Não basta ser pai 13 (mano a mano dá mais tesão)

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Homossexual
Contém 5315 palavras
Data: 06/02/2024 18:29:53

Na manhã seguinte, acordei animado e ansioso. Ia ser um grande dia. Além do entusiasmo pela continuidade da implantação do novo projeto, se tudo corresse como planejado, eu estaria fodendo a bunda de um cara gostoso na casa do meu irmão, junto com ele, depois do trabalho. Nem podia acreditar que tudo estava acontecendo tão rápido. Parando para pensar sobre minha vida sexual, tive anos e anos de um casamento gostoso, uma vida sexual satisfatória a ponto de que nunca senti que faltasse nada, mas o desejo da gente é reino que não se governa. De repente, fatos e possibilidades inesperados abriram meus horizontes para experiências inimagináveis que tinham acrescentado um grau de excitação fodástico. Eu tava curtindo muito fazer tudo que tinha feito. Ser chupado por um homem, chupar um pau, comer um cu masculino, beijar a boca de outro cara e sentir muito tesão, tá tudo delícia demais. Esses pensamentos ao longo do dia, enquanto estava no escritório, me deixaram de pau duro quase o dia todo. Por sorte, como estava na sala de reuniões, não corria o risco da galera ver minha pirocona estufando o tecido da calça. Tive que me esforçar para não me distrair imaginando a sensação de meter meu pau profundamente na bunda apertada do cara contatinho de Guga.

Recebi uma ligação de Guga no meio da manhã, pedindo que eu não me atrasasse. Sua ex, Anna marcou de passar na casa dele às 20h30 daquela noite para pegar a assinatura dele em uma transação de venda de um imóvel que eles compraram quando foram casados. Isso nos dava um pouco menos de três horas para se divertir. Eu não tinha experiência para calcular se o tempo era suficiente ou não. Até então, minhas experiências de sexo com homens não demandaram muito tempo, mas Guga insistiu que eu fosse para a casa dele assim que pudesse, depois do trabalho, ele e o amigo dele já estariam lá me esperando.

Quase ao meio-dia, Dan me enviou uma mensagem pedindo minha ajuda. Ele estava em casa, sozinho, e sentiu vontade de ir ao banheiro do parque. Tava lá na fissura mas queria segurar a onda. Concluí o trabalho e fui para lá, era perto e em 15 minutos entrei em casa e o encontrei sentado no mesa de jantar. Ele havia feito uma salada para nós. Fui até ele e coloquei minha mão em sua bochecha. Inclinei minha cabeça para baixo e o beijei. "Obrigado por fazer essa comidinha gostosa e saudável pra gente." Me sentei na cadeira ao lado dele. Fiquei feliz pelo almoço caseiro, mas vim para casa por causa da ligação dele. Então eu perguntei: "Está você está bem?"

Dan acenou com a cabeça: "Sim. Acho que sim. Ontem fui à casa de Giovanna para curtir a piscina com ela e a turma, foi divertido. Foi assim que evitei ir ao parque. Mas hoje, eu não tinha nada para fazer. Peguei a moto e dirigi até o parque, vi os caras indo e vindo do banheiro. Eu até entrei lá em determinado momento, mas assim que entrei me senti mal, coração disparou, veio a lembrança de tudo que passei e saí logo depois. Cheguei em casa e mandei uma mensagem para você."

Coloquei minha mão na dele, "Estou feliz que você fez isso."

Almoçamos falando de coisas leves e divertidas, depois fomos para a sala e sentamos um ao lado do outro no sofá. Coloquei meu braço sobre os ombros de Dan para que ele pudesse se apoiar em mim. Sentir o corpo de Dan próximo ao meu teve um efeito imediato: fiquei de pau duro. Na verdade, eu estava ficando tipo o cachorro de Pavlov, bastava chegar perto de Dan ou só pensar nele que meu pau começava a endurecer, se antecipando a uma possível foda.

Dan, safadinho, se aninhou no meu peito, enquanto suas mãos foram direto para o meu pau. O almoço foi agradável, ficar abraçadinho no sofá era uma delícia de intimidade mas nós dois sabíamos que Dan me ligava querendo putaria e o pau duro do papai estava pronto para fazer sua parte com meu filhão.

