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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 16

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 4655 palavras
Data: 04/07/2026 08:12:21

Cortez sentiu o mundo girar. O peito apertou. A respiração faltou. Ele tentou se levantar, mas as pernas falharam. Caiu no chão da sala, o celular ainda na mão, enquanto a escuridão o envolvia. A última coisa que viu antes de apagar foi uma última mensagem:

“Ela já me escolheu.”

Quando acordou, Cortez estava no hospital. Havia tido um taquicardia grave. Outro médico jurava que fora um infarto leve, mas real. Luma recebeu a notícia por volta das 10:00 da manhã seguinte, ainda na Imperium onde havia dormido com o Dom. E, pela primeira vez em dias, sentiu um medo diferente. Não do que Dom poderia lhe causar, mas do que ela estaria causando a Cortez.

[CONTINUANDO]

Ainda estava na suíte do Dom, enrolada num lençol de seda preta, o corpo dolorido, marcas avermelhadas espalhadas pela pele. Dom tomava uma ducha no exato instante em que o celular dela vibrou sobre a mesinha. Ainda sonolenta, ela o pegou. Era sua mãe:

- Filha, onde você está?

- Bom dia, mãe. Eu estou na rua, ocupada, resolvendo uns assuntos.

- Sei. É... Então, você já soube?

- Soube do quê, mãe?

- O Cortez, oras! Ele está no hospital.

Luma sentiu o sangue gelar. Sentou-se na cama de um salto, o lençol escorregando para cobrir apenas suas pernas:

- Do que a senhora está falando? Como assim no hospital?

- Não sei direito. Parece que passou mal do coração... Eu não sei, Luma. Ninguém fala coisa com coisa. Ligaram aqui porque não conseguiram falar com você. Os médicos disseram que foi coração, mas não sei se foi um infarto, ou outra coisa... Mas parece que ele já está fora de perigo.

Luma ficou em silêncio por alguns segundos. A testa franzida, aos mãos tremendo, sua face branca... Dom a observava em silêncio da porta do banheiro, o olhar sempre atento:

- Já estou indo pra lá. - Disse ela, a voz trêmula: - Depois, eu ligo para a senhora quando tiver mais informações.

- Amor, o que tá acontecendo? Você e o Cortez eram inseparáveis. De repente, você volta pra nossa casa e se tranca no quarto. E ontem, sumiu num carrão preto sem nos explicar direito para onde ia. E... E... passou a noite fora. Fala comigo, eu preciso entender...

- Mãe... É complicado.

- Complicado!? Pelo amor de Deus, Luma! Complicado é você deixar o seu marido morrer de desgosto, menina. Tenho quase certeza de que algum fofoqueiro disse para o coitado do Cortez que você saiu ontem com outro e ele teve um troço.

Luma sentiu na alma as duras, mas justas palavras de sua mãe. Uma lágrima desceu por seu rosto e ele insistiu:

- Mãe, eu preciso desligar. Quero chegar logo no hospital. Eu... Eu vou te informando.

Desligou e se levantou correndo, procurando suas roupas. Começou a se vestir com as mãos tremendo. O corpo todo tremia. Doía, na verdade, mas agora não fisicamente, na alma. Dom se aproximou, coberto apenas com um roupão de seda, aberto, exibindo-se:

- O que aconteceu?

- Cortez… ele está no hospital. Parece que o coração dele... – A voz dela embargou: - Não sei. Ele passou mal. É só o que sei.

Dom ergueu uma sobrancelha, sem demonstrar surpresa:

- Você está indo vê-lo?

- Claro, né! Eu sou a mulher dele, Dom.

Ele segurou o queixo dela com firmeza, fixando o olhar dela no dele, mas sem violência. Era apenas para lembrá-la quem mandava:

- Não! Você não é mais a mulher dele. Pode ainda ser a esposa, e espero que continue sendo, mas mulher... a mulher é minha, entendeu?

Luma apenas anuiu com a cabeça, forçando o movimento e, ao mesmo tempo, para que ele a soltasse:

- Lembre-se disso. Você não pertence mais a ele. Não me decepcione, Luma.

Luma sustentou o olhar para ele por um segundo. Depois baixou os olhos:

- Sim, Mestre.

No hospital, Cortez estava semireclinado numa maca, com soro no braço, fios no peito e o rosto pálido, abatido. Quando Luma entrou no quarto, ele ergueu o olhar e algo se quebrou dentro dele novamente. Ela estava bonita, não linda como ele se lembrava, mas ainda assim bonita. Carregava olheiras e trazia o cabelo preso de qualquer jeito, e um cheiro sutil de perfume masculino caro que não era dele, nem dela.

Luma parou a dois metros da cama, como se tivesse medo de se aproximar:

- Eu… soube agora de manhã. - Murmurou ela.

Cortez deu um sorriso fraco, amargo:

- É claro... – Ele desviou o olhar, pressionando os lábios um contra o outro: - Aproveitou bem a noite?

Luma não negou, nem confirmou. Sabia que ali não era o momento de conversas daquele tipo. Apenas baixou a cabeça:

- Eu vim assim que soube.

Um silêncio pesado caiu entre eles. Cortez respirou fundo, sentindo o peito ainda dolorido:

- Eu te pedi para não procurar o Dom e mesmo assim você foi.

Luma ergueu os olhos, surpresa. Novamente não negou, nem confirmou:

- Sim. Eu sei.

- Sabe o quê? Como?

Uma médica entrou no quarto abruptamente. Foi direto para um equipamento que fazia alguma leitura e voltou até Cortes, pedindo licença e colocando um estetoscópio sobre o seu peito. Ao final, o encarou:

- Está acontecendo alguma coisa? Seus batimentos dispararam...

- Só estamos tendo uma conversa. – Disse Cortez.

- Estavam. Você teve um episódio muito sério ontem, Cortez. Poderia ter morrido. Deixem para resolver o que quer que seja, em outro dia.

