Minha esposa sendo empalada pelo meu amigo dotado (6ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3579 palavras
Data: 11/03/2026 14:21:53

Quando Vivi chegou, contei discretamente o que tinha acontecido, mas pedi que não ficasse fazendo perguntas a Suely ou brincadeiras, pois a mesma ainda temia a reação dela. Minha esposa foi bacana demais e tratou de agir como se nada tivesse ocorrido, isso fez com que nossa hóspede relaxasse. Conversamos tranquilamente antes, durante e após o jantar.

Já no quarto, Vivi quis saber de tudo: se ela tinha gostado, como era na cama, como começou, etc. Contei tudo e notei que a mesma gostou de saber que a amiga tinha gozado 3 vezes e que não era nenhuma travadona na hora do sexo. Combinamos que nas vezes seguintes, ela estaria junto também.

No dia seguinte, quase quebrei o combinado com minha esposa, pois já acordei de pau duro, lembrando de como Suely era gostosa. Vontade de repetir tudo logo cedo, comer aquela bunda deliciosa e sentir novamente o cheiro daquela boceta, ainda mais quando a vi na cozinha com um shortinho de algodão cinza que deixava parte da polpa do bumbum de fora. Ao invés de todos os outros dias, quando me dava um bom dia tímido, ela me saudou com um selinho e um abraço, e quase nos pegamos ali mesmo, mas resolvi explicar o que acertei com Vivi e que mesmo querendo muito, não seria legal enganá-la. Nossa hóspede era muito sensata e concordou, mas fez questão de dizer que também estava doida para repetir.

Foquei no meu trabalho durante o dia e consegui resistir à tentação. Antes dela sair para ir trabalhar no comecinho da noite, trocamos alguns beijos e alisei seu bumbum. Mais tarde, transei gostoso com minha esposa, que ao invés de ciúme, parecia estar orgulhosa por eu ter feito a amiga gozar tanto. Combinamos que na noite seguinte, chamaríamos Suely para a nossa cama.

O dia transcorreu normalmente e após o jantar. Ficamos os 3 na sala, tomando um vinho e após relaxarmos, Vivi teve a iniciativa de chamar Suely para “ver” algo no quarto, subiram as duas e ficaram um bom tempo conversando. Até que minha esposa me chamou e quando cheguei, vi uma das cenas mais tesudas. Ela tinha comprado uma lingerie para si e outra para a amiga para estrearem naquela noite. Minha mulher estava com uma lingerie preta, de renda com bojo e cinta-liga meia 7/8 e a Suely com outra do mesmo modelo, porém branca, as duas em pé, uma de cada lado da cama.

Após elogiar a surpresa, fui para a cama, elas também, ficamos os 3 de joelhos e beijei as duas, enquanto alisava o bumbum de ambas. A partir daí rolou uma transa espetacular. Fiquei só de cueca e segui beijando-as. A tímida Suely desceu a mão e começou a alisar meu pau, pouco depois, minha esposa fez o mesmo. Eu já tinha feito com 2 nos meus tempos de faculdade, porém não passavam nem perto de serem tão lindas e gostosas como Vivi e nossa hóspede.

Vivi colocou meu para fora, me masturbou um pouco e depois disse:

-Mama o meu marido, Su, mama essa pica gostosa que te fez gozar muito.

Suely sorriu e atendeu caindo de boca em meu pau. Vivi olhava surpresa e excitada. Pouco depois, ela também quis mamar e aí, a amiga ficou passando a língua em meu saco, beijando minha perna e até mordiscando, demonstrando que já estava com tesão.

Foi um delicioso boquete, as duas se revezando. Até que tomei as rédeas e mandei ambas ficarem de 4, uma ao lado da outra. Meus amigos, que cena foi aquela, Vivi tinha um bumbum médio com marcas de biquíni, já o de Suely era maior, ambos perfeitos. Olhei, passei a mão em ambos, também na boceta das duas ainda por cima da lingerie. Depois, passei a beijar as nádegas da minha esposa e em seguida, as de sua amiga. Finalmente, tirei as minúsculas calcinhas de ambas, podendo assim, ver suas xanas e cuzinhos.

Comecei a beijar e chupar as duas. Lambia suas bocetas, suas nádegas e até seus cuzinhos. Um bom tempo depois e já sentindo o cheiro maravilhoso das duas, fiz minha esposa se deitar de bruços e comecei a chupá-la melhor. Enquanto isso, Suely se tocava e mordia o lábio inferior. Um tempo depois fiz o mesmo com ela que gemeu alto, fazendo minha esposa rir e brincar:

-Tava precisando mesmo, amiga. Fode ela primeiro, amor, quero assistir.

