Meu nome é Paulo. A história que vou contar aqui é de incesto e é real. Se você tem restrições a assuntos tabus, recomendo que não continue a leitura.
Hoje tenho 43 anos, mas tudo começou no ano passado, em uma dinâmica que durou quase cinco meses. Sou piloto de Boeing 747 em uma grande companhia nacional. Comecei minha carreira na antiga Varig há quase duas décadas e, após a falência da empresa, migrei para onde estou hoje. Minha rotina sempre foi o céu, o que talvez explique o meu distanciamento da terra — e das pessoas.
Sou divorciado há cinco anos e, desde então, não tive nenhum relacionamento sério. Dessa antiga união nasceu Verônica, hoje com 25 anos. Ela é arquiteta, inteligente e carrega muito da minha genética: os olhos escuros, os óculos marcantes e até as sardas no rosto. Tem 1.75m, peitos médios e bunda magra, mas empinada, e pesa 65 kg. Quem nos conhece diz que ela herdou não só a minha aparência, mas o meu jeito de falar e me expressar. Apesar disso, não éramos próximos. Ela já morava sozinha, focada na carreira, e estava solteira.
Para entender o que aconteceu, preciso voltar no tempo. Quando eu tinha 22 anos, me tornei muito amigo de Carlos, um colega de profissão mais velho. Nossas famílias eram inseparáveis; passávamos todos os finais de ano juntos. Carlos tinha uma filha, Ana Paula, que na época era pequena. Em 2010, ele recebeu uma proposta irrecusável de uma companhia francesa e mudou-se com a família para a Europa. Com o passar dos anos, as curtidas no Facebook esfriaram e perdemos o contato.
Até que chegamos a 2025.
Eu estava escalado para uma ponte aérea padrão: São Paulo–Rio de Janeiro, um voo rápido de 45 minutos. Preparei o plano de voo, fiz o checklist e, ao entrar na aeronave para o embarque, cruzei os olhos com uma aeromoça.
Ela era deslumbrante. Tinha um sorriso magnético e um perfume marcante que cortou o ar da cabine. Magra, alta, cabelo preso, peitos pequenos e uma bunda enorme e dura. Quando passei, ela me encarou fixamente. Não disse uma palavra, mas sustentou o olhar de um jeito que me fez hesitar por um segundo antes de entrar na cabine de comando. Fiquei com a nítida e incômoda sensação de que conhecia aquele rosto de algum lugar.
Pousei no Galeão e fui para a sala de descanso da companhia. Eu teria duas horas de intervalo antes de comandar o voo de volta para São Paulo. Sentei-me em uma das poltronas com um café na mão, tentando relaxar, quando percebi uma sombra se aproximar.
Ergui os olhos. Era a mesma mulher do avião.
— Paulo? — ela chamou, com uma voz suave, mas firme.
— Oi... Tudo bem? — respondi, endireitando a postura, completamente desconsertado.
Ela deu um meio sorriso, cruzando os braços, e disparou:
— Não lembra de mim?
Eu a olhei com atenção, vasculhando a memória. A sensação de familiaridade era enorme, mas as peças ainda não se encaixavam.
— Ana. Sou a Ana Paula, filha do Carlos.
— Nossa, Ana! — a surpresa me fez sorrir. — Eu jamais reconheceria. Como você cresceu!
— Pois é, já faz mais de quinze anos que fomos para a França, né? Como você está?
Sentamos e conversamos por quase uma hora. O entusiasmo era tanto que fizemos até uma chamada de vídeo com o Carlos. Ela me contou que a mãe havia falecido dois anos antes, e que ela tinha retornado ao Brasil há um ano. Para minha surpresa, Ana estava trabalhando como comissária de bordo na mesma companhia que eu há seis meses. Carlos também havia voltado, mas voava pela concorrência, fazendo apenas rotas internacionais. Antes de nos despedirmos, combinamos um almoço para o dia seguinte.
No outro dia, o reencontro com meu velho amigo foi nostálgico. Carlos parecia inteiro: alto, cabelos grisalhos, olhos verdes marcantes e em ótima forma física para a idade. Passamos mais de três horas conversando, relembrando os tempos de Varig e as reviravoltas da vida na Europa.
Quase no fim do almoço, Ana perguntou por Verônica. Falei um pouco sobre a minha filha, e Ana pediu o número dela para que pudessem conversar. Passei o contato. No dia seguinte, Verônica me ligou, meio ciumenta: "Pai, por que você encontrou o tio Carlos e a Ana e não me avisou?". No fim da ligação, ela me contou que Ana já havia nos convidado para um jantar a quatro.
Duas semanas depois, estávamos todos em um restaurante. O clima foi instantâneo. Parecia que o tempo não havia passado; as meninas falavam sem parar, e a velha amizade continuava inabalável.
No entanto, perto da hora de irmos embora, Carlos me chamou de canto e confessou que voltaria a morar na França em seis meses. Ele simplesmente não conseguia mais se readaptar ao ritmo do Brasil.
Ouvindo a conversa, Ana interveio:
— Bem que a gente podia viajar antes de ir, né?
— Viajar? — perguntei.
— Sim! Como ainda temos seis meses por aqui, podíamos aproveitar para fazer uma ou duas viagens juntos.
— Você vai voltar também, Ana?
— Vou sim, vou retornar com o meu pai para lá.
A ideia ficou no ar. Uma semana depois, Carlos me ligou fazendo um convite irrecusável: passar um feriado prolongado em uma casa que ele tinha em Gramado. Ele mencionou que Verônica já havia topado, o que me fez aceitar na hora.
Gramado nos recebeu com o seu charme típico. Passeamos, visitamos os pontos turísticos e aproveitamos o frio com um bom churrasco. A casa dele era espetacular: enorme, com quatro suítes, salas amplas e uma estrutura impecável. Havia também uma governanta que cuidava da manutenção da propriedade, uma mulher muito bonita chamada Ângela, de uns 40 anos, cabelos claros e olhos castanhos.
Na primeira noite, devido à distribuição dos quartos, eu dormi em uma suíte e minha filha em outra, em alas diferentes.
Mas foi na segunda noite que o clima da casa mudou.
Por volta das duas horas da manhã, acordei com um som abafado vindo do corredor. Sentei-me na cama, apurando os ouvidos. Era o som nítido de duas pessoas transando. Entre os gemidos ecoando pelas paredes pesadas de madeira, ouvi a voz abafada, mas clara, de Carlos:
— Desse jeito eu vou gozar...
Naquele momento, meu pensamento foi imediato. Carlos sempre fora um conquistador nos tempos de Varig; certamente ele estava ali no quarto com Ângela, a governanta. Maliciosamente, sorri sozinho, virei-me para o lado e tentei voltar a dormir.
Eu mal sabia o quanto estava enganado.
Depois que o silêncio voltou a reinar na casa de Gramado, acabei pegando no sono. No dia seguinte, nos despedimos e voltamos para São Paulo, mas aquela viagem havia deixado uma pulga atrás da minha orelha.
