Ilha de Bom Lugar na costa do Rio do Grande do Sul, a noite estava quente, abafada em pleno verão, as ondas do mar fazendo barulho ao redor da ilha, uma cidade próxima do mar, com um pequeno porto para receber turistas na comunidade a beira mar, a maior parte da ilha, as árvores, vão até praticamente a beira mar, com algumas partes íngremes, na cidade é o único lugar onde a planificação criou uma praia linda.
A Lua cheia estava enorme no céu, por entre nuvens que passavam rapidamente, um barco parado próxima a enseada, Luciana e Ávaro, tinham levado seu barco para uma enseada bem isolada, a cama da lancha era até pequena para isso, os dois rolavam em beijos quentes, as mãos acariciando o corpo um do outro.
Álvaro sobe sobre Luciana e a penetração é profunda, deliciosa, seus gemidos e suspiros passam a ser ouvidos, a velocidade dos movimentos e a altura dos gemidos aumentando, aos poucos, se tornando mais frenético, mais alto, mais intenso, até que tudo explode, ela ainda estava tremendo de prazer, quando eles escutam um barulho do lado de fora, como um baque.
Ambos levantam assustados, ele pega sua arma coloca um calção e começa a subir para o deck, acompanhado pela Luciana, que coloca uma camiseta longa para cobrir seu corpo nu, ambos saem para o convés, apenas a Lua Cheia ilumina tudo, eles olham em volta, ele vai até perto do cooler para ver o mar.
A criatura sobre sob a amurada, o rugido é ensurdecedor, que quase explode os tímpanos, Álvaro, recebe um golpe de garra na garganta, que o mata instantâneamente, quase separando a cabeça do corpo, a criatura desce para o deck, Luciana, grita e cai sentada no chão se arrastando para o canto e nos seus últimos momentos antes de uma morte rápida como a do parceiro, ela pensa, ‘ele é quase humano’...
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Cheguei apenas ontem a noite nessa ilha, meu nome é Mariana, sou uma garota loira, com um corpo magro, seios bonitos e perfeitinhos assim como meu quadril redondo, com meus 20 anos, estou chegando na ilha como turista, estou cursando engenharia e arquitetura, na UFRGS, a Ilha de Bom Lugar, é uma referência, ela possui uma arquitetura colonial única não encontrada em nem um outro lugar do Brasil.
Recentemente houve três ataques de um animal selvagem na ilha, mas isso não é uma preocupação não pretendo visitar as áreas florestais, eu pretendo ficar na cidade, estou na praia, de biquíni um biquíni cor-de-rosa fio dental, amarradinho nas laterais do meu quadril, amarrado atrás da nuca, curtindo a areia e o mar…
Eu estava saindo da água, puxando meus cabelos louros que chegam quase na minha cintura para trás, quando nossos olhos se encontraram, ele é um moreno alto, de cabelos castanhos escuros, olhos castanhos cor de mel e o corpo forte, os ombros largos, de sunga, eu sinto água na boca e um frio na barriga, como se meu corpo reagisse a olhar para ele.
Ele também me olha como se eu fosse, a coisa mais incrível desse mundo, um sorriso meio bobo surge em seus lábios, eu sorrio de volta, meio sem querer, baixei os olhos para a água e me peguei sorrindo, eu realmente gostei de ele se interessar em mim, saí da água, mas logo fui para um quiosque próximo.
“Visitante?”, eu olho para ele que surgiu do meu lado, sinto minhas pupilas dilatar, sorrio, ‘O que esse cara está fazendo comigo.’, eu não consigo não pensar isso, mas ele é muito gostoso, muito apelativo, eu sinto minha respiração parar, “Sim.”, olho para ele, que sorri para mim, ali eu entendo que não tenho como resistir.
