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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 11

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 3986 palavras
Data: 29/06/2026 07:22:39

Artur abriu a porta e assim que Cortez iniciou a passagem, viu uma cena que ficaria marcada para sempre em sua memória.

Sobre a cama, Luma estava posicionada como uma cadela, de quatro, a bunda bem empinada, enquanto Dom a montava como um cowboy. Ele a bombava selvagemente, o som tomando conta do ambiente. Cortez paralisou de imediato e Artur apenas colocou uma mão sobre seu ombro, fazendo-o entrar, mas também lembrando-o de que estava ali. Cortez não precisava entrar, pois conseguia ver muito bem de onde estava o pau de Dom entrar e sair de Luma como um pistão de motor. Luma delirava, gemendo, dizendo coisas ininteligíveis. Foi então que uma voz se fez audível:

- Seu marido chegou... – Disse Dom, com uma voz neutra, parando de estoca-la.

Luma sequer levantou a cabeça:

- Só... não me... atrapalha! – E gritou: - Agora me fode, Dom. Me faz gozar de novo!

[CONTINUANDO]

- Não quer que seu marido assista, minha delícia? – Insistiu Dom, malicioso.

- Me fode! Só me fode... Esquece que eu tenho marido e me fez gozar, meu Dom gostoso! – Berrou Luma.

- Mas você já não gozou?

- Gozei... Mas quero mais! Me fode. Arregaça a minha bucetinha, Dom. Fode!

Cortez fechou o semblante e, naquele momento, tentou avançar sobre a esposa, mas Artur o segurava forte pelo ombro:

- Não. Não faz isso. Não atrapalha eles. Não quero ter que te derrubar.

- Você... ouviu o que ela disse? – Cortez balbuciou.

- Ouvi. É normal. É só o tesão falando mais alto. Respira fundo e assiste. Depois você conversam com calma.

Dom voltou a bombar a buceta de Luma de forma vigorosa. As batidas voltaram a inundar o quarto, bem como os gemidos dela. Artur fechou a porta da suíte, puxou uma cadeira e colocou Cortez sentado, ficando ao seu lado.

Foram bons minutos até Luma começar a tremer sem controle, tentando fugir do empalamento que lhe submetia Dom. Este a segura pela cintura com firmeza e não a deixou escapar. Quando ela parou de tremer, ele voltou a bombar ainda mais forte e rápido, fazendo Luma urrar descontrolada:

- Ahhhhh! Ahhhh! Ahhhhh!

Foram novamente bons minutos até Dom enrolar os cabelos de Luma com uma mão e levantar sua cabeça em sua direção, quase encostando a boca em seu ouvido:

- Minha vez. Onde quer que eu goze, minha putinha safada?

- Onde você quiser, mestre. Eu sou sua, toda sua.

- Boa resposta.

Dom empurrou a cabeça dela de volta a cama e pressionou com um dos pés enquanto voltava a fodê-la com cadência. Nesse momento, ele encarou Cortez e sorriu sadicamente. Foram mais bons minutos nessa posição até ele falar:

- É hora de esporrar bem gostoso dentro dessa bucetinha quente.

Artur pegou Cortez pelo colarinho e praticamente o arrastou até ficarem bem próximos do casal. Dom voltou a ficar apenas montado em Luma e acelerou os movimentos, urrando:

- Ahhhhhh! Puta que pariuuuu! Que buceta gostosa do caralhoooooo!

Artur segurava o pescoço de Cortez por trás, fazendo com que ficasse a aproximadamente meio metro da buceta e do pau do Dom. E foi dali que ele viu Dom gozar, seu pau dando coices dentro da buceta da esposa, o saco se contraindo enquanto a porra esvaziava dali para a buceta, o cu dele piscando enquanto ele ainda gemia. Cortez poderia ter contado os espasmos, mas não fez. Só sabe que não forma poucos.

Quando Dom se deu por satisfeito, ele puxou lentamente o pau para fora, só para Cortez ver uma quantidade surreal de porra vazar para fora, esbranquiçada, espessa. Luma, quase imediatamente, tombou sobre a cama, exausta e o pior, estranhamente satisfeita.

Dom deu dois toques no ombro de Cortez e disse:

- Se quiser chupá-la, fique à vontade. Seu Dom não é tão insensível ao ponto de impedi-lo de fazer isso. Ele sabe compartilhar seu néctar.

Vendo que Cortez permanecia apático, congelado, olhando para a bunda reluzente de sua esposa, Dom teve uma ideia. Rapidamente olhou de relance para Artur e foi até um barzinho localizado ao lado de poltrona, onde se serviu de uma dose de uísque e trouxe outra para Cortez, dupla e sem gelo. Bateu de leve em seu ombro. Cortez o olhou ainda atordoado e viu o pau a centímetros de seu rosto. Dom notou e ainda brincou:

- Trouxe algo para você beber, mas não será da minha fonte. – Esticou o copo em sua direção e mandou: - Bebe! Você está precisando relaxar.

