai parar se eu pedir, certo? Se doer muito, você vai tirar?"

Guga ergueu três dedos e fez o juramento, brincando: "palavra de escoteiro!"

Segurei a risada. Guga nunca foi escoteiro, mas isso não importava. Eu sabia que meu irmão não forçaria o garoto a fazer nada que ele não quisesse fazer. Ele tinha afinidade com adolescentes, e não apenas em nível sexual. Ele adorava escutá-los, orientá-los e encaminhá-los para a idade adulta. Não quis ser pai, mas sabia e gostava de educar jovens para a vida. Ele cuidava do bem-estar deles, tanto físico quanto emocional. Ele nunca faria nada para trair a confiança deles.

Guga acrescentou: "Duvido que você me peça para parar. Depois de sentir o desejo de um homem dentro de você, você nunca mais vai querer brincar com caras que não tenham pegada e não saibam tratar um garoto gostoso como merece."

Samir continuo abraçado ao corpo de Guga, colocando uma mão em seu peito musculoso e o outro em seu pau grosso. Guga agarrou a virilha do menino. Ele deu um aperto e disse: "Belo pau, garoto. Tire essas calças e deixe-me ver."

Samir soltou o cordão que segurava as calças do uniforme. Elas caíram no chão, então ele abaixou sua cueca branca apertada.

A primeira coisa que notei foi como suas pernas e bunda eram peludas, ao contrário de Dan que era mais lisinho e tinhas pelos finos e claros. A visão do corpo nu de Samir aumentou meu tesão, meu pau, duro, começou a vazar pré-sêmen, melando a roupa que eu ainda usava.

Samir era o típico falso magro, Seu corpo era esguio mas tinhas músculos bem torneados e curvas onde era necessário, como a bundinha. Olhei sugestivamente para Guga. Ele apertou

a bunda do garoto e acenou com a cabeça.

Guga olhou para o pau reto e grosso do garoto e disse: "Então, seus parceiros de foda já chuparam teu pau lindo? Ou eles simplesmente vão direto para a sua bunda?"

Guga não estava mais tocando a bunda do garoto. Ele agora estava acariciando os ovos de Samir com uma mão enquanto acariciava seu pau com a outra.

Samir engasgou, aproveitando as mãos do meu irmão em seu pau e bolas, desandou a falar: "Ricky nunca me chupa. Ele apenas me bota pra chupá-lo e goza na minha boca. Diogo já me chupou rapidamente algumas vezes, mas vai logo me fodendo. Emílio – o colega que trabalha comigo - ele e eu apenas nos chupamos. Ele nunca me fodeu." Ele fez uma pausa por um momento e depois acrescentou: "Por enquanto..." Outra pausa, então ele terminou: "Ele é muito legal e gostoso. Ele chupa gostoso e diz que gosta do gosto da minha porra."

Guga respondeu: "E você? Você gosta do gosto de porra?"

Samir assentiu e sussurrou: "Sim, senhor."

Guga beijou o peito do menino e disse: "Eu também. É uma das melhores partes de fazer sexo com um cara, a leitada que você recebe no final, seja na boca, seja no cu."

Samir lançou um olhar de surpresa para Samir: "Você chupa pau?"

Guga riu: "Claro, garoto." Ele então caiu de joelhos e segurou o pau de Samir até quase encostar em seus lábios. "Você gostaria que eu te mostrasse?"

Samir não disse nada. Ele apenas assentiu e soltou um gemido alto quando meu irmão engoliu seu cacete inteiro.

Guga segurava o garoto pela bunda, enquanto ele devorava seu pau. Que espetáculo ver meu irmão pirocudo, um cara musculoso de 40 e poucos anos, de fazer inveja a muito novinho por aí, de joelhos chupando um garoto magrinho e pauzudo de 18 anos. A diferença entre os dois não poderia ser mais diferente e era muito tesudo de ver.

Samir fechou os olhos naquele momento e balbuciou gemendo: “que boca é essa... eu nunca... me chuparam assim... ah meu Deus... ah caralho... isso é muito bom."

Olhei para baixo e vi o pauzão do garoto entrando e saindo da boca gulosa do meu irmão. Tinha cerca de 16 cm e era bem grosso. Talvez da mesma grossura do pau de Guga e se tornava ainda mais destacado porque ele era magrinho. Ele não aparava os pelos, então sua virilha era muito pentelhuda.

