Todos entraram no quarto. O clima era de um leve desconforto; Beth e Vanessa pareciam deslocadas, como se estivéssemos em uma estranha excursão escolar explorando o ambiente. Olhei para o relógio: passava pouco das três da manhã.
O espaço era dividido em três ambientes e dois banheiros. O destaque era uma cama oval gigantesca sob um teto espelhado. Nos outros cômodos, em um havia uma cadeira erótica e sofá amplo, e no outro uma outra cama, mas de menor tamanho. Após percorrermos cada canto, Jaque quebrou o gelo:
— Gente, tem toalha e roupão para todo mundo. Vamos pelo menos tomar um banho, né?
Todos concordaram. Dividimo-nos entre os banheiros: meninos em um, meninas no outro. Enquanto os banhos aconteciam, o pedido chegava: duas garrafas de uísque, uma de catuaba e mais de vinte latas de cerveja.
Com todos limpos e as bebidas servidas, a hesitação inicial começou a dissipar. O álcool ajudou a esquentar o clima. Alguns relaxavam na cama oval, outros permaneciam de pé, mas todos concentrados no mesmo espaço. Minha filha, a mais ousada do grupo, assumiu o controle do som e escolheu uma trilha bem sexy. Quando a música preencheu o quarto, a dinâmica mudou e três grupos começaram a se formar.
Kalel começou a beijar Miriam. Notei Vanessa fechar a cara imediatamente, mas ela não conseguia desviar o olhar da filha. Foi então que minha filha caminhou decidida e sentou-se ao lado de Kalel.
Rafael começou a beijar minha irmã — que estava em pé naquele momento. Ao notar que as coisas estavam engrenando, puxei Vanessa e Roberta em direção ao sofá grande, onde ficava a cadeira erótica. Antes de mudar de ambiente, dei uma última olhada para trás: Kalel já estava beijando minha filha.
Chegamos ao outro espaço e me sentei no sofá. Notei Vanessa olhar uma última vez, hesitante, em direção ao quarto da cama oval, mas Roberta não me deu tempo para pensar. Ela veio decidida, ajoelhou-se no sofá e me tomou em um beijo. Eu estava louco para foder aquela baixinha deliciosa. Sua língua invadiu a minha com uma urgência que me deixou quase sem fôlego. O tesão dela era surpreendente para quem, pouco antes, estava cheia de perguntas. Nossas línguas se entrelaçavam, compartilhando o calor e a saliva em um ritmo frenético.
Vanessa permanecia estática, apenas observando, até que estendi o braço. Mas antes que ela viesse, aparece a minha sobrinha, Juliana. Foi ela que segurou minha mão e eu a puxei para o meu outro lado. E ela diz:
— Não vou sobrar.
— Tá bom, então vou com a sua mãe. — Diz Vanessa.
Assim que ela se acomodou, virei-me e comecei a beijá-la. Tinha esquecido o quanto o beijo dela era viciante; aos poucos, minha língua explorava cada canto de sua boca. Enquanto isso, Roberta começou a lamber minha orelha e sussurrou:
— Então vocês gostam de putaria, né?
Parei o beijo por um instante e respondi:
— Gosto. Então me mostra do que você é capaz.
Segurei-a pelo quadril e a fiz sentar no meu colo, de costas para mim. Ela começou a rebolar com malícia, enquanto puxava o rosto de Juliana para um beijo demorado e ardente. Aos poucos, minha sobrinha foi se entregando e ficando à vontade. Com Roberta rebolando contra meu pau, comecei a trilhar beijos pelo seu pescoço cheiroso.
— Caralho, que morena gostosa — sussurrou Roberta, antes de voltar aos beijos em Juliana.
Depois de um tempo, Roberta se levantou e guiou a minha sobrinha para o meu colo, trocando de posição. Assim que ela se acomodou, senti meu pau endurecer de um jeito que eu nunca tinha experimentado. Em paralelo, Roberta começou a se despir. Seus seios pequenos, com bicos rígidos e aréolas escuras, foram surgindo conforme o roupão deslizava. A barriga malhada e definida ficou evidente, até que o tecido caiu mais, revelando uma intimidade de quem vive para o esporte: o clitóris era desenvolvido, característico de quem usa anabolizantes, em um contraste marcante com a pele totalmente depilada. As pernas eram grossas e torneadas. Quando o roupão finalmente tocou o chão, ela estava magnífica.
