No dia seguinte, acordei com uma sensação surreal de prazer me invadindo logo pela manhã, o quarto ainda escuro pelas cortinas fechadas, o ar carregado do cheiro residual de suor e excitação da noite anterior. Sarah estava entre minhas pernas, sua boca quente e úmida envolvendo meu pau já duro, chupando com uma maestria que me fazia questionar se ela havia nascido para aquilo – lambidas ritmadas na cabeça sensível, a língua traçando veias pulsantes, me levando a um êxtase matinal que borrava os limites entre sonho e realidade. "B… bom dia… hmm… me levando pras nuvens assim logo de manhã cedo desse jeito? Vou ficar mal acostumado, mana... caralho, isso é viciante, como se você soubesse exatamente como me quebrar", gemi, a voz rouca e entrecortada, o corpo se contorcendo involuntariamente.Ela deu um sorriso triunfante, os olhos brilhando de satisfação ao sentir meu pau latejar em sua boca, e acelerou o ritmo, sugando mais fundo, a saliva misturando-se ao pré-gozo que escorria abundantemente. Senti o sêmen subir e descer das minhas bolas como ondas avassaladoras, cada uma mais intensa que a anterior, me deixando à beira da loucura. Gemi alto, as pernas tremendo como se estivessem prestes a ceder, e ela, percebendo meu ponto fraco, começou a massagear minhas bolas com os dedos macios, apertando levemente, enviando choques elétricos pelo meu corpo inteiro. "S… Sary… hmm… e… eu… hmm… não… consigo mais seguraaaaaahhhhh!!!", soltei um urro gutural, convulsionando em um orgasmo que me fez tremer da cabeça aos pés, jatos espessos de sêmen jorrando direto na garganta dela, preenchendo-a com meu gozo quente e salgado.Ela engoliu tudo, lambendo os lábios com deleite, e eu caí com força na cama, paralisado, ofegante, tentando recuperar o fôlego e as forças enquanto estrelas dançavam na minha visão. "Caralho… esse foi outro nível… parece que a cada boquete você melhora alguma coisa, me fazendo gozar feito um doido, como se estivesse lendo minha mente erótica. Seu toque é letal, mana... me deixa reflexivo sobre o quão profundo isso nos leva", falei, ainda arfando, o peito subindo e descendo rapidamente.Ela deu um sorriso safado, a boca toda suja de esperma, gotas escorrendo pelo queixo, e se levantou graciosamente, indo ao banheiro escovar os dentes e tomar um banho rápido, o som da água correndo ecoando como uma pausa necessária em nossa sinfonia proibida. Quando voltou, fresca e cheirando a sabonete floral, deitou-se ao meu lado, nua, traçando círculos preguiçosos no meu peito enquanto esperava eu me recuperar. Seus olhos estavam carregados de desejo, e ela murmurou: "Damy… eu quero ir além hoje. Quero transar com você, sentir seu pau grosso penetrando na minha buceta apertada, esticando-me até o limite, sentindo suas bolas grandes batendo na minha pele e me deixando doida de tesão. Tô ficando molhada só de pensar nisso, mano... imaginando você me preenchendo completamente, nos unindo de uma forma que ninguém mais entende".Agora com as forças levemente recuperadas, levei minha mão até a buceta molhada dela, sentindo o calor irradiando, os lábios inchados pulsando de tesão, o clitóris endurecido implorando por mais. "Hoje essa bucetinha é minha, e eu vou penetrar nela sem dó nem piedade... nem adianta chorar, Sary! Vou te fazer gemer até perder a voz", falei, doido de tesão, massageando o clitóris dela em círculos firmes, sentindo-a se contorcer contra meus dedos, reflexivo sobre como nosso desejo taboo nos consumia, transformando inocência em paixão voraz."Mas antes, eu preciso de um banho e de um café da manhã... minha barriga tá me matando de fome depois desse orgasmo matinal", acrescentei, rindo levemente, levantando-me e indo direto pro banheiro. Tomei um banho rápido, a água quente lavando o suor, mas não os pensamentos – imagens dela engolindo meu gozo, pedindo para ser fodida, ecoavam na minha mente. Saí enrolado apenas na toalha, despreocupado, já que o apartamento todo usava uma película espelhada nas janelas, garantindo privacidade