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Sobre minha irmã - Uma encoxada especial

Um conto erótico de Robson
Categoria: Heterossexual
Contém 1314 palavras
Data: 20/11/2023 16:33:56
Última revisão: 17/08/2026 15:42:34

Na época do primeiro boquete, lembro de perguntar algumas vezes para minha irmã se ela havia gostado. No começo, ela se negava a responder, mas depois, quando eu perguntava, ela dizia que não era da minha conta. kkkk No entanto, consegui o segundo boquete alguns dias depois quando ficamos sozinhos em casa.

Nesse dia, resolvi fazer igual a minha irmã e deixar para tomar banho após diarista ir embora. Depois do banho, saí do banheiro pelado e fui me enxugando com a toalha até o quarto dela. Lá, ela estava deitada de bruços estudando na cama, de calcinha e ainda com a camiseta que veio da aula.

Vendo minha irmã vestida daquele jeito e naquela posição, meu pinto ficou logo duro. Procurei esconder segurando a toalha na frente enquanto falava com ela perguntando sobre o que ela estava fazendo.

Em seguida, disse para minha irmã que já havia tomado banho e que se ela quisesse, ela poderia ir. Ela falou que assim que terminasse de resolver um problema ela iria e resolveu me mostrar o cálculo, perguntando se estava certo. Sentei na cama ao lado dela para verificar e foi nessa hora que minha irmã percebeu que eu estava de toalha e me perguntou se eu estava pelado.

Eu respondi que sim e abri rapidamente a toalha mostrando o meu pinto duro para minha irmã ver que eu realmente estava sem roupa e depois cobri ele novamente.

Vi que o cálculo que minha irmã fez estava errado e falei para ela tentar de novo. Enquanto ela escrevia, resolvi terminar de me enxugar e ficar sem a toalha. Nessa hora, pensei que não havia necessidade de esconder que eu estava excitado por causa dela.

Fiquei observando a bundinha da minha irmã com a calcinha enfiada, imaginando outra vez comer o cuzinho dela. Enquanto minha irmã tentava resolver o problema, comecei a passar a mão nas coxas e no bumbum dela por cima da calcinha. Em seguida, ela terminou e me pediu novamente para conferir.

Enquanto eu verificava o cálculo que ela fez, percebi que minha irmã estava olhando para o meu pinto, que estava duro por causa dela.

Minha irmã disfarçou a primeira olhada, mas quando ficou encarando o meu pinto pela segunda vez, perguntei: - Que foi?

- Que foi o que?

- Você estava olhando meu pinto?

- Eu não. Por que você ainda não se vestiu?

- Ainda vou me vestir, mas você não me pediu ajuda com os cálculos?

- Ah, sim.

- Então?

- Seu pinto está animadinho....kkkk

- Sim.

- Você quer ajuda?

Claro que respondi: - Quero sim!

Minha irmã começou a pegar no meu pau com carinho e, para minha surpresa, enquanto eu lia o que ela havia feito, ela se aproximou mais do meu pinto e colocou ele na boca.

Falei: - Nossa!

- O que foi?

- Nada não.

Minha irmã parou, olhou para mim sorrindo e voltou a colocar ele na boca chupando ele deliciosamente como se fosse um pirulito.

Quando eu estava perto de gozar, pedi para minha irmã parar. Ela tirou meu pau da boca dela e me fez gozar fazendo o movimento com as mãos. Ela ficou com as mãos meladas com meu leite, mas não tinha nada demais, uma vez que ela já estava quase indo tomar banho.

O segundo boquete me deixou com a impressão que ela havia gostado e ainda mais confiante de que isso pudesse se repetir com frequência.

No dia seguinte, resolvi seguir o mesmo roteiro. Deixei para tomar banho quando a gente já estava sozinhos em casa e fui até o quarto dela pelado me enxugando com a tolha após o banho.

Novamente, minha irmã estava deitada de bruços na cama dela estudando, vestindo apenas a camiseta que veio da aula e de calcinha branca. Outra vez, depois de me enxugar, sentei pelado na cama dela mostrando meu pinto e que eu estava excitado. Ela também começou a querer tirar dúvidas sobre os cálculos que estava fazendo e de vez em quando olhava para o meu pinto que estava bastante duro.

Falei para minha irmã que estava precisando de uma ajudinha. No entanto, dessa vez, ela falou que não dava. Disse que estava muito ocupada e para minha desilusão, disse com todas as letras que não chuparia o meu pinto.