Ele abriu o zíper da minha calça e com a habilidade do putinho que era puxou meu pau grosso pela braguilha. Dan lambeu a gotinha de pré-sêmen que brilhava no topo da cabeça. Então, apertou meu pau para extrair outro bocado, pegou-o com o dedo, e dessa vez me deu. Lambi seu dedo para limpá-lo. Ele viu minha boca devorar meu pré-gozo. Quando ele tirou o dedo da minha boca, me deu um beijo. "Ainda não consigo acreditar que você curte provar da babinha da própria pica, isso sem falar no beijo com porra pelo meio, paizão, você me enlouquece de tesão quando te vejo fazendo isso."

Nem eu conseguia acreditar, mas era verdade. Eu não ficava ansioso pra comer porra e chupar pica babona como Dan insinuou brincando, mas, para um cara que só começou a curtir seu lado gay a poucos dias, era mesmo surpreendente que eu ficasse tão a vontade com a ideia de engolir porra e saborear o pré gozo que toda pica solta. Só que da mesma forma que eu curtir chupar uma bucetinha e sentir ela ficando encharcada de tesão, saboreando o caldinho que a xoxota da minha esposa liberava com tesão, pra mim, saborear os líquidos que uma pica produz, está na mesma escala de coisas naturais. Então, não tive frescura e me deixei guiar pelo tesão de engolir o líquido vital que se originou em minhas bolas. Nessa pegada, virei pra Dan e perguntei: "É isso que você tinha em mente para a sobremesa de hoje?"

Ele sorriu e ficou de joelhos entre minhas pernas. Então baixou a boca e engoliu meu pau numa bocada só. Enquanto ele buscava acomodava minha caceta grossa em sua boca gulosa, eu abri minha calça e deslizei ela pro pés, aproveitei e abri a camisa também, queria desfrutar do seu boquete confortavelmente. Dan se levantou, se despiu e tirou o resto de minha roupa. Ficamos os dois pelados ali na sala. Ainda bem que não havia a menor possibilidade de Patty chegar porque nada explicaria estarmos os dois pelados e de pau duro, se não fosse pra foder e sendo paidrasto e filho, tudo se tornava inaceitável para a maioria das pessoas.

Com a destreza de um safado especialista em provocar seu macho, Dan engoliu minha pica de novo enquanto dedilhava meu mamilo esquerdo, dando suaves beliscadas. Meu pau estremeceu, provavelmente esguichando uma dose de pré-gozo na boca dele. Ele gemeu feliz e continuou a brincar com meu mamilo.

Nos minutos seguintes, permanecemos nessa posição. Daniel estava contente em me agradar, e eu estava contente em que ele fizesse isso. Eu precisava voltar ao trabalho em breve, então precisávamos ser rápidos mas eu não queria ficar ali sendo servido por Dan. Não era justo, meu filhão também tinha direito ao prazer e eu queria fazê-lo gozar gostoso e se sentir saciado.

Deitei de lado no sofá e indiquei a Dan que deitasse também mas em sentido inverno. Passamos a fazer um 69 gostoso, tava tomando afeição em chupar a pica gostoso do meu filho, me dava quase tanto tesão quanto sentir sua boca gulosa no meu pau. Dan interrompeu a mamada e me disse: “paizão, queria que você me comesse, queria sentir sua porra jorrando no meu cu.” Ao ouvir aquilo, meu pau quase explodiu mas ponderei a Dan que a gente não tinha tempo agora: “filho, eu também tô louco pra te comer, aquela metida que a gente deu na escada do shopping até hoje me frustra, mas eu quero te comer sem hora pra acabar, quero enfiar meu pau em você e ficar dentro do seu cuzinho como se fosse a única coisa que tivesse pra fazer na vida, então bora gozar gostoso que logo a gente vai ter uma chance de foder como a gente merece.”

