Casa dos Contos Eróticos

No rancho fundo, e como foi fundo - 1ª parte

Autor: Dudinha
Categoria: Grupal
Data: 15/01/2018 10:46:07
Nota 10.00
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Acordei bem cedo e sai de casa acompanhando minha irmã até seu emprego, chegamos junto com seu Francisco que tentou de tudo para me convencer a entrar em sua loja mas eu fiquei firme em meu não e fui embora deixando minha pobre irmãzinha nas garras de um tarado sedento por um cu. Ela já estava acostumada, eu sabia muito bem, seria até bom para ela já ir se acostumando com o novo jeito de agir de seu patrão.

Provavelmente a coitadinha da Mirela iria sofrer depois que eu fosse embora, mas pelo menos ela ganharia mais e teria mais tempo para estudar, o que compensaria. Agora só faltava resolver o dono da farmácia.

Fiquei dando voltas pelo centro da cidade até as lojas abrirem e começar um certo movimento de pessoas indo e vindo pelas ruas. Com tantos transeuntes, eu conseguia caminhar sem ser notada, pelo menos não muito, pois era inevitável ouvir uns buxixos sobre eu ser a tal da modelinho da tv. Voltei até a venda e fui recepcionada por uma Mirela brava, "Você foi muito sacana comigo", nem me cumprimentar ela quis, "Eu? Eu não fiz nada!" fiquei dando uma de boba como sempre fazia com ela. "Sua boboca. Estou toda dolorida agora, nem consigo sentar", eu cai na risada, me debrucei sobre a bancada e sussurrei, "Lelinha, eu garanto que no final do mês você vai me agradecer quando vir seu contra-cheque", dei um tchauzinho e sai toda rebolativa, sendo secada pelo próprio Francisco que vinha dos fundos da loja e por outras pessoas que passavam no momento.

Era hora do meu outro plano.

Cheguei na farmácia e perguntei ao homem atrás do balcão se ele tinha aspirina. Enquanto ele foi buscar, fiquei procurando por Osmar. O homem me trouxe uma cartela e, sem ter visto meu alvo, me retratei com ele, "Me desculpe, quis dizer aquelas efervescentes", ganhando um pouco de tempo. Perguntei o preço do medicamento que ele me trouxe e, ainda sem ter visto Osmar, pedi para ver outras opções. Ouço passos na entrada da porta e, ao olhar para trás, vejo Osmar entrando na farmácia. Peguei uma caixa de camisinha que estava próximo, sim, eu parei perto das camisinhas já pensando no que faria a seguir. Quando ele aproximou-se de mim, com o atendente ainda pegando outras opções de vitaminas C, mostrei a caixinha para o homem alto e falei, "Precisamos conversar sobre seu amigo Francisco", nisso o atendente retorna, "Pode deixar que eu atendo a moça", tomou os frascos da mão do rapaz e me chamou para o canto.

Ficamos no meio das prateleiras, longe de ouvidos curiosos, "O que sua irmã te contou?", "Tudo", "Ela não reclamou nenhuma vez das minhas visitas", nada respondi, "Nem adianta pedir que não vou parar de me encontrar com ela", "Eu sei que não vai. Homem nenhum perderia essa oportunidade. Só estou aqui para negociar com você", "Negociar o que? Vai virar cafetina da própria irmã?", Osmar riu baixinho, exibindo seus dentes amarelados, "Não. Quero apenas garantir que ela também tenha alguma vantagem já que, por enquanto, esses encontros somente beneficiam você", ele deu uma pegada e chacoalhada em seu pau, já ganhando volume, "Eu discordo. Se não estivesse sendo bom, ela não teria gozado tantas vezes com esse cacetão aqui", cruzei os braços, "Convenci o Francisco a aumentar o salário dela. O que você pode oferecer?", ele também cruzou os braços, "Nada", encarei-o, "Vou dar um pulinho em sua casa para ver o que sua mulher pode oferecer em troca pela Mirela", peguei pesado, eu sei, mas funcionou.

Osmar ficou irritado mas nada falou, "Minha irmã está precisando de um notebook novo. Você vai comprar um para ela. Para todo mundo, terei sido eu a comprar o presente. Apenas nós 3 saberemos a verdade", "Isso é chantagem, sabia?", "Você fez o mesmo com ela". Ele olhou por cima das prateleiras, o atendente estava entretido a usar o celular, "Eu concordo, mas com uma condição", "Qual?", seu sorriso safado realmente era sinistro e amedrontador, "Eu quero que vocês duas passem o final de semana comigo", o que de cara eu não aceitei.