Eu perguntei: "Tá gostando do boquete de Guga?"

Samir balançou a cabeça: “Achei que Emilio fosse bom nisso, mas... isso é... porra, Seu Guga, que chupada... incrível."

Reforcei a percepção de Samir: "É assim que as coisas rolam com alguém que sabe o que está fazendo." Então reparei nas mãos do meu irmão acariciando a bunda do garoto. "Imagine o que ele vai fazer sua bunda.”

Ele olhou para mim com uma expressão de intenso prazer, enquanto apreciava a mamada que meu irmão dava em sua pica gostosa. As mãos de Guga apalpavam sua bunda e dedilhavam seu cuzinho. Pensei em Dan e imaginei como tinha sido pra ele passar por aquela situação de descobrir as muitas camadas de prazer que o corpo pode oferecer, porque Dan com tão pouca idade, já sabia muito das coisas. Desejei que meu monstrinho sexual acordasse e viesse transmitir sua sabedoria sexual ao seu colega adolescente.

Guga tirou o pau do garoto da boca e disse: "Você tem que provar esse pau, Duda." Respondi, adiando a oferta: "Daqui a pouco. Tô adorando assistir."

Guga franziu a testa para mim. Deduzi que ele pensava que algo estava errado.

Pisquei para ele: "É sua vez, meu irmão. Você me permitiu ser o centro das atenções no bosque mais cedo. Agora é sua hora de ter tratamento vip.”

Guga piscou para mim e virou o corpo do garoto. Ele abriu suas nádegas peludas e expôs seu cuzinho enrugado. Então botou a língua pra fora e mergulhou no meio daquelas carnes convidativas. No mesmo momento, ouvi Samir gemer mais alto do que quando Guga meteu a língua em seu rabo.

Guga parou e perguntou: "Seus parceiros de foda já fizeram um cunete em sua rabo, garoto?"

Samir balançou a cabeça: "Nunca."

Dava pra ouvir o barulho que Guga fazia lambendo e linguando cada centímetro do rabo do garoto. Meu irmão parou de novo e disse: "Se você gosta da sensação de uma língua na sua bunda, peça a seus parceiros que façam isso em você antes deles te meterem pica. Isso te ajuda a relaxar e a desejar que a rola entre em você. É a maneira mais foda de dar tesão no cu do parceiro."

Samir respondeu com mais gemidos: "Mmmm... hmm..."

Guga deu um tapinha na bunda do garoto de brincadeira: "Estou falando sério, garoto. Você tem todo o direito de pedir o que você quiser. Não deixe esses caras se aproveitarem de você." Após alguns momentos de silêncio, meu irmão emendou: “A não seu que te excite ser submisso e usado por eles."

Enquanto Guga falava, vi o pré-sêmen escorrendo da cabeça do pau de Samir. Depois de alguns minutos saboreando a bunda do garoto, Guga parou para respirar. Ele separou as bochechas da bunda de Samir para eu ver o buraco adolescente e disse: "Você tem que provar essa bundinha, Duda. Venha."

Imaginando que eu tentasse adiar mais uma vez, Guga me deu um olhar mandão e eu fui. Antes de me ajoelhar, Samir segurou meu pau e fez uma cara de surpresa, constatando que tinha muita rola grossa a disposição dele.

Ajoelhei-me ao lado do meu irmão e vi o cuzinho de Samir pela primeira vez. Era tão peludo quanto o resto de seu corpo, mas suas pregas de um tom vermelho escuro e enrugadas, bem visíveis no centro. Explorei seu buraco com um dedo primeiro, mas rapidamente mudei para minha língua. Adoro chupar um cu, Dan me viciou nisso, então por que perder tempo com meu dedo? O gosto era bom, principalmente com a saliva do meu irmão espalhada por toda parte. Seus pelinhos eram macios, não causavam desconforto na língua. Meu pau deu uns pulos de tesão enquanto eu saboreava o cuzinho de Samir.

Enquanto me perdia no prazer de comer sua bunda, Samir se curvou ligeiramente. Pensei que era para me dar um ângulo melhor. Mas quando olhei, percebi que meu irmão tinha saído do meu lado e se sentado nos bancos do balcão e o menino estava se curvando para poder chupar o pau grosso de Guga. Nossos olhos se encontraram, mostramos um pro o outro o tesão que estávamos sentindo e voltei a enterrar meu rosto na bunda deliciosa do garoto.

