Casa dos Contos Eróticos

SANGUE COLORIDO - CAPÍTULO 4

Autor: Rocio
Categoria: Homossexual
Data: 06/12/2017 19:45:04
Nota 10.00
Ler comentários (2) | Adicionar aos favoritos | Fazer denúncia

Antes de ir diretamente ao hospital, Giovana decidiu passar na empresa que Yuri dizia trabalhar. Ao chegar no local, a moça encontrou uma fábrica toda escura.

Giovana: - Ué, o que será que aconteceu?

Giovana foi até uma guarita, onde havia um segurança.

Giovana: - Eu preciso falar com meu marido, Yuri Macedo

*SANGUE COLORIDO – CAPÍTULO 4*

Segurança: - Não tem ninguém aí dentro moça

Giovana: - Ué, como assim? Meu marido trabalha aqui, to com nosso filho doente ali no carro

Segurança: - Olha, eu sou novo aqui, tem dias que o pátio da fábrica não funciona a noite, hoje é um deles

Giovana: - Mas que estranho, meu marido saiu para trabalhar com o uniforme

Segurança: - Aí eu já não sei

Giovana entrou no carro atordoada. O segurança olhou a ficha de todos os funcionários da empresa e não encontrou o de Yuri.

Segurança: - Ela está louca ou ele está mentindo

PRONTO SOCORRO

Giovana chegou com Matheus e conseguiu consultar rápido.

Médica: - Ele vai ficar em observação, logo, logo estará bem, não andou se alimentando direito e pegou uma virose

Giovana: - Ai doutora, sabe como são essas crianças

Médica: - Fique calma, foi só um susto, pode ficar com ele lá na enfermaria

Giovana ficou ao lado do filho, enquanto ele dormia.

Giovana: - Yuri, Yuri, o que você anda aprontando?

BALADA

Caio até gostou do beijo de Alef e estava respondendo na mesma intensidade, até que se tocou que estava beijando o amigo.

Caio: - Alef, não, isso ta errado

Alef: - Não fala nada

Caio se deixou levar pela pegada de Caio, suas bocas se colaram de novo e os dois foram ficando excitados.

Alef: - Vamos pra um lugar mais tranquilo?

Caio: - Vamos

Eles deixaram a balada, Caio estava caindo de bêbado e Alef estava dirigindo.

Caio: - Pra onde você tá me levando?

Alef: - Você já vai ver

Caio: - Me leva pra casa

Alef: - Não Caio, vamos pra minha

Caio: - Eu disse pra minha

Alef parou o carro.

Alef: - Eu quero ficar com você, sei que você também quer, não fique se fazendo

Caio: - Não quero, eu to muito bêbado

Alef tascou um beijo em Caio e foi tirando seu pau para fora.

Caio: - Você é forte hein

Alef: - Me chupa

Caio começou a chupar Alef, assim destravou a porta do carro sem ele perceber.

Alef: - Delícia

Caio: - Tchau – ele disse saindo do carro

Alef: - Que? Onde você vai? Entra no carro seu louco

Caio: - Eu vou pegar um táxi, pra minha casa amore

Alef: - Você é um idiota

Caio: - E você um aproveitador

Caio parou um táxi e seguiu direto para sua casa.

RUA

Yuri saiu da balada acompanhado de um homem de 35 anos, eles estavam em uma Ferrari indo em direção a um motel da cidade de São Paulo. Ao chegar no local, foram logo tirando a roupa.

Homem: - Coloca esse pau no meu cu e fode com força

Depois do ato, Yuri recebeu em dólar o equivalente a 500 reais. Yuri voltou para casa contente, já tinha amanhecido o dia, porém ele não encontrou a esposa e o filho.

Yuri: - Será que foram mais cedo pra missa? Impossível

Yuri tirou a roupa cansado e deitou para dormir.

CASA DE CAIO

Caio acordou com uma forte dor de cabeça e ele nem se lembrava direito o que tinha acontecido entre ele e Alef.