Cortez apenas a encarava, ainda abatido. Ela então se virou para Luma e foi taxativa:

- Vou pedir que a senhora se retire. Ele não pode se estressar ou exaltar, e vejo que a sua presença está causando um incômodo nele. Ele precisa descansar. Por favor... – Disse já apontando a direção da porta.

Os olhos de Luma se encheram de água imediatamente. Ela, que antes era o porto seguro, aquela que acalmava o coração do marido, estava sendo escorraçada por justamente causar o efeito contrário. Ela se virou para sair, mas após o primeiro passou, ouviu:

- Ei! E o meu beijo?

Era Cortez, ainda tentando mantê-los juntos. Luma deixou a bolsa que carregava cair ao chão e veio correndo até ele. Mesmo receosa, desajeitada, encontrou um espaço para beijar sua boca. Os batimentos de Cortez foram a mil! E a médica insistiu que ela saísse.

Assim que seus lábios se desgrudaram, Cortez falou:

- Estou bem. Logo estarei em casa. Fique lá. Não vá atrás de você sabe quem.

Luma sorriu, envergonhada, mas com uma certeza:

- Não vou! Ligue quando puder me receber e eu virei correndo.

Cortez sorriu e balançou a cabeça, concordando. Ela foi até sua bolsa, pegou-a e saiu, agora definitivamente.

A médica que acompanhava as leituras da situações do Cortez sentiu de imediato o relaxamento do paciente:

- Problemas em casa?

- Doutora... a senhora nem imagina.

- Cortez, você precisa descansar. O doutor Vasconcelos virá em breve com seu diagnóstico definitivo, mas eu, pela minha experiência, acredito que você teve um leve infarto. Tem que se cuidar...

Cortez anuiu com a cabeça, respirando profundamente, tentando se controlar:

- Vou tentar, doutora. Prometo.

Duas horas depois, o médico cardiologista do hospital entrou no quarto de Cortez, trazendo uma pasta com resultados de exames:

- Tenho boas notícias, Cortez. Seus exames não deram nenhuma alteração significativa. Fora um pouco de gordura no sangue, o que é normal na sua idade, não encontramos nada, além de seu LDL está bem elevado e o HDL baixo. Mas precisa se cuidar melhor. Como anda a sua alimentação?

- Normal, doutor.

- Atividade física?

- Quase nenhuma?

- Precisa mudar esse hábito. E o casamento, como está?

Cortez não respondeu de imediato, franzindo a testa e mordendo os lábios. O médico entendeu de imediato:

- Sei... Considerando que suas veias estão boas e sem sinais de obstrução... – Disse enquanto analisava um exame: - Você pode ter tido um pico de estresse, ou um episódio de crise de pânico ou ansiedade. Acha possível?

Cortez apenas balançou afirmativamente sua cabeça, pois sabia que esse era exatamente o motivo de seu baque:

- Ok. Vou te indicar um profissional, psiquiatra, amigo meu. Fale com ele. Talvez ele possa te indicar um remédio para dar uma relaxada, se é que você me entende...

O médico deu ainda outras orientações e só saiu do quarto quando Alceu chegou. Ele então brincou, dizendo que seu salvador havia chegado. Assim que o médico saiu, Cortez o agradeceu. Alceu estava sério, demais:

- Aconteceu alguma coisa, cara? – Perguntou Cortez.

- Cara... Quando você passou mal, eu e o Luquinha chamamos a ambulância e te trouxemos para cá. Eu... – Alceu deu uma olhada em volta e encarou Cortez: - Não tive como não ver teu celular. E vi o que te derrubou.

Cortez ficou roxo de vergonha, mas como Alceu já sabia de sua história, foi o menor dos problemas:

- Fica tranquilo que eu não mostrei para o Luquinha. Eu escondi o aparelho na estante da sua casa. Tá dentro de um vasinho desenhado...

- Tá. Obrigado, cara.

- Cortez, mano... O que tá acontecendo na tua vida, cara? O que deu na Luma de te mandar aqueles negócios?

- Acho que não foi ela...

- O tal de... de... Como é o nome dele mesmo?

- Dom... Dom Black.

- Dom Black. Isso... Por que ele faria isso?

- Não sei. Ou ele quer foder a minha cabeça, ou quer me convencer de que ser escravo dele é normal. Pior é que parece que ele convenceu a Luma, porque eu não estava naqueles vídeos. Parecia coisa nova.

- Cê acha que ela procurou ele?

- Ou ele a ela... Mas tanto faz, o que importa é que eles estava juntos.

Ficaram em silêncio por um instante e Alceu perguntou:

- E o que você vai fazer?

- Me recuperar. Primeiro, isso! Depois, ter uma conversa séria com a Luma, porque se ela vai continuar com ele, talvez a gente deva terminar.

- Mas não foi você que começou?

- Foi. Mas não tá dando certo. Não consegui descobrir porra nenhuma. Nada mesmo. E ainda estou perdendo ela. Fracasso total, cara.

Conversaram mais. Cortez contou sobre a sessão que teve com o doutor Galeano. Alceu concordou com tudo, principalmente com a parte de se afastarem do tal Dom.

Cortez ficou internado por mais dois dias. O doutor Vasconcelos quis ter certeza absoluta que o seu coração ia bem. Luma foi visita-lo no dia anterior, quando combinaram não falar sobre certa pessoa até ele voltar para casa. E assim cumpriram, neste e no dia seguinte. Luma cumpriu outra coisa também: não procurou, não ligou, nem respondeu as tentativas de contato do Dom. Ela sentia que devia isso a Cortez, talvez a ela própria.

