Amigo de Colégio - Na Fazenda

Um conto erótico de Multiface
Categoria: Homossexual
Contém 1677 palavras
Data: 09/02/2024 14:54:54

Esses fatos se passaram há muitos anos. Hoje sou um coroa sessentão e gosto de relatar minhas aventuras passadas. Este é o terceiro conto dessa série e espero que você goste. O começo de tudo foi no conto "Amigo de Colégio - O Início".

Aquele ano escolar foi o primeiro em que foi instituída a famosa semana do saco cheio. Era uma semana de folga entre as férias do final e do meio do ano. A escola, que era particular, aproveitou a semana santa e deu "descanso" pra gente. Convidei Paulinho para vir para a fazenda do meu pai, passar a semana com a gente. Devido à nossa grande amizade, dona Marcia não se opôs e assim foi. Na sexta-feira a tarde meu pai nos pegou na cidade e fomos, os dois muito contentes, para nove dias de folga na zona rural. Chegamos no final da tarde. Mostrei a casa toda pra meu amigo e ele se ficou no quarto que minha mãe havia preparado, bem ao lado do meu. Depois disso, fizemos um lanche gostoso e eu combinei que, na manhã seguinte, iria com Paulinho conhecer a cachoeirinha. Na minha cabeça, essa visita já tinha sido planejada desde que ele aceitou vir comigo pra fazenda. A cachoeirinha era uma pequena queda d'água que ficava dentro de um capão de mata nativa, num lugar bem isolado e tranquilo.

A casa era bem grande, e meus pais dormiam numa outra ala, do lado oposto da grande sala, de modo que ficamos muito a vontade e bem isolados. Assim, ficamos no meu quarto, conversando até tarde, esperando que eles dormissem. Já fazia duas semanas que nós não brincávamos. Numa semana ele esteve doente e a semana que estava terminando foi inteirinha de provas e, por isso, tivemos que estudar bastante, não sobrando tempo para as nossas sacanagens. Assim que percebemos que estávamos sem perigo, Paulinho veio pro meu lado e tentou pegar no meu pau.

- Safadão, hoje a gente tá bem tranquilo. Então, vamos brincar mais gostoso. Tira a roupa!

- Ah, Pazé, você sabe que tenho vergonha. Acho que não.

- Vergonha de que Paulinho? Você bate punheta e chupa meu pau e vem me falar que tem vergonha de ficar pelado na minha frente? Que isso?

- É Pazé, você sabe porque, né?!

- É por causa do tamanho do seu pau? Porque você tem pau pequeno, é isso?

- É, você sabe. É isso.

- Mas eu já vi seu pau e sabe que não me importo e nunca vou contar isso pra ninguém. E depois, não é isso que quero ver.

- Não? O que será que é então?

- Quero ver sua bunda. Quero dar uma olhada boa nela.

- Hãããã... não entendi.

Éramos ainda muito jovens e algumas coisas não eram claras. Eu já tinha entendido que podia fazer sexo anal com meu amigo e ele ainda não tinha entendido assim. Então, tive que explicar.

- Você lembra bem de toda a história do Roger e da Janeth?

- Lembro sim, já li umas dez vezes.

- Pois então, lembra como foi que você começou a chupar meu pau, não é? Foi por causa da ideia que tive sobre ela chupar o pau do Roger. Daí, tem mais coisa lá no livrinho que a gente pode imitar.

- Bom, ele come ela de todos os jeitos, Pazé. Aí....

Meu amigo parou e pensou, olhou para o infinito e creio que a ficha tenha caído.

- Entendeu agora?

- Acho que... entendi...

- Pois é isso. Me deixa ver sua bunda, vai. Tira essa roupa.

- Ah, Pazé, mas me parece que a Janeth disse que doeu. Eu acho que não devemos.

Eu já tinha imaginado que o garoto poderia sentir dor e fazer algum barulho, o que não iria ser bom, pois certamente acordaria meus pais. Então, disse pra ele relaxar.

- Eu sei, Paulinho, eu sei. Relaxe, quero só ver sua bunda e seu cuzinho. Não disse que vamos fazer igual o do livrinho. Vai, tira logo essa roupa que depois te deixo chupar meu pau.

- Tá bom, mas você promete que não vai querer colocar seu pau em mim?

- Tá prometido, vai, tira.

O garoto me olhou desconfiado e começou a se despir. Paulinho era um pouco menor que eu e mais atarracado. Tinha um corpo mais "cheinho" e começava a dar sinais de que seria um gordinho nerd. Tinha pele muito clara e seus mamilos já formavam um peitinho com o acúmulo de gordura. Quando ele baixou o short do pijama, deu pra ver a marca avermelhada do elástico, bem marcada e uma bunda branquinha sobressaindo das costas. Aquilo me deu tesão e a cena me fez lembrar da bunda da sua mãe, a gostosa da dona Marcia. Enquanto apreciava o "striptease" do meu amigo, também fiquei nú.

- Ô, Pazé, você já tá de pau duro, seu safado?

- Não tá duro ainda, mas vai ficar e você sabe como deixar ele duraço, né. Vamos fazer o seguinte: vamos falar baixinho pra não chamar a atenção e vem cá, deita de bruços aqui.

Ele se mostrou muito obediente e deitou-se na minha cama, com a bundinha virada pra cima. Imediatamente coloquei as duas mãos, uma em cada nádega e senti uma pele macia e suave. Aquela bundinha me deixou tarado. Comecei a explorá-la com meus dedos, massagear e brincar, procurando imitar o que tinha lido na história do livrinho de foda do Roger e Janeth. Subia e descia pelas nádegas, passava somente a ponta dos dedos, bem de leve, tocando a pele com delicadeza, descia pelo rego e ia cada vez mais fundo. Como ele era gordinho, as nádegas se fechavam dificultando minha mão de tocar seu rabinho.