— Cacete, guria... que corpão o seu — exclama, Juliana.
— Você acha? — ela sorriu maliciosa. — Agora deixa eu ver você pelada, morena.
Ela puxou Juliana, que se levantou. Roberta começou a ajudá-la a tirar o roupão, revelando primeiro as costas perfeitas e, logo em seguida, aquela bunda enorme e deliciosa. Quando minha sobrinha ficou totalmente nua, Roberta não segurou o elogio:
— Uau, que morena gostosa! E toda durinha.
— Você é safada, guria — Juliana riu, surpresa. — Pensei que só eu fosse assim.
— Você não viu nada ainda, morena.
Roberta me olhou de soslaio e estendeu a mão, me puxando para cima.
— Tira a roupa, gato — ordenou.
Sem hesitar, me livrei do roupão. Meu pau estava duro como uma rocha, latejando como nunca. As duas devoravam meu membro com os olhos enquanto eu o liberava por completo.
— Ai, delícia... Adoro pau duro e grosso — murmurou Roberta.
Ela recolheu os nossos roupões do chão, jogou-os em um canto e voltou para onde estávamos. Puxou Juliana para ficarem frente a frente. Pela diferença de altura, o rosto da baixinha ficou na altura dos seios médios da minha sobrinha. Sem demora, Roberta começou a lamber o seio esquerdo, fazendo Juliana soltar um suspiro longo: "Shiiii...".
Aproveitei o momento, posicionei-me atrás da minha sobrinha e esfreguei meu pau bem no meio da sua bunda. Senti cada detalhe da pele dela contra a minha. Ela virou o rosto para trás e voltamos a nos beijar com fúria.
Roberta continuava explorando aqueles seios deliciosos. Sua língua percorria as aréolas e sua boca tentava abocanhar o máximo possível, revezando entre um seio e outro em movimentos de "afogamento". Roberta, definitivamente, não estava ali para brincar.
Eu me posicionei à frente de Juliana, dividindo o território com Roberta: eu no seio direito, ela no esquerdo. Notei a mão de Roberta descendo e fazendo movimentos circulares na boceta de Juliana; a minha sobrinha começou a rebolar, soltando pequenos gemidos de prazer. Logo, a mão de Roberta migrou para o meu pau, começando uma punheta lenta, sentindo a rigidez absoluta do meu membro. Juliana, em êxtase, puxou nossos rostos para um beijo triplo. A orgia tomava forma; nossas línguas se entrelaçavam em um emaranhado de desejo, compartilhando o calor e a saliva que escorria pelos cantos das bocas.
A pedido de Roberta, sentei-me no sofá. Ela veio para um lado, beijando-me com vontade, enquanto minha sobrinha ocupava o outro, concentrada em meu pescoço. O tesão era palpável. Desci minha mão até a boceta de Roberta e senti seu clitóris, grande e rígido, pulsando sob meus dedos em movimentos circulares. Enquanto eu a explorava, Juliana desceu os beijos pelo meu peito até segurar meu pau com firmeza e abocanhá-lo. Na primeira investida, ela o engoliu por inteiro, fazendo minha glande tocar o fundo de sua garganta. Ao retirar, uma linha de saliva escorreu e ela chegou a tossir pelo impacto, mas logo voltou a devorá-lo em um boquete profundo.
— Isso, morena... chupa esse pauzão, chupa! — Roberta incentivava.
Passei a lamber os seios pequenos de Roberta. Eram firmes, com bicos enormes e rígidos. Percebi que ela tinha pontos de prazer específicos; sua boceta ficava cada vez mais úmida e ela mordia os lábios com força. Por fim, ela se ajoelhou, me deu um beijo rápido e provocou:
— Então vocês gostam mesmo de uma boa putaria?
— O que você acha? — respondi, arquejando.
— Acho que sim. Vamos ver se você aguenta essa paraibana arretada aqui.
— Vamos ver.
Roberta se levantou e ficou em pé no sofá, trazendo sua boceta diretamente à altura da minha boca. Conforme ela se abaixava, comecei a explorá-la com a língua. No início, o tamanho generoso do seu clitóris me surpreendeu; era tão proeminente que exigia um jeito certo de saborear. Aos poucos, ganhei ritmo, e minha língua começou a brincar com aquela carne pulsante. Parecia que eu estava dando um beijo de língua profundo em seu clitóris. Segurei firme em suas coxas grossas e torneadas enquanto trabalhava sem parar. Ela começou a rebolar, e sua buceta inundou repentinamente; um mel quente começou a brotar, e eu me lambuzava todo naquela delícia.