No dia em que Cortez teria alta, ela foi busca-lo. Aliás, ela havia ido até a casa deles e dado uma “geral”. Preparou a cama com esmero. Fez a comida que ele mais gostava, mas leve e com pouco sal. Cortez se sentia literalmente em casa, naquela que ele se lembrava nos bons momentos. E o melhor, com Luma a seu lado. Luma não queria sair de seu lado e perguntou se podia ficar ali, dormindo no quarto de hóspedes:

- É claro que pode. A casa é sua! Mas só se dormir comigo, na nossa cama.

- Por quê? Está se sentindo mal?

- Não, Luma. Porque quero a minha mulher comigo.

Luma lembrou-se das últimas palavras de Dom: “Você não é mais a mulher dele. Você não pertence mais a ele.” Mas nada disse a Cortez. Ele não precisa saber daquilo. Não precisava sofrer com aquilo.

Por dias, Luma cuidou incessantemente de Cortez. Mimou. Tratou. Ajudou. Tudo parecia ter voltado ao normal. Até melhor, diria Cortez.

Duas semanas haviam se passado do fatídico dia quando Cortez, sentado à mesa da cozinha, vendo sua esposa cuidando do almoço, falou:

- A gente precisa conversar...

Luma parou tudo o que estava fazendo, repousando ambas as mãos sobre a beirada da pia, ainda de costas para o marido. Era chegada a hora e talvez não houvesse mais volta se ambos abrissem seus corações. Luma foi a primeira:

- Tem certeza?

- Certo ou não, a gente tem que se acertar.

- Tá... – Disse Luma, enxugando uma mão e vindo se sentar à mesa, de frente para Cortez: - A gente está destruindo um ao outro, Cortez. O que era fantasia, virou uma realidade dura e dolorosa quando você me falou da sua mãe. Eu nunca deveria ter topado, porque você tem um trauma e achou que poderia curá-lo se vingando...

- Fazendo justiça. – Cortez a interrompeu.

- Chame do que quiser, porque a consequência será a mesma: Morte. Nem estou falando de mim ou você, mas do nosso casamento. Será que não vê que eu estou repetindo o que aconteceu com a minha mãe? Só que agora as vítimas somos eu e você.

Cortez apertou as mãos uma na outra sobre a mesa. Luma o observava, ainda preocupada com seu estado de saúde:

- Eu também não estou bem. – Confessou ele, a voz baixa: - O terapeuta me falou que eu escolhi o pior dos caminhos. E que, de uma forma ou de outra, eu coloquei você nesse problema. A culpa é minha...

- Eu não fui obrigada a nada, Cortez! Entrei nessa porque quis te ajudar e também porque queria saber se a Lili pode ter sido vítima dele.

Eles ficaram em silêncio. Pensando. Refletindo. Sofrendo cada qual a seu modo. Cortez a olhava, procurando a esposa que um dia amara. Luma também o encarou e perguntou:

- A gente ainda quer destruir ele?

Cortez hesitou. Depois assentiu lentamente.

- Quero fazer justiça! Mas a gente está fazendo errado. Temos que ser mais inteligentes, mais cautelosos.

Cortez esticou a mão. Luma segurou, hesitante:

- Então vamos fazer direito dessa vez. – Ele continuou: - Sem segredos. Sem me deixar de fora.

Luma apertou a mão dele, mas não respondeu de imediato. Quando falou, a voz saiu quase um sussurro:

- Tá. Então, tá... – Ela suspirou, constrangida, mas também decidida: - Eu... Eu combinei de me encontrar com ele de novo. Sozinha.

Cortez sentiu o peito apertar:

- Você ainda está falando com ele? Quando combinaram?

- Ele me mandou mensagem ontem. Disse que eu tenho que ir por bem ou ele vem me buscar por mal. Mandou eu ir amanhã. Parece que ele marcou uma festa privada. Disse que vai me apresentar para alguns sócios importantes.

- E você vai?

- Vou. - Ela o olhou nos olhos, firme: - Eu já estava pensando há alguns dias... A única forma da gente conseguir algo dele, vai ser fazendo ele achar que nos domina. Então, eu vou amanhã, finjo que continuo submissa a ele e vou falar que você aceitou tudo, inclusive ser submisso a ele.

Cortez fechou os olhos por um instante, sentindo o peso e as consequências que aquilo poderia ter. Quando os abriu, viu dor e expectativa no olhar da esposa, mas também determinação:

- Acho muito perigoso você ficar sozinha com ele...

- Não tem perigo. Ele parece gostar realmente de mim. De um jeito torto, errado, mas eu sinto isso.

- E se ele te machucar?

- Mais!? Impossível.

Cortez ficou em silêncio por instantes. Mas vendo a certeza no olhar dela, aceitou sua sugestão:

- Tudo bem. Mas promete que vai me contar tudo depois.

- Prometo. Nunca mais vou te esconder nada.

- Nada mesmo?

- Nada mesmo!

- Então, que tal me contar por que foi se encontrar com ele no dia em que tive o meu problema? Você foi sem me contar. Por quê? E por que me mandaram aqueles vídeos e fotos?

Luma se surpreendeu com a pergunta. Sabia que um dia teria que contar, mas esperava não ter que fazê-lo ali, agora. Vencida, falou:

- Eu juro que não sabia que ele iria te mandar fotos, nem vídeos. Aliás, eu nem sabia que estava sendo filmada. Isso, eu vou conversar com ele. Não gostei mesmo.

- Tá. E por que foi lá sem me avisar?

- Porque pensei que pudesse tentar descobrir algo. Mas não dá para descobrir nada estando sozinha. Ele fica muito em cima de mim. Não me deixa respirar. Não me dá um segundo de paz.

- É. Talvez se agirmos juntos, a gente tenha mais chance.

- Eu estou pensando em uma coisa... – Disse Luma, com um sorriso no rosto: - Mas vou me certificar primeiro. Depois, eu te conto. Só preciso que você confie em mim.

Eles ficaram em silêncio, de mãos dadas. Era o mais próximo que tinham estado em semanas. E logo teriam que se separar novamente. Naquela noite, finalmente, dormiram juntos como um casal. Não houve sexo, mas houve proximidade, contato, carinho. Talvez houvesse uma chance. Talvez...

