Capítulo 1: O Porto Seguro

Um conto erótico de CarlaNSP
Categoria: Heterossexual
Contém 566 palavras
Data: 25/04/2026 22:06:13

A sala estava mergulhada no silêncio perigoso da madrugada, apenas com o reflexo azulado da TV iluminando o rosto de Lucas. Seus 1,91m e 90kg ocupavam quase o sofá inteiro, mas o peso que ele realmente sentia era o de Letícia sentada em seu colo. O plano era simples: ver um filme enquanto os pais dela dormiam no andar de cima. Mas a escada logo ali, de frente para eles, transformava aquele sofá em um palco de adrenalina pura.

Letícia começou a rebolar, as coxas bem desenhadas apertando o quadril de Lucas. O cabelo preto, longo até a bunda, chicoteava o peito dele conforme ela se mexia, sentindo o pau dele ganhar vida e pulsar contra o seu short. Lucas não aguentou; as mãos grandes subiram para os seios fartos dela, apertando-os com força, enquanto a outra mão descia para a bunda firme, trazendo-a para mais perto do seu volume.

Sem dizer uma palavra, ele a inclinou de lado. O pau de Lucas saltou para fora, grosso e latejante. Letícia, com aquele olhar sedutor que escondia uma safadeza recém-descoberta, não hesitou. Ela se ajoelhou entre as pernas dele, deixando o cabelo cair como uma cortina, e abocanhou a cabeça do pau de uma vez. Lucas soltou um suspiro rouco, os olhos fixos na escada, temendo e desejando que alguém aparecesse.

Enquanto a boca dela trabalhava com uma fome voraz, Lucas deslizou a mão por dentro do short folgado dela. Ele afastou a calcinha de lado, mas, respeitando o limite da virgindade dela, não tentou entrar. Em vez disso, ele focou toda a sua atenção na parte de fora. Seus dedos grandes encontraram o clitóris inchado e encharcado. Ele começou a esmagar o botão de prazer dela contra o osso, um movimento circular e sujo que fazia a umidade dela escorrer pelos dedos dele, sem nunca violar o espaço proibido.

Letícia intensificou o boquete, as chupadas fazendo um som úmido que ecoava na sala. Ela o sugava com vontade enquanto Lucas massacrava o clitóris dela por fora com o polegar, mantendo um ritmo frenético. De repente, o corpo dela retesou. As pernas tremeram e o orgasmo veio como uma porrada. Mesmo sem penetração, a estimulação externa foi tão violenta que ela sentiu a buceta pulsar desesperada contra a mão dele.

No auge do prazer, ela agarrou o pulso de Lucas com força, parando o movimento. Se ele desse mais uma pressão ali, ela soltaria um berro que acordaria a casa toda. Ela ficou ali, paralisada, gozando com o pau dele enterrado na boca, sentindo cada espasmo elétrico de sua primeira grande liberação.

Após alguns segundos ofegante, Letícia limpou o canto da boca, mas o olhar dela era puro fogo. Ela voltou para o rosto dele, beijando-o com uma língua atrevida, abafando seus gemidos baixos na boca de Lucas. O beijo tinha gosto de descoberta.

Ela então se entregou ao trabalho final. Agarrando a base do pau dele com a mão, ela voltou a chupar com uma técnica agressiva, focada em tirar tudo. Lucas sentiu a porra subir, o saco contraindo. Ele segurou a nuca dela, guiando o movimento, e quando não deu mais para segurar, ele jorrou. O leite quente atingiu o fundo da garganta de Letícia, que engoliu cada jato com um prazer quase animal. Eles ficaram ali, ouvindo o silêncio da casa, sabendo que a inocência deles agora tinha um gosto muito mais profano.

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