Dilema íntimo entre Irmãos Parte 02

Um conto erótico de Samuel
Categoria: Heterossexual
Contém 1217 palavras
Data: 25/01/2026 17:26:37

Dilema Íntimo entre Irmãos - Parte 02

Acordei com o sol da manhã filtrando pelas cortinas finas do quarto da Lara, sentindo o calor do corpo dela colado no meu. Meu pau ainda estava semi-duro, pressionado contra as curvas suaves da bunda dela, e a mão dela, que havia ficado ali durante a noite, agora estava frouxa, mas ainda tocando levemente a base do meu membro. Respirei fundo, tentando processar tudo o que tinha acontecido na noite anterior. Era surreal – eu tinha ajudado minha própria irmã a gozar pela primeira vez, e agora estávamos aqui, nus na cama, como se fôssemos amantes em vez de irmãos. Meu coração batia forte, uma mistura de excitação residual e um leve pânico sobre o que isso significava para nós.

Lara se mexeu devagar, gemendo baixinho como se estivesse acordando de um sonho profundo. Seus olhos se abriram devagar, e quando ela me viu ali, um sorriso tímido surgiu em seu rosto corado. "Bom dia, Samy...", murmurou ela, a voz ainda rouca do sono e talvez da excitação da noite passada. Ela se virou de frente para mim, seus seios pequenos roçando no meu peito, e percebi que sua mão instintivamente voltou a me tocar, dessa vez com mais intenção. "Você... dormiu bem? Eu mal consegui acreditar no que rolou ontem. Foi real, né?"

Eu ri baixinho, passando a mão pelo cabelo dela bagunçado. "Foi real sim, mana. E eu dormi como uma pedra, graças a você." Meu tom era leve, mas por dentro eu estava lutando contra a culpa que tentava se infiltrar. "Mas e você? Como tá se sentindo? A mão ainda dói? E... o resto?" Perguntei, olhando para baixo, onde as pernas dela ainda estavam entrelaçadas nas minhas. Ela balançou a cabeça negativamente, mordendo o lábio inferior de novo – um gesto que eu já estava começando a associar com sua excitação.

"A mão tá melhor, graças ao gelo. E o resto... nossa, Samy, eu me sinto incrível. Tipo, energizada. Nunca imaginei que seria assim." Ela pausou, os olhos brilhando com uma mistura de curiosidade e ousadia. "Lembra do que eu disse ontem? Sobre... te compensar?" Sua mão apertou levemente meu pau, que respondeu imediatamente, endurecendo sob o toque dela. Eu soltei um gemido baixo, surpreso com o quão sensível eu estava.

"Lembro sim, mas você não precisa fazer nada se não quiser, Lara. A gente pode ir devagar, como eu disse." Mas ela já estava se movendo, descendo devagar pela cama, os olhos fixos no meu membro agora completamente ereto. "Eu quero, Samy. Quero te fazer sentir o que eu senti. Me ensina como?" Ela perguntou, a voz baixa e trêmula, mas determinada. Eu assenti, sentando-me um pouco contra a cabeceira para ficar mais confortável, e guiei a mão dela para cima e para baixo, mostrando o ritmo.

"Começa devagar, assim... usa a boca pra umedecer primeiro. Lambe a cabeça, tipo isso." Eu orientei, e ela obedeceu, inclinando-se para frente e passando a língua hesitante pela glande, o que me fez arfar. "Ahh, isso... boa garota." Ela corou com o elogio, mas continuou, envolvendo os lábios ao redor da cabeça e sugando levemente. Era desajeitada no começo – dentes roçando um pouco, movimentos irregulares – mas a visão dela ali, minha irmãzinha tentando me agradar, era o suficiente para me deixar louco. "Vai mais fundo, relaxa a garganta... usa a mão pra ajudar no que não cabe."