Na noite seguinte, Luma chegou à festa privada de Dom na Imperium. Como da outra vez, Artur fora busca-la. Como da outra vez, seus pais quiseram, mas ficaram sem resposta.

Nem parecia uma festa. Havia poucas pessoas, alguns homens de terno e várias mulheres de lingerie. Assim que Luma entrou, Dom a puxou para si e a beijou com possessividade na frente de todos:

- Essa é a minha nova rainha! - Anunciou, orgulhoso: - Saibam respeitá-la.

Luma foi bem tratada e reverenciada por todos. Bem, por quase todos, porque Dom nunca se submetia, não para ela. Nunca.

Num certo momento, em que conseguiu ficar a sós com Dom, Luma foi direta:

- Dom, preciso te perguntar uma coisa.

- Claro, minha linda, diga.

- Quem mandou vídeos e fotos minhas para o Cortez?

Dom a encarou, surpreso, talvez com a ousadia do tom dela revelava:

- Do nosso último encontro. Alguém enviou vídeos e fotos para ele. Foi por isso que ele passou mal.

- Ah, o corninho não aguentou a pressão... – Zombou ele, sorrindo.

- Não tem graça alguma! Eu quero uma resposta.

Dom continuava encarando Luma. Então, segurou o seu queixo e falou:

- Fui eu, minha cara. Não há nada que aconteça debaixo dos tetos do Imperium que eu não saiba. Fiz aquilo na intenção de deixar claro para o corno qual foi a sua escolha e quem é que manda em você.

- Você quase o matou...

- Não foi essa a intenção. Eu quis simplesmente mostrar que ele tem um lugar garantido nessa nossa dinâmica. Uma sub só é valiosa para mim quando traz junto seu corno, senão...

- Senão, o quê? Quer dizer que se o Cortez não quiser participar, você vai me descartar?

Dom se encantou com a preocupação dela. Sorriu:

- Nunca! Você é uma crisálida em evolução. Vejo um futuro muito promissor para você, em diversas óticas diferentes.

- Ainda assim! Não gostei do que fez. Se eu decidi vir aqui, foi porque eu me senti protegida. Mas se eu achar diferente, vou e não volto mais.

Dom a puxou para si e a beijou de uma forma inesperadamente intensa. A língua dele explorando toda a boca dela. Ao final, Luma estava boquiaberta e sem ar:

- Ninguém fará nada para te machucar aqui. Talvez um hematoma ou outro possa acontecer. Mas enquanto me obedecer, você estará protegida. Eu te garanto. Quanto as filmagens... Fique tranquila! Prometo que não mandarei mais nada para o seu corno a menos que você autorize. Darei esse direito de decisão para você.

A noite começou “civilizada”. Bebidas, conversas, risadas. Mas logo o tom mudou. Mulheres começaram a se insinuar para os convidados de Dom e um a um, foram sumindo pelos corredores escuros do Imperium.

Num determinado momento, Dom disse que ela deveria provar mais uma vez seu respeito por ele:

- Estou em falta com o senhor, mestre?

- Não, minha putinha, mas hoje o dia é especial. Quero e preciso que você se supere.

Um grupo observava avidamente eles enquanto conversavam. Luma notou o interesse:

- Uma exibição? Quer que eu me exiba para seus amigos?

- É por aí. Mas vamos para um local mais reservado. Lá eu explicarei melhor.

Entraram na área dos quartos. Vários estavam ocupados. Mas o quarto coletivo não. Este havia sido especialmente preparado para aquela noite, com luzes baixas, sofás de couro e música ambiente. Baldes de gelo com champanhe estavam espalhados. Uma atmosfera extremamente carregada, excitante, transbordava pelos sentidos de Luma. De início, apenas Luma e Dom entraram, ele certamente para se certificar se tudo estava de seu agrado. Então, olhou para Luma:

- Hoje, você terá que ser mais do que uma rainha, minha linda. Terá que ser praticamente uma deusa.

- Não entendo.

- Convidei alguns amigos meus e sócios para esta festa. São pessoas por quem tenho um imenso respeito e consideração. Eles precisam ser bem tratados, mimados, satisfeitos. Entende?

- Satisfeitos, como?

- Nada diferente do que já tenhamos feito... – Dom falou, olhando no fundo dos olhos dela, o silêncio servindo de resposta.

- Transar? Você quer que eu transe com algum deles?

- Sim. Mas não com alguns, mas com todos.

- Todos!? Todos quantos?

- Um grupo pequeno. Somente seis homens, contando comigo...

- Mas Dom... São muitos!

- Você consegue. Eu vi do que você é capaz.

Luma pensou por um instante, olhando para ele:

- Sem câmeras, nem celulares?

- Será da forma como você quiser, minha rainha.

Luma então suspirou e pensou que seria só mais um desafio. Talvez nem o maior deles:

- Ok. Quando você quiser, mestre.

Dom sorriu e pediu licença, dizendo que iria chama-los. Luma ficou sozinha, pensando o que Cortez pensaria se soubesse do que ela estava prestes a fazer. Não teve tempo de concluir sua reflexão, pois Dom retornou com outros cinco homens a tiracolo, todos bem vestidos, todos com aquele ar de poder discreto e perigoso que fazia o ar da suíte parecer mais pesado. Dois deles eram os “sócios” que Dom havia mencionado: um alto e loiro, de olhos frios como gelo; o outro moreno, de barba cerrada e porte bruto, com mãos grandes que pareciam feitas para machucar. Dom dispensou as apresentações formais. Ao invés disso, apenas estalou os dedos uma vez:

- Tire o vestido, minha putinha. Bem devagar. Quero que eles vejam minha mais nova criação.