Dan voltou a lamber a cabeça da minha pica, sorvendo minha baba enquanto eu afundei o rosto no seu períneo e meti a língua no seu rabo. Ele fissurou de um jeito que até largou meu pau, aproveitei o abandono dele ao prazer da minha boca e fiquei deslizando minha língua para cima e para baixo entre suas pregas e seu saco, quando batia uma punheta gostosa em seu pau. Dan tirou minha mão e assumiu sua punheta e fui fundo na linguada que dava em seu rabo, abrir sua bunda ao máximo e fodi seu cuzinho com minha língua. Foi a conta: senti os jatos de porra quente de meu filho lambuzando minha barriga e minha pernas.

Depois que seu pau parou de pulsar, Dan se virou e trouxe seu pau lambuzado de porra pra eu lamber. Meti seu pau em minha boca e apertei da base até cabeça para extrair o restante de porra que poderia ter em sua rola, assim como ele fez com meu pré-gozo. Senti o agridoce do seu esperma, menos amargo que o meu e fiquei sentindo o gosto na língua, Dan sacou o que tava rolando e deitou-se sobre mim, aproximando sua boca da minha. Nos beijamos compartilhando o gosto de pica gozada que estava em minha boca até que relaxamos e nos levantamos para tomar uma ducha. Eu precisava me banhar rapidinho e voltar pro escritório: “Bora, meu putinho, venha lavar a rola do seu pai que preciso trabalhar. “

Ele sorriu timidamente e estava prestes a dizer alguma coisa, mas seu telefone tocou o bip de mensagem. Ele pegou o aparelho e leu a mensagem de texto enquanto subíamos a escada. Quando entramos em meu banheiro, Dan me disse: "Gio e Juan estão me convidando para ir ao cinema com eles." Falou isso com uma cara amarrada.

Enquanto abria a torneira para regular a temperatura da água. "Que foi, Dan? por que você não baixa a guarda com Juan? Talvez o comportamento estranho dele seja um sinal de que está lutando contra algo. Talvez ele precise de um amigo com quem possa se abrir..."

Dan balançou a cabeça, "Nah..." Ele então olhou para mim, especulando se tinha entendido minha insinuação e disse: "Espere! você está sugerindo que ele pode ser gay? Você acha mesmo? Oh meu Deus, se for faz todo sentido."

Eu sorri: "Não tenho ideia. Sou o último a adivinhar quem é hétero e quem é gay. Mas se ele for, tenho certeza de que ele gostaria de ter um amigo como você."

Ele acenou com a cabeça pensativamente, então nos metemos debaixo da ducha e foi aquela coisa gostosa de um ensaboar o outro, uns beijinhos, umas putarias, meu pau não baixou inteiramente, afinal não gozei mas expliquei a Dan que não dava tempo, depois ele esvaziava as bolas do paizão dele. Nos despedimos na porta: "Obrigado pelo almoço delicioso. Espero que tenha gostado da sobremesa."

Nós dois rimos e eu voltei para o trabalho. O resto da tarde passou voando. Antes que eu percebesse, eram 17h. Fiz uma reunião rápida com a equipe, checamos o que tínhamos conseguido avançar, passei as diretrizes para o dia seguinte e por volta de 17h30, mandei msg pra Guga avisando que tava indo e saí correndo porta afora, queria chegar à casa do meu irmão o mais rápido possível. Ao entrar em sua rua, recebi uma mensagem dele: “Não precisa bater, a porta está só encostada. Entre. Estamos no quarto.”

Quando entrei na garagem dele, vi a caminhonete azul estacionada no meio-fio. Sim, aquele gostoso já estava ali na putaria com meu irmão. Fiquei sentado por alguns minutos no meu carro, respondendo uma msg do meu chefe me parabenizando pelo progresso do projeto. Tinha visto os documentos no drive e estava feliz com a agilidade com que estávamos nos apropriando do trabalho. Meu telefone tocou. Era uma mensagem de Guga: “Você está bem? Aconteceu alguma coisa? Por que não entrou ainda?.”

Respirei fundo e respondi: “calma, estou entrando agora, tava respondendo o chefe.” Então saí do carro, entrei em sua casa e fechei a porta. A casa parecia estranhamente silenciosa. Caminhei pelo corredor até seu quarto e ao chegar à sua porta, vi meu irmão em pé dando seu pau para o cara chupar. Ainda estavam completamente vestidos e o cara estava de joelhos mamando o pauzão do meu irmão num vai e vem caprichado, como se sua boca fosse um pistão.