Luciane: - Bom dia Caio – disse a empregada

Caio: - Ai Luciane, que bom está ai, to com fome

Luciane: - Seu café da manhã já está mesa

Caio: - Você é demais

CASA DE YURI

Giovana chegou em casa e encontrou Yuri dormindo.

Giovana: - Acorda, acorda Yuri

Matheus: - Ele ta cansado, mãe

Giovana: - Cansado não sei do que, vamos Yuri, pula dessa cama

Yuri: - O que foi meu amor?

Giovana: - Onde você estava ontem a noite?

Yuri: - Trabalhando ué

Giovana: - Mentira, mentiroso, abre a boca – Ela disse pegando no queixo dele e sentindo o cheiro de álcool

Yuri: - O que ta acontecendo?

Giovana: - Seu filho ficou doente no meio da madrugada, fui até o seu serviço e adivinha você não estava lá, aquela merda daquela fábrica não estava funcionando e eu acabei de sentir cheiro de álcool na sua boca

Yuri: - Amor, eu posso explicar, fica calma

Giovana: - Não me chama de amor

Yuri: - Filho vai pro seu quarto

Giovana: - Olha só como você é, nem se preocupa com a criança, pra saber se já está bem

Yuri ficou em silêncio. Giovana pediu pro filho ir para o quarto.

Giovana: - Quem é a vagabunda?

Yuri: - Eu fui pra uma festa ontem

Giovana: - Festa de quem?

Yuri: - Do Juliano

Giovana: - Que?

Yuri: - Ele me convidou e eu sei que devia ter te chamado, eu menti Giovana

Giovana: - Ele não tinha nem onde cair morto e deu uma festa?

Yuri: - Eu juro que não trai você meu amor, eu sei que to errado, você tem todo o direito de ficar brava, o que o Matheus tinha?

Giovana: - Uma virose, tá vendo a falta que um pai faz no meio da noite? Tive que me virar sozinha pra levar ele pro médico, escuta aqui Yuri, eu não vou suportar mentiras e muito menos traições, não quero mais você trabalhando de noite

Yuri: - Amor, não dá pra mudar isso

Giovana: - Troca de emprego então

Yuri: - Não é bem assim

Giovana: - Você me enganou, mentiu, eu to muito chateada

Yuri: - Me perdoa – Ele se ajoelhou

Giovana: - Sai daqui – Ela chutou ele

Yuri: - Giovana

Giovana: - Não dirija a palavra a mim, hoje você dorme no sofá e você faz a sua comida

Giovana arrumou o filho e foi para a casa de sua mãe.

DIA SEGUINTE

Vagando pelas ruas, Juliano olhava anúncio de empregos em jornais que encontrava no chão.

Juliano: - Tudo é longe nessa cidade

Ele andou mais um pouco até que encontrou uma lanchonete que precisava de um atendente. Ele encontrou uma mulher bem mais velha no local.

Juliano: - Bom dia, desculpa incomodar

Mulher:- Olha se veio pedir dinheiro, não tem

Juliano: - Não, eu vi o anúncio da vaga pra trabalhar aqui

Mulher: - Ta interessado é?

Juliano: - Muito

Mulher: - A vaga não é pra homem não, homem não atrai a clientela e eu não ia contratar alguém com uma cara de bandido que nem a sua, cheio de tatuagens

Juliano: - Eu não sou bandido não

Mulher: - Vai catar a sua latinha vai, pode pegar esses papelão que tem aí, aqui não tem vaga pra você

Juliano saiu dali com raiva e deu um chute na lixeira que tinha no local. As horas passavam e sua fome aumentava. Ele começou a abordar as pessoas na rua.

Juliano: - Moço, você tem um trocadinho pra me arrumar? 1 real?

Homem: - Não, só tenho cartão

Juliano: - Moça, paga um lanche pra mim, ainda não comi nada

Mulher: - Vai trabalhar vagabundo

Juliano repetia essas frases pelo Centro de São Paulo.

