O GOSTO DO IGARAPÉ
O sol da tarde dourava a pele dela enquanto se sentia observada. Seu esposo, André, estava distraído com a vara de pescar, sua silhueta comum completamente alheia à tensão elétrica que se formava entre ela e a visão que se aproximava cortando as águas calmas do rio.
O jet-ski vinha em direção à pequena praia onde estavam, e mesmo à distância dava para perceber que quem o pilotava era alguém fora do comum. Quando a máquina se aproximou, reduzindo a velocidade, o coração dela deu um salto e suas entranhas se contraíram numa resposta puramente animal.
Ele era simplesmente fantástico.
Moreno, muito moreno, com uma pele que brilhava como mogno polido sob o sol. Os ombros eram tão largos que pareciam não caber na estrutura da moto aquática, um verdadeiro armário de homem. O peito nu era uma escultura viva: músculos definidos, volumosos, e completamente depilados, a pele lisa e sedosa reluzindo sob a luz da tarde, cada curva muscular perfeitamente visível, cada sombra delineando um abdômen tão esculpido que parecia obra de um artista. Os braços eram grossos como cabos de aço, veias saltadas percorrendo cada centímetro daqueles bíceps que se contraíam a cada movimento no guidão, e a pele lisa permitia que cada detalhe anatômico fosse apreciado em toda a sua plenitude. As mãos enormes, calejadas, capazes de partir uma pessoa ao meio ou de segurar com a delicadeza mais precisa.
Ela ficou maravilhada com o que viu, mas percebeu que ele também não conseguiu disfarçar seu encantamento por ela. Seus olhos escuros percorreram seu corpo da cabeça aos pés, demorando-se nas curvas que o biquíni mal cobria, nos seios claros, nos quadris largos, nas coxas brancas. Seus lábios carnudos esboçaram um sorriso lento, seguro, de quem sabia exatamente o efeito que causava.
Ela se aproximou com a desculpa de observar o jet ski, sentindo o coração bater forte, o sangue pulsando quente nas têmporas e entre as pernas. Ele foi extremamente solícito, passando informações sobre pilotagem com aquela voz grave que parecia vir do fundo do peito. Ela mal ouvia as palavras, hipnotizada pelo movimento da sua boca, pelo brilho do suor no seu pescoço grosso, pelo volume impressionante que sua bermuda molhada não conseguia esconder.
Num determinado momento ele perguntou se ela não gostaria de experimentar. Ela disse sim sem pensar duas vezes e saiu em sua companhia, subiram o rio e entraram em um igarapé bem deserto.
No coração da mata
O jet-ski desacelerou ao adentrar o igarapé, e o silêncio imediatamente tomou conta. A vegetação era densa em volta, um paredão verde que isolava o local do resto do mundo. Cipós pendiam das árvores, tocando a superfície da água escura e calma. O sol penetrava em feixes esparsos pelas copas, criando desenhos de luz na superfície do rio. Só se ouvia o respirar da mata, o canto distante de pássaros, e o leve bater da água no casco da pequena embarcação.
Ele desligou o motor.
O silêncio ficou absoluto por um momento, apenas o som da natureza ao redor. Ela sentiu o coração disparar, uma mistura de ansiedade e desejo tomando conta de cada célula do seu corpo. Estava sozinha com aquele moreno maravilhoso, longe de tudo, longe de André.
— É mais seguro para conversar — a voz grave rompeu o silêncio, um timbre que vibrou dentro dela. — Não quer dar mais um mergulho? A água aqui é mais limpa. Momento em que ele se apresentou como Hugo, alguém recém chegado de mudança na pequena cidade.
Ele a olhava com uma intensidade que a fazia sentir-se nua, mesmo vestida. Ela olhou para trás, como se pudesse ver através da curva do rio, onde André provavelmente ainda esperava, paciente, com sua vara de pescar. Se apresentou como Evelyn, moradora local, com uma pontada de culpa, rapidamente sufocada por algo muito mais primitivo, muito mais forte.
— Ao lembrar do convite feito pelo Hugo, ela respondeu: Acho que sim — ouviu sua própria voz dizer, num tom mais baixo e encorpado que o habitual, quase um sussurro.