Guga olhou na minha direção e disse: "Ei, Duda, este é Zeca. Zeca, esse é meu irmão, Duda." Quase ri do absurdo de uma apresentação formal enquanto o cara estava quase engasgado com o pau do meu irmão.

Zeca tirou a pica grossa de Guga da boca, limpou a saliva do rosto, levantou-se e se aproximou de mim, a mão estendida para um aperto. Ele era um gostoso, vestido com roupas de ginástica, que deixava ver seu corpo definido.

Seu rosto parecia exatamente com sua foto. Ele tinha pele clara, cabelo curto, barba e bigode curtos e nariz proeminente. Os olhos eram castanhos escuros e seu rosto era magro e muito anguloso. Parecia um galã desses de novela.

Ao apertarmos as mãos, ele disse com uma voz grave e profunda: "Prazer em conhecê-lo, Eduardo".

Sorri nervosamente: "Da mesma forma, Zeca."

Guga caminhou por trás de Zeca e passou os braços em volta da cintura do jovem. Zeca estudou meu rosto e disse: "Incrível a semelhança entre vocês. Muito sexy dois irmãos tão parecidos e gostosos."

Guga sorriu: “Também acho. Tenho sorte de ter um irmão tão gostoso, não é?"

Embora eu tenha apreciado os elogios que ambos me deram, fiquei desconcertado e comecei a sentir o mesmo instinto de fugir que senti no início do encontro com Davi e Otávio. Só que dessa vez eu não estava dependendo do carro de ninguém. Poderia facilmente sair correndo da casa do meu irmão, entrar no carro e fugir. Respirei fundo e tentei acalmar meus nervos. Não havia sentido em fugindo da situação. Eu desejei aquele encontro. Nada ali me ameaçava. Zeca

já sabia que éramos irmãos, então me segurei.

A voz profunda e estrondosa de Zeca me tirou do devaneio: "Você é muito sortudo, treinador. Seu irmão caçula é gostoso pra caralho."

Olhei pro meu irmão com um quê de interrogação. Guga pareceu um pouco desconcertado por Zeca chamá-lo de “Treinador”. Ele esclareceu: "Zeca foi meu aluno há alguns anos." Ele então levantou a camiseta de seu ex-aluno, revelando a barriga esculpida do gostosão. "Olha esses abdominais, mano. Eles não são incríveis? Dei duro pra Zeca ganhar seu six pack."

Zeca colocou os braços em volta do meu irmão e disse: "Seu irmão me deixou louco quando o vi na academia a primeira vez. Ele era e continua sendo o professor mais tesudo de lá. Eu ficava olhando mas ele não me dava nenhuma moral, nem mesmo quando o contratei para fazer personal. A gente só chegou junto quando rolou um encontro por aplicativo. Eu sabia que era ele mas ele não esperava que fosse eu até eu chegar... e aí, quando eu cheguei, o tesão falou mais alto e ele deixou que eu brincasse com essa rola gostosa.” Disse isso segurando a pica do meu irmão que tinha dado uma amolecida e continuava pra fora de suas calças.

Guga revirou os olhos, "OK, chega de conversa, vamos ao que interessa." Dito isso, meu irmão baixou sua calça do moletom, junto com a cueca, até cair no chão. Em seguida, puxou sua camiseta e largou junto com o resto da roupa. Ao mesmo tempo, Zeca seguiu seu comando e se despiu também. Os dois pelados olharam para mim e fizeram cara de “não tô entendendo” por que eu ainda estava vestido. Rapidinho tirei tudo e larguei no chão igual os dois.

“Quando Guga me falou que tinha um irmão que tava se iniciando na putaria e querendo curtir a 3, eu nem acreditei e estou até agora me beliscando. Que sorte a minha, ter dois machos gostosos pra me dar pica até cansar”, falou Zeca batendo punheta no meu irmão, cuja pica endurecia a medida em que ouviu as safadezas do seu “aluno”. Guga resolveu calar Zeca de uma vez: "Você não está aqui para ficar de palestrinha. Você está aqui para dar esse cuzinho." Ele agarrou a bunda de Zeca para deixar bem claro qual o propósito daquele encontro.

