Meu Marido Me Levou Ao Safari E Eu Que Fui Devorada Pelos Negros - Parte 4

Um conto erótico de mandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 6210 palavras
Data: 15/02/2026 23:56:50

Na parte dois anterior história, a Bruna, sob influência da bebida de frutas kekpa, transou com o Cacique Zoomama três vezes e com o guia de safári deles, o Jameraka, quatro vezes. Tudo isso aconteceu numa noite só enquanto o marido dela, o Rique, estava apagado na cabana de capim deles. Aliás, a quarta vez com o Jameraka foi na cabana dela, bem do lado do marido desmaiado.

O Jameraka tinha acabado de tirar o pau de dentro da Bruna e se levantou no pé da esteira puxando as calças de volta. Ele sorriu para ela e disse:

— Que foto isso daria, queria ter uma câmera. Temos uma donzinha de casa branca bonitinha de costas, pernas escancaradas, com a saia e o top em volta da cintura. Um rio de porra de negão escorrendo da bucetinha branca dela enquanto o marido dorme do lado sem saber de nada.

Sorrindo, o Jameraka acrescentou:

— Não fica melhor que isso.

O Jameraka começou em direção à porta e então parou. Olhando de volta para a Bruna, disse:

— Gatinha, é melhor a gente manter isso entre você e eu. Não acho que seria uma boa ideia contar para seu marido que o guia de safári de vocês ficou guiando o pau duro dele dentro de você a noite toda. Se tiver que contar algo para ele, acho que deveria dizer que transou com o Cacique hoje à noite e deixar por isso mesmo. Ele pode não entender como a esposa boazinha dele pôde deixar dois caras comerem ela a noite toda. Você decide, mas tenho certeza de que vai contar algo para ele de manhã. Ah sim, mais uma coisa, gatinha. Esse safári ainda não acabou, então tenho certeza de que você vai receber muito mais pau preto antes de voltar para o Brasil. Boa noite.

Uma vez que ele foi embora, me atingiu como uma tonelada de tijolos. Que diabos eu tinha feito? Por que fiz isso, e com os dois? O que esse Safári fez comigo? Tinha me transformado numa puta numa noite só. Passei meus dedos para baixo até minha bucetinha ainda excitada mas dolorida. Estava tão molhada e escorregadia com a porra dos dois ainda vazando de dentro de mim. Olhei para o Rique e gemi:

— Desculpa, amor, não sei o que me fez fazer isso.

Então comecei a chorar e devo ter desmaiado enquanto esfregava os lábios da minha buceta.

Agora, continuando a história, pegando exatamente de onde parei.

***

Comecei a sonhar que o Jameraka estava me comendo de novo. Estava gemendo para ele:

— Ai Deus, Jameraka, seu pau é tão gostoso. Hmmmmm sim, me fode, ai simmmmm me fode com força.

O Jameraka estava em cima de mim enfiando o pau duro fundo dentro da minha bucetinha dolorida. Podia sentir meu orgasmo começando lá no fundo do meu corpo enquanto começava a rebolar contra ele no ritmo das estocadas fundas dele. Ele tinha a mão entre nossos corpos esfregando meu grelinho duro, e isso estava me deixando louca também.

De repente gritei:

— AI DEUS, JAMERAKA, EU TÔ GOZANDO, SIMMMM, SIMMMMMM AI DEUS SIMMMMMMMMMM.

Meu corpo tremeu todo enquanto meu orgasmo me atravessou. Estava empurrando contra o Jameraka tentando enfiar cada centímetro daquele pau preto duro fundo dentro de mim enquanto gozava em cima dele.

O Jameraka colocou a mão na minha boca para abafar meu grito enquanto a boca dele se fechava num dos meus mamilos duros. Justo quando achei que não aguentava mais, o Jameraka gemeu ahhhhhhh enquanto empurrava fundo dentro de mim e começava a bombear o esperma quente dele lá dentro. O pau latejante dele me detonou de novo e comecei a gozar pela segunda vez.