Ajeitei meu pau na entrada da boceta de Suely e passei a fodê-la, Vivi ficou deitada de lado perto da beira da cama, olhando e se tocando. Ficamos um tempo nessa posição, depois a coloquei-a de 4 e passei a estocar mais forte, arrancando gemidos de nossa hóspede, cuja boceta estava tão molhada que fazia brulho. Após uns 2, 3 minutos assim, minha esposa também ficou de 4 bem ao lado da amiga e começou a rebolar como uma cadelinha pedindo para ser comida também. Entendi o recado e soquei em sua xana, socando forte. Ela logo passou a gemer também e disse rangendo os dentes, fingindo raiva:

-Você é muito safado, estava com o pau dentro da minha amiga e agora enfia ele todo melado em mim, cachorro, puto tesudo.

Fodi-a um tempo assim, depois quis experimentar algo que não tinha feito ainda, pedi que minha mulher se sentasse em meu rosto para que eu a chupasse e que Suely se sentasse em meu pau. Foi mais uma coisa deliciosa, ter uma boceta se esfregando em minha boca e outra quicando em minha rola.

Vivi olhava admirada para a desenvoltura de Suely que começou a cavalgar mais forte, chegando a fazer barulho dos nossos corpos se chocando. Foi uma cavalgada feroz e ruidosa que durou uns bons minutos. Minha esposa perguntou:

-Tá gostando de sentar nesse pau, Su?

Com a voz ofegante e concentrada, Suely respondeu quicando ainda mais forte:

-Muito bom...acho que já vou gozar...puta que pariu...

Vivi, então saiu de cima do meu rosto, eu comecei a bombar por baixo mesmo, Suely passou a gritar, gritar, gritar e gozou com todas as suas forças, caindo depois por cima de mim e depois virando para o lado e se abanado. Minha esposa parecia fascinada e não demonstrava nenhum ciúme.

Para minha surpresa, Vivi pegou meu pau ainda duro, pois não tinha gozado e passou a mamá-lo sem se importar que estava todo babado com os fluídos de Suely, ao contrário, parece ter lhe dado ainda mais tesão. Poucos depois, ela abriu bem as pernas e disse:

-Vai, agora me fode. Quero gozar também. Mostra que consegue dar conta de duas.

Passamos a trepar num delicioso papai e mamãe, sendo agora admirados por Suely. Minha esposa me xingava de vagabundo, cachorro, canalha que come a amiga da própria mulher na cama dela. Eu socava cada vez mais forte, até que gozamos juntos.

Pouco depois, passamos a rir e a comentar que loucura deliciosa tinha sido aquilo. Após tomarmos algo, recomeçamos, dessa vez, com mais calma. Coloquei as duas novamente de 4 e voltei a fodê-las, bombava um pouco em cada uma, sempre cutucando o cuzinho de quem estava esperando. Trocamos de posição várias vezes. Chupei Suely um tempo e mesmo ela tentando segurar, acabou gozando em minha boca. Peguei minha esposa de 4, eu em pé e soquei com gostoso até fazê-la gozar, porém quando chegou minha vez, tirei o pau de dentro dela e dei para sua amiga que não só chupou como engoliu toda a minha porra e ainda fez questão de abrir a boca e mostrar que não tinha mais nada.

Naquela noite, ainda demos mais uma trepada, confesso que cansei, pois dar conta de 2 mulheres insaciáveis foi foda, mas quando gozei pela 3ª vez, me senti o cara mais feliz do mundo, estávamos cheirando a sexo, suados, com um puta calor, mas plenamente satisfeitos.

Tomamos um banho longo. Conversamos de que agora poderia ser sempre assim. Fiquei contente também por minha esposa ter levado tudo numa boa e ainda gozado bastante.

A partir daí, passamos a transar a 3 uma noite sim, outra não, pois, como já citei, Suely trabalhava das 20h às 8h no regime 12x36. Eu até tinha vontade de comer nossa hóspede durante o dia, quando ficávamos a sós, mas não podia quebrar a confiança de Vivi.

Suely passou a tomar anticoncepcional, para evitar qualquer problema.