Ficamos conversando, descobri que o nome dele é Rodrigo, nós ficamos conversando a tarde inteira, ele realmente se encantou por mim, tanto quanto eu me encantei por ele, nos encontramos nos dias seguintes, não só na praia, mas também, ele me mostrou um bar noturno, onde conseguimos passar a noite, bebendo e conversando, tínhamos muitos interesses em comuns.
As casas da cidade, dos colonos originais, parece um pequeno castelo, sem janelas no térreo e as janelas do primeiro andar, são retângulos compridos, por onde passa alguma luz, com teto reto, as portas são muito pesadas de madeira, basicamente, um pequeno castelo, assim são as casas tradicionais dos primeiros colonos, como se estivesse se protegendo de algo, a teoria padrão é piratas.
Eu estava fascinada, nossas trocas de olhares e de gracinhas me diziam que ele também estava, estávamos um dia em um quiosque a beira mar, as estrelas maravilhosas e brilhantes no céu, saímos andando pela areia macia, eu estava de kanga de saída de praia e a parte de cima do biquíni, “Você é realmente linda sabia?”, eu sorrio, “E o que pretende fazer sobre isso Rodrigo?”, ele olhou para mim com um sorriso e um beijo aconteceu.
Eu e Rodrigo percebemos que não iria ter mais volta o beijo, é intenso e cheio de fogo, ele estava de bermuda e camiseta, eu arranquei a camiseta dele, ele arrancou meu sutiã, começou a beijar e a morder meus seios, chupando, me fazendo gemer, tremer, aliso os cabelos dele, praticamente abraçando a cabeça dele.
Eu arranco a kanga, deixando ela cair no chão, de calcinha de biquíni tendo os seios chupados, gemendo manhosa, ele vai me deitando no chão, sobre a kanga que soltei, ele começa a baixar os lábios, beija minha barriga, puxa minha calcinha, explora, minhas pernas com a boca e em seguida, chega na minha intimidade.
Eu começo a gemer em seus lábios, rebolando, tremendo, gemendo mais alto, ele chupa e explora, lambe e beija, até que eu derreto na boca dele, com um gemido mais alto, deitada na areia mordendo os dedos da minha mão, relaxo inteira respirando fundo, olhando para as estrelas.
“Que delícia.”, ele arranca a bermuda, subindo sobre mim, me beija a boca, abraço ele apertado, alisando seus músculos suas costas, ele entra dentro de mim e eu solto um gemido alto e manhoso, tremendo inteira, deitada em cima da minha kanga, sendo fodida com cuidado e carinho, enquanto beijo a boca dele estremecendo.
Breve nós dois gozamos intenso, juntos, olhares fascinados um para o outro…
Me vesti e ele me acompanhou até o hotel, não sem antes passar na farmácia e comprar camisinhas chegando no hotel assim que entramos no quarto ele me agarrou beijando, literalmente me jogou na cama, arrancou minhas roupas sem cerimônias, com tanta força que até doeu, quase rasgou, pegou uma camisinha e socou para dentro com muita força e muita vontade.
Ele socou muito, sem piedade, me arrancando gemidos, que eu tentava calar com travesseiro, com a minha mão com qualquer coisa que eu pudesse morder, se deitou sobre mim, nos arranhamos forte, enquanto ele me fodia me beijando, gozei, uma, duas, antes dele, que se sentou, trocou de camisinha e voltou a me foder, me fazendo gozar mais umas duas vezes antes de finalmente acabar.
Eu estava toda molinha, mas a piedade que eu esperava não veio, após pouquíssimo tempo ele já me colocou de quatro e voltou a foder, com força, com violência, sem piedade, me fazendo gozar mais uma, duas, três vezes, antes dele gozar dentro de mim, socando com tanta força que eu queria gritar, com a cara enterrada no travesseiro.
Novamente ele trocou de camisinha e voltou para dentro sem tempo de descanso, se repetiu a surra de pica sem nem uma piedade ou dó do meu corpo, eu já estava tão mole, que mal tinha forças para me mover ou me segurar na posição, estava lá com a bunda levantada, a cara no travesseiro, gritando com cara enterrada no travesseiro.