absoluta em nosso mundo isolado. Fui pra cozinha, onde Sarah já me esperava, comendo uma rosquinha distraidamente, mas com uma expressão preocupada que me apertou o peito."Tá tudo bem, Sarah?", perguntei, genuinamente preocupado, aproximando-me dela.Ela me olhou, lágrimas se formando nos olhos, a voz trêmula: "O que você disse aquela hora sobre me penetrar sem dó nem piedade e que não adiantava eu chorar... era verdade ou era só o tesão falando? Me deixou reflexiva, mano... tipo, eu sei que é brincadeira, mas me assustou um pouco, como se pudesse ser real".Corri dando a volta na bancada, abraçando-a forte, seu corpo nu pressionado contra o meu através da toalha, fazendo cafuné na sua cabeça enquanto sentia seu coração acelerado. "Eu não vou fazer nada pra machucar você, ok? Eu falei brincando, tá? Não era pra lhe assustar de verdade. Se você quiser, a gente pode fazer isso outra hora – não precisa se forçar a nada, maninha. O importante é que seja consensual, prazeroso pra nós dois, sem medos ou arrependimentos", respondi, a voz suave e reflexiva, me abaixando abaixo da altura dela como forma de rendição total, mostrando vulnerabilidade."Desculpa… eu não quis te assustar. Eu fui um idiota", acrescentei, lágrimas de arrependimento genuíno se formando nos meus olhos, refletindo sobre como minhas palavras impulsivas podiam ferir nossa conexão frágil e profunda.Ela fez um cafuné na minha cabeça, limpando as lágrimas do meu rosto com o polegar, os olhos cheios de amor e perdão. "Você não foi um idiota, Damy. Você só excedeu a dose – eu sei que você nunca vai fazer algo pra me machucar. Só que ouvir você dizendo aquilo me assustou um pouco, me fez pensar no quão intenso isso tudo é. Mas a gente não precisa desistir... eu ainda quero transar com você hoje. Eu só me assustei um pouco, tá? Nada demais", respondeu ela, abraçando-me de volta, e ficamos ali, colados, o tempo parando enquanto a cafeteira apitava, avisando que nosso café estava pronto.Tirei o bule de vidro da cafeteira, servi para nós dois o líquido quente e aromático, depois cortei pão fresco, coloquei queijo derretido e presunto suculento, montando sanduíches simples mas reconfortantes. "Bora comer?", propus, sentando-me ao lado dela.Os olhos de Sarah brilharam de admiração por mim, e nós dois comemos como dois mortos de fome – baseado no que rolou na noite anterior e naquela manhã, era plausível, nossos corpos exaustos demandando energia para o que viria a seguir.Depois do café, fui pro meu quarto pegar uma camisinha da gaveta, o coração martelando de expectativa, e voltei pro quarto dela. Sarah já me esperava sem roupa, deitada na cama, seus seios pequenos e pontudos balançando levemente com o vento do ventilador, os mamilos rosados endurecidos, sua buceta pulsando de excitação, os lábios úmidos brilhando como um convite proibido. Desatei o nó da toalha, ficando totalmente pelado, meu pau já duro latejando no ar, veias salientes implorando por ela. Fui pra cama, onde ela me esperava com a bunda empinada, mostrando sua buceta toda molhada, escorrendo desejo pelas coxas. Coloquei a camisinha, lubrifiquei abundantemente com o lubrificante cremoso que compramos junto com o vibrador – o mesmo que imitava sêmen, pingando viscoso –, e encaixei a cabeça do meu pau na entrada apertada dela. "Pronta? Isso pode doer um pouco no começo, mas vai ser incrível... reflexivo sobre como estamos nos entregando um ao outro de corpo e alma", perguntei, a voz rouca de tesão.Ela me olhou por cima do ombro com um sorriso genuíno, assentindo com a cabeça, confirmando que eu podia ir. Penetrei devagar, sentindo cada centímetro dela se contraindo contra meu pau, as paredes quentes e virgens apertando como um vício. Mas ela me surpreendeu, empurrando o quadril com força contra mim, penetrando fundo de uma vez, meu pau batendo no colo do seu útero com um impacto que nos fez gemer juntos. "Hmm… eu quero que você me foda bem fundo, com força, até eu gozar que nem uma vadia safada, implorando por mais!!!", gritou