Ele estendeu a mão, enorme, muito forte e firme, para ajudá-la a descer do jet-ski. Seus dedos envolveram o braço dela e um choque percorreu sua espinha, uma corrente elétrica que acendeu todos os seus nervos. Ela segurou firme, sentindo a força daquela mão, e deslizou para dentro da água.
A água era mais fresca que a do rio principal, mais clara e cristalina, batendo na sua cintura. A temperatura contrastava com o calor do seu corpo, fazendo sua pele se arrepiar. Ela sentiu os pés afundarem levemente na areia macia do fundo.
Ele ficou no jet-ski por um momento, um gato moreno recortado contra o verde da floresta. A água escorria pelo seu corpo liso e malhado, cada gota reluzindo na pele morena como pequenos diamantes. Depois, com uma agilidade felina que contrastava com seu tamanho, deslizou para dentro da água.
O movimento fez com que ele ficasse mais próximo do que ela esperava. A água batia na altura da cintura dele, mas ela era mais baixa, e agora estavam separados por meros centímetros. Ela sentiu o calor irradiar do corpo dele, mesmo dentro da água fria. O cheiro dele alcançou suas narinas: um aroma másculo, limpo, com gotas de rio e suor, algo primitivo que mexeu com seus instintos mais básicos.
Ele a observava em silêncio, seus olhos escuros percorrendo cada detalhe do seu rosto, descendo pelo pescoço, pelos ombros, até o decote do biquíni, que subia e descia com sua respiração acelerada. Ela podia ver cada detalhe dele agora, de perto: os traços grossos do rosto, o queixo forte com uma pequena covinha, o nariz reto, os lábios carnudos entreabertos, e aqueles olhos de um preto tão profundo que pareciam buracos negros prontos para sugar sua alma, mais sensual do que sua primeira impressão.
— Sabia que você viria — ele disse, simplesmente, a voz grave fazendo a água ao redor parecer vibrar.
— Sabia? — a pergunta dela saiu quase sem ar, um fio de voz.
Ele não respondeu com palavras. Em vez disso, sua mão emergiu da água, lenta, deliberada, e encontrou a cintura dela. Seus dedos enormes apertaram a pele macia, e ele a puxou para mais perto com uma facilidade assustadora, como se ela não pesasse nada.
Ela sentiu o impacto do corpo dele contra o seu. Suas coxas grossas e lisas roçaram as dela, a pele depilada escorregando suavemente contra a sua. A diferença de estatura era tamanha que ela precisou erguer o rosto para encontrar seus olhos. Seus seios, mal cobertos pelo biquíni, quase tocavam o peito largo e escultural dele. O contraste da pele clara dela contra a pele morena e lisa dele era quase obsceno de tão erótico.
— Quando você se aproximou na praia, com toda essa beleza e sensualidade... — ele aproximou o rosto, seus lábios quase encostando na orelha dela, seu hálito quente arrepiando sua nuca, fazendo-a tremer. — Seu perfume, seu sorriso, essas coxas torneadas, esse jeito de me olhar... Foi um convite.
A voz dele era um sussurro grave que parecia penetrar direto no seu cérebro, derretendo qualquer resistência. A desculpa do jet-ski, da pilotagem, evaporou naquele instante. Tudo era apenas um prelúdio para este momento, para o brilho dos seus olhos e o calor que irradiava do seu corpo.
Ela sentia o biquíni frouxo, a pele arrepiada não pelo frio, mas pela expectativa. A mão dele escorregou das suas costas, contornou seu quadril com uma pose autoritária e apertou, puxando-a contra ele com força. Então ela sentiu toda a sua pegada de macho.
Mesmo na água, mesmo através do tecido molhado da bermuda e da calcinha, a excitação dele era inconfundível. Uma protuberância grossa, comprida, dura como aço, pressionou seu ventre, depois deslizou para baixo, encontrando o calor entre suas pernas. Era grande, muito grossa, um volume monstruoso que a fez prender a respiração e arquear instintivamente o corpo contra ele, buscando mais contato.
Um gemido involuntário escapou de seus lábios, um som pequeno e perdido no silêncio da mata. Ele ouviu. E sorriu.
— Gostou do que sentiu? — provocou, ainda com a boca perto de seu ouvido.