Ela tentou, engasgando um pouco no início, mas persistiu, os olhos lacrimejando enquanto ela forçava mais. "Assim... ahh, fode, Lara, você tá indo bem pra caralho." Eu gemi, segurando o cabelo dela gentilmente para guiá-la. O quarto se encheu de sons úmidos e meus gemidos crescentes, e eu sentia o prazer se acumulando rápido demais. "Tô quase... se não quiser engolir, para agora..." Mas ela não parou; em vez disso, acelerou, os olhos me olhando com uma intensidade que me desarmou completamente. Eu gozei forte, jatos quentes enchendo a boca dela, e ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo.

Ofegante, ela se sentou, limpando o rosto com as costas da mão e sorrindo triunfante. "Foi... bom? Eu fiz direito?" Perguntou, ofegante. Eu a puxei para cima, beijando sua boca salgada, sem me importar com o gosto de mim mesmo. "Foi perfeito, mana. Você é incrível." Nós rimos juntos, o momento quebrando qualquer tensão restante, e nos abraçamos ali na cama, sabendo que isso era só o começo de algo que nenhum de nós queria parar.

Mas o dia não podia ficar só nisso. Tínhamos rotinas – ela na escola, eu no trabalho. Levantei, pegando roupas limpas e sugerindo um banho rápido juntos para "economizar água". No chuveiro, as coisas esquentaram de novo: eu a ensaboei devagar, massageando seus seios e descendo para tocar sua buceta ainda sensível, fazendo-a gemer contra a parede molhada. "Samy... a gente vai se atrasar...", ela protestou fracamente, mas arqueou as costas quando eu enfiei um dedo dentro dela. "Só mais um pouquinho", eu murmurei, beijando seu pescoço enquanto a levava a outro orgasmo rápido, os gemidos ecoando no banheiro.

Depois do café da manhã – dessa vez sem silêncios estranhos, só olhares cúmplices – eu a deixei na escola e fui para o escritório, a mente vagando de volta para ela o dia todo. No almoço, recebi uma mensagem dela: "Mal posso esperar pra voltar pra casa. Quero mais aulas hoje à noite? 😏" Meu pau endureceu só de ler, e respondi: "Definitivamente. Mas vamos variar – que tal eu te ensinar a cavalgar?" O resto do dia passou devagar, mas com uma expectativa elétrica no ar.

Quando cheguei em casa à noite, Lara já estava me esperando na sala, vestindo só uma camisola curta que mal cobria suas coxas. "Bem-vindo de volta, mano...", disse ela, puxando-me para um beijo profundo assim que fechei a porta. Nós não perdemos tempo – fomos direto para o quarto dela, onde eu a deitei na cama e comecei a prepará-la de novo, lambendo sua buceta até ela implorar por mais. "Samy, por favor... me fode de verdade dessa vez. Eu tô pronta." Seus olhos suplicantes me fizeram hesitar só por um segundo – ela era virgem, e eu era seu irmão. Mas o desejo venceu. "Tudo bem, mas devagar. Me diz se doer."

Posicionei-me entre suas pernas, roçando a cabeça do meu pau na entrada molhada dela. Empurrei devagar, sentindo a resistência inicial, e ela gemeu de dor misturada com prazer. "Ahh... vai, continua..." Inch por inch, eu entrei, até estar completamente dentro dela, o calor apertado me envolvendo como um vício. Comecei a me mover, devagar no início, acelerando conforme ela se acostumava. "Caralho, Lara... você é tão apertada... tão boa." Ela cravou as unhas nas minhas costas, gemendo alto: "Mais forte, Samy! Me fode como se eu fosse sua... ahhhh!"

O ritmo aumentou, a cama rangendo sob nós, e logo ela estava gozando de novo, as paredes da sua buceta se contraindo ao meu redor, me levando ao limite. Gozei dentro dela, preenchendo-a completamente, e desabei ao lado, os dois ofegantes e suados. "Isso foi... insano", ela sussurrou, aninhando-se no meu peito. "A gente é louco, né? Mas eu não me importo. Te amo, Samy – mais do que como irmão."

"Eu também, mana. Vamos ver aonde isso vai dar." Adormecemos assim, entrelaçados, sabendo que o dilema só estava começando – mas por enquanto, era perfeito.

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