Juliano: - Moço, paga alguma coisa pra mim comer? Você sabe o que é passar fome?

Caio olhou para Juliano.

Caio: - Me dá um tempo, não tenho dinheiro

Juliano: - Por favor moço, qualquer coisa pra eu tirar barriga da miséria

Caio: - Toma umas moedinhas aqui, vá procurar o que fazer ao invés de ficar enchendo o saco

Juliano: - Eu não tenho pra onde ir

Caio: - Me poupe, tchau

ANOITECEU

Juliano estava sentado na calçada, com a roupa suja, fazia dias que não sabia o que era tomar um banho. Uma mulher de 54 anos que puxava um carrinho de papelão, também moradora de rua observou ele.

Márcia: - Ô menino, Ô menino

Juliano: - Que foi?

Márcia: - Cê ta com fome?

Juliano: - Tô

Márcia: - Vem comigo, o pessoal da prefeitura já vai passar dando comida pra gente que é da rua, se você ficar aí, você não come

Juliano: - Aonde? Nossa, obrigado por avisar, nem sabia dessa fita

Márcia: - Primeira vez que te vejo por aqui, qual seu nome?

Juliano: - Juliano e o seu?

Márcia: - Márcia, nossa mas você é novo pra ta aqui, bonito, que houve?

Juliano: - Não tenho pra onde ir, não tenho família, não consegui emprego

Márcia: - Coitado, vem, vamos

UNIVERSIDADE

Caio encontrou Alef no corredor da universidade.

Alef: - Ei, Caio

Caio: - Oi Alef, tudo bem?

Alef: - Tudo sim e você?

Caio: - Ótimo, exceto a reta final do semestre, tudo ok

Alef: - Caio, sobre o que eu te disse na balada...

Caio: - Deixa pra lá – Ele interrompeu

Alef: - Era verdade, quero reforçar isso

Caio: - Somos amigos Alef, amigos

Alef: - Entendi

Caio saiu e foi em direção a sua sala.

RUA

As pessoas que viviam em situação de rua, comiam a vontade o hot dog que a prefeitura de São Paulo entregava.

Juliano: - Nossa, que delícia

Márcia: - Tudo fica gostoso quando a gente ta com fome né?

Juliano: - A senhora dorme na rua também?

Márcia: - Durmo, as vezes vou pro albergue da prefeitura, quando não estou muito longe

Juliano: - Ah sim

Depois da janta, os dois foram até um ponto de ônibus, ameaçava chover naquela noite, e eles precisavam estar protegidos. Os dois dormiram em meio a papelões e cobertores velhos. Ali do lado, outros moradores de rua dormiam, alguns acordados, quando chegou um grupo de homens fazendo uma algazarra.

Túlio: - Ae rapaziada, eu já to bem louco

Os 4 começavam a chutar quem dormia pelo local.

Israel: - Para com isso pessoal – Era o único que não estava fazendo o mesmo

Túlio: - Cala a boca Israel, parem, vem comigo que agora vai ser mais divertido

Túlio foi até uma mulher que dormia, tirou uma caixa de fósforo e ascendeu no cobertor e na roupa que ela usava.

Túlio: - Otária

Israel: - Cara, não faz isso

Túlio: - Tarde demais

Túlio começou a botar fogo nos papelões, até que a mulher acordou e percebeu que sua roupa já estava pegando fogo.

CONTINUA

NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

Juliano é roubado. Caio, Alef e Jheniffer se preparam para curtir o show de Anitta. Enquanto Débora trai o marido com Yuri.

Desculpem a demora, mais um capítulo para vocês. Kitty você deduziu o desenrolar da história, é um equívoco, a trama de Giovana e Yuri é muito além disso.

Comentários

07/12/2017 00:48:47
Novo site galera! Visitem! contos e muita putaria https://kxcontos.blogspot.com.br/
06/12/2017 23:56:19
Esse Túlio é um babaca.

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.