Ela não conseguiu responder com palavras. Apenas balançou a cabeça, afirmando, beijando-o com luxúria, enquanto suas mãos, como se tivessem vontade própria, subiram pelo peito liso e depilado dele. Ela sentiu a textura da pele macia sobre o aço dos músculos, cada curva definida, cada sulco. Seus dedos percorreram os peitorais largos, desceram pelo abdômen esculpido, contando cada gominho, sentindo o calor que emanava daquele corpo perfeito que a deixou louca de tesão.
Ele prendeu a respiração quando os dedos dela chegaram à linha onde os músculos da barriga encontravam o início do quadril. Ela continuou descendo, lentamente, deliberadamente, até que seus dedos roçaram o volume que pulsava sob a bermuda. Mesmo através do tecido, ela sentiu o calor, a dureza, o tamanho. Sua mão contornou aquela protuberância, sentindo o comprimento, a grossura gigantesca, e um calafrio de puro desejo percorreu seu corpo.
— Aqui? — sussurrou, um desafio bobo e ao mesmo tempo uma pergunta real. Estavam expostos, sim, mas o igarapé deserto era o mundo deles agora.
A resposta dele foi um sorriso de canto de boca, voraz, predatório. Ele segurou a mão dela, impedindo que fosse mais longe por um instante de provocação cruel. Com a outra mão, num movimento rápido e preciso, encontrou o laço do biquíni nas costas dela e puxou.
O tecido cedeu instantaneamente. A parte de cima do biquíni flutuou na água por um segundo, uma mancha colorida e pequena, antes de começar a afundar lentamente. Ela nem se importou, só pensava no prazer iminente.
Os olhos dele queimaram os seios dela, agora completamente livres, boiando levemente na superfície da água cristalina. Os mamilos claros estavam eriçados, durinhos, oferecidos. A água fria contrastava com o calor do olhar dele, e ela sentiu os mamilos endurecerem ainda mais sob aquela contemplação carregada de desejo.
— Perfeita, nunca vi nada igual — murmurou ele, a voz um ronco grave de admiração.
Ele se curvou lentamente, seus olhos nunca deixando os dela, e então sua boca encontrou um dos seios. A sensação foi elétrica.
A língua quente dele no mamilo endurecido, dentro da água fria, foi um contraste que a fez gemer alto, um som que se perdeu no silêncio da mata, ecoando suavemente entre as árvores. Ele sugou com força, depois lambeu em círculos, depois mordiscou de leve, fazendo-a arquear as costas e agarrar seus cabelos molhados.
As mãos dela enterraram-se nos fios negros e molhados dele enquanto ele alternava a atenção entre um seio e outro com uma vontade que a deixava tonta. Ele sugava, mordiscava, depois soprava suavemente sobre o mamilo molhado, fazendo-o endurecer ainda mais, quase dolorido de tanto prazer. A cada movimento, ela gemia, puxava seus cabelos, arqueava o corpo, oferecendo-se mais, totalmente entregue àquele macho.
— Isso... isso... — ela sussurrava, sem saber o que pedia.
Ele continuou por longos minutos, explorando cada centímetro dos seios dela com a boca, com a língua, com os dentes. A água ao redor balançava suavemente com os movimentos dos corpos. A mata testemunhava em silêncio.
Então, sem pressa, sem aviso, a mão dele escorregou pela barriga dela, deslizando pela pele molhada, e seus dedos encontraram a lateral da minúscula calcinha fio dental com fios de silicone transparente. Ele não hesitou. Enfiou os dedos por dentro, ultrapassando o tecido, e deslizou para baixo, em direção ao calor que a água não conseguia esfriar.
Quando seus dedos finalmente tocaram o local mais íntimo dela, ela prendeu a respiração. Ele sentiu imediatamente: ela estava pronta, com a bucetinha molhada de um jeito que não era do rio, quente, pulsante. Um sorriso satisfeito se desenhou em seus lábios contra a pele dela.
Ele deslizou um dedo para dentro dela, lento, profundo. Depois um segundo. Ela arquejou, as unhas cravando-se nos ombros largos dele. Ele movia os dedos num ritmo lento e preciso, explorando, massageando, enquanto seu polegar encontrava o ponto mais sensível e fazia círculos leves que a faziam perder o fôlego.
— Você está tão molhadinha... tão quente... — sussurrou contra seu ouvido, a voz grossa de desejo, enquanto seus dedos continuavam o trabalho lento e profundo. — Tão pronta para mim... Quero sentir esse gosto em sua plenitude.
