MINHA ESPOSA PROFESSORA E SEU ALUNO MEU SÓCIO.PT 4

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1675 palavras
Data: 30/03/2026 12:18:04

Recebi uma ligação de Moisés por volta das 17h. Telefone tocou enquanto eu ainda dirigia sem rumo pela cidade, tentando esfriar a cabeça depois de sair acelerando da casa. Atendi no viva-voz.

— Professor... me encontra no bar. Aquele de sempre.

A voz dele tava baixa, quase cansada.

Eu respirei fundo.

— Não dá, Moisés. Preciso descansar a cabeça. Tô ferrado.

Ele ficou quieto um segundo.

— Tá bom. Amanhã a gente conversa.

Desliguei. Joguei o celular no banco do passageiro e acelerei mais um pouco, só pra sentir o ronco do motor abafar o barulho na minha cabeça. As imagens não saíam: Viviane de quatro, gemendo, chorando, gozando enquanto ele metia no cu dela. O jeito que ela arqueava as costas, o jeito que fingia dor mas pedia mais com o corpo. Eu conhecia ela melhor que ninguém. E isso doía mais que tudo.

Cheguei em casa por volta das 17h30. Portão aberto ainda, como eu deixei. Entrei devagar. A casa tava silenciosa, só o som da TV baixa na sala. Viviane tava sentada no sofá, de roupão, cabelo bagunçado, olhos vermelhos de tanto chorar. Quando me viu, levantou rápido, veio na minha direção.

— Vítor... por favor... me escuta.

Eu parei na porta da sala, braços cruzados, olhando pra ela como se fosse uma estranha.

— Escutar o quê? Que você tava gemendo pra ele na nossa cama? Que você deu o cu pra ele, coisa que nunca deu pra mim em dez anos de casamento?

Ela começou a chorar de novo, voz embargada.

— Eu... eu não queria que você visse assim...

Eu ri amargo, voz tremendo de raiva.

— Mas eu vi. Vi tudo. Vi você gozando enquanto ele te rasgava. Vi você pedindo mais. E agora tá aqui chorando como se fosse vítima.

Ela se aproximou, tentou tocar meu braço. Eu recuei.

— Tinha um motivo... por favor, me deixa explicar...

— Não quero saber. Não quero saber de motivo nenhum. Você traiu. De novo. Não eu que traí dessa vez.

Ela caiu de joelhos no chão, chorando alto agora.

— Vítor... eu te amo... não me deixa...

Eu virei as costas, fui pro quarto, fechei a porta. Fiquei lá uns minutos, encostado na parede, tentando respirar. O quarto ainda cheirava a sexo, a suor, a porra dele. Meu estômago revirou.

Deu 18h. Hora de buscar o Pedro na creche. Saí sem falar com ela. Dirigi calado, peguei o moleque sorridente, contando sobre o desenho que fez na escola. Fingi sorrir, respondi “que legal, filho”, mas a cabeça tava em outro lugar.

Chegamos em casa. Viviane já tinha se recomposto um pouco. Fez cara de normal na frente do Pedro, beijou ele, perguntou sobre o dia. Jantamos em silêncio. Pedro falando sozinho, nós dois respondendo monossilábico. Depois que ele dormiu, fomos pro quarto. Deitamos cada um de um lado da cama, como se tivesse um muro no meio.

Eu não aguentei.

— Por que com ele? Ele é meu amigo. A gente joga bola juntos, bebe cerveja, se abraça depois do gol. Por que logo ele é seu aluno?

Viviane ficou quieta um tempo. Voz baixa, quase sussurro.

— Eu não posso contar... ainda não.

Eu virei pro lado dela, olhando no escuro.

— Então o que você quer fazer? Quer que eu finja que nada aconteceu? Que eu continue dormindo do lado de uma mulher que gemeu pro outro na nossa cama?

Ela começou a chorar de novo, baixinho.

— Fica comigo... não me larga assim. Pelo Pedro... por nós.

