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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 6

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2655 palavras
Data: 22/06/2026 16:54:10

Cortez ficou boquiaberto, surpreso, assustado, enfim, sem reação. Mas seu corpo teve uma que ninguém esperava naquele momento, nem mesmo Dom. Cortez simplesmente gozou dentro de sua própria calça, praticamente sem se tocar, o que ficou claro na mancha que se formou ainda enquanto Luma seguia gemendo na mão do Dom.

Enfim, extenuada, Luma deixou-se entregue sobre o Dom, gemendo baixinho seu nome em seu ouvido:

- Do-Dom... Ai... O... O que... foi isso?

Cortez só então notou o que havia feito a si mesmo. Levantou-se atordoado e foi até uma porta lateral semiaberta de um banheiro. Tentou se limpar, mas era impossível esconder aquela mancha, aquela vergonha. Voltou apenas para ver Dom cochichando algo no ouvido da Luma, enquanto ela anuía. Cortez soube, naquele momento, que a noite ainda não havia terminado.

[CONTINUANDO]

Luma encarou o marido com um olhar safado, os olhos ainda brilhando de tesão, praticamente suplicando para permitir que ela fosse além de tudo o que haviam combinado. Seu rosto estava ainda corado pelo orgasmo recente. Seu corpo estava brilhando levemente pelo suor incontrolável. Ela estava prestes a continuar. Só esperava seu retorno. Ela queria que ele visse, que acompanhasse tudo, até o fim.

Só que, quando seus olhares se cruzaram de verdade, algo mudou no rosto dela. O sorriso malicioso desapareceu aos poucos, dando lugar a uma preocupação verdadeira. E havia razão, pois o que viu em Cortez não foi mais excitação, nem tesão acanhado, ou receio contido. Foi dor. Foi uma vergonha pura, imensa, um verdadeiro constrangimento que vinha da alma. O homem à sua frente a quem havia jurado amar, parecia menor, parecia um lutador nocauteado por sua própria luva.

Luma sentiu um aperto no peito. Delicadamente, afastou a mão de Dom que alisava sua coxa e se levantou de seu colo, sem dizer uma única palavra. Caminhou meio ressabiada até o marido e tocou de leve o seu rosto. Algo não estava certo, ela sentia e agora ele sabia que era visto de verdade. Então, ela o abraçou com força, apertando o próprio rosto contra o peito dele. Cortez retribuiu o abraço, mas seus braços estavam estranhamente rígidos:

- Desculpa, amor… - Sussurrou ela, a voz baixa e arrependida: - Eu… Eu não pensei que você não estivesse curtindo. Juro que não pensei. Eu... acho que me empolguei demais.

Cortez não respondeu. Apenas respirou fundo, sentindo o cheiro dela misturado ao doce odor de seu perfume.

Luma virou-se para Dom Black, ainda abraçada ao marido:

- Terminamos por hoje, Dom. Obrigada pela noite, mas já chega.

Dom ergueu uma sobrancelha, o sorriso dominador ainda presente:

- Tem certeza, minha linda? Porque a sua buceta ainda está latejando. Eu senti e sei que você também. Podemos ir mais devagar se quiserem, respeitar mais os limites do seu corno…

- Por favor... Não o chame de corno. - Ela o interrompeu de forma firme, pela primeira vez naquela noite usando um tom que não admitia discussão: - Obrigada, de verdade. Mas agora queremos ir embora.

Dom observou os dois por alguns segundos. Percebeu que se insistisse, poderia estar criando um bloqueio, uma muralha que o impediria de chegar ao casal. Deu de ombros com elegância, como se aquilo fosse apenas um detalhe e sorriu:

- Como quiserem, meus queridos. Vocês são o casal aqui.

Ele se levantou, ainda sem camisa, e aproximou-se dos dois. Então, olhou para Cortez:

- Venha comigo até ali um instante, caro Cortez. - Apontou para uma porta lateral. - Eu sempre tenho alguma roupa guardada pra emergências e apesar de eu ser um pouco maior que você, acho que alguma coisa pode lhe servir. Se encontrar alguma peça, fique à vontade.

- Não há necessidade, Dom. Já estamos de saída.

- Eu insisto. Não me faça essa desfeita. - Então Dom tocou seu ombro, sempre olhando em seus olhos: - E não se acanhe pelo que aconteceu. É mais comum do que você imagina, especialmente na primeira vez.