Sorri do jeito mandão de meu irmão. Estava mesmo curioso pra ver como meu irmão agia quando era o ativo da história. Sabia que ele tinha aprontado com Dan, que tinha gostado, então, estar ali era uma maneira de ver através de Zeca, o que Dan poderia esperar de mim quando fosse eu a meter rola nele.

Guga falou pra mim, com a voz já ficando embargada de tesão: "E aí, meu irmão, preparado para socar pica nesse rabo guloso?", enquanto abria as bochechas da bunda de Zeca. O ângulo não dava pra ver seu cuzinho mas eu sabia que meu irmão estava dedilhando aquele rabo com fama de guloso. Meu pau endureceu de vez. Eu estava pronto para nosso ménage.

Zeca se virou e me encarou novamente, sua bunda exposta agora pressionando contra o pau grande do meu irmão. Ele disse: "Então, o treinador me disse que esta é sua primeira vez. Primeira vez com um cara? Ou apenas a primeira vez que fode um?"

Olhei para meu irmão, que estava distraído beijando e cheirando o pescoço de Zeca. Olhei para ele e disse: "Não é a primeira vez, é uma das primeiras, não tem 10 dias que tive a primeira experiência com outro homem".

Guga desviou os olhos da bunda de Zeca e disse: "Então, vamos ensinar meu irmão como foder um macho direito."

Zeca deu um gemido baixo e olhou para mim: "O treinador com certeza sabe como foder, já gozei com ele me comendo sem tocar no meu pau, só pela socada dessa pica deliciosa, lascando meu cu. Então, se prepara e preste atenção que a aula de hoje é intensivão”. Todos rimos do jeito brincalhão e safado de Zeca, enquanto meu irmão interrompeu e disse: "Como ele pode saber se você ainda não chupou a rola dele?."

O corpo de Zeca me deixava sem fôlego. Ele parecia uma estátua grega de tão perfeito. A musculatura definida, aqueles abdominais de atleta, o peitoral proeminente, as pernas torneadas, uma rola média, retinha, o corpo sem pelos. Dava pra fizer fácil que Zeca tinha um corpo esculpido. A medida em que Zeca deu poucos passos em minha direção, eu tremi. Ele trouxe meu irmão junto, fez a gente ficar lado a lado e se ajoelhou, pegou nossas rolas e fez uma leve fricção entre as duas. Que tesão a cabeça melada da minha pica beijando a cabeça da pica do meu irmão. Zeca agarrou meu pau e disse: "Caralho, não posso nem tocar no meu pau que gozo, dois paus idênticos, grandes, um ligeiramente maior e mais grosso que o outro. Dois irmão. Que gay nunca teve uma fantasia de incesto? Estou realizando a minha e quero que vocês dois me façam de putinho essa noite!"

Todos os seus elogios e toques estavam tendo o efeito pretendido em mim e em Guga. Nossos paus davam pinotes com as carícias de Zeca, então o safado começou a lamber as cabeças das nossas picas juntas, alternando entre engolir uma e depois a outra. A boca macia, quente, cheia de saliva, deslizava entre nossas rolas como uma serpente, Zeca sabia como agradar um homem. Olhei pra Guga pra demonstrar meu prazer e gratidão por ele estar me proporcionando aquele momento e meu irmão, para minha surpresa, me pegou pela nuca e me beijou. Achei que ele não teria coragem de fazer isso na frente de Zeca. Achei mesmo que a gente ia fuder o carinho mas sem muita troca de intimidade entre a gente, mas meu irmão não tinha receio de demonstrar o quanto sentia tesão pelo seu caçulinha.

Zeca ia a gente se beijando e continuava caprichando nas mamadas que dava em mim e em Guga, até que começou a bater na sua bochecha com meu pau grosso enquanto chupava meu irmão. Ele parecia amar o peso do meu pau. Guga colocou um braço em volta da minha cintura e eu olhei para ele. Meu irmão acariciou minha cintura enquanto dizia: "Odeio apressar as coisas, mas não posso esquecer que temos pouco tempo. E aí, Zeca, pronto pra levar pica? Vamos pra cama, é mais confortável!”.