Começamos a discutir sussurrando. Um fazia uma proposta de um lado e o outro não concordava e fazia uma nova proposta. Após um longo bate-boca, finalmente chegamos a um acordo. Passaríamos o domingo, e apenas o domingo, em seu sítio, afastado alguns quilômetros da cidade, em troca ele daria um notebook para Mirela, depois um celular novo e a cobriria de mimos sempre que possível.

Estando tudo acertado, fui saindo da drogaria e, mal pisei na calçada, quase trombo em Pablo, "Cuidado, moleque", fui xingando e empurrando-o, "Calma, foi sem querer", fui me afastando dele mas ainda pude ouvir, "Metidinha", virei, agarrei em seu ombro e o puxei, "O que foi que você falou, seu tranqueira?", só por saber que ele tinha comido a Mirela várias vezes, fiquei até com vontade de brincar um pouco com ele mas como ela não disse muito sobre seu pau, imaginei que fosse de um tamanho normal, "Não falei nada!", foi sua resposta. O clima ficou tenso entre nós e resolvi puxar assunto para amenizar um pouco tudo isso, "A Mirela me falou que você tinha ido fazer faculdade em outra cidade. Desistiu?", não resisti em tirar onda da cara dele, "Não. Cheguei ontem para passar as férias com minha família, mas minha mãe está no hospital pelos próximos dias e não sei se vou ficar por muito tempo". Fiquei com um pouco de dó dele mas acabei dando de ombro, "Eu também. Agora vou indo que tenho muito o que fazer", sai rebolando meu bundão para me divertir um pouco.

Sentei com Mirela no quintal dos fundos da casa de nossa tia, comendo um pedaço de pudim bem carregado no açúcar derretido, e contei sobre o combinado com o Osmar. Claro que na hora em que contei, ela me xingou de tudo quanto foi nome, chegou até a levantar a voz, "Como você pode se submeter a isso?", ela perguntava, depois emendava o fato de termos feito o que fizemos com o Francisco e que desde aquele dia ele fica insistindo para ela me convencer a acompanhá-la novamente. Ela só se acalmou de verdade quando eu coloquei a questão sobre ela gostar ou não de fazer sexo, o que ela disse que gostava. "Nenhum dos dois vai parar de te comer, a menos que você conte para alguém, mas se o fizer vai ser taxada de putinha. O melhor então é receber algo em troca", e completei, "Aproveite para guardar tanto dinheiro quanto possível assim, quando estiver na faculdade, poderá se preocupar apenas em estudar e não fazer como sua quase irmã burrinha aqui", para minha surpresa, ela me puxou para si e nossos lábios se encontraram em um saboroso beijo molhado sabor caramelo. Paramos rápido com medo de sermos pegas.

Quando em fim chegou o final de semana, encontrei-me com Mirela na saída do trabalho. Limpei o restinho de porra que tinha ficado em sua bochecha, presentinho do Francisco. Ela me disse que fez o melhor boquete de sua vida, recebendo toda a gala de Francisco em sua boquinha, para assim poupar-se, já pensando no quanto iria sofrer no domingo, "Sofrer? Eu acho que você vai é gostar", rimos muito, principalmente por ser verdade o que eu dizia. A poucos metros de casa, ela pegou minha mão e paramos, frente a frente, e Mirela queria me falar algo mas estava preso em sua garganta, "Desembucha", falei apertando sua mão. Olhando para meus pés ela disse baixinho, "Será que não poderíamos ir no sábado a noite?". Fiquei muito mais que surpresa com o pedido. Depois de tanto ralhar comigo, a putinha da minha irmã ainda me pede para ir mais cedo ao matadouro. O pior é que eu também tinha cogitado essa possibilidade enquanto negociava com Osmar, mas quis valorizar mais a bunda da Mirelinha, mas o que ela queria mesmo era dar.

