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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 2

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 1519 palavras
Data: 18/06/2026 10:46:49

Quando os corpos se acalmaram, ela virou o rosto, e viu por sobre os ombros seu marido respirando pesadamente. Então, se desengatou dele e se deitou em seu peito, dando um beijo molhado nele. Sussurrou então:

- E esse foi só o primeiro negão, amor. No filme, tem mais dois. Será que eu aguento? Aliás, será que você aguenta?

Cortez a encarou e Luma não conseguiu mais se segurar, gargalhando da expressão assustada dele. Ele também não resistiu e começou a rir junto dela. Beijaram-se depois que as risadas cessaram. E dormiram. Talvez tenham sonhado. Talvez só ela, pois ele tinha incertezas ainda se aquilo seria realmente um sonho ou o início de um pesadelo.

[CONTINUANDO]

Na manhã seguinte, Cortez acordou antes de Luma. Ele estava com a cabeça ainda girando da noite anterior. Luma dormia tranquila ao seu lado, nua, com um leve sorriso no rosto, parcialmente ocultado por seus cabelos. Ele ficou alguns minutos olhando para o teto, às vezes passando por ela, apenas repassando cada palavra que ela havia dito na noite anterior. Sem entender direito, sentiu seu pau reagir só com a lembrança. “Porra! Não é possível que eu tenha realmente gostado daquilo...”, pensou.

Luma acordou pouco depois, espreguiçando-se como uma gata manhosa. Virou-se e viu o marido pensativo. Então, aproximou-se e lhe deu um beijo leve nos lábios. Como ele seguia pensativo, perguntou, com a voz ainda rouca de sono:

- E aí, meu corno… dormiu bem?

Cortez sentiu um misto de vergonha e excitação com o apelido dito agora à luz do dia. E não respondeu de imediato. Luma percebeu o clima estranho no ar e subiu em cima dele, sentando-se sobre sua barriga:

- Amor, não vai ficar estranho agora, né? Foi só uma brincadeira de gente grande o que fizemos ontem. Você gozou, eu gozei... Não precisa ter vergonha de ter gostado.

Ele suspirou, passando as mãos na cintura dela:

- Eu sei… mas é estranho pra cacete ouvir você falando aquilo tudo. Valdecir? Dono da buceta? Porra, Luma, nem parecia você.

Ela riu baixinho e desceu o corpo, encaixando-se devagar sobre ele, que já estava duro novamente. Mas não se deixou penetrar. Apenas encostou sua buceta quente sobre o pau pulsante:

- Mas você gostou, não gostou? - Perguntou enquanto começava a rebolar lentamente: - Confessa pra mim, vai…

Cortez gemeu baixo e apertou a cintura dela, empurrando-a, buscando encaixar-se na esposa:

- Pior é que gostei… Caramba! Gostei pra caralho.

- Então... relaxa. Vamos só aproveitar o que nos agrada. Aqui, podemos brincar à vontade.

A partir daquele dia, a dinâmica do casal começou a mudar sutilmente. À noite, depois do jantar, Luma começava a contar mais detalhes do que andava aprendendo, como se quisesse ensinar ao marido que aquele caminho ainda podia ser muito mais prazeroso.

Às vezes, durante o dia, mandava um vídeo curto no WhatsApp dele durante o expediente, só com a legenda: “Olha o que eu tô vendo agora…”. Às vezes, mandava uma foto de lingeries sobre a cama, dizendo que não sabia qual usar. Outras vezes, manda foto dela usando uma ou outra lingerie. Mas quando ela mandava fotos se tocando, Cortez perdia o controle e passava o resto da tarde com o pau duro dentro da calça, ansioso para chegar em casa.

As brincadeiras continuaram. As atuações de Luma ficavam cada vez melhores, mais impressionantes, mais detalhistas. Era quase como se ela já tivesse vivido aquilo e apenas contasse para o marido o que se passou. Cortez curtia essa nova fase, mesmo que, às vezes, se assustasse com um caminho que parecia também não ter fim e pior, também parecia não ter volta.

Duas semanas depois, numa sexta à noite, Luma estava especialmente provocante. Tinha colocado uma camisola curta, sem calcinha, e esperou ele chegar do trabalho já com duas taças de vinho. A surpresa foi boa. Cortez se sentiu valorizado, esperado, escolhido. Depois de algumas taças, alguns tira-gostos e muitas risadas, ela sentou no colo dele no sofá e falou baixinho:

- Amor… eu fiquei pensando. E se a gente fosse um dia num lugar… só pra conhecer, olhar?

- Lugar, Luma...

- É. Um lugar diferente, mas sem fazer nada. Só pra sentir a “vibe”. Ver como é na vida real.

Cortez ergueu a sobrancelha:

- Que lugar?

- Tem um clube na cidade vizinha… chama “Imperium”. É um clube de... É um clube liberal, de swing, de gente de cabeça aberta. Mas tem gente de todo tipo lá também: Casais liberais, casais normais, enfim… dizem que tem até uns quartos especiais lá, de vidro, pra quem gosta de se exibir e para quem gosta só de assistir.

