O sol brilhava no céu limpo, mas o vento que soprava da orla era traiçoeiro e gelado. O vestido branco perfurado de Letícia balançava, revelando lampejos do biquíni turquesa por baixo, enquanto Lucas caminhava ao seu lado, o corpo de 1,91m protegendo-a das rajadas mais fortes. A caminhada pela areia logo deu lugar à sede, e a casa do pai de Lucas, ali por perto, tornou-se o refúgio ideal.
O que começou com um copo d'água na cozinha terminou em um beijo que estalou, carregado de urgência. Lucas a suspendeu no colo, os 60kg dela parecendo nada em seus braços poderosos.
— Lucas, o que você está fazendo? — ela perguntou entre risadas safadas, as mãos agarradas ao pescoço dele enquanto era carregada para o quarto.
Ele a deitou na cama com uma delicadeza que contrastava com o tamanho de suas mãos. A camiseta dele voou para longe, e logo o vestido branco de Letícia foi retirado, revelando a pele morena e o sutiã turquesa que mal continha seus seios fartos. Quando Lucas desamarrou o biquíni, a visão o deixou mudo: os seios dela eram perfeitos, bicos rígidos pelo frio e pelo tesão.
Ele desceu beijando cada centímetro, do pescoço ao umbigo, enquanto abria o short jeans dela. Quando a peça caiu, o biquíni turquesa destacava a curva dos quadris. Lucas não aguentou e começou a beijá-la por cima do tecido, sentindo o calor da buceta dela através da lycra.
— Fica de quatro, amor... deixa eu te ver — ele pediu, a voz grave.
Ao se posicionar, a bunda de Letícia se tornou um convite. Lucas viu como o biquíni marcava a fenda dela. Num movimento rápido, ele puxou a calcinha para baixo. Por um segundo, ele viu tudo: o cuzinho maravilhoso e a buceta molhada, rosada e exposta. Assustada com a própria entrega, Letícia virou-se rápido, escondendo a "obra de arte" com as mãos.
Lucas retirou a calcinha turquesa por completo e debruçou-se sobre ela. Ele começou a lamber os dedos dela, os mesmos que tentavam esconder o que ele mais desejava.
— Tira a mão, amor... deixa eu te chupar gostoso — ele sussurrou, a voz carregada de carinho e luxúria.
Ela cedeu. No momento em que as mãos dela vacilaram, Lucas afundou o rosto entre suas pernas. O cheiro dela o enlouqueceu. Ele girou a língua no clitóris com maestria, usando os dedos para abrir os lábios e expor a sensibilidade máxima de Letícia. Era o primeiro oral dela, e o delírio foi imediato. Ela se contorcia na cama, os dedos enterrados nos lençóis, até que um orgasmo fortíssimo a fez gemer alto, um som que ecoou pelo quarto enquanto ela desabava exausta.
Lucas, ainda no auge da sua ereção de 90kg, livrou-se do short. Ficou apenas de cueca, ajoelhado ao lado de Letícia, que tentava recuperar o fôlego. Ele sacou o pau, que pulsava duro e imponente, e o aproximou do rosto dela. Mesmo ofegante, Letícia abriu a boca, acolhendo-o com uma volúpia nova.
Enquanto ela o chupava, Lucas voltou a tocar a buceta dela, que agora estava hipersensível. O contraste do pau na boca e os dedos de Lucas lá embaixo a levaram a um segundo orgasmo, acompanhado de gemidos abafados.
— Vou gozar, Letícia... vou jorrar tudo — ele avisou, a voz trêmula.
Ela continuou, sugando com força até o último segundo. Quando o ápice veio, Lucas recuou e direcionou o jato. O leite quente e espesso jorrou em abundância sobre os seios maravilhosos de Letícia, decorando a pele morena com o rastro do seu prazer. Ela olhou para o próprio corpo, com um sorriso de pura safadeza, enquanto Lucas, satisfeito, buscava papel para limpá-la.
Eles se arrumaram, o segredo do quarto agora marcado na memória, e voltaram para o passeio no centro como se o mundo não tivesse acabado de tremer sob aquele teto.