No dia seguinte, antes de Mauricio ir embora, tivemos uma conversa tranquila e pedi o óbvio: discrição total, já que morávamos numa cidade pequena e se apenas uma pessoa soubesse, logo, outra e mais outra, saberiam e estaríamos destruídos moralmente. Nem precisei me estender muito, pois ele me cortou e disse:
-Fique tranquilo, Vitão, sempre tive meus casos e nunca abri a boca, primeiro porque não sou mau caráter e também porque aprendi com meu pai que quem come quieto, come mais. Não ocorreu nada aqui ontem, além de termos tomados umas cervejas.
Lembrei-me de quando ele era mais jovem e o flagrei empalando a mãe gostosa de um amigo nosso e mesmo após tantos anos, Mauricio nunca disse nada. Isso me deixou mais tranquilo.
Após ele ir embora, fiquei me lembrando de cada cena do que ocorrera na noite anterior: os beijos apaixonados, de minha esposa segurando aquele pau monstruoso, esfregando por todo seu rosto delicado, mamando desesperada, levando porra na boca, sua boceta sendo detonada em diferentes posições, gozando loucamente, falando com uma voz de quem está totalmente fora de si de tanto tesão. Também lembrei do gosto e do cheiro de sexo em sua boca e corpo. Fiquei numa mistura de sentimentos muito grande, um tremendo frio na barriga uma insegurança, temendo que ela talvez descambasse e se apaixonasse por ele ou quisesse experimentar novas sensações como a da noite passada. Mas eu também estava me sentindo maravilhado, nunca imaginei que ver a esposa levando pica de outro, pudesse me levar a orgasmos tão fortes que parecia 3, 4 gozadas em uma só.
Enquanto eu refletia sobre isso, Vivi agia com a maior naturalidade do mundo, arrumando algumas coisas na casa e preparando o almoço. Verdade que tínhamos conversado um pouco ainda na cama, antes de nos levantarmos, ela falou que foi muito bom, melhor do que esperava e que eu era um marido maravilhoso por ter proporcionado aquilo. Mas depois, minha esposa passou a agir como se nada de diferente tivesse ocorrido. Estava usando um shortinho de algodão branco que deixava parte da polpa do bumbum de fora e uma blusinha rosa curta que não cobria a barriga e destacava bem os seios. Eram 11h30 da manhã e já estava com vontade de comê-la novamente.
Almoçamos calmamente e somente mais tarde, Vivi disse que queria conversar comigo e sem rodeios entrou no tema. Primeiro voltou a elogiar a performance de Mauricio na cama dizendo que foi “muito bem comida” e gozou tanto que uma hora chegou a sentir tonturas. Também disse que foi excitante ver como fiquei assistindo e depois a beijando, chupando e comendo-a toda suada. Até que entrou na parte principal. Segurou em minhas mãos e me olhando nos olhos, falou:
-O que quero saber, amor, é se vamos seguir fazendo isso ou se foi uma fantasia que realizamos e agora voltamos a ser um casal tradicional. Antes que jogue a pergunta para mim, dizendo o que acho, serei bem sincera, aceitarei o que você decidir, mas minha vontade é de continuar dando e para o Mauricio, sempre com você junto, nada escondido.
A sinceridade de Vivi foi surpreendente, não fez charme e ainda deixou claro que queria o Mauricio. Tínhamos completado apenas umas 12 horas da experiência e apesar de ter sido uma noite fantástica, onde descobri que ser corno é muito prazeroso, fiquei agoniado com a ênfase dela em querer que meu amigo se tornasse o seu amante. Fui sincero:
-Gostei muito do que vivemos e acho que podemos explorar outras experiências, mas fico cabreiro, será que é uma boa ficar saindo apenas com o Mauricio? E se de repente, você começa a se apegar nele, sabe...a coisa deixar de ser só sexo.