Estava chegando o fim de semana que Mauricio viria para a nossa cidade e dois dias antes, minha esposa comentou comigo e com Suely:

-Agora que vocês estão transando, estou pensando numa coisa: e se sábado, a gente fizer os 4? O Mauricio vai adorar poder me comer e também te comer, Su. Ele é uma delícia, alto, forte e um pauzão que parece até um braço de tão grosso e cumprido. O que você acha da ideia, amor?

Apesar de imaginar que logo isso rolaria, fiquei surpreso por Vivi querer que fosse tão rápido e respondi:

-Bom, aí é com a Suely.

Suely aparentou um certo desconforto e com seu jeito tímido e um sorriso sem graça, disse:

-Se não se importarem, acho que por enquanto não. Já é difícil acreditar que estamos vivendo essa doideira toda, eu transando com o marido da minha amiga, na frente dela e agora ainda fazer com mais um.

Vivi foi compreensiva:

-Claro, tem toda razão, o Vítor e eu levamos um tempão só falando sobre sair da monogamia. Entendo seu receio, mas se mais para frente, você quiser transar também com o Mauricio, tenho certeza que irá amar, ele é demais. O Vítor adora ver, ser chamado de corno e no final ainda me come, toda acabada.

Suely ficou surpresa por saber que eu gostava de ser chamado de corno. Combinamos de receber Mauricio em casa no sábado e nossa hóspede ficaria em seu quarto quando fôssemos transar.

Na sexta, fiquei doido para comer Suely. Apesar de termos feito a 3 após aquela conversa, queria dar uma e ela também, pois depois, só na segunda, já que no domingo, ela trabalharia. Mas resolvemos nos controlar.

No sábado, Mauricio chegou por volta das 20h30. Ele já sabia que Suely estaria em nossa casa, mas que não participaria, mesmo assim, não deixou de manjá-la e muito durante a conversa na sala.

Vivi estava usando um vestido preto totalmente transparente, que permitia ver as aréolas dos seios e que estava com uma minúscula calcinha preta fio dental. Sentou-se na perna de Mauricio e brincou dizendo para Suely que eram namorados.

Após comermos algo leve, Suely foi para o seu quarto e pouco depois, Vivi já estava de joelhos, mamando o cacete monstruoso do amante no meio de nossa sala. Percebi que ela estava ainda mais sedenta e disse algo que me deixou intrigado:

-Hoje, vou te fazer uma surpresa, Mauricio, e você vai adorar, meu pintudo.

Os dois namoraram um pouco e depois foram para o nosso quarto. Eu já tinha visto minha esposa dar para ele várias vezes, mas sempre sentia um puta tesão, só lamentava não poder gravar cada transa, pois, certamente, seria excitante rever Vivi gozando em diversas posições no cacete dele, ver a porra farta escorrendo da boceta dela e o show de pica que meu amigo sempre dava.

O grau de intimidade já era tanto, que Mauricio e ela subiram nus para o quarto e lá, ele já se jogou na cama, a puxou e começaram a se beijar. Eu ainda estava um pouco sem graça por saber que Suely ouviria quase tudo, mas os dois, nem se importaram. Vivi foi por cima dele e passaram a fazer um 69. Minha esposa fez um senhor boquete, de vez em quando, olhava para mim com ar de provocação, passava a língua na cabeça e por toda extensão daquele cacete. Após um tempo, ela repetiu o gesto que adorava fazer, meu puxou para perto dela, segurou meu pescoço e me fez beijá-la sentindo o gosto que estava em sua boca.

Pouco depois, Mauricio ajeitou sua tora para comer mais uma vez minha mulher. Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes aquilo tinha ocorrido, mas sempre era impressionante ver aquele mastro laceando ao máximo a boceta dela. Começaram na posição de frango assado. Logo, passou a socar forte e Vivi a dar gritinhos.

Teria sido mais uma transa espetacular, com ele a fazendo gozar várias vezes, mas Vivi tinha planos diferentes para aquela noite e após Mauricio encher sua bocetinha com porra e dela me beijar e me punhetar até eu gozar, toda suada e cheirando a sexo, a mesma disse, olhando para o amante e depois para mim.

-Hoje, vou dar meu cuzinho para o meu comedor, para o meu macho!

Mauricio vibrou, mas eu fiquei espantado, pois a grossura do pau dele era anormal, além disso, o próprio me confessou que as poucas que toparam fazer anal com ele, ou não aguentaram de tanta dor ou ocorreu um “acidente desagradável”, e apenas uma ou outra aguentaram e mesmo assim, gritando de dor.