Depois de alguns minutos, tive que me levantar. A posição estava me matando de dor nos joelhos. Me levantei e segurei os quadris de Samir enquanto alinhava meu pau com sua bunda e deslizei a rola sobre seu buraco. Não estava tentando meter nele ainda. Estava apenas aproveitando para sarrar em seu rabo e deixá-lo ainda mais com tesão no cu. Como seu cuzinho tava muito salivado, Samir gemeu gostoso sentindo minha caceta sendo esfregada em suas pregas.

Guga gentilmente afastou o garoto de seu pau e falou: "Vamos subir para o quarto." Guga colocou a mão na cintura de Samir enquanto conduzia o garoto excitado escada acima.

Ao passarmos pelo quarto que Dan e eu dividíamos, Samir viu meu filhote dormindo na cama. Ele parou para olhar para Dan e disse: "Espero que ele acorde. Ele é tão bonito e gostoso."

Eu sorri. Ele estava certo. Meu ilho era lindão pra caramba. Fiquei feliz por ele querer que Dan se juntasse a gente. Bateu a tentação de acordar meu filho naquele momento. Mas optei por não fazê-lo. Eu queria que meu irmão fosse o foco da atenção de Samir pelo maior tempo possível. Guga tinha feito isso para mim nas últimas semanas. Eu queria que ele se divertisse tanto quanto possível. Ele merecia.

Fiquei parado no quarto olhando para Dan, enquanto os outros dois caminhavam pelo corredor para a suíte master de meu irmão. Ouvi Guga dizer: "Então me diga o que mais você gostaria que seu professor fizesse com você. Gostaria que ele te fodesse?" Suas vozes estavam desaparecendo, então não ouvi a resposta de Samir.

Entrei no banheiro e preparei um copo de água e uma aspirina. Quando Dan acordasse, faria ele tomar o comprimido para evitar uma ressaca desagradável.

Deitei na cama ao lado dele e o puxei para perto de mim. Ele se mexeu ligeiramente, enrolando-se em meus braços. Acariciei seu cabelo e seu rosto, enquanto admirava sua beleza. Pensei em como seria maravilhosamente perfeito dormir com ele todas as noites, um nos braços do outro.

Suspirei profundamente. Eu sabia que nada disso seria possível. A felicidade que Dan e eu estávamos experimentando seria apenas temporária. Ao voltar para casa em alguns dias, teríamos que dividir nossa rotina com minha esposa, mãe de Dan. E tanto eu quanto ele escolhemos colocar Patty como prioridade acima de nossa amor e nossa tesão. O casamento vinha antes e nosso espaço estaria condicionado as oportunidades que a gente tivesse dentro da nossa convivência em casa, os três, eu, Patty e Danzinho.

Fechei os olhos enquanto desfrutava dessas fantasias e senti o torpor de um cochilo tomar conta de mim, mas logo despertei com a sensação de Dan se movendo em meus braços. Eu abri meus olhos e vi que meu lindo e jovem amante estava acordado. Dan gemeu: "Minha cabeça está latejando."

Eu já esperava por isso. Então peguei o copo d’água e a aspirina. "Aqui, querido, tome isso."

Ele engoliu o comprimido e colocou o copo com o resto da água na mesa de cabeceira.

Eu disse: “Beba toda a água. Você precisa se hidratar”.

Depois de terminar a água, ele se aninhou em meus braços e voltou a dormir.

Não consegui adormecer. Fiquei alguns minutos pensando em várias coisas: meu casamento, meu romance com Dan, a descoberta do sexo gay e as inúmeras trepadas que tive nas últimas três semanas, o turbilhão emocional e psicológico que tomou conta de minha vida. Isso me trouxe um pouco de ansiedade e preocupação.

Felizmente, a aparição de Guga na porta afastou esses pensamentos da minha mente: "Ei, vocês não vão se juntar a nós? Samir está perguntando se você vai transar com ele também."