Então no meu estado de sonho o Jameraka disse:

— Porra, Bruna, sua buceta tá muito molhada. Nunca senti você tão molhada antes.

O que estava acontecendo aqui?, comecei a pensar. A voz do Jameraka parecia igualzinha à do Rique! Abri meus olhos para ver que era o Rique em cima de mim e ele é quem tinha acabado de me encher de porra quente. Não era um sonho, ou era? Seja lá o que fosse, fiquei feliz de ver que era meu marido que tinha acabado de me comer.

O Rique se revezou chupando meus dois mamilos duros enquanto o pau dele esvaziava dentro de mim. Ele então subiu e me beijou na boca. Depois de um beijo longo e quente, com um sorrisão no rosto, o Rique me perguntou:

— Com o que você estava sonhando, mocinha?

— Com nada — menti.

— Mentira — o Rique respondeu. — Você estava gritando para o Jameraka continuar te fodendo. Fala a verdade, você estava sonhando que o Jameraka estava te comendo?

Fiquei tão sem graça quando olhei para ele e disse:

— Bom, talvez eu estivesse, não sei, eu estava dormindo.

— Você estava, não estava? Você estava sonhando em receber uma rola preta comprida, não estava?

Estava ferrada, então só podia confessar.

— Sim, eu estava. Desculpa, não sabia quem ou o quê. Desculpa, não devia ter—

O Rique me interrompeu e disse:

— Não pede desculpa, acho tão excitante você pensando em ser fodida por um negão.

Nessa altura o Rique tinha rolado de cima de mim e estava deitado de lado me olhando.

Então disse:

— Seu babaca, você desmaiou em mim de novo ontem à noite.

Estava tentando mudar de assunto.

— Eu sei, desculpa. Aquela porra do kekpa me derrubou de novo. Não lembro de nada depois de duas ou três doses.

Sorrindo para mim, ele então disse:

— Então, você teve que se virar sozinha de novo ontem à noite? Ou conseguiu um desses negões aqui para cuidar de você?

Olhei para ele e respondi:

— Você é um babaca.

Com lágrimas nos olhos.

O Rique fez aquela cara estranha que mostrava que ele sabia que algo tinha acontecido ontem à noite.

— O que você não está me contando? — o Rique perguntou.

Então desabei e comecei a chorar.

O Rique me pegou nos braços e perguntou de novo:

— O que aconteceu ontem à noite? Me conta o que aconteceu. Aconteceu alguma coisa?

Então comecei a pensar no que o Jameraka tinha me dito ontem à noite, que eu não devia contar ao Rique que os dois tinham me comido. Que se eu contasse alguma coisa, devia contar só sobre o Cacique Zoomama. Que o Rique podia não entender como a esposa boazinha dele pôde deixar dois caras comerem ela a noite toda.

Pensando que o Jameraka estava certo e que a verdade completa não era uma boa ideia aqui, disse:

— Sim, aconteceu uma coisa, Rique. Me desculpa tanto, não sei como aconteceu.

Agora me olhando direto nos olhos, o Rique perguntou:

— Bruna, o que aconteceu?

Ainda chorando, disse:

— Eu transei com o Cacique Zoomama. Deus, me desculpa tanto por ter feito isso com você. Não sei o que aconteceu comigo. Não sei por que fiz isso.

O Rique me beijou e disse:

— Amor, desculpa, eu coloquei essa ideia na sua cabeça. Só não achei que ia realmente acontecer. Ele usou camisinha?

Camisinha. Deus, essa palavra me acertou que nem um taco de beisebol. Ainda chorando, disse:

— Não, Deus, não usou. E se eu pegar aids? Esse país tá cheio de aids.

O Rique então perguntou:

— Ele gozou dentro de você?

Ainda chorando, respondi:

— Sim, gozou. Ai meu Deus, Rique, me desculpa tanto por ter deixado isso acontecer.

O Rique respondeu:

— Ah, foda-se, espero que ele não tenha te engravidado!

— Acho que é meu período seguro do mês, não estou fértil agora, graças a Deus. Só espero não pegar aids. Ou ter aids agora. Ai Deus, posso ter passado aids para você.