— Aiii, que delícia de língua... — ela suspirou.
Enquanto isso, Juliana continuava com um boquete fenomenal. Ficamos nessa dinâmica por uns cinco minutos, até que a minha sobrinha soltou meu pau e se sentou no meu colo. Sem me penetrar, ela se inclinou para a frente e mergulhou a boca no meio das nádegas da loirinha paraibana. Juliana abriu bem a bunda dela e começou a lamber seu cuzinho com vontade. Eu continuei focado na xoxota da Roberta, e os sons de prazer no quarto só aumentavam... até que a luz apagou completamente.
O breu foi total. Paramos o que estávamos fazendo, e minha sobrinha perguntou no escuro:
— Acabou a energia?
— Acho que sim — respondi.
As duas se levantaram e eu as acompanhei. Decidimos ir para o quarto da cama oval, e no caminho cruzamos com Kalel, Jaque e Miriam, que vinham totalmente nuas em nossa direção. Quando bati o olho na filha de Vanessa, fiquei hipnotizado: Miriam era um espetáculo. Pele muito branca, magrinha, com uma pepeka ruiva e seios rosados. As pernas eram finas, mas os seios eram empinados, adornados por um piercing no umbigo. Minha filha também estava deliciosa, com seus enormes seios a amostra. O pau de Kalel estava duro como rocha. E minha filha questionou:
— Acabou a energia, né?
Olhar para ela ali, sem roupa, me deu um impulso violento de agarrá-la e foder com ela na frente de todos. Logo depois, Beth, Vanessa e Rafa, que estavam se pegando em outro quarto, saíram também pelados e confusos.
— O que aconteceu? A música parou...
— Acabou a energia — respondi.
Vanessa, ao ver a filha naquela situação, ficou sem reação; não conseguia desviar o olhar do corpo dela. Ao perceber o clima, Miriam tentou se cobrir timidamente, tapando os seios e a xoxota com as mãos.
Foi então que Roberta quebrou o silêncio com um tom malicioso:
— Isso é bom...
— Bom por quê? — perguntou Miriam, curiosa.
Poderíamos ir todos para o quarto da cama oval; lá, a penumbra era um convite, mal se enxergava quem estava ao lado.
— Eu topo — assentiu Jaque prontamente.
Antes que os outros pudessem responder, Roberta segurou o meu braço e o de Miriam, puxando-nos em direção ao cômodo, sendo seguida de perto pelo restante do grupo. O ambiente estava escuro, mas o brilho nos olhos e as silhuetas permitiam identificar cada um. Miriam se afastou por um instante, retornando para os braços de Kalel, enquanto Juliana se aproximava novamente de mim e de Roberta. No outro extremo da cama, Kalel, minha filha e Miriam se acomodavam, enquanto Beth, Vanessa e Rafael ocupavam a extremidade oposta.
Minha irmã percebe que eu estava transando com a Juliana, mas não falou nada.
Roberta já não parecia se importar com a presença do irmão ali, completamente nu e excitado. A luxúria finalmente tomava forma. Sentei-me na cama, exibindo meu pau rígido. Roberta ajoelhou-se à minha frente e o tomou na boca com a perícia de uma especialista. Juliana, veio em meu lado; ficou de quatro, empinou a bunda e passou a beijar a minha boca com força.
Vanessa, embora não conseguisse tirar os olhos da própria filha, seguiu Beth. E falando da minha irmã, Beth ajoelhava-se para envolver a rola de Rafael. O som úmido da sucção — aquele shuft shuft rítmico — preenchia o quarto. O rabo dela estava voltado para mim, mas minha mão ainda não alcançava seu clitóris. Rafael, enquanto recebia o boquete, acariciava a boceta de Vanessa que observava aquele boquete.