Ele segurou minha bunda com força, socando sem pena, arranhando meu quadril, me enchendo a bunda de tapas fortes e estalados, socando com tanta força, que eu sentia meu corpo ser quase impulsionado para a frente, até se satisfazer dentro de mim.
Eu caí de bruços destruída pela selvageria com a qual ele me tratou. Mas eu não sabia que não tinha acabado, logo já sinto uma quantidade generosa de lubrificante na minha bunda, eu tento falar, mas não consigo, estou destruída e esgotada, então só sussurro, “Por favor, com calma…”, e abro minha bunda com as duas mãos.
Ele dá uma risadinha leve e deita em cima de mim, seu pau entra, fundo, gostoso, me arrancando um gritinho, ele me segura no lugar e vai com calma, delicadamente, até ver eu relaxar e aí ele trata exatamente como tratou minha boceta, fodendo com força, selvagem, arrombando tudo, enquanto me segura com uma mão pelo quadril, mantém minhas pernas abertas com as dele e morde meu ombro, socando sem pena, até eu começar a chorar e ele gozar.
Eu fiquei chorando por algum tempo, me sentindo machucada e sensível, ganhei beijos e carícias, ele sussurrou, “Vou te compensar gatinha.”, desceu e meteu a boca na minha bocetinha, me fez gozar na boca dele, mais de uma vez, como pedido de desculpas e compensação por ter me rasgado o cu.
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Claro que eu fiquei assustada, mas fascinada, foi selvagem, foi intenso, foi forte, continuamos sair juntos, por longos dois meses, passeio de barcos, curtir a praia, bares, só as vezes ele trabalhava a noite e aí eu ficava mais sozinha, mas no geral, estava indo tudo bem e quando vi já sentia meu coração quentinho por ele, já me sentia segura ao seu lado, isso começou a mexer mais comigo.
Eu transei com ele mais algumas vezes, forte, intenso, selvagem, teve uma noite, que ele disse que teria que trabalhar, então era a única noite que eu não iria ver ele, apesar disso, ele me pediu para ficar no hotel, evitar, ficar passeando sozinha pela cidade a noite, apesar de dizer que ela é segura, ele não confia que seja lá qual animal atacou os turistas na enseada, não possa vir para a cidade e uma pessoa sozinha é presa.
Apesar de tudo eu fiquei no quiosque até mais tarde, eu estava indo para o hotel sozinha, quando escutei algo atrás de mim e então eu vi, a criatura, quase humana, andando em duas pernas, os olhos brilhantes como um felino, os pelos negros, um urro assustador, que parece que vai explodir sua cabeça, eu saio correndo, ele uiva e começa a correr atrás de mim.
Eu olho para trás e ele corre, hora nas duas pernas, hora nas quatro, eu vejo as garras brancas nas pontas dos seus dedos, nos dentes, o hotel logo a frente, eu passo pela porta, gritando por socorro e quando olho para trás a fera havia sumido…
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Foi uma noite difícil, tentei explicar, mas eventualmente, todo mundo achou que só alguém idiota tinha me assustado e me seguido na rua, tal criatura ia além da capacidade de compreensão do racional das pessoas, recebi uma mensagem do Rodrigo, dizendo que não poderia me ver, ele dizia que estaria muito ocupado ainda trabalhando, fiquei tristinha, mas aceitei.
De qualquer forma, ele ia ficar bravo comigo por quase ter virado comida da tal fera.
Uma senhora me abordou na rua e me benzeu, eu olhei para ela assustada, “Ele te escolheu para morrer, você deveria sair da ilha enquanto ainda pode.”, “Do que você está falando?”, eu pergunto assustada, “Você viu não viu, o demônio?”, eu sinto o sangue gelado, faço que sim com a cabeça, “Você não deve sair a noite, ele vai te matar, você deve fugir.”, eu olho para ela, assustada.