Então comecei a chorar de novo.

O Rique me pegou nos braços e me deu um beijo longo e forte junto com um abraço maravilhoso. Ele então quebrou o beijo e disse:

— Tá tudo bem, amor. Não é o fim do mundo. Então você transou com o Cacique. Desde que você não esteja fértil, as coisas devem ficar bem. Acho que a maioria do problema de aids aqui embaixo é nas cidades, não aqui no meio da selva.

Olhei para ele me sentindo um pouco melhor com essa notícia e disse:

— Você tem certeza disso?

— Claro que tenho — o Rique respondeu enquanto me dava outro beijo longo e me dizia que me amava.

Fiquei tão feliz de ouvir que ele ainda me amava mesmo depois de eu ter transado com o Cacique Zoomama. Os beijos do Rique continuaram enquanto a mão dele subia até meu seio direito. Ele começou a rodar meu mamilo ficando duro enquanto continuava me beijando.

O Rique quebrou o beijo de novo e estava olhando para mim quando perguntou:

— O Cacique te fez gozar?

Não sabia o que dizer. Não precisava machucar o Rique mais do que já tinha machucado. Mas o brilho de alegria nos olhos dele me disse que talvez a verdade fosse a melhor opção aqui. Olhando para ele, respondi baixinho:

— Sim, fez.

O Rique rapidamente moveu a mão do meu seio para a minha buceta. Ele lentamente afundou dois dedos dentro do meu buraco molhado. Ele então disse:

— É por isso que você estava tão molhada essa manhã. Você ainda tinha a porra do Cacique dentro de você. Deus, você ainda tá super molhada com a porra de nós dois dentro de você.

Os dedos dele agora estavam trabalhando para dentro e para fora da minha buceta molhada.

A dedada do Rique estava muito gostosa. E me senti melhor agora que sabia que ele estava mais ou menos feliz de eu ter deixado o Cacique me comer. Comecei a gemer e rebolar minha buceta molhada contra os dedos investigadores do Rique.

Então o Rique começou as perguntas.

— Ele te comeu mais de uma vez? Você gozou mais de uma vez? Onde ele te comeu? Você chupou ele?

Nessa altura o pau do Rique estava duro que nem pedra de novo. Ele subiu de volta em cima de mim e afundou o pau duro facilmente dentro de mim.

Eu estava tão excitada quanto ele naquela altura enquanto gemia hmmmmm e empurrava contra o pau duro dele, enfiando o mais fundo dentro de mim que ia. Colocando meus braços em volta das costas dele, gemi:

— Ahhhhhh Deus, acho que ele fez isso comigo umas três vezes.

O Rique gemeu:

— Ahhhhhh porra, tá brincando comigo. Ele te comeu três vezes ontem à noite?

— Hmmmmm sim, comeu — gemi no ouvido dele.

— Ai Deus, você tá tão molhada com a porra dele — o Rique gemeu de volta no meu ouvido. — Quantas vezes ele te fez gozar?

Rebolando contra ele, gemi:

— Ai Deus, não sei, acho que umas seis ou sete vezes.

O Rique gemeu:

— Ahhhhhh cara. Ele gozou em você três vezes e você gozou sete vezes. Ai foda-se, não acredito que minha esposa gostosa gozou numa rola preta sete vezes. Ai porra, eu tô gozandoooooo.

O Rique então empurrou fundo dentro de mim e começou a jorrar mais porra dentro de mim. Fiz o meu melhor para ordenhar o pau duro dele com os lábios super molhados da minha buceta.

O Rique então rolou de cima de mim enquanto ofegava atrás de ar. Então as perguntas continuaram.

— Onde vocês fizeram isso?

Contei para ele como o Cacique me pediu para ir ver a cabana dele. E que não sabia por que, mas uma vez que cheguei lá, fiquei tão excitada que quando ele partiu para cima de mim, simplesmente deixei acontecer.

Ele então disse:

— Bom, se você gozou sete vezes com ele, não preciso perguntar se você gostou. O pau dele era comprido mesmo? Era grosso? Como foi?

