Olá caros leitores, essa é a parte 5 da história, já contei nas partes anteriores como iniciamos ela e como rolou tudo. Se você não leu as partes anteriores, sugiro voltar e ler antes de prosseguir.
Após aquela manhã quando deixamos Lúcia na casa dela, passaram algumas semanas sem sairmos ou melhor, não houve a oportunidade para sair e fazer algo. A Fer me dizia que a Lúcia sempre conversava com ela no WhatsApp, as vezes sem teor erótico nenhum. Até então, acreditávamos que havia sido apenas uma aventura, coisa de uma noite apenas.
No nosso círculo de amizade, poucas pessoas sabem sobre a nossa opção de sermos liberais, até porque não é algo que costumamos divulgar. Porém temos um amigo que desde o primeiro dia que conhecemos ele, contamos que somos liberais e ele sempre demonstrou muito interesse nas histórias, vou chamá-lo aqui de Marcos.
Quando conhecemos o Marcos, encontramos ele bebendo só no barzinho de rock da cidade. Estávamos com outros amigos e conforme o bar estava esvaziando, acabou que a Fer chamou ele para sentar na nossa mesa. Como já havia dito, ela sempre foi uma pessoa de fazer amizades rapidamente, e com ele não foi diferente. Ele nos contou que fora casado por mais de 15 anos, filhos, uma vida consolidada, mas a sua ex era alcoólatra e acabou que tudo não se sustentou com o passar dos anos.
O Marcos que nos disse que sempre saia com a ex-esposa, fazendo programas de casais, agora estava conhecendo a noite e todos os que nela habitam e fazem da madrugada o parque de diversões. Mesmo sendo sinceros com ele, não rolou nada. A Fer apenas que pegou seu contato e sempre que podia ele estava junto, para beber, rir e divertir com as peripécias da minha esposa doidinha.
Mesmo sendo respeitoso e nunca demonstrando nada publicamente, o Marcos nutria desejos e uma vontade reprimida de conhecer a Fer mais a fundo, digamos. Ela por várias vezes o provocava, mas com um autocontrole de um monge, o Marcos nunca se permitiu algo com a Fer.
Eu apenas me divertia com a situação, pois ela era uma explosão em forma de pessoa, que ao chegar no lugar, fica quase impossível não notar sua presença. Já o Marcos era o oposto, tímido, recatado, quase não falava, bebia pouco e tinha medo de chegar nas mulheres. Mesmo a Fer incentivando e tentando arrumar alguma amiga para ele, nunca havíamos conseguido terminar a noite com o Marcos se dando bem com alguma mulher.
Mas como dizem por aí, o mundo é pequeno e dá muitas voltas. Já conhecemos o Marcos há um bom tempo, e faz algumas semanas que tudo rolou com a Lúcia. Estávamos Eu, Fer e Marcos, no mesmo barzinho de rock, nós na cerveja e a Fer nas caipirinhas e drinks. Quando ouço uma voz familiar.
- Amiga, sua doida, não acredito que você está aqui.
- Lúcia, a quanto tempo, como você está gostosa! Respondeu a Fer abraçando a Lúcia e aproveitando para dar uma leve passada de mão em Lúcia, vi suas mão percorrem toda as costas de Lúcia e o contorno se sua bunda, enfatizando a palavra “gostosa” ao chegar nesse ponto.
Ninguém estranhou nada ou se importou pois a Fer já tinha esse costume de apertar e ficar tirando casquinhas de suas amigas. Todos na mesa riram com isso. Após me cumprimentar, Lúcia parou por alguns segundos.
- Não acredito que vocês se conhecem, disse ao se aproximar de Marcos.
- Você é amiga da Fer? Perguntou Marcos.
- Sim, a Fer é minha amiga.
Os dois sentaram mais próximos e passaram a conversar animadamente, soubemos que ambos já se conheciam de tempos atrás. Ela e Marcos trabalhavam próximos e sempre almoçaram no mesmo lugar. Lúcia conhecia ele desde os tempos de casado, e ficou tirando um sarro dele.
- Ele ainda continua calado, e sem beber muito?
- SIMMM, respondemos eu e a Fer juntos.
- Achava que era a ex que não deixava ele beber…
Todos riram e ficou aquele clima amistoso na mesa. Pela primeira vez estávamos vendo o Marcos interagir e conversar com uma mulher. Fer, que gostava de agir como cúpido às vezes, estava dando a maior força para ambos, quando um ia ao banheiro, ela dizia:
- Marcos, aproveita, a Lúcia está solteira, você também.
ou
- Lúcia, não perde essa oportunidade, ele está quase virgem.
E isso se seguiu até o final da noite. Quando anunciamos que iríamos embora, Lúcia pediu carona para nós, mas foi a deixa que eu e a Fer esperávamos.