Disse para ela que não tinha problema. Perguntei se ela tinha alguma dúvida e ela ficou me perguntando e eu respondendo. Quando ela voltou a resolver os exercícios, comecei a fazer massagem nas costas dela.

Minha irmã parecia estar gostando bastante e até indicou os locais onde gostaria que eu fizesse massagem. Parecia também haver esquecido que eu estava pelado.

Com ela deitada na cama de bruços, depois de massagear os locais que ela indicou, resolvi fazer o mesmo nas coxas e no bumbum da minha irmã. O bumbum dela, como sempre, estava engolindo a calcinha, o que a deixava ainda mais sexy. Pensei que poderia ser a oportunidade que eu estava esperando de colocar outra vez na bundinha dela.

Enquanto minha irmã estudava, resolvi me sentar por cima das pernas dela na altura das panturrilhas, ou seja, logo abaixo dos joelhos.

Fiquei fazendo massagem no bumbum da minha irmã e fui puxando a calcinha até tocar no cuzinho dela. No entanto, ela continuava estudando e fazendo de conta que nada estava acontecendo.

Assim, resolvi enfiar o dedo no cuzinho dela com força.

Naquele momento, pensei em ir em frente e comer o cuzinho da minha irmã. Desci mais a calcinha dela até ficar um pouco abaixo do bumbum.

Após alguns minutos sentindo meu dedo no cuzinho entrando e saindo, minha irmã resolveu me perguntar o que eu estava fazendo. Falei que eu estava doido para comer o cuzinho dela e perguntei se poderia. Ela respondeu que não e se virou muito rapidamente logo depois que fiz a pergunta.

Por conta disso, minha irmã ficou de frente para mim, deitada de barriga para cima, vestida com a camiseta e com a calcinha arriada mostrando a xoxota. Nesse momento, eu estava meio que sentado sobre ela quase na altura dos joelhos.

Olhando para a xotinha da minha irmã, encarei minha irmã no rosto e perguntei para ela se dessa vez ela queria levar na xoxota. Minha irmã se assustou com a minha pergunta e respondeu que claro que não queria e que não estava com vontade de perder a virgindade com o próprio irmão.

Nesse momento, minha irmã foi puxando a calcinha para cima até cobrir a xoxotinha e ficamos nos olhando.

Falei que ela não precisava perder a virgindade para levar na xoxota. Minha irmã perguntou: - como assim?

Disse: - Vou te mostrar.

Segurei os braços da minha irmã para cima e fui me deitando por cima dela colocando meu pinto por cima da calcinha na altura da xoxota dela. Comecei a esfregar meu pinto por cima. Ela entendeu e abriu um pouco as pernas.

Percebendo que tinha caminho livre, passei a meter na xota dela por cima da calcinha como se a gente estivesse sem roupa. Nessa hora, percebi que minha irmã estava totalmente entregue.

Estávamos de frente um para o outro e minha irmã de olhos fechados, gemia a cada estocada que levava. Ela foi gemendo cada vez mais forte sentindo meu pinto batendo na xotinha dela.

Encoxar a minha irmã naquela posição era realmente muito excitante. A vontade que eu tinha era de arrancar a calcinha dela e meter minha pica dentro da xoxota dela. O problema é que ela não queria isso de jeito nenhum.

Depois de alguns minutos naquela ralação, acabei gozando por cima da calcinha da minha irmã, melando ela na barriga e também na camiseta.

Ficamos um tempo deitados na cama dela descansando como se a gente tivesse acabado realmente de transar. Depois, fui para o meu quarto me vestir e ela foi ao banheiro tomar banho e lavar a roupa que ficou melada.

Nossas tardes estavam ficando cada vez mais interessantes.

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Comentários

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Não me digas que ainda não xupaste ela???

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Vamos continue logo com o próximo relato,pois está cada vez mais ficando excitante

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Tenta fazer um oral nela,se conseguir quando ela estiver próximo de gozar começa a esfregar o pinto nela que vc consegue comer ela facinho.

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Vai no seu tempo o importante é continuar escrevendo

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Foto de perfil de Leon-Medrado

Não tenha pressa. Escreva com calma e do sei jeito. O importante é não atropelar e não perder o ritmo suave e gradual. Está muito boa essa sequência de acontecimentos que vão edificando o caminho da sedução dos irmãos.

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