- Vai, Paulinho, afastas as pernas que quero ver seu cuzinho.

- Assim?

Fazendo essa pergunta, Paulinho abriu bem as pernas e sem perder tempo coloquei minha mão por entre elas e toquei no rabinho dele. Ele deu um sobressalto, como se tivesse assustado e eu também me assustei.

- Que foi, Paulinho? Algo errado? Eu só toquei.

- É que foi gostoso, Pazé. Faz de novo.

Sem dúvida que fiz novamente, mas agora com muita calma. Meu dedo escorregou entre as nádegas do meu amigo e toquei seu rabinho com delicadeza.

- Paulinho, afasta as nádegas. Abre que quero ver meu dedo mexendo no seu cú.

Como uma putinha, ele obedeceu, colocando as mãos para trás e se abrindo todo. Seu cuzinho era rosado e lisinho e meu dedo começou a brincar ali, com muita dedicação. Eu forçava um pouco e soltava, depois fazia movimentos levemente giratórios e meu amigo não dizia nada.

- E aí, Paulinho, o que tá sentindo?

- Tá gostoso, Pazé, Tá me dando tesão e já tô de pintinho duro. Continua assim.

Claro que continuei, só que agora, com o consentimento dele, deixei cair um pouco de saliva, que escorreu pelo rego. Com isso, meu dedo lubrificado, passou a deslizar gostoso. Quando forçava a entrada, a pontinha penetrava e eu percebia que ele piscava. Então, coloquei mais saliva que escorreu pelo rego e começou a lambuzar aquele buraquinho gostoso. Quanto mais eu forçava, mais entrava e Paulinho começou a suspirar.

- Aiiiii, Pazé, tá gostoso assim... Vai, coloca o dedo dentro, quero saber como é.

Não perdi tempo e forcei o cuzinho dele. Meu dedo entrou lento mas inteiro.

- Iiiiiiiisssssssoooooo, Pazé. Aiiiiii, que gostoso. Isso dá tesão.

- Então relaxa que acho que vai dar mais tesão ainda. Sente isso...

Comecei a foder a bundinha dele com o dedo. E aí, meu tesão também cresceu. Passei a fazer um vai e vem lento e percebi que sempre que fazia o movimento de tirar ele mordia meu dedo com o cu. Dizia que estava gostoso e que aquilo dava muito tesão. Em determinado momento ele me disse "Ai, Pazé, isso é muito bom, acho que vou gozar. Deixa eu segurar meu pintinho". Mandei ele levantar sobre os joelhos e a posição de quatro foi inevitável. Ainda bombando seu cuzinho com meu dedo, percebi que Paulinho iniciou uma punheta que não durou quinze segundos e gozou. Foi um orgasmo longo e forte. Ele ameaçou urrar forte e mandei calar-se. Seus espasmos não paravam e eu também não parava de foder seu rabo com meu dedo. Quando o garoto se acalmou, caiu desfalecido, ainda com meu dedo dentro de seu cu.

- Pazé, que delícia. Nunca pensei que poderia gozar tanto. Isso foi sensacional.

- É, parece que foi mesmo, você quase estragou tudo gritando, né. Agora, imagina como deve ser gostoso meu pau ai dentro?

- Não, Pazé, isso não. Seu pau é grande e deve doer.

- Que doer, nada, a Janeth diz que é muito bom dar a bunda, é ou não é?

- É, mas no livrinho, né. Eu sei lá...

A minha vontade era de estuprar o garoto, voar pra cima dele e comer o rabo do gordinho. Meu pau estava duro como um poste. Mas meu juízo falou mais alto. Ele poderia dar escândalo e meus pais descobrirem.

- É, vamos deixar pra uma outra vez, daí a gente tenta fazer. Se você achar que dói muito a gente para. Agora vem aqui e chupa meu pau, que quero gozar também.

Paulinho, como uma putinha, obedeceu sem pensar. Eu deitei de costas e ele veio me chupar. O garoto tinha ficado craque em fazer boquetes. Sua boca, quente e macia, subia e descia no meu pau, me fazendo delirar.

- Vai, Paulinho, tá bom demais. Você faz isso muito gostoso. Que tesão de língua você tem. Vai, que vou gozar...

O garoto aumentou o ritmo e eu explodi em gozo. Foi a maior gozada da minha vida até aquele momento. Mas o garoto parou no meio.

- Que isso Pazé, tá saindo coisa do seu pau. Será que é porra?

Eu estava em transe e quando dei por mim, estava sentado olhando pra uma lambreca que escorria pelo rosto e pela boca do meu amigo e nas minhas pernas. Eu tinha esporrado pela primeira vez. Agora eu era um homem. Estava pronto pra ser o macho daquele garoto.

Se você curtiu, deixe umas estrelas e um comentário. A seguir vou contar o que aconteceu na cachoeirinha. Até a próxima.

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Comentários

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CARALHO, ESSE PAULINHO DEVIA TER LIBERADO O CUZINHO PRA VC. PASSOU DA HORA. AINDA MAIS AGORA QUE VC JÁ VIROU HOMENZINHO COM PORRA. CONTINUE.

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Que delícia!! Gostei de me imaginar nessa brincadeira com vc. Tesão demais!!

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