Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte 1

Um conto erótico de Damian
Categoria: Heterossexual
Contém 2140 palavras
Data: 03/01/2026 18:55:40
Última revisão: 03/01/2026 21:01:05

Era o dia 30 de abril de 2020. Eu, Damian, tinha 20 anos na época, recém-ingressado na faculdade. Minha irmã Sarah, com 18 anos, havia terminado o ensino médio no ano anterior. Nossos pais, ambos médicos, decidiram se isolar em um hotel durante a quarentena da pandemia para não arriscar nos contaminar. Ficamos sozinhos no apartamento, eu e ela, em um confinamento que nos aproximou ainda mais. Sempre fomos próximos, graças à pequena diferença de idade. Compartilhávamos os mesmos gostos: músicas indie e rock alternativo, séries como "Stranger Things" e "The Office", filmes de terror e sci-fi, animes como "Death Note" e "Attack on Titan", youtubers engraçados e jogos de videogame como "The Legend of Zelda" e "Fortnite". Durante aquele mês de abril, adotamos uma rotina rígida: estudos pela manhã – eu na faculdade online, ela em um cursinho preparatório para o Enem – e, após o almoço, dedicávamos a tarde, a noite e, na maioria das vezes, a madrugada inteira a maratonas de séries ou jogos juntos. Ríamos, discutíamos teorias, nos sentíamos como melhores amigos em um mundo isolado. Mas tudo mudou naquela noite fatídica.Eram sete horas da noite. Sarah havia terminado seus estudos mais cedo e se trancou no quarto a tarde toda. Na minha inocência, eu nunca imaginaria o que ela estava fazendo lá dentro. Baseado no que eu conhecia dela – uma garota tímida, focada nos estudos, que nunca falava sobre namoros ou sexo –, aquilo parecia impensável. Eu estava na sala, assistindo a um episódio aleatório de uma série, quando decidi ir para o meu quarto. O corredor era curto, e o quarto dela ficava bem ao lado do meu. A porta estava entreaberta, apenas uma fresta convidativa. Respeitávamos a privacidade um do outro, mas a curiosidade me venceu naquele momento. Espiei, e a cena me deixou em choque absoluto, como se o mundo tivesse parado.Sarah estava deitada na cama, iluminada apenas pelo abajur fraco, vestindo só uma blusa fina que mal cobria seus seios pequenos e firmes. Sem calcinha, sem nada na parte de baixo. Suas pernas magras estavam ligeiramente afastadas, e ela tentava se masturbar, os dedos deslizando desajeitadamente sobre sua vagina rosada e inchada de frustração. Seu rosto era uma máscara de decepção e esforço inútil; ela gemia baixinho, mas não de prazer – de irritação. "Por que não funciona?", murmurava para si mesma, a voz trêmula. Eu congelei. Meu coração acelerou, e uma onda de excitação proibida me invadiu. Meu pau endureceu instantaneamente dentro do short, latejando contra o tecido. Nunca havia sentido aquilo por ela – desejo cru, animalesco. Culpa me invadiu como um soco no estômago. "Ela é minha irmã, caralho", pensei, recuando. "Não posso pensar nisso. Não devo." Fui para o meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama, tentando processar a imagem gravada na minha mente: sua pele pálida, o brilho úmido entre suas coxas, os gemidos frustrados ecoando na minha cabeça. Dez minutos se passaram em um turbilhão de pensamentos conflituosos – desejo versus moralidade, curiosidade versus culpa.De repente, meu celular vibrou. Uma mensagem no WhatsApp dela: "Mano, vc pode vir aqui no meu quarto me ajudar com um negócio? Mas pergunta qualquer coisa quando estiver aqui." Meu estômago revirou. Eu já sabia do que se tratava, mas não imaginava que ela me envolveria. Respirei fundo e respondi: "Tá mana, tô indo." Andei pelo corredor, o coração martelando no peito, e bati duas vezes na porta, mesmo sabendo que estava aberta."Entra!!!", ela respondeu, a voz embargada, rouca de excitação mal contida e um toque de desespero.Entrei devagar, fechando a porta atrás de mim. Ela estava exatamente como eu a vira antes, mas agora coberta por um lençol fino nas pernas, o rosto corado, os olhos brilhantes de vergonha e expectativa. O ar no quarto estava carregado, um cheiro sutil de excitação feminina pairando no ambiente."Bem… você disse que queria minha ajuda com algo. O que era?", perguntei, tentando soar casual, mas minha voz saiu tensa, o corpo traidor já reagindo à visão dela.Ela mordeu o lábio inferior, o rosto avermelhado intensificando-se. "Então… eu estou tentando algo que minhas amigas da escola vivem dizendo que é maravilhoso, a