MILF - Sobremesa Melecada

Um conto erótico de Bayoux
Categoria: Heterossexual
Contém 3037 palavras
Data: 12/11/2023 10:30:26

Às vezes, a gente tem que partir pra cima.

Acuado pelos últimos acontecimentos tenebrosos em sua vida, Sebá Silveira, agente secreto da Repartição, decidira sair das cordas do ringue e contra-atacar.

Para anular a chantagem que sofria com constantes ameaças de retirarem a bolsa de ensino de sua filha na Escola Internacional e ao mesmo tempo povar sua teoria sobre a existência de lingeries macumbadas no mercado negro, seu plano era simples e se constituía em duas partes: Fazer cachorro-quente para a Festa da Primavera da Escola Internacional e conseguir comer Francesca Vitta, uma das mãezinhas raivosas de lá.

Bem, na verdade o plano não era tão simples assim. O cachorro-quente teria que ser feito em dupla com a tal Francesca, que tinha fama de burrinha e desajeitada, para agradar a Henriette Brooksfield, a loirona líder das mãezinhas raivosas, uma gringa loira arrogante mas muito influente naquela instituição de ensino.

E ele não somente teria que comer Francesca, esposa de um velho italiano facínora e mafioso, mas deveria enfeitiçá-la para tanto, usando uma das lingeries contrabandeadas do Dragão Dourado que foram apreendidas pela Repartição, para provar à Joyce Sommersby sua tese de que aquelas calcinhas tinham mandinga - e assim escapar de ser enrabado por ela.

Depois de ter levantado na internet o perfil completo de Francesca Vitta, Sebá desceu até a sala de provas no porão da Repartição para separar aleatoriamente uma peça e enviar por mensageiro à Joyce Sommersby, tal como ela havia ordenado. Nisso, quase sem querer, voltou a manusear as lingeries apreendidas, desta vez pensando na mulher que seria seu alvo: Francesca Vitta.

Permaneceu ali por mais de uma hora sentindo as texturas rendadas das roupas íntimas de diferentes cores e modelos, mas em nenhum momento escutou a voz dentro de sua cabeça sussurrando o nome de Francesca.

Vendo seu plano ir por água abaixo, ele já quase desistia, quando segurou um conjuntinho de seda cor-de-rosa e, inesperadamente, escutou: “Inga… Olson…Inga Olson…”

Mas é essa agora? Quem diabos era Inga Olson? Afinal, como é que essa mandinga funcionava? Das outras duas vezes, bastou ele focar em Alice Chen e Buppha Saetang para encontrar a lingerie certa. E agora a tal vozinha vinha dizendo para ele comer alguém que sequer conhecia?

Nesse momento, seu telefone começou a apitar sinalizando a chegada de mensagens novas. Devia ser o grupo da escola, pensou. Aquele grupo era muito ativo, mas Sebá o tirara do modo silencioso depois que Henriette o repreendera.

Quase por obrigação, foi verificar o que estava acontecendo e perdeu a respiração: as mensagens não vinham do grupo, mas sim de uma tal… Inga Olson!

Mas como isso podia ser? Como a mandinga das calcinhas sabia da lingerie adequada para essa mulher antes mesmo que ele a conhecesse? O mistério se complicava mais a cada momento!

Nas mensagens, Inga Olson dizia que o estava buscando por indicação de Henriette. A loirona siliconada agora queria que ele não somente ajudasse Francesca Vitta com os hot-dogs para a Festa da Primavera, mas também ordenava que ele se pusesse de acordo com Inga para fazer fruit-punch.

Isso era a cara de Henriette: não bastava sacaneá-lo, tinha que tornar as coisas o mais difíceis o possível para que ele falhasse! Fruit-punch era uma bebida não alcoólica de mulherzinha que Sebá nunca havia sequer provado!

O negro alto e forte explicou a Inga que ele não tinha ideia de como se fazia aquilo, mas ela insistiu: eram ordens de Henriette e deviam dar um jeito se quisessem manter a gringa siliconada satisfeita. Terminaram combinando de se encontrar no dia seguinte para pesquisar receitas e fazer uns testes.