Cortez virou o copo de vez, nem careta fazendo. Dom se sentou na beirada da cama, o pau ainda meia bomba, grosso, veiúdo, brilhando dos líquidos da Luma. Acariciou então a panturrilha dela, sempre olhando para Cortez:

- Você está bem?

Como não recebeu resposta alguma, insistiu:

- Cortez! Você... está... bem?

Só então Cortez respirou fundo e passou a mão pela testa, notando que estava úmida, o suor brotando aos montes. Olhou então para Dom que continuava atento a ele e levantou os ombros. Dom olhou para o segurança:

- Artur... Por favor, traz mais uma dose caprichada para o meu amigo, Cortez.

Artur foi e voltou rapidamente, entregando o copo para Cortez. Dessa vez, ele bebericou olhando novamente para Luma que ainda jazia ali, apenas o peito dando sinais de que ainda estava viva. Dom insistiu uma vez mais:

- Cortez! Fala alguma coisa?

- Por que... Por que vocês fizeram isso comigo?

- Isso, o quê, meu caro?

- Isso! – Ele apontou para Luma, sem saber se explicar: - Isso! Porra! É... É a minha esposa, cara. Como você faz... isso?

Dom o encarou em silêncio por um instante. Então, quase falando terapeuticamente começou:

- Vocês queriam e vieram até mim. Eu não obriguei ninguém a fazer nada. Eu posso tê-los instigado, mas a iniciativa partiu de vocês, meu caro. Nada do que aconteceu aqui foi forçado. Não houve crime. Houve tão somente um casal que se entregou a um gostoso momento de sexo. – Ele deu um leve tapa na bunda de Luma e insistiu: - E bota gostoso nisso, né não, Luma?

Ela nada falou, parecendo dormir pesadamente após aquela cena tórrida de sexo. Cortez balançava negativamente a cabeça, mas agora já conseguindo encarar Dom com algum sentimento, um que parecia nascido do fundo da alma, um que nenhum dos dois parecia disposto a assumir:

- Cada casal possui uma dinâmica única. Em alguns, o homem é mais dominante. Noutros, é a mulher. Em alguns, é bastante equilibrado. Quando Luma pediu para termos esse momento a sós, imaginei que ela seria a dominante e você o passivo. Eu só aceitei realizar essa fantasia dela que imaginei ser do casal. Talvez vocês precisem conversar melhor para definir essa questão, estabelecer esses limites, acharem esse equilíbrio, entende?

- Por que você proibiu todas as mulheres de ficarem comigo? Me senti como um leproso...

- Porque imaginei que fizesse parte da fantasia do casal, você ser submisso. Então, emasculá-lo foi uma iniciativa minha para extrapolar o limite dessa submissão.

- Mas se eu queria ficar com outra, não teria ficado claro eu não ser submisso?

- Nem sempre. Você poderia apenas estar tentando se vingar de sua esposa e isso criaria uma desavença desnecessária entre vocês.

- Já criou. Ela me excluiu. Ela... – Cortez suspirou e olhou para o copo de uísque em sua mão: - Eu já não sei de mais nada. Acho que... já era...

Dom olhou rapidamente para Luma para se certificar de que ela não havia escutado aquilo. Então, ele se levantou, foi até sua poltrona e pegou um roupão, vestindo. Voltou até Cortez e lhe deu um toque no ombro:

- Vem, Cortez. Vamos conversar mais reservadamente. Vamos deixar a Luma descansar. Artur tomará conta dela.

Uma ideia macabra passou pela cabeça de Cortez. Se ele e Dom ficariam sozinhos, poderia ser a sua chance. Ele se levantou e o viu dando algumas instruções a Artur. Depois saíram pelo corredor e foram até seu escritório. Quando Cortez pensava em partir para uma briga, Dom o abraçou de lado pelo ombro e disse numa voz paternal:

- Deixa disso, homem. Eu imagino que tenha sido uma cena um pouco chocante a que você acabou de presenciar, mas não foi nada que você e ela já não tivessem imaginado antes. Ela mesma me contou que vocês fantasiavam algo assim há tempos. Vem, amigo, senta aqui. Deixa eu te servir outra dose.

Cortez ficou confuso e assim ficou até ser acomodado num sofá. Dom foi até um barzinho e serviu duas outras doses, trazendo uma para Cortez. Sentou-se ao seu lado e pediu:

- Por favor, me diga o que você está sentindo.