O corpo musculoso e desnudo do meu irmão estava coberto por uma camada de suor. Seu pau, ainda endurecido, estava extremamente brilhante, provavelmente por causa do lubrificante que tinha sido usado. Senti um formigamento na virilha. Meu irmão era um puto gostoso e eu queria vê-lo transando com o garoto. Queria ver ele leitando bem no fundo do buraco gostoso de Samir.

Eu estava prestes a responder, quando Dan falou: "Samir? O carinha da pizzaria? Ele está aqui?"

Ele rolou para fora do meu abraço e se apoiou nos cotovelos.

Guga respondeu: “Enfim, o belo adormecido acordou! Como você está se sentindo?”

Dan esfregou os olhos e disse: "Tava me sentindo mal, mas depois que meu pai me deu um remedinho, melhorei. Pelo menos, minha cabeça não está mais latejando."

Levantei-me para pegar mais água para Dan. Quando voltei para o quarto, Guga estava sentado na cama, falando em voz baixa com Dan. Eles estavam falando sobre Samir e meu irmão não queria que o entregador ouvisse a conversa.

Dan estava acariciando o pau e os peitorais de seu tio enquanto eles falavam sobre a transa com nosso visitante. Ele se virou para mim e disse: "Eu quero foder Samir com o tio Guga, pai. Posso?"

Eu sorri e consenti os olhos. Meu filho estava sempre pronto para sexo. O desconforto causado pelo álcool não era suficiente para prejudicar seu tesão: "Você não precisa me pedir permissão para fazer sexo com ninguém, filhote. Especialmente quando seu tio está com você."

Dan olhou nos olhos de Guga e depois nos meus. "Eu amo vocês, caras."

Guga passou os dedos pelos cabelos loiros de Dan. "Nós também amamos você, safadinho." Então olhou para mim e perguntou: "Vamos nessa?"

Eu balancei a cabeça: "Sim, vou em seguida, podem começar sem mim. Só preciso usar o banheiro."

Dan disse: "Espere. Preciso lavar a boca primeiro". Ele pulou da cama e correu para o banheiro. Ele escovou os dentes e enxaguou com enxaguante bucal. Ele voltou para o quarto e disse: "Pronto!"

Ele me deu um beijo com gosto de menta e apalpou meu pau. "Não demore muito, pai. A foda só vai ser completa quando você estiver com a gente!"

Então ele e Guga foram para o quarto principal.

Entrei no banheiro e dei um mijão. Então, lavei minha boca com enxaguatório bucal. Era importante a gente estar com hálito e gosto agradável na boca. Enquanto fazia isso, pensei no que Guga falou para Dan: “Nós também amamos você...”. Meu irmão se via parte do relacionamento entre eu e Dan. Isso me dava mais segurança e tranquilidade. Nosso “trisal” fechava com perfeição o círculo entre nós. Eu e meu irmão nos amamos e amamos meu filho. Ele era o nosso garoto.

Quando entrei no quarto de Guga vi que a putaria já rolava solta. Samir estava deitado de lado com uma perna levantada. Guga estava segurando aquela perna enquanto empurrava seu pau grosso para dentro e para fora da bunda do garoto. Pela velocidade da socada, estava claro que o garoto tinha se acostumado com a espessura da pirocona de meu irmão e estava se divertindo plenamente. Enquanto isso, Dan estava na beira da cama dando seu pau para Samir chupar. Guga e Dan estava de mãos dadas, cada um deles olhando para suas picas entrando no rabo e na boca de Samir.

Tirei minha roupa e comecei a punhetar meu pau enquanto aproveitava o show.

Após alguns instantes, Samir virou o corpo e ficou de quatro, enquanto meu irmão voltava a meter nele por trás. Dan foi para baixo de Samir e começou a chupar a pica reta e grossa do garoto árabe, quanto Samir voltava a engolir a pica rosada do meu filho. Um 69 safado com um dos integrantes levando rola no cu de uma terceira pessoa. Que posição feliz Samir estava para desfrutar da foda.

Mais alguns instantes e eles se mexeram de novo. Samir deitou-se de costas e Guga voltou a enfiar seu pauzão nele, voltando ao ritmo das socada naquele rabo já bem acostumado a levar pica. Dan ficou batendo punheta na pica duríssima de Samir, quando eu, adivinhando suas intenções, perguntei: "Ei Samir, você já comeu uma bunda antes?"

Samir disse: "Não, Seu Duda. Ainda não tive a chance de fuder um rabo."