Entramos em uma casa cuja construção estava parada há anos, peguei o celular e liguei para o dono da farmácia. Após ele falar "Alô", eu disse, "Mudamos de ideia, Osmar", o que o deixou puto, "Como assim mudaram de ideia, que história é essa?", tive que me segurar para não rir, ainda mais com Lelinha a me abraçar e fazer cócegas, "Calminha aí, Osmarzinho", ele emudeceu do outro lado, "Se você não quiser passar a noite com a gente, é só falar", "Como assim passar a noite?", "É, Osmar. A Lelinha e eu achamos que poderíamos aproveitar melhor o domingo se acordarmos todos juntos. O que acha?". Não preciso nem dizer que ele topou na hora.

Algumas horas depois, em um lugar longe de olhares curiosos, Osmar nos pegou com seu Fusca caindo aos pedaços. Me adiantei e entrei primeiro, deixando Mirela ir no banco da frente, ao lado de Osmar. Qualquer um que nos visse naquele carro imaginaria um tio e duas sobrinhas saindo para passear. No entanto, mal entramos na rodovia, Osmar abriu o zíper e tirou seu cacete que, como descrito pela minha irmã, era realmente um monstro cuja mãozinha de Mirela mal conseguia segurar. Ela o punhetava vagarosamente, ora olhando para mim, ora para o velhote. Saindo da rodovia, entramos em uma estrada de terra e Osmar não perdeu tempo, segurou minha irmã pela nuca e a fez abaixar e começar a chupar a rola no meio do caminho, "Não precisa se preocupar não, Franguinha...", ele me deu esse apelido enquanto me encarava pelo pequeno espelho de seu carro velho, "... a Cabritinha da sua irmã está só preparando o terreno para você usar mais tarde".

Chegando ao nosso destino, ele desceu para abrir a porteira de madeira. Mirela olhou para trás, curvando todo seu corpo entre os bancos da frente e me deu um sorriso. Retribui beijando sua boca, "Ainda tá com gostinho de rola", rimos e tornamos a nos beijar. "Acho que vou gostar muito da companhia de vocês duas", Osmar foi entrando no carro e pegou nossa troca de carinhos no flagra.

Paramos perto do casebre, que não era tão velho ou destruído quanto eu imaginava, tinha até uma certa beleza rústica. Ele desceu e disse para esperarmos voltando do porta-malas do carro com uma sacola que nos entregou, "Desse carro para fora vocês somente poderão usar essas roupas", e foi sentar-se na varanda, no grande banco de madeira.

Prontas, saímos do carro, não sem antes reclamar da falta de espaço para nos trocarmos dentro daquele fusquinha.

Mantivemos as sapatilhas que usávamos e só, o restante fazia parte do fetiche do dono da farmácia. Vestíamos meias-calças pretas presas por ligas a um cinto grosso e firme. Nos punhos, braceletes de couro com uma argola de metal e no pescoço, uma coleira, também de couro, com uma correntinha de metal. Nada de calcinha ou sutiã para as irmãs bundudas. O tilintar das correntes era o único som a ecoar naquele sítio afastado. Percebi que Mirela, assim como eu, estava com medo do que Osmar planejara para aquele fim de semana, então, assim que nos aproximamos daquele que seria nosso senhor naqueles dias, eu me impus, "Já que você colocou uma regra, vou colocar as nossas. Você vai fazer o que quiser com a gente mas se eu achar que está passando dos limites, você vai parar. Combinado?", ele fez que sim com a e nos chamou com os dedos, "Agora venha aqui", de braços abertos, fomos abraçadas com suas mãos apalpando nossos fartos bumbuns e sua boca intercalando entre nossos peitos.

Não resisti a vozinha manhosa de Mirela e a puxei para mim, beijando sua boca carnuda.Também empinei bem minha traseira deixando o caminho livre para os dedinhos safados de Osmar chegarem até minha xoxotinha melada. Desci beijando o pescoço de Mirela até chegar em seus peitos, aproveitando minha mão livre para tocar uma siririca em sua bucetinha e forçando seu rabo para trás, levantando-o e deixando fácil para nosso mestre encontrar o anelzinho perdido, "Ai meu cuzinho", ela disse quando o dedo entrou e a fez inclinar-se sobre mim. Beijei a boca do velhote que babava de tão alucinado que estava por ter duas ninfetinhas ao seu completo dispor, e depois continuei a descer, lambendo a barriga da moreninha, segurando o cacetão com minhas mãozinhas e dando um último beijo na racha sem pelos antes de abocanhar de vez o membro gigantesco de Osmar.

