Cortez hesitou. Dom o forçou novamente. Cortez não queria se submeter, mas um olhar foi o suficiente para Artur também força-lo. Não houve como fugir. O cheiro forte, almiscarado, invadiu suas narinas, conforme ele se aproximava. Eles forçaram seu rosto, esfregando-o na buceta sensível, lambuzada e esporrada. Luma gemeu alto, tremendo. Cortez concluiu que quanto mais rápido ele colaborasse, mais rápido poderiam ir embora. E sua língua tocou a buceta da esposa de vez. O gosto era salgado, adocicado, quente, misturado com o sabor familiar dela. Ele lambeu devagar no começo, sentindo repulsa, nojo. Depois com mais vontade, sugando, enfiando a língua dentro dela para tirar o máximo possível. Não engolia, cuspindo discretamente sob a bunda dela, mas ainda assim o contato era real. Luma passou a gemer mais alto, acariciando os cabelos dele agora com uma ternura quase dolorosa:
- Isso! Assim, amor. Chupa. Tá... Tá muito gostoso. Uiiiii...
Enquanto isso, Dom se posicionou atrás de Cortez e, sem aviso, pressionou o pau contra a sua bunda. Cortez começou a se debater, ainda seguro por Artur. Dom falou:
- Fica tranquilo, corno. Hoje você ainda não vai aprender o seu lugar de verdade. – Dom deu um tapa em sua bunda: - Mas você, minha putinha... Você ainda me deve sua bunda e vai pagar, ainda hoje.
[CONTINUANDO]
Dom então empurrou Cortez para o lado, ficando aos pés de Luma que seguia deitada de costas, pernas abertas, a buceta vermelha e entreaberta pulsando, escorrendo uma mais transparente da porra de Jermaine, de seus próprios líquidos e da saliva do marido. Ela respirava pesadamente, o peito subindo e descendo, os olhos semiabertos, vidrados. Dom avisou que iria virá-la de quatro e fez, e ela não resistiu. Ao contrário, empinou a bunda por instinto, arqueando as costas:
- Mestre... - Murmurou ela, a voz rouca.
Dom olhou para Roberta e esticou a mão, recebendo uma quantidade generosa de lubrificante. Espalhou na rola dura e posicionou a cabeça grossa contra o pequeno anel rosado. Cortez, ainda de joelhos ao lado da cama, observava tudo com o coração martelando:
- Devagar... Por favor... - Pediu Luma, choramingando, mas também com uma urgência em sua voz.
Dom não foi bruto de início. Até foi carinhoso, forçando e retirando somente a ponta da cabeça, como num jogo lúdico em que o prêmio principal seria o prazer de ambos. Depois, encaixou a cabeça e entrou devagar, centímetro por centímetro, segurando os quadris dela com firmeza. Luma soltou um gemido longo, quase animal, quando a cabeça do pau dele passou do anel, seguidos de pequenos gritinhos enquanto era empalada. Cortez viu o rosto da esposa se contorcer, dor e prazer misturados de forma tão visceral que ele mal conseguia reconhece-la:
Quando Dom estava mais da metade dentro, Luma virou o rosto para o lado e viu Jermaine, que ainda estava de pé ao lado da cama, o pau enorme semiduro balançando pesado:
- Jermaine... - Chamou ela, quase sem fôlego: - Deita aqui na minha frente. Deixa eu te chupar um pouco.
O silêncio que caiu na suíte foi absoluto por segundos. Dom então perguntou:
- Por que não chupa seu corno, minha putinha?
- Não. Ele não. Quero o Jermaine. Mais uma vez...
Cortez sentiu como se tivesse levado um soco no estômago:
- Luma!? - Começou ele, a voz falhando.
- Quieto! Não me atrapalha... – Ela repetiu a maldita frase, uma vez mais.
Seus olhos, porém, estavam fixos no pau negro do gigante. E ela insistiu:
- Vem. Deita, por favor. Eu quero vocês dois...