- Marcos, leva a Lúcia para nós? Eu e a Fer vamos encontrar uns amigos que nos chamaram para um after, pode ser?
- Sim, respondeu ele, levou sim.
- Cuida bem da minha amiga viu Marcos, não vai abusar dela. Disse a Fer se despedindo dos dóis.
Ficamos sabendo, por relatos do Marcos, que ele e Lúcia mal chegaram no carro e já estavam dando uns amassos. Foi ela que partiu para cima e tomou a iniciativa. A Lúcia queria transar com ele ali mesmo no estacionamento e quase devorou ele. Mas o seu medo não permitiu e ambos foram para o apartamento de Marcos.
“Vocês não tem noção de como ela é gostosa e transa bem. Chegamos em casa e mal consegui entrar, ela já estava nua, fizemos de tudo e fomos dormir já de manhã.”
Mal sabia ele que eu e a Fer conhecemos sua affair muito bem, bem até demais para os mais conservadores e que, provavelmente essa devorada que ela deu nele, era fruto do deseje que ela estava de repetir a dose com a Fer, que fez pouco caso dela durante a noite e a jogou para cima do nosso amigo.
Após isso, ambos ficaram se encontrando às vezes, como ambos nos contaram em ocasiões separadas. Para a Lúcia, o Marcos era a opção de final de noite, quando não encontrava nada mais interessante. Já para o Marcos, ela era uma boa transa apenas. Mesmo sendo tímido e calado, ele não era ingênuo, sabia que Lúcia saia com outras pessoas e para ele estava bom.
- Rafa, eu não quero nada sério com a Lúcia, ele me disse quando estávamos bebendo num posto de gasolina, após sair de uma festa.
- Entendo, mas não precisa namorar e casar, contanto que ambos estejam de acordo, está ótimo.
Ele nos dizia que não tinha ilusões com ela, mas achamos melhor não contar que ela curtia um A3 e já havíamos feito um ménage juntos.
O Reencontro
Naquela noite de sábado foi uma das poucas vezes que havíamos saído sem a presença do Marcos e fomos para uma balada para curtir e ver o que rolava. Como sempre alguns caras chegavam na Fer, flertavam com ela, mas nada progredia. Até saia um pouco de perto, para ver se era a minha presença que intimidava eles, mas o máximo que havia rolado até então foi um beijo rápido da Fer com um cara na pista de dança. Vi que ambos trocaram telefone e se afastaram. Depois ela me disse que o rapaz estava acompanhado, mas deixou o telefone pedindo para ela ligar depois.
Nesses casos raramente mentimos, sempre falamos que somos um casal liberal. Alguns caras ficam curiosos, querem saber mais, outros com medo de ser uma cilada. Raros são aqueles que topam algo, principalmente quando estão com namoradas ou esposas.
Enquanto a Fer ainda estava entre os braços do desconhecido, ouvi novamente aquela voz familiar atrás de mim.
- Você não fica com ciúmes não?
Virei e vi a Lúcia, que me cumprimentou com 3 beijinhos. O último quase um selinho.
- Você sabe que não, deixo ela curtir e aproveitar.
- Se não soubesse, iria ficar espantada, sorria.
- Está sózinha aqui?
- Sim, uma amiga disse que viria mas não encontrei ela ainda.
- Ah sim, tudo bem.
Nisso que estávamos conversando, a Fer voltou do seu breve encontro na pista de dança.
- Amiga, gostosa, está perdida aqui?
- Sim, vim pra encontrar uma pessoa. Disse sorrindo, com um certo olhar de malícia.
- Ah não, vou já saber que é essa rapariga que você veio ver!
- Se preocupa não, acho que levei um bolo.
Ficamos os 3 conversando e bebendo juntos, o álcool começou a subir e as amarras sociais começaram a cair. Ambas já falavam mais abertamente sobre tudo, de sexo, aventuras, do tamanho do pau do Marcos, de como ele ficou doido com ela devorando ele no carro.
- Ai para, nem foi tudo isso, eu acho que ele estava muito tempo sem ninguém. Disse a Lúcia.
- Lógico que ele ia ficar doido com você, chega lá e dá um chá de buceta no coitado que era casado e mal fazia o papai e mamãe. Disse a Fer.
- Ele me disse aquele dia que não queria nada sério contigo. Pontuei.
- Mas Rafa, o Marcos não perde nenhuma oportunidade de ir comer a Lúcia, não importa a hora , né?
- Sim, respondeu a Lúcia com um sorriso envergonhado, ele já me busco quase 3h da manhã na saída de uma balada.
- Caralho Lúcia, você está abusando do nosso amigo. Fingi uma revolta.
- Rafa, se fosse eu a te chamar, você me buscava até no motel, disse a Fer quase me desafiando.