Foi por isso que com jeito falei.

-Amor, tem certeza que é uma boa ideia? Você pode se machucar legal.

Agindo como uma autêntica hotwife, Vivi respondeu:

-Corninho, legal que se preocupe, mas se quero dar meu cu para o meu comedor, vou dar oras e você só vai assistir, mas antes, pega aquela pomada que você sempre usa comigo e agora com a tua Su, porque hoje, vai ter que passar bastante em mim.

Peguei a pomada com a certeza de que aquilo não ia acabar bem. Os dois namoraram um tempo em nossa cama. Vivi disse que ainda queria gozar mais uma vez (a 3ª da noite) antes de dar o cu, por isso, voltou a foder com Mauricio em várias posições, gozando finalmente enquanto cavalgava no pau dele e fazia questão de me beijar e ainda gemer em meu ouvido.

Finalmente, Vivi decidiu botar sua ideia em prática e exigiu que eu passasse a pomada em seu cuzinho. Procurei enfiar um dedo, depois dois, passando bastante na entrada, Mauricio deu a rola para ela mamar e quando endureceu, besuntou seu pau também com a pomada. Em seguida, se posicionou para enfiar, minha esposa pediu que eu ficasse de lado na altura de seus quadris para ver aquilo bem de perto. Entretanto, meu amigo tentou, tentou e nada, quando parecia que pelo menos a ponta conseguiria romper aquele buraquinho pequeno, o mesmo se fechava, o medo atrapalhava e Vivi não conseguia relaxar.

Creio que foram uns 20 minutos ou mais só tentando, até que num dado momento, Vivi relaxou um pouco e de repente, a cabeça gigantesca deslizou toda para dentro do cu dela, levando-a a dar um puta berro desesperado de dor, mesmo assim, não se mexeu. Mauricio esperou um bom tempo parado e foi tentando enfiar mais. Cada centímetro, arrancava um novo grito de minha esposa. Cheguei a falar para desistir, mas ela disse que não. Demorou muito até que entrasse perto da metade, a imagem era chocante, o pau veiúdo dele se movia bem lentamente num vai e vem esgarçando o cuzinho dela. Foram bons minutos assim, creio que chegou a entrar um pouco mais da metade, minha esposa gritava, mas insistia que não era para parar.

Sentindo que o cu de minha esposa estava mais dilatado, Mauricio começou a socar com um pouco mais de força e a safada, toda suada, passou a dizer:

-Fode meu cuzinho, Mauricio, mostra para o corno como você faz o que quer com a mulher dele, até arrombar meu cu na cama que ele dorme.

Mauricio estava mais excitado do que nunca, mas se segurava para não enterrar tudo nela. As bombadas ficaram mais intensas. Fiquei em pé, atrás deles, perto dos pés da cama e passei a me masturbar. Meu amigo aumentou ainda mais as estocadas, Vivi berrava, até que, finalmente, ele sentiu que ia gozar e resolveu fazer algo inusitado, tirou seu pau para fora mirou no cu e na bunda dela e, urrando longamente como uma fera, lhe deu o maior banho de porra que já vi. As nádegas e a boceta dela ficaram completamente molhadas, pelas coxas escorriam rios de porra que pingavam no lençol, mas o que mais me chocou foi ver o cuzinho dela dilatado de uma maneira assustadora, dava para ver bem fundo, na entrada era uma mistura de rosa e roxo, um buraco espantoso, e ao contrário de outras vezes que o comi e vi o “estrago”, dessa vez, ele parecia que não ia se fechar. Vendo minha esposa loirinha e delicada com o cu estourado e coberta de porra, não aguentei, acelerei na punheta e gozei com tamanha fúria que cheguei a cair de joelhos dando um berro.

Mauricio só não ficou mais feliz porque depois de quase dar PT no cuzinho de Vivi, não pôde dar a 3ª, nem eu, pois, ela correu para tomar um banho e disse que teria que tomar algo para a dor. Mesmo assim, ele comentou maravilhado comigo:

-Cara, tua mulher é demais! Nunca comi um cu tão gostoso.

No domingo, Vivi já estava melhor, mas um pouco dolorida e me contou rindo que não faria mais tal loucura, pelo menos não com ele. Entretanto, não deu para os dois foderem, pois Mauricio teve que voltar mais cedo para São Paulo.

