Na manhã seguinte, acordei pensando no que havia rolado com minha irmã de madrugada. Sentir a bunda dela com a minha mão e depois enfiar o dedo no cuzinho dela foi mesmo uma sensação muito excitante e eu não parava de pensar nisso.
Será que minha irmã havia gostado do carinho mais ousado? Parecia que sim, pois ela estava olhando para mim quando enfiei o dedo no cuzinho dela e depois não reclamou. Além disso, minha irmã respondeu que não estava doendo na hora que perguntei.
Por outro lado, minha irmã, mesmo muito interessada no filme, não quis esperar para ver o final. Será que foi por conta do que eu fiz e ela não gostou? Era difícil saber, mas, com certeza, o que rolou na noite anterior havia alterado as coisas entre a gente.
Tomamos café da manhã mais tarde que o costume. Quando minha irmã chegou na cozinha, parecia que havia algo diferente no ar.
Trocamos alguns olhares enquanto a gente comia, mas sem falarmos um com o outro. Quando foi perguntada pelos nossos pais sobre o horário em que havia chegado em casa da festa, minha irmã mentiu dizendo que havia chegado mais cedo. Confirmei a mentira dela e ela olhou para mim agradecendo com um sorriso.
No entanto, durante aquele dia, minha irmã evitou falar comigo e desviava o olhar toda vez que eu a encarava. Assim, comecei a achar que talvez eu tivesse ido longe demais.
Nos dias seguintes, as coisas foram voltando a normalidade entre a gente e voltamos a conversar sobre assuntos banais do dia a dia. Passaram uma ou duas semana e a semana seguinte seria a semana de provas. Ficamos em dúvida se a gente passaria o fim de semana na casa de praia ou não.
A casa de praia era pequena e não tinha internet instalada lá. Ficava complicado para fazer alguma pesquisa, trabalho ou estudar. Combinamos com nossos pais que a gente ficaria para estudar. Nossos pais passariam o fim de semana na casa de praia e deixariam dinheiro para a gente comer em um restaurante perto do prédio ou pedir comida por delivery.
Foi a primeira vez que ficamos alguns dias sozinhos. Nossos pais saíram na sexta no começo da noite e só voltaram no domingo também no começo da noite.
Embora tivesse que estudar para as provas, eu não parava de pensar na minha irmã e que estando nós dois sozinhos alguma coisa poderia rolar. Já na sexta à noite, ficamos estudando cada um no seu quarto. De vez em quando, eu ia até o quarto dela dar uma olhada.
Hora minha irmã estava estudando sentada escrevendo em uma escrivaninha. Hora ela ficava lendo deitada, na maior parte do tempo de bruços. Minha irmã estava vestida de camiseta e shortinho como costumava ficar em casa normalmente. As vezes eu perguntava sobre o que ela estava estudando só para ter uma desculpa para ficar olhando para o traseiro dela enquanto ela permanecia lendo deitada.
Cansado de estudar e de observar a minha irmã, fui até a sala assistir alguma coisa na TV antes de dormir. Algum tempo depois, minha irmã também foi. Ela falou que já estava cansada e me perguntou o que estava passando. Eu disse a ela que não estava passando nada interessante e entreguei para ela o controle da TV para ela procurar.
Minha irmã colocou em um filme estilo comédia que a gente já tinha visto diversas vezes e me perguntou se eu topava ver. Eu respondi que sim. Achei legal ela me perguntar e disse a ela que ia preparar uma pipoca na cozinha para a gente comer.
Quando voltei para a sala trazendo a pipoca, vi que minha irmã havia trocado de roupa e estava deitada de camisola no sofá. Nesse tempo, ela também havia buscado o travesseiro e o cobertor que estava usando para cobrir as pernas.
Achei estranho minha irmã já estar de camisola, porque geralmente ela só vestia pouco antes de dormir. Assim que me viu, ela se sentou. Sentei ao lado dela e começamos a comer a pipoca. Logo minha irmã falou que queria colocar mais sal na pipoca e se levantou para ir até a cozinha buscar.
Nessa hora, percebi que minha irmã estava apenas de camisola e calcinha que nem aquela noite que ela voltou da festa. Fiquei animado e pensando que talvez a gente pudesse repetir àquela noite memorável.