Miriam deitou-se ao meu lado com as pernas abertas. Kalel, irmão de Roberta, agachou-se para lambê-la, enquanto minha filha vai ao lado de Miriam e começa a lamber seus delicados seios. A orgia estava tomando forma. Ficou claro que ali ninguém era de ninguém. Puxei o corpo de Miriam para perto; ela reagiu com urgência e nos entregamos a um beijo selvagem. A filha de Vanessa transbordava tesão, chegando a morder meu lábio com força. Juliana começa a lamber a minha orelha enquanto Roberta chupava meu pau com maestria.
Minutos depois, Kalel puxou a minha filha para um beijo profundo, fazendo a sentir o gosto de Miriam na boca dela. Olho para frente e vejo Vanessa e Beth dividindo o pau de Rafael ajoelhadas.
Até que Beth se afastou de Rafael trocando de lugar com a minha filha, na qual ja chegou se ajoelhando-se para um boquete vigoroso.
Kalel, que explorava Miriam, deu espaço para que Beth retornasse a ele com um beijo, antes de ela se ocupar novamente de seu pau. Mais uma vez, aquele rabo monumental ficou em minha direção, um convite visual impossível de ignorar.
Miriam mudou de posição; ela veio em minha direção e se ajoelhou para me chupar. Embora não tivesse o mesmo talento da mãe, compensava cada movimento com uma vontade genuína que me deixava louco. Roberta, percebendo a deixa, posicionou-se logo atrás dela, explorando a boceta de Miriam com a língua de forma voraz. Mas, antes de se entregar totalmente ao prazer daquela exploração, Roberta ergueu o olhar e declarou:
— Hoje eu quero experimentar todas as ruivas.
A orgia não tinha mais volta; os corpos agora eram um único emaranhado de desejo.
O som úmido de shuft shuft fundia-se aos gemidos de prazer das mulheres e de Rafael, que continuava sendo estimulado pela minha filha. Era estranho observá-la ali, naquele cenário, mas não havia como voltar atrás no que fora combinado. Kalel, ao lado, puxa a Juliana e começa a beijar enquanto Beth, mãe de Juliana, continua o boquete. Ele alterna carícias com tapas leves e provocantes na pele da minha sobrinha.
Vanessa interrompeu o beijo com Rafael e moveu-se para Kalel, entregando-se a um beijo profundo. Nesse instante, minha irmã, Beth, levantou-se e foi até Roberta; segurou-a firme pelos cabelos, trazendo seu rosto para um beijo de cinema. As línguas se entrelaçaram com maestria, e percebi o jogo: ela trazia o gosto do sêmen do irmão para que Roberta o experimentasse. Enquanto isso, Miriam aproximou-se de Rafael, que estava recebendo o boquete da minha filha, ajoelhou-se e dividiu seu pau em um boquete voraz.
Puxei Roberta para mais perto, colando nossos corpos. Segurei meu pau, roçando a cabeça do gloss em seu clitóris, sentindo sua reação imediata.
— Ai, é assim que eu amo! Fode essa paraibana arretada, fode! — ela exclamou, entregue.
Segurei meu membro com firmeza e iniciei a penetração. Roberta estava tão lubrificada que eu parecia deslizar como manteiga em uma panela quente. O calor daquela boceta úmida me envolveu conforme eu entrava por completo, arrancando dela um grito agudo de prazer. Abracei-a com força, mantendo-a presa a mim, e comecei a estocar de frente. Não era a posição mais técnica, mas a urgência de explorar aquele corpo falava mais alto.
De repente, a luz se acendeu, causando um susto geral. Beth reagiu imediatamente:
— Desliga, desliga! Deixa como está, só coloca uma música!
Jaque obedeceu, mergulhando o quarto na penumbra novamente e soltando um som ambiente para ditar o ritmo. Vanessa aproximou-se de nós; eu me ocupei de seu seio esquerdo enquanto Roberta abocanhava o direito. Percebo que ela não tira o olho da filha. No centro da cama, Kalel puxou minha filha e a jogou sobre o colchão. Ela abriu as pernas generosamente, permitindo que ele se lambuzasse em seu clitóris, enquanto Miriam sentava-se no rosto dela, criando uma troca mútua de prazer.
Beth deitou-se, expondo-se totalmente para Rafael, que passou a retribuir cada carícia que havia recebido da minha irmã. Em seguida, deitei-me e deixei que Vanessa sentasse em meu rosto. Enquanto eu a explorava, Roberta posicionou-se sobre meu pau e começou a cavalgar. Ela se movia como uma deusa, com um domínio absoluto da situação, usando cada centímetro de mim para seu próprio deleite. Os gritos de prazer no quarto aumentavam, tornando-se um coro ensurdecedor. Ao lado Juliana começa a beijar Miriam, que estava rebolando a sua boceta na cara da minha filha, e vejo que tinha um clima maior entre as duas.