Vivi respondeu tranquila:
-Imagina! O que a gente tem é bem sólido, não vou negar que o Mauricio foi ainda mais gostoso do que eu esperava, mas daí a ter sentimentos no futuro por ele, impossível, sempre o achei bonito, mas meio boboca, molecão. Lembra daquelas bobeiras dele de gritar na rua do nada? Nossa! Se fosse quando era moleque, já seria esquisito, mas um homem com a mesma idade que a tua.
De fato, Mauricio era um cara legal, mas muito limitado, impossível levar uma conversa, mesmo que de nível médio com o mesmo. Como se não bastasse, ele seguia com uma mania que alguns poucos têm no interior que é gritar do nada trechos de músicas ou ditos populares, tipo: “AAAAÔÔÔÔ caba não mundão” “O povo só vê as pingas que eu tomo, mas ninguém vê os tombos que eu levo “, “AAAAÔÔÔÔ barbaridade, quem tem amor tem saudade”. Essas e muitas outras pérolas, ele soltava desde que éramos jovens, seja na hora de dar um mergulho no rio, entrar numa danceteria, jogando bola, conversando no meio da praça, só sei que eu e meus amigos morríamos de vergonha, mas como tinham outros pela cidade que faziam a mesma coisa, acabava passando como tosco, mas normal.
-Concordo que ele tem uns papos furados, mas tesão e paixão não veem isso, basta ver o tanto de cara culto e rico que se apaixona perdidamente por uma modelo burrinha. Mulher também corre esse risco, lembra da Dona Paula, mulher do Carlos, donos do mercado? Ela se apaixonou pelo moleque que arrumava as prateleiras a tal ponto que se separou do marido e botou o tal moleque para morar com ela com menos de seis meses de caso.
Vivi gargalhou:
-Nossa! Mas você está inseguro mesmo! Achei que tivesse gostado, estava todo tesudo na hora da transa.
-Sim, eu gostei e quero repetir, só tenho dúvidas se o melhor é continuar com o Mauricio.
-Amor, o Mauricio foi apenas o 4º com quem transei, sendo que o 1º nem conta, mas amigas que já tiveram vários e vários dizem que é difícil arrumar um bom de cama, imagine um extraordinário assim como ele. Se eu tivesse sido das que transam com um diferente toda semanas, às vezes, seria mais fácil agora ficar pulando de um em um, mas além de não me sentir confortável, pois acho que tenho que sentir o desejo antes, como foi com o Mauricio, acho que seriam grandes as chances de pegar uns bem ruins de cama. Por isso, a minha ideia é assim, vamos ficar um tempo saindo com ele e aos poucos vamos tentando conhecer alguém pela internet e quando realmente surgir um que me agrade e que deixe mais ou menos claro que é bom de transa, a gente muda.
-Bem, pode ser, mas gostaria de te fazer uma pergunta agora. Eu curti muito a experiência de ser um cuckold, senti um tesão imenso e quero te ver outras vezes se entregando para outro homem, mas se formos mesmo entrar nessa de mundo liberal, quero transar com mulheres também. O que pensa sobre isso?
Vivi mudou levemente de feição, mas balançou a cabeça afirmativamente:
-É justo, mas você já tem uma em mente?
-Não, na verdade, imaginei que se gostássemos dessa 1ª experiência, poderíamos partir para o swing, mas como quer por enquanto ficar só com o Mauricio, terei que pensar em algo.
-Huummm, isso é um complicador, mas vamos pensar, desde que não seja uma conhecida nossa e me avise, não vou me opor, porque ontem vi que podemos separar amor de sexo e foi muito bom.
Acabamos deixando para depois como eu me envolveria com outras mulheres, mas acertamos que Mauricio e ele não teriam contato por Whats, sempre eu que o chamaria antes e se eu decidisse parar, Vivi aceitaria prontamente.
À noite, demos duas trepadas demoradas, a boceta de minha esposa já estava desinchada, mas ainda seguia um pouco vermelha, porém seu tesão era demais, ela fez eu enfiar a língua o mais fundo possível em sua xana e disse.
-Isso, meu corninho manso passa a língua onde há menos de 24 horas o pau do meu comedor fez um estrago e gozou sem dó, aproveita para ver se ainda sente algum gosto diferente.
