Evelyn tinha 26 anos, era natural de Curitiba, e carregava a beleza típica das mulheres daquela terra - pele clara e macia, cabelos loiros que caíam suaves sobre os ombros, e olhos verdes que brilhavam como pedras de esmeraldas à luz do sol. Tinha 1,65m de altura, pesava 58kg distribuídos em curvas perfeitas, e mantinha o corpo esculpido na medida certa - praticava academia regularmente, mas sem exageros, sem músculos em excesso, apenas o suficiente para manter aquela silhueta estonteante que chamava atenção por onde passava. Não tinha filhos, e o corpo externava a firmeza e a vitalidade de quem ainda não tinha passado pelas transformações da maternidade.
Ela morava numa casa ampla em uma cidade tranquila com o marido, André, que trabalhava com tecnologia e atendia clientes, às vezes, em sua residência.
Naquela tarde, André estava reunido com um cliente importante - Marcelo, empresário do ramo de construção civil, um homem alto, forte, de pele morena e mãos grandes, na faixa dos 40 anos. Estavam na sala de reuniões do escritório de informática, André mostrando alguns relatórios no notebook, quando ouviram a porta da cozinha se abrir.
Era Evelyn.
Ela vinha direto da piscina, o biquíni minúsculo ainda molhado, o corpo brilhando sob a luz que entrava pela janela. A pele clara contrastava com o vermelho do biquíni, que mal cobria o necessário. Os seios cheios, a barriga lisa, os quadris largos - ela era uma visão que parava o trânsito.
- Desculpa a interrupção - ela disse, com um sorriso educado. - Não sabia que estava acompanhado.
- Marcelo, essa é minha esposa. Evelyn, esse é o Marcelo, cliente.
Marcelo se levantou, estendeu a mão. Ela apertou, e André viu o olhar dele percorrer o corpo dela - rápido, mas não rápido o suficiente.
- Prazer, Marcelo. Bem-vindo à nossa casa.
- O prazer é todo meu, Evelyn.
Ela sorriu, deu meia-volta e seguiu para o banheiro, os quadris balançando sob o biquíni molhado. Marcelo acompanhou cada passo com o canto do olho.
- Desculpa a falta de educação - André disse, rindo. - Ela passa o dia na piscina.
- Imagina. Casa bonita, esposa bonita... você é um homem de sorte.
- Obrigado.
Uns vinte minutos depois, Evelyn saiu do banho. Vestia apenas uma toalha branca que mal cobria o corpo - ia do meio dos seios até o meio das coxas, deixando os ombros nus e as pernas de fora. O cabelo loiro ainda molhado pingava água nos ombros.
Ela passou pela sala novamente, a caminho do quarto, mas parou quando viu André.
- Amor, você vai demorar? Tô pensando em pedir um almoço.
- Mais uns 20 minutos, acho. Esse calor está de matar.
Ela ficou ali, conversando, a toalha ameaçando escorregar a cada movimento. André viu Marcelo tentando manter os olhos nos monitores, mas o olhar dele escapava para ela - para os ombros nus, para as pernas, para o decote da toalha que mostrava mais do que escondia.
- Desculpa, Marcelo - André disse, se levantando. - Vou tomar um banho rápido, esse calor está insuportável. Já volto.
- Fique à vontade.
André saiu em direção ao banheiro, mas antes de fechar a porta, pegou o celular e abriu o aplicativo das câmeras de segurança. A sala do escritório tinha umas, discretas, instaladas havia meses para segurança do equipamento.
Ligou a ducha. A água caiu forte.
E colocou o celular no suporte, assistindo.
O que André assistiu a tudo pela câmera
A imagem e o som chegavam nítidos, em tempo real. A câmera da sala do escritório pegava o ângulo perfeito - a mesa com os monitores ao centro, as cadeiras, a porta. E os dois.
Assim que André fechou a porta do banheiro e ligou a ducha, Marcelo ficou paralisado. Não desviava o olhar de Evelyn - ela continuava ali, de pé, a toalha branca mal cobrindo o corpo, o cabelo loiro ainda gotejando pelos ombros.