Ela gemia sem controle, as pernas ameaçando ceder, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Nunca tinha sido preparada com tanta maestria, com tanta calma, com tanta luxúria.
E então ele parou. Removeu os dedos lentamente, levou-os à própria boca, e chupou, provando o gosto dela, os olhos escuros fixos nos belíssimos olhos verdes dela, numa demonstração de puro domínio que a fez estremecer.
— Agora — disse ele, a voz um comando grave. — Vem comigo.
Ele a guiou para mais perto da margem, onde a água era mais rasa, mal batendo na cintura dela. Ali, um pequeno banco de areia se formava, macio, isolado, perfeito. Ele a sentou na areia e se ajoelhou entre suas pernas, que ela abriu instintivamente para ele.
A visão era avassaladora: aquele homem enorme, o corpo malhado e completamente depilado reluzindo de água, ajoelhado diante dela como um suplicante, mas com olhos de predador. A água batia na metade de suas coxas grossas, e ela podia ver cada detalhe da musculatura tensa, dos ombros largos, da nuca poderosa.
Ele puxou a calcinha dela, a última peça que a ligava à realidade, ao marido, à culpa. O tecido molhado deslizou por suas pernas e flutuou para longe, juntando-se à parte de cima no fundo do igarapé.
Ela estava completamente nua diante dele, exposta, vulnerável, oferecida, totalmente entregue ao macho.
Os olhos dele percorreram seu corpo da cabeça aos pés, demorando-se no triângulo claro entre suas pernas, já úmido e pulsante. Ele lambeu os lábios, num gesto lento e deliberado, e então seu rosto se aproximou.
O primeiro toque da língua dele foi como um choque elétrico. Um misto de surpresa e prazer intenso que a fez gritar. A língua quente, macia, habilidosa, percorreu todo o seu comprimento numa lambida longa e lenta, provando, explorando, reconhecendo, tomando posse.
Ela agarrou seus cabelos com as duas mãos, puxando, enquanto ele a devorava com uma lentidão cruel, provando, sugando, fazendo círculos que a faziam arquear as costas e gemer sem controle. Os sons ecoavam na quietude da floresta, misturando-se ao canto dos pássaros.
Ela sentia a língua dele explorar cada dobra, cada recanto, cada centímetro da sua intimidade, como se quisesse memorizar seu sabor, sua textura, sua essência.
A revelação
Ele continuou por longos minutos, até que ela sentiu o orgasmo se aproximar como uma onda gigante. Quando finalmente explodiu, ela gritou seu nome, enquanto ele a lambia, prolongando cada espasmo, cada contração.
Só então ele parou. Ergueu o rosto molhado, os lábios brilhando com o gosto dela, os olhos escuros cravados nela com uma intensidade que a fez estremecer. Depois, segurou sua mão e a levou até o cós da bermuda.
Ela sentiu. E arregalou os olhos.
Era simplesmente colossal, o mais volumoso que ela já vira.
Sua mão, que não era pequena, mal conseguia envolver aquela grossura. Os dedos se esticavam e ainda assim não fechavam completamente em volta. Era grosso como seu pulso, com uma consistência de ferro envolvido em veludo. As veias saltadas percorriam todo o comprimento, pulsando sob seus dedos, quentes, vibrantes. A glande era enorme, uma cabeça volumosa e lisa, já úmida. E o comprimento... seu braço inteiro se moveu para baixo e ainda havia mais.
E completamente visível. A pele lisa e depilada do corpo dele se estendia por todo o membro, sem um único fio de pelo para esconder qualquer detalhe. Cada veia, cada contorno, cada textura estava totalmente exposta, realçada pela umidade, brilhando sob a luz suave que penetrava pelas copas das árvores. Era a visão mais erótica que já contemplara.
— Agora é sua vez — ele disse, a voz rouca.
Ela o chupou com vontade, sentindo as veias pulsarem contra sua língua, sentindo o gosto salgado da excitação dele, a textura da pele lisa sob seus lábios. Ele gemeu, enterrou os dedos em seus cabelos, e ela continuou levando fundo na garganta, sentindo a glande enorme bater no fundo, os testículos pesados balançando contra seu queixo.