Daí o telefone tocou e era Djanira, sua esposa: haviam ligado da escola avisando que a aula terminara mais cedo e que tinham de ir lá agora buscar Melzinha, mas ela não poderia porquê tinha hora marcada para uma sessão aplicaçāo de colágeno, agendada há mais de dois meses.

Sebá já ia sair correndo para a escola quando percebeu um dos pacotinhos de lingerie caído no piso. Ele estava ficando desleixado, aquilo seria uma prova de que ele andara por ali e, se alguém percebesse que as provas estavam sumindo, ele terminaria bem encrencado na Repartição.

Contudo, quando recolheu o conjuntinho rendado negro do chão, sua espinha dorsal se arrepiou toda ao ouvir aquela voz dentro de sua cabaça a sussurrar: “ Francesca… Vitta… Francesca Vitta!”

Seguindo o rumo das coisas, buscou Melzinha a foi direto para academia, pois já vinha faltando regularmente há dias, desde que encontrara Joyce Sommersby por lá pela primeira vez. A menina ficou num canto fazendo a lição e, quando ele por fim terminou suas infinitas séries de exercícios, voltaram para casa.

Enfim, esta seria uma noite normal depois de tanta correria nos últimos dias. À exceção dos dois conjuntos de lingerie erótica que trouxe consigo do depósito de apreensões sem nem perceber, tudo estava normal. Contudo, justo quando Djanira voltava da sessão de colágeno, Sebá recebeu uma mensagem de voz de Buppha Saetang.

A última coisa que ele desejava agora era ter que pensar em lingeries, no Dragão Dourado, na Escola Internacional ou em qualquer mãezinha de lá, mas Buppha parecia assustada em sua mensagem e praticamente suplicava que Sebá fosse ao restaurante Kalasin assim que pudesse.

Buppha… A mãezinha tailandesa praticamente sumira do mapa depois que Sebá lhe dera uma das malditas lingeries apreendidas. Diferentemente de Alice Chen que não deixou de persegui-lo até que fizesse dela sua quenguinha, Buppha não dera mais notícias e isso poderia ser a prova de que suas suspeitas eram totalmente infundadas, ou seja, de que aquelas calcinhas não passavam de meros objetos comuns e não existia mandinga nenhuma nelas.

Sebá até tentou esquecer essa história, mas não conseguiu. Ele precisava comprovar se Buppha estava enfeitiçada ou não e, ademais, ficou preocupado com o tom de urgência na voz da mãezinha tailandesa. E se o Dragão Dourado houvesse voltado ao Kalasin? E se estivesse submetendo Buppha às mesmas torturas que aplicou em Fonseca? Não, ele definitivamente não conseguiria deixar de ir ao Kalasin.

Sebá pegou um engarrafamento no centro da cidade, havia uma manifestação dos “Cristãos pela Moral e Bons Costumes” que cruzou com a marcha dos “Filhos de Allah pela Jihad Eterna” e deu a maior pancadaria.

Quase duas horas depois finalmente chegou ao Kalasin, mas o lugar já estava fechado. Ao dar meia volta para ir embora sentindo um certo alívio, contudo, pôde escutar a fechadura da porta girando e a conhecida voz de Buppha às suas costas.

- Ah, por fim você chegou! Vem, entra aqui que eu quero te mostrar uma coisa!

- Eh… Boa noite, Buppha. Desculpe a demora, tinha um problema lá no centro, fiquei preso no trânsito…

- Tá bom, tá bom, vem, entra logo! Senta aí que eu vou buscar algo na cozinha - disse ela apontando uma cadeira.

O lugar estava silencioso e à meia luz, muito diferente do que costumava ser. Havia algo no ar que deixava Sebá inquieto, um clima soturno e incômodo, ele não sabia definir bem o que era. Desde a cozinha, Sebá ouvia vozes cochichando, mas era como se Buppha estivesse falando sozinha.

Em quinze minutos Buppha voltou ao salão, mas não trazia nada nas mãos. Aliás, a tailandesa trazia bem pouca coisa consigo: estava praticamente nua, vestindo somente a calcinha rendada negra e o espartilho branco com listras azul celeste que Sebá lhe havia presenteado uns dias antes.

Ela vinha caminhando sensualmente pé ante pé, o decote do espartilho mal cobria os mamilos tesos de seus peitos medianos e as cavas laterais nos quadris deixavam ainda mais marcado o volume de seu pequeno sexo na frente.