Ele ficou em silêncio por uns segundos. Luma o observava e ele a ela. Ela se sentou sobre seu colo e já sentiu o pau dele duro, pulsando por dentro da calça, quase latejar ao seu contato:

- Você quer ir lá… pra assistir? - Repetiu ele, buscando uma confirmação.

- Sim. Só assistir. - Ela mordeu o lábio e encostou a testa na dele. - Mas confesso que também fico molhada imaginando você sentado num sofá, me vendo dançar com outro homem… talvez sendo tocada por ele...

Cortez a olhou com um pouco mais de seriedade e ela contornou:

- Só tô imaginando, tá?

- Sei... - Cortez respirou fundo.

Mas a ideia era excitante. Era uma novidade e tanto para a vida do casal. Aliás, a recente curiosidade de Luma estava dando um gás novo para eles e ele não podia negar que o sexo estava muito melhor, talvez até melhor do que no início da relação. A excitação então foi vencendo o desconforto:

- E se eu não topar te ver com outro? – Ele perguntou.

- A gente não faz.

- E se eu topar, mas me arrepender depois, digo, não gostar de ver na real?

- Aí a gente para na hora e ficamos só eu e você, ou voltamos pra casa. Ninguém pode obrigar ninguém, amor. Sexo é algo para ser curtido, não imposto. Mas… - Ela desceu a mão e apertou o pau dele por cima da calça, fazendo ele gemer: - Eu acho que você vai gostar sim, e muito, cor-no.

Cortez não aguentou mais e jogou a esposa de quatro no sofá. Levantou sua camisola e a viu ali toda entregue, nua e molhada:

- Sem calcinha, Luma!? Safada...

Naquela noite eles transaram de novo no sofá. Cortez a penetrou sem piedade, até o fundo, fazendo Luma gozar de imediato, algo que nunca havia acontecido antes. Ele a bombou como se quisesse marca-la, talvez imprimir nela um certificado de propriedade mental para não perde-la de vez na noite liberal.

Depois, Luma o cavalgou com força, chamando-o de corno várias vezes, descrevendo como um homem alto e bem-dotado iria dançar com ela e a foder bem na frente dele, sem que ele pudesse fazer nada. Quando ele estava para gozar, Luma saiu de cima e se ajoelhou a sua frente, colocando a cabeça de seu pau na boca e acariciando o restante com a mão, como uma punheta, uma maldita e deliciosa punheta. Cortez gozou como há muito tempo não gozava, inundando a boca da esposa ao ponto de vazar pelas laterais e escorrer até seus seios.

Quando terminaram, Luma deitou a cabeça no colo dele, o rosto bem ao lado do pau que havia acabado de chupar e sussurrou:

- No próximo sábado vai ter uma festa temática lá, uma tal de “Cuckold Night”. Quer que eu pegue mais informações para decidirmos se vamos nessa ou em outra?

Cortez ficou quieto por quase um minuto inteiro, alisando os cabelos de Luma. Depois, com a voz baixa disse:

- Pode pegar. Mas a gente vai nessa mesmo. Se vamos só para conhecer, não vejo problema algum ir nessa ou em outra.

Luma sorriu embaixo dos próprios cabelos. Sentia-se vitoriosa e ao mesmo tempo temerosa, e isso ela não entendia o porquê.

Nessa mesma noite, quando Cortez já dormia ao seu lado, ela pegou o celular e entrou num grupo descrito como “Meninas Super Poderosas”. Mandou uma mensagem para um único contato que tinha adicionado dias antes:

“Está acontecendo do jeitinho que você explicou. Acho que meu marido está quase pronto. Nós vamos na festa do próximo sábado. Mas é só para observação, por enquanto. Acho melhor assim, porque quero ver como ele reage.”

A resposta veio rápida de um tal de Dom Black, que se dizia administrador do grupo:

“Perfeito. Vou reservar uma mesa especial para vocês, bem perto do palco. Se quiserem curtir mais reservadamente, tem um quarto privativo com visão pro salão principal, pago à parte. Seja bem-vinda ao meu mundo, Luma 😉”

Ela leu as mensagens e sorriu. Sentiu uma vibração diferente percorrer todo o seu corpo, acabando bem no meio de suas pernas. Depois, apagou as mensagens e se deitou ao lado do marido.

Ela sabia que uma porta estava se abrindo. Só não sabia aonde essa porta iria dar exatamente e quais os monstros que ela poderia revelar.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 365Seguidores: 733Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Eita ! Essa Luma é esperta e não da ponto sem nó. O Cortez não contava com a astúcia dela,e logo pode mudar de nome para Cornez.kkk

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Acho que ela vai descobrir que está sendo manipulada.Muito bom.

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Começou a putaria, vamos ver o comportamento do cor-no ou quase corno, ainda.

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