Vocês deviam estar achando que depois daquilo a gente tinha explodido e começado a se pegar feito louca, né? Não rolou. A gente ficava só se beijando em beijos demorados, quentes, quase devagar de propósito. Eu sentia o corpo dela quentinho colado no meu, o cheirinho do cabelo ainda molhado do banho entrando no meu nariz toda vez que ela inclinava a cabeça. E tinha aquele sorrisinho que nascia no meio do beijo, franzindo os cantinhos dos olhos verdes dela.
Dias depois daquilo a gente foi pro meu quarto e eu nem esperava. De repente ela saltou em cima de mim na cama, o peso dela caindo de uma vez, quase esmagando meus peitos. Ela veio me beijar com mais fome, sem aviso. As mãos dela eram calmas, só escorregando devagar pelas minhas costas, subindo e descendo como se quisesse sentir cada pedacinho da pele. Nossos corpos claros se encostavam inteiros. Os peitinhos dela roçavam nos meus toda vez que ela se mexia, e eu sentia os biquinhos endurecerem, formigando contra o tecido da blusa. A gente ficava de propósito bem juntinha, pele com pele, deixando o calor subir devagar entre a gente.
O beijo ficou mais longo, as línguas se atrapalhando um pouco, nervosas. Ela se afastou só o suficiente pra me olhar. Os olhos dela estavam diferentes, meio perdidos, o rosto corado.
— Você tem tesão no peito? — perguntou baixinho.
Antes que eu conseguisse responder, ela colocou as duas mãos nos meus peitos ao mesmo tempo, apertando devagar, sentindo o volume por cima da blusa. Meu arrepio veio forte, descendo direto pro meio das pernas.
— Sim… é gostosinho — respondi, a voz saindo mais fina. O calor subiu na cara. A dúvida que eu carregava há um tempo pulou sozinha: — Mas não dá pra gozar com isso… ou dá?
Ela apertou um pouquinho mais, os polegares roçando de leve nos biquinhos, sentindo eles duros por baixo do tecido.
— Acho que não. Tira a blusa aí.
Como se fosse a coisa mais normal do mundo, mesmo com o coração martelando no peito, eu segurei a barra da camisola e subi o tecido devagar até o pescoço. O ar morno do quarto bateu direto nos meus peitos, arrepiando a pele toda. Gisela sentou bem do meu lado, os olhos fixos. Ela começou a apertar devagar, os dedos testando o peso, apertando de leve, explorando como quem nunca tinha segurado uma teta na vida.
— Assim eu tenho certeza que é ruim — falei, rindo nervosa, a voz saindo tremida.
— Vamos nos chupar? — ela soltou de repente.
— Quê que tu disse?!
— O peito, garota! — respondeu, rindo.
Claro que eu deixei. Ela prendeu o cabelo atrás da orelha, se ajeitou melhor e veio com a boca quente direto pro meu mamilo. No primeiro toque senti uma mistura de cócegas e um frio gostoso subindo pela barriga. A boca dela era molhada, macia, e o calor dela me atravessou inteira. Meu corpo arrepiou todo. A gente caiu na gargalhada no começo, mas o riso foi morrendo devagar, virando respiração pesada.
— Vamos beijar primeiro… aí eu fico mais excitada e fica melhor — falei, tentando soar mais segura do que estava.
A gente se beijou de novo. Dessa vez o beijo veio mais fundo, mais molhado. Nossas bocas se abriram devagar, línguas se encontrando com calma, explorando o gosto uma da outra. O calor da respiração dela misturava com a minha, o coração dela batendo forte contra o meu peito nu. Era lento, quente, preguiçoso… como se a gente tivesse todo o tempo do mundo.
Sem pedir, levantei a blusa dela. Minhas mãos deslizaram pela pele quente da barriga, sentindo a maciez, o jeito que ela tremia de leve toda vez que eu passava os dedos. Subi devagar até chegar nos peitinhos. Eram quentes, macios, menores que os meus, mas perfeitos. Os biquinhos já estavam durinhos, rosadinhos, roçando na palma da minha mão. Cada vez que eu passava o polegar por cima eles arrepiavam mais, ficando ainda mais duros.
Eu apertava de leve, sentia o peso deles na mão, o calor que saía da pele dela. Gostava tanto daquela sensação que fiquei ali um tempão, apertando, roçando, brincando com os biquinhos entre os dedos.
No meio do beijo ela parou de repente, sentou direito na cama, prendeu o cabelo com pressa e desceu de novo. Quando a boca quente e molhada dela envolveu meu mamilo eu soltei um gemidinho baixo, quase sem querer. Era quente, úmido, macio… uma onda de eletricidade subiu devagar do peito até a barriga. Meu corpo inteiro arrepiou, os dedinhos dos pés se encolheram. A língua dela rodeava devagar, lambendo em círculos lentos, depois dava uma chupadinha suave que fazia meu mamilo ficar ainda mais sensível. Cada puxadinha com os lábios mandava um choque gostoso direto lá pra baixo, deixando tudo latejando e molhado.
Era bom demais. Quente demais. Uma sensação nova que me deixava mole e arrepiada ao mesmo tempo.
Mas ela não conseguia se concentrar. Parava toda hora, levantava o rosto vermelho, olhava pra mim com aqueles olhos nervosos e perguntava baixinho:
— Tá bom assim? Tá gostoso?
— Nãooo, você para toda hora, que saco! Quando fica bom você faz uma pergunta idiota… — reclamei, rindo.
— Ahm, desculpa… eu só quero saber se tá bom.
— Deixa que eu faço em você, aí você vê como é e para de perguntar — falei, fingindo uma autoridade que eu não tinha.
Ela concordou sem graça, mordendo o lábio. Gisela era loira, bem branquinha, alta, parecia modelo de revista. Os peitinhos dela eram bicudinhos, rosados, e qualquer toque já deixava ela toda vermelha. Era impossível esconder quando sentia alguma coisa.
Eu me ajeitei em cima dela. Comecei devagar, beijando o pescoço quentinho, descendo até os peitinhos. Quando minha boca envolveu um dos biquinhos rosados, ela soltou um suspiro longo e o corpo arqueou de leve contra o meu. Eu chupei devagar, a língua rodeando o biquinho duro, sentindo ele ficar ainda mais inchadinho na minha boca. Depois dei uma sugadinha mais forte, puxando com os lábios. O gosto da pele dela era doce misturado com sal. Gisela gemeu baixinho, as mãos apertando o lençol.
Gostou? Eu tenho muitos contos assim, bem putinha e inclusive a continuação desse 😈 Vem ler mais no site 👇
https://www.feminivefanfics.com.br/posts/diario-de-uma-adolescente/ep-04-brincando-com-o-peitinho-de-gisela