Depois, ele a deitou na areia, beijou suas coxas e a xoxotinha, mudou de posição e aproximou seu cacetão à porta da grutinha dela. Por fim, com muita paciência, ele começou a penetrá-la devagarzinho para que a bucetinha da Evelyn pudesse se amoldar às proporções gigantescas de seu pauzão.
Com o cacete mais acomodado na bucetinha dela, ele começou um vai e vem lento no início e uma movimentação mais gostosa e frenética à medida que o tesão subia. Assim, ele a possuiu de todas as formas, em todas as posições. Na areia, na água, contra as árvores. O corpo malhado e completamente depilado reluzia de suor enquanto ele a dominava com aquela pica colossal. Ela gemeu, implorou, gozou incontáveis vezes, sentindo-se a mulher mais sortuda do mundo por ter encontrado um macho tão perfeito.
E depois de muito trepar, quando já estavam exaustos e parcialmente satisfeitos, ela olhou para aquele membro enorme, ainda semiereto, molhado da lubrificação dos dois, e sentiu uma vontade incontrolável de prová-lo mais uma vez, ela não concebia a ideia de se afastar daquele gostoso. Ajoelhou-se na areia, entre as pernas dele, e começou um boquete que arrancou gemidos profundos do moreno.
Ela sabia o que fazia. Sua boca trabalhava com perícia, lambendo primeiro a glande enorme, sentindo o gosto dos dois misturados, depois descendo pela extensão grossa, as veias saltadas pulsando contra sua língua. Ela levava fundo na garganta, engolindo o máximo que conseguia daquela pica colossal, enquanto uma mão massageava os testículos pesados. Ele gemia, agarrava seus cabelos, e ela sentia o membro endurecer ainda mais, as veias ficarem mais saltadas, a respiração dele ficar ofegante.
— Assim... assim... vou gozar — ele avisou, a voz rouca. — Vou gozar na sua boca.
Ela intensificou o ritmo, a cabeça subindo e descendo, a língua trabalhando a glande a cada movimento. Sentiu quando ele endureceu completamente, quando as veias pulsaram com mais força, e então o primeiro jato quente explodiu em sua boca.
Mais uma vez, era uma quantidade incrível de sêmen. Jato após jato, espesso, quente, delicioso, enchendo sua boca, escorrendo pela sua língua, fazendo ela engolir. Mas era tanto que ela não conseguia processar tudo. O esperma extravasou, escorreu pelos cantos de sua boca, desceu pelo queixo, e ela continuava chupando, extraindo cada gota, cada pulsação daquele membro colossal.
Quando ele finalmente parou de gozar, ela ergueu o rosto, e estava irreconhecível. Seu rosto estava marcado com muita porra: os lábios cobertos, o queixo escorrendo, bochechas manchadas de branco, respingos na testa, nos cabelos etc. Ela sorriu, satisfeita, feliz, e limpou o excesso com os dedos, levando-os à boca para lamber com prazer.
Ele a puxou para um beijo, provando o próprio gosto, e riu.
— Você é mesmo uma potranca no cio — disse, satisfeito.
Ela riu também, sem vergonha, sentindo o esperma escorrer pelo rosto, secando na pele e disse: E você é o meu cavalão gostoso.
Ficaram exaustos na areia, trocando promessas. Ele passou o telefone, disse que queria mais, que ela era uma fêmea rara, a mais gostosa que ele já comera. Ela pensou em guardar o número no bojo do biquíni — mas lembrou que ele estava no fundo do rio. Guardou então na pequena bolsa impermeável que trouxera. Combinaram novos encontros, salvaram os WhatsApp um do outro. Afinal, um macho tão gostoso era coisa rara, e ela não o deixaria escapar de muitas outras trepadas.
Quando enfim se vestiram — ele recuperou as partes do biquíni no fundo raso — ela sentia o esperma escorrendo pelas coxas, molhando a calcinha que vestiu às pressas. O gosto dele ainda estava em seus lábios, na sua língua, e o rosto ainda marcado com manchas brancas que começavam a secar.
No caminho de volta, no jet-ski, ela ia atrás dele, abraçada na cintura grossa e lisa, sentindo a pele macia e sem pelos contra seus braços, o líquido quente ainda escorrendo entre suas pernas a cada movimento da embarcação, e o esperma seco começando a craquelar no rosto.