Rafael interrompeu o que fazia com Beth, subiu na cama e levou seu pau ereto até a boca de Roberta, ordenando:
— Chupa, amor... engole tudo.
Beth, por sua vez, foi até Vanessa e as duas se perderam em um beijo. Até aquele momento, o incesto direto não havia ocorrido, mas eu percebia que Jaque movia as peças silenciosamente para que as fronteiras fossem rompidas a qualquer segundo. Foi quando vi Kalel deixar minha filha, posicionar-se atrás de Miriam e penetrá-la com força.
— Ai, caralho! — o grito de Miriam ecoou, selando a nova configuração daquela noite sem limites.
Vanessa observava tudo, movendo-se com uma agitação incomum, mas continuava rebolando sobre mim enquanto beijava Beth com desejo. Roberta, por sua vez, mantinha o ritmo da cavalgada no meu pau enquanto se ocupava da rola de Rafael. Logo abaixo, minha filha posicionou-se estrategicamente sob o membro de Kalel e a boceta de Miriam — que estava sendo enrabada —, revezando-se em lamber os dois. Minha sobrinha beija loucamente a Miriam. Beth, entregue ao momento, lambia os seios de Vanessa enquanto eu a explorava com a língua.
Uma nova mudança de posições aconteceu: minha filha saiu de perto de Kalel e foi direto para o pau de Rafael, que estava pulsando. Ela se ajoelhou no colchão e o abocanhou com vontade. Roberta, então, levantou-se de cima de mim, foi até o noivo e o tomou em um beijo profundo. Vanessa, ofegante, sugeriu:
— Vamos para o sofá. A cama está ficando apertada.
— Vamos — concordando.
Ela me puxou junto com Beth para a sala. Sentei-me no sofá e Beth ajoelhou-se imediatamente, caindo de boca no meu pau, enquanto Vanessa se ocupava da boceta dela. A situação beirava o descontrole. Beth me chupava com maestria: explorava as bolas, percorria o mastro com a língua e brincava com a glande, olhando-me fixamente. Enquanto isso, Vanessa devorava o rabo monumental da minha irmã.
— Saudades desse rabo enorme e gostoso — murmurou Vanessa entre as lambidas.
— Chupa, gostosa... eu sei que você adora uma boceta — Beth respondeu, arqueando o corpo.
Invertemos as posições: Vanessa assumiu o boquete enquanto Beth a chupava. Do quarto oval, os sons rítmicos das estocadas e os gritos agudos de Roberta ecoavam pela casa, criando uma trilha sonora de pura luxúria. Mudei o jogo novamente; coloquei Beth na posição de "frango assado" e passei a língua por seus lábios vaginais encharcados, focando no clitóris. Vanessa, então, pressionou a própria boceta contra o rosto da minha irmã, que passou a devorá-la.
Nesse momento, vi Jaque entrar no cômodo. Ela paralisou ao me ver chupando a própria tia, mas deu meia-volta depressa e retornou para o quarto oval. Eu não quis saber de mais nada. Peguei meu pau rígido e o enterrei na boceta de Beth. Os gritos dela eram abafados pela boceta de Vanessa, que continuava colada ao seu rosto. O som úmido de plaft, plaft, plaft preenchia a sala.
Após cinco minutos de uma foda intensa, mudamos de novo. Foi a vez de Vanessa ficar de "frango assado" no sofá. A boceta dela era um pouco mais apertada, rosada e delicada — a mais linda que eu já tinha visto. Seus seios, firmes pelo silicone, mal balançavam enquanto eu a possuía. Beth, por sua vez, sentou-se no rosto de Vanessa, rebolando com vontade.
Dez minutos depois, Rafael, Jaque e Roberta surgiram no recinto. Rafael já chegou oferecendo o pau para Beth, que o aceitou prontamente. Roberta veio para o meu lado, com os olhos brilhando:
— Deixa eu sentir o gosto dela... coloca esse pauzão na minha boca.
Retirei meu membro de Vanessa e o entreguei a Roberta, que o engoliu por completo. Entre uma sucção e outra, ela dava lambidas na boceta melada de Vanessa.