Zeca ficou de quatro e meu irmão se ajoelhou atrás dele e começou a lamber seu cu enquanto colocava seus dedos dentro de seu cuzinho para ir dando uma dilatada. Depois de uns bons minutos fazendo cunete em Zeca, Guga se levantou, encostou a cabeça da pica no cuzinho de Zeca e disse: "venha de ré receber meu pau, quero ver seu rabo engolindo centímetro por centímetro”. E assim Zeca fez, empurrou a bunda pra trás, a cabeça atravessou o ano e ele deu uma tremida, gemeu alto e parou. Meu irmão ficou acariciando sua bunda e eu numa punhetinha leve assistia tudo de camarote. Passado o impacto da rola rompendo a primeira barreira, Zeca respirou fundo e jogou a bunda pra trás até a caceta de Guga sumir inteira em seu rabo. Ele gemia forte, de olhos fechados. Quando relaxou sentindo suas pregas arregaçadas, tocando os pentelhos aparados de meu irmão, Zeca abriu os olhos e pediu: “Duda, vem me dá rola pra mamar. Quero os dois irmãos ao mesmo tempo, um em cada buraco. Subi na cama e ofertei meu pau pra aquele puto, que me chupou com maestria, enquanto meu irmão o segurava pelos quadris e começava um bate estaca, em movimentos longos e repetitivos, tirava o pau quase todo e socava de volta. Ora devagar, ora de uma vez. A visão de Guga socando o rabo de Zeca somado ao tesão de mamada me deixou a ponto de gozar. Pedi a Zeca pra parar senão eu gozava e Guga aproveitar pra mudar de posição. Botou Zeca deitado de costas, fez ele dobrar as pernas e meteu de frango assado. Em seguida pediu pra eu botar minha rola na sua boca. Agora era meu irmão me chupando e eu sabia que, como Dan, além de saber chupar muito bem, tinha o elemento adicional de ser uma pessoa que eu amava mais que tudo na vida. Guga no meio da mamada que dava, parou e disse: "Ah Maninho, quanto tempo a gente perdeu, mas vamos recuperar, viu."

Olhei pra meu irmão com ternura e paixão, me abaixei e o beijei na boca, enquanto dava minha rola pra Zeca voltar a chupar. A intensidade do nosso beijo e as contrações que Zeca dava com seu guloso, fez a pica de Guga explodir. Ele nem visou, apenas se deixou levar e explodiu em socadas violentas, despejando sua porra no rabo de Zeca.

Após leitar o cuzinho de seu aluno, Guga virou pra mim e disse: “venha, meu irmão, fuder essa sacana lubrificado com meu leite. Quero que você sinta minha gala lambuzando seu pau enquanto você fode meu Zequinha.”.

Zeca mudou de posição e voltou a ficar de quatro. Mesmo já estando alargado pelas roladas que levou de Guga e com o leite que meu irmão jorrou ainda dentro dele, quando encostei meu pau e comecei a meter, ele sentiu e comentou: “caralho, que porra grossa, que delícia!”. Ao contrário de meu irmão, resolvi já começar um tira e bota antes de meter tudo. Metia um pouco, tirava quase tudo e metia um pouco mais, até meu pau entrar todo no rabo de Zeca. Quando cheguei lá, mantive o ritmo da socada desfrutando daquele veludo quente e úmido me envolvendo. Um cu é sempre mais apertado que uma buceta e mais fundo. Que sensação do caralho é ter um macho engolindo sua pica com o rabo. Eu tava nessa quando meu irmão, que tinha ido ao banheiro dar uma limpada, voltou e me abraçou por trás. Sua rola meia bomba dava tesão roçando no meu rabo. Seus braços me envolvendo me dava uma sensação de proteção e segurança que eu poderia fuder a humanidade inteira só pelo tesão que o abraço de Guga me dava.