O retorno
Avistaram a praia. André estava lá, acenando, um sorriso bobo no rosto por ver a esposa retornar com carinha de felicidade. Ela desceu do jet-ski, pernas bambas, ainda trêmula. O moreno colossal deu um último olhar, um sorriso discreto e promissor, e ligou o motor, sumindo rio acima.
Ela caminhou em direção ao marido. E então, sem pensar, sem planejar, jogou os braços em volta do pescoço dele e o beijou com amor.
Foi um beijo longo, profundo, cheio de uma paixão que André não sentia há tempos. Ela abriu a boca, sua língua encontrou a dele, e foi nesse momento que ele sentiu.
Um gosto característico. Levemente salgado, denso, diferente. E não era só na boca. Seus lábios tocaram as bochechas dela, e ele sentiu uma textura diferente, conhecida, meio pegajosa, meio seca. Afastou-se levemente para olhar e viu.
O rosto da esposa estava marcado. Havia manchas brancas e ressecadas nos cantos da boca, nas bochechas, no queixo. Ele conhecia aquilo. Era esperma. Muito esperma. Seco, craquelado, evidente. Aquele morenão tinha gozado no rosto dela, e muito, a ponto de marcar sua pele.
O coração do André bateu mais forte por um segundo, mas algo muito mais primitivo falou mais alto, muito tesão. Em vez de se afastar, em vez de perguntar, em vez de confrontar, ele a puxou com mais força, aprofundou o beijo, sua língua explorando a boca da esposa, provando cada resquício do líquido quente que ainda estava lá. E enquanto a beijava, começou a lamber seu rosto.
Lambia as bochechas, recolhendo o esperma seco com a língua, umedecendo, provando. Lambeu o queixo, os cantos da boca, a testa. Passou a língua em cada centímetro da pele dela onde o gozo do outro tinha marcado, recolhendo tudo, engolindo tudo, num misto de submissão e tesão que o dominava completamente.
Ela correspondeu com um ardor que nunca tinha demonstrado antes. Suas mãos percorreram suas costas, seus quadris, puxando-o para perto, oferecendo o corpo para que ele lambesse cada vestígio.
André sentiu o próprio corpo responder de uma forma que o assustou. O tesão subiu como uma onda, violento, incontrolável. Sem dizer uma palavra, sem fazer uma pergunta, segurou a mão da esposa e a puxou para longe da praia, para dentro da mata fechada, para uma moita densa onde ninguém podia vê-los.
Lá, ele a empurrou suavemente contra uma árvore, ajoelhou-se na terra fofa e afastou a parte de baixo do biquíni dela. O que viu fez seu pau endurecer instantaneamente como nunca: a calcinha encharcada, os pelinhos dourados todos colados, e entre as pernas dela, escorrendo pelas coxas, o esperma fresco, branco, espesso, em grande quantidade.
Ele não disse nada. Apenas mergulhou o rosto ali, sua língua encontrando a bucetinha rosada da esposa, lambendo tudo, sugando, provando o gosto do outro homem misturado ao dela. Ela gemeu alto, agarrando seus cabelos, arqueando o corpo contra seu rosto.
— Isso... isso... — sussurrava ela, sem acreditar que ele estava fazendo aquilo. — Chupa... chupa tudo.
E ele chupou. Chupou com uma vontade que nunca tinha sentido, a língua percorrendo cada dobra, cada recanto, recolhendo o esperma, misturando-o à saliva, lambendo a bucetinha inchada e molhada da esposa. Ela tremia, gozava contra sua boca, e ele continuava, insaciável, sorvendo cada gota, cada vestígio daquela foda que ela acabara de dar.
Quando finalmente se ergueu, o rosto brilhando, molhado, ele a encarou. Ainda não disse nada. Apenas a abraçou forte, sentindo o corpo dela tremer contra o seu.
Ela enterrou o rosto no peito dele, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.
— André... — começou.
— Shhh — ele interrompeu, afagando seus cabelos. — Não precisa dizer nada.
Ficaram assim por longos minutos, até que a respiração de ambos se acalmou. Depois, voltaram para a praia em silêncio, um silêncio pesado de coisas não ditas, mas cheio de uma nova cumplicidade.
O acordo
Sentaram-se na toalha. André pegou na mão dela, entrelaçando os dedos. O sol já começava a se pôr, pintando o rio de laranja e rosa.
