No dia seguinte, acordei depois do meio-dia. Era sábado, então não me preocupei com horários rígidos ou obrigações – o mundo lá fora ainda estava paralisado pela pandemia, e nosso apartamento era nosso santuário isolado. Levantei da cama com cuidado extremo, os lençóis ainda cheirando a suor e prazer proibido da noite anterior. Sarah dormia pesado ao meu lado, o corpo nu relaxado em um sono profundo e merecido, considerando o orgasmo avassalador que a havia consumido, deixando-a tremendo e paralisada por minutos. Seu rosto sereno, os lábios entreabertos, me fez refletir sobre como havíamos cruzado uma linha irreversível: de irmãos próximos para algo mais íntimo, mais perigoso, impulsionado por desejo cru e conexão emocional. Saí do quarto dela enrolado em uma toalha, sentindo o ar fresco do corredor contra minha pele ainda sensível, e fui para o banheiro. Tomei um banho demorado, a água quente lavando o resíduo da noite, mas não os pensamentos – imagens dela gozando, gemendo meu nome, ecoavam na minha mente, deixando meu pau semi-ereto só de lembrar.Depois, fui para a cozinha ainda de toalha enrolada na cintura, o corpo úmido e relaxado, e comecei a preparar o café: ovos mexidos, torradas crocantes, suco de laranja fresco, o aroma preenchendo o ar como uma âncora na normalidade. Logo depois, ouvi passos leves no corredor. Sarah apareceu, vestindo apenas a mesma camisa fina de ontem, que mal chegava às coxas, sem calcinha alguma. A protuberância sutil de sua vagina rosada e ainda inchada era visível sob o tecido, os lábios úmidos brilhando levemente à luz da manhã, o que me deixou excitado instantaneamente – meu pau endurecendo sob a toalha, latejando com uma urgência familiar e proibida. Ela carregava os lençóis e o edredom sujos do orgasmo dela e do meu sêmen, indo em direção à máquina de lavar, os seios pequenos e pontudos balançando levemente com cada passo. Ela deve ter percebido minha ereção, porque seus olhos desceram para o volume na toalha, e vi sua vagina piscar, mais umidade escorrendo pelas coxas internas."Bom dia, tudo bem? Como você está se sentindo depois de ontem? Você teve um orgasmo muito intenso... além de ser o seu primeiro de verdade, daqueles que te deixam o corpo todo em chamas, processando cada onda de prazer como se fosse uma revelação proibida", falei, a voz carregada de preocupação fraternal, mas também de algo mais profundo, indefinível – um misto de posse, desejo e reflexão sobre como aquilo nos mudara para sempre.Ela me olhou com excitação evidente, os olhos brilhando ao notar minha dureza, e percebi que ela ficou molhada instantaneamente, o cheiro sutil de sua excitação preenchendo o ar. "Tô bem, mano... meu corpo tá bem menos sensível agora, mas ainda sinto um prazer residual, como se o orgasmo não tivesse acabado de verdade. É como uma faísca constante correndo pelas minhas veias, me deixando arrepiada o tempo todo. Fora que, desde ontem, minha vagina não para de ficar molhada – parece que tô excitada o tempo todo, pulsando, implorando por mais toque. E ela ainda tá bem sensível... tanto que, conforme eu ando, sinto um leve arrepio pelo corpo inteiro, como se cada movimento roçasse no clitóris e me fizesse lembrar do que você me deu", ela falou, a voz rouca e reflexiva, enquanto colocava os lençóis na máquina e, sem cerimônia, tirava a camisa suja, revelando seus seios pequenos e pontudos, os mamilos endurecidos pelo ar fresco e pela excitação latente. Seu corpo nu ali, vulnerável e convidativo, me fez engolir em seco, o desejo crescendo como uma onda inevitável."É normal, Sary. Você teve um orgasmo insano ontem – daqueles que te fazem questionar tudo o que você sabia sobre prazer, sobre o próprio corpo. Seu corpo ainda tá processando o êxtase, as endorfinas correndo soltas, deixando sua vagina e seus seios hipersensíveis, inchados de desejo residual. Mas não se preocupe, não leva muito tempo pra passar... ou pelo menos pra se tornar algo que você pode controlar. Bora tomar café? Vamos repor as energias, porque sei que você gastou tudo na noite passada", respondi, tentando soar casual, mas minha voz traiu a excitação, os olhos devorando sua nudez.