Jermaine olhou para Dom, que sorriu com satisfação pura e fez um gesto de aprovação com a cabeça. O homem se deitou na cama, posicionando-se de forma que Luma pudesse alcançar seu pau. Ela se apoiou nos cotovelos, empinou mais a bunda para Dom e, sem hesitar, abriu a boca e começou a chupar a cabeça grossa do pau de Jermaine novamente.
Dom soltou uma risada baixa e começou a meter com mais força, agora entrando quase até o fim, o saco batendo na buceta molhada. A cada estocada, o corpo de Luma era empurrado para frente, fazendo o pau de Jermaine entrar mais fundo em sua garganta. Os sons eram uma verdadeira sinfonia ao obsceno: o estalo molhado da bunda de Luma contra a púbis de Dom, os engasgos abafados dela no pau de Jermaine e, claro, os gemidos roucos dos três devassos:
- Caralho! Que putinha mais gulosa... – Falou Roberta, acariciando as costas de Dom.
Cortez não aguentou:
- Luma! Mas que porra é essa?! - Explodiu ele, tentando se levantar.
Artur foi mais rápido. Puxou a corrente da coleira com firmeza e passou uma perna sobre o ombro de Cortez, segurando-o embaixo, entre suas pernas, como faria a um cão bravo de grande porte. Sem saída, Cortez se viu forçado a permanecer no chão:
- Quieto! Fica! – Gritou Artur, por fim.
Luma soltou o pau de Jermaine por um segundo, saliva escorrendo no queixo, saliva escorrendo pelo pau, e virou o rosto para o marido com os olhos flamejando. O que Cortez viu não o agradou: havia um misto de tesão, mas também de irritação e algo que Cortez nunca tinha visto nela antes:
- Artur, leva ele pro canto. Agora! Não quero ele me atrapalhando com essa cara de cão sem dono.
Artur não esperou sequer confirmação de Dom. Puxou Cortez pela coleira como um cachorro vira-lata até o canto mais distante da suíte, perto o suficiente para que ele continuasse vendo tudo, mas longe para interferir. Cortez resistiu no começo, mas o segurança era uma muralha e suas chances de derrubá-la eram mínimas.
Dom acelerou as estocadas na bunda dela, segurando seus cabelos como rédea:
- Isso, minha putinha. Mostra pro seu marido quem você realmente é hoje. Se entrega de vez para mim. Diz para todos... quem é o seu dono?
- Vo-Vo-cê... – Ela balbuciou.
Dom puxou seus cabelos até sua cabeça encontrar a dele:
- Não, sua puta casada safada... Quero que fale alto. Grite para o mundo todo ouvir.
- É... VOCÊ! VOCÊ É O MEU DONO, DOM! SÓ VOCÊ! – Gritou até perder o ar dos pulmões.
Ele a soltou e Luma voltou a chupar Jermaine com ainda mais vontade, enquanto seu corpo era agora golpeado entre os dois homens. Cortez começou a estapear sua bunda com fúria, tomado por um instinto animal de dominância. Jermaine também ousou e lhe deu uns bons tapas no rosto. Luma começou a gemer e tremer sem parar. Era outro orgasmo, igualmente poderoso, subjugador. Dom enterrou fundo nela, enquanto sentia seu cu se contrair em seu pau, o corpo dela todo tremendo, um de porra e tesão escorrendo pela coxa.
Dom acelerou ainda mais a penetração pouco depois. E segundos, minutos, ou vidas depois, pois o tempo agora não importava mais, ele urrou e gozou dentro dela, enchendo o seu cu com quantidade suficiente de porra para deixar qualquer mulher apaixonada. Jermaine também não aguentou muito mais e gozou na boca dela, segurando sua cabeça enquanto descarregava outra carga visceral.