Eu a fodi com força, gozei 2 vezes e ela, três. Depois dormimos exaustos. Durante a semana, vivemos uma rotina de começo de namoro, fodendo sem parar. Eu adorava ver o contraste de ter uma esposa toda delicadinha, com um sorriso meigo na frente dos outros, mas que na cama, estava cada vez mais provocadora, enquanto eu socava a rola, ela dizia coisas como “Você é muito corno, Vitor, seu pau ficou o tempo todo duro enquanto o Mauricio me comia e ainda me beijou como doido, mesmo eu estando com o gosto da pica dele na boca”. Não era “humilhação” porque eu estava amando ouvir aquilo, era uma cumplicidade grande que surgia entre nós. Por sorte, eu mandava muito bem e minha esposa seguiu gozando absurdamente em minha pica e em minha boca.
Combinamos que na presença de Mauricio, ela poderia me provocar, pois eu sentia algo perto do masoquismo ao ouvir algumas daquelas coisas e meu tesão e ciúmes explodiam. Vivi brincou e disse:
-Olha que vou falar mesmo, amor, te tratar como corno manso.
-Não sendo uma coisa mecânica, mas sim, criativa e surpreendente, irei amar.
Na semana seguinte, mandei uma mensagem para Mauricio, dizendo apenas:
“Se quiser repetir a dose, sábado, às 21h”.
Ele respondeu na hora:
“Certeza que quero, Vitão, você é gente boa demais”.
Na véspera da nova transa deles, Vivi me disse que queria descansar e por isso não transaríamos, pois no sábado ia se desgastar muito. Tive que ficar na seca, mas pelo tanto de vezes que trepamos nos dias anteriores, não podia reclamar.
No sábado, às 21h, Mauricio chegou, novamente bem arrumado. Dessa vez, Vivi, que usava uma calça preta bem colada e um uma blusinha tomara que caia rosa, demonstrou que estava bem solta, já o recebendo com um selinho, segurando em sua mão e o trazendo para a sala.
-Quero te contar as novidades, Mauricio.
Eles se sentaram lado a lado e eu fiquei no outro sofá.
-Então, conversei com o Vítor e ele aceitou que a gente continue transando sempre que você vier para a cidade.
-Que notícia boa! Obrigado por esse presentão, amigo. Pode estar certo, que serei discreto como combinamos.
Encarnando a hotwife, Vivi o cortou e disse:
-Não precisa ficar cheio de dedos com ele não. Lá fora, tudo bem, exigimos respeito acima de tudo, mas aqui, você é o macho e ele o corno. Conversei a sério com meu maridinho e o fiz entender que preciso de um comedor mais forte e que o pauzinho dele não é suficiente para dar conta de mim, por isso, pode se soltar, Mauricio.
Por mais de um ano, fantasiávamos assim na cama, por isso, senti muito tesão, sabia que todo aquele jogo era para me deixar mais excitado e também a ela, que queria se sentir uma hotwife. Mesmo assim, Mauricio ainda se manteve na dele.
Assim como no 1º encontro, comemos algo leve, tomamos um vinho, só que dessa vez, Vivi ficou ao lado de Mauricio e quando terminamos de comer, ficaram abraçados no sofá, trocando alguns beijos e eu como mero expectador. Até que ela pediu licença e disse que botaria algo mais leve.
Quando ela saiu, Mauricio me olhou meio receoso, talvez temendo que eu não estivesse gostando do jeito solto de Vivi, e disse:
-Está tudo bem?
-Claro! Pode se soltar também, isso tudo faz parte da nossa fantasia e não vou ficar na bronca.
Vivi demorou um pouco, depois desceu com um roupão e no meio da sala, o tirou, mostrando que estava usando uma lingerie com espartilho corselet e cinta-liga, brancos, além de salto. Na parte de trás, o fiozinho da calcinha praticamente desaparecia por entre suas nádegas perfeitas. Ela se mostrou para Mauricio, deu uma volta, perguntando se ele tinha gostado, pois era uma surpresa para o mesmo. Meu amigo se levantou e já tentou agarrá-la, porém minha esposa disse para esperar sentado.
