🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Libertação- Capítulo 1

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Corko de Lésbica
Categoria: Lésbicas
Contém 1439 palavras
Data: 13/07/2026 12:19:46
Assuntos: lesbicas, Lésbicas, Swing
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O motor do carro desligou, mas o silêncio que se instalou entre Maurício e Carla era quase ensurdecedor. Diante deles, a fachada discreta, iluminada por uma luz neon azul-escura, ostentava o logotipo sutil da boate privativa. Maurício, um quarentão de pele morena, traços marcados e o coração batendo na garganta, olhou para o lado. Carla, sua esposa ruiva, segurava a alça da bolsa com os dedos brancos de tanta força. O vestido decotado que ele a convencera a usar destacava os seios fartos, que subiam e desciam no ritmo da sua respiração ansiosa.

— Tem certeza disso, Maurício? — a voz dela saiu num sussurro. — Se a gente passar daquela porta, não tem volta.

Maurício sorriu, acariciando a coxa dela. Foram meses de conversas, fantasias confessadas no escuro do quarto e muita insistência.

— Confia em mim, meu amor. Você tá maravilhosa. Vai ser só até onde você quiser. Se der vontade de ir embora, a gente vira as costas.

Carla respirou fundo, olhou para o próprio decote e assentiu. Entraram.

O ambiente interno era o oposto da sobriedade da rua. Música eletrônica grave pulsava pelas paredes, a iluminação era minimalista, predominando tons vermelhos e roxos, e o aroma de perfume caro misturava-se a uma tensão sexual palpável. Casais conversavam em lounges luxuosos, alguns já trocando carícias mais ousadas.

Não demorou muito para que o magnetismo de Carla atraísse olhares. Enquanto bebiam no balcão do bar, um casal se aproximou. O homem era Elton, um cinquentão imponente, de braços fortes cobertos por tatuagens tribais e um olhar de predador experiente. Ao seu lado estava Daniela, uma mulher negra deslumbrante, com um corpo violão escultural, dona de uma bunda monumental e seios fartos que pareciam desafiar o tecido do vestido justo.

— Boa noite. Notamos que vocês são novos por aqui — disse Elton, com uma voz grave que imediatamente chamou a atenção de Carla. — Sou o Elton, essa é a minha esposa, Daniela.

— Maurício. E essa é a Carla — respondeu o moreno, apertando a mão de Elton e sentindo a eletricidade no ar.

A conversa fluiu com uma facilidade surpreendente. Daniela, com uma autoconfiança avassaladora, logo quebrou o gelo, elogiando a beleza de Carla.

— Você é deliciosa, Carla. Esse ruivo natural com essa comissão de frente... Meu Deus, o seu marido é um homem de sorte — disparou Daniela, sem meias palavras, secando o decote da ruiva.

Carla corou, mas o álcool e o ambiente começavam a fazer efeito.

— Obrigada... Você também é maravilhosa. Olha o tamanho dessa sua bunda, que espetáculo — respondeu Carla, soltando um risinho nervoso.

— Querem ir para um espaço mais reservado? — Elton sugeriu, com um sorriso malicioso, olhando diretamente para Maurício. — Acho que a gente tem muita coisa para compartilhar.

Maurício olhou para Carla, que consentiu com um leve aceno de cabeça. O desejo já havia engolido o medo.

Subiram para uma das suítes VIPs. O quarto tinha uma cama redonda enorme, espelhos no teto e uma iluminação difusa. Assim que a porta se fechou, as preliminares sociais acabaram. Elton deu um passo à frente, segurou Carla pela cintura e a puxou para um beijo faminto. A ruiva soltou um gemido de surpresa, mas logo correspondeu, sentindo as mãos tatuadas de Elton apertarem seus seios fartos por cima do tecido.

Ao mesmo tempo, Daniela avançou em Maurício.

— Vamos ver o que esse moreno tem — sussurrou a negra, colando aquele corpo monumental no dele. Ela pegou a mão de Maurício e a guiou direto para a sua bunda imensa. — Aperta com força, vai.

Maurício quase enlouqueceu com a maciez e o tamanho daquilo. Em poucos minutos, as roupas voaram pelo quarto. A troca de casais estava consumada. Elton jogou Carla na cama e começou a traçá-la com vigor, enquanto Maurício se afogava nas curvas de Daniela, ouvindo os gemidos ecoarem pelo quarto espelhado.

Depois de uma primeira rodada intensa, os corpos relaxavam desalinhados na cama gigante. Foi quando Daniela, ainda ofegante, sentou-se perto de Carla. A pele negra brilhava de suor, contrastando com a brancura da ruiva.

Daniela aproximou-se, passando os dedos longos pelos cabelos ruivos de Carla e descendo até os mamilos já eretos da outra.

— Agora eu quero você, ruivinha — sussurrou Daniela, com a voz carregada de segundas intenções. — Quero provar o gosto dessa sua bct gordinha.

Carla recuou de leve, de repente tímida diante da investida direta da outra mulher. Ela nunca tinha ficado com uma mulher antes.