Cortez ainda hesitou um pouco mais, mas aceitou. Entraram num pequeno closet. Decidiu levar a própria calça suja num saco discreto que Dom ofereceu. Enquanto se trocava, Dom saiu, deixando-o à vontade. Cortez escolheu uma calça jeans preta, dobrou a barra e vestiu. Sua cinta regulou a cintura.

Quando voltou ao quarto, Luma já estava completamente vestida. Sentada na beirada da cama, conversava baixinho com Dom que estava ao seu lado. A forma como ela inclinava a cabeça, o jeito como ele sorria e acariciava levemente o braço dela… havia intimidade demais. Química demais. Não parecia conversa de quem tinha se conhecido há poucas horas e isso incomodou Cortez.

Assim que ele se aproximou, os dois se levantaram. Dom abriu um sorriso cordial:

- Venham comigo, amigos. Quero conversar uma coisa com vocês antes de irem embora.

Eles seguiram pelo mesmo corredor até chegarem numa porta no final. Dom a abriu e eles entraram numa sala ampla e elegante, o escritório particular de Dom. Sofás de couro escuro, uma mesa grande de madeira nobre, luz indireta e uma parede de vidro que dava vista para o salão principal do clube compunham o restante do ambiente.

Dom indicou o sofá para o casal e sentou-se na poltrona à frente deles. Ofereceu-lhes uma bebida, que foi recusada naquele momento. Então, cruzou as pernas e ficou em silêncio por alguns segundos, observando os dois.

O silêncio que deveria acalmar, deixava tudo mais tenso. Havia um peso estranho. Havia questões estranhas. Havia mais do que Cortez esperava ter encontrado naquela noite.

Finalmente, Dom Black falou, com a voz calma, quase amistosa, mas ainda carregada de autoridade:

- Vocês dois são interessantes. De verdade. A maioria dos casais que vem aqui pela primeira vez ou foge correndo… ou pula de cabeça sem pensar nas consequências e se destrói em pouco tempo. Vocês formam um bonito casal “Nem-Nem”: nem um, nem outro.

O casal sorriu com aquela análise. Ele continuou:

- Você, minha linda, tem fome. Muita fome... - Olhou para Cortez agora: - E você, meu caro Cortez… tem medo. Mas também tem curiosidade. E tem uma coisa que poucos maridos tem coragem de assumir: prazer em ver sua mulher gozar na mão de outro.

Cortez avermelhou e baixou o olhar por um instante. Luma sorriu, olhou para ele e apertou sua mão. Dom continuou:

- Quero fazer uma proposta honesta. Só um instante...

Dom pegou dois cartões pretos da gaveta e os colocou sobre uma mesa de centro. De um lado, apenas uma letra “I” dourada com uma coroa acima, a logomarca da Imperium. Do outro, apenas os escritos VIP, Dom e um número de celular:

- Um para cada. Acesso VIP. Podem voltar quando quiserem. Sem taxa de entrada, sem consumação mínima. Faço questão de recebe-los novamente, e adorarei ensiná-los tudo o que sei desse delicioso meio liberal.

- Dom, eu não sei... - Resmungou Cortez.

- Faço questão! Quero que voltem, nem que seja para sermos apenas amigos.

Dom se recostou, olhando alternadamente para os dois:

- Mas, independentemente do que decidam, antes de aceitarem ou recusarem… quero que sejam sinceros um com o outro. Vocês precisam conversar sobre o que querem e o que suportam. - Seus olhos fixaram-se em Cortez novamente: - Porque o que aconteceu hoje, não vai desaparecer, Cortez. Você vai sonhar com isso. Você vai se masturbar pensando nisso. E vai sentir vergonha toda vez, achando que é errado. Eu já te digo de antemão pela minha experiência, nada é errado se o casal está de comum acordo. A pergunta que você deveria se fazer é: até onde está disposto ir para ver sua mulher feliz.

Cortez balançou a cabeça inconscientemente, concordando com sua ponderação. Dom continuou:

- E você, minha doce Luma, precisa também se questionar se tudo é justificável, mesmo com o risco de perder o homem que diz amar.

Vendo que o casal agora o encarava com olhos arregalados, surpresos, Dom sorriu. Então se levantou e abriu a porta para eles:

- Pensem com calma. Vocês tem meu contato. A porta agora estará sempre aberta para vocês. Se decidirem voltar e eu espero que assim decidam, eu estarei esperando.

Cortez pegou os cartões, os colocou no bolso e apertou a mão de Dom, despedindo-se. Luma, por sua vez, foi até Dom e o abraçou. Ele perguntou se não ganharia um beijinho sequer e ela lhe deu, na bochecha, aliviando o que poderia piorar ser uma situação constrangedora.