Ele tentou disfarçar, virou-se para os papéis, mas os olhos voltavam para ela como se presos por um imã. Evelyn percebia. E, na tela, André viu o sorriso dela se abrir devagar - aquele sorriso que ele conhecia tão bem, o mesmo que precedia cada uma das noites mais quentes do casal.
- Seu marido é um homem ocupado - Marcelo disse, a voz visivelmente rouca.
- Ele é.
Ela não saiu. Ficou ali, passando a mão pelo cabelo molhado, o movimento lento, deliberado, fazendo a toalha se deslocar um centímetro. André viu o peito dela quase aparecer. Viu Marcelo engolir seco.
- Marcelo, né? - ela disse, inclinando a cabeça. - O que você faz?
- Construção civil. Sou engenheiro.
- Engenheiro... - ela repetiu, saboreando a palavra. - Deve entender bem de estrutura.
O duplo sentido pousou no ar como uma bomba. E então ela olhou para baixo.
André viu o momento exato em que os olhos verdes dela encontraram o volume na calça social de Marcelo. O tecido escuro estava esticado, quase rasgando, marcando um contorno que não deixava dúvidas. Era grande. Muito grande.
Ela não desviou o olhar. Ficou ali, imóvel, os olhos fixos naquele volume, os lábios se separando num quase suspiro. André viu a língua dela passar devagar pelo lábio inferior. Viu os olhos dela escurecerem de desejo.
- Nossa - ela murmurou, a voz quase inaudível. - Parece que a reunião foi produtiva.
- Desculpa, Evelyn, eu...
- Não desculpa - ela cortou, dando um passo à frente. - Não desculpa nada.
A Evelyn, como sempre, não era mulher de rodeios ou perdas de oportunidades. Assim, André a viu se ajoelhar.
O movimento foi lento, gracioso, ensaiado. A toalha se abriu na frente, revelando o vale entre os seios. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas de Marcelo, as mãos pousando nos joelhos dele, subindo devagar pelas coxas, até alcançarem o cinto.
Os dedos dela brincaram com a fivela, sem pressa. Ele prendeu a respiração, as mãos cravadas nos braços da cadeira.
- Deixa que eu cuido disso - ela disse, a voz baixa, quente.
O zíper desceu.
E André viu o pau dele saltar para fora.
Na tela, a imagem se gravou na mente dele. Era enorme - devia ter uns 22 centímetros ou mais, grosso, da grossura de uma lata de refrigerante, moreno, com a cabeça rosada e brilhante, já endurecida, pulsando, com veias grossas correndo pela haste. A pele morena contrastava com os dedos claros de Evelyn, que o seguraram com as duas mãos, como quem segura um tesouro.
André viu o rosto dela. Os olhos verdes arregalados, a boca entreaberta, o fascínio estampado. Ela não disfarçou. Ficou ali um instante, apenas admirando, os polegares deslizando pelas veias, sentindo cada centímetro.
- Meu Deus, Marcelo - ela sussurrou, e a voz dela saiu trêmula de tesão. - Isso é uma obra de arte.
Ela passou a mão por todo o comprimento, da base à cabeça, sentindo o peso, a dureza. Levou-o ao rosto, encostou a bochecha na haste quente, fechou os olhos, inalando o cheiro dele.
- Delícia - ela murmurou.
Então abriu a boca e chupou.
André viu a cabeça rosada desaparecer entre os lábios dela. Viu as bochechas dela se contraírem, sugando, enquanto a mão direita massageava a base. Viu ela ir descendo aos poucos, engolindo cada vez mais, o queixo esticado, os olhos fixos nele - e viu Marcelo jogar a cabeça para trás, as mãos indo para os cabelos loiros dela.
- Caralho, Evelyn - o gemido dele chegou claro pela câmera. - Que boquete...
Ela acelerou. A cabeça dela subia e descia num ritmo que André conhecia bem - ela era boa nisso, sempre foi, e agora estava dando o melhor de si para aquele estranho. A mão livre desceu para o saco dele, apertando de leve. Ela engolia fundo, babava, sujava a calça social dele, e não ligava.