ela, a voz primal e explícita, o corpo tremendo de prazer inicial.Olhei pra ela com excitação absurda, os instintos tomando conta, e comecei um movimento de vai e vem frenético, indo bem no fundo, estocadas poderosas que faziam nossas peles baterem em um ritmo erótico, ela gemendo feito uma putinha doida – talvez se tornando uma, moldada pelo nosso desejo taboo. "Hmm… isso… hmm… vai… bem… fundo… tô… sentindo… o… gozo… vindo, crescendo como uma tempestade dentro de mim!!!", gemeu ela, as unhas cravando nos lençóis.Senti o sêmen subir e descer das minhas bolas como ondas avassaladoras, o prazer me consumindo, e ela, astuta, começou a massagear minhas bolas pendentes, apertando o ponto certo pra me deixar louco de prazer, como se soubesse cada segredo do meu corpo. "Sary… eu… tô… sentindo… o… esperma… vindo… não… consigo… seguraaaaaahhhhh!!!", urrei em um gemido gutural, gozando juntos, chegando ao ápice do orgasmo simultaneamente, nosso prazer pecaminoso explodindo em ondas sincronizadas, squirting dela misturando-se ao meu gozo contido na camisinha.Deitamos juntos, ainda colados e ofegantes, meu pau ficando meia bomba e saindo sozinho da vagina dela, deixando a camisinha presa lá dentro por um momento, escorrendo sêmen falso e real pela sua coxa lisa e suada, sujando a cama em uma bagunça erótica. "Nossa… foi o melhor orgasmo que eu tive na vida, algo único, só nosso... foi maravilhoso, Damy, como se estivéssemos fundindo almas em meio ao taboo", falou ela, ofegante, o corpo ainda tremendo.Beijei seu pescoço suado, deixando-a toda arrepiada, os pelos eriçados. "Que bom que você gostou... quero fazer isso mais vezes, nos levar ao ápice do prazer. Pra mim, é algo mágico, reflexivo sobre como o incesto nos torna mais conectados que qualquer outro casal", respondi, tirando a camisinha suja da sua vagina com cuidado, deixando-a no meio da minha roupa jogada no chão pra jogar fora depois. Virei-a pra mim, olhando nos seus olhos com uma vergonha absurda estampada no rosto, tentando pedir algo que me envergonhava profundamente: "Sary… é… você… sabe que… eu já fiz de tudo pra você chegar em um orgasmo maravilhoso… e eu queria saber se… você pode me ajudar a escolher um vibrador de próstata? Pronto, falei!!! Meu Deus, tô morrendo de vergonha, mas é curiosidade pura, mana... quero explorar isso, sentir o que você sente".Ela me olhou com uma certa surpresa, notando minha vulnerabilidade, e ficou fazendo cafuné na minha cabeça, acalmando-me como uma amante carinhosa. "Oh, mano, não precisa ter vergonha disso. Você tem curiosidade de saber como é esse tipo de orgasmo, e isso é normal – não te faz menos homem por isso. Muito pelo contrário, sua coragem mostra uma maturidade masculina que muitos homens não têm, e eu te admiro muito por isso. Mas que tipo de vibrador você quer? Vamos escolher juntos, como sempre", falou ela, já acessando o mesmo site que compramos o vibrador dela, o celular iluminando nossos rostos suados.Com o rosto agora excitado em vez de envergonhado, olhei alguns modelos, mas um específico me chamou a atenção: um thrusting vibrador com anel peniano, prometendo vibrações intensas na próstata e ereções prolongadas. "Esse aqui! Só de ler a descrição e as avaliações – 'orgasmos prostáticos explosivos, como ondas que te deixam tremendo por horas' – já tá me deixando extremamente excitado, mana... imaginando isso me penetrando enquanto você me assiste", confessei, o pau se mexendo levemente de novo.Ela colocou o produto no carrinho, e nós compramos ele, com entrega prevista para dali a alguns dias, o pacote discreto selando mais um capítulo em nossa jornada erótica. Depois disso, dormimos abraçados um no outro, exaustos do orgasmo conjunto que tivemos, nossos corpos quentes entrelaçados, o suor misturando-se em uma união que transcendia o fraternal – algo além, indefinível, onde o prazer era nossa essência compartilhada.
Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte 4
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