- Não provoque, vai que eu gosto da idéia…
Continuamos a beber e falar besteiras, até o DJ já ter encerrado seu set e as mesas começarem a ficar vazias, pedimos a saideira e uma garçonete nos informou que era a última rodada, pois a casa estava fechando já.
Terminamos as bebidas e já estávamos levando a Lúcia para sua casa, dessa vez a Fer fez questão de vir na frente comigo, para decepção da Lúcia. Ela quase implorou pra Fer ir com ela no banco de trás. Senti naquele momento que o encontro na balada não foi acaso, ela havia ido ali justamente para nos encontrar. Não havia nenhuma pessoa que marcou com ela ou amiga que deu o bolo. Ela provavelmente viu algum de nossos stories já na balada e deu um jeito de ir pra lá, sozinha.
Ao passar por uma rua mais escura, vi que Lúcia se posicionou no meio do banco de trás do carro, com seu vestido já subindo perigosamente e quase revelando o que pouco escondia, a se aproximou dos nossos bancos e disse abraçando a Fer por trás.
- Fer, você não imagina como fiquei depois daquele dia.
- Ai amiga, para com isso…
- Fer, segurando seu rosto e dando uma leve mordida na sua orelha, você desperta coisas em mim que nunca imaginei sentir.
- Já disse para parar com essas brincadeiras, disse a fer com pouca convicção, eu posso gostar.
Lúcia continuou as investidas e eu, diminuí a velocidade por dois motivos. Um para dar tempo da Lúcia tentar fazer o que estava planejando, e dois, para conseguir ver e aproveitar melhor tudo aquilo.
Fer passou a resistir cada vez menos e já dava uns beijos na Lúcia, que aproveitava para explorar todo o seu corpo. Dessa vez a Fer estava mais comportada. Vestia uma calça justa de um body preto, que marcava bem os seus seios fartos e cintura marcada. Já o vestido de Lúcia, vermelho e de um tecido fino, pouco escondia seu corpo e suas curvas e a cada passo ou movimento ameaçava revelar mais do que deveria, fazendo com que vários homens a acompanhassem quando passava.
Agora o vestido era apenas uma mera peça, um detalhe, que pouco importava, pois na volúpia que tomava conta das duas, o seu corpo agora refletia a luz amarelada dos postes que passamos, hora mostrando ou ocultando detalhes e nuances que levavam qualquer um ao delírio. Parte dos seus seios já estava a amostra, com a fina alça caída para o lado. O beijo quente fazia as mãos da Fer procurarem agora as curvas da cintura da Lúcia e subirem, para buscar o peito esquerdo já liberto do tecido com os mamilos rígidos, denunciando a excitação que a Lúcia sentia ao ser ela a tomar conta da situação e seduzir a Fer.
Dirigindo com um olho na rua e outro do banco ao lado, seguia calma e lentamente pelas ruas, buscando trajetos mais desertos e escuros, para ocultar as amantes que estavam agora matando a saudade que ambas sentiram uma da outra. Senti uma mão passar pela minha coxa e apertar o volume do meu pau sobre a calça, era Lúcia que tentava dar atenção a mim também. Em meio aos beijos e gemidinhos leves nos disse: Quero os dois novamente!
Eu me sentei mais confortavelmente no carro, parado no sinal, soltei meu cinto e o botão que impedia suas mãos de encontrarem seu objetivo. Senti suas mão encontrarem o calor do meu membro, enquanto Fer se dedicava a sua maior perdição em uma mulher, os seios. Ela beijava e sugava o seio esquerdo da Lúcia, se contorcendo no banco para encontrar a melhor posição. Lúcia agora já havia conseguido encontrar meu membro e punhetava ele levemente, sentindo ele ganhar cada vez mais forma sob suas mãos.
- Vamos logo terminar isso, disse a Lúcia apontando para um motelzinho barato que apontava na esquina da rua que havíamos acabado de entrar.
Não precisou falar duas vezes, rapidamente entrei e busquei a primeira vaga que tinha disponível, dessa vez foi ela quem saiu primeiro, já puxando Fer pelas mãos e entrando no quarto. Mal tive tempo de fechar a porta, ligar o ar ou tentar encontrar algo para beber enquanto assistia elas. Lúcia já entrou ali tirando toda a roupa, revelando uma calcinha fio dental minúscula sem mais nada por baixo. Enquanto ela é beijada e alisada por Fer, despia ela com uma velocidade e pressa.
Rapidamente Fer estava nua, deitada na cama e entregue, enquanto Lúcia apreciava sua conquista, de costa pra mim. As marquinhas de bronzeado ainda estavam no mesmo lugar. Com um olhar malicioso por cima dos ombros.
- Gostou do que está vendo Rafa? Hoje quero aproveitar muito vocês dois.
Eu apenas sorri concordando com ela. Aquela porta que a Fer disse que tinha aberto, realmente não havia nenhuma maneira de fechar novamente.
Continua...