— Delícia! Vou começar a vir para São Paulo com mais frequência, amor — disse Roberta, excitada.
— Eu também — respondi.
Rafael então puxou Beth, que por sua vez levou Vanessa de volta para o quarto oval, deixando-me com Roberta e a minha filha. Ela me olhou com um sorriso malicioso e perguntou:
— E aí, está gostando da suruba?
— Paraibana gostosa... — respondi, puxando-a pela cintura.
— Eu disse que era safada. Adoro uma putaria e adoro macho.
— Estou vendo.
Sinto o gosto residual da boceta da Vanessa em sua boca enquanto Roberta me beija profundamente. Alguns segundos depois, Kalel e minha sobrinha, Juliana, surgem no ambiente. Como eu já sabia, Kalel é o irmão de Roberta, o que trazia uma eletricidade perigosa para o ar.
— Aí estão vocês... — disse Juliana, aproximando-se e selando os lábios de Roberta com um beijo.
Kalel permanecia parado na soleira da porta, hesitante. Jaque foi até ele e tentou puxá-lo para dentro, mas ele resistiu.
— Melhor não... — murmurou ele, desviando o olhar.
— Por que não? — questionou Jaque, com um sorriso provocador.
— Ela é minha irmã.
— Relaxa, é uma orgia. O que acontece aqui, morre aqui — Jaque insistiu, com a voz baixa e firme.
— Não, nós não podemos fazer isso.
— Confia em mim.
Jaque veio em minha direção e me calou com um beijo de língua. Era uma mistura caótica de sabores: sêmen, suor, secreções e o frescor de Halls. Sem aviso, ela se ajoelhou e iniciou um boquete rápido e vigoroso. Eu mal conseguia processar a velocidade dos acontecimentos; apenas segurei sua cabeça, guiando-a para que engolisse cada centímetro. Minha sobrinha vai até a boca de Kalel e começa a beija-lo. Segundos depois, ela interrompeu o ato, virou-se e abocanhou a rola de Kalel com a mesma intensidade.
Roberta voltou a me beijar, e minha mão desceu instintivamente para sua xoxota molhada, clamando por penetração. Enfiei dois dedos e comecei um movimento rítmico, subindo e descendo, sentindo seu calor.
Juliana parou de chupar Kalel e buscou a boca da minha filha. Assim que o encontrou, as duas trocam linguaradas em um beijo intenso. Roberta deixa os seus seiso na altura da minha boca e começo a lambe-los. Até que a Juliana diz:
— Vou no outro quarto e já volto.
E sai. Jaqueline sai do meu pau e vai até a rola do Kalel e começa um boquete. Ao mesmo tempo eu dou várias linguadas na boceta molhada de Roberta. Até que depois de alguns segundos a minha filha levanta, e vai em direção a boca de Roberta. A loirinha hesitou no meio do caminho, mas minha filha a puxou com força, forçando um beijo úmido e demorado entre as duas. Percebi Roberta passando a língua nos lábios de Jaque, saboreando o que acabara de acontecer. Jaque mordeu os lábios de tesão e sussurrou:
— Gostou do sabor da rola do seu irmão?
Roberta não respondeu, mas seus olhos diziam tudo.
— Cai de boca. Chupa ele — provocou Jaque. — Eu fico na porta vigiando se alguém chega.
— Melhor não, menina... — Roberta tentou recuar.
— Você quem sabe... mas é uma delícia.
Jaque voltou-se para Kalel e começou a beijá-lo. Em seguida, puxou Roberta para que ficassem frente a frente. Era um contraste visual excitante: enquanto uma ostentava seios fartos, a outra era mais delicada; porém, ambas possuíam rabos enormes e deliciosos.
— Vem, Paulo! Come essa puta na minha frente! — ordenou Jaque, os olhos ardendo. — Vai, Kalel! Me come gostoso enquanto eu abraço essa cachorra!
Posicionei-me atrás de Roberta e senti meu pau entrando nela, preenchendo-a por completo. As duas se abraçaram com força, unindo seus corpos. O rosto de Jaque ficou voltado para mim, ao lado da cabeça de Roberta, enquanto o de Roberta pendia para o outro lado, colado ao de Jaque, voltado para Kalel. Estávamos todos conectados em um ciclo de prazer proibido.