Pisquei para Dan e disse: "Acredite em mim quando digo que você vai ter a melhor bunda para ter sua primeira vez."

Dan piscou de volta para mim, pegou o tubo de lubrificante que estava largado sobre o colchão, besuntou a pica de Samir e se preparou para sentar naquela rola.

Decidi que queria ver de perto. Fui até o lado da cama e me sentei para observar quase em close, quando Dan se abaixou e ficou de cócoras sobre a rola de Samir. O garoto colocou as mãos embaixo das ancas de meu filho para lhe dar apoio e Dan, segurando a rola de Samir, começou a sentar nela. Pouco a pouco, o cuzinho de meu filho se abriu para agasalhar a pica do parceiro que olhava vidrado na direção do seu ventre, como se quisesse registrar na memória cada frame daquela cena. Ao mesmo tempo, ele ajudava a controlar o alinhamento e a pressão do seu pau na bunda de Dan.

Dan, percebendo que eu olhando a foda deles louco de tesão, procurou minha boca para me beijar. "Você quer me foder depois, paizão? Samir vai leitar meu cu pro seu pirocão entrar macio no meu cuzinho."

Ao ouvir isso, me levantei e dei meu pau pra Dan mamar enquanto ele começava a cavalgar a rola de Samir. Nisso, Guga saiu de dentro do rabo de Samir e deixou os dois garotos curtirem sua foda e veio pro meu lado, me abraçando. Sua rola logo se aninhou na minha raba e intuitivamente procurou o caminho do meu cu. Guga me abraçou, fazendo caricias suaves nos meus mamilos e no meu saco. Empurrei o rabo pra trás, deixando claro que gostava do seu pau me cutucando.

O safado chegou no meu ouvido e sussurrou: “ainda vou tirar esse cabaço direito...” Ele nem desconfiava que podia ser ali, agora. No tesão que eu tava, especialmente por ele, qualquer receio e preconceito sobre dar o cu, se desfazia pelo simples contato da cabeça de sua pica com minhas pregas. Uma intuição sobre qual era o destino natural daquela cacetona: entrar no meu rabo e marcar as paredes do meu cu com sua porra.

Porém, meu irmão me surpreendeu, se “desconectando” e ficando de 4 na cama ao lado do casal jovem que fodia. Guga olhou pra mim, com o rabo escancarado e me pediu: “vem curtir meu rabo, maninho.”

Então caminhei até a beira da cama para cair de boca no rabo do meu irmão. Assim que seu cuzinho apareceu, eu paralisei. Aquele cuzinho era uma das paisagens mais bonitas que já vi. A bunda musculosa do irmão ficava incrível naquele ângulo. Passei vagarosamente a língua, saboreando cada pedacinho daquelas pregas, subi e desci até colar meus lábios como ventosa, enquanto passei a chupar e fuder o cuzinho de Guga com minha língua.

Meu irmão arrepiava com meu cunete. Ele não aguentou muito tempo e foi reto no pedido: “me fode”. Meu corpo estremeceu todo. Eu tinha que foder meu irmão. Meu pau estava a ponto de explodir de tão duro.

Dan rebolava no pau de Samir mas acompanhava nossa movimentação. Quando me coloquei de pé para foder meu irmão, vi a mão de Dan me oferecendo o lubrificante. Trocamos um sorriso bem safado, lambuzei meu pau e encostei no rabo de Guga. Ele não esperou e empurrou a bunda para trás. Ouvimos o “plop” do barulho da cabeça da minha rola rompendo as pregas do meu irmão.

Guga deu um gemido gostoso enquanto eu enfiava devagar e sempre meu pau em seu rabo. Dei alguns segundos para ele se acostumar, enquanto desfrutava da maciez e do calor do seu cuzinho aveludado envolvendo meu cacete. Nem se passou um minuto e Guga começou a dar umas reboladinhas. Segurei ele pelo quadril e comecei a socar meu pau em seu buraco.

Enquanto isso, ouvi barulhos dos garotos se movimentando. Dan se colocou de 4 ao lado do tio e Samir voltou a meter nele.

Em pé ao meu lado, olhei para aquele garoto tesudo e procurei sua boca. Assim que nossos lábios se encontraram e nossas línguas começaram a trocar saliva e a se chupar, Samir anunciou: “vou gozar!”, segurando Dan pelas ancas, como se tivesse medo de que meu filho fosse fugir daquela leitada.