- O que!?

- Põe pra fora, Cortez! Fala o que está agoniando você. Deixa eu ouvir para tentar te ajudar a ajustar isso aí dentro.

Cortez desviou o olhar, bebeu um gole de uísque e voltou a encarar Dom, fuzilando-o com o olhar ferido:

- O que eu sinto? Eu... Eu sinto uma vontade imensa de enfiar a mão na sua cara.

- E por que, meu caro? Eu fiz algo que vocês não esperavam, ou não queriam?

Cortez desviou novamente o olhar, perdendo-se numa parede vazia ao lado. Por segundos, pensava e se perdia pensando em nada e em tudo. Seu raciocínio estava confuso, turbado. Ele suspirou fundo e disse:

- É a minha esposa, cara. Minha! Ou era. Não sei mais...

Uma lágrima brotou de seu olho. Dom notou e deu um tempo para ele se acalmar. Então, falou:

- Ela não deixou de ser sua esposa. Aqui, nos meus domínios, ela é minha. Mas lá fora, na vida real, ela continua sendo a sua esposa. Diz pra mim, em algum momento lá fora, ela te desrespeitou, te tratando como corno, ou como um homem fraco, ou submisso?

- Na cama... Ela já falou sim. Corno... Já...

- Certo. Na cama, na intimidade de vocês. Ok... E fala pra mim, não é bom quando ela brinca com essa situação, fantasiando você e ela, e outro, ou ela e outro com você assistindo?

- É. Mas...

- É. A resposta é sim. Ótimo... – Dom bebeu um gole e continuou: - Hoje, quando você me assistia fodendo aquela bucetinha rosada... Você não ficou nem um pouco excitado?

Cortez se calou, buscando a resposta primeiramente para si. E o que obteve foi uma claro e simples “não sei”. Ele não se lembrava de ter ficado com o pau duro, excitado, ou algo do tipo. Apenas surpresa, acompanhada de mágoa e algo que ele não conseguia entender direito. Aquela mesma resposta brotada em seu consciente veio a sua boca:

- Não sei...

Dom se calou um pouco novamente, analisando o semblante de Cortez. Então, lhe deu um tapa nas costas:

- Cortez, é o seguinte... Luma nasceu para ser submissa a um dono que não o marido. Senti isso nela na primeira vez que a vi. Você ainda é um incógnita para mim. Não consegui decifrar se você é só um marido submisso a ela, e consequentemente, a mim, ou se você é um marido liberal, que será também ativo com outras mulheres. Talvez isso esteja causando essa sensação estranha que você está sentindo: você ainda não se localizou nesse mundo de fantasias.

Cortez o encarou surpreso. Pela primeira vez desde que o conhecera, ficou surpreso com sua análise, pois, de certa forma, era exatamente assim que ele se sentia. Dom notou que o havia fisgado e sorriu:

- A gente precisa descobrir...

Dom foi até a sua mesa e pegou um telefone, discando um número. Começou a falar com alguém e aguardou por instantes, olhando para Cortez enquanto bebericavam ambos seus copos. Logo, a resposta surgiu e ele sorriu:

- Ótimo, Karina! Peça para ela se preparar, porque irá participar de uma festinha a quatro: eu, ela, e meus amigos Cortez e Luma. – Calou-se brevemente e fez uma cara entediada: - Ele é problema dele mesmo! Só a Rutinha me interessa. Se ele quiser assistir, que assista. Mas já diga que ele não participará ativamente da sessão.

Dom desligou e voltou a se sentar ao lado de Cortez. Um sorriso não saia de seu rosto:

- Hoje, vamos descobrir qual é a sua, meu amigo! Vamos fazer uma experiência a quatro: eu, você, Luma e uma delícia de preta chamada Rute. Tenho certeza de que você irá gostar.

- Rute?

- É. Rute... – Dom bebericou seu copo ainda sorrindo: - Linda de matar! Passista de escola de samba. Sabe... peitão, bundão e cinturinha!? E como rebola, então! Cortez você vai se matar de gozar naquela preta gostosa. Confie em mim...

Dom retornou para junto de Cortez, sorrindo como se tivesse acertado na loteria. Cortez ainda segurava o copo de uísque quase vazio, o olhar perdido entre a mesa e o chão:

- Rute vai adorar você. Tenho certeza... - Disse Dom, batendo duas vezes na coxa dele como se fossem velhos amigos: - Agora vamos voltar. Sua esposa já deve ter descansado o suficiente.

Quando entraram novamente na suíte, Luma estava sentada na beira da cama, enrolada em um lençol de seda preto. Seus cabelos estavam bagunçados, a maquiagem borrada, mas havia um brilho diferente em seus olhos. Ela olhou para Cortez por um segundo curto demais antes de desviar o olhar.