Luma obedeceu. O vestido preto deslizou por seu corpo como uma segunda pele sendo arrancada. Quando o tecido caiu aos seus pés, ela ficou apenas com a coleira de couro no pescoço, o presente de Dom, e os saltos altos com a meia calça sete oitavos. Os seios cheios, a cintura marcada, a bunda redonda e a buceta recém-depilada expostas para todos. Os homens a avaliaram em silêncio como se ela fosse uma mercadoria de luxo. E era bem isso. Luma havia se transformado de uma pacata esposa, numa puta de luxo.

Os dois sócios se aproximaram primeiro. O loiro alto segurou o queixo dela com firmeza, forçando-a a olhar para cima. Seus olhos azuis brilhavam perigosamente, gelados, sem piedade:

- Bonitinha, Dom. - Murmurou ele, antes de enfiar dois dedos na boca de Luma, testando a profundidade de sua garganta.

- Bonitinha, Nuno!? Ela é linda, e muito puta também. – Retrucou Dom.

O moreno, por trás, não perdeu tempo. Agarrou os quadris dela com força bruta, apertando a bunda na sequência. Olhou para o loiro e ambos acenaram com a cabeça um para o outro. Ele então empurrou Luma de quatro sobre um sofá largo de couro. Sem preliminares, sem aviso, ele cuspiu na própria mão, passou na cabeça do pau e empurrou para dentro da buceta dela de uma só vez. Luma soltou um grito abafado, o corpo arqueando de subido:

- Porra! Que buceta apertada. - Grunhiu, começando a meter com estocadas profundas e brutais: - Mas não vai continuar depois desta noite. Isso, eu te garanto.

Luma olhou para Dom que apenas sorriu e lhe piscou um olho, como se essa “cumplicidade” fosse suficiente para acalmá-la. O loiro não esperou. Abriu a calça, tirou o pau já duro e bateu no rosto de Luma. E ficou golpeando até ela abrir bem a boca, quando o enfiou até o fundo, segurando a cabeça dela com as duas mãos. Os outros três homens assistiam, bebendo uísque, comentando baixinho entre risadas baixas e obscenas.

Dom sentou-se no seu trono, especialmente trazido de sua suíte para lá, as pernas cruzadas, bebendo devagar, observando tudo com um sorriso satisfeito.

Luma seguia sendo usada sem piedade. O moreno fodia sua buceta com força animal, dando tapas pesados na bunda que deixavam marcas vermelhas. O loiro alternava entre foder sua boca e esfregar o pau babado no rosto dela. Em determinado momento, um terceiro homem se juntou, um careca de peito largo e bem peludo, que começou a chupar e morder os seios dela enquanto masturbava o pau. Então, outro teve uma ideia:

- Vamos revezar. Assim ninguém goza rápido e poderemos foder essa puta por muito mais tempo.

E assim fizeram. Os dois que ainda apenas bebiam, tiraram suas roupas e se juntaram ao grupo. Todos passaram a revezar as posições como se Luma fosse um objeto sem vontade. Luma gemia, saliva escorrendo pelo queixo, chorava, lágrimas borrando a maquiagem. O corpo tremia a cada estocada, cada tapa, cada puxão de cabelo.

Aí veio o inimaginável. Luma gozou. Duas vezes, a primeira se contorcendo enquanto era sodomizada numa dupla penetração. Nem mesmo ela esperava, pois foi quase como um espasmo involuntário, o corpo traindo a mente.

Dom se levantou enfim. Tirou a roupa com calma e se juntou ao grupo.

Dois ainda fodiam Luma, um na boca e outro no cu, ela deitada de costas na cama com a cabeça para fora, a boca sendo fodida como se fosse uma buceta. Mas Dom queria mais:

- Deita, Nuno. Luma sobe no pau dele. Zezão, na bunda. Eu quero um boquete.

E assim eles a foderam ao mesmo tempo. Um na boca. Um na buceta. Um no cu. Dom segurava uma correntinha agora atrelada à coleira como se fosse uma rédea, puxando sua cabeça para trás enquanto metia fundo em sua garganta:

- Olhem para ela... - Disse Dom para os outros, a voz rouca de tesão: - E me digam se essa putinha casada não nasceu pra isso?

- Casada!? E cadê o corno? – Perguntou um deles.

- Em casa. Ele ainda não aguenta ver a esposinha safada na pressão.

Eles riram. Todos riram. Se a missão de Luma era agradá-los, ela estava se saindo muito bem. Aliás, ela estava completamente tomada. O corpo suado, marcado por tapas, arranhões, beliscões, chupadas e mordidas, os buracos sendo usados sem trégua. Os gemidos abafados se misturavam aos grunhidos dos homens.

Um a um foram esvaziando seus sacos em Luma, sobre o corpo, sobre o rosto, em sua boca. Nenhum gozou dentro dela, pois foram uma exigência de Dom que disse não querer estragar sua criação. O “gran finale” veio com algo que Luma nunca ouvira falar:

- Mas... o... o que é isso? – Perguntou ela, a voz falhando.

- Você já vai saber, minha linda.

Dom mandou todos se afastarem e fez Luma se ajoelhar no centro da sala, de boca aberta, olhos fechados. Os cinco homens, incluindo a sua frente, formaram um círculo ao redor dela:

- Abre bem a boca, minha putinha casada. - Ordenou Dom.

Luma esperava porra, mas o que veio a seguir a quebrou totalmente. Ela fechou os olhos e logo um jato quente começou a cair. Primeiro no rosto, depois nos seios, na barriga, escorrendo pela buceta inchada. Luma tremia inteira, sentindo o líquido quente cobrir sua pele. Mas era estranho. Diferente. Só então notou que não era porra. Dom estava mijando nela.

Foram segundos intermináveis. Quando ele terminou, Luma estava encharcada, ofegante, tremendo, ajoelhada urina misturada com porra e suor.

Os cinco homens começaram a rir e cada um foi se afastando, procurando suas roupas:

- Mas que merda é essa? – Ela perguntou, assustada.

