Perdi minha esposa linda e delicada para um canalha (1ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3742 palavras
Data: 25/03/2026 16:53:28

Agradeço aos muitos leitores que acompanharam minha última série, o que fez com que vários capítulos entrassem no ranking dos mais lidos, sendo que um em 1º lugar e outro em 3º. Darei início a partir de agora a uma nova saga. Abraços

Começava mais uma segunda-feira, sete e meia da manhã. Caía uma garoa fina, típica da cidade de São Paulo e, claro, havia muito trânsito. Estava no banco de trás do Uber me dirigindo à universidade onde lecionava há 9 anos. Nos últimos tempos, comecei a deixar meu carro em casa e usar esse meio de transporte, pelo menos na maioria dos dias. Na verdade, andava sem cabeça para tudo. Aquele dia já começara ruim e o motorista resolveu piorar tudo, quando começou a puxar conversa e poucos minutos depois, estava disparando sua metralhadora de fezes:

-Não sei o que o amigo pensa, mas para mim, esse negócio de feminicídio é muito sensacionalismo de esquerdista. Tá certo, tem uns caras que exageram, mas vai saber o que a mulher fez também. Além disso, não tem nada demais, o marido dar uns tapas na esposa se ela merecer. Bom mesmo era no passado, queria ter vivido ali, nos anos 50, 60 ou 70, o marido mandava, a esposa obedecia e os dois eram felizes, esse negócio de direitos iguais, o homem é que se fode hoje e por isso está essa guerra, pode crer, se seguissem o lema em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher, não teria tanta violência, nem safadeza da parte delas.

Se fosse em outros tempos, colocaria o sociólogo do volante em seu devido lugar, mas eu não queria gastar a pouca energia que tinha com alguém cuja as ideias valiam menos que um pedaço de merda.

-Estou com dor de cabeça. Se importa se seguirmos até o destino sem conversarmos?

Ele perdeu a graça e calou sua latrina. Ao chegar à sala dos professores, tentei fazer uma cara simpática, já que há tempos, muitos colegas haviam notado meu abatimento. Antes de entrar na sala de aula, tinha meu ritual de ficar num canto, respirar fundo, me concentrar em busca de pique para só aí, conseguir encarar turmas com 40, 50 alunos. Em 3 dias da semana, lecionava nos períodos diurno e noturno, e nos outros dois, apenas à noite.

Um ano antes, não era assim, eu lecionava apenas à noite, durante o dia, prestava assessoria para importantes empresas, além de vez ou outra, ministrar uma palestra. Porém, desde a minha separação, quatro meses antes, não tive mais cabeça para essas atividades e resolvi focar apenas em lecionar por algum tempo, depois retomaria minha rotina anterior.

Até agora não me apresentei, meu nome é Wagner, 33 anos, formado em Administração com doutorado e 3 livros publicados. Fui marido de Jessica (sem acento mesmo), 27 anos. Fomos casados por quatro anos, e antes, namoramos por 1 ano e meio. Tivemos um filho, Gustavo, que no momento estava com 2 anos.

Por ser um cara bonito, alto, de olhos claros, corpo em forma e ser professor universitário, poderia ter me envolvido com várias alunas, mas, mesmo recebendo diversos e tentadores flertes, só me envolvi com uma única estudante, a própria Jessica e isso quando ela estava terminando o 4º ano.

A primeira vez que a vi, foi ainda no 3º ano, ela chegou um pouco atrasada. Tinha os cabelos ruivos acobreados e naturais (depois, saberia que era neta de irlandeses), a pele branquinha, os olhos médios e verdes eram marcantes, o rosto fino, nariz também fino e reto, as maçãs do rosto ficavam discretamente elevadas quando sorria e os lábios levemente volumosos, sensuais. Já seu corpo era todo proporcional, cintura fina, seios e e bumbum médios, totalmente em forma, 1,70m.