(DEPOIS DO CAFÉ)Depois do café, nos jogamos no sofá da sala, abraçados como se fôssemos um casal em lua de mel, assistindo a uma série aleatória na TV – algo leve, como "Friends", para contrastar com a intensidade do que vivíamos. Nossos corpos colados, o calor dela contra o meu, criavam uma tensão palpável. De repente, Sarah resolveu apimentar as coisas, sua mão deslizando devagar pela minha coxa até alcançar o pau sob a toalha, que endureceu imediatamente ao toque, latejando forte contra sua palma. Ela sorriu maliciosa, sentindo o pré-gozo já molhando o tecido. "É... posso fazer um boquete em você? Quero te dar o mesmo prazer que você me deu ontem... sentir você na minha boca, te fazer gozar como nunca", perguntou ela, a voz baixa e carregada de desejo, os olhos fixos nos meus, reflexiva sobre como aquilo nos unia ainda mais.Eu a olhei com excitação absurda, o coração acelerado, mas uma preocupação genuína estampada no rosto – misto de tesão incontrolável e surpresa com a ousadia dela. "Você sabe fazer? Não quero que se sinta forçada a fazer nada só pra me agradar, Sary. Isso tem que ser porque você quer, porque te excita tanto quanto a mim. Somos irmãos, mas agora... isso é algo mais, e eu não quero que haja arrependimentos", falei, a voz rouca, reflexiva sobre os limites que estávamos borrando.Ela me olhou com um sorriso safado, os olhos brilhando de confiança e excitação. "Segundo um amigo meu, eu tenho o melhor boquete que já fizeram nele. Fez ele sentir um prazer absurdo, como se minha boca quente e úmida o levasse ao paraíso – ele gozou tanto que disse que nunca teve um orgasmo assim só batendo punheta. Foi intenso, visceral... e agora quero te mostrar, mano. Quero te fazer tremer como você me fez", respondeu ela, a voz explícita e reflexiva, como se estivesse confessando um segredo que nos aproximava ainda mais.Assenti com a cabeça, o desejo me consumindo. De imediato, ela desatou o nó da toalha, abrindo-a sobre o sofá, expondo meu pau completamente duro, 18 centímetros latejando, a cabeça vermelha e melada de pré-gozo abundante, escorrendo devagar. Ela começou beijando a ponta suavemente, a língua traçando círculos lentos no risquinho sensível, enviando choques elétricos pelo meu corpo. "Caralho... é definitivamente, seu amigo tava certo. Sua boca quente me faz sentir algo completamente novo – como se cada lambida fosse uma promessa de êxtase, me deixando louco de tesão", gemi, a voz entrecortada.Ela deu um sorriso triunfante, os olhos fixos nos meus, e então colocou a boca toda no meu pau, engolindo-o profundamente, fazendo movimentos de vai e vem ritmados, a saliva misturando-se ao pré-gozo, criando um som úmido e erótico. A cada subida, lambia a ponta em círculos precisos, massageando o nervo sensível, me levando à beira da loucura. Senti o gozo vindo das minhas bolas, subindo e recuando em ondas que me torturavam deliciosamente. "Hmm... e... eu tô sentindo o g... gozo vindo... ahhhh!!!", gemi alto, o corpo convulsionando enquanto gozava forte como nunca, jorrando 10 jatos quentes e espessos bem no fundo da garganta dela. Ela engoliu quase tudo, os olhos semicerrados de prazer, depois tirou a boca devagar, mostrando a língua cheia de sêmen, escorrendo um pouco pelo canto da boca, o rosto corado e satisfeito.Fiquei ali sentado, tentando recuperar o fôlego e as forças – algo que nunca me acontecera antes, o orgasmo tão intenso que me deixou paralisado, reflexivo sobre como o prazer com ela era incomparável. "N... nossa senhora... eu acho que nunca tive um orgasmo tão intenso... gozei tanto, foi muito bom, Sary. Seu boquete me fez questionar tudo o que eu achava que sabia sobre prazer", falei ainda ofegante, o peito subindo e descendo.Ela me olhou com um sorriso cheio de esperma, lambendo os lábios, e foi ao banheiro lavar a boca e escovar os dentes. Eu só consegui cobrir a cintura com a toalha de novo, ainda sem forças para levantar, o corpo tremendo com o afterglow.Logo depois, ela voltou, fresca e cheirando a menta, e nos abraçamos no sofá, o silêncio confortável interrompido por uma pergunta dela que me fez refletir profundamente sobre normas sociais. "Ei, mano... tabus tipo incesto, que é o que nós estamos fazendo agora, são errados