Quase um mês se passou até que Ana fizesse uma nova proposta. Carlos havia alugado uma casa para o fim de semana em Ubatuba, no litoral. Dessa vez, seríamos apenas nós quatro. Viajamos, aproveitamos a praia, curtimos a cidade e, quando a noite caiu e entramos no imóvel, notei um detalhe estranho: a casa tinha apenas dois quartos.
Imediatamente, tentei organizar a situação:
— Vi que tem um colchão extra ali. Qualquer coisa, eu durmo com o Carlos em um quarto e as meninas ficam no outro.
— Não, Paulo, imagina — Ana interveio rapidamente. — Dorme você com a Verônica. Eu durmo com o meu pai.
— Tem certeza? — perguntei, achando a divisão incomum.
— Sim, claro. Sem problemas — ela sorriu, natural.
A noite foi tranquila e não pensei mais nisso. Porém, trinta dias depois, o convite se repetiu. O destino da vez era o inverno de Campos do Jordão, onde ficaríamos duas noites. Chegamos no sábado de manhã e seguimos a mesma dinâmica: restaurantes bons, passeios e visitas a monumentos históricos que Verônica, como arquiteta, adorava.
Eles haviam alugado um chalé pelo Airbnb. Quando entrei, notei o padrão se repetir: a casa era grande, imponente, mas tinha apenas dois quartos. Comecei a achar aquela escolha repetitiva muito estranha, embora não quisesse parecer inconveniente.
Mais tarde, após tomarmos um bom vinho acompanhado de queijos e fondue, a conversa se encerrou por volta de uma da manhã. A cena se repetiu detalhe por detalhe: Ana Paula fez questão de ir para o quarto com o pai. Dessa vez, não me contive e questionei:
— Ana, não é melhor você dormir com a Verônica?
— Não, Paulo. Eu fico mais à vontade com o Carlos — respondeu, simplista.
Engoli a estranheza e fui para o nosso quarto. Verônica vestiu seu pijama e, como a cama era de casal, ela insistiu para que eu ficasse com ela, mas acabei puxando o colchão avulso para o chão para ficarmos mais confortáveis. Peguei no sono rápido, mas, no meio da madrugada, acordei meio grogue. No silêncio do chalé, ouvi um som abafado, um ritmo constante de plaft, plaft, plaft vindo do corredor ou do quarto ao lado. Minha mente estava confusa pelo vinho; não consegui processar e acabei apagando novamente.
No dia seguinte, tudo correu normalmente. Passeamos, almoçamos e, no fim da tarde, estávamos de volta a São Paulo.
Em julho, Carlos ligou com uma nova rota: Paraty. Ficaríamos três dias e duas noites. Aceitamos. Ao chegarmos à casa histórica alugada, lá estava o mesmo padrão: apenas dois quartos. Pensei em questionar abertamente o porquê daquela insistência em imóveis com dois quartos, mas o assunto mudou e acabei esquecendo.
Aquele dia, no entanto, guardava uma novidade: foi a primeira vez que vi Ana e Verônica de biquíni.
Ana estava com um modelo preto cortininha. Ela era escultural. Muito alta, quase 1,90m, o que lhe dava uma presença imponente. Tinha a barriga reta adornada por um piercing, algumas tatuagens pelos braços e, embora magra e com seios pequenos, ostentava uma forma física impecável que chamava a atenção de qualquer homem na praia. Verônica não ficava atrás. Minha filha tinha o corpo violão, a pele muito branca, quase como leite, e os pelos dourados pelo sol. Destacava-se pela silhueta curvilínea e o biquíni rosa que acentuava suas formas.
Eu e Carlos colocamos nossas sungas e fomos para a água. O dia voou. Saímos da praia direto para um quiosque, onde comemos e bebemos, e quando nos demos conta, já passava da meia-noite.
Voltamos para a casa exaustos. Após os banhos, conversamos um pouco na sala e, por volta das duas da manhã, decidimos nos recolher. Verônica e eu fomos para o nosso quarto. Como de costume, deitei-me no colchão no chão e ela ficou na cama de casal. O cansaço do sol e do álcool me desabou; apaguei profundamente.
No meio da madrugada, a névoa do meu sono foi cortada por uma sensação tátil. Dedos leves e trêmulos cutucavam meu ombro persistentemente.
— Pai... Pai... — uma voz sussurrou, bem baixinho, colada ao meu ouvido.
Ainda meio grogue, forcei os olhos para abrir no escuro. Minha mente tentava afastar o nevoeiro do sono, mas o sussurro de Verônica era urgente. Antes que eu pudesse responder, o silêncio da madrugada foi cortado por sons abafados que eu já conhecia. Gemidos rítmicos, respirações arfantes e o som ecoando pelas paredes da casa.
— Eles estão transando, pai... — Verônica sussurrou, a voz trêmula de puro choque.
— Eles?... Eles quem, filha? — perguntei, sentando-me no colchão, o coração começando a acelerar.
— O Carlos e a Ana Paula.
Fiquei paralisado, olhando para a silhueta da minha filha na penumbra. Verônica levantou-se da cama silenciosamente e colou o ouvido na parede de madeira que fazia fronteira com o quarto ao lado. Fiz o mesmo, levantando-me num impulso. À medida que me aproximava, a realidade desabou sobre a minha cabeça. Os gemidos eram nítidos, viscerais.
— Auuunhh... vai, mais forte... gostoso... — a voz de Ana Paula ecoava, sem qualquer pudor.
— Não, filha... Não pode ser. Eu devo estar ouvindo coisas — balbuciei, recusando-me a acreditar.
Mas antes que Verônica pudesse dizer algo, a voz de Ana Paula subiu de tom, misturada ao som frenético de impacto e à cama rangendo desesperadamente:
— Dá leitinho para a sua filha, dá pai?... Quero engolir tudinho...
O som de plaft, plaft, plaft acelerou ao máximo, o ranger da madeira parecia que ia virar a casa do avesso, até que um grito rouco e prolongado de Carlos selou o momento:
— Ahhhhhhhhhhh!...
Um silêncio pesado e sufocante caiu sobre o corredor, quebrado apenas por um último sussurro extasiado de Ana:
— Que delícia...
Verônica se afastou da parede e olhou para mim. Mesmo no escuro, dava para ver o horror em seus olhos.
— Eles estão transando, pai. De verdade.
— Isso é ridículo, filha... É doentio — respondi, engolindo em seco, falando o mais baixo que conseguia para que minha voz não atravessasse a parede. — São pai e filha. Como isso é possível?
— O que a gente faz agora? — a voz dela vacilou.
— Eu vou lá. Vou quebrar aquela porta e confrontar o Carlos. Isso é absurdo.
— Não, pai! Por favor, não se mete nisso agora — Verônica segurou meu braço com força, os dedos frios. — Estamos isolados aqui com eles. Se você falar algo agora, o clima vai virar um inferno. Amanhã cedo a gente inventa uma desculpa, volta para São Paulo e decidimos o que fazer bem longe daqui.
— Mas, Verônica... Eles estão cometendo um incesto ali do lado! Não dá para fingir que nada aconteceu!
— Eu sei, pai, eu sei! É horrível... Mas por favor, me escuta. Só volta para o colchão. Não faz nada aqui dentro.
Fiquei estático no meio do quarto, os punhos cerrados, sentindo uma mistura de nojo, incredulidade e traição por parte do meu velho amigo. O padrão dos dois quartos finalmente fazia um sentido macabro.
— Acho que eles pararam... — Verônica sussurrou após alguns minutos de silêncio absoluto no chalé. — É melhor a gente tentar deitar.
— Sim, filha... Vamos tentar — respondi, embora soubesse que, depois daquela noite, o sono nunca mais seria o mesmo.
Eu não preguei o olho. Passei o resto da madrugada encarando o teto, a mente sabotada por tudo o que tinha ouvido. Ao contrário de Verônica, que o cansaço acabou vencendo, o impacto em mim foi avassalador.
Levantei por volta das sete da manhã, com a cabeça pesada, e comecei a passar o café. Pouco depois, Carlos e Ana Paula saíram do quarto. Eles agiam com uma naturalidade espantosa, conversando sobre o clima e os planos do dia como se nada tivesse acontecido. Quando Verônica apareceu na cozinha, trocamos um olhar cúmplice e tenso. Seguindo o conselho dela, mantive a boca fechada. Inventamos uma desculpa sobre um imprevisto de trabalho em São Paulo e antecipamos nossa volta.
De volta ao nosso porto seguro, minha filha e eu tomamos uma decisão drástica: não viajaríamos mais com eles. O combinado era o afastamento gradual. As interações esfriaram, embora Carlos ainda me mandasse mensagens esporádicas no WhatsApp.
Até que, semanas depois, veio o xeque-mate. Carlos me chamou no privado para se despedir: voltaria em definitivo para a França em quinze dias. Antes de partir, ele queria aproveitar o feriado prolongado de novembro para alugar uma lancha de alto padrão e explorar as ilhas do litoral norte de São Paulo. De início, recusei, alegando escala de voo. Mas Carlos insistiu com o peso da nostalgia, lembrando que, com a mudança, provavelmente nunca mais nos veríamos. Cedi.
No dia seguinte, Verônica me ligou, indignada:
— Pai, por que você aceitou? O combinado não era a gente sumir?
— Eu sei, filha, mas é a despedida dele. O cara vai embora para a Europa e não sei se volta. Vai ser a última vez, eu prometo.
A contragosto, ela acabou topando me acompanhar. Consegui folgar no feriado e o plano foi traçado: quatro dias navegando entre praias e ilhas isoladas. Durante o trajeto de carro até o píer, fui com os dois pés atrás. Olhei para Verônica e reforcei o pacto: "A gente finge demência. Não tocamos no assunto daquela noite por nada".
Quando chegamos ao cais, o impacto foi visual. O iate era enorme, uma embarcação de luxo imponente.
— Quem vai comandar essa máquina? — perguntei a Carlos, tentando quebrar o gelo.
— Eu, ué! — ele riu, orgulhoso. — Além de pilotar avião, você sabe que eu mando bem no mar.
Olhei para o lado e vi Ana Paula. Ela ostentava um sorriso largo, magnético, exalando aquela energia devastadora de sempre. Era quinta-feira à noite quando embarcamos para conhecer as instalações. Ao descer para a área das cabines, o meu estômago revirou. Lá estava o padrão novamente: apenas duas suítes, separadas por uma parede fina de compensado naval. O espaço era luxuoso, com cozinha e banheiros integrados, mas os quartos eram extremamente compactos. Quando testamos o colchão extra no chão do nosso quarto, percebi que o espaço útil sumiu; Verônica e eu quase não conseguiríamos nos mexer ali dentro.
Deixamos as malas e subimos para o convés. Navegamos sob o luar e atracamos nas proximidades da Ilha de Montão de Trigo. Ficamos bebendo e conversando no bar do iate até de madrugada. Quando finalmente descemos para dormir, deitei-me no colchão com os sentidos totalmente alertas, esperando o pior. Mas a noite de quinta para sexta seguiu em um silêncio absoluto, quebrado apenas pelo balanço suave das ondas no casco.
Na manhã de sexta-feira, o sol nasceu forte. Carlos ancorou em uma enseada paradisíaca e as meninas colocaram os biquínis para descer até a praia.
Tentei disfarçar, mas era quase impossível não olhar para Ana Paula. Ela estava esculpida. O biquíni realçava cada curva de seus quase 1,90m de altura, uma presença que comandava os olhares na areia. Verônica estava logo ao lado, exibindo sua silhueta violão, os cabelos presos e a pele clara contrastando com o biquíni rosa.
Carlos e eu vestimos nossas sungas, estendemos as esteiras na areia e ficamos observando o mar de longe. Em dado momento, enquanto as duas caminhavam na beira da água, Carlos quebrou o silêncio com um suspiro nostálgico:
— Nossas filhas cresceram de um jeito inacreditável, né, Paulo?
Olhei para ele de soslaio, sentindo um arrepio incômodo na espinha ao lembrar do que aquela "filha" pedia a ele entre quatro paredes.
— Sim... — respondi, com a voz pausada, tentando manter a máscara de normalidade. — E rápido demais.
Elas passaram mais tempo na água do que na areia, enquanto eu e o Carlos preferimos ficar nos quiosques, bebendo e conversando. O tratamento entre eles era estritamente de pai e filha, sem dar margem para qualquer outra interpretação. Visitamos mais uma ilha, mas, dessa vez, às 2h da manhã já estávamos de volta ao barco. Decidimos ancorar longe da praia e ficamos bem afastados. Conversamos um pouco antes de dormir. Dessa vez, Verônica vestiu um pijama que a deixava mais à vontade: ao contrário das calças e blusas de antes, ela usava um short e uma camiseta curta, que deixava a barriga de fora.
Já na cama, apago em poucos minutos. Acordo sobressaltado com gemidos e falas explícitas:
— Isso, filha!Chupa essa rola, chupa!
O som de shuft, shuft, shuft toma conta do ambiente, seguido por mais sussurros:
— Isso, FILHA, lambe as bolas, gostosa, lambe.
Olho para o lado e vejo Verônica acordada na cama dela, me olhando fixamente.
— Você tá ouvindo, pai?, ela diz.
— Tô, filha.
Logo depois, o ritmo muda e ouço o Carlos começar a meter.
— Assim, filha? Tá gostando?
— Tô, pai, fode...
Parecia que eles estavam do nosso lado, compartilhando o mesmo ambiente, pois a fina parede de gesso não diminuía em nada o som vindo do quarto vizinho.
O sexo rolava solto. As palavras de desejo, a safadeza e o som dos corpos se tocando ecoavam por todo o barco. Meu pau ficou duro só de ouvir, mesmo eu achando tudo aquilo errado. Como eu estava sem coberta, a Verônica acabou notando o meu volume, já que o quarto não estava totalmente escuro — a luz do luar entrava forte pela janela.
O barulho daquela foda gostosa era claro como água cristalina. Olhei para a Verônica e a vi atenta, de olhos bem abertos, mas com uma expressão diferente no rosto: ela estava com tesão, exatamente como eu.
Já tinham se passado mais de dez minutos e o sexo continuava intenso entre pai e filha. A cama rangia sem parar. As trocas de palavras obscenas e beijos se misturavam ao som estalado de quem cavalgava com força; dava para notar que a Ana estava sentando com tudo no Carlos.
O barulho era ensurdecedor, e o meu tesão só aumentava com aqueles gemidos. Meu pau mal cabia no short de tão duro que estava, mas eu ainda não tinha me tocado, totalmente hipnotizado pelo que acontecia ao lado.
Foi quando a Verônica, com uma voz mansa, quebrou o silêncio do nosso quarto... enquanto, logo em seguida, o ritmo do Carlos ficava ainda mais selvagem:
— Assim, Ana? Tá gostando?
— Tô, pai! Fode essa boceta, fode!
— Pai...
— Oi, filha. — Respondo.
— Tô com tesão.
Olhei para o seu rosto e, de fato, ela estava totalmente rendida por aquelas vozes de prazer. Respondi bem baixinho:
— Também, filha. Melhor dormirmos.
— Não vou conseguir... Não queria falar, mas tô ensopada.
Fiquei calado. Não esperava que a Verônica, uma mulher sempre tão certinha, fosse dizer algo assim.
— Eu imagino, filha.
— Posso pedir uma coisa?
Meu sangue gelou nessa hora. Respondi, tentando manter a calma:
— Pode, filha.
— Você se importa se eu me tocar aqui no meu canto? Só para passar esse tesão?
Fiquei estático, sem reação. A voz sumiu da minha garganta e, por alguns segundos, balancei entre o choque e o desejo, até que finalmente consegui falar:
— Pode, filha.
E ela complementou, quebrando qualquer barreira que ainda restava:
— Se você quiser também, fica à vontade. Isso aí tá bem duro — disse ela, apontando com o dedo indicador da mão direita para o meu pau.
— Nossa, filha, me desculpa. Não tinha percebido...
— Relaxa, fica à vontade. Melhor aliviar. Eu sei que é errado, mas esse sexo do lado está me dando muito tesão só de ouvir.
— Tá bom, filha.
Ela se afastou mais para o meio da cama dela, saindo do meu campo de visão direto. Logo em seguida, o som abafado de uma siririca começou a ecoar no quarto. Minha curiosidade disparou, mas segurei o impulso de levantar a cabeça para não olhar. Era tudo tão errado, mas a sensação era tão estranha e deliciosamente intensa que meu estômago começou a revirar com um frio de puro nervosismo.
Enquanto isso, o sexo selvagem no quarto ao lado continuava sem trégua.
— Isso, pai, fode, vai! Gostoso... Adoro essa rola!
— Gosta de dar pro pai, gosta?
— Adoro, gostoso!
Foi aí que não resisti. Abaixei um pouco o short e comecei a bater uma punheta. Fechei os olhos e imaginei a Ana Paula transando com o seu pai. Minha mão subia e descia bem devagar, mas aos poucos fui aumentando a velocidade. Ao meu lado, eu ouvia o som da siririca da Verônica cada vez mais forte e rápido, enquanto, no quarto vizinho, o barulho de plaft, plaft, plaft também chegava ao seu ápice.
Até que, depois de uns cinco minutos, cheguei ao limite e acabei gozando. O jato voou forte e alguns pingos bateram até na minha testa. Quando comecei a abrir os olhos, tomei um susto: a Verônica me viu gozando. Ela estava com a mão direita por dentro do próprio short e com a blusa desajustada, deixando um dos seios totalmente à mostra. Meu olhar foi atraído direto para a aréola rosada e o bico pontudo e enrijecido.
Ao mesmo tempo, ouvi o grito abafado do quarto ao lado:
— Caraaaaalho!
A Verônica continuou me olhando e sussurrou:
— Foi, pai? Conseguiu se aliviar?
Totalmente sem graça, respondi:
— Sim, filha... e você?
— Sim, tô mais tranquila agora.
Voltei a atenção para a parede divisória e, finalmente, o silêncio reinava no barco. No entanto, logo depois do clímax, o peso da besteira que eu tinha acabado de fazer começou a me consumir, misturando a culpa com a excitação, o que me fez ter muita dificuldade para pegar no sono. Verônica virou-se para o canto dela e não a vi mais.
Por volta das 7h, levantei da cama. Verônica ainda estava totalmente apagada. Saí do quarto em silêncio, escovei os dentes, subi até a popa do barco e fiquei encostado, apenas olhando para o mar. Logo em seguida, a Ana Paula apareceu com um sorriso no rosto e perguntou:
— Dormiu bem, Paulo?
Menti um pouco, tentando disfarçar, e respondi:
— Sim, e você?
— Como um anjo.
E ela saiu. Pouco depois, Carlos apareceu e informou que iríamos tomar café em uma praia próxima. O dia correu sem nenhuma anormalidade; os dois se comportavam como se nada tivesse acontecido, transmitindo a ideia de que a relação deles era estritamente de pai e filha.
Almoçamos, conhecemos algumas praias e bares e, por volta das 21h, decidimos nos afastar um pouco da costa e ancorar mais no mar. Tínhamos pegado algumas bebidas, como vodka e champanhe, e ficamos conversando e bebendo. Não tive coragem de perguntar a eles se de fato estavam transando e qual era o motivo daquilo, e a Verônica também não tocou no assunto. Eu olhava para a minha filha e notava que ela estava totalmente sem graça, devido ao que tinha ocorrido na noite anterior.
Por volta das 2h30, tanto Ana quanto Carlos informaram que iam dormir. Assim que eles saíram, minha filha me perguntou:
— Será que vão transar de novo?
— Não sei, filha. Acho difícil o Carlos ter todo esse pique...
— Bom, então é melhor irmos também. Já tô com sono.
Concordei e fomos para o quarto. O silêncio reinava, até que ouvi passos no corredor. Logo em seguida, vieram algumas risadas abafadas, mas já do lado de fora. Eu não estava conseguindo dormir, e a Verônica também não.
Foi quando ela sussurrou:
— Acho que a Ana e o Carlos estão lá fora, pai.
— Será?
— Acho que sim.
Vi a Verônica se levantar e abrir a porta do quarto. Perguntei:
— Onde você vai, filha?
— Bisbilhotar, pai.
Eu também me levantei e a acompanhei. Entre os quartos e a saída do convés havia uma escada que precisávamos subir, e a Verônica começou a subir com todo o cuidado do mundo para não fazer barulho. Eu estava logo atrás dela quando, do nada, ela parou no meio dos degraus.
— Olha lá, pai... — cochichou.
Com cautela, inclinei a minha cabeça até conseguir um ângulo que me permitisse vê-los. Lá na popa, vi a Ana Paula abraçada com o seu pai, trocando um beijo ardente enquanto ele apertava a bunda dela com força.
Meu pau começou a endurecer novamente ao olhar para aquela delícia. Eu e a Verônica ficamos observando a cena, imóveis, até que ouvi:
— Pai, vamos fuder no quarto? Tô com muito tesão.
— Vai ser como ontem?
— Melhor.
— Vamos.
Nesse momento, a Verônica me puxou pelo braço e voltamos correndo para o quarto. Fechamos a porta e, alguns segundos depois, ouvimos os dois entrarem no quarto deles.
Logo começou o barulho de beijos estalados. Em seguida, algumas falas começaram a acender ainda mais o meu tesão:
— Isso, pai... chupa meu grelinho, chupa! Ai, que língua gostosa!
Aquelas falas faziam a minha imaginação fluir, visualizando cada palavra e o momento exato pelo qual eles estavam passando. O som das lambidas ecoava pelo barco. Olhei para a Verônica, e ela me encarou de volta.
As lambidas continuavam intensas no quarto ao lado. Logo depois, percebi pelos sons que os papéis tinham se invertido: agora era a vez da Ana fazer um boquete no pai. E ele falava sem parar:
— Nossa, filha, que delícia de boca... Chupa esse pauzão, chupa!
O sexo deles começava a ganhar um ritmo mais selvagem, até que a Verônica sussurrou para mim:
— Pai, tá desconfortável aí no chão, né?
— Um pouco, filha.
— A cama é de casal. Quer subir? Cabe nós dois aqui.
— Quero, filha.
Me levantei e deitei na cama dela. Ficamos os dois ali, colados, ouvindo aquele pai e filha transando como se fosse a última transa de suas vidas. O tesão estava muito maior do que na noite anterior — tanto o deles quanto o meu. O que eu não esperava era que o da Verônica também estivesse nas alturas, pois ela se aproximou do meu ouvido e disse bem baixinho:
— Pai, posso falar uma coisa?
— O que, filha?
— Tô com tesão de novo.
— Putz, filha... eu imagino. Eu também tô.
— Posso me tocar?
— Acho melhor eu ir para a minha cama, então...
— Não precisa, fica.
Estranhei aquela proposta, mas, devido ao tesão acumulado, aceitei. A mão dela foi entrando por dentro do próprio short e começou a fazer movimentos circulares. A outra mão subiu por dentro da camiseta, e eu a vi passar os dedos no seio direito, bem em cima do bico.
Ela começou a se dar prazer. No outro quarto, Carlos começou a meter na Ana, e os gemidos misturados ao barulho de plaft, plaft, plaft ecoaram novamente pelo barco.
Meu pau estava extremamente duro, e eu tentava evitar olhar diretamente para a Verônica naquele estado. Até que ela sugeriu:
— Pai, se você quiser se aliviar, fica à vontade. Prometo que não conto para ninguém.
Eu queria muito bater uma punheta logo, pois aquela situação inteira estava acabando com o meu autocontrole.
— Tem certeza, filha?
— Tenho, pai. Só não conta para ninguém o que eu estou fazendo.
— Não vou contar.
Levei a minha mão para dentro do short e comecei a me masturbar para aliviar a pressão. Passados alguns segundos, a Verônica disse:
— Pai, a roupa tá me incomodando. Posso tirar?
— Melhor não, filha...
— Por favor. Só preciso me aliviar.
— Tá bem, filha.
E eu vi a Verônica começar a se despir. Primeiro foi a camiseta, e depois o sutiã vermelho que ela usava. Vi aqueles seios lindos e perfeitos serem liberados; eram os seios mais bonitos que eu já tinha visto na vida, com as aréolas rosadas. Logo em seguida, ela tirou o short junto com a calcinha, revelando a sua bochecha toda depilada, sem um único fio de pelo. Ela se deitou novamente e voltou a se tocar.
Sua mão direita foi direto para o clitóris, enquanto a esquerda massageava os próprios seios.
O barulho do sexo continuava sem trégua no quarto ao lado. Os sons de prazer estavam extremamente altos. Eu continuei batendo a minha punheta, até que a Verônica sugeriu:
— Pai, tira o short. Deve ser ruim bater uma com ele te apertando.
— É sim, filha...
— Então tira.
Tiro o meu short e deixo cair no chão. Tanto eu quanto a minha filha estávamos totalmente nús e entregues ao toque, enquanto o sexo ao nosso lado continuava intenso. Os gritos de prazer da Ana eram assustadores de tão intensos. Meu corpo reagia a cada sentada que ela dava no pai, imaginando que, por um segundo, poderia ser eu ali...
Ao meu lado, percebi que a Verônica estava completamente molhada; dava para ouvir o som úmido enquanto ela se tocava. Meu pênis também começou a lubrificar, reagindo àquele tesão absurdo que tomava conta do ambiente. Ao fundo, os gemidos continuavam: "Ainn, ainn, ainn..."
Comecei a masturbar com mais força, tentando acelerar o ápice, até que a Verônica sussurrou:
— Pai, isso não tá resolvendo. Tô subindo pelas paredes.
— Não é melhor tomar um banho? — perguntei.
— Não. Pensei em outra coisa — ela respondeu.
— O quê, filha?
— Não briga comigo...
— Não entendi.
De repente, vi a Verônica subir em cima de mim. Meu pênis ficou posicionado exatamente na entrada da sua boceta. Eu me assustei.
— O que você está fazendo, filha?
— Quero roçar a minha boceta em você. Você deixa? Não vamos transar, porque somos pai e filha... Mas não consigo me satisfazer de outro jeito.
— Não, filha, vai dar merda.
— Eu não vou deixar você me penetrar. Apenas roçar. Vai, pai, por favor...
— Melhor não, Verônica.
Ela se afastou um pouco, aproximou-se do meu ouvido e disse, com uma voz extremamente sexy:
— Vai, pai. Não vai acontecer nada. Eu não quero e não vou deixar passar disso.
Eu me tremi todo. Meu membro estava literalmente embaixo da sua boceta ensopada; eu conseguia sentir até o clitóris dela encostado em mim.
— Tem certeza?
— Tenho, pai.
— Tá bom... Só um pouquinho.
Então, Verônica começou a roçar a boceta no meu pênis. Ela sentou bem em cima de mim, e os lábios da sua vagina se dividiram, envolvendo o meu membro. Ela começou a se movimentar para sentir o atrito, subindo e descendo, percorrendo toda a extensão dos meus dezessete centímetros.
Ao lado, o sexo continuava intenso. Além do rangido da cama, os gemidos da Ana faziam parecer que aquela transa duraria horas.
Verônica continuava o movimento, com total cuidado para que não houvesse penetração. Ela se afastou um pouco, sentando de fato sobre mim, e meu olhar foi direto para os seus seios. Ali, pela primeira vez, senti uma vontade real de transar com ela.
Ela continuou roçando, em silêncio. Seus olhos estavam fechados e os lábios entreabertos, demonstrando o prazer que sentia. Meu pênis rígido ficou completamente molhado pelo líquido da minha filha. Por dentro, comecei a torcer para que ela afundasse de vez e me deixasse entrar, mas me contive, respeitando o que havia sido acordado.
Eu nem a tocava. Deixava que ela fizesse basicamente o que quisesse comigo. Até que ela mudou um pouco de posição, sentando logo atrás do meu pênis. Ela puxou a pepeka mais para a frente, segurou meu pau com a mão direita e começou a roçá-lo diretamente em seu clitóris ensopado. Era a primeira vez que eu via a boceta dela de perto: rosada, suculenta, com lábios delicados e o clitóris aparente.
Ela não me masturbava com a mão; apenas usava a ponta dos dedos para guiar o meu membro, esfregando-o por toda a sua região íntima. Naquele momento, quase tive um infarto; a vontade de possuir aquela boceta de qualquer jeito era avassaladora. Tentei me movimentar para tomar a iniciativa, mas Verônica me barrou:
— Não, pai.
Voltei a me deitar e ela continuou. Ficamos assim por mais de dez minutos, até que o ritmo do sexo no quarto ao lado começou a diminuir. Percebendo a mudança, minha filha deitou-se sobre mim, colando seu rosto ao meu. Meu pênis voltou a ficar posicionado exatamente na entrada da sua boceta.
— O que achou, pai? — ela sussurrou.
— Gostei.
— Que bom.
— E você, se aliviou?
— Um pouco.
Ela me abraçou e ficamos assim por alguns segundos. Retribuí o abraço, sentindo nossos corpos completamente colados e a respiração ofegante dela bater no meu ouvido. Meu membro continuava na porta da sua boceta. Bastava um pequeno movimento meu para penetrá-la, mas decidi não fazer isso, embora a luta contra o meu próprio desejo tenha sido árdua.
Ao lado, a conversa continuava alta:
— Vai gozar, pai?
— Ainda não, mais um pouquinho. Quer que eu goze onde?
— Na boquinha. Adoro seu leitinho.
— Então rebola nesse pauzão, rebola gostosa.
Verônica comentou bem baixinho no meu ouvido:
— O sexo tá bom ali, hein?
— Muito. Quase uma hora transando sem parar.
— Sim... Posso fazer uma coisa que tenho vontade?
— O quê, filha?
Ela se levantou um pouco e mudou de posição, deitando de costas sobre mim. Eu me ajeitei, abrindo as pernas, e ela sentou de costas, posicionando-se em cima do meu pau.
Sinto o peso de suas nádegas contra o meu corpo; meu pau está perfeitamente encaixado na divisa da sua bunda. Ela escorona o corpo no meu, descansando a cabeça bem ao lado da minha. Daqui, consigo vislumbrar a curva dos seus seios e os bicos deliciosamente rígidos. Minha mão direita desliza devagar por seu quadril, tocando a pele macia, mas respeitando o limite sutil que ela impôs. Não dizemos nada. Permanecemos ali deitados, imersos em um silêncio cúmplice, como se fôssemos namorados.
Até que Verônica quebra o silêncio:
— Pai, posso fazer uma pergunta?
— Pode, filha.
— Você sentiu tesão?
— No quê? Neles? — pergunto, tentando desviar.
— Não. Quando eu fiquei em cima de você.
— Filha, filha...
— Responde, pai.
Hesito por um instante, mas me rendo à honestidade do momento.
— Sim. Fiquei.
— Eu percebi — diz ela, com a voz baixa.
— Você também ficou, não é?
— Fiquei, pai. Estou ensopada.
— Eu imagino.
De repente, a gritaria do quarto ao lado é interrompida por um sussurro arfante, seguido de um gemido alto:
— Me dá leitinho, dá?
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhghhhh!
Carlos tinha gozado novamente.
A respiração de Verônica acelera, tornando-se mais forte e audível. Aproximo-me ainda mais e sussurro diretamente em seu ouvido:
— Acho que eles terminaram.
— Acho que sim, pai — ela responde, a voz trêmula.
— Melhor eu voltar para a minha cama?
— Tem certeza? Está tão gostoso ficar assim...
— Tenho. É melhor.
— Tá bom.
Volto para o meu colchão, mas o sono não vem. Não consigo pregar o olho, atormentado por um peso enorme na consciência e por aquela mistura intensa de tesão que eu ainda carregava no corpo. Só consigo pegar no sono por volta das sete da manhã, mas, logo às oito, Carlos bate na porta e nos acorda:
— Vamos, gente! Hoje é o penúltimo dia!
E a nossa aventura continuava. Conhecemos duas novas ilhas, aproveitamos a praia e passamos o restante do tempo em um quiosque. No final da tarde, movido por uma curiosidade que não conseguia mais conter, decido sondá-lo:
— Carlos, posso te fazer uma pergunta?
— Claro, Paulo. Diz aí.
— Você tem alguma coisa para... potencializar a criança aqui? — pergunto, meio sem jeito.
Ele olha para mim e solta uma risada cúmplice.
— Tenho sim. Te dou assim que a gente subir no barco.
Voltamos para o barco por volta das 22h, mas, dessa vez, abastecidos com cerveja e pinga. Ficamos na praia até mais tarde do que de costume, conversando e bebendo enquanto as meninas usavam biquíni e nós estávamos de sunga. Em determinado momento, Carlos me chama de canto:
— Paulo, vem aqui rapidinho.
Sigo-o até o quarto dele. Sem rodeios, ele me estende um comprimido.
— Isso aqui faz a gente virar um touro.
Olho para a pílula e finalmente descubro a fonte de toda aquela fome insaciável de sexo. Antes de sairmos do quarto, ele avisa:
— Já toma agora. Demora um pouco para fazer efeito.
Vejo Carlos colocar uma pílula na boca e engolir. Eu faço o mesmo com a minha, mais por impulso do que por real necessidade. Ficamos conversando por mais uns trinta minutos, até percebermos que já passava das três da madrugada. Carlos decide afastar o barco da praia, e depois de ficarmos distanciado, eles decidem se recolher, deixando apenas eu e a minha filha perto da polpa. Cinco minutos depois, resolvemos ir também. Ela toma o banho dela primeiro e, em seguida, vou eu.
No quarto, o silêncio era ensurdecedor, quebrando o padrão dos dias anteriores. Logo sinto o efeito do comprimido começar a agir: meu pau fica completamente rígido, mesmo sem que eu estivesse sentindo um tesão imediato.
Verônica vestia seu pijama clássico, mas um detalhe me chama a atenção: ela estava sem calcinha, já que o short não exibia marcação nenhuma. Ela se deita na cama e apagamos as luzes.
Mais de vinte minutos se passam no escuro até que o silêncio é quebrado pelo som de beijos vindos do quarto ao lado. Logo, os estalos começam a vir acompanhados de sussurros:
— Gostoso...
— Gostosa.
— Delícia...
Olho na direção de Verônica e, pela penumbra, percebo que ela está de olhos bem abertos, concentrada em cada som.
Cinco minutos depois, o clima do outro lado da parede esquenta de vez. O ritmo dos gemidos faz o meu próprio tesão disparar, acumulando-se com o efeito do remédio; meu pau parecia uma pedra.
É quando percebo Verônica se movimentar. Devagar, ela começa a tirar a roupa: primeiro a camiseta, depois o short, revelando-se totalmente nua sob a luz fraca do quarto.
Ela se vira para mim e quebra o silêncio com a voz baixa, mas firme:
— Pai, quer subir?
Não penso duas vezes.
— Quero.
Eu subo na cama e me deito ao lado da minha filha. Ela me olha e complementa:
— Se quiser tirar o short, fica à vontade.
Começo a baixar o short. Pela pressão do efeito do remédio, meu pau salta para fora com força, chegando a bater contra o meu próprio ventre. Ela começa a se masturbar e eu faço o mesmo, enquanto continuamos atentos aos sons do quarto ao lado. Ficamos assim por alguns instantes, até que ela se move e sobe em cima de mim. Novamente, meu pau fica posicionado bem contra a sua boceta.
Do outro lado da parede, o áudio continua nítido:
— Isso, filha... chupa essa rola, chupa!
Nesse momento, abraço Verônica com força. Sinto toda a umidade da sua vagina contra a pele do meu membro. Após alguns segundos de silêncio entre nós, ela confessa:
— Pai, estou com muito tesão!
— Quer roçar a sua boceta no meu pau? — pergunto.
— Não, pai.
O "não" me pega de surpresa. Espantado, questiono:
— O que você quer então?
— A mesma coisa que eles estão fazendo lá do lado.
Sinto o impacto do pedido e recuo:
— Não, filha. Melhor não.
Ela me abraça ainda mais forte, aceitando a recusa sem insistir explicitamente.
— Tá bom, pai. Então posso ao menos roçar o meu grelo?
— Pode.
Ela começa a rebolar sobre o meu pau. O movimento inicia devagar, mas aos poucos ganha velocidade. Consigo sentir toda a lubrificação dela. Ela já não agia com o mesmo cuidado ou timidez da noite anterior; havia mais urgência. Com as mãos, ela busca os meus braços, entrelaçando nossos dedos com firmeza enquanto continua o movimento Ritmo. Consigo ver, pela penumbra, Verônica mordendo os lábios, a respiração cada vez mais ofegante.
O som de shuft, shuft, shuft vindo do quarto vizinho estava alto. Eles realmente não se importavam com a nossa presença e sabiam perfeitamente que estávamos ouvindo tudo.
A forma como Verônica se movia agora era completamente diferente. Seu olhar estava fixo na minha boca, e o meu na dela. Aos poucos, aquela barreira invisível de pai e filha parecia se dissipar no calor do quarto. Ela esfregava a boceta contra o meu pau com força, como se estivesse testando os meus limites. Em alguns momentos, a pressão era tanta que parecia que eu seria engolido por ela.
— Seu pau está muito duro, pai — ela sussurra.
— Está, filha.
— Você deve fazer um estrago nas mulheres...
Nesse momento, desfaço o nó dos nossos dedos. Levo minhas mãos até as nádegas dela, interrompendo o roçar contínuo. Puxo o corpo dela um pouco mais para a frente, alinhando-nos perfeitamente. Sinto a cabeça do meu pau receber o calor direto da entrada da sua boceta. Estávamos a apenas um movimento da penetração.
— Não sei — respondo à afirmação dela.
— Eu acho que sim.
— E como saberemos? — pergunto, desafiando o momento.
— Eu não sei... Mas estou curiosa.
Empurro o quadril levemente para cima. Meu pau entra cerca de dois centímetros. Paro imediatamente, sustentando o peso e o encaixe.
— Está curiosa?
Ela morde os lábios com ainda mais força e responde, firme:
— Eu estou, pai.
— Você tem alguma sugestão? — pergunto.
Empurro o quadril um pouco mais, e meu pau avança mais um centímetro para dentro. A cabeça do meu membro já sente a pressão e o calor úmido do seu canal.
— Eu tenho, pai!
— Qual? Conta para mim...
Em vez de responder com palavras, eu a solto e ela toma a iniciativa: apoia as mãos no meu peito e senta completamente, enterrando o meu pau de uma vez só na sua boceta quente e molhada. Sinto o impacto do corpo dela contra o meu. Ela fixa o olhar na minha boca e diz, com a voz arfante:
— Gestos são melhores do que palavras, né, pai?
Ela avança em direção ao meu rosto e me beija. Nossas línguas se encontram em uma disputa ávida, explorando o interior da boca um do outro. A língua macia da minha filha tem um sabor doce e envolvente, como uma mistura de pêssego e nêspera.
Verônica começa a se movimentar, subindo e descendo bem devagar. Meu pau vai sendo engolido por aquela boceta depilada e rosada, onde a marca do biquíni deixava a pele mais clara, dando um charme extra ao momento. Cessamos o beijo por um instante, e ela deixa escapar os primeiros gemidos:
— Aiiin... aiiin...
Fico paralisado por um segundo com a ficha caindo: estou transando com a minha própria filha, a mesma de quem eu trocava as fraldas quando era pequena. Mas o calor do momento me arrasta. Ela sobe lentamente e desce na mesma velocidade, explorando cada centímetro do meu membro. Aqueles seios claros, com a marca do sutiã de praia, estavam me deixando louco. Sem resistir, seguro-a pela cintura e faço-a subir um pouco, permitindo que meu pau saia de dentro dela para que eu possa alcançar seus mamilos pontudos.
Minha língua percorre toda a aréola do seio esquerdo e depois envolve o bico rígido. Repito o processo no direito. Verônica morde os lábios, entregando-se ao tesão; as pequenas glândulas arrepiadas ao redor da aréola denunciam o nível da sua excitação. Após alguns minutos, ela volta a colar seus lábios nos meus e sussurra:
— Estou com muito tesão, pai...
Vindo do quarto ao lado, o som muda para um estalo ritmado de plaft, plaft, plaft. Carlos estava metendo com força.
Aquele som serve como combustível. Deito Verônica de costas na cama e puxo suas pernas para cima, deixando-a na posição de frango assado, com as pernas bem abertas. Minha boca vai direto na sua xaninha. Começo a lamber o seu clitóris, sentindo toda a abundância da sua lubrificação e o gosto doce do seu fluido. O grelo dela é pequeno e extremamente sensível; minha língua o move de um lado para o outro. Em seguida, desço para explorar os grandes e pequenos lábios, sugando o excesso daquela umidade gostosa.
Os sons de prazer de Verônica aumentam de volume:
— Shiiiiii... caralho... Que delícia!
O tom da voz dela agora rivaliza com o barulho de plaft, plaft, plaft que vinha da parede vizinha.
Entrego-me totalmente àquela boceta. Fico mais de cinco minutos saboreando cada pedaço dela. No fundo, eu sabia o quão errado tudo aquilo era, e um peso na consciência tentava emergir; mas, como a barreira da penetração já havia sido quebrada, decido ir até o fim.
Afasto minha boca, subo no colchão e me deito de costas para recuperar o fôlego. Ela me olha, com os olhos brilhando na penumbra, e avisa:
— Agora vou retribuir.
Do outro lado da parede, ouço...
— Isso pai, chupa essa boceta, seu caralhudo!
Enquanto isso, Verônica vai descendo a atenção e chega até o meu pau. Segura o membro com a sua mão direita e começa a manusear o meu pau bem lentamente. Ela vai se ajeitando e fica de frente para a minha rola, mantendo o olhar fixo em meus olhos.
Ela abre a boca e vai engolindo, engolindo... até que a sua boca bate na minha pele. Ela tira e uma grande baba aparece entre a sua boca e meu membro. E ela volta a fazer o movimento e mais baba começa a sair ali. Foi a melhor sensação que tinha experimentado até ali.
Ela começa a subir e descer, e aos poucos começa a aumentar a velocidade. Depois ela começa a passar a língua na cabeça, fazendo eu quase explodir de prazer. Depois chupa as bolas, volta para o boquete e depois o tira da boca e bate no rosto, me olhando com cara de puta. Morde os lábios e volta para o boquete. Minha filha sabia o que estava fazendo.
Ao lado ouço:
— Tá gostando da boceta da sua filha, tá pai? Cachorro!
Minha filha passou mais de cinco minutos me chupando, até que a puxei para cima e a beijei. Meu pau estava completamente duro. Ela se ajeitou e foi descendo por cima de mim; sua boceta engoliu meu pau por inteiro enquanto ela começava a subir e descer. Aqueles peitos brancos pulavam a cada movimento. Com as duas mãos, ela segurou o próprio cabelo para o alto enquanto rebolava. Os gemidos que ela soltava me deixavam com ainda mais tesão, ficando cada vez mais altos.
Ao lado, o som molhado de "glop glop" ecoava, como se a Ana Paula estivesse bem ali do nosso lado.
Em seguida, eu me levantei e coloquei a Verônica de quatro. Meu pau foi entrando naquela boceta completamente molhada e comecei a meter. Minha filha empinava bem a bunda, fazendo com que ele entrasse e saísse todo, em um movimento contínuo e síncrono. Ela pegou o travesseiro e o pressionou contra a boca para conter os gritos, que ainda assim saíam abafados.
Depois de mais um tempo nessa posição, parei e a puxei. Ela ficou de joelhos na cama enquanto eu fiquei de pé, bem em frente a ela. Puxei seu corpo para frente, deixando-o colado ao meu. Eu a abracei e, com a mão direita, guiei meu pau até a sua boceta, penetrando-a aos poucos. Estava extremamente molhada. Segurei a sua bunda com as duas mãos e comecei a meter. Ela mordia os lábios com uma expressão safada enquanto eu a fodia de frente. A boceta dela era incrivelmente gostosa. Aos poucos, fui aumentando a velocidade, e de vez em quando trocávamos beijos profundos. Estava tão gostoso que ela me abraçou forte e sussurrou no meu ouvido:
— Pai, vou gozar desse jeito.
Aqui está a reestruturação desse trecho, ajustando a pontuação e a concordância para manter a intensidade do momento:
— Goza pra mim, goza!
Aumentei o ritmo das estocadas, e o barulho de plaft plaft plaft das nossas peles se chocando ficou ainda mais alto. Os sons explícitos de prazer ecoavam pelo quarto.
— Aiiinnn... ainn... ainnn...
De repente, vindo do quarto ao lado, eu ouvi:
— Na cara, pai! Na cara!
As pernas da Verônica começaram a tremer. As estocadas ficaram muito fortes, até que ela me abraçou firme e gritou:
— Tô gozando, tô gozando... ahhhhhhwwwm!
Senti a boceta dela contrair forte ao redor do meu pau. Caralho.
Tirei o meu pau, que saiu completamente molhado com o mel dela. Ela me soltou e perguntou:
— Acabou?
— Você gozou — respondi.
— Mas o senhor não!
— Vou bater uma para gozar então.
Comecei a bater punheta e a vontade de gozar foi voltando, até que a Verônica pediu para eu parar. Ela me fez deitar na cama e, aos poucos, foi sentando no meu pau. Começou a cavalgar, subindo e descendo. Eu olhava para baixo, vendo meu pau ser engolido por aquela boceta.
A puxei para um abraço, fazendo-a parar o movimento para que eu assumisse o controle e começasse a meter de baixo para cima. Meu pau entrava e saía com uma facilidade tremenda por causa da lubrificação, até que ela falou:
— Tá com vontade de gozar, tá?
— Tô.
— Goza pra mim, goza. Você quer onde? Você escolhe!
— Onde eu quero não pode. Pode dar merda. — respondi.
— Não vai. Sua filha deixa. Pode gozar. Quero leite paterno.
— Vou jogar minha porra na sua bocetinha então.
— Joga, pai. Quero esse leite quente no meu útero.
Aumentei o ritmo das estocadas até que ela soltou um grito:
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhwwwww!
Comecei a gozar como um cavalo, despejando toda a minha porra dentro dela. Verônica suspirou:
— Safadooo...
Fui ficando mole, até que ela saiu de cima de mim. Meu pau foi amolecendo aos poucos, e, junto com o relaxamento, o peso na consciência começou a bater forte. Verônica também parecia pensativa e quebrou o silêncio:
— Melhor você descer, pai.
Desci da cama e fui para o meu colchão no chão. No quarto ao lado, o sexo também já tinha parado. Eu não consegui dormir, e a minha filha também não, pois passou a noite inteira se remexendo na cama.
No dia seguinte, decidimos voltar para casa mais cedo.
Ficamos quase três meses sem nos ver e sem nos falar. Eu pensava naquela foda todos os dias. Durante esse tempo, a Ana Paula e o Carlos nos convidaram várias vezes para viajar com eles para a França, mas tanto ela quanto eu sempre inventávamos uma desculpa e dizíamos não. Até que, finalmente, decidimos aceitar.
Mas isso já é outra história.