Ouvi o estalar de um tapa e a voz grave e falha do dono da farmácia mandando sua Cabritinha imitar a irmã. Parei apenas para olhar para cima, para minha irmãzinha, e falar, "Venha, se acomode ao meu lado. Aqui tem rola de sobra pra nós duas". Ela ajoelhou-se e ofereci a jeba para ela que beijou a cabeçorra, sorriu, beijou minha boca, tornou a beijar a cabeça roxa e aos poucos foi engolindo tudo o que sua boquinha bem treinada conseguia suportar. Já eu, arrebitei bem meu rabo e comecei a chupar o saco cabeludo, "Você é uma cadelinha de primeira, Dudinha. O pessoal da tv deve te piroquear direto, não é mesmo?", como até coleira eu tinha, cadelinha era um apelido que se encaixava bem em mim por isso tirei o saco murcho da boca e fiquei lambendo, além de rebolar meu bumbum como se fosse uma cadelinha a abanar o rabo.

De tão excitado que ficou, Osmar agarrou a corrente de minha irmã e a travou com meia rola na boca, forçando para ela descer mais, fazendo-a engasgar em seu cacetão. Eu sabia que era demais para a coitadinha mas meu tesão era grande demais para fazer nosso dono parar, na verdade, até abocanhei o que não cabia em sua boquinha e beijava a pontinha de seus lábios escancarados para conseguir envolver tamanha jeba. Finalmente ele a soltou, fazendo-a afastar-se e tossir forçosamente. Nem eu me aguentei e ri da desgraça de Mirela. Minha mãozinha espontaneamente, masturbava o cacetão lambuzado de saliva, deslizando da cabeça à base do tronco.

Quando minha irmã parou de tossir, Osmar disse, "Me dê essa sacola aí, Cabritinha", e dela tirou uma caixa de camisinhas e um tubo de KY, entregando os dois para ela. Minha boca já tinha voltado para o cacete, chupando com gosto a piroca com gostinho de Lelinha.

De raiva, acho eu, Mirela agarrou minha cabeça e a forcou para baixo, me fazendo sufocar no membro de Osmar, tal qual ela tinha se engasgado. Sendo mais experiente, aguentei por mais tempo a aflição, até mesmo encarando a cara de tarado do velhote, "Sua irmã tá dando de dez a zero em você, Cabritinha. Será que você vai conseguir superá-la?". Como seu intento não havia funcionado como ela queria, soltou minha cabeça e, emburrada, ajoelhou ao meu lado para colocar o preservativo e besuntá-lo todinho com o gel. Eu aproveitei para masturbá-la e me masturbar, gemendo e fazendo-a gemer, além de dificultar a fácil tarefa de encapar o pau do dono da farmácia.

Assim que ela terminou de desenrolar, eu fiquei de pé e passei as pernas por sobre o corpo de Osmar, "Tô afim de cavalgar no meu garanhão!", recebi um tapão na bunda, "Quero ver se seu rabão aguenta meu pintão", sorri, mordendo os lábios, e respondi, "Não se preocupe, Osmarzinho, meu bumbum já aguentou rolas maiores". Apontei o monstro pescoçudo pro meu cuzinho, respirei fundo e o encarei com a melhor cara de piranha que consegui fazer. Quando comecei a descer e meu cuzinho foi sendo forçado a abrir-se mais do que estava acostumado, bateu uma vontade de desistir, de deixar todo o serviço para minha irmãzinha que já estava acostumada àquele tamanho de pau. Euzinha, porém, sou por demais orgulhosa para me render assim. Cerrei os dentes e deixei a gravidade fazer seu trabalho. Nem a preparação dos dias anteriores amenizaram a dor de ser currada por um cacete como aquele.

Olhei para trás e vi Mirela espantada com aquela cena. Ela nem acreditava que eu estava aguentando tudo aquilo com um sorriso no rosto, mesmo que sendo um sorriso falso e forçado, mas era um sorriso. Eu seguia descendo e parecia que a rola não tinha fim. Minhas entranhas iam se alargando, envolvendo o poste do Osmar, e mesmo assim eu não conseguia terminar de coloca-lo todo dentro de mim. Meus olhinhos já lacrimejavam e minha maquiagem, já previamente borrada por engasgar naquele mesmo pau, pingava em gotas pretas no peito magro do dono da farmácia. "Que cuzão gostoso", mal ele me elogiou, senti minha bundona encostar nas coxas finas dele. Finalmente tinha conseguido, "Não falei que eu aguentava?", fiquei quietinha, esperando meu cuzinho ardido se acostumar com tudo aquilo.