Dom não perdeu tempo:

- Levante-se, minha querida. Quero que você tome um banho rápido e volte. Temos mais uma aula hoje.

Luma obedeceu sem questionar. Quando saiu do banheiro, vinte minutos depois, vestia apenas a cinta-liga preta e as meias sete oitavos. O tornozelo com a delicada tornozeleira brilhava. Parecia outra mulher embora fosse a mesma.

Dom fez um gesto e Artur abriu a porta. Uma negra linda, de sorriso branco e reluzente, já esperava do lado de fora. Luma tremeu ante a majestade daquela mulher. Ela possui atributos que poucas possuíam: um corpo de violão, com seios fartos, cintura fina e quadril largo, e uma pele que parecia perfeita, lisa e suave. Ao lado dela vinha um homem magro de óculos que sorriu com uma cumplicidade viciada para Dom, tudo no mais completo silêncio respeitoso. Artur posicionou-se junto à porta agora fechada, cruzando os braços:

- Cortez, Luma... esta é Rute. - Apresentou Dom com um sorriso vitorioso: - E aquele ali é o Sampaio, o corno dela. Hoje vamos brincar um pouco de uma forma diferente...

Luma ficou rígida e o encarou com medo. Seus olhos voltaram a percorrer o corpo de Rute enquanto ela já deixava seu vestido cair ao chão, com uma mistura clara de desconforto e desaprovação. Cortez, por sua vez, sentiu algo no estômago que só se lembrava ter sentido na adolescência. A mulher era extremamente atraente, ao ponto de dar medo. Dom percebeu imediatamente que algo parecia lhe fugir do controle:

- Cortez, Rute está aqui para você. Pode pegá-la e usá-la como quiser. Ela obedecerá você como se fosse a mim. – Dom se vira para ela e confirma: - Não é mesmo, querida? Você não fará tudo o que Cortez quiser para agradar ao seu Dom?

- Sempre, mestre. Seu pedido, é uma ordem. – Rute respondeu, com uma voz aveludada.

Rute então se aproximou de Cortez, passando a mão pelo peito dele. Luma acompanhava cada movimento, os lábios apertados. Quando Rute se ajoelhou na frente de Cortez e começou a abrir sua calça, Luma se levantou e deu um passo à frente:

- Mestre... - A voz dela saiu mais alta e inconformada do que pretendia: - Eu não quero participar disso.

Dom ergueu uma sobrancelha, surpreso:

- Não quer o quê, Luma?

- Não quero ver ele com ela. - Luma apontou para Rute sem disfarçar o incômodo: - Não assim. Não na minha frente. Se eles quiserem transar, que transem, mas... eu não quero.

Por um instante, o ar na suíte ficou mais pesado. Sampaio baixou os olhos, sabedor que uma recusa ao Dom em seu reino era quase um pecado mortal. Ele já temia pela alma da recém chegada. Artur, por sua vez, permanecia impassível, embora agora também olhasse para o Dom, curioso com sua resposta.

Dom ficou em silêncio por um segundo. Depois caminhou lentamente até Luma, segurou seu queixo com firmeza e a fez olhar para ele:

- Você está confundindo as coisas aqui, minha putinha. – E levantou o tom de voz sutilmente, mas de forma incisiva: - Aqui, quem decide sou eu! Você pediu para ficar sozinha comigo sem seu marido, e eu permiti. Agora eu decido como a noite continua. Se eu quero que seu marido foda a Rute enquanto você assiste, ele vai foder a Rute enquanto você assiste. É isso o que eu quero e é isso que vai acontecer. Entendeu?

Luma sustentou o olhar por alguns segundos. Dom fez o mesmo. Cortez, e talvez os outros, tenham notado que havia algo mais ali que simples relação de dominador e submissa. Ciúme? Orgulho? Quem saberia dizer... Depois de um tempo, Dom sorriu, quase carinhoso, e deu um tapa leve em seu rosto, o suficiente para marcar autoridade, mas sem machucar:

- De joelhos. Agora!

Luma resistiu num primeiro momento, mas logo cedeu a pressão da mão daquele homem em seu ombro. Obedeceu, respirando fundo. Cortez, ainda com a calça aberta e Rute ajoelhada à sua frente, não conseguia ficar duro. Seu pau seguia meia bomba já na mão daquela preta linda. Ele olhava para Luma de joelhos e olhos marejados, olhando para Dom com uma submissão sofrida, algo que, dentro dele, o travava completamente:

- Eu... não consigo. - Murmurou Cortez, afastando Rute gentilmente: - Desculpa, mas... não quero fazer isso com ela assim.