— André... — ela disse finalmente, a voz baixa. — Eu queria voltar aqui amanhã.
Ele olhou para ela. Seus olhos encontraram os dela, e ele viu ali uma mistura de vergonha, desejo e uma excitação que nunca tinha presenciado antes. Viu também o que ela realmente queria dizer: que aquele moreno colossal, com seu corpo malhado e depilado, com aquele pau enorme totalmente exposto na pele lisa, tinha aberto nela uma porta que não podia mais ser fechada. Que ela queria mais, muito mais daquilo.
E ele entendeu. Porque dentro dele, algo também tinha despertado. O gosto do esperma na boca da esposa, a visão daquele rostinho marcado de porra, a buceta escorrendo o gozo de outro homem, o ato de lamber tudo aquilo... tinha acordado um tesão que há muito ele não sentia.
— Tá bom — respondeu, simplesmente. — A gente volta amanhã.
Ela o olhou, surpresa.
— Você... você não vai perguntar nada?
Ele puxou-a para perto, beijando sua testa.
— Não preciso perguntar. Eu vi como vocês transaram, eu corri pelas trilhas do mato e escondido pude assistir a tudo, do começo ao fim, então corri e cheguei primeiro à praia. Eu senti. E... — ele hesitou, mas continuou. — E eu gostei, pois seu prazer é meu maior fetiche.
Ela arregalou os olhos.
— Gostou?
— Do teu gosto depois dele. De lamber teu rosto todo melado. De te chupar toda lambuzada. De saber que você deu pra um macho daqueles, todo malhado e depilado, com aquele pauzão enorme e liso, e ainda chupou ele até ele gozar na sua cara. — Ele engoliu em seco. — E de pensar que amanhã pode acontecer de novo.
Ela ficou em silêncio, processando. Depois, lentamente, um sorriso se abriu em seus lábios.
— Então você quer ver?
— Gostaria — a voz dele saiu rouca. —Adoraria ver você dando pra ele de novo. Estou curioso em ver esse morenão todo malhado e depilado te comendo, quero ver aquele pauzão liso entrando todinho em você. Quero ver você chupa-lo com tesão, quero ver ele gozando na sua cara de novo, quero ver seu rosto todo marcado de porra. E depois quero te lamber tudinho, lamber sua cara, lamber sua buceta, provar vocês dois juntos.
Ela soltou uma risada baixa, incrédula.
— André... você tá falando sério?
Ele a puxou para um beijo, agora quase sem o gosto de esperma, mais o gosto dela, mas com a mesma paixão de antes.
— Nunca falei tão sério na minha vida.
Ela se aninhou no peito dele, olhando para o rio, para o ponto onde o jet-ski tinha desaparecido. A tarde tinha mudado tudo. O que começou como uma traição se transformava agora em algo que ela há muito já experimentara, mas que a excitava profundamente.
— Amanhã a gente volta — repetiu, mais para si mesma do que para ele.
— Volta — ele confirmou, beijando seus cabelos. — E eu vou ver tudinho. Aquele corpo malhado, aquela pele lisa, aquele pauzão enorme entrando na minha mulherzinha, você chupa-lo com tesão, ele gozando no seu rosto.
Ela sorriu, satisfeita, o corpo ainda pulsando de prazer, a pele ainda ardendo onde o moreno a tocara, a lembrança do esperma seco no rosto ainda fresca. E, nos olhos de André, viu a mesma ansiedade, o mesmo tesão proibido. Então ela confessou que havia dito ao Hugo que o marido era liberal, que já havia me compartilhado com outros homens, daí a razão do Hugo me trazer com tanta confiança.
O casal ficou ali, abraçado, vendo o sol se pôr, cada um perdido em seus próprios pensamentos, mas unidos por um segredo devasso e delicioso que mal podiam esperar para reviver no dia seguinte.
A esposinha gostosa, tão cobiçada por todos, loirinha de olhos verdes, linda, estava maravilhada com a foda que havia dado com o morenão gigante, com o boquete fantástico que fizera e a gozada incrível que recebera na boca e no rosto, e certamente queria mais, muito mais. E André, por sempre gostar de proporcionar o máximo de prazer à Evelyn, também se mostrou totalmente favorável em repetir a dose por muitas outras vezes.
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