A viagem de volta foi um verdadeiro tormento. Ouvia-se o som do motor e uma rádio qualquer, e, de vez em quando, o suspiro baixo de um dos dois. Luma tentou segurar a mão dele duas vezes. Na segunda, Cortez puxou a mão suavemente, fingindo precisar manter a atenção na direção.

Quando chegaram em casa, o silêncio se tornou ainda mais denso. Luma tirou os saltos na sala e ficou parada, olhando para Cortez, como se esperasse algo. Ele só trancou a porta e foi direto para o quarto, sem sequer olhar para ela. Luma o seguiu e teve uma ideia:

- Amor… vamos tomar um banho juntos para relaxar? - Perguntou ela, com a voz baixa e cautelosa.

Cortez parou na porta do banheiro da suíte, sem virar o rosto:

- Prefiro tomar sozinho hoje, Luma.

Luma sentiu o peito apertar, mas não insistiu. Apenas assentiu e ficou ali, vendo a porta do banheiro se fechar. Sentou-se então na beirada da cama e uma lágrima rolou por sua face.

No banheiro, Cortez trancou a porta e tirou a calça jeans emprestada por Dom. Sua calça estava embolada no saco plástico e ainda cheirava a sêmen seco. Ele a olhou por alguns segundos antes de jogar no cesto de roupas sujas.

Entrou no boxe e ligou o chuveiro quente, quase escaldante. A água bateu em sua nuca e escorreu pelo corpo. Ele apoiou as duas mãos na parede e baixou a cabeça, pensando “Será que estou fazendo a coisa certa?” As imagens voltaram com tudo: Luma nua no colo de Dom, gemendo, rebolando, gozando com força enquanto o chamava de corno, enquanto ele estava ajoelhado ao seu lado da poltrona, pedindo para outro homem fazer sua mulher gozar:

- Não acredito que eu pedi isso... - Resmungou Cortez para si mesmo, dando um sorriso sarcástico, mas doloroso.

Mas o pior ainda não foi isso. Foi ele próprio ter gozado na própria calça sem sequer ter se tocado. Cortez imaginava que tinha o controle de tudo, mas naquele momento, naquele maldito momento, descobriu que não tinha controle sequer sobre si mesmo. Ele não só se sentiu menos homem, sentiu-se como um adolescente punheteiro tendo a sua primeira vez.

Lágrimas se misturaram à água quente. Ele não sabia se chorava de vergonha, raiva de si mesmo ou medo do que aquilo significava para o futuro. Medo de que Luma tivesse gostado mais do toque dele. Medo de que uma parte dele próprio quisesse ver mais. Medo de nunca mais conseguir olhar para ela da mesma forma.

Ficou muito tempo ali, até a pele ficar vermelha. Quando saiu, o banheiro estava cheio de vapor.

Luma ainda esperava sentada na cama. Assim que ele saiu, ela o encarou por um breve momento, mas nada disseram. Então, ela se levantou e entrou no banheiro, fechando a porta atrás de si.

Sob o chuveiro, Luma deixou a água cair sobre o rosto. Seu corpo ainda guardava lembranças avermelhadas dos tapas na bunda, do cheiro de Dom misturado ao seu próprio suor, da sensação latejante de seus dedos entre as pernas.

“Eu não fui longe demais. Ok, eu fui. Mas o Cortez estava lá. Ele sabia que podia acontecer e ele deixou. Várias vezes foi perguntado e ele deixou. Será que eu exagerei tanto assim?”, ela refletia com a testa encostada nos azulejos frios:

- O Cortez vai me ouvir. Eu não fiz nada que ele não soubesse. Bem, quase nada. Mas nada de tão importante assim. Isso! Ele vai ter que me ouvir, e entender, e me perdoar. Já fomos longe demais. É melhor pararmos. - Disse para si mesma.

Lágrimas desceram. Ela se sentiu culpada, excitada, confusa, suja e poderosa ao mesmo tempo. Parte dela ainda queria estar lá no clube, sendo usada pelo Dom. Outra parte só queria abraçar Cortez e apagar tudo o que havia acontecido.

Quando saiu do banheiro, Cortez já estava deitado, de costas para o lado dela. Luma deitou-se também. Depois de longos minutos, tocou as costas dele de leve:

- Cortez… a gente não vai nem falar sobre o que aconteceu?

Ele respirou fundo, visivelmente exausto:

- Hoje não, Luma. Estou muito cansado. Amanhã a gente conversa.