- É um “Golden shower”, querida. Um banho para relaxar. – Respondeu Dom, limpando o rosto dela com um lenço umedecido, para depois sussurrar perto de seu ouvido: - Você foi perfeita hoje. Amanhã conto pro seu corno como você se comportou bem.

Luma sorriu fracamente, a voz rouca:

- Não, mestre! Por favor... O Cortez ainda não está bem. Deixa... Deixa que eu conto depois. Mas fica tranquilo. Eu conversei com ele e ele já aceitou tudo. Disse que vai obedecer. Acho até que estará conosco da próxima vez.

Dom sorriu, satisfeito, passando o polegar pelos lábios inchados dela:

- Ótimo. Porque eu ainda tenho grandes planos pra vocês dois.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 379Seguidores: 766Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

Foto de perfil de Hugostoso

Porque pensei que pudesse tentar descobrir algo. Mas não dá para descobrir nada estando sozinha. Ele fica muito em cima de mim. Não me deixa respirar. Não me dá um segundo de paz.

Luma sabia que talvez ele tivesse razão. Mas ela sabia também que precisava tentar se entender naquele tabuleiro. Ela queria saber se era um reles peão ou se era a Rainha. Pensou em falar do encontro marcado com Dom, mas sabia que ele se oporia. Então, mesmo confusa, falou:

- Me dá mais uma semana. Prometo que vamos nos sentar e conversar. Daí se eu me sentir mais confiante, irei no seu terapeuta. Prometo.

Luma está mentindo para Cortez, escondendo seus verdadeiros sentimentos!

Será que ela vai fazer algo contra o Dom? Duvido!

Amor de pica, fica!

E na boa, este casamento acabou!

O último que sair, apaga as luzes!

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Mais uma vez venho comentar sibre esse conto que acho muito ruim pelo tema e por sua meta que é fazer justiça da parte desse homem, nem sei se posso chamar esse personagem de homem, que é o Cortez.

Nunca vi ninguem descer tanto na sua moral e dignidade qyanto esse personegem.

Também nunca tinha lido nada igual sobre a personalidade de um casal quanto estamos lendo nesse conto horrível, tem algunhas coisas que deixo de ler porque não consigo, é muito forte e eu fico sem entender a que ponto tão baixo pode chegar o ser humano.

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Foto de perfil de Samas

Mark esse trecho aqui você digitou errado:"

Será que não vê que eu estou repetindo o que aconteceu com (sua) a minha mãe? Só que agora as vítimas somos eu e você.

*******************************************

Bom ao que parece a Luma é mais esperta que o Cortez e acho que ela achou uma brecha que pode derrubar o Dom.

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Vamos lá, cada vez mais as coisas vão se esclarecendo. A luma disse de forma clara que não entrou nisso só por causa dele, ela queria saber de uma tal de Lili tinha sido vítima dele e depois ela perguntou se ele ainda queria destruir o Dom e a resposta foi que ele queria justiça.

Estou colocando esses pontos aqui pelo seguinte motivo. Eu no lugar do Cortez jamais teria exposto a mulher que amo em qualquer risco e nesse ponto acho que estamos todos de acordo. porém precisamos ver também que foi a Luma quem trouxe o Dom para a vida deles e que ao sentir que estava perdendo o controle emocional pediu ao marido para não deixar ela esquecer quem era e proteger ela, coisa que ele tentou por diversas vezes(tem quem diga que não)inclusive no dia da filmagem onde ele por duas vezes estendeu a mão pra ela pedindo para irem embora, e ela humilhou ele na frente dos outros dizendo que não iria e ela que mandava, chegando ao ponto de prenderem ele de forma criminosa em uma coleira com o segurança e o Dom segurando ele. Se isso não foi mais uma tentativa dele de tentar proteger ela o que foi?

Sendo que outros momentos similares a esse ja haviam ocorrido com ela sempre dizendo não pra ele.

Outro detalhe importante. Quem está desde o inicio escondendo alguma coisa de alguém até mesmo quando diz que não vai esconder mais nada?agora mesmo ela esta cumprindo uma ordem do Dom sem o marido saber, fez isso o conto inteiro traindo a confiança e cumplicidade dele e isso não é interpretativo como entender que o Cortez não proteger ela ou não, tudo isso está no texto.

Outra situação o cortez der gozado e sujado as calças a pri.eira vez e depois ter se excitado vendo o J. Comer a luma foi algo inconcebível certo. Mas agora quando ela estava no meio dessa suruba ela mesma relata que se espantou com o fato de ter gozado que o corpo não atendeu a sua mente e que ela não entendia aquilo pois no fundo ela estava mal por estar fazendo isso. Mas com ela tudo bem ela pode gozar.

Ou seja, estou tentando mostrar que houveram situações em que ele assim como ela perderam totalmente o controle de suas emoções apesar de moralmente não estarem nem um pouco confortáveis com o fato.

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Perfeita a sua colocação! Tanto o Cortez quanto ela se perderam nos personagens que estavam interpretando pois não mandam no prazer que sentiram em algum momento, ele devido ao fetiche que foi implantado por ela e a mesma por que gostou desse mundo,dos prazeres que ele esta a proporcionando e que também fugiu ao controle

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O bom de Mark e Nanda é que cada um enxerga do jeito que quer ou lhe convém.

E sendo assim, para quem quer a diversão é garantida.

O final será satisfatório para todos? Evidentemente não, pelo contrário. A possibilidade desse conto Submundo ser o mais polêmico deles é enorme né.

Não é a toa que estamos cravando uma quantidade absurda de comentários durante o dia e a noite aqui.

E vc é um grande membro do nosso FUCDC, vc questiona para caramba, vc pesquisa os detalhes, vc pensa o conto.

Ta sendo um prazer te acompanhar aqui!!