Continuamos a nos beijar até que ele parou os movimentos de mete e tira, saindo devagar de dentro do cuzinho de Dan. Junto a sua pica veio um jorro de porra que escorreu pelas coxas de Dan. Meu filho fez força pra fora e botou o que pode daquele leite pra fora. Então, Danzinho se levantou, pegou Samir pela cintura, botou ele de 4 ao lado de Guga e meteu rola. O garoto árabe nem se abalou, o fato de ter gozado não diminuiu seu tesão.

Eu e Dan trocamos alguns beijos quando meu filho perguntou com a cara mais safada: “o cuzão de tio Guga é gostoso?”. Sorri de volta e ofereci: “Quer provar?” Balançamos nossas cabeças ao mesmo tempo e trocamos de rabo. Dan meteu num golpe só, meu pau já tinha alargado aquele cu, não havia maior resistência, ainda mais para uma pica menos grossa. Já eu, encostei meu pau no cu de Samir e fui enfiando com cuidado. O fato dele já ter sido comido por Guga, tinha dado uma boa relaxada naquelas pregas, mas cu a gente come com jeito, até pra socar com força, primeiro a gente sente a resistência dos músculos, a disposição das carnes em aceitar a invasão de uma pica dura cuzinho adentro. E Samir sentiu a diferença de calibre. Me pediu com um olhar cheio de tesão e algum desconforto: “devagar, por favor”. Parei onde estava e deixei que ele se acostumasse com a grossura da minha rola. Sugeri que ele empurrasse a bunda pra trás quando sentisse em condição de levar mais rola. E assim ele fez, aos poucos meu pau sumiu dentro do cuzinho peludo do garoto.

Ao mesmo tempo, Guga estimulava Dan a lhe foder com pegada: “Vai, Dan, lasca o rabão do teu tio. Me dá essa pica toda, quero sentir esse pau torando meu cu. Me fode!!!!” E meu garoto, normalmente mais suave nos gestos e atitudes, pegou seu tio pelas nádegas e socou com força. Enquanto eu fodia lento e compassado o rabo de Samir, ao meu lado via e ouvia ao lepo-lepo de Dan no cu de Guga que pediu cheio de tesão: “me dá leite, enche meu cu de porra, Danzinho. Quero sentir tua gala enchendo meu rabo”

Pedido atendido poucos segundos. Dan que até então nunca foi de fazer muito barulho, gritou alto e forte: “vou gozar, tio!” e gozou socando com golpes rápidos e fortes o cuzão de meu irmão.

Dan desabou na cama enquanto Guga se levantou e veio pra trás de mim. Apontou a cabeça da rola pra olhota do meu cu e forçou. A cabeça foi entrando e eu fui sentindo aquele ardor, a sensação de preenchimento, estranha e prazerosa. O pau de Guga nem tava na metade e ele gemeu forte. Senti um troço quente me inundando o rabo. Era a porra do meu irmão que me lavava por dentro. Sem demora, segurei Samir pela cintura e soltei minha porra dentro dele.

Arriamos os três, uma pilha de corpos, com paus enfiados no cu e o aroma inconfundível de sexo perfumando o ambiente.

Ficamos assim por longos minutos. Deixando a respiração aos poucos se acalmar. Não havia nenhuma urgência ou necessidade que nos tirasse da delícia do pós gozo. Deslizei pro lado abraçando Dan, enquanto Samir se enroscava no corpo de Guga. A rola de Samir tinha voltado a endurecer, sinal de que a pirocada que eu lhe dei atiçou seu desejo.

A gente estava praticamente cochilando quando Guga nos convidou: “vamos tomar um banho galera? Precisamos!!!”. Preguiçosamente, nos levantamos e seguimos Guga em direção ao banheiro. Ao invés da jacuzzi enorme, entramos no enorme box do banheiro, onde havia 2 chuveiros vindo do teto, Guga regulou a temperatura da água e uma cascada de água morna gostosa caiu sobre nós. Ficamos numa brincadeira gostosa de um lavar o outro, com aquelas besteiras de adolescente, de pegar no pau, no rabo, etc...

O resultado? Nossos paus endureceram e o tesão pediu por mais uma sessão de foda. Samir se abaixou e abocanhou meu pau. Ele segurava minha pica, chacoalhava e engolia, como se quisesse ter certeza de que dava conta daquilo tudo ou de que não conseguia acreditar que tinha uma rola daquele tamanho nas suas mãos.

À nossa frente, Guga deu um jeito de abaixar e meter língua no cu de Dan que se abriu safado para receber o cunete do tio. A visão de Guga ajoelhado e de seu rabão aberto me deu uma vontade doida de meter nele de novo. Antes que eu passasse do pensamento a ação, Samir largou meu pau e se ajoelhou ao lado de Guga disputando a rola de Dan com meu irmão. Os dois putos duelava suas línguas e lábios com a pica de Dan no meio. Guga se levantou, fechou as torneiras, cessando o fluxo de água que caía dos chuveiros, pegou Samir pelas axilas, fez ele se curvar ligeiramente pra frente e meteu rola no garoto, que reagiu com o som abafado indefinível (era dor? era amor?). Me aproximei das costas de Guga, encostei minha rola em seu cuzão, ele parou a socada em Samir, esperando que eu metesse. Assim eu fiz e quando completei a metida, começamos o vai e vem do trenzinho. Quando Guga recuava do rabo de Samir, atochava minha rola em seu cu.

Ficamos por uns 2 minutos nesse balé até que veio a surpresa da vida. Dan, que assistia nosso engate batendo punheta encostado na parede do box, veio, com a maturidade de quem sabe o que quer e decidido, aprumou seu pau e meteu em mim. Se eu tinha perdido metade do cabaço com meu irmão, agora meu filho completava o serviço. Meu rabo tava leitado pela porra do meu irmão, então não senti dificuldade alguma em receber a pica de Dan. A fissura da putaria e o tesão alucinado que nós 4 estávamos sentindo apressou nosso orgasmo. O primeiro que gozou foi Samir na punheta levando pirocada de Guga. Em seguida, leitei o rabo de meu irmão que não demorou um minuto, encheu o cu de Samir de porra. A gente tava meio que descansando, gemendo engatados, quando Dan finalmente gozou, parte dentro de mim, parte nas minhas costas, porque ele fez questão de jorrar parte da porra fora sobre minhas costas e minha bunda, como quem demarca a posse e propriedade de um território.

Nossos orgasmos foram intensos. Para nos “ressuscitar”, Guga reabriu os chuveiros e a água caiu generosa sobre nossos corpos suados e lambuzados de saliva e porra. Dessa vez, nos lavamos quase em silêncio, os risos eram mais suaves, o cansaço finalmente chegou e tomou conta da gente.

Guga foi pegar mais toalhas enquanto terminávamos o banho. Trocamos carícias, próprias de quem havia acabado de partilhar momentos de intimidade profunda e estava à vontade com isso. Enquanto eu me secava, vi que Dan e Samir trocaram um beijo cheio de entrega. Perguntei a Samir: "Você já tinha beijado um cara antes desta noite?"

Com inesperada timidez, ele concordou com a cabeça e desviou o olhar.

Eu o puxei de volta para um beijo e então disse: "Você é muito bom nisso. Seu beijo é muito gostoso. Só perguntei de curioso, pra saber se você já tinha beijado seus amigos com que você transou"

Ele balançou a cabeça: "Não, até tentei beijá-los, mas eles não querem. Dizem que é coisa de viado."

Eu disse ao meu irmão: “Então, Guga. Você foi o primeiro beijo de Samir”.

Guga respondeu: “Isso explica por que foi tão bom”.

O rosto de Samir sorriu de felicidade. Eu sorri para ele. Fiquei feliz por saber que nosso quarteto criou uma memória deliciosa na vida daquele garoto tão bacana.

Quanto recolhi as toalhas pra colocar no varal na área de serviço do chalé, bateu uma leve sensação de fome. Virei pro trio e perguntei: "Quem tá com fome?"

Descemos as escadas e devoramos o que sobrou da pizza e da sobremesa. Samir começou a se vestir, catando as peças de roupa que estavam pelo chão, enquanto terminávamos o lanchinho.

Guga perguntou a Samir que se vestia: "Ei, como você vai provar pro seu amigo que ganhou a aposta? Não tiramos nenhuma foto."