Dom o encarou, inconformado com a recusa a seu presente. Então, balançou a cabeça negativamente e ameaçou:

- Estou te dando um presente... e você recusa!? Pois bem... Ou você fode a Rute, ou eu chamo todos os demais nesta sala para foderem a Luma. Escolha!

Era uma sinuca de bico. Se Cortez fodesse a Rute, Luma poderia ficar ainda mais abalada do que já estava, e culpá-lo por terem ido tão longe. Mas se não fodesse, presenciaria a todos, três homens e uma mulher, usarem sua esposa de formas inimagináveis:

- Cortez... Decida! – Insistiu Dom.

Rute tentou novamente, colocando o pau de Cortez na boca, mas ele deu um passo atrás, balançando a cabeça negativamente:

- Querido... Se ficar comigo, será um mano a mano. Se não ficar comigo, serão quatro contra uma. Não conheço vocês, mas acho que sua esposa ainda não está pronta para isso. – Disse Rute, olhando nos olhos de Cortez.

Cortez nada respondeu. Estava perdido. Dom observou a cena por um momento, depois fez um gesto para Rute se levantar:

- Venha cá, Rute. Parece que hoje o marido dela não quer brincar. Então vamos mostrar para ele o que ele está perdendo.

Sampaio também se levantou, começando a tirar a camisa, mas Dom o interrompeu:

- Não vá se animando, corno. O que eu disse não foi um convite para você. Eu apenas tentei dar um bom motivo para o Cortez se animar. Se ele não quer, eu quero. Mas você... você vai continuar aí e bem quietinho.

Sampaio deu um sorriso conformado e voltou a se sentar. Dom puxou Luma e Rute para a cama. Colocou as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas. Impressionantemente, seu pau já estava duro. Ele começou a foder Luma primeiro, com estocadas firmes e profundas, enquanto enfiava dois dedos na buceta de Rute. As duas mulheres gemiam. Luma, ainda tentava segurar os sons, incomodada com Rute, mas logo se rendeu ao ritmo de Dom:

- Olha pra sua esposa, Cortez... - Ordenou Dom sem parar de meter: - Olha como ela gosta. Você como um marido devotado, deveria estar feliz em proporcionar momento de extremo prazer assim para ela. Não é mesmo, Sampaio?

- Sem dúvida, Dom. Sou extremamente grato por você fazer minha mulher gozar sempre que quer.

- Eu sei que é, corno. Eu sei que é...

Dom puxou Luma pelos cabelos e aproximou seu rosto da buceta de Rute:

- Nova lição, Luma. Lambe essa bucetona preta, agora. Lambe.

Luma hesitou, afinal, nunca havia feito aquilo. Dom deu um tapa forte em sua bunda, ao ponto de fazê-la tremer de dor:

- Eu mandei lamber, você lambe. Porra!

Luma obedeceu. Timidamente no começo, depois com mais entrega, ao sentir que o sabor dali não era tão diferente do pau de Dom. Ele, inclusive, voltava a fodê-la por trás. Rute gemia alto, segurando a cabeça de Luma contra sua buceta. Cortez assistia tudo paralisado, mas com o pau dando sinais de endurecer, afinal, a imagem da esposa chupando outra mulher enquanto era comida por Dom era devastadoramente excitante.

Dom passou a alternar entre as duas várias vezes. Fodia uma, mandava a outra chupar, depois trocava, e vice-versa. Em determinado momento, fez Luma sentar no rosto de Rute enquanto ele fodia sua boca. Os gemidos das duas se misturavam.

Cortez permanecia de pé, próximo da cama, assistindo cada instante. Artur, de vez em quando, olhava para ele com um leve sorriso de canto de boca. Sampaio, na poltrona, apenas observava em silêncio, alisando o pau por sobre a calça, visivelmente excitado com a cena.

O “gran finale” veio com Dom colocando as duas de quatro, lado a lado. Alternou as penetrações entre uma em outra por um tempo sem igual, dando-lhes tapas nas bundas durante todo o momento. Quando finalmente gozou, fez questão de esporrar por cima da bunda de ambas, com uma quantidade de porra surreal novamente. O quarto cheirava a sexo e suor. As duas mulheres encostaram as laterais de suas bundas e ali ficaram, exaustas, corpos colados e com as respirações descompassadas.

Dom se aproximou de Cortez, ainda nu, o pau brilhando:

- Viu? Quando você hesita é isso que acontece: Você perde...

Ele foi até o banheiro, onde ficou um tempo, tomando uma ducha. Cortez não sabia o que fazer. Já Sampaio foi se prostrar de joelhos ao lado da cama, parabenizando sua esposa pela linda cena de sexo. Quando Cortez voltou, ele riu da cena de Sampaio e deu dois tapinhas no ombro de Cortez:

- Amanhã vocês conversam em casa. Hoje ela dorme aqui comigo. Artur, leve o Cortez para o quarto de hóspedes e garanta que ele seja bem atendido.