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Amigo Kiquinho...vou apanhar muito até o final desse conto, muito mesmo e vou gostar! (Será que sou do time BDSM na vida real?? hahaha)

Mas Luma era uma lagarta, esta saindo do casúlo e vai se transformar em uma borboletona Dominatrix!!

Cortez esta se entregando para ela como o submisso, e dessa vez as regras estão sendo estabelecidas entre o casal...começando!!

Vamos lá...estou pronto para receber minhas chibatadas!!!

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Bom...para quem gosta de "detalhes", a vingança não é apenas por parte do marido. Ou seja, quem manipulou quem para se vingar??? Ou quem entregou o outro por esse motivo???

Eu insisto apenas numa coisa...não faz sentido!!!

A mulher soube que o marido passou mal, quase infartou por causa do que viu por vídeo...mas a solução é pedir p ele aceitar ser escravo pq sozinha ela não conseguiria a tal vingança??? É isso mesmo??

Eles demoram 3 capítulos p conversar e a conversa foi sobre isso??? O cara está se destruindo, perdendo a esposa, e a solução é se entregar????

Ela está cada vez mais entregue...já não há limite...talvez o filtro sempre fosse a presença do marido, talvez por o esforço p fazer tudo longe dele.

Mas aí ela pede isso para ele??

E por último...5, 6 homens fizeram sexo com ela...fora o ator e o dom da penúltima vez...qd foi a última vez do casal???

Enfim... é muito surreal a história...em todos os sentidos.

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Manfi no meu ponto de vista a Luma sempre teve vontade de experimentar o mundo em que esta vivendo e talvez ela tenha se descoberto nesse meio mais BDSM.

Nao digo que ela esteja apaixonada pelo DOM, mas digo que ela amou o que esta vivendo e realizando.

O Cortez correu um risco com ela e pra mim ele perdeu. Seria a.mesma coisa que um casal abrir o relacionamento e nas trocas a esposa acabar se apaixonando por outro, criar um vínculo e decidir seguir com essa pessoa, é um risco que se corre e isso faz parte.

Nao acho a Luma uma fdp so acho que ela deveria ser mais sincera com ela e com o Cortez.

Ela gostou de uma vida no qual o Cortez nao tem condições de estar pra mim ao escolher falar e voltar com o Dom ela deixou bem claro que fez uma escolha.

Ela so voltou para o Cortez pq ele teve um ataque. Se nao fosse isso, ela teria voltado ? Acredito que nao.

A Luma nao tem culpa por ter se descoberto. Ela so tem culpa por nao se expressar e jogar a real.

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Mas Manfi,

Mais uma vez Mark criou um Gap de 2 semanas na estória, onde o "narrador" diz que Luma não se comunicou com DB.

Será que eles se alinharam nesse espaço de tempo? Claro que sim, pois a dinamica da "vingança" mudou. Luma assumiu a frente a frente do plano e Cortez me pareceu confiar nela, com a exigencia de que ela conte tudo para ele. Fetiche classico de cuckhold?

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Apesar de o conteúdo não estar muito explícito, a história prende e é interessante. Aguardo a continuação

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Caro Mark, tem uma coisa nesse conto que incomoda, que é a tal vingança. Parece algo mal construído, inclusive quando duas pessoas se sujeitam a riscos terríveis para realizar uma vingança sem ter um mínimo esboço de plano definido.

Esse é o ponto fraco do conto. No máximo, se pode presumir que Luma use a vingança como pretexto para si própria para continuar mergulhando fundo na sua fantasia e continuando a manipular o marido, mesmo após o mesmo ter sofrido o mal súbito e quase batido as botas.

Não fosse isso, diria que é uma obra-prima, embora seja para quem tem estômago forte. É erotismo, misturado com suspense, com um toque de terror e uma costura psicológica digna de um Dostoiévski.

Sem dúvida, um capítulo de embrulhar o estômago e digno de 3 mil estrelas.

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Também acho que a vingança nao combinou com o conto.

Seria muito mais incrível se fosse apenas a jornada de um casal se descobrindo. Onde a Luma adorou o que descobriu e o Cortez nao.

E nessa mostrar a diferença entre o casal, as dores, as emoções, as descobertas e se no final um vai servir ao outro ou é melhor cada um seguir o seu caminho.

O simples as vezes é o melhor caminho para um conto.

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No diálogo em casa me parece que a Luma esta falando da própria mãe ?

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Só um baque p Luma cair na realidade,foi saber que Cortez havia sofrido um ataque do coração.ela sentiu,caiu que pode perder a pessoa que a sempre trata bem,mas agora está caindo na real por ser tratada como lixo por dom e seus amigos, espero que descubra um ponto fraco p dar continuidade a vingança,pois só a morte p dom livrará do mal que ele fez

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Esse conto lembra o conto do Lael que tb tem um dom de araque

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Sinceramente eu não gosto desse tipo de conto, isso é uma aberração sem propósito e eu não entendo como isso pode acontecer a um casal que se ama, quer dizer isso é o que eles dizem.

Não tem sentido um casal se submeter a uma degradação desse nível, não vejo um só motivo para tanto. Esse é o nível mais baixo que eu vi uma pessoa chegar. Esse casal é tudo de ruim, a mulher é uma Messalina sem limites e o marido é um sujeito sem nenhuma dignidade, não existe nada nessa pessoa que voçe possa admirar.

Estou ainda sem entender o MARK que sempre foi e é uma pessoa equilibrada e tem conceitos sobre mulheres que trai os companheiros e não deixa que os maridos ou namorados passem por decepções sem dar o troco e nesse conto deixou tudo virar um Bumba Meu Boi para depois ainda tentar salvar um casamento que já está destruido.

NÃO ESTOU ENTENDENDO.

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Bom...

Só tenho uma certeza, eu vou e volto, vou e volto nas minhas emoções!!

No "vou" acho Luma e Cortez os personagens mais idiotas que Mark criou.