melhor sensação do mundo. Elas falam de orgasmos o tempo todo, como se fosse o paraíso na Terra. Mas eu não tô conseguindo, Damian. Acho que tô fazendo tudo errado. E imaginei que você, com toda sua experiência com várias mulheres, deve saber como fazer alguém chegar lá! Por favor, me ajuda… eu tô frustrada pra caralho."Ri nervoso, a situação surreal me pegando de surpresa. "Bom… é assim, eu não tenho tanta experiência assim. Muito menos sou um mulherengo. Até hoje, eu só fiquei com uma menina no segundo ano do ensino médio, e com ela nunca foi nada além de uns beijos quentes e uns amassos intensos, apertando os seios dela enquanto nos beijávamos como se o mundo fosse acabar. Mas eu sou virgem ainda. Sim, eu sei me masturbar – isso é natural, alivia o estresse, me faz gozar forte depois de um dia tenso. E sei como fazer uma mulher chegar ao orgasmo… teoricamente. Posso te ajudar a como fazer da forma certa e chegar lá, mas nada além disso, ok? Sem ultrapassar limites."Ela assentiu, aliviada, os olhos se enchendo de gratidão misturada a desejo. Abriu espaço na beira da cama, baixando o lençol devagar, revelando suas coxas suaves e magras, a vagina rosada exposta, os lábios inchados e úmidos, o clitóris protuberante implorando por toque. Meu pau endureceu completamente, pulsando, pré-gozo molhando a cueca dentro do short. Ela notou o volume, os olhos se arregalando com excitação pura, e eu vi sua vagina piscar, mais umidade escorrendo. "Meu Deus, Damian… você tá excitado por mim?", murmurou ela, a voz baixa e ofegante."Sim… mas vamos focar em você", respondi, a voz rouca. "Bom… você tem que primeiro relaxar. Deita aqui na cama e abre bem as pernas, como se estivesse se entregando completamente."Ela obedeceu, deitando-se, as pernas se abrindo amplamente, expondo tudo para mim. A visão era hipnotizante: sua intimidade vulnerável, cheirando a desejo doce e proibido. Aproximei-me, meu coração disparado, e comecei a massagear seu clitóris com o polegar, círculos lentos e firmes. Ela arqueou as costas instantaneamente, soltando um gemido profundo: "Ahr… hmm… é bem assim… Dany!!! Oh, porra, isso é incrível… continua, por favor!"Seus gemidos se intensificaram, ecoando no quarto como uma sinfonia erótica. Seu corpo tremia, as coxas se contraindo, a vagina pulsando visivelmente, escorrendo mais fluido. "Damian… isso tá me deixando louca… eu sinto meu corpo pegando fogo por dentro", gemeu ela, reflexiva, os olhos semicerrados. Inseri dois dedos dentro dela, massageando o ponto G com precisão, enquanto o polegar acelerava no clitóris. Ela balançou os quadris, gemendo mais alto: "Hmm… eu tô sentindo algo vindo bem lá do fundo… como se fosse uma onda gigante que vai me afogar… acho que vou urinar… quero parar… não quero sujar minha cama… hmm, mas tá tão gostoso!!! Por favor, não para, irmão… me faz gozar!"Acelerei os movimentos, sentindo as paredes internas dela contraindo apertado em torno dos meus dedos, como se quisesse me prender ali para sempre. "Isso é normal, Sarah. O que você tá sentindo vir é o gozo, não urina. É o ápice do orgasmo, e acredita, você vai amar cada segundo. Não se preocupe com sujar – isso é natural, selvagem, parte da entrega total. Depois a gente lava tudo, como se nada tivesse acontecido… ou como se tudo tivesse mudado.""Hmm… tá vindo… não consigo seguraaaaaahhhhh!!!", urrou ela, o corpo convulsionando em um orgasmo explosivo. Jatos de squirt sujaram meu short, a cama toda, o ar enchendo-se de um cheiro almiscarado e inebriante. Ela tremeu por trinta segundos, caindo exausta na cama, ofegante, os olhos vidrados. Ficou cinco minutos sem se mexer, o corpo paralisado pelo prazer avassalador."Hmm… N… não consigo me mexer!!!", disse ela, a voz entrando em pânico, lágrimas se formando nos olhos.Acalmei-a com cafuné na cabeça, os dedos entrelaçando seus cabelos suados. "Isso é normal, mana. Você teve um orgasmo muito intenso, daqueles que te deixam sem forças, reflexiva sobre o quão profundo o prazer pode ir. Respira fundo, eu tô aqui."Ela me olhou com alívio profundo, as lágrimas escorrendo. "Olha… desculpa por te obrigar a fazer isso. A gente é irmão e não devíamos ter feito isso! Foi errado, proibido… mas foi tão bom", sussurrou, reflexiva, a culpa misturando-se ao êxtase residual.Levantei-me, sentei na cabeceira e puxei sua cabeça para o meu colo, abraçando-a. "Não se sinta culpada, Sarah. Você precisava da minha