O tom foi definitivo. Luma recolheu a mão e virou para o outro lado. Nenhum dos dois dormiu direito aquela noite.

Na manhã seguinte a verdade ficou cristalina: nenhum dos dois dormiu nada. Olheiras profundas, expressões cansadas, de dúvidas e de medo permeavam a face de ambos.

Luma foi a primeira a se levantar. Acreditava que fazer um café caprichado para eles atenuaria tudo o que acontecera na noite anterior. Quando aprontou tudo, foi até o quarto, mas encontrou Cortez já indo para a cozinha. Disse então:

- Boa noite, amor.

- Boa noite.

Cortez foi seco, impessoal, metódico. Usou as palavras como se fizesse um simples cálculo cujo resultado ele próprio não aprovara.

Os dois seguiram até a cozinha. Sentaram-se. Serviram-se. E começaram a se alimentar em silêncio. Poucas vezes cruzaram os olhares e quando fizeram, desviavam rapidamente. Luma decidiu ser direta, embora sua voz estivesse trêmula:

- Eu exagerei ontem. Me empolguei, me deixei levar pelo tesão e continuei sem ver se você estava realmente curtindo ou só participando. Eu sinto muito.

Cortez girou a xícara nas mãos, olhando para o líquido escuro. Depois suspirou e encarou a esposa:

- Você não foi a única. Eu também poderia ter parado. Em qualquer momento. Mas não parei.

- Foi tão ruim assim?

- Não sei. O sexo em si... acho que não. Mas eu ajoelhei ao lado dele e pedi pra ele te fazer gozar, Luma! Que homem faz isso? E pior, ainda gozei na calça como um idiota. - A voz dele falhou: - Você faz ideia da vergonha que eu senti? Da vergonha que eu ainda sinto?

Luma arregalou ainda mais os olhos. Suspirou e disse:

- Juro que eu achei que você estava curtindo. Quando o Dom perguntava e você não negava, eu imaginei que estivesse de acordo. Você... Você estava duro. Você pediu pra ele continuar…

- Eu sei! - Cortez interrompeu ela, um pouco mais alto, depois baixando o tom: - Desculpa. Eu sei... Eu dei sinais que... E isso é o que mais me fode. Porque uma parte de mim realmente queria ver. E agora eu não sei mais se quero ou não.

Eles se olharam em silêncio, tentando se entender. Mas havia tanta dor, tanta culpa... Mesmo com tanto amor e cumplicidade, o medo pairava no ar. Luma esticou a mão sobre a mesa:

- Eu te amo e falo de coração: Nada mudou. E se você não quiser mais continuar, a gente para.

Cortez segurou a mão dela e a olhou com ternura pela primeira vez naquele dia. Mas demorou um pouco mais a responder:

- Eu também te amo. Mas agora… eu preciso de um tempo pra digerir isso tudo e decidir se seguiremos.

Eles ficaram em silêncio novamente, de mãos dadas sobre a mesa da cozinha. O constrangimento ainda pairava no ar, mas pela primeira vez desde que saíram do clube, parecia que estavam realmente falando um para o outro. Ainda não tudo e Luma queria corrigir isso:

- Eu preciso te contar algo...

Cortez a encarou, encorajando:

- Eu já vinha falando com o Dom. Ele... Ele que me deu umas sugestões e...

- Por que não me disse? Luma, a gente já tinha conversado tanto...

Aquela conversa ainda não havia terminado. E sobre a bancada, perto da bolsa de Luma, os dois cartões pretos com a letra “I” dourada pareciam testemunhar a cena em silêncio.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Este conto recebeu 27 estrelas.
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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 369Seguidores: 747Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Acho que ficou claro e vai ficar mais claro aínda a intenção da mulher!!!! Ela quer...

Novamente, como na história do Celo das meninas do ménage literário, eu acho que se está explorando essa situação com a cabeça de alguém que já nao pensa como um marido monogâmico.

O que pega é esse sentimento de diminuição, essa sensação de que não é suficiente...a perda da dignidade, da auto estima e etc.

Não foi tocado na conversa deles o ponto fundamental, principalmente para o marido. É o que sempre comentamos...como manter o respeito pelo marido numa situação como essa?? A questão é muito maior do que o sexo em si.

Veja o próprio Mark, se a história da jornada for verdadeira...eles entraram nesse mundo pq o Mark propôs e incentivou...e mesmo assim houveram questões, como o fato de não gostar de ser humilhado ou diminuído e a questão do tamanho do instrumento...e mesmo assim vc vê a Nanda respeitando ele, e essas questões, mesmo durante o tesão a mil por HR.

