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Surpresa na Semana Santa

Autor: Paulo
Categoria: Heterossexual
Data: 19/05/2017 12:24:10
Nota -
Assuntos: Anal, Heterossexual
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Meu nome é Paulo e tenho 20 anos. Namoro minha vizinha Aninha, de 18  anos. Ela é uma gatinha morena magrinha com seios pequenos e bundinha arrebitada. Na quinta-feira véspera da Páscoa, cheguei em casa lá pelas 5 e fui direto para o chuveiro. Ao sair do banheiro dei de cara com Aninha na minha cama. Ela estava sorridente e peladinha.

_Surpresa!

_Nossa! Que surpresa maravilhosa!

Sorridente deitei na cama e beijei-a. Ficamos ralando na cama por alguns minutos até eu meter o pau na sua xoxota apertada e meladinha. Meti por um minuto, talvez um pouco menos, e Aninha pediu para eu colocar a camisinha. Falei que não tinha e ela falou que sem camisinha só podia brincar. Aninha segurou e abocanhou meu cacete. Girei seu corpo e encaixamos um 69. Não demorou para ela gozar na minha boca. Infelizmente, seu boquete, apesar de delicioso, não conseguiu fazer eu gozar. Aninha chupou até cansar o queixo.

_Paulinho, mete nas minhas coxas.

_Não tem graça, Aninha. Deixa eu botar na xoxota. Eu gozo fora.

_Não. Se eu engravidar meu pai me mata.

_Então deixa eu por atrás. Na bundinha não engravida.

_Não sei, nunca fiz. Promete que se doer você pára?

_Prometo.

Aninha ficou de quatro oferecendo a bundinha. Peguei vaselina que uso para encher bola e passei bastante no seu cuzinho. Enfiei o dedo e senti que era muito apertado.

_Ai, Paulinho.

_Tá doendo?

_Só um pouquinho.

_Quer desistir?

_Não, continua.

Continuei enfiando o dedo no seu cuzinho. Logo Aninha rebolava com o dedo no cuzinho. Senti que dava para enfiar dois dedos.

_Ai.

_Doeu?

_Um pouquinho. Dá para aguentar. Continua.

Era puro charminho. Não demorou e ela tava rebolando novamente. Senti que estava pronta. Encaixei o cabeção na argola e falei.

_Aninha, relaxa o cuzinho.

_Ai, ai.

Ela travou o cu com a cabecinha dentro. Esperei ela relaxar novamente e enfiei metade do pau. Fiz uma nova pausa e não demorou para Aninha falar:

_Pode continuar, não tá doendo.

Calmamente enfiei o resto. Ela não reclamou e comecei a bombar.

_Ai, Paulinho. Dói e é gostoso ao mesmo tempo. Não pára, vai devagar.

Fui metendo lentamente no seu cuzinho apertado. Aos poucos ela começava a mexer o quadril. Enfiei a mão por baixo e toquei seu grelinho. Parecia que ela levava choques, pois dava trancos com a bunda.

_Ai, safado.

Com a siririca Aninha mexia a bunda involuntariamente para trás e gemia de prazer.

_Tira a mão.

Segurei seu quadril e passei a meter mais rápido. Ela gemia e rebolava.

_Ai, Paulinho. Tá gostoso. Come, come meu cuzinho.

Fui acelerando as bombadas ouvindo seus gemidos dava vez mais altos.

_Não pára, vai, mete. Isso, vai assim, vai.

Eu bombava forte e fundo. Seu cuzinho apertado começou a contrair, quase travando meus movimentos.

_Aaaahhhh, mete, mete mais. Ai, assim, Não pára, AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIII.

Aninha tremia e gritava. Nunca tinha visto Aninha gozar daquele jeito. Em nossas transas anteriores ela gemia baixinho e ficava com um sorrisinho bobo. Então ela tombou deitada na cama.

_Nossa! Que loucura! Quase tive um troço.

Aninha estava suada e respirava com dificuldade. Deitei sobre seu corpo metendo o pau de volta no seu cuzinho relaxado mas ainda apertadinho.

_Humm, tá gostoso assim!

Comi seu cuzinho e em pouco mais de um minuto, gozei.

_Ai, que gostoso! Tá quentinho dentro de mim.

Deitei ao seu lado.

_Não sabia que dar a bunda fosse tão gostoso. Você gostou de ser o primeiro a comer meu cuzinho?

_Adorei.

O problema com Aninha era que ela mente. Não sei se era vergonha ou se havia outro motivo. Ela mente mas conta a verdade depois. Foi assim na nossa primeira transa. Ela disse que era virgem e, obviamente eu percebi que não era. Ela só contou a verdade depois de transarmos várias outras vezes. Da mesma forma mentiu sobre fazer boquete e engolir porra. Pela facilidade que comi seu cuzinho, tenho certeza que também não sua primeira vez. Ser o primeiro não faz a menor diferença, mas estas mentirinhas me aborrecem. Se ela falar que sempre foi fiel, dou-lhe o pé na bunda.

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