Em seguida, começou a fazer um showzinho para provoca-lo, desfilou pela sala sensualmente, parou de costas para ele, depois se curvou fazendo com que seu bumbum se abrisse e ficasse a centímetros do rosto dele, se sentou no colo dele, roçando sensualmente, de costas e de frente, depois ficou de 4 no sofá, totalmente aberta para o meu amigo.
Mauricio resistiu muito, mas acabou enfiando a cara na bunda dela e começando a beijar e passar a língua, além de cheirar o rego dela desesperadamente. Vivi me olhava com cara de tesão e perguntava baixinho:
-Tá gostando, corno? Tá com o pintinho duro?
Após alguns minutos, Vivi pegou segurou na mão do seu comedor e disse:
-Vamos subir. Estou doida para ser empalada novamente.
Eu me levantei para segui-los, mas minha esposa me surpreendeu:
-Você vai esperar um pouco aqui. Queremos namorar um pouquinho a sós.
Nessa hora, a olhei sério, como que dizendo que aquilo passava do combinado, mas Vivi piscou para mim e disse como uma hotwife:
-Espere uns 3 minutos, mas não se esqueça de bater na porta, seja um corno educado.
Entendi que era mais um de seus jogos para me deixar com mais tesão e embarquei. Esperei até mais que 3 minutos, bati na porta e ela me autorizou a entrar. Encontrei-os já abraçados na cama, Vivi estava ainda de lingerie, mas sem a calcinha e tinha a boceta de pelos loiros bem aparados bolinada por Mauricio e ela alisava o pau monstruoso dele numa delicada punheta. Ela com uma voz doce, disse:
-Oi, amor, pode entrar para assistir a mais um chifre gostoso que vou te colocar.
Os dois começaram a se beijar e logo estavam num 69 muito quente. Creio que ficaria repetitivo descrever que o Mauricio a fodeu por horas, fazendo minha esposa gozar várias vezes, mas posso dizer que foi ainda melhor que o 1º encontro. Quando estava sendo empalada na posição de frango assado, Vivi gemeu alto e disse, olhando admirada para o seu comedor, que entrava e saía ferozmente de sua boceta.
-Vai, Mauricio! Come tudo, come tudo. Minha boceta tava doida de saudades da sua pica, fode bem ela, meu macho tesudo.
Em outro momento, ele ficou em pé com ela pendurada em seu pescoço e fodendo. Vivi quicava desesperada, berrava, chegava a morder de leve o pescoço dele, subia e descia freneticamente, os dois muitos suados. Tinha que ser forte para segurá-la e ao mesmo tempo fodê-la, ela anunciou com voz de choro que iria gozar e meu amigo disse:
-Então goza, goza no colinho do teu amante, quica forte até o talo.
Vivi gozou forte berrando e babando, toda vermelha, descabelada e com um olhar perdido. Após se recuperar, como prêmio mamou Mauricio na cama, enquanto eu lambia o cuzinho dela, até que ele lhe deu um tremendo banho de porra por quase todo corpo.
Mauricio ainda a fodeu outras 2 vezes, gozando em sua boceta. Foram transas demoradas, em diversas posições. Sem contar que socou dois dedos no cuzinho dela e ficou me mostrando. Eu também a fodi duas vezes, em ambas cheirando a sexo, o que me deixou mais louco ainda, e gozei uma 3ª vez com ela me punhetando sentada em meu rosto.
Antes de dormimos, minha esposa me abraçou e após me agradecer muito, me surpreendeu novamente:
-Amor, falei com o Mauricio para vir aqui amanhã na parte da tarde para darmos umazinha antes dele ir embora.
-Caramba! Mas você não está saciada? Sua boceta tá super vermelha e inchada.
Ela riu e disse:
-Sim, mas é que agora só daqui a 15 dias para levar aquele pauzão, então pensei em aproveitar um pouco mais.