Com um sorriso aberto no rosto, Buppha elevou os braços no ar acima de sua cabeça e girou na ponta dos pés, expondo agora o quanto à parte posterior daquela lingerie estava enterrada entre suas nádegas redondas, pequenas e morenas.

Ante aquela visão, Sebá permaneceu imóvel, dividido. Afinal, estariam mesmo sozinhos ali?

Por um lado, ele estava feliz porque a atitude incomum de Buppha significava que a lingerie tinha mesmo uma mandinga e que, se ele avançasse sobre ela naquele momento, teria tudo o que quisesse da mãezinha tailandesa.

Por outro lado, ele já estava chifrando Djanira com Joyce e com Alice e, além disso, havia também a suspeita de que talvez eles não estivessem realmente a sós e aquilo bem poderia ser mais uma armadilha do Dragão Dourado.

Vendo a cara embasbacada de Sebá, Buppha não se fez de rogada e começou a questioná-lo.

- O que foi, Sebá? Não gostou?

- Não… Quer dizer, sim… Eh… Você ficou ótima Buppha. Mas e tal emergência?

- Então, eu precisava muito mostrar para você como o seu presentinho ficava em mim!

- Ah… Você me chamou aqui só pra me mostrar isso? Quer dizer, não é que eu não tenha gostado, mas, porque tinha que ser eu? Você sabe que eu sou casado, não é?

- É claro que sei, tolinho. Mas você me deu a lingerie. Queria que eu mostrasse pra quem? Pra minha filha? Ou talvez para a Alice Chen?

- Alice Chen? O que tem a Alice?

- Sebá, aqui não tem nenhuma menininha boba. Eu bem vi como vocês estavam depois de desfilarem com a cobra preta na Festa do Equinócio. Era óbvio que você tinha comido ela!

- Aquilo não conta, Buppha! Foi um acidente de percurso, algo de momento. Eu realmente não tinha a intenção de comer a Alice!

- Não tinha a intenção, mas comeu. E depois repetiu. E quem come uma, come duas, negão… - Disse caminhando lentamente em sua direção fazendo cara com biquinho sensual nos lábios pintados de vermelho.

- Peraí, Buppha, não sei se estou entendendo bem essa conversa…

- Sebá, meu Sebazinho… Eu estou pouco me fudendo para a Alice, ou para qualquer piranha que você coma… Aliás, eu estou pouco me fudendo há muito tempo, mas isso acaba aqui e agora! - Ela completou já sentando-se no colo de Sebá, colocando seu rosto bem em frente ao dele.

Enquanto Buppha lambia a boca de Sebá com sua língua pequena e esfregava seu sexo rebolando sobre o membro do homem, por alguma razão, ele mantinha todos os sentidos em alerta. Foi então que, bem baixinho, ele voltou a ouvir ruídos vindos da cozinha.

Agarrando Buppha num abraço, ele levantou-se instintivamente da cadeira e a manteve colada em seu peito com as pernas suspensas no ar.

- Buppha, que doidera é essa? Quem está na cozinha?

- Nada, Sebazinho, não é ninguém! Deve ser o meu gato!

- Gato coisa nenhuma, eu ouvi vocês cochichando! O que você está armando? Anda, confessa!

- Aí Sebá, você nervosinho assim me enche mais ainda de tesão… Vem, meu negão, me come, faz de mim o que quiser, faz de mim sua quenguinha também…

Sebá reconheceu imediatamente aquelas palavras. Chamá-lo de negão e dizer que queria ser sua quenguinha, falando para ele fazer o quisesse com ela… Essas foram exatamente as palavras de Alice no dia anterior! Não podia ser obra do acaso, aquilo era coincidência demais!

Carregando Buppha presa em seus braços, Sebá irrompeu na cozinha do Kalasin e lá confirmou suas suspeitas. Amarrada ao pé do fogão, trazendo sobre o corpo uma lingerie negra rendada e um baby-doll transparente cor-de-rosa que ele conhecia muito bem lá estava ela: Alice Chen!

Maldição, aquilo com certeza devia ser uma armadilha do Dragão Dourado!

Maldição dupla, seria Buppha o Dragão Dourado?

