Na praia com meu corninho - pt.3
Recomendo ler a primeira e a segunda parte para entender melhor a loucura que aconteceu comigo e com meu namorado em nossa viagem para a praia.
Se você não leu outros contos, eu sou branquinha, baixinha (1.53m), cabelos bem cacheados, e tenho uma carinha de puta como ninguém. Meu corpinho é esbelto, magrinho, e com curvas certinhas, no auge dos meus 20 aninhos. Porém, o maior destaque mesmo vai para meus peitos, que são enormes, estilo gota, com mamilos rosa, e que onde quer que eu passe todo mundo fica babando. Eu adoro isso, e meu namorado corninho, mais ainda.
Seguimos então o passeio.
Seu Ronaldo, nosso capitão, ainda com as pernas meio bambas, e a barba toda lambuzada, se recompôs após alguns minutos.
Levantei, coloquei meu biquíni no lugar, e me ajeitei pertinho do Rômulo. Todos em êxtase, respirando ofegantes.
A viagem realmente foi rápida. Chegamos até a praia secreta que Seu Ronaldo havia prometido, um cantinho bem privado, só para nós, do jeito que a gente queria.
Pronto, pessoal. Quanto tempo vocês querem ficar? Só me falar, que eu volto.
Fim da tarde, que tal? - Rômulo logo decidiu.
Tá bom! Volto antes de escurecer, pra não ficar difícil de voltar
Perfeito.
Descemos do barco e logo encontramos um cantinho de sombra, debaixo de uma árvore grandona, perfeito pra estender a canga e ali ficar.
Como o sol estava forte, me deitei na sombrinha. De bruços, com a toalha na nuca, relaxando após essa viagem tão, digamos…intensa!
Rômulo apenas sentou ao meu lado e continuou apreciando a praia, o mar calmo, o céu azul, lindo, e aquela brisa.
Eu também sentia a brisa e respirava fundo. Que viagem deliciosa.
Algum tempo depois…ouvimos um barulho. Era um motor. Seria o Seu Ronaldo?
Certamente era um barco.
Ele tá voltando, amor?
Não…é outro barco
Ah tá…temos companhia, então
Pelo jeito, sim
Chegou um barco mais ou menos do mesmo estilo - acho que é coisa da região.
Com o motor devagar, pararam perto das pedras, e desceram. O piloto, por sua vez, ficou.
Era um casal e um rapaz.
Não ficamos olhando muito, mas só de bater o olho, dava pra saber que a paisagem daquela praia só melhorava.
Como chegamos primeiro, pegamos o lugar mais bonito dali, o cantinho com a árvore e com a vista pro oceano.
Então eles vieram em nossa direção:
Oi casal! Tudo bem se a gente sentar aqui do lado de vocês? É que a árvore é grande e aqui tem essa vista…
Imagina! - falei, me sentando, com os cotovelos na areia - bem bonita a vista daqui, né?
Nem fale… - suspirou o rapaz.
Colocaram uma canga e uma toalha logo à frente de nós, na diagonal, e se sentaram.
Mesmo de óculos, não dava pra não ver: o rapaz que acompanhava o casal não tirava os olhos de mim, Rômulo, que está acostumado, só olhava o mar, sentia a brisa, fingindo não ver para que ele pudesse olhar com calma.
Depois de se ajeitarem, o casal levantou, e decidiu ir para a água.
A menina se levantou e tirou o vestido. Uau! Que corpo lindo! Seu parceiro não ficava atrás: embora não tão alto, tinha ombros definidos, braços torneados e um peitoral de academia, o que eu adoro.
Rômulo colocou a mão em minha perna, perto da virilha, e começou a me acariciar. E eu sei o que isso significa. Ele já tava com ideias.
Amor…vamos na água refrescar? - sugeri
Vamos!
É…oi… - com uma voz bem manhosa…chamei o rapaz, que rapidamente virou - você não olha nossas coisas só pra gente ir ali na água?
Claro! Estou por aqui, deixa comigo!
Fiz de propósito. Ele precisava saber para que tipo de mulher estava olhando.