Estava usando uma jaqueta marrom de couro que devia ser cara para caramba, bem maquiada, cabelos jogados para o lado esquerdo de maneira sensual e usava uma calça preta colada. Ao bater os olhos nela por alguns segundos, mesmo sem parar de falar, deduzi. “Isso deve ser uma patricinha. Geralmente, elas desistem já no 1º ano, no máximo, no 2º, mas essa ainda tá desfilando pela universidade como se aqui fosse alguma passarela”.

Devo admitir que meu julgamento, além de prematuro, foi totalmente furado, pois Jessica se mostrou extremamente dedicada e capaz de formular perguntas e cases que me deixavam admirados. Durante o penúltimo ano de curso, desenvolvi um bom relacionamento com ela, mas, mesmo a achando linda e sexy, nunca tentei nada. Eu tinha as minhas transas, nenhum relacionamento sério, mas estava curtindo bem.

Entretanto, perto do final do 1º semestre do 4º ano, as coisas mudariam. Apesar de não ser seu orientador de TCC, Jessica sempre arrumava um jeito de vir falar comigo, tirar umas dúvidas, mas eu sentia que havia algo a mais da parte dela e, reconheço, que passei também a querer, especialmente, depois que a mesma passou a flertar de maneira mais aberta comigo. Nossos olhares e sutis brincadeiras, deixavam claro que uma hora rolaria. Estava doido para comer aquela jovem ruiva, gostosa e que além de tudo, tinha um bom conteúdo para conversar.

Até que houve uma festa dos alunos de Administração e Ciências Contábeis, após as provas do 1º semestre e como iriam vários professores, decidi comparecer. Era numa casa noturna não muito grande, numa sexta à noite. Conversei com vários alunos, colegas e até com os mantenedores da universidade.

Em um dado momento, avistei Jessica, estava usando um vestido preto com um decote em V profundo que não passava desapercebido, pois deixava o meio do peito e as partes laterais dos seios aparecendo. Era algo muito sexy, mas sem cair no vulgar. Estava usando o cabelo novamente jogado para o lado e bem maquiada. Fiquei realmente bobo com tanta beleza daquela ruiva e os demais também.

Num dado momento da festa, Jessica deu um jeito de colar em mim. Trocamos elogios, dançamos e sem muita paquera acabei convidando-a para irmos para outro lugar. Já no carro, antes que eu perguntasse algo, ela me beijou com vontade e imediatamente correspondi. Após mais alguns amassos, a convidei para irmos para o meu apartamento e sem fazer charme, a ruiva elegante topou.

Conversamos um tempo. Jessica se sentou em uma poltrona de um lugar e eu um sofá ao lado. Tomamos uma taça de vinho e já não me tratando mais como professor, Jessica brincou olhando para o apartamento:

-Então é aqui seu abatedouro de alunas?

Eu sorri e disse a verdade:

-Pode até não acreditar, mas nunca me envolvi com alunas.

-Hum! Então os boatos são verdadeiros mesmos?

-Boatos? -Questionei levando a taça suavemente de encontro à minha boca.

-Dizem que muitas alunas já deram em cima de você, mas não obtiveram sucesso

-Bem, não dia diria muitas, algumas foram mais diretas, outras, fiquei na dúvida se estavam sendo apenas gentis.

-E por quê? Sei de histórias de professores com 45, 50 e tantos que se envolvem com alunas, e você sendo bem mais jovem não...

-Não é que eu seja contra, as alunas já têm mais de 18, mas é que nunca quis para depois não ficar um clima estranho, sei lá, pode ser bobeira, porém não vou negar que em alguns casos, tive vontade sim.

-Hum! E o que te levou a em trazer aqui?

-Você é mais madura, não só em termos de cabeça, parece uma mulher feita, mesmo no jeito de andar, se portar, além disso, criamos uma boa afinidade e é linda. Quer que eu continue a sessão de elogios? Ainda tenho vários.

Jessica riu e acabamos de tomar o vinho. Um tempo depois, fui pegar a taça dela que estava na mesinha, já perguntando se queria mais vinho, mas ela se levantou e me beijou. A noite inteira, o decote daquele vestido tinha me deixado louco e não tardei em levar minhas mãos até os seus seios a acaricia-los.

Seguimos nos pegando por um tempo. Depois, ela própria tratou de tirar o vestido ficando só de calcinha. Seus seios tinham aréolas de pequenas para médias e rosadas. Já seu bumbum, eu o achava atraente quando vestida, porém, ao vê-la de calcinha, notei que era uma perfeição, redondinho e que se destacava ainda mais pela cintura ser fininha. Passei a alisá-lo e notei que Jessica me beijou com mais vontade.

Decidi levá-la para o quarto, onde a mesma me empurrou e caí suavemente de costas na cama, com os joelhos dobrados na beirada e os pés no chão. Jessica se ajoelhou entre minhas pernas, passou a retirar meu cinto, abaixou um pouco minha calça e cueca, e ao ver meu pau de 19cm e de uma grossura chamativa já totalmente ereto, não conseguiu deixar de arregalar os olhos e brincar:

-Caramba, Professor! Que mala é essa? – disse rindo e forçando para me livrar de vez da calça e da cueca. Em seguida, Jessica pegou em meu pau, me punhetou e olhou atentamente para cada detalhe: a cabeçona vermelha, as veias e a parte perto da glande que era ainda mais grossa. Mordeu seu lábio inferior, demonstrando desejo, em seguida passou a ponta da língua nele, por toda extensão. Finalmente, o abocanhou e começou a fazer um boquete suave que me deixou louco. Sua vontade de mamar era tanta que chegou a engasgar umas duas vezes e disse, já com a voz embargada de tesão:

-Olha que grosso isso aqui...mal cabe na minha boca.

Foi um boquete feito com calma, se eu não tivesse um certo dom de segurar, confesso que teria gozado bem antes, porém, quando vi que já estava difícil de resistir, a levantei, tirei sua calcinha e tive uma adorável surpresa, pela primeira vez, vi uma boceta ruiva, sim, porque uma coisa é transar com uma garota que pinta o cabelo de ruivo, outra é ser mesmo, eu vi aqueles pelos avermelhados no formato de um retângulo e sorri satisfeito. Já tinha transado com morenas de diversos tipos, loiras, negras, orientais, mas nunca uma “cor de fogo” como alguns dizem.

Coloquei-a na cama. Mamei seus seios e com calma desci até sua boceta que tinha um clitóris médio e rosado, os pequenos lábios eram bem salientes e também rosados. Rocei com meu nariz em seus pelos, passei meus lábios neles, depois passei a chupar sua boceta.

O toque da minha língua deslizando pelo clitóris dela, fazendo giros marotos, como que ora desenhando um 8 com a ponta, ora apenas girando ou subindo e descendo, a levaram a um estado de grande excitação, senti seu mel e o lambi, chegando a enfiar doidos dedos em sua bocetinha apertada e depois lambê-los. Num dado momento, virei-a de costas, ela inclinou um pouco o bumbum e segui chupando-a, enterrando minha cara entre suas nádegas e minha língua e sua xana.

Num dado momento, vi seu cuzinho rosado, aliás até o rego da bunda era rosa. Beijei, mordi e lambi suas nádegas. Jessica jogava sutilmente seu corpo para trás como que pedindo que eu explorasse cada vez mais suas partes íntimas e sentisse seu cheiro e seu gosto. Ela estava prestes a gozar até que num determinado momento, se virou, ficou com as pernas bem abertas na posição de frango assado e me disse:

-Vem, me come...quero gozar nesse pauzão.

Deixando meu lado culto e gentil de professor e dando vazão ao meu tesão, disse:

-Faz tempo que sou doido para te comer, se soubesse que essa bocetinha era tão linda, não tinha demorado tanto. Agora, vou te foder com gosto.

Introduzi lentamente em sua boceta, como era apertada, e fui enfiando bem de leve. Inclinei-me um pouco para frente e ficamos com nossos rostos praticamente colados, um olhando para o outro, enquanto meu pau a invadia lentamente. Jessica expressava um misto de tesão e espanto. Ficamos um bom tempo fodendo assim, num vai e vem suave, cadenciado.

Após um tempo, passei a estocar mais forte, Jessica deitou a cabeça no travesseiro e passou a gemer alto de olhos fechados. Foram mais uns bons minutos assim e minha doce aluna teve o seu primeiro orgasmo, gritando e falando enrolado.

Um pouco depois, ela pegou em meu pau e ficou me punhetando, enquanto me beijava. Brincamos por um tempo, voltei a alisar sua bocetinha ruiva. Resolvi fodê-la de 4. Eu em pé na beira da cama e ela toda aberta para mim. Enfiei devagar, mas logo passei a dar estocada fortes, tinha um bom preparo físico. Passei a alisar suas nádegas, abrindo e fechando-as, vendo seu cuzinho, não resisti, tive que parar de comê-la e para cair de língua nele que estava suadinho pela transa, só após matar minha vontade, voltei a penetrá-la na mesma posição, porém agora, segurei-a forte pela cintura e soquei com todas as minhas forças.

Jessica berrava, arfava, parecia se derreter:

-Puta que pariu! Isso! Me come gostoso, meu professor safado, tão sério em sala de aula, mas até me cu chupou. Estoura minha boceta, faz o que quiser de mim. AHHHHHHHHHHHHHH

Ela gozou e eu também, enchendo-a de porra e urrando. Que cheiro aquela fêmea ruiva tinha. Ficamos deitados por um tempo, porém aquela noite ainda renderia muito. Fodemos demoradamente mais duas vezes, em uma gozei em sua boca e ela também gozou na minha. Só não comi seu cuzinho, mas o chupei e enfiei 2 dedos nele.

A partir daquele dia, passamos a foder várias vezes na semana. Verdadeiras maratonas sexuais, quase sempre em meu apartamento, mas vez ou outra, em motéis. Fora as brincadeiras dentro do carro, como ela me fazer boquetes ou ir socando os dedos na boceta e me fazendo cheirá-los e lambê-los. Claro, que rapidamente passei a comer seu cuzinho também.

Além do sexo e de sua beleza estonteante, me apaixonei pelas várias qualidades de Jessica, era elegante ao ponto de chamar a atenção em qualquer ambiente, inteligentíssima, tinha uma cabeça muito mais madura do que seus 22 anos, mas sem ser quadradona, ao contrário, era divertida.

Ficamos um ano namorando e mais seis meses morando juntos, porém nessa 2ª fase já estávamos decididos a nos casar. Jessica tinha sido efetivada na empresa em que estagiou durante o curso e tinha tudo para ter uma carreira promissora.

Eu era um pervertido total e Jessica gostava das minhas taras, como a de se sentar em meu rosto e esfregar sua boceta e bunda, fazíamos isso antes de uma transa ou mesmo depois, muitas vezes eu gozava sendo chupado ou punhetado graças aos cheiros dela. Acreditem ou não, eu amava cheirar e lamber até suas axilas.

Jessica também estava completamente apaixonada por mim, pelo sexo, claro, mas também pelo namorado e futuro marido que eu era. Antes disso, ela já nutria uma admiração pelo meu jeito de lecionar e também por ser bonito.

Conheci sua família. Alguns eram ruivos como ela, outros loiros, mas havia uns sobrinhos dela que já eram mais “abrasileirados” devido essa mistura rica de raças que temos. Me dei bem com todos. Não posso dizer que a levei também para conhecer a minha, pois meu pai tinha falecido quando eu era criança, minha mãe se casou tempos depois, teve dois filhos e meio que me isolou de seu novo lar, deixando-me aos cuidados dos meus avós maternos, que fizeram um bom trabalho, mas faleceram alguns anos antes de conhecer Jessica. Então, era eu e eu mesmo apenas, porém agora teria Jessica.

Nos casamos em uma cerimônia bacana. Não convidei minha mãe nem meus meio-irmãos, pois, principalmente ela não merecia espaço em minha vida. Mas vieram muitos amigos da infância e os atuais, professores e toda a família de Jessica.

Um ano e oito meses depois, Jessica engravidou. Apesar de não termos planejado, ficamos muito felizes. Mesmo durante a gravidez, seguimos transando, pois éramos viciados nisso.

Quando Gustavo nasceu, nossa rotina mudou, mas confesso que bem menos do que esperava, pois ele chorava muito pouco e era bem calmo. Jessica voltou a forma rapidamente e seguimos como antes, porém mais felizes porque tínhamos um filho.

Como citei antes, além de lecionar, prestava assessoria a algumas empresas e dava palestras, não fazia o papel de “showman” que vive de arrancar risadas e muito menos o de coach (picareta). Meu estilo era o de dizer verdades inconvenientes, tanto para subordinados quanto para os donos. Adorava detonar o clichê surrado de “vestir a camisa da empresa” dizendo que era um eufemismo que queria dizer para o funcionário ser um otário que topa fazer tudo e a qualquer hora para o patrão esperando um reconhecimento que não raramente não vinha. Eu procurava mostrar como um profissional podia crescer na empresa vestindo sua própria camisa, se aperfeiçoando através de diversos cursos, agregando competências e consequentemente, mais valor a si próprio para entregar o melhor. Isso desagradava alguns donos, que se mexiam inquietos em suas cadeiras, mas arrancava aplausos efusivos de diretores, gerentes e demais profissionais.

Jessica seguiu sua carreira e chegou a ser promovida. Éramos um casal feliz e admirado. Eu me sentia bem em ver o quanto minha esposa se destacava, em termos profissionais, mas também no dia a dia, com sua elegância e beleza.

O sexo continuava bom, mas com nosso filho já começando a caminhar pela casa, nada mais para fazer aquelas loucuras de transar no chão da sala, no corredor, no banheiro de porta aberta, mas dávamos um jeito.

Entretanto, tudo estava prestes a ruir. Certa noite, fomos a uma pequena festa, praticamente um jantar para 12, 14 pessoas, na casa de um casal de amigos, Daniela e Oscar. Foi lá que conhecemos Ronaldo, primo do anfitrião. Um cara, extremamente boa-pinta, quase 1,90m, cabelos castanhos claros, um pouco cumpridos, jogados para trás e repartido no meio. Tinha panca de galã, olhos claros como os meus, muito comunicativo e sedutor com histórias incríveis de suas muitas viagens pelo mundo. Apesar de bancar o gente boa com quase todos, notei que sua atenção estava voltada à minha esposa e confesso que fiquei bem incomodado, mas como o mesmo não tinha um gesto mais invasivo, tive que me controlar. Jessica bancou a educada, como sempre, mas o cara arrumou motivos à noite toda para falar com ela, inclusive tiveram um momento a sós na varanda. Quando nos despedirmos, ele me deu 3 tapinhas nas costas e sorriu, não sei por quê, mas senti um jeito meio debochado naquele gesto, como se o mesmo fosse superior a mim, tipo político que cumprimenta eleitor fingindo simpatia, mas no fundo, vê o outro como um nada.

Na volta para casa, comentei que não gostei do jeito que Ronaldo se portou e que quase fui embora. Jessica tratou de me acalmar e disse que apesar de falador, ele não havia dito ou feito nada demais.

Cerca de 3 meses depois, minha esposa chegou bem estranha uma noite ao voltar do trabalho e permaneceu assim nos dias seguintes. Indaguei-a, mas Jessica disse que não era nada demais, além de preocupações na empresa.

As coisas voltaram ao normal, até que 2 meses depois, Daniela e Oscar começaram a agitar para irmos, junto com mais dois casais passar 3 dias em um condomínio de chalés no interior de São Paulo, nos mandaram várias fotos, para mostrar o quanto o local era lindo e acabamos aceitando.

Combinamos de fazer as reservas para próximo feriado. No dia marcado, saímos ainda de madrugada, pois poderíamos fazer o check-in assim que chegássemos. Gustavo ficou com os avós. O lugar era realmente lindo. Os chalés não eram luxuosos, tinham um estilo mais aconchegante, feitos de madeira escura e pedra, com telhado de duas águas e uma pequena chaminé. A fachada era charmosa, com janelas grandes de madeira, que permitiam ver bem o lado de dentro, porém, as cortinas podiam cobri-las. A varanda coberta com duas poltronas de balanço.

A sala tinha um sofá macio com mantas de lã, uma lareira de pedra, tapetes felpudos no chão de madeira e uma cozinha americana pequena, mas bem equipada. O quarto era simples e confortável, com cama de casal coberta por edredom grosso e um lindo guarda-roupa de madeira maciça.

Abaixo dos chalés, havia um grande lago rodeado por árvores altas e gramados verdes. Trilhas para caminhadas ou passeios a cavalo. O espaço tinha ainda, piscina, áreas para lazer e esportes, deques para pescar, enfim realmente muito bonito.

Daniela e Oscar ficaram no chalé 3, Rubens e Samantha no 4, Alice e Silvia (que eram namoradas) no 6, e Jessica e eu no 7.

Curtimos bastante a parte da manhã, mas na hora do almoço, fiquei sabendo que Ronaldo iria para lá no dia seguinte. Senti um arrepio no peito e comentei:

-Não sabia que o Ronaldo também viria.

Oscar respondeu:

-É, ele ficou sabendo de última hora e quis vir, mas para hoje não tinha nenhum quiosque vago, mas amanhã terá um, acho que é o 9. Será meio que uma despedida porque meu primo está indo para a Itália passar uns 4 meses. Que vidão!

Já tinha até me esquecido daquele cara, mas não gostei nada da novidade. Não comentei nada com Jessica, mas uma coisa era certa, se Ronaldo ficasse cheio de graça para ela, a coisa iria azedar.

Na parte da tarde, demos uma volta a cavalo, pois não estava muito quente para pegarmos uma piscina. À noite, ficamos conversando os 4 casais no chalé de Daniela e Oscar, tomando um vinho e comendo fondue, já que o friozinho estava propício.

No dia seguinte, Ronaldo chegou lá pelas nove, cumprimentou a todos e me deu novamente 3 tapinhas nas costas e agora com um ar mais debochado, um sorriso cínico que contrastava com suas palavras gentis. O lado bom é que não ficou todo babão para o lado de Jessica.

Ao contrário do dia anterior, estava quente e decidimos tomar um banho de piscina. Minha esposa e Alice, mesmo usando biquinis comportados monopolizaram a atenção dos demais hóspedes, pois eram, as mais lindas dali, apesar de eu achar Daniela também sensual, mesmo sendo gordinha.

Ao notar que o Don Juan do pedaço não estava se engraçando para o lado de minha esposa, fiquei mais relaxado e tomei uns drinques.

Na parte da tarde, Rubens e eu decidimos pescar, porém Oscar, Ronaldo e as mulheres optaram por fazer outras atividades.

Passamos umas boas horas pescando e não fizemos feio. Porém, ao voltar para o meu chalé, ouço Jessica e Ronaldo do lado de dentro. O que eu ouviria a seguir, seria devastador...A vida de muitos estava prestes a mudar.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 317Seguidores: 841Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

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