Luma, ainda deitada, virou o rosto para o marido. Seus olhos estavam vermelhos, cansados, mas havia algo indecifrável neles. Não era arrependimento. Não era culpa. Ou era um pouco dos dois. Enfim, era uma confusão, certamente. Cortez saiu da suíte escoltado por Artur, sem dizer uma palavra.

Durante o curto trajeto até o salão, Artur perguntou:

- Prefere já ir para o quarto, ou curtir um pouco mais a noite, senhor Cortez?

Cortez o encarou por um segundo:

- Curtir? Essa palavra é bem estranha pra mim, Artur.

- Eu entendo. – Respondeu Artur, dando um tapinha em suas costas: - Quarto, então?

Cortez apenas acenou positivamente com a cabeça. Logo, chegaram a um corredor com várias portas, donde vinham gemidos, sons de batidas, enfim, de sexo. Cortez encarou Artur por um momento até ele falar:

- São... quartos para casais, ou grupos de casais. Para ficarem mais... reservados, se é que me entende?

- Entendo.

- Também tem umas moças que atendem por preço certo. Caso o senhor queira, eu posso indicar uma ou duas muito pouco... rodadas? – Perguntou Artur, sorrindo de canto.

- Profissionais autônomas? – Retrucou Cortez, sorrindo de forma camarada.

Mas então, veio uma informação que ele não esperava:

- Algumas são mensalistas, até moram aqui...

Artur destrancou a porta e Cortez entrou. Ainda perguntou se ele precisava de alguma coisa, mas ele negou. Cortez deitou-se na cama e só conseguiu cochilar horas depois, quando os sons de sexo praticamente terminaram, certamente com a o expediente daquela madrugada.

No carro, voltando para casa, Cortez dirigia em silêncio absoluto, enquanto Luma dormia, ou fingia dormir, ao seu lado. As imagens não saíam da cabeça: Luma de quatro, lambendo a buceta de Rute enquanto Dom a fodia. Aqueles gemidos... Aquela maldita entrega...

Ele apertou o volante até os dedos doerem. Ele olhou para o lado, mas Luma seguia apagada. Mas a conversa seria inevitável. E dessa vez, nenhum dos dois conseguiria fingir que estava tudo bem.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 374Seguidores: 755Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Os detalhes espalhados são de um Escravo Sarjeta no Armário e uma Domme que está fazendo um jogo incompreensível, Luma tem um sentimento de posse com o Cortez, esses são os detalhes que eu vejo, qual a finalidade desse jogo de cartas marcadas ainda não se sabe, não houve detalhes suficientes, uma coisa é certa e já falei sobre isso, esse conto não tem nada a ver com Liberal, o Termo HotWife eu até utilizei, mas com certeza não se aplica a Luma, ela está utilizando o Fetiche do Cortez de possivelmente ter uma HotWife e exatamente por ter um viés Liberal, nem de Cuckold seria, mas ela está utilizando esse desejo Liberal dele para transformá-lo em Escravo, o quanto ela está evoluída e envolvida com o Dom , é um mistério ainda, mas os detalhes já indicam e até posso afirmar que a Luma está encenando uma submissão total ao Dom, porém eu arrisco a dizer que a hierarquia dela é equivalente ou até mesmo superior ao Dom.

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Meus caros...

Vocês estão hiperfocados na questão do casal ser ou não liberais e da forma como estariam se liberando.

E estão esquecendo de analisar os "detalhes" que estão esparramados aos montes pelo conto.

Detalhes... Atenção aos detalhes...

Detalhes...

Detalhes...

E só pra constar, tem um dedo imenso da Nanda neste conto, uma mão cheia deles. Ela gosta dessa "vibe" e fez questão de "ajudar" nos detalhes mais pitorescos.

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Amigos de Armas do FUCDC,

Em virtude do grande sucesso de nossa iniciativa, onde todos estão teorizando loucamente, venho propor a seguinte situação:

A partir de agora não teremos membros honorários, mas colaboradores espalhados em todo Universo do CDC. Todos são amigos e bem vindos!

Ficaremos somente com os membros raízes e a única exceção será Clodoca, pq FUCDC sem o Clodoca não é FUCDC!