E caminhamos para o mar, entrando devagar, naquela água gostosa, nos refrescando, e andando na direção do casal, que também estava por ali.
Numa onda grandona, mergulhei! Que delícia!
Ao sair da água, limpei os olhos, e logo à frente estavam os dois. Me olhando, vidrados.
Aí que pensei. Claro, aconteceu o inevitável: o biquini escapou.
Meu mamilo do lado direito estava totalmente fora. Meus mamilos são grandes e bem clarinhos, rosinha.
Calmamente ajustei o biquini, como se isso não fosse o menor problema. Afinal, não é.
Agua gostosa né, gente? - comecei a conversa
Muito! Ainda mais nesse sol - respondeu ela, com uma voz gostosa
Amor… - chamei Rômulo - me ajuda a boiar?
Claro, bebê!
Claro que eu sei boiar. Mas quando ele me ajuda, eu deito na água, e ele põe a mão por baixo das minhas costas. Meus peitos lindos e enormes sobem, e a ideia era essa.
E vocês…sabem boiar? - Rômulo puxou o papo
Pior que não…quer dizer…nunca fiz isso!
Ah, vamos resolver isso então! É muito relaxante. Amigo…como é seu nome?
É Murilo.
Murilo…segura a Mariana aqui, que eu ensino sua esposa a boiar, que tal?
Eles olharam um para o outro, fizeram um sim sutil com a cabeça.
Murilo, o homem dos ombros largos, chegou bem perto.
Coloca suas duas mãos assim, ó…tipo se ela fosse uma bandeja.
É…ah…tá
Mesmo tímido, ele colocou. Uma mão no meio das minhas costas, e uma na minha lombar.
Rômulo então foi até a esposa dele.
Vamos lá…agora você vai fazer como se fosse deitar, se joga pra trás. Pode ir sem medo porque tô te segurando, tá?
E ela foi.
Rômulo a segurou por baixo, a deixando boiar exatamente como eu.
Murilo…desculpa…me segura mais pra baixo? Senão minha perna vai afundar!
Tipo…assim?
Ele deslizou a mão da lombar para minhas coxas.
Um pouco mais pra cima…
Mesmo hesitando, ele conseguiu. Colocou a mão exatamente na minha bunda.
Seu rosto estava bem perto da minha barriguinha, bem mignon, com meus peitos ali, entre ele e meu rosto.
Rômulo continuava com a moça.
Isso mesmo…você aprende rápido…agora pode fechar os olhos e relaxar
Não me solta…por favor! Tô afundando!
Delicadamente, Rômulo segurou sua coxa, bem perto do biquíni. Como suas mãos são grandes, seus dedos foram para a virilha. Ele deu um leve apertão, enquanto a mão das costas fazia força para ela sentir o apoio.
Melhorou?
Nossa…muito! Tá ótimo assim!
Murilo ainda tinha cuidado…
Murilo, acho que tô afundando…me aperta pra cima, por favor
Nas costas?
Não…
Ele entendeu o recado. E apertou. Que aperto gostoso!
Ahhhnnn…isso…assim eu não afundo mais
Com o movimento das ondas…acabamos ficando mais distantes. Quando olhei, Rômulo estava mais longe. Era minha chance!
Mu…posso te chamar de Mu?
Ah…é…claro. Pode sim!
Ai Mu…faz um favor? Ajeita meu biquíni aqui em cima? Ele sempre fica escapando.
O…a…parte de cima?
Isso. Arruma pra mim, por favor.
Claro que não tinha nada de errado. Mas não podia perder a oportunidade.
Então, com cuidado, ele veio. Colocou a mão na bordinha do biquíni, puxando para o lado, com cuidado.
Assim vai escapar, Mu! Precisa puxar assim, ó!
Segurei meu peito, apertando um contra o outro, bem ali, na cara dele.
Seus olhos ficaram enormes, impressionados.
Era o que eu queria.
Agora pode puxar.
Ao puxar para o lado, seus dedos tocaram o bico do meu peito. Ele tremia, e não era de frio.
Brigada!
Rômulo então gritou para voltarmos para a areia…no próximo conto continuo a história desse dia que foi tão gostoso!