Meu membro era lentamente engolido pela boceta generosa de Roberta enquanto eu ditava o ritmo das estocadas. Ao meu lado, Kalel fazia o mesmo com minha filha. O ambiente estava carregado; o som de corpos colidindo era a única música do quarto. Roberta soltou um gemido alto, um "Aiii!" que ecoou pelas paredes, entregando-se ao prazer.
Enquanto eu a possuía, buscava os lábios de Jaque. Eu enterrava meu pau naquela boceta molhada e pulsante, sentindo cada centímetro de calor. Entre um beijo e outro, as provocações começaram.
— Cadê aquela menina que disse ser louca por sexo? Que se dizia um animal na cama? — Jaque provocou, com um sorriso cínico. — Estou achando que é só narrativa. O pau do seu irmão é delicioso... experimenta logo. Quero ver você cumprir o que prometeu.
Ficamos naquele impasse excitante por alguns minutos, mas o clima foi interrompido quando Beth entrou no recinto. Paramos por um instante. Roberta, recuperando o fôlego, chamou Kalel para voltarem ao quarto principal, deixando o quarto oval.
Beth nos encarou, confusa:
— O que vocês estavam fazendo?
— Isso, tia — Jaque respondeu com audácia.
Ela segurou a mão de Beth e a conduziu até mim. Jaque posicionou-se de costas, o corpo levemente suado roçando o meu. Ela foi até a ponta do sofá, abriu as pernas sem hesitação e puxou o rosto de Beth em direção à sua intimidade completamente úmida.
— Chupa, tia. Eu vi você e o meu pai.
— Mas Jaque... — Beth tentou protestar.
— Mas nada. É uma suruba. Chupa logo! Pai, come ela.
Não perdi tempo. Direcionei meu pau para a boceta de Beth e comecei a bombear com força. Enquanto eu a possuía, ela se entregava ao prazer de lamber minha filha. Jaque guiava a cena: "Isso, tia... que língua gostosa. Chupa esse grelinho."
Segurei Beth com firmeza, intensificando o ritmo. Os gemidos dela preenchiam o ar. Aquela boceta parecia feita sob medida para cada metida minha. Minutos depois, Jaque pediu para trocar. Ficou de quatro, empinando a bunda para mim. No momento em que a penetrei, senti o aperto viciante. Jaque agora retribuía o prazer à tia, passando a língua nela com vontade.
— Vocês são loucos... são pai e filha — Beth balbuciou, entre o prazer e a culpa.
— E você é irmã dele. Cala a boca, tia, e esquece o moralismo — Jaque rebateu, voltando ao que interessava.
Beth me olhava com uma expressão de puro desejo devasso enquanto eu aproveitava cada centímetro do aperto de Jaque. Transamos naquela posição por dez minutos, entre suor e comandos bem baixinhos de "assim, pai, assim". Beth ainda tentava manter uma fachada de razão, murmurando que aquilo não devia acontecer, mas seu corpo dizia o contrário.
Por fim, Jaque decidiu:
— Vem, pai. Vamos para a cama oval.
Deixamos Beth para trás, tentando processar o que acabara de viver. Ao chegarmos na cama oval, a cena era de puro caos erótico. Miriam era possuída por Rafael enquanto se deliciava com Roberta; Vanessa estava de quatro para Kalel enquanto chupava o grelo de Juliana. O espaço estava ficando pequeno.
— Vai ficar apertado aqui — Vanessa comentou, ofegante. — Vem, Rafael... me come gostoso com a Beth no outro quarto.
Eles saíram, deixando Miriam conosco. Jaque foi direto ao encontro de Kalel, selando os lábios em um beijo profundo. O transe só foi quebrado pelo som estridente de um celular.
— Nossa, é o meu — disse Roberta, afastando-se para desligar o alarme na bolsa.
— Que horas são? — pergunto.
— Seis da manhã.
O sexo continuava intenso. Comecei a beijar Miriam quando Roberta se aproximou, e acabamos num beijo triplo.
— Cai de boca no meu pau, loira, comandei.
Ela foi para o meio da cama, ajoelhou-se e começou a me chupar. Percebi que a bunda enorme dela ficava de frente para o Kalel. Jaque continuava beijando-o agora junto com Juliana, enquanto Miriam me beijava. Logo, Miriam se aproximou, deixando seus seios rosados na altura da minha boca, e comecei a chupá-los. Minha mão esquerda deslizou até a sua boceta, completamente depilada e molhada.