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Confesso que como mulher,se um dia meu marido ver eu transar com outro homem e consentir,vou humilhar até o fundo da alma.cortes teve chance de transar com outra em colocou o galho de tro,mostrou que e o mas baixo dos homens,um zero

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Oxe! Nada disso, ele se mostrou mais fiel que ela ,pois era só o desejo dele vê la com outro e não ambos terem prazer com parceiros diferentes.Embora ela merecia que ele retribuisse ,pois o humilhou e se deixou levar pelos gracejos ,elogios e modo de trata la e foi logo fazer sexo com o Don quando o trato não era esse.

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Como eu disse anteriormente...a protagonista é a Luma. A história é contada pelo marido, onde vemos toda uma contradição emocional que não faz sentido escrever apenas para "enganar" o leitor.

Isso eu acho parecido com a outra história. Mas não sei os reais motivos dela estar fazendo isso. Mas há algo aí.

Agora, sinceramente, as atitudes do Cortez não condizem com a realidade. Eu nem tô que ele deveria ficar com a outra garota, isso só mostra o seu caráter...mas ele aceitar esse papinho e essa explicação meia boca do cara...

Esse era meu medo. O Mark se "esquecer" o que um cara como ele, apesar das fantasias, alguém ainda não preparado para esse "mundo" pensa ou agiria.

Ninguém ficaria tão tranquilo...ninguém aceitaria isso com tanta facilidade. É só pensar um pouco...se quem manda nos domínios do dom é ele, como achar que ele se surpreendeu com o pedido da esposa e como aumentar ainda mais esse suposto desejo do casal pela submissão esposa/marido, que nunca tinha aparecido na história???

Sinceramente...o Mark p mim é um dos melhores...mas as vezes é um pouco difícil engolir algumas coisas.

Mas não vamos nos precipitar, vamo ver o que virá dessa conversa. Ela definir o futuro do casal, ou seja, terá mais capítulos e ainga não terminou de piorar, segundo o próprio autor....então é algo meio lógico, só precisamos saber como...

E vai definir os rumos da história TB. Dar algum tipo de justificativa ou não...concordo com o amigo...as vezes há muita forcazao para o mistério e isso faz as histórias ficará truncadas. Mas...fomos reféns de nossos próprios desejos...quem sabe jogar com isto se dá bem.

Abraço...bom dia

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Nas entrelinhas e com base no último conto, ao que tudo indica, o Cortez e a Luma estão disfarçados para desvendar um caso de prostituição, cárcere privado e extorsão. Vamos tomar o ansiolítico e aguardar. Kkkk

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Mas eles não são polícias,investigadores ou detetives,apenas pessoas comuns então sua teoria não faz sentido.

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Mais um capítulo cheio de detalhes e mistérios!

Cortez cada vez mais enigmático! Tive a impressão que Luma de alguma maneira talvez meio torta esta seguindo um roteiro.

Tambem me pareceu que DB voltou toda sua atenção para Cortez. Nisso Luma ocuoa espaço livre no plano de Cortez, se de fato existir algum plano?

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Veja meu comentário anterior, amigo Ramsés, foi o último lá pode ter ficado despercebido. Não vou escrever novamente...mas justifico pq o Cortez não é o que vcs estão pensando.

Vou resumir...o narrador em terceira pessoa pode omitir, utilizar FALAS para induzir o leitor e etc...mas não pensamentos. Ele descreve as reações emocionais e intrínsecas do marido mas não dá esposa, que é vista pelo olhar do marido sempre. Vc não mente para vc mesmo em seus pensamentos, pelo menos não nesse tipo de situação, e muito menos faria isso para enganar outras pessoas...se o narrador mente, perde a credibilidade. Não faz sentido um autor mentir para enganar o leitor. Mas personagens sim...entendeu a diferença??

Tudo que aconteceu na história, os sentimentos do cara tem que ser real...inclusive o que ele percebe dos sentimentos da esposa.

A parte dele se assustar na primeira vez, é real para ele...talvez p ela não, mas é uma situação meio difícil de enganar...teria que seu um atriz de Oscar. A parte da reação dela após o boquete forçado TB e por aí vai...a tentativa dela de reforçar deu amor, trazer o marido, confirmar que tudo ficará bem e etc....isso mostra um pessoa com sentimentos de culpa...mas que "precisa" continuar.

Neste aspecto é parecido com a puta dama...não no cruzamento das histórias como estão pensando. Pelo menos essa não parece ser a intenção.

Enfim... acabei escrevendo demais novamente...

Abraço

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Caro amigo Manfi,

Li seu comentário e estava pensando nele.

Sou obrigado a concordar com tudo o que vc escreveu e sou obrigado a discordar tbm de tudo. Me explico:

Acho que o que Mark esta conseguindo nesse conto é fazer com que cada um de nós tenhamos uma visão única da estória. Vc acha que Luma é a personagem principal e vc consegue ver isso, eu acho que é Cortez, e ybm consigo ver. Outros criaram repulsa ao conto, outros não. Uns tem em DB um vilão, outros um mequetrefe.