Em seguida, ele falou que queria ver nossa foda de camarote e deitou-se por baixo de Zeca em posição contrária. Assim seu rosto ficou abaixo do pau de Zeca, enquanto sua rola ficava à disposição de Zeca que logo começou a lhe chupar. Não demorou e eu senti a língua de meu irmão fazendo carinho em meu saco e no de Zeca. Nosso amigo começou a piscar o rabo na minha pica de tanto tesão que tava sentindo. Acelerei o ritmo das socadas e então Guga me surpreendeu mais uma vez: desceu ainda mais o corpo abrindo passagem entre minhas coxas e meteu a língua no meu rabo. O choque de tesão que aquela linguada me causou, acelerou meu desejo de gozar e na sequência anunciei meu gozo. Zeca jogou a bunda toda pra trás para não desperdiçar uma gota e eu jorrei todo meu leite dentro daquele cu receptivo. Nosso amigo sentiu o volume e gozou na barriga de Guga dizendo: “puta que pariu, to sentindo uma onda de leite quente no meu rabo, caralho, que porra é essa, caralho, putz.. delícia, ah, tesão, porra!!!!!!” E com esse grito final desabou sobre o corpo de Guga me levando junto.

Ficamos uns bons minutos “desmaiados”, trocando carícias no silêncio de um pós gozo delicioso. Zeca se mexeu e pediu pra gente não se mexer porque ele tava com o cu cheio de porra e queria se levantar com cuidado pra ir ao banheiro sem derramar nada na cama, mas não teve jeito, uma vez em pé, a medida em que ele andava em direção ao banheiro, a gente via a porra escorrendo por suas coxas, comecei a rir com o inusitado e erótico daquela cena e Guga também fez barulho de que tava rindo.

Virei pro meu irmão e segurei sua mão com a minha, entrelaçamos nossos dedos e ficamos assim, parados, respirando e desfrutando daquele momento de profunda cumplicidade. Nos entreolhamos e vi que Guga estava acariciando seu pau, tinha voltado a ficar duro. Mesmo tendo acabado de gozar litros dentro daquele túnel sedoso, o tesão não estava saciado. Só o fato de ver meu irmão de pau duro se punhetando, fez meu pau, que não tinha perdido completamente a dureza, voltar a ficar rijo. Deitei a cabeça na barriga de meu irmão e fiquei com meu rosto a poucos centímetros de sua pica. A segurei e fiz carinho nela. A direcionei para minha boca e fiquei dando beijinhos e lambidas em sua cabeça, enquanto Guga fazia um cafuné gostoso em meu cabelo. Sua rola tinha cheiro de porra, de mijo, de sexo. Um cheiro que se tivesse como engarrafar eu comprava só pra matar a saudade quando não tivesse perto dele. Cheiro do pau do meu irmão mais velho, do cara que me confessou a poucos dias que sempre teve tesão em mim e que eu descobri, de supetão, que era recíproco.

Engoli a rola grossa de Guga enquanto via o gostoso do Zeca voltando pro quarto. A gente se ajeitou na cama e Zeca foi direto pra minha pica e começou a me chupar também. Guga completou o círculo e começou a chupar Zeca. Fizemos um 69 triplo, cada um chupando o outro. Levamos um bom tempo entre barulhos de lambidas e mamadas, com gemidos e sussurros de puto tesão. A fome de levar rola de Zeca interrompeu nossa chupação, quando ele pediu a meu irmão pra ser comido de novo. Guga o ajeitou de lado e meteu rola nele. A visão privilegiada daquele rabo sendo socado pelo pauzão de meu irmão, me deixou maluco de vez.

Tomei a iniciativa de deitar atrás de meu irmão e o abracei, acompanhando seu ritmo enquanto socava pica em Zeca. Guga se sentindo completamente confortável com minha proximidade, alinhou meu pau até sua entrada enrugada e indicou que eu poderia avançar. Apanhei saliva com a boca e lambuzei seu cuzinho até ele estar bem melado. Senti os lábios de seu cuzinho envolverem meu pau. Ele deu uma pausa para que eu pudesse entrar nele. Seu cuzinho era quente, macio e meu pau escorregou pra dentro de seu cu, sentindo a pressão do aperto que as paredes do seu buraco faziam no meu pau. Observei seu rosto para ver sua reação. Ele estava sorrindo e disse: "Vai, Dudinha, come seu irmão."