ajuda, e por mais estranho e taboo que seja, às vezes a função de um irmão mais velho vai além de proteger – é estar lá nas vulnerabilidades mais íntimas. Existem situações em que não dá pra lidar sozinho, e isso nos uniu de uma forma que ninguém entende. Não é sua culpa; é nosso segredo, nossa conexão profunda."Ficamos abraçados ali, o tempo parando, até ela recuperar as forças. "Acho… que apesar de estranho, foi a melhor sensação que eu tive na vida. Talvez eu nunca sinta isso com outra pessoa de novo, sem ser com você. Eu te amo, Damian… mais do que como irmão", confessou ela, os olhos brilhando com emoção crua. Conseguindo se mexer um pouco, retribuiu o abraço e me beijou na boca – um beijo lento, profundo, línguas dançando em uma dança proibida e reflexiva sobre nossos limites dissolvidos.Respondi ao beijo, o desejo reacendendo. "Bem, foi estranho e de certa forma até um pouco errado, sim. Mas independentemente do que a gente se torne daqui pra frente – irmãos, amantes, algo além –, vamos lidar com isso juntos. Sem arrependimentos, só entrega."Ela se sentou de frente para mim, as pernas ainda trêmulas. "Onde você aprendeu a fazer uma mulher alcançar um orgasmo tão intenso desse jeito? Me conta tudo, Dany… tô curiosa pra caralho, e excitada de novo só de pensar."Ri, reflexivo sobre meu passado. "Mana… foi na internet, na época que eu tava namorando aquela garota. Eu queria impressionar ela, dar algo inesquecível – orgasmos que a fizessem tremer e gritar meu nome. Fui em fóruns do Reddit, li sobre técnicas: círculos no clitóris, pressão no ponto G, ritmo variado. Depois, minha melhor amiga Lara pediu uma massagem, e com o consentimento dela, fiz uma massagem íntima – dedos dentro, língua no clitóris por um tempo. Ela gozou forte, mas não tão intenso quanto você agora. Você se entregou completamente, e isso me deixou louco de tesão."Ela me olhou com apreensão misturada a desejo. "E agora, o que a gente vai fazer daqui pra frente? Meio que agora não tem mais volta, né? Nós cruzamos uma linha que não dá pra desfazer."Olhei para ela, dei um sorriso cúmplice e malicioso. "Bom… acho que a gente deveria seguir em frente sem culpa. Ir além dos toques, sabe? Apesar de ser um tabu enorme, eu realmente não acho tão errado assim – é amor, desejo puro entre nós. Além de que ver você ter esse orgasmo me deixou bem excitado, meu pau latejando o tempo todo, querendo mais."Seus olhos se iluminaram com excitação absurda. Ela botou a mão no volume da minha calça, sentindo o tecido úmido e pulsante. "Posso te masturbar um pouco? Quero te fazer sentir o que eu senti… te ver gozar por mim."Assenti, o desejo me consumindo. Tirei a camisa, revelando meu peito definido, e baixei a calça com a cueca, expondo meu pau duro de 18 centímetros, veias pulsantes, pré-gozo escorrendo como louco da cabeça vermelha e inchada. "Faz o que quiser, Sarah… me toca."Ela sorriu triunfante, os olhos fixos no meu membro. Começou movimentos rítmicos de vai e vem, a mão macia e quente envolvendo-me com firmeza, o polegar massageando o nervo sensível em forma de Y invertido na cabeça, enviando choques de prazer pelo meu corpo. "Hmm… caralho, isso é melhor do que eu bater uma sozinho! Sua mão é perfeita, mana… me faz gozar forte."Ela acelerou, os movimentos precisos e intensos. Senti o sêmen se mexendo nas bolas, subindo pelo pau. "S… Sary, e… eu n… não consigo mais seguraaaaaahhhhh!!!", gemi em um urro gutural, gozando jatos quentes que sujaram minha barriga, a mão dela e um pouco da sua boca aberta em espanto e deleite.Ela tirou a mão do meu pau agora semi-endurecido, lambendo o sêmen com satisfação, o gosto salgado e proibido na língua. "Delicioso… você é meu agora", murmurou, reflexiva sobre o laço que havíamos forjado.Depois disso, nos deitamos do jeito que estávamos, agarradinhos, ela segurando meu pau que ainda latejava levemente, eu apertando um de seus seios macios, o mamilo endurecido contra minha palma. Dormimos assim, exaustos e satisfeitos, sabendo que aquele era só o começo de uma jornada erótica e reflexiva, onde o tabu se transformava em paixão incontrolável.

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Comentários

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Sem dúvida parece ser um ótimo relato Sho Sakai!

Tem envolvimento e sedução o que me faz querer ler os outros.

Parabéns!

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