André viu os olhos dela encontrarem os dele enquanto chupava. Viu a safadeza naqueles olhos verdes. Viu ela tirar a boca por um instante, o fio de saliva ligando os lábios à cabeça do pau, e dizer:
- Gostoso assim? Ou você quer mais?
- Quero mais - ele grunhiu.
Ela riu, baixinho, e voltou a chupar com ainda mais fome. A mão apertou mais o saco. A outra segurou a base e começou a bater uma punheta no ritmo da boca.
- Para - ele pediu, ofegante, puxando a cabeça dela. - Para, senão eu vou gozar.
Ela parou. O sorriso safado nos lábios molhados e brilhantes.
- E daí? Goza na minha boca.
- Não. Quero você de outro jeito.
Foi quando ele a puxou pelos braços. André a viu ser levantada, virada de costas, inclinada sobre a mesa do escritório - o notebook escorregando para o lado, uma caneta rolando pelo chão. Ela apoiou as mãos na superfície, a bunda empinada, a toalha ainda pendurada na cintura.
André viu Marcelo tirar a toalha, extremamente cheio de tesão.
A imagem na tela mostrou a bunda perfeita dela - redonda, firme, ainda úmida do banho. E entre as pernas, a bucetinha rosada apareceu, depilada, já molhada, aberta, pronta para o prazer.
- Porra - ele murmurou, e a voz dele saiu reverente. - Que bucetinha linda, será que me aguentará?
Ele cuspiu na mão, passou no pau. André viu a mão morena dele guiar a cabeçona arroxeada até a entrada, viu Evelyn se inclinar mais, empinando, oferecendo-se por completo.
- Enfia - ela pediu, a voz trêmula. - Enfia tudo, Marcelão.
E ele meteu.
O pauzão inteiro, de uma vez.
André viu o corpo dela se sacudir na mesa, as mãos arranhando a superfície, o grito que escapou:
- Isso... assim... fundo... tudo...
Ele começou a meter. O ritmo era forte, acelerado, sem piedade. André viu os quadris dele batendo na bunda dela produzindo um som de palmas, viu o pau moreno entrando e saindo daquela bucetinha clara, viu o contraste das peles, o brilho da lubrificação.
- Gostosa - ele grunhia, as mãos cravadas nos quadris dela. - Bucetinha apertada...
- Mais - ela pedia, sem vergonha. - Mais, Marcelo, quero tudo...
Ele metia cada vez mais forte. André viu os seios dela balançarem a cada estocada. Viu as unhas dela deixando marcas na mesa. Viu o suor escorrendo pelo rosto dele, a camisa social amassada.
André começou a cantarolar no banheiro, a ducha ligada, dando tempo. Dando todo o tempo do mundo para eles transarem o quanto quisessem e pudessem.
Ele viu Evelyn gozar. O corpo dela se arqueou inteiro na mesa, os dedos se abrindo, o grito:
- Marcelo... eu vou gozar... e gozou gostoso dentro da bucetinha dela.
E o corpo dela tremendo, se apertando, espremendo o pau dele. Um orgasmo. Depois outro. Ela gozava repetidas vezes, sem parar, enquanto ele continuava metendo, incansável.
- Caralho, você é insaciável - ele grunhiu.
- É você - ela respondeu, ofegante. - Esse pau é de outro mundo...
Mais algumas estocadas e o ritmo mudou. Ele puxou o pau, ainda duro, brilhante. Evelyn se virou rapidamente, ajoelhou-se na frente dele, abriu a boca e o fez gozar novamente.
André viu ele gozar nela - jorros grossos, quentes, abundantes, que recebeu tudo de boca aberta, os olhos fixos nos dele. Ela engoliu parte devagar, passou a língua nos lábios, o resto que escorreu pelo queixo e seios.
- Delícia - ela disse, se levantando. Precisamos repetir a dose.
Ela se recompôs. Ajeitou a toalha, passou a mão no cabelo, como se nada tivesse acontecido. Marcelo caiu na cadeira, ofegante, a camisa aberta, o pau ainda pulsando.