Suely ouviu boa parte da transa e confessou que ficou excitada. Após o almoço, minha esposa disse que se a amiga e eu quiséssemos transar, tudo bem, mas que ficaria só ouvindo, pois o estrago tinha sido feio. Não tínhamos muito tempo, pois nossa hóspede saía para o trabalho por volta das 19h.

Mais que depressa, fui para o quarto de Suely, enquanto ela tomava um banho. Assim que entrou, tirou o roupão e se mostrou nua. Fiz com que a mesma se sentasse em meu rosto e chupei demoradamente sua boceta e seu cuzinho. Transamos duas vezes, gozei uma vez em sua boca e novamente, ela engoliu tudo e na outra, em sua bunda espetacular. Ela teve 2 orgasmos incríveis e após tomar mais um banho, disse que estava indo trabalhar de pernas bambas, mas muito bem comida.

Minha vida nunca foi tão boa, agora, tinha 2 mulheres lindas para transar em casa e ainda podia desfrutar do meu fetiche de ser corno. Praticamente trepava todo dia, uma noite, apenas com Vivi e na outra com as duas. Após algumas semanas, minha esposa permitiu que nos dias que Suely fosse trabalhar, eu desse umazinha com nossa hóspede, porém só uma, pois, à noite, teria que dar conta do fogo dela. Isso fez com que eu ficasse totalmente satisfeito, para mim, o mundo poderia ser só ali, dentro de casa, pois era onde estava o melhor.

Vivi e eu acertamos com Suely que se ela arrumasse um namorado ou a qualquer momento quisesse parar de transar com a gente, nada mudaria, poderia seguir morando em nossa casa e futuramente, a deixaríamos ficar na casinha que eu tinha ao lado e só precisava ser mobiliada. Nossa hóspede concordou e disse:

-Para falar a verdade, apesar de ser uma doideira, desse jeito pra mim é melhor do que arrumar um namorado, sei lá, acho que peguei trauma depois do que me ocorreu. Marido metido a cidadão de bem, mas que me batia por qualquer coisa, sei que nem todos são iguais, mas vai demorar para querer algo sério. Agora, não posso negar que ficar sem sexo é ruim, por isso, tomara que a gente possa continuar desse jeito, sem compromisso, mas com muito companheirismo e prazer. (riu tímida).

Após 2 meses e pouco e mais alguns encontros com Mauricio, onde não rolou anal, e também sem que Suely participasse. Fomos fazer um swing com o casal Ézio e Eliana. Fazia tempo que não transávamos e novamente foi muito excitante comer aquela morena deliciosa.

Entretanto, voltou a se repetir um fato curioso. Num dado momento, em que Ézio tinha acabado de gozar comendo minha esposa, ela veio se juntar a Eliana e a mim que estávamos trepando. Eliana cavalgava em meu pau, Vivi se deitou ao meu lado vendo e me beijou, pouco depois, a morena acariciou os seios de minha mulher e notando que a mesma deixou, desceu a mão até a sua bocetinha. As duas se olharam com um sorriso, mas ficou só nisso e eu fiquei tão doido, que mesmo por baixo passei a estocar com fúria chegando ao orgasmo junto com a esposa de Ézio.

Em casa, as fodas continuavam quentes. Vivi sempre falava para Suely se soltar e aceitar transar com o Mauricio. Até que um dia, após uma transa só nós dois, nossa hóspede falou:

-Acho que vou aceitar a ideia da Vivi e transar com o Mauricio. Você acha que é uma boa?

-O Mauricio é um bom amante, sem dúvida, mas vai da sua vontade, não faça nada porque a Vivi quer ou eu quero.

Suely ficou pensativa:

-É...talvez na próxima vez, mas tem uma condição.

-Qual?

Ela mordeu de leve meu queixo e disse:

-Vou querer essa boquinha gostosa me chupando e também que me coma, não quero ficar só com ele o tempo todo.

Eu ri e disse:

-Tomara! Porque o Mauricio é um comedor e vai ficar louco por ser a primeira vez com você, mas fique tranquila, também vamos transar, até porque não consigo deixar de chupar essa boceta e esse cuzinho, nem de comê-los...

Suely sorriu orgulhosa.

Agora era esperar e ver como seria a transa a 4.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 313Seguidores: 828Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

Comentários

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Estou impressionado, para não dizer desconfiado, que está tudo dando tão certo hahahahah tô gostando muito do conto

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Eu fico impressionado como consigo crer nas suas histórias. Você torna a busca e entrada no liberal algo tão orgânico que se torna completamente aceitável. Não há ciúmes, só prazer.

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