Nessa história o cara foi manipulado, foi condicionado (como já expliquei diversas vezes) com as situações pré clube, com um único objetivo.

Na PRIMEIRA OPORTUNIDADE, ela não se importa com o combinado, deixa de perceber as reações do marido e se entrega para outro dessa maneira.

Sinceramente pareceu um conto do Leon, e não do Mark...e por mais erótico que possa ser, eu não consigo achar isso legal ou saudável numa relação.

Vamo ver a continuação da conversa. Mas sem ajuda profissional esse homem não irá se recuperar...no mundo real não precisaria ser psicólogo ou psiquiatra terapeuta p perceber isso. A esposa perceber apenas olhando o olhar do marido.

O medo é não se levar em consideração e com cuidado essas questões, e se limitar a usar essa narrativa de que o cara queria, não agiu e deixou acontecer...o narrador conseguiu demonstrar bem o que se passava na cabeça dele...e como isso afetou.

Sinceramente esse conto é um desafio viu...eu não esperava esse caminho pq o autor nunca foi por esse caminho, nessa profundidade emocional nos seus contos anteriores. Esperava algo mais no estilo igual o último...a esposa se perdendo e consequências por isso.

Essa caminho é perigoso...se ele for um caminho de uma mente liberal vai dar ruim...vc ter brincadeiras com a esposa ou a curiosidade, não te faz ter esse tipo de cabeça, que necessita segurança, auto estima e confiança na parceira. E o coitado do Cortez não tem nada disso. Os dois primeiros é constantemente lembrado pelo narrado que vasculha a mente dele...e vc confiar na parceira depois de saber que foi manipulado...seria até irreal...

Acho que o Mark se meteu numa furada. Numa armadilha...vamo ver como vai prosseguir.

Ansioso já pelo próximo.

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Eu achei que o Cortez lidou muito bem até determinado ponto. Acredito que ele tenha perfil liberal. O erro foi o tal de dom. Achei muito forçado, uma primeira vez, com um cara dominador, um tanto agressivo e possessivo. Chegar para um cara e dizer que agora a mulher dele tem dono, assim de cara, na primeira vez?

Pra mim o tal dom não é tudo aquilo. O pior que a esposa tá fervendo, se já não deu para o cara escondido, está louca para perder a cabeça e fazer isso. Não acredito que esse casal fique junto.

Ele é liberal, mas ela me dá a impressão de ser puta demais, aí ela deixa de lado a cumplicidade, como já deixou ao conversar com o cara sem o conhecimento do marido

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Pode ser.

Mas também pode ser que não tenha falado por não saber exatamente o que queria.

Pode ser que, na ingenuidade, tenha acreditado nas instruções do Dom.

O problema é que ingenuidade e liberalidade , ao meu ver, não costumam ser muito compatíveis causando muitos problemas.

Concordo com a avaliação da postura do Dom.

Lendo aqui de fora parece claro que essa chegadada chegando com tudo merecia um corte claro.

Mas Cortez também estava confuso com tudo que estava acontecendo.

Até o momento dou um desconto para ambos do casal. Mas com muitas ressalvas...

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Nesse capítulo ficou claro que DB não é o vilão que pensávamos, inclusive entendo que ele foi bem elegante e até gentil.

Agora esperemos para ver a reação dele ao saber de algumas verdades contadas pela esposa, digo algumas porque acredito que ela não irá revelar tudo que deveria, vamos aguardar

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PARABÉNS MARK. SOU FANZAÇO DE VOCE ASSIM COMO SOU DE NASSAU, LEONINE, LAEL e mais alguns outros autores. VOCES SAO A DIRETORIA. REALMENTE VALEU. ABRAÇO.

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Ainda bem que Luma soube parar e ver que seu marido estava desconfortável, o 2 erraram pois um confiava no outro no decorrer do avanço dos "carinhos " do Dom.

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Boa noite, amor.

- Boa noite. ( Não seria bom dia? )

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Muito bom. Cortez tem uma veia liberl mas não uma uma BDSM. Sinceramente Luma vacilou em não contar tudo ao marido. Veremos o que vai acontecer nos próximos capítulos

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Cada vez melhor Mark!!!

A ressaca moral chegou e as discussões estão abertas.

Dom Black até esse momento sem culpa nenhuma, pelo contrario.

Cortez vai aguentar o baque? Veremos após Luma revelar a ele toda a verdade. Será tarde demais?

E Luma? Preciso reler...

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