Osmar puxou minha irmã pela correntinha e beijou-a, nesse momento eu lembrei de como tinha sido a primeira vez dos dois e mal conseguia acreditar que ela estava tendo que aguentar esse gigante em seu cuzinho de 2 a 3 vezes por semana. Meu único conforto era saber que, a partir de agora, ela seria muito bem recompensada por esse trabalho extra que estava fazendo e assim, com esse novo estímulo, queria ter a certeza de que nem ele, nem Francisco voltariam atrás. Pensei em passar na vendinha para satisfazer o desejo do gordinho antes de ir embora. Quanto ao Osmar, eu precisava saciá-lo agora mesmo.

Para não perder mais tempo, comecei a me siriricar, o que ajudava meu cuzinho a relaxar e aceitar melhor seu invasor. Estando pronta, subi e desci, na primeira vez apenas um pouquinho. Na segunda subi mais. Lá pela vigésima, o cacete quase chegava a escapar do meu cuzinho alargado de tão alto que eu subia. Sentada ao lado de Osmar, Mirela estava inquieta, agitada como nunca tinha visto. "Agora eu sei como você conseguiu sua vaga para aquele comercial", com os dentes cerrados como estavam, eu nem ousava responder, "Acho que vou mudar de profissão para ver se consigo enrabar outras Franguinhas como você e sua irmã". Deitei-me sobre o corpo dele, sem deixar meu quadril parar, e pude encarar Lelinha diretamente em seus olhos escuros e, por fim, entender qual era o motivo de sua ansiedade. Toquei seus seios e a fiz gemer. Ela queria estar no meu lugar.

Parei um instante, "O que foi, Franguinha, já tá cansada?", puxei Mirela pela coleira e a fiz beijar Osmar. Enquanto os dois se beijavam, me intrometi e deixei nossas bocas extravasarem toda a excitação que havia sido inserido naquele ambiente bucólico. Parei o beijo e mandei minha irmã ficar de pé sobre o banco, segurar-se nas vigas logo acima e passar as pernas por sobre nós, deixando sua xota molhadinha na altura da boca de Osmar que não se fez de rogado e passou a lamber e chupar o grelo oferecido. Eu comecei a rebolar, agora já um pouco mais confiante e menos dolorida, girando meu quadril para dar e receber prazer de meu dono, e também aproveitei o bumbum grande e macio de Mirela e comecei a lamber e beijar seu cuzinho que logo seria usado também.

Nós 3 gemíamos em uníssono, sem qualquer pudor ou medo de sermos ouvidos. As vezes minha boca encontrava com a de Osmar e nos beijávamos antes de voltarmos a nos focar em Mirela.

Após alguns minutos nessa putaria, o dono da farmácia passou a gemer alto, sem ser atrapalhado pela buceta que antes chupava. Me afastei também e vi a bundinha da moreninha ser apertada com tanto vigor que os dedos quase desapareciam na abundância de carne. Era chegada a hora. Parei e ganhei um olhar espantado de Osmar. Empurrei Mirela para o lado e, apaixonadamente, beijei a boca do velhote, "Você vai cumprir sua parte no combinado?", ele concordou avidamente com a cabeça, "O que ela pedir você vai dar?", novamente confirmou, "Ótimo!".

Sai do colo de Osmar, me ajoelhando aos seus pés e puxando Mirela pela coleirinha, fazendo-a ajoelhar-se também. Beijei sua boca suculenta e, olhando submissamente para cima, falei, "Estamos com fominha, Osmarzinho. Será que não teria um pouco de leitinho para duas pobres cachorrinhas como nós?". De pé na nossa frente, ele arrancou a camisinha e começou a se masturbar, segurando a base da rola com uma mão e com a outra punhetando a cabeça roxa prestes a explodir. "Vocês duas são lindas", e acelerava a punheta, "E vão ficar ainda mais lindas com minha porra espalhada nessas carinhas de anjo", e como promessa é dívida, seu pau jorrou seu esperma viscoso e de cheiro forte em nossos rostos. Ainda tive tempo de abocanhar a cabeçona e tomar as últimas gotinhas que de lá saíam.