Sebá soltou imediatamente Buppha com o susto, mas a tailandesa permaneceu pendurada nele, com os braços em volta de seu pescoço e as pernas enlaçando seu quadril e fazendo remelexo, de forma a seguir esfregando seu sexo sobre o membro ereto do negro, grudada a ele como um carrapato.

- Buppha, sua doida, que doideira é essa? O que Alice está fazendo amarrada na sua cozinha? - Perguntou ele ainda tentando livrar-se daquele abraço.

- Sebazinho, deixa essa chinesa biscate pra lá! Vem negão, me come, vem provar o verdadeiro sabor tailandês!

- Não Buppha, deixa disso, me solta! Como é que Alice veio parar aqui?

- Depois que eu provei essa lingerie pela primeira vez…Eu sei, parece loucura, mas eu encontrei Alice na escola e eu senti o seu cheiro nela…

- Mas como assim, sentiu o meu cheiro?

- Eu senti cheiro de sexo no corpo dela e, instintivamente, eu sabia que era o seu sexo! Não me pergunte como, mas foi ali que eu tive realmente certeza de que você estava comendo essa piranha!

- Mas se era só isso, porque trouxe ela pra cá e a amarrou? Pra que tudo isso?

- Para tirar a vadia chinesa do meu caminho… Eu temia que, tendo ela pra fazer de quenga, você jamais iria querer foder comigo…

- Buppha, você foi longe demais! Vamos soltar essa coitada!

- Se eu fosse você, deixava ela aí. A bicha está impossível. Quando a encontrei na escola, ela estava de tocaia, babando como um bicho, esperando você para trepar.

- Agora você está exagerando… Ela é meio taradinha, mas nem tanto. Na escola, Alice sempre faz a pose de mãezinha tímida e recatada.

- Tá bom, pode soltar ela, mas antes você vai ter que me comer, porque desde que botei essa lingerie pra você, eu estou com um comichão danado, subindo pelas paredes.

- Mas eu vou te comer assim, na frente dela?

- Sim, eu exijo. Assim essa vadia chinesa vai aprender como satisfazer de verdade ao senhor, em lugar de ficar só tomando na bundinha.

- E como é que você sabe que eu enrabei a bicha, quer dizer, a Alice?

- Tá no cheiro, Sebazinho, tá tudo no cheiro. Basta inspirar mais fundo perto dela e dá para saber que você meteu essa coisa gostosa aí entre as nádegas da piranha chinesa!

A esta altura da conversa, Buppha havia descido se enroscando pelo corpo de Sebá como uma serpente pecaminosa. Repleta de malícia, ela havia aberto sua calça e acariciava saco de Sebá com uma mão e o masturbava com a outra, enquanto se ajoelhava para lamber o mastro negro e lustroso e começar a engolir até onde conseguia.

Tendo Buppha enroscada entre suas pernas, Sebá não conseguia mais pensar em nada e muito menos resistir à aquele assédio tão determinado. Quando percebeu, já retinha a mãezinha tailandesa pelos cabelos e penetrava fundo sua boca. Ela engasgava, ria e voltava a engolir, uma e outra vez, até ficar com vários fios espessos de saliva escorrendo por seu rosto.

Se dependesse de Buppha, ela ficaria sugando o membro de Sebá o resto da noite. Mas, ao vê-la ajoelhada diante dele naquele espartilho branco com detalhes em azul-celeste, algo se mexeu dentro de Sebá. Era como se ele precisasse comê-la, como se sua vida dependesse disso, parecendo que, se não o fizesse, seu membro explodiria em questão de segundos.

- Vira aí e fica de quatro, quenga! - Disse ele com uma brusquedade que não era nada comum em sua pessoa.

- Ain… Que homem mau… Adoro! Você vai me comer agora? Vai fazer com força? Vai me deixar arrombadinha, vai?

- Eu vou comer a sua bunda, que nem fiz com a piranha chinesa ali!

- Ui! Vai meter isso tudo aí no meu bumbumzinho? Será que eu aguento?

- Se quiser ser minha quenguinha, vai aguentar! Minhas piranhas tem que dar a bunda pra mim, ou então pode esquecer essa serpente negra!