Quando se deram por satisfeitos, ambos saíram de Luma, que desabou na cama, ofegante, esperma escorrendo das suas extremidades. Seu olhar ficou perdido por um tempo, entregue ao éter de um submundo inimaginável há meses atrás. Logo, encontrou o de Cortez no canto da sala. Por um instante, pareceu que ela ia dizer algo. Mas não disse. Apenas fechou os olhos, exausta e satisfeita.
Dom deu dois tapas leves na bunda dela e sorriu:
- Vocês podem ir embora. A noite de hoje foi... produtiva.
- Eu que o diga! Tenho material suficiente para fazer um filme 5 estrelas. – Comemorou Vítor ao lado.
- Não autorizei nada, Vítor. – Retrucou Dom: - Mas quero ver o que você conseguiu. E quem sabe, numa próxima vez, não fazemos algo mais roteirizado.
- Eu topo! Quero participar. – Falou Jermaine, ainda sobre a cama, batendo o pau na própria mão como se fosse uma arma.
Dom não foi insensível e deixou que Luma se recuperasse por um tempo. Apenas ela e Cortez permaneceram na suíte, além de Artur, que garantia que nenhum dos dois tivesse ideia agressivas.
Uma hora depois, quando Luma despertou. Viu Cortez já vestido e sentado num canto, o olhar perdido numa parede lateral. Ela não disse nada. Apenas se levantou e foi até o banheiro, onde tomou uma ducha rápida. Voltou e se vestiu, e só então esticou a mão para o marido, que se levantou sem tocá-la e saiu, sem lhe dirigir uma única palavra.
No carro, o silêncio era cortante. Luma estava coberta por um casaco leve oferecido por Artur, olhando pela janela. Cortez dirigia com as mãos apertadas no volante, o maxilar travado. Depois de dez minutos, ele não aguentou mais:
- Que porra foi aquela, Luma!? Você mandou me tirarem de perto como se eu fosse um estorvo! Pediu pra chupar ele enquanto o Dom te fodia no cu! Você me rejeitou! Você... Você nem olhou pra mim!
Luma demorou a responder. Quando falou, a voz estava baixa, cansada, mas firme:
- Eu estava no meio de uma coisa, Cortez. Eu precisava me concentrar pra aguentar. Não pense que foi só prazer, porque não foi. Doeu pra caralho! Mas... ao mesmo tempo... eu gozei. Duas vezes ou mais, não me lembro... Eu só não queria que você ficasse me olhando com aquela cara de cachorro abandonado e me tirasse do clima.
- Do clima?! – Cortez praticamente gritou: - Eu sou seu marido, porra! Eu praticamente fui obrigado a segurar suas pernas enquanto aquele... aquele... aquele cara te arrombava! E você, depois, me tratou como se eu fosse um intruso, um estorvo?
Luma virou o rosto para ele. Lágrimas brilhavam em seus olhos, talvez de dor, talvez de decepção, talvez de ódio:
- Obrigado!? Tá bom... Me engana que eu gosto... Eu senti o seu pau duro, meu amor. Você quis isso, Cortez. Seja homem e assume!
- Não sei se eu fiquei duro...
- Eu sei! – Luma o interrompeu: - Todo esse maldito plano de vingança foi um erro! Tudo bem que a gente pensou que pudesse unir o útil ao agradável até ter todas as provas, mas agora que estamos dentro, você parece não suportar que eu aproveite? Sim, porque eu gostei, tá? Ouviu? EU... GOSTEI! – Luma gritou, se arrependeu e baixou o tom em seguida: - E odiei ao mesmo tempo... E isso tá me matando. Eu não sei mais quem eu sou.
Cortez parou o carro no acostamento novamente, como da outra vez. Mas agora não houve abraço. Apenas os dois se encarando no escuro:
- Eu tô perdendo você... - Murmurou ele, a voz embargada: - E o pior é que você parece estar gostando de se perder.
Luma não respondeu. Olhou para frente, para a estrada escura, e limpou uma lágrima que fugiu:
- Talvez a gente não devesse ter brincado com fogo. Porque eu acho que gostei mesmo...