Exausto, Osmar sentou-se no sofá, "Tô velho demais pra isso", o que nos levou a rir. Olhei para Mirela, toda coberta de porra, e a beijei, procurando sempre lamber o máximo possível da gala que escorria pelo belo rosto de minha irmã e caia sobre seus seios, que eu também lambi até saciar minha sede desse leitinho especial. Segurei meus peitos e Lelinha caiu de boca em meus mamilos, também melecados. Ficamos a nos lamber por um tempinho antes de também nos sentarmos no banco de madeira.

As horas voaram naquele fim de mundo e, depois do jantar, Osmar queria uma reprise do que tínhamos feito. Estávamos sentados no sofá da sala, sem que ele largasse nossas bundas ou peitos por um minuto sequer. Aproveitava para passar a mão em seu cacete, mas esse não dava muitos sinais de vida. Até que estava um pouco duro, mas não o suficiente para entrar em nossos buraquinhos. "É a idade, é a idade", ele insistia. Realmente, com um cacete daquele tamanho e velho como era, ter duas ereções por dia seria muito para qualquer, porém isso não queria dizer que não poderíamos nos divertir.

Voltei a ficar em minha posição de submissão, ajoelhada entre suas pernas. Abaixei o short do pijama que ele usava e comecei a lamber a cabeça de se pau até ele endurecer um pouco mais. Mirela ficou de 4 sobre o sofá e aproximou o rostinho lindo da rola com a qual eu me divertia, então eu dei meu brinquedão para ela que também começou a chupar. Fiquei apertando firme a base do cacetão, fazendo com que a parte de cima ficasse dura o suficiente para chuparmos sem qualquer preocupação, "Tá gostando, Osmarzinho?", perguntei e dei uma lambida do saco, "Tá gostando da boca da sua Cabritinha?", ele a agarrou pelos cabelos a fez levantar a cabeça, parando o boquete, "Estou adorando essa putinha chupeteira". Aproveitei a rola solitária e pus-me a chupá-la com vontade.

Osmar fez um carinho no rosto de Mirela e fez uma pergunta parecida com a minha, "E você, minha Cabritinha, tá gostando do meu grosso tanto assim, é?", ela sorriu, "Estou adorando, Osmar", tornou a abaixar-se. Passamos a dividir o cacetão, chupando e lambendo até ele gozar mais uma vez, só que, agora, eu fiz questão de abocanhar a rola na hora de sua explosão e receber tudinho em em minha boca. Assim que ele parou de gemer, fiquei de pé e puxei Lelinha para mim, beijando-a e compartilhando o leite quente e encorpado de Osmar. Para minha surpresa, ao fim do beijo, ela olhou para seu dono e falou, "Delícia". Se ele fosse mais novo seu cacete já estaria pronto par uma nova foda, mas não era esse o caso.

Para terminar o dia, jantamos e acabamos com uma garrafa de vinho. Eu já tinha me acostumado um pouco depois de tantas festas, mas Mirela é bem fraquinha para bebidas, e acabamos por dormir cedo. Deitamos na cama de casal, sendo que ele ficou bem no meio de nós duas, nos deixando aninhadas em seu peito magricela. Seu corpo podia não ser atraente em nenhum aspecto, mas o que ele fazia com seu imenso pau compensava tudo.

Comentários

MVN
09/02/2018 18:21:49
Não tem como não gostar. Delicioso. Nota máxima.
19/01/2018 23:45:11
Minha linda, gostei do seu conto. Você é simplesmente uma catedrática na sua maneira de narrar os fatos ocorridos. Tive a impressão de ver você praticando tudo que conta, desde a negociação na farmácia até esses momentos no rancho. Nota máxima pra ti... Quando puder, dá uma lida na minha história com um ex-aluno. Beijinhos.
15/01/2018 18:52:03
Delícia de conto Dudinha... nada melhor q ser sodomizada por uma rola grossa... Vcs teriam algum contato pra gente conversar melhor? Bjs
15/01/2018 16:11:39
Maravilhoso !!!
15/01/2018 13:37:43
Delicia de conto, parabéns !! Minha esposa tb é bem putinha safada, confira nossas aventuras ... Temos um blog para maridos liberais, esposas putinhas e comedores de casadas: https://clubedosmaridoscornos.blogspot.com.br/
15/01/2018 13:34:39
Muito bom!!! Se puder, leia os meus tb...
15/01/2018 11:12:48
me senti comendo vcs duas.

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