- Não, isso não, jamais! Vem, meu senhor, come o bumbum da sua quenguinha tailandesa! Pode vir que eu aguento, nem que eu desmaie, pode meter tudo!

Totalmente descontrolado, Sebá fez uma desgraça no traseiro da mãezinha tailandesa. Buppha gritou, deu tapas no chão, resfolegou, ficou com a cara vermelha de tanto bufar, mas aguentou tudo o que ele quis fazer atrás dela enquanto a agarrava pela cintura fina e fustigava seu ânus sem dó nem piedade.

Quando terminaram, a mulher estava atirada no piso da cozinha, quase desacordada, parecendo a imagem de uma deusa pagã oriental desconjuntada. Sebá mal conseguia respirar, quase uma hora comendo a bundinha redonda de Buppha e ele sequer gozara. Mas afinal, o que havia ocorrido com ele? Será que a tal lingerie mandingada também o havia afetado?

A resposta veio em segundos, sob uma forma bem desconcertante. Sebá viu Alice à sua frente, frágil como uma porcelana chinesa, amarrada e amordaçada ao pé do fogão e simplesmente não conseguiu se conter.

Num avanço rápido, ele suspendeu Alice pelo quadril, deixando-a dobrada pela metade, com o tronco inclinado para frente devido às mãos amarradas. Procurou pela fenda aberta na parte posterior daquela lingerie erótica mandingada e começou a procurar o ânus da mãezinha chinesa com a ponta de seu membro.

Quando por fim encontrou, introduziu até a metade de um só golpe, fazendo Alice tremer-se toda de dor e prazer. Retrocedeu e voltou a atacar diversas vezes, indo um pouco mais fundo a cada uma delas, até sentir sua pélvis batendo nas nádegas magras de Alice, seu saco golpeando o grelinho eriçado da chinesa e seu membro cutucando algo lá dentro que ele preferia nem pensar no que era. Por fim, nesse momento gozou em profusão sem nem ter a preocupação de retirar o membro dali.

Atordoado, após a sessão de tortura sexual a que submeterá as duas orientais, ele finalmente caiu em si, morrendo de vergonha do que havia sido capaz de fazer com as mãezinhas da escola de sua filha. Covardemente, fugiu do restaurante Kalasin abandonando-as naquele cenário horrendo que resultou de sua lascívia e libidinagem desenfreadas.

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Anotações mentais atualizadas do arquivo de Sebá Silveira:

“Djanira Silveira, minha esposa chifruda, faz procedimentos estéticos e caga para o resto. Evitar dar na pinta que a estou traindo, quanto menos encontrá-la, melhor.”

“Joyce Sommersby, mãezinha-voluntária e agente do Escritório. Me chantageia e vai me enrabar se eu não provar a teoria das lingeries mandingadas."

“Henriette Brooksfield, loira peituda siliconada e líder temida das mãezinhas raivosas.”

“Alice Chen, mulher abandonada chinesa e mãezinha do grupo das raivosas, minha primeira quenga.”

“Buppha Saetang, viúva tailandesa e maezinha do grupo das raivosas, minha segunda quenga.”

“Francesca Vitta, italiana, mulher de mafioso e mãezinha das raivosas. Minha dupla para fazer cachorro quente e oportunidade de provar a teoria das lingeries mandingadas.”

“Inga Olson, mãezinha das raivosas, dupla para fazer fruit-punch, sem maiores informações, investigar.”

*****

Nota: Confira os capítulos ilustrados da “Saga MILFs” e muitas outras histórias em https://mrbayoux.wordpress.com

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Comentários

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Obviamente ficção. Mas da boa. Bem escrito, em português decente, coisa rara neste tipo de "literatura". A acompanhar com muito interesse. Parabéns

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Queria ver a Joyce usando uma lingerie também. O bagulho ia ficar doido! 🤣

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O que é da Joycinha tá guardado, rs

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outro capitulo excelente acho que devemos ver onde vende essas lingeries

bem que vc pode patentear e vender iriam dar uma bela grana rrss

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Vamos esperar o resultado da análise laboratorial pra saber o tem nas lingeries… Ou procurar uma bruxa pra mandingar a coisa, rs

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Sebá está se tornando um dominador de mãezinha kkkkkk, só é submisso com a Joyce

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A mandinga das calcinhas está solta, rs

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