O silêncio que caiu entre eles foi mais pesado que qualquer palavra. Os dois sabiam que, pela primeira vez, a ideia de parar não parecia mais tão simples. Algo havia mudado dentro dela naquela suíte. E Cortez sentia que, por mais que doesse, algo também havia mudado dentro dele.
Eles voltaram para casa sem trocar mais nenhuma palavra. Luma novamente dormiu sozinha na suíte do casal. Cortez, na sala. Aliás, dormir foi algo que nenhum dos dois conseguiu fazer. Era praticamente impossível descansar ante a tensão invisível que permeava os dois.
No dia seguinte, Cortez acordou primeiro e foi até a cozinha preparar um café. Logo, Luma se juntou a ele. Ambos tinham olheiras profundas, os corpos doloridos, a alma ferida:
- Oi...
- Oi!
Sentaram-se de frente um para o outro sem coragem de se encarar. No primeiro gole, nada. Comer era impensável. Após a primeira xícara, Cortez falou:
- Você parece pensativa...
Luma suspirou e o olhou de verdade pela primeira vez naquele dia:
- Pensei muito e... Não tem um jeito fácil de dizer isso. Então vamos lá: eu vou sair de casa.
- Como é que é!?
- É isso mesmo que você ouviu. Eu vou sair de casa. – Ela o olhou com uma dor tão profunda na alma que ele quase conseguia senti-la: - Preciso pensar, entender, tomar uma decisão. Vou ficar na casa dos meus pais por uns dias. Depois, a gente senta e conversa.
- Mas como assim? Eu pensei que a gente estivesse junto...
- Eu também pensava! – Ela o interrompeu, secando uma lágrima: - Mas a gente se perdeu. Ou está quase se perdendo. Acho que eu tinha alguma esperança de que você fosse me proteger ontem, mas... – Ela suspirou, desviando o olhar, incapaz de encarar a dor dele: - Ontem, eu fiz coisas das quais não me orgulho nem um pouco. Não consigo te olhar nos olhos. E-Eu...
Ela não conseguiu concluir e desabou num choro dolorido, magoado. Cortez tentou tocar sua mão, mas ela a puxou. Foram poucos segundos que pareceram uma eternidade para ele. Quando ela conseguiu falar, foi taxativa:
- Preciso pensar. E você também. Depois conversamos.
- Luma, fica calma! Eu sei que ontem foi muito fora do que esperávamos, mas a gente sabia que podia acontecer e...
- Sabia!? Será que a gente sabia mesmo? Acha que eu não vi quando você saiu com o Dom para o escritório? Acha que eu não ouvi o que você disse outro dia para Dom sobre nós dois? Como foi mesmo? Ah, lembrei! “Já era”!? Nem você, nem o Dom notou, mas eu vi a sua cara. Você estava transtornado, Cortez. Nem você esperava que chegássemos a tanto...
- Eu só estava nervoso, amor. Eu... fiquei assustado quando vi você e ele lá... trepando...
Luma enxugou outra lágrima e sorriu tristemente. Pegou sua xícara e seu pires, e os colocou dentro da pia. Então virou-se para Cortez novamente:
- Já fiz minha mala. Eu vou e depois conversamos.
- Eu não aceito isso!
- Você vai aceitar, sim senhor! Afinal, um homem que aceita ser corno de outro, submisso como você tem sido, vai aceitar sim a minha vontade. Porque eu sou sua mulher e sem o Dom aqui, eu sou sua Dona e mando nessa porra toda!
O tom ferino que Luma usou assustou a ela própria, tanto que ela levou a mão à própria boca, surpresa com o que disse. Cortez nunca a havia ouvido falar daquela forma. Ele suspirou profundamente sem tirar os olhos dela:
- Não vou aceitar porque você está mandando, mas sim para evitar uma discussão. Você está nervosa e eu entendo, porque eu também estou. Eu só espero que você caia logo na real e volte para mim, antes que seja tarde demais para nós.