— Ai, Daniela... Eu não sei... Eu nunca fiz isso — gaguejou Carla, olhando para o marido em busca de socorro.

Maurício, que assistia à cena encostado na cabeceira da cama ao lado de Elton, sentiu o pau endurecer instantaneamente de novo.

— Vai, amor... Se entrega — incentivou Maurício, com os olhos brilhando de excitação. — Olha que mulherão. Deixa ela te pegar, você sempre quis saber como era. Vai, minha safada.

— É, Carla, deixa a minha preta te ensinar como é que se faz — instigou Elton, já levando a mão ao próprio pau, começando a se masturbar devagar.

Daniela não esperou mais. Segurou o queixo de Carla com firmeza e colou seus lábios nos dela. Foi um beijo intenso, profundo, com troca de línguas urgente. O calor da boca de Daniela e o gosto de sua saliva derrubaram a última barreira de timidez de Carla. A ruiva soltou um gemido longo na boca da negra e passou os braços pelo pescoço dela, entregando-se completamente.

— Isso... Puta safada... — sussurrou Daniela, quebrando o beijo por um segundo para morder o lábio inferior de Carla.

Daniela deitou Carla de costas e subiu no meio de suas pernas. Começou a beijar e morder os seios fartos da ruiva, deixando marcas vermelhas na pele clara, enquanto Carla arqueava as costas, delirando de tesão. As mãos de Daniela desceram, os dedos compridos logo encontrando a bct de Carla, que já estava completamente encharcada.

Daniela enfiou dois dedos de uma vez dentro da ruiva, fazendo um movimento rápido de gancho.

— Caralho, você tá muito molhada! Tá adorando, né, sua puta? — provocou Daniela.

— Hummm... Sim! Vai, mais rápido, força! — gritou Carla, perdendo o controle, as pernas abertas, escancarando-se para a outra mulher.

Maurício, assistindo àquela cena — sua esposa ruiva sendo dominada e dedilhada por aquela negra espetacular —, começou a bater pnt freneticamente. O barulho dos tapas no próprio pau ecoava pelo quarto, misturando-se com os gemidos das duas. Elton, ao seu lado, fazia o mesmo, o pauzão de cinquentão latejando, os olhos cravados nas mulheres.

— Olha a sua mulher, Maurício... Que puta deliciosa ela virou na mão da minha nega — comentou Elton, masturbando-se com força.

— Ela é uma safada, Elton! Olha como ela chupa! — respondeu Maurício, a voz trêmula de tesão.

Daniela mudou de posição. Girou o corpo e se posicionou para um 69 perfeito. A bunda imensa da negra ficou bem na cara de Maurício e Elton, enquanto ela enterrava a cara na bct de Carla, lambendo tudo, enfiando a língua lá dentro com vontade. Carla, agora totalmente despudorada, agarrou os quadris de Daniela e começou a chupar a bct escura e raspada da negra, enfiando a língua com desespero, ouvindo os estalos molhados do sexo das duas.

— Ai, caralho! Que delícia de língua! — gemia Daniela, enquanto devorava a ruiva.

O quarto virou um cenário de puro suco de luxúria. Depois de se chuparem até quase o limite, Daniela montou de lado sobre Carla, puxando uma das pernas da ruiva para cima de seu quadril. Era a posição da tesoura. Elas colaram as bcts, esfregando o clitóris uma no outro num ritmo frenético e escorregadio por causa do excesso de lubrificação natural.

— Esfrega, deusa! Isso, esmaga a minha bct na sua! — gemia Carla, jogando a cabeça para trás, os seios fartos balançando violentamente com o impacto dos corpos.

— Puta... Gostosa... Eu vou gozar! — gritava Daniela, acelerando o roçar das bcts.

Maurício sentiu que ia explodir. Ver sua esposa naquela ftextase, sendo possuída e possuindo outra mulher, era o ápice de todas as suas fantasias. Ele aumentou a velocidade dos movimentos no próprio membro, o topo do pau já expelindo líquido seminal. Elton soltou um rugido, também no limite.

As duas mulheres atingiram o orgasmo juntas, tremendo da cabeça aos pés, coladas pelo sexo, os fluidos se misturando enquanto soltavam gritos agudos que ecoaram pelo quarto VIP.

No mesmo segundo, incapazes de segurar, Maurício e Elton descarregaram. Maurício jorrou porra longe, os jatos brancos caindo por cima da barriga e dos seios de Carla, enquanto Elton gozou logo em seguida, sujando as costas e a bunda de Daniela.

Os quatro desabaram na cama, ofegantes, rindo e cobertos de suor e fluidos. Maurício puxou Carla para perto, dando-lhe um beijo com gosto de Daniela. O swing tinha vindo para ficar na vida deles.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Corno de Lésbica a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaCorno de LésbicaContos: 13Seguidores: 6Seguindo: 16Mensagem Um escritor que aprecia o lesbianismo e acha que só esse tipo de sexo oferece o prazer que as mulheres tanto desejam.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →