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As Mulher da Familia - A viagem da irmã mais velha - Parte 4

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Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 2642 palavras
Data: 27/07/2026 13:56:39

Troco-me rapidamente e vou à porta receber minha irmã e minha sobrinha. Assim que ponho o pé na sala, Jaque também aparece.

— Paulo, Jaqueeeeeeee! Que felicidade ver vocês! — Beth exclama, abraçando minha filha e, em seguida, a mim.

Assim que nos soltamos, ela estranha:

— Nossa, que estranho... Seus cabelos estão molhados.

— É que a gente tinha acabado de tomar banho. Chegamos do barzinho há nem meia hora, fomos comemorar o aniversário de um amigo — respondo.

— Ah, sim... — diz Beth, enquanto eu aproveito para abraçar a Jú.

— Vem, prima, vem contar as novidades pra gente! — chama a Lê, puxando a Jaque em direção ao quarto.

Ficando sós na sala, pergunto:

— Ué, cadê o Jorge?

— O Jorge não pôde vir dessa vez, não conseguiu tirar férias no mesmo período que eu. Mas tenho uma ótima notícia...

— Qual? — pergunto.

— Vamos ficar trinta dias! A ideia é aproveitar ao máximo, sair e conhecer São Paulo. Quero ir a barzinhos, museus, shoppings... Onde der, a gente vai! — explica Beth.

Puta que pariu. — pensei. — Logo agora? E vai ficar trinta dias por aqui? Vou ter que esperar todo esse tempo para transar?

Ficamos conversando por mais um tempo. Depois, arrumei a cama para elas cochilarem um pouco, enquanto eu fui tirar um cochilo no sofá.

Ao acordar, percebi que as minhas filhas haviam trocado de roupa por opções mais comportadas; eu também vesti um short e uma camiseta. Elas nem sequer me deram um beijo no rosto ao cruzarmos pela casa.

Os dias foram se passando e a relação com minhas filhas deu uma esfriada. De manhã, quando eu saía para trabalhar, Beth sempre estava de pé ajudando a preparar o café, mas a comunicação entre nós se resumia a um seco "bom dia".

Já havia alguns dias que Beth e Ju estavam hospedadas em casa. Numa quinta-feira à noite, as meninas decidiram ir ao shopping, deixando apenas eu sozinho. Aproveitei a oportunidade para colocar um filme pornográfico no celular e masturbar-se, pensando nas minhas filhas e na Yara. Por volta das 23h, elas retornaram e conversamos até quase meia-noite, momento em que comecei a cair de sono.

— Paulo, vai dormir no quarto — sugeriu Beth. — Hoje vamos ficar até tarde jogando conversa fora aqui na sala. Daqui a pouco a Yara desce e a gente continua.

— Está bom, Beth. Boa noite — respondi.

Dentro do quarto e passado 15 minutos o tesão vem novamente, tiro a coberta e começo a bater mais uma punheta. Minha mão direita escorre por todo o meu membro, subindo e descendo. E nessa hora, a porta abre e era a Beth.

- Paulooooooo!

E ela olha diretamente para o meu pau.

— Bate na porta, Beth, cacete! — falo bravo, puxando rapidamente o lençol para me cobrir.

Ela sai de relance. Logo ouço Letícia perguntar do corredor:

— O que houve, tia?

— Nada, Lê. Fui chamar seu tio para sairmos no sábado e ele estava trocando de roupa. Esqueci de bater na porta, está tudo bem.

A semana seguiu sem outras ocorrências. No sábado, as meninas — Jaque, Ju e Letícia — foram para uma rave em Sorocaba, com previsão de retorno apenas no domingo à tarde. Aproveitando a casa mais vazia, Beth, eu, Carlos e Yara decidimos ir a um barzinho à noite para tomar algumas. Chegamos por volta das 22h e ficamos conversando e bebendo até as 2h da manhã.

Ao voltarmos para casa, tomamos banho. Beth recolheu-se ao quarto, enquanto eu fui deitar no sofá da sala.

Dormi, e por volta das 5h da manhã, eu despertei com um tesão tremendo. Aquilo estava me matando, e não conseguia me aliviar. Então decido pegar o celular, coloco em um pornô e começo a bater uma punheta. Até que eu tomo um susto. Era a Beth que estava indo à cozinha beber água. Ela novamente olha para o meu pau ereto e diz:

— Você anda com muito tesão, hein? É a segunda vez que te pego batendo uma — diz ela.

— Sim, desculpa — respondo, gaguejando.

— Está tudo bem. Vou beber água.

Em seguida, ela volta para o quarto sem dizer mais nada. O peso da consciência começa a apertar e percebo que preciso tomar muito mais cuidado.

Durante a semana, minhas filhas agiram estritamente como filhas, sem transparecer absolutamente nada. Eu não sabia se tinham desistido de tudo ou se era apenas teatro para não levantar suspeitas, mas meus olhos continuavam percorrendo cada detalhe dos seus corpos.

No fim de semana seguinte, as meninas foram visitar a avó materna em São Roque, levando a Ju junto. Passariam mais dois dias fora de casa. No sábado, Beth, Yara e eu iríamos a outro barzinho; desta vez, Carlos não pôde ir porque estava de plantão.

O sábado chega. Beth capricha no visual: usa uma calça de lycra bem justa que desenha o formato da sua bunda, combinada com uma camiseta preta que a deixa com um ar adolescente. Olho para ela e comento:

— Eita, a gente vai só a um barzinho...

— Não, hoje quero arrastar vocês para uma balada que vi no Instagram! — retruca Beth.

Nesse instante, Yara desce. Está usando um short jeans e um top simples; meus olhos vão direto para suas coxas, que são simplesmente perfeitas.

Partimos e começamos a noite em um bar. Entre uma rodada e outra, pomos a conversa em dia, falamos da família e damos muitas risadas. Com o álcool já fazendo efeito, o tom da mesa fica mais solto e começamos a falar besteira. Cada vez que um garçom passa, Beth dispara que o rapaz é um gostoso e que daria para ele a noite inteira. Yara é mais comedida, mas acaba concordando que um dos garçons realmente chama a atenção.

Por volta das 2h da manhã, Beth se vira e solta:

— Yara do céu, você não sabe o que eu vi!

— O quê? Fala logo! — pergunta Yara.

— Eu vi o teu irmão batendo punheta duas vezes. Uma vez na sala e outra no quarto — solta Beth.

Yara me olha com uma expressão de incredulidade e dispara:

— Eu já disse a ele que ele precisa de uma mulher, que precisa foder! E você não sabe da maior: esses dias ele chegou em casa tão bêbado que eu e as meninas tivemos que dar banho nele. O que esse moço falou de besteira... Não está escrito!

— O que ele falou? — pergunta Beth, curiosa.

— Que comia eu e as meninas, que aguentava as três, entre outras coisas. Mostrou até o pau para a gente.

— Caralho, irmão! Você precisa de uma mulher urgentemente; desse jeito vai acabar avançando em quem não deve — diz Beth.

— Já falei para ele. Ele está há mais de dez anos sem ver uma boceta, já passou da hora — reforça Yara.

Enquanto isso, eu pensava comigo mesmo: Mentira dela... Eu vi a dela, a de uma mulher no puteiro e a das minhas filhas.

— É, vamos para a balada. Vamos ver se a gente arranja alguém para ele — complementa Beth.

A conversa continua até que Beth faz uma confissão:

— Acredita que eu não transo há dois anos? O Jorge não me procura.

— Mas o seu casamento está tão ruim assim? — pergunta Yara, interessada.

— Não, ele é super carinhoso comigo, mas não transamos de jeito nenhum. Tem uma vizinha no nosso prédio que topa fazer um ménage conosco, e eu até pensei em chamá-la para apimentar a relação, mas nada... O Jorge simplesmente não quis — responde Beth.

— Pô, mana, você é um mulherão. Imagino que deva ser foda ser uma gostosa dessas e ficar na seca — comenta Yara.

— Sim, está foda. Bom, vamos para a balada? Já são duas da manhã, dá para ficarmos umas duas ou três horas lá.

Partimos. Chegamos à balada e continuamos conversando; depois, as meninas foram para a pista dançar, enquanto eu fiquei beirando o bar, controlando a bebida para não exagerar e fazer besteira de novo.

Quase no fim da noite, enquanto conversava com Yara, dou de cara com Beth beijando um homem encostado na parede. Era um beijo intenso e voraz, com o cara — que devia ter por volta de 1,70m — apalpando as nádegas dela e levantando-a no ar. Confesso que senti um tesão imediato ao ver a cena, mas Yara foi mais rápida: foi até lá, puxou Beth e separou os dois.

Elas voltam na nossa direção e Yara já começa o sermão:

— Beth, você é louca? Você é casada! E se a sua filha descobre?

— Só se vocês contarem — retruca Beth, visivelmente alterada pelo álcool.

— Vamos voltar para casa. Já está tarde e você passou do ponto — corta Yara.

Pedimos um Uber e, quarenta minutos depois, estávamos de volta. O dia já começava a clarear. Yara ajudou Beth a tomar banho enquanto eu esperava na sala. Meia hora depois, com o sol já alto, as duas saíram do banheiro: Beth vestia apenas uma toalha enrolada no corpo e outra na cabeça. Yara a levou até o meu quarto, onde ela apagou instantaneamente na cama.

Yara voltou para a sala e desabafou:

— Puta que pariu, estou toda molhada. É sempre um irmão para dar trabalho... Vou para casa tomar banho e dormir. Cuida dela, por favor, e qualquer coisa me grita.

Ela foi embora. Antes de me deitar, passei rapidinho pelo meu quarto para checar Beth e vi que ela estava realmente em um sono profundo. Fui para o sofá e acabei dormindo também.

Acordei por volta do meio-dia. Enquanto eu coava um café, Beth apareceu na cozinha:

— Nossa, Paulo... Que ressaca!

— Toma esse café, vai te fazer bem — sugeri.

Nesse momento, Yara e Carlos entram em casa.

— Ela tá bem? — pergunta Yara.

— Tá sim, só muita ressaca — respondo.

Carlão dá risada e brinca:

— Vocês não aguentariam um dia com a minha família no sítio! Se ficam desse jeito com bebida fraca, imagina quando tomarem a pingas que meu tio faz.

— Pois é, dois fracos — complementa Yara, rindo.

Aquela já era a última semana de férias de Beth e Ju, e elas aproveitaram ao máximo. Mesmo tendo que trabalhar, as meninas viviam chegando tarde, muitas vezes de madrugada. Numa quinta-feira à noite, com todo mundo reunido para o jantar — inclusive Carlos e Yara —, Jaque solta:

— Pai, a mãe da minha melhor amiga vai fazer aniversário e fomos convidadas. A gente pode ir?

— Ué, claro. Vocês são maiores de idade... — respondo.

— Sim, mas vai ser em Tatuí — avisa Jaque.

— Oxi, Tatuí é longe para cacete! Como vocês pretendem ir? — pergunto, intrigado.

— Pensei em irmos no sábado e voltarmos no domingo. Vou levar a Lê e a Ju. Chamei a tia Beth, mas ela não quis ir. Posso pegar seu carro emprestado?

— Pode, só toma cuidado para não beber e dirigir — respondo.

— Ótimo! Assim os adultos daqui também aproveitam para sair e tomar algumas no sábado. Vão eu, seu pai, sua tia e o Carlos — propõe Beth, olhando para Jaque.

— Eu não vou poder, não. Tenho plantão sábado e domingo — intervém Carlos. — Tive que trocar por causa do Carnaval e ainda vou passar uns dias na casa da minha mãe, então estou acumulando vários plantões. Para mim, não vai rolar.

— Vai liberar a Yara para ir conosco? É meu último final de semana em São Paulo — pergunta Beth, com um semblante convencido.

Carlos olha para ela e pondera:

— Só não vão me chegar muito tarde, hein.

— Não, relaxa, lá pelas 4h estaremos em casa. Faço até chamada de vídeo para comprovar — promete Beth.

— Está bom, sem problemas — responde Carlos.

O sábado à noite chega. Arrumo-me bem, vestindo uma calça jeans e uma camiseta social. Enquanto espero na sala, Beth aparece usando uma calça jeans justa e um corset que realça seus seios; toda produzida e cheirosa, era óbvio que tentaria algo com alguém na balada. Logo depois, Yara também desce igualmente produzida, com um decote fundo que revelava o contorno dos seios, a barriga à mostra e uma calça jeans colada. Deixamos a casa de Uber, indo direto para a Vila Madalena.

Começamos a noite em um barzinho simples, porém aconchegante. Ficamos bebendo e conversando das 21h até a meia-noite, entre cervejas, tequilas e batidas. Até que decidimos entrar em uma casa noturna ali perto chamada Nola. Antes de pagar a entrada, descobrimos que era dia de open bar. Lá dentro, o espaço se mostrou pequeno e sufocante, mas as bebidas eram realmente saborosas. Beth, Yara e eu viramos várias doses de tequila, batida e saquê. Com o ambiente já rodando diante dos meus olhos, comecei a querer voltar para casa.

Foi então que aconteceu algo que eu jamais imaginaria: Beth conversava com dois rapazes perto da cabine do DJ e, após alguns minutos, voltou correndo até onde Yara e eu estávamos, puxando nossa irmã pelo braço e disparando:

— Já te devolvo!

Ela levou Yara direto para o grupo de rapazes. Olhei no relógio: 2h da manhã. Dez minutos depois, vejo Beth beijando um dos rapazes intensamente, enquanto Yara fazia o mesmo com o outro. Nunca passou pela minha cabeça que Yara teria coragem de trair o Carlos. Elas ficaram trocando beijos por mais de dez minutos até que se soltaram e voltaram para onde eu estava. Com o copo na mão, fiquei apenas observando, em silêncio.

— Nossa, o cara quer me comer, mas a Yara não quer ir para o motel comigo — solta Beth.

— Claro que não, né? Nem sei para onde vamos. Estou louca, mas não vou dar para eles, nem conheço os caras — retruca Yara.

— Ah, o Edu falou que ia me comer a noite toda, eu só queria ver se ele ia cumprir o que disse — insiste Beth.

— Caramba, Yara, sua boca está inteira borrada de batom — observo.

— Puta que o pariu, é melhor irmos embora agora. Já deu — decide Yara.

E, para coroar, vira mais um copo de batida de uma vez só.

— Já? — pergunta Beth, surpresa.

— Já, Beth! — corta Yara, com tom firme.

Começamos a caminhar em direção à saída. Chamamos um Uber e, às 3h da manhã, já estávamos em casa. Durante o trajeto, Beth não parava de falar besteira, mas tivemos sorte: a motorista era uma mulher e não deu a menor bola. No meio do caminho, Yara confessa:

— Nossa, nunca bebi tanto na vida. Estou tontinha.

— Todos nós — informo.

Assim que entramos em casa, Yara corre para o meu banheiro para retocar a maquiagem. Fico sem entender o motivo, mas, ao voltar, ela pede:

— Beth, faz uma chamada de vídeo para o Carlos para mostrar que já chegamos, por favor?

Beth liga para Carlos, que atende na hora:

— E aí, cunhadão! Olha só, chegamos em casa, todo mundo bem. A Yara já vai subir.

— Opa, que bom. Tá tudo bem aí, amor? — pergunta Carlos, do outro lado.

— Tô sim. Te amo, viu? — diz Yara, disfarçando.

— Também te amo, amor — responde Carlos.

— Bom, era só isso, cunhadão. Agora vamos dormir, porque amanhã cedo tenho que arrumar as malas para voltar para o Sul — encerra Beth.

— Tá bom, às 8h eu passo em casa. Boa noite para vocês — diz Carlos, desligando.

— Nossa, eu bebi demais mesmo — repete Yara.

— Eu também. Preciso de um banho e cama, tô tontinho... — comento.

— Menina! Que beijão você deu naquele cara, hein?! — solta Beth, provocando.

— Cala a boca, Beth! Só beijei o cara porque estava muito louca. Pelo amor de Deus, não abre essa boca para ninguém — repreende Yara.

— Não vou contar nada, desde que você também não conte para o Jorge que eu beijei dois caras aqui em São Paulo — retruca Beth.

— E nem você, Paulo. Não inventa de falar nada para as meninas — complementa Beth, virando-se para mim.

— Fica tranquila, minha boca é um túmulo — respondo.

— Acho bom mesmo — avisa Beth.

Logo depois, Beth se joga de qualquer jeito no sofá:

— Acho que vou dormir aqui mesmo, tô muito bêbada.

— Nem fodendo — rebate Yara.

Yara tenta levantá-la, mas, vendo que Beth é muito mais pesada, pede reforços:

— Vem me ajudar, Paulo. Vamos arrastá-la para um banho de chuveiro gelado para ver se acorda.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 5Seguidores: 123Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

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