Empurrei um pouco mais e minha pica estava totalmente dentro. Sentir seu rabo sedoso apertar meu pau enquanto Zeca se movimentava de leve, fodendo seu cu na pica de Guga. Demorou um pouco mais conseguimos sincronizar nossos movimento. Guga que tinha o comando de alternar seu corpo entre minha pica e o cu de Zeca. E assim ele fez, arregaçando o rabo do amigo enquanto esfolava seu rabo no meu pauzão grosso. O espelho de corpo inteiro da parede do quarto de Guga permitia que a gente visse aquele trenzinho de triplo engate. Como meu irmão estava sendo mais estimulado e tinha gozado primeiro, não demorou e ele anunciou que ia gozar. Zeca mais uma vez colou o quadril no pau do meu irmão pra receber suas jatadas de gala no rabo. Depois que meu irmão parou de chacoalhar, fiz menção de tirar meu pau mas ele não deixou. Me pediu com a maior cara de puta que já vi: “goza no meu cu”.

Isso bastou para que eu o prendesse pelas ancas e começasse a fudê-lo com uma pegada mais forte. Queria entrar dentro do cu de Guga e me fundir com ele. Enquanto isso, Zeca desengatou da rola de Guga e começou a beijá-lo enquanto batia punheta. Não demorou a gozar, gemendo alto e jorrando porra pra todo lado. Zeca desabou pro lado e eu virei Guga de bruços me mantendo montado nele. Segui fudendo seu rabo com metidas fortes, sincopadas, afundando meu pau no seu rabo quente, prendi seu tronco em meus braços, afundei meu rosto em sua nuca e desandei a falar putaria pro meu irmão: “tá sentindo minha cacete te arrombando, Guguinha?, tá vendo meu pau indo e vindo no seu rabo, seu safado? Era isso que você queria? Dar pro seu caçula? Então toma rola, seu puto, toma, que eu tenho pica pra te dar na hora que você quiser. A partir de agora esse rabo tem dono. Sou eu! E vou marcar território enchendo teu cu de leite. Vou te engravidar pelo cu, seu viadinho puto. Toma porra, toma!”. E gozei fundo, gozei como se não tivesse mais nada pra esperar da vida. Gozei, gozei, gozei, devo ter esporrado não sei quantos jatos de gala no cu de Guga. Desmaiei em cima dele e ficamos os três putos, ali, largados, saciados, felizes. A gente tava quase cochilando quando o celular de Guga bipou a chegada de mensagem. Zeca estendeu a mão, pegou o aparelho na mesinha de cabeceira e o passou pra Guga. Meu irmão leu e nos avisou: vamos tomar banho que Anna deve estar aqui em meia hora.

Fomos os três pro banheiro mas o box não era muito grande e não deu pra rolar um banho coletivo. Meu irmão deu preferência aos visitantes, eu e Zeca tomamos uma ducha, na sequência Guga se banhou. Nos secamos, voltamos pro quarto que recendia a putaria e catamos as roupas no chão para nos vestirmos. Guga nos levou até a porta, nos despedimos de Zeca, que agradeceu pela festinha e deixou claro que sempre que a gente quiser, é só chamar e eu já pensei em aproximar ele de Dan... Zeca saiu, eu e meu irmão nos abraçamos, nos beijamos com carinho e ele me disse baixinho no ouvido: agora, só falta a gente comer Dan juntos... Sorri, o beijei de novo, chamei-o de puto e fui embora.

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 16Seguidores: 88Seguindo: 44Mensagem Maduro ativo, eventualmente versátil, relacionamento adulto e aberto, curto relatos eróticos, Gosto das coisas boas vidas (viajar, conhecer lugares, estar em boa companhia, etc)

Comentários

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to tão ansiosa pra ver como vai ser o dan dar pro pai deele

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REALMENTE SURUBA NÃO É MINHA PRAIA MAS ESSE ATÉ QUE FOI INTERESSANTE,

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Que delícia estou todo esporrado. Gozei foi muito. Adoraria estar no meio desse trenzinho. E mais uma vez nada de papai comer Dan.

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