- Talvez já seja... tarde demais... – Ela choramingou enquanto já saía da cozinha.
Cortez aguardou em silêncio por segundos, minutos e só se levantou quando ouviu barulhos de rodinhas da mala que Luma arrastava. Quando chegou à sala, a viu puxando uma imensa mala. Insistiu novamente:
- Fica. A gente conversa com calma depois se você não quiser falar agora. Mas fica. Não desiste da gente ainda.
Ela suspirou enquanto levantava a mala e o encarou:
- Você está se ouvindo? Não desiste da gente... “ainda”!? Quer dizer que você quer que eu fique agora porque te interessa, mas amanhã, quando você tiver conseguido o que queria, vai me descartar... É isso? Se for, eu não preciso do amanhã. Resolvo agora.
- Luma, por favor... Eu só estou nervoso. Usei mal as palavras. Me desculpa.
- Você não viu como a gente acabou de se tratar na cozinha, amor? Eu não quero isso. Eu só volto quando tiver certeza de que não vou mais falar daquela forma com você. Senão nem volto mais.
- Acha isso justo?
- Acho isso certo! Me dá esse tempo, por favor. Eu juro que a gente vai conversar em breve.
- Quando? Amanhã? Depois? No final de semana?
- Em breve. Muito em breve...
Luma saiu puxando sua mala. Na rua, um Uber já a aguardava. Quando o homem viu a dificuldade com que ela arrastava sua mala, foi em seu auxílio. Assim que acomodou mala e mulher, partiu.
Cortez ficou com um gosto amargo na boca. Tinha saber de fel, de bile, de uma impureza que não era apenas física, era moral, imoral na verdade. Sentou-se no sofá da sala e por horas ficou ali na mesma posição, perdido, sem pensar, sem sentir, sem ouvir, sem chorar...
Já passava do meio dia quando seu celular tocou. “Eu sabia que ela ia entender...”, pensou, correndo até o aparelho. Mas o número não era o dela; era dele, do Dom. Suspirou profundamente antes de atender:
- Cortez... Como está, meu querido?
- Como estou!? Estou... – Cortez se controlou antes de despejar toda a sua mágoa nele, algo que o prejudicaria: - Bem, Dom. Estou bem.
- Que bom! Posso te fazer uma pergunta?
- Pergunta!? Que pergunta?
- A liberdade assusta, né?
- Como assim?
- Eu já soube que a Luma saiu de casa.
- Você... soube... Como!? Quem!?
- Ela mesma me contou, Cortez. Ela me ligou há pouco e contou que saiu porque estavam se desentendendo. Preferiu fazer isso para não seguirem discutindo.
- Ela... A Luma te ligou?
- Sim. Mas fica tranquilo. Vou falar com ela e convencê-la a voltar para você. Afinal, uma submissa sem um corno manso, possui metade do valor para mim.
- Você não faria isso...
- Você não a quer de volta? Se não quiser, eu terei que fazer alguns rearranjos com ela, talvez arrumar um outro corno para ela, ou então usá-la de outra forma. Mas uma coisa é certa: eu não vou desistir dela. A Luma é um achado.
- Dom, eu não estou entendendo... Do que está você falando? Seja específico!
- De nada, meu caro corno Cortez. De nada... – Dom deu uma risada discreta e concluiu: - Fica tranquilo. Ela voltará para você em breve. Palavra de seu Dom Black.
- Mas...
- Mas nada, Cortez! – Dom o interrompeu: - Você ficará me devendo uma. E eu vou cobrar!
Dom desligou, deixando Cortez ainda mais atordoado. Aquilo que havia começado como um jogo delicado, começava a revelar uma faceta bastante perigosa. Cortez não sabia mais em quem confiar, mas sabia que tanto ele quanto Luma corriam um risco real nesse tabuleiro que agora parecia estar sendo dominado pela perícia do Dom.
OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.
FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.