Samir vestiu a camisa do uniforme e sorriu: "Não vou contar pra ele. Vou deixá-lo vencer..." E abriu um sorriso safado.

Dan, que estava sentado no balcão, me lançou um olhar confuso. Ele não estava ciente da aposta.

Pisquei para ele. "Parece que, dada a escolha entre ser fodido e foder, Samir decidiu que prefere ser fodido."

Guga cumprimentou Samir: "É isso, garoto. Sua pica, seu cu, suas regras”. Todos rimos gostosamente com o chiste de meu irmão.

Guga renovou o convite pra Samir ficar pra dormir, mas o garoto deixou claro que até podia chegar tarde mas seus pais ainda não eram liberais a ponto de deixar o filho recém chegado à maioridade, dormir fora, na casa de estranhos.

Nos despedimos de Samir, prometendo novos encontros. Então, nós três demos uma geral, limpamos rapidamente a sala e a cozinha e subimos as escadas. Guga seguiu para o quarto ele enquanto eu e Dan entramos no nosso quarto. Nos deitamos na cama. Eu passei meus braços em volta do meu filho e o abracei com força. Ficamos agarrados em silêncio, nos braços um do outro, por alguns minutos, simplesmente apreciando o toque um do outro.

Então meu irmão apareceu na porta. Sem dizer uma palavra, Dan e eu nos movemos alguns centímetros para abrir espaço para ele do meu lado. Guga apagou a luz e deitou-se na cama. Ele passou seus braços em volta de mim, me abraçando por trás. Ficamos os três aninhados e o sono chegou suave. Estávamos deliciosamente exaustos. O sono reparador ia nos preparar para o domingo... quando pensei nisso, lembrei que Juan chegaria no dia seguinte e, contrariando qualquer expectativa, pensar naquele atleta gostoso deu uma leve estremecida no meu pau...

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 25Seguidores: 114Seguindo: 50Mensagem Maduro ativo, eventualmente versátil, relacionamento adulto e aberto, curto relatos eróticos, Gosto das coisas boas vidas (viajar, conhecer lugares, estar em boa companhia, etc)

Comentários

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Que delíciaaaaaaaaaa... perdeu a real virgindade... por quem realmente mereceu lhe tirar o cabaço... DAN. pena que foi rapidinho... já imagino Guga e Dan revezando no cuzinho e na boca de Duda... pra se sentir o quanto é delicioso mamar e ser fodida

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CONTINUO COM A OPINIÃO DE NÃO CURTIR SURUBAS, MAS ESSA FOI EXCELENTE.

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Caraca. O que foi isso? Sensacional, melhor só se eu estivesse lá também. Mas seus detalhes me colocou presente e como um voyeur gozei foi muito. Obrigado. Como fã só tenho a agradecer pelo delicioso conto que você nos oferece e a maestria com que você domina as palavra despertando um tesão incontrolável que chega a dar inveja das personagens e desejo enorme de desfrutar de uma experiência igual. Parabéns e muito obrigado pelo conto.

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tem umas pontas soltas... o vizinho... ainda vai rolar é coisa

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PUTA QUE PARIU!!!!!!

Estava chateado que estava demorando a continuação, mas depois desse capítulo, pode morar o quanto quiser!!!!!!!

Incrível!!! Sem palavras!!!!

Que delicadeza da parte do guga, dan te comendo…

Chocado demais

O melhor episódio de todo. Super inesperado.

Samir jamais vai esquecer.

Quero o próximo

Parabéns mais uma vezzzz

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Delícia! N demora a postar! Eh o melhor conto nessa temática que eu já li!

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Tive duas semanas complicadas no trabalho, a sinusite mandou lembranças, foram dias bem chatos, exaustivos, corpo adoecido. Tô melhorando, vou retomar a escrita pra concluir essa seria e começar a nova.

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Pode prolongar essa o máximo que puder Rs

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Lukinhas, isso é algo muito maluco para quem escreve. Desenhei uma escaleta de roteiro para 32 até 36 capítulos, só que os personagens tem vida própria... Já pensei em reduzir para 30, fundir algumas ideias, mas o capitulo de hoje se estendeu demais, ao longo da semana, fui desenvolvendo a história e sentindo a necessidade de aprofundar detalhes, desenvolver aspectos dos personagens. Não sei apenas descrever, só consigo escrever...

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