Eu respirei fundo, peito apertado.

— Então vamos abrir a relação. De verdade. Você fica comigo e com ele. E eu... eu fico com mais uma mulher. Se for pra ser assim, que seja pra todo mundo.

Silêncio pesado. Ela fungou, limpou o nariz na manga do pijama.

— Eu... vou pensar.

Não disse mais nada. Virou pro outro lado, costas pra mim. Eu fiquei olhando pro teto, olhos ardendo, coração batendo devagar e pesado.

A casa tava quieta. Pedro dormindo no quarto ao lado. Viviane chorando baixinho do meu lado. E eu ali, no meio do caos que eu mesmo ajudei a criar, sem saber se queria salvar o casamento ou ver tudo pegar fogo de vez.

Amanhã Moisés ia ligar de novo. E eu não sabia se queria ouvir o plano dele... ou se queria acabar com tudo. Na manhã seguinte, o sol mal tinha nascido quando senti o colchão afundar do meu lado. Abri os olhos devagar. Viviane estava sentada na beira da cama, de camisola branca fina, cabelo bagunçado, olhos verdes inchados e vermelhos de tanto chorar a noite inteira. Ela não olhava pra mim direto. Ficava encarando o chão, mãos apertando o tecido no colo como se precisasse se segurar em algo.

— Vítor... — voz rouca, quase um sussurro. — Eu pensei a noite toda.

Eu me sentei devagar, encostando nas costas da cama. O peito apertado. Ainda sentia o cheiro dele no quarto, mesmo depois de trocar o lençol.

— E aí?

Ela respirou fundo, tremendo.

— Eu aceito abrir a relação. Mas tem que ser assim: Moisés vem aqui em casa. Nada de motel, nada escondido. Você tem que estar presente. Assistindo... ou participando. Se for pra dividir, que seja com você sabendo de tudo. E a mesma coisa pra você. Se você quiser trazer uma mulher, traz aqui. Eu assisto. Eu participo. Pode ser assim?

Eu pisquei, atordoado. O coração disparou. Raiva, tesão, confusão — tudo misturado num nó que não soltava.

— Você quer mesmo isso? — perguntei, voz baixa. — Ver eu com outra... e eu ver você com ele... na nossa casa?

Ela finalmente levantou o olhar. Lágrimas escorrendo devagar.

— Eu preciso sentir algo de novo, Vítor. Faz tempo que eu me sinto morta por dentro. Mas eu não quero perder você. Não quero perder a gente. Pelo Pedro... por nós. Se for pra ser assim, que seja com verdade. Sem mentira. Sem esconder.

Eu fiquei quieto um tempo. O silêncio pesava como chumbo.

— Tá bom — falei por fim, voz rouca. — Mas eu tô com raiva ainda. Muito raiva.

Ela assentiu, enxugando o rosto.

— Eu sei. Eu mereço.

Marcamos com Moisés pra sexta. Pedro foi pra casa da avó. Eu passei a semana inteira em guerra comigo mesmo. Trabalhei dobrado no escritório, mal falei com ela em casa. Mas toda noite, deitado do lado dela, eu imaginava a cena. E odiava que meu corpo reagisse.

Sexta chegou rápido demais.

Às 20h, Moisés bateu na porta. Regata preta colada no peito largo, short de academia, cheiro de suor fresco do treino. Entrou sem sorrir muito, só um aceno pra mim.

— Professor.

— Moisés.

Viviane estava na sala, de vestido leve preto, sem sutiã, cabelo solto. Olhou pra gente dois, depois baixou os olhos.

Subimos pro quarto. Eu sentei na poltrona do canto, braços cruzados, como se fosse um juiz. Moisés fechou a porta. O ar ficou pesado.

Ele se aproximou dela devagar. Tocou o rosto dela com o dorso da mão.

— Você quer mesmo isso?

Ela assentiu, voz baixa.

— Quero. Mas com ele aqui.

Moisés olhou pra mim. Sorriu torto.