- Vou ali me vestir - ela disse, com a voz calma. - Quando meu marido voltar, diz que fui fazer o almoço.
Ela saiu, os quadris balançando, deixando Marcelo atordoado na sala do escritório.
André desligou a ducha. Enxugou o corpo, se vestiu, e esperou mais alguns segundos no banheiro, dando tempo para que os dois se recompusessem completamente. Quando saiu, a expressão era a mais neutra que conseguiu.
- Pronto - ele disse, entrando na sala. - Esse banho salvou minha vida.
Marcelo estava sentado, os papéis organizados na frente dele, o rosto recomposto. Mas André viu o brilho nos olhos dele, o suor na testa, a camisa levemente amassada.
- Tranquilo - Marcelo disse, a voz um pouco rouca. - Acho que já resolvemos tudo por hoje.
- Ótimo. Qualquer coisa, me liga.
- Com certeza. E... agradece à Evelyn pela hospitalidade.
- Pode deixar.
Ele se levantou, apertou a mão de André, e saiu. O carro ligou e partiu.
André fechou o portão.
Subiu as escadas.
Ela estava no quarto, deitada de costas na cama, ainda só de toalha. Quando o viu entrar, sorriu.
- O cliente foi embora?
- Foi.
André se sentou na beira da cama. Passou a mão na perna dela, devagar.
- Vi tudo - ele disse.
Ela não se assustou. Apenas sorriu, dizendo: Eu tinha certeza de que estavas assistindo.
- E o que achou, fui bem?
- Achei que você está com muito tesão.
- Tô - ela respondeu, a voz baixa. - Muito.
- Eu também.
André puxou a toalha, revelando o corpo nu. A bucetinha ainda estava molhada, vermelha, aberta, escorrendo esperma, marcada pelo sexo intenso que ela tinha acabado de ter.
- Vem cá - ele disse.
Ela veio.
Ele deitou-a na cama e abriu suas pernas. Passou a língua devagar por toda a extensão, sentindo o gosto dos dois - o mel dela misturado com o suor e o esperma de Marcelo. Ela gemeu alto, os dedos cravados nos lençóis.
- Lambe - ela pedia. - Lambe tudo...
Ele lambeu. Cada centímetro, cada dobra, cada resquício. O clitóris inchado, os lábios abertos, a entrada pulsando. Sentiu o gosto do outro homem na mulher dele, e o tesão subiu como uma onda.
- Chupa essa bucetinha suja de porra - ela gemia. - Chupa...
Ele chupou com vontade, a língua encontrando o ponto exato, fazendo ela se contorcer.
- André, eu vou gozar...
- Goza - ele disse, a boca ainda nela. - Goza na minha boca.
Ela gozou com um grito, o corpo inteiro tremendo, a vagina se apertando contra a língua dele.
Ele subiu sobre ela, o pau duro, e entrou de uma vez.
Ela gemeu, abraçando-o com as pernas.
- Agora é a nossa vez - ele disse.
- Sempre foi - ela respondeu, beijando-o.
E começaram, lentos no início, depois mais rápidos, mais profundos. Evelyn montou nele, depois virou de quatro, depois de ladinho - explorando todo o tesão daquela mulher linda, ao jeito deles, até gozarem juntos, os corpos suados, os lençóis amassados.
Ficaram ali, abraçados, a respiração voltando ao normal.
- Ele volta amanhã - André disse. - Para fechar o contrato.
Ela riu, baixinho, aninhando-se no peito dele.
- Então amanhã vou receber ele de biquíni novamente.
André apertou-a contra o peito, um sorriso nos lábios.
- Tomara que a reunião seja longa, pois você estará a sós com ele para assinar o contrato. Portanto, dê o seu melhor, metam muito, falem sacanagem mais alto, gema no pauzão dele, exprima seu tesão ao máximo, pois estarei escondido no quarto de hóspedes assistindo a tudo, cheio de tesão.
evelyneandre100@hotmail.com
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