“Se sobreviver essa noite e não quiser fugir, esse é o meu endereço.”, ela me entrega um cartão e eu fico completamente sem saber o que dizer, antes que ela desapareça…
Naquela noite, eu obviamente não saí, mas escutei um uivo que me deu calafrios, o urro poderoso, corri para a janela do hotel e olhei e estava lá na rua, na esquina, sob a Lua Cheia eu vi a criatura, seus olhos brilhantes, de tocaia, ali eu tive certeza que estava marcada para morrer, a sensação da certeza foi tão avassaladora, que eu quase me mijei de medo.
Não consegui dormir…
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Eu saí do hotel, confusa, queria pensar, queria chegar na casa daquela senhora, eu estava sendo caçada e estava com medo, estava usando um short jeans curto, tênis e camiseta, estava passando pelo centro ainda perto da praia, quando alguém segura minha mão e eu dou um grito de susto.
“Vem comigo Mariana, vou te colocar na balsa, você precisa ir embora.”, eu olhei sem entender para Rodrigo, “O que está acontecendo Rodrigo, não posso ir embora assim.”, “Você vai não é escolha sua.”, ele fala de forma dura, eu estremeço de medo, mas seus olhos também são de medo, são e pânico.
“Porque não explica para ela, Rodrigo?”, a senhora estava próxima a nós, ele entra entre nós duas, “Sai daqui velha, não queremos sua ajuda, não quero.”, ela olha para ele, “Você não têm escolha, seu amigo não têm escolha.”, ele olha para ela e aponta o dedo, “Eu vou…”, “Vai o quê? Vai tentar o quê?”, ele está tremendo olhando para ela, “Vem comigo Mariana.”, a senhora se aproxima e ele me solta, ele parece em pânico e então corre.
“Me segue.”, diz a velha senhora e caminha na minha frente até sua casa, após entrarmos e poucas palavras, ela me dá um chá, enquanto eu tomo o seu chá, amargo e estranho, ela se senta diante de mim… “No fundo você já sabe.”, eu olho para ela, “Lobisomem.”, eu estremeço dos pés a cabeça, mas minha mente, entende e eu entendo que foi o que eu vi nas últimas duas noites.
“Você ama o Rodrigo?”, pensei no nosso último mês, pensei em tudo e fiz que sim com a cabeça, a gente viveu muita coisa, no último mês, passeios, vivências, antes da criatura, antes, “Antes dele se apaixonar por você e a criatura te perceber como uma ameaça.”, eu olho para ela, piscando algumas vezes, ela dá uma risada, “Foi exatamente isso o que aconteceu.”, eu abaixei os olhos.
“Você pode salvá-lo, você pode quebrar a maldição, mas se seu coração falhar, se você não o ama, ou se ele não amá-la de verdade, ele vai te matar.”, eu estremeço arrepiada de medo e aí ela me diz o que devo fazer, com calma e paciência, explicando o passo a passo, que vai levar a minha morte, ou a liberdade total do Rodrigo, nunca mais subjugado a fera…
Quando eu saí da casa dela, eu já tinha certeza da minha parte nessa história…
Enviei mensagem por Whats:
Eu: Rodrigo você me ama?
Rodrigo: Por favor não faz isso, se algo acontecer com você eu nunca vou me perdoar.
Eu: Isso é um sim?
Rodrigo: Mariana, a besta vai te matar, ela quer te matar, por favor, vai embora da ilha, esquece tudo isso.
Eu: Eu te amo…
Rodrigo: Também te amo. 😭😭😭😭
Ali eu sabia o que fazer…
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Eu subi pela floresta, fui até as antiga ruínas, isso me tomou boa parte do dia, chegando lá encontrei a construção, parecia uma igreja, mas com vitrais em pontos específicos e de tamanhos específicos, o altar no meio da construção, eu começo a tremer de medo, não há mais volta,o sol está se pondo, logo a Lua Cheia estará no céu, se eu tentar sair daqui eu morro, se eu ficar e ele não me amar eu morro.