De forma alguma vejo qualquer tipo de desonestidade do Mark em enganar ou mentir para nós, mas vejo ele propositalmente incutindo vários caminhos, tipo um Vocè Decide, onde no final veremos só a visão dele.

É como o seu conto mais que maravilhoso, ja te disse que tenho uma dificuldade gigante de interpretar o seu texto pela forma que vc colocou o pingue pongue de Tau e Carlos, e amei o desafio.

Gosto demais quando vejo suas colocações pq sinceramente me obriga a raciocinar com mais afinco.

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Só p saber eu vou reescrever a segunda temporada...meu Pc deu pt...a terceira está salva...foi escrito em papéis devidamente guardados...kkkk

Mas vc pegou um bom exemplo...na minha história, vemos as emoções e pensamentos dos dois personagens...e como eu falei anteriormente, vc não pode mentir p vc mesmo em pensamento. Vc pensa e age , ou age por impulso....vc mentir p vc para enganar outras pessoas não faz sentido....por favor, um prof de filosofia me ajude nessa. A diferença lá é que a narração é em primeira pessoa.

Quando é em terceira pessoa. Se coloca pensamentos e reações emocionais dos personagens vc não pode mentir....veja que é diferente quando o marido analisa a reação da esposa e supõe algo.

Não faria sentido vc mentir para o leitor trazendo pensamentos e emoções vividos e não co partilhados de um personagem...o pensamento sem ação não engana, não manipula, não omite.

Um exemplo...a Luma omitir as conversas com o dom... é algo que teve repercussão na vida real....ela pensar em omitir mas não omitir...não tem repercussão...

O Cortez não está mentindo para os outros personagens...pq a gente está vendo o sofrimento dele. Inclusive quando ele está sem ninguém por perto. Não faria sentido mostrar isso se não for real.

Mas enfim...apenas a minha opinião...

Só mais uma coisa p vc pensar...como saberemos sobre as reais intenções da Luma? Quando houver uma parte em que o narrador narre com foco nela, em seus sentimentos e pensamentos......ou quando algo for descoberto.

O engraçado é que a gente tem essa percepção mas não pensa a respeito...qts vezes a gente não perder para um autor escrever na perspectiva de um personagem p saber suas motivações e etc....peguemos o exemplo da história do Carlos...a gente vê a história na maioria das vezes na visão dele...quando ele muda de perspectiva é que a história se "abre" para um entendimento mais amplo.

Nesse caso seria diferente??? Me diga, o que se fato vc viu no comportamento, reações do Cortez que te faz achar que ele está a frente de tudo??? É algo que a história mostra ou um desejo por crossover ou ir na onda do autor e sua linda rainha quando citou a outra história???

Fica a pergunta....do ponto de vista lógico não faz sentido ele ser when vc acha que ele é. Tudo seria uma grande mentira...se tudo é mentira, o que confiar nessa história??? Ou no autor???

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Agora concordo muito mais do que discordo.

Realmente tem umas coisas estranhas que me confundiram bastante. Luma no começo só falava por mensagens. Depois já não era só as mensagens, mas ela se encontrou com DB pessoalmente. Isso nos faz questionar sim a veracidade dos fatos. Sim, acho isso um precedente perigoso. Mas acredito piamente que Mark tem uma intenção escondida nessas contradições. Tenho que acreditar nisso para minha diversão como leitor fique garantida. E me divirto horrores com vcs!!

Luma no começo incutiu em Cortez uma ideia diferente de vida liberal, o cuckhold e não a submissão e foram para o caminho da submissão. Mas entretanto, nesse capitulo vemos DB se questionando se Cortez é um submisso ou se ele seria mais ativo. Acho que aí estamos começando a ligar alguns pontos.

Luma...ela é frágil, ela é forte, ela é submissa, ele é dominadora, ela é cumplice do parceiro., quem é Luma? Pode ser que seja ela a personagem principal sim, Cortez já diz que a apoia e ela diz que precisa seguir em frente.

É um prazer estarmos conseguindo aumentar o nível dos comentários e discussões!

Corre lá no Castelo meu amigo!!! Ta fazendo muita falta o Carlos e Tau aqui conosco!!!

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" Mas a conversa seria inevitável. E dessa vez, nenhum dos dois conseguiria fingir que estava tudo bem." Agora o Cortez tem que sentar o sarrafo na Luma ,ser duro ou então a moral dele vai acabar,se é que não ja acabou kkkk.

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Muito pouco saudável esse tipo de leitura, sobretudo, para quem tem problema com a ansiedade. Para mim nada faz sentido, até então.

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