-Tudo bem! – Concordei, pois o argumento era justo.
Mauricio tinha ficado mais solto durante as transas e chegou a me chamar de corno algumas vezes, creio que Vivi o incentivou nos minutos que ficaram a sós no quarto e no domingo cedo, antes de sair, ele me disse:
-Mais tarde eu venho aí para cuidar da sua mulher, ok?
Por volta das 16h, Mauricio chegou e não teve muita cerimônia. Após só um pouco de conversa, ele tomou a iniciativa a agarrou por trás na cozinha. Minha esposa estava usando um micro short preto bem agarradinho e um top branco. Ele socou a mão em sua bunda e cutucou o rego com vontade. Pouco depois foram para a sala e foderam lá mesmo, em nosso sofá. Eu participei da transa. Num dado momento, minha esposa subia e descia com calma no tronco dele como que querendo apreciar cada centímetro dentro de si e ao mesmo tempo me beijava e alisava meu pau, sem deixar de fazer algumas provocações:
-Olha como meu corno fica com pintinho durinho vendo eu dando. -Disse com a voz suave.
Eu olhava maravilhado para minha esposa se entregando a outro, o pau gigantesco entrando todo nela até encostar as bolar em seu cuzinho, depois reaparecendo todo, para logo sumir novamente. Foderam por um bom tempo nessa posição. depois Mauricio a colocou de 4 e com uma pegada absurda, acabou gozando novamente dentro dela e urrando. Já minha esposa gozou duas vezes, uma com ele e depois outra comigo, já no banho.
Mauricio foi embora e me agradeceu novamente por tudo o que estava rolando.
As transas com Mauricio seguiriam a cada 15 dias, mas desde a 2ª vez, passaram a ser dois encontros a cada visita dele, um no sábado e outro no domingo. Para que não começassem a surgir boatos, combinamos dele vir mais cedo e não dormir mais em nossa casa.
Paralelamente a isso, comecei a entrar em sites de relacionamentos, buscando casais. Minha cidade era muito pequena e várias outras em volta também eram, por isso, não foi fácil. Encontrei alguns interessantes, mas ou a conversa não fluía muito bem ou o cara não agradava a Vivi.
Nossa vida tinha mudado muito, mas ninguém sabia, além de nós. Ver minha esposa levando rola de outro em nossa casa, me levava a um estado de tensão e tesão, que na hora em que gozava, parecia que não havia nada melhor no mundo. Ser corno parecia algo tão viciante quando uma droga, pois a vontade era de não parar. Nossa vida na cama também melhorou muito, eu adorava foder Vivi antes de tudo isso rolar, mas agora, parecia que estava com uma mulher diferente na cama a cada transa, cada vez mais puta.
Às vezes, eu ia à sua loja e via que minha esposa continuava agindo com a mesma educação e ternura. Também nos passeios que fazíamos, ela se portava como uma casada séria. Isso me deixava mais tranquilo, pois todo mundo que sonha ou que acaba de se tornar cuckold tem o receio de que sua companheira passe a se portar como se não respeitasse em público.
Após a 5ª visita de Mauricio à nossa casa para comer minha esposa, finalmente, surgiu um casal que interessou tanto a mim quanto a Vivi. Passamos a conversar com calma, eles não eram tão experientes, mas já tinham tido algumas experiências. O cara se chamava Ezio, 32 anos, moreno claro e em forma. Sua esposa se chamava Eliana, 27 anos, uma tremenda morena ao estilo cabocla, cabelos negros, finos e cumpridos, olhos negros, um corpo delicioso com seios de médio para grandes, e uma bunda grande, porém lisa.
Depois de muitas conversas, decidimos marcar para irmos a uma balada e se realmente tudo desse certo, mais um cara comeria a minha esposa, só que agora, eu também foderia.
Muitas coisas excitantes estavam por vir, mas, futuramente, a chegada de uma pessoa para ficar como hóspede à nossa casa, complicaria as coisas.