Eu tiro toda a minha roupa, nua me deito sobre o altar e espero, tremendo de medo, me controlando para não chorar, A Lua entra pelos buracos, primeiro da frente, iluminando a parede, mas logo ela sobe e está exatamente sobre mim, sua luz iluminando o altar a minha pele branca nua sobre ele, quando escuto o uivo que faz meu corpo tremer, depois outro mais perto.
Ele entra na construção e solta um poderoso urro, eu sinto meus tímpanos doerem, querendo explodir, eu coloco as mãos nos ouvidos e grito junto, mas não me movo, se eu sair do altar, por medo, ele me matará, eu vejo ele se aproximando pelo escuro, apenas um vulto, os olhos dourados brilhantes.
Finalmente ele entra embaixo da Luz do Luar e eu vejo a criatura por completo…
Pelos negros e expessos nas costas, braços e pernas, no peito se torna mais ralo, as mandibula projetadas para frente, quase um focinho, em uma cara coberta de pelos, as orelhas pontudas e altas, é definitivamente quase humano, mas ainda é uma fera, as unhas brancas, as presas brancas, ambas pontudas e afiadas.
A criatura sobe sobre o altar, sobre mim, nas quatro patas e se aproxima do meu rosto, aí eu vejo nos seus olhos, o dourado intenso, deu lugar ao castanho caramelo, eu reconheço os olhos do Rodrigo e sorrio, “Está tudo bem, eu te amo.”, eu falo para ele, “Não importa, eu te amo”, eu queria dizer isso, mesmo se ele me matar, eu queria que ele soubesse.
Ele fareja meu pescoço, rosto, ombros, eu estremeço e aí sinto a invasão que me arranca um grito alto, me contorcendo, ele me segura pela cintura e começa a me foder com força, suas garras fazendo cortes que ardem, mas é o mais delicadamente que ele consegue me segurar, enquanto soca, me arrancando gritos de dor e prazer.
A fera se ajeita, perversamente, com uma mão/garra no meu seio, os ricos vermelhos correndo, enquanto me fode, me arrancando gritos, me fazendo contorcer e chorar sendo fodida, rápido e forte, sem piedade do meu corpo a definição do selvagem, eu acabo gozando com um prazer perverso, uma duas vezes antes de sentir ele gozar em mim.
Ele estremece paralisado, tremendo de prazer enquanto continua gozando e aí caiu deitado, com a cabeça sobre meus peitos… Vejo os pelos diminuindo, vejo as orelhas diminuindo, seu corpo diminuindo um pouco, tremendo e por fim estou com Rodrigo deitado sobre meu corpo, eu abraço ele chorando e fiquei ali com ele chorando o restante da noite.
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Isso já faz alguns anos, Rodrigo me explicou que a maldição chegou até ele pelo sangue da família e foi despertada naquele mesmo ano na ilha, ele não fazia ideia, mas se lembrava de tudo, de cada vítima, de cada horror, essa era a verdadeira maldição, saber que foi ele quem fez aquilo, mas nunca mais se transformou.
Decidimos não ter filhos, mas estamos vivendo juntos em Porto Alegre, a velha senhora, se tornou uma amiga querida, que nos ajudou a vencer a Besta Fera, somos tão gratos a ela que não conseguimos colocar em palavras, ao menos, ambos tivemos uma chance, nosso sexo continua sendo selvagem e intenso e isso é ótimo…
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É isso povo, esse texto foi criado para o Desafio Pirata 3: Escritores.
A obra representada neste conto é Besta-Fera de Jack Woods, para quem por acaso tenha lido o livro original, eu não curto escrever finais trágicos, então sim, eu preferi ver o casal vivendo feliz, do que as mortes, violentas e trágicas, cheia de gore que o livro reserva para ambos.
Votem, comentem, façam uma escritora feliz.