Ficamos comendo a pipoca e rindo e fazendo comentários sobre o filme. Quando a pipoca acabou, minha irmã voltou a se deitar no sofá. Ela ficou deitada de lado, de frente para a TV com a bunda virada para mim e parte das pernas no meu colo do mesmo jeito que havia ficado na outra noite.
Era a oportunidade que eu estava esperando. Fiquei excitado com a chance de sentir novamente a bunda dela. Sozinhos em casa, as coisas seriam mais fáceis e a gente poderia até ir mais longe se ela também estivesse afim.
Depois de alguns minutos de indecisão, resolvi tentar. Comecei a fazer carinho nas pernas da minha irmã e fui subindo para as coxas até chegar no bumbum. Até aí, nada dela reclamar. Era um ótimo sinal.
Depois disso, comecei a dar pequenos beliscões, mas quando apertei mais forte, minha irmã foi logo tirando a minha mão.
Pedi desculpa e perguntei para minha irmã se havia doído. Ela respondeu que não. Também não reclamou.
Ao invés disso, minha irmã olhou para mim sorrindo e me disse algo que me deixou ainda mais excitado: - Em vez de me beliscar, me faz um carinho.
Respondi: - Ah, claro! Desculpa!
O pedido da minha irmã era praticamente um sinal verde para repetir o que fizemos naquele dia de madrugada. Fiquei tão empolgado que puxei o cobertor para ver a bunda dela e fazer o carinho que minha irmã me pediu, mas ela reclamou e puxou o cobertor de volta cobrindo o próprio corpo.
Fiquei confuso, mas entendi que, apesar de sozinhos, minha irmã não queria se expor para mim. Aos poucos, percebi que o que ela estava querendo mesmo era repetir o que aconteceu da outra vez.
Por baixo do cobertor, usei minhas duas mãos para ficar massageando as coxas e o bumbum da minha irmã, sempre por cima da calcinha. Consegui fazer ela ficar toda arrepiada com a massagem, mas eu ainda não estava satisfeito.
Quando o filme já estava perto do fim, passei a ser mais ousado: puxei a calcinha da minha irmã para o lado com uma das mãos enquanto com a outra fiquei alisando as nádegas dela por baixo, perto do cuzinho.
Vendo que minha irmã permanecia inerte e concentrada no filme, resolvi que era hora de tocá-la no cuzinho. Que delícia!
Fiquei passando o meu dedo de cima para baixo e de baixo para cima entre as nádegas da minha irmã. Em seguida, fiquei massageando o cuzinho dela com meu dedo.
Observei que, quando fiz isso, minha irmã fechou os olhos por alguns segundos. Assim, resolvi ficar empurrando e tirando meu dedo do cuzinho dela. Comecei a fazer isso devagar e suavemente.
Olhei para o rosto da minha irmã e vi que ela estava de olhos fechados. Aos poucos, fui dedando o cuzinho dela um pouco mais forte e nada dela tirar a minha mão. Ela continuava de olhos fechados, mas franzia o rosto fazendo careta.
Nessa hora, perguntei para a minha irmã se estava doendo. Ela abriu os olhos assustada, me olhou no rosto e respondeu que não.
Enquanto a gente se olhava, meu dedo permanecia enfiado no cuzinho da minha irmã. Eu estava muito excitado nessa hora. Minha vontade era deixar ela nuazinha e comer a bunda dela naquele momento, mas eu não podia negar que estava ótimo do jeito que estava. O olhar calmo dela me deu certeza que ela estava curtindo o que eu estava fazendo.
Minha irmã voltou a olhar para a TV e eu permaneci com meu dedo enfiado no cuzinho dela até o filme terminar.
Assim que acabou o filme, minha irmã tirou suavemente a minha mão e disse que era melhor a gente ir dormir porque já estava tarde. Ela foi para o quarto dela e eu para o meu.
Antes de dormir, bati uma punheta imaginando comer o cuzinho gostoso da minha irmã. Estava difícil pegar no sono pensando no que havia acabado de rolar.
Nessa hora, cheguei a conclusão que seria difícil apenas estudar estando sozinho em casa com ela.