— Caralho, que tesão. Isso é loucura demais, seu Paulo — ela sussurrou.
— Aproveita, menina. Ainda não acabou.
Logo depois, Jaque sugeriu:
— Vem, vamos fazer aquela posição do quarto.
Roberta parou de me chupar e ficou de joelhos. Jaque foi até a frente dela e a abraçou. Eu fui para trás da Roberta e penetrei-a. Kalel fez o mesmo com minha filha. As duas começaram a se beijar enquanto nós as possuíamos. Miriam revezava os beijos comigo e a Juliana com o Kalel, até que Jaque ordenou:
— Fiquem de pé, cada um de um lado.
Levantamos na cama. Fiquei do lado direito e Kalel do esquerdo. Elas se soltam, e Jaque foi para o pau de Kalel, e Roberta para o meu. Miriam observava tudo, até que a puxei com força e comecei a beijá-la. Kalel faz o mesmo com a minha sobrinha.
Foi quando senti duas bocas no meu pau: Roberta e minha filha dividiam-no. O barulho frenético começou a ecoar pelo quarto. Continuei beijando Miriam, até que ela notou o que Jaque estava fazendo e exclamou:
— Jaque!
— Quieta — Jaque respondeu, voltando a chupar meu membro, para logo em seguida alternar para o de Kalel.
Percebi que minha filha pegou a mão de Roberta e a levou até as bolas de Kalel, mas ela a tirou assim que sentiu os testículos.
— Para, menina, ele é meu irmão! — Roberta protestou.
Jaque não deu ouvidos e continuou o boquete. Meus beijos com Miriam ficaram ainda mais intensos. Jaque tentou novamente levar a mão de Roberta até as bolas de Kalel, e, mais uma vez, ela se recusou.
— Para, menina, o Rafael pode ver! — repreendeu Roberta.
— Não vai ver. Experimenta essa rola, vai, experimenta? — insistiu Jaque.
— Não. Para. Ele é meu irmão.
Jaque beijou a boca de Roberta e, assim que terminou, disse:
— Tá sentindo o gosto desse pauzão gostoso? Vem.
— Não, menina, o Rafael pode aparecer.
— Quer ir para outro ambiente? — sugeriu Jaque.
Miriam interveio:
— Posso ficar na porta, se vocês quiserem.
Roberta ficou quieta, em dúvida. Antes que pudesse responder, Rafael apareceu no quarto acompanhado de Beth e Vanessa com o pau mole.
— Vamos dar uma descansada, estou exausto — disse Rafael.
Eu também já sentia o peso do cansaço. Jaque e Roberta se levantaram, e todos paramos de transar. Ficamos conversando por um tempo; notei que Vanessa olhava para Miriam ainda com desejo. Passaram-se 30 minutos, depois uma hora, até que, duas horas depois, decidimos encerrar o encontro. As meninas tomaram banho e cada um seguiu para a sua casa.
No Uber, o silêncio reinou entre mim, minha filha, Beth e Juliana. Chegamos ao meu apartamento e decidimos dormir, sem dizer uma palavra, exautos.
Acordamos por volta das 14h. Preparei um café e, assim que a Jaque se levantou, nos sentamos à mesa da cozinha para o desjejum. O clima estava pesado, um silêncio estranho que só foi quebrado quando a Beth anunciou:
— Pessoal, vamos passar a semana na casa da Yara.
— Por quê? — perguntei. — Foi por causa de ontem?
— Não, já estava programado eu passar uma semana lá. A Yara apenas sugeriu que fôssemos agora.
— Mas vocês vão embora já no próximo final de semana — argumentei.
— Sim, mas ainda virei aqui — ela respondeu prontamente.
— Tia, se for pelo que aconteceu ontem...
— Não. Acho que somos todos adultos, não é? Aconteceu e não tem mais volta.
Notei que Juliana não queria ir, mas acabou decidindo acompanhar a mãe. Assim que terminaram o café, partiram. Jaque, no entanto, ficou apreensiva, temendo que a tia acabasse "dando com a língua nos dentes". Por volta das 16h, recebi uma mensagem da Vanessa:
"Não rolou, mas foi quase. E o 'quase' ainda está bem longe do que me prometeram. Se virem."