de verdade ou é algo que as pessoas só definiram como supostamente nojento? Tipo, por que a sociedade impõe isso se é consensual e nos faz sentir tão conectados?", perguntou ela, traçando linhas preguiçosas pelo meu peito com o dedo, a voz reflexiva e curiosa."Sary, é assim... acho que vai de cada um, sabe? Não é todo mundo que vê isso como nojento. Até porque, ao longo de toda a história, existem relatos de incesto ocorrendo entre membros da alta sociedade – reis, nobres, famílias poderosas que casavam entre si para preservar linhagens. É um tabu cultural, mas quando é consensual e entre adultos, como nós, talvez seja só uma forma de amor intenso, proibido, que nos faz questionar o que é 'normal'. O que importa é que nos sentimos bem, sem machucar ninguém", respondi, fazendo cafuné na sua cabeça, os dedos entrelaçando seus cabelos, reflexivo sobre como nosso laço evoluíra para algo transcendental."Bem, eu realmente não acho errado o que tá rolando entre a gente. Até porque é algo consensual, puro desejo mútuo. E se a gente for transar, vamos usar camisinha por precaução – nada de riscos desnecessários. A única coisa que me preocupa é quando o papai e a mamãe descobrirem... porque, apesar de serem de cabeça aberta pra muita coisa e sempre terem conversado com a gente sobre sexo, masturbação, orgasmo e etc., não sei se eles lidariam bem com isso, sabe? Poderia quebrar a família", confessou ela, a voz misturando excitação e uma pitada de medo real."É, vamos ver o que acontece daqui pra frente. Por enquanto, eles não vão saber tão cedo – nosso segredo fica aqui, no nosso mundo isolado", respondi, apertando-a mais contra mim.Então, ela me fez um pedido inédito, o rosto corando levemente: "Ei, mano... sei nem como te pedir isso, mas... você teria como me ajudar a escolher e comprar um vibrador pra mim? Quero explorar mais sozinha, mas com algo que me lembre do prazer que você me deu – e sua opinião conta muito".Olhei para ela e dei uma leve risada, surpreso mas excitado com a ideia. "Sério? Você quer minha ajuda pra escolher também? Ok, eu te ajudo sim! Vamos tornar isso uma aventura nossa", respondi, pegando o celular.Nos deitamos no sofá, navegando por sites de sex shops – algo como Lovehoney ou Amazon, adaptados para 2020. Ela apontou para um modelo que a excitou imediatamente: "Olha, mano, esse aqui! O Lovehoney Dual Embrace Pulsing Clitoral Suction Dual Stimulator – tem comprimento pra penetrar fundo, como se fosse um pau latejando dentro de mim, e ainda massageia o clitóris com sucção pulsante, simulando uma boca sugando. Deve ser insano, me fazer gozar como você fez, mas sozinha quando quiser. Olha as reviews: 'dual stimulation perfeita, orgasmos explosivos'!", disse ela, a excitação brilhando em seus olhos, a vagina ficando visivelmente molhada de novo só de imaginar.Adicionei ao carrinho, o preço razoável para algo de silicone macio, recarregável e com múltiplas velocidades. Só faltava o lubrificante. Ficamos pesquisando até achar um bem interessante: "Olha, mana, esse Spunk Lube Hybrid – feito pra ter a mesma textura cremosa e branca do sêmen, escorregadio e realista, com um cheiro sutil de musk que imita o natural. Deve ser bem gostoso de sentir lá dentro, como se fosse meu gozo preenchendo você, mas sem riscos. As descrições dizem que é não-manchante, fácil de limpar e perfeito para fantasias", sugeri, a voz rouca de tesão ao imaginar ela usando."Pode escolher esse! Só de ler a descrição já fiquei toda molhada, mano... imaginando isso escorrendo dentro de mim, misturando com meu próprio gozo. Finaliza a compra, por favor – vai chegar em alguns dias e mal posso esperar pra experimentar com você assistindo", respondeu ela, ofegante, os olhos cheios de promessas futuras.Finalizei a compra, o pacote discreto programado para entrega em breve, e nos abraçamos de novo, sabendo que aquilo era só o próximo capítulo em nossa jornada erótica, reflexiva e intensamente proibida.
Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte 2
Um conto erótico de Damian
Categoria: Heterossexual
Contém 2065 palavras
Data: 03/01/2026 19:14:41
Última revisão: 03/01/2026 21:01:35
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