— Combinado.

Ele puxou ela pela cintura, beijou devagar. Beijo profundo, lento. Viviane gemeu baixo na boca dele, mãos subindo pros ombros largos. Eu senti o estômago revirar. Raiva. Tesão. Os dois queimando.

Ele tirou o vestido dela com calma. Ficou nua na frente dele — pele clara, seios cheios, buceta depilada brilhando de umidade. Moisés passou as mãos pelas costas dela, desceu até a bunda, apertou forte. Ela arqueou as costas, gemeu mais alto.

— De joelhos — ele mandou, voz grossa.

Ela ajoelhou. Abriu a calça dele. O pau saltou pra fora — grande, grosso, duro. Ela olhou pra mim um segundo, olhos pedindo perdão... ou permissão. Depois abriu a boca e começou a chupar devagar. Moisés segurou o cabelo dela, guiando o ritmo. Gemidos baixos dele, gemidos abafados dela com o pau na boca.

Eu assistia, mãos apertando os braços da poltrona. Pau duro na calça, coração batendo na garganta.

Ele puxou ela pra cima depois de uns minutos. Jogou ela na cama de bruços. Subiu atrás, separou as pernas dela. Encostou o pau na entrada, roçou devagar. Viviane gemeu alto.

— Mete... por favor...

Ele empurrou devagar. Entrou até a metade. Ela gritou baixo, corpo tremendo. Moisés segurou a cintura dela, começou a meter ritmado — lento no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia a cama ranger, fazia ela gemer mais alto. Pele batendo em pele. Suor escorrendo.

— Isso... toma... toma tudo...

Viviane virou o rosto pro meu lado. Olhos semicerrados, boca aberta, gemendo o nome dele. Depois olhou pra mim.

— Vítor... vem...

Eu me levantei devagar. Tirei a camisa, a calça. Subi na cama. Moisés continuou metendo, olhando pra mim com sorriso predador.

Viviane esticou a mão, pegou meu pau duro. Começou a bater devagar, depois chupou enquanto Moisés fodia ela por trás. Eu gemi alto, mão no cabelo dela.

Ela tirou a boca um segundo, ofegante.

— Agora... quero os dois ao mesmo tempo...

Moisés saiu devagar, deitou de costas. Puxou ela pra cima dele. Ela sentou devagar, pau dele entrando fundo na buceta. Gemeu longo, cabeça pra trás. Depois olhou pra mim.

— Vem... atrás...

Eu me posicionei. Cuspi na mão, passei no pau. Encostei na entrada do cu dela — ainda apertado, mesmo depois da outra vez. Ela tremeu.

— Devagar... por favor...

Empurrei devagar. Cabeça entrou. Ela gritou, corpo tenso. Moisés segurou os quadris dela, manteve ela parada. Eu fui entrando pouco a pouco. Metade dentro. Ela choramingava, mas rebolava devagar.

— Ai... caralho... os dois...

Começamos a mexer. Ritmo lento no começo. Eu metendo no cu, Moisés na buceta. Ela entre nós dois, corpo suado, gemendo alto. “Mais... mais forte...” Nós aceleramos. Estocadas profundas, sincronizadas. Ela gozou primeiro — corpo convulsionando, apertando nós dois, gritando nossos nomes. Depois eu gozei dentro do cu dela, pulsando forte. Moisés gozou logo depois, enchendo a buceta.

Caímos os três na cama, ofegantes. Viviane no meio, suada, tremendo. Virou pro meu lado, beijou minha boca devagar.

— Obrigada... por ficar.

Eu abracei ela, Moisés do outro lado. Silêncio pesado.

Não sabia se aquilo era o começo do fim... ou de algo novo e perigoso que eu nunca mais ia conseguir largar.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 337Seguidores: 440Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Que porra de conto merda é esse, PQP a cabeça que inventou essa história é uma mente doentia. Na minha opinião não existe nada d3 fantasia, prá mim esse conto é uma bosta

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