No "volto" Estou encantado por Luma. Eita mulher da porra!!!

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Parece, meu caro Ramses, que o desempenho de Sinhá Cinthia como dominadora sádica mexeu com os brios de Dom Black, que veio com tudo nesse capítulo e levou Luma a um grau de degradação, em todos os sentidos, de embrulhar o estômago. E Cortez está mais vendido do que grão de café antes de sair do pé. Virou passageiro de um trem desgovernado rumando para um abismo sem fundo.

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Sinhá Cinthia [e profissional, ninguem bate a "perversidade! dela!!

Como disse no meu cometário aqui, o meu "volta" ta é me mostrando a Luma com uma agenda própria. A personalidade dela aflorando, uma Dona e me parece que ela vai se tornar uma Dona inteligente. E Cortez tbm ta coerente, ele é submisso de Luma. Vou apanhar aqui, mas vamos ver se essa casal não vão virar uma dupla perfeita um para o outro.

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Esses últimos capítulos venderam a ideia de que ela estaria entrando numa empreitada solo, tentando mergulhar fundo no submundo para encontrar as provas e desbaratar a organização criminosa, mas ela não tem a menor ideia do que fazer, exceto se entregar cada vez mais ao sadismo de DB e saborear a ruína do seu casamento e da sua dignidade.

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Acho igual, Luma assumiu a frente. E ela ta é começando a curtir a viagem!! Afinal ela ja é adepta do Sadomasoquismo, não tem volta.

Final da estoria..Imperium fica com o casal...Cortez administra os negócios e Luma a diversão! E o casal se diverte juntos!

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E digo mais de Sinhá Cinthia!!

Achei o ultimo capitulo do Demonio e a Megera muito, mai muitooo mais pesado que esse aqui.

Megera tarada por cenouras!!! kkkkkkkk

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O que mais torra a paciência é a mansidão e impotência dos maridos.

Sempre sao descritos como fisicamente fracos, possuem pane nervosa quando se deparam com determinadas situações e simplesmente assistem a tudo como um filme de câmera lenta.

Sobre os personagens serem idiotas eu nao sei se a Luma é.

Ela desenvolveu o tesao de hotwife e dominacao antes da interação com o DB, através dele ela pois tudo em ação e se saiu bem.

Talvez o fato dela saber que o DB é uma pessoa ruim e pai do Cortez so faça essa degradação sexual dela se desenvolver mais.

No subconsciente dela, ela tá vivendo algo que esta gostando.

Já o Cortez sim, não tem sentido algum o que ele esta fazendo. O nível de racionalidade dele é 0. E olha que pela descrição dele nos pri erros capítulos eu esperava bem mais do personagem.

Ele simplesmente se entregou a tudo, o personagem nao tem uma vitória se quer.

Ele é tao patético quanto o Beto, mas o Beto tinha a desculpa de nao saber a verdade e inclusive duvidar de todas as verdades já que vivia em constantes manipulações e edições.

O Cortez sabe a verdade e simplesmente pede um beijo da esposa.

Sério que ele em nenhum momento entendeu que ela nunca mais será uma mulher comum ? Que ela desceu o nível e ele como o homem que é nao tem condições de acompanhar ?

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Olá amigo Osório,

Sobre essa temática de marido manso esse CDC ta osso. Quase toas as postagens estão sendo disso, Hotwifes putissimas e Gays, muitos gays. Nada contra absolutamente, mas ouso dizer que 90% das postagens são sobre isso.

Veja o que descobrimos ontem (Zanon vai infartar) que a Id@ e MA estão finalizando um conto do Universo Zodíaco mas não irão postar aqui no CDC, inclusive O Zodáico vai ser retirado do site. Quem não leu corre lá!

Com relação ao conto do Mark, me parece que o caminho esta se tornando claro. Através de uma vingança burra, Mark esta mostrando a evolução das personalidades desse casal.

Luma é a personalidade dominante. Cortez o submisso. Simples assim. Mas eu acho que Luma através dessa loucura com DB afinou seu fetiche, Ela é a Rainha. É claro que ela já melhorou esse plano de vingança, ele já tem um plano prório, ela vai tentar conseguir essas provas contra DB e no processo vai se divertir.

Cortez já aceitou sua condição, ele ama a mulher e quer ser incluído. Vc notou que a “exigência” que ele faz a Luma quando ela vai sozinha de novo para a Imperium? “Me conta tudo”. E ela esta incluindo ele, mas do jeito dela, Rainha!

Bom, eu continuo gostando muito do conto.

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Caraças...

Marks na sua ótica como autor da historia.

Voce conseguiria responder em algum momento o que o Cortez é para a Luma ?

Ele ainda quer como esposa, mas ainda nao viu o nível que ela chegou. E ela no nível em que chegou, ainda quer realmente o Cortez como homem pra ela ou somente como um amigo/marido.

Ela teve simpatia por ele por conta do ataque do coração, se nao fosse isso ela teria voltado pra ele ? Fora que ao aceitar tudo isso, ela ainda tem alguma simpatia por ele ?

Seria interessante entender a ótica da esposa sobre o próprio relacionamento.

Uma coisa é o que o Cortez quer e ainda acredita, mas o que a Luma quer ?

Nao seria ela mais "adapatavel" ao mundo do Dom ? Ela realmente vai querer abrir mão disso tudo ?

Pq se sujeitar a tudo isso, se vingar e depois vai fazer o que ? Fingir que nao gostou ? Enterrar tudo isso e seguir uma vida de papai e mamãe? Ela vai ser feliz assim ?

O que a Luma quer pra ela ?

Ela esta se abrindo a essas experiências pq quer, ela esta gostando e pelo jeito pode ir muito mais além.

Ao meu ver o Cortez arriscou e perdeu, e isso pode acontecer, faz parte.

O que de fato faria a Luma feliz ?

Eu nao vejo ela sendo uma mulher padrão e nem uma simples swingueira.

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