Segurei minhas mãos uns trinta centímetros afastadas e disse que era mais ou menos desse tamanho. Então fiz o sinal de OK com meu polegar e indicador e disse que era mais ou menos dessa grossura.

Sorrindo, o Rique disse:

— Então você realmente gostou daquela rola preta comprida. Me conta como foi dentro de você.

Respondi:

— Deus, no que eu me transformei? Sim, eu gostei muito. Não que eu não goste do seu. Esse era diferente. Entrou tão fundo, juro que foi até dentro do meu útero. E a verdade é que foi tão gostoso que não consegui parar de gozar.

O Rique gemeu:

— Porra, me desculpa por ter perdido tudo isso. Você acha que pode acontecer de novo? E me deixar ver acontecendo dessa vez?

Dei um tapa no braço dele e disse:

— Não, de jeito nenhum isso vai acontecer de novo.

O Rique sorriu e disse:

— A gente vai ver.

Então disse:

— Como vou encarar o Cacique (e o Jameraka, pensando comigo mesma) hoje? Agi que nem uma puta com ele ontem à noite.

O Rique fez aquele sorrisinho de canto de boca e disse:

— O Cacique é igual qualquer outro cara. Ele acha que comeu a mulher do gringo e eu não sei de nada. Ele não vai dar na cara que aconteceu alguma coisa ontem à noite. Tudo que ele vai ficar pensando é em enfiar aquela rola preta de volta dentro de você.

— Bom, isso não vai acontecer se depender de mim — respondi.

O Rique sorriu e disse:

— Bom, Bruna, eu espero que aconteça de novo. E espero poder ver acontecer dessa vez.

Bati nele de novo e disse:

— Porra, Rique, você fala como se gostasse de ter uma vadia de esposa. Nenhum marido normal ia curtir ver a mulher dele sendo comida por outro homem.

O Rique respondeu:

— Eu não sou normal e eu ia adorar ver isso. Quando a gente tá longe de casa, eu adoro você bancando a vadia. Ninguém além de nós vai saber de nada disso.

Em choque, disse:

— Bancar a vadia e ser uma vadia são duas coisas bem diferentes. O Cacique me comendo me fez virar uma vadia ontem à noite. Você está me dizendo que realmente ia curtir me ver ser comida por outro homem?

O Rique me pegou nos braços e me deu um beijo profundo. Então disse:

— Sim, eu ia, e a melhor parte é o fato de que você é minha vadiazinha! E você sempre vai ser minha vadiazinha. Além do fato de que você curtiu isso me deixa maluco! Por mais doente que pareça, te foder logo depois de outro cara ter gozado dentro de você foi a melhor sensação que já senti. Eu ia adorar mais disso.

Justo nessa hora veio uma batida na nossa porta de capim. O Jameraka gritou:

— É melhor vocês levantarem e comerem alguma coisa, vão guardar toda a comida. A gente vai sair para a trilha de hoje daqui a uma hora mais ou menos.

Olhei para o Rique e disse:

— Fala para eles que estou doente ou algo assim. Não vou sair dessa cabana hoje. Não consigo encarar o Cacique ou nenhuma dessas pessoas lá fora. Tenho certeza de que o Cacique já contou para todo mundo na aldeia sobre o troféu que ele ganhou ontem à noite.

O Rique me beijou e perguntou se eu tinha certeza sobre ficar lá o dia todo e se eu ia ficar bem.

— Sim, tenho certeza — respondi. — Não dormi muito ontem à noite e estou dolorida lá embaixo. Não estou com vontade de caminhar. Talvez eu me sinta melhor para encarar esse pessoal da aldeia mais tarde hoje à noite.

O Rique se vestiu, me deu um abraço e um beijo e disse que me amava antes de partir para a trilha do safári de hoje com o Jameraka e os ajudantes dele.

**

O Rique e o grupo tinham ido embora há bem mais de duas horas quando comecei a ficar agoniada sentada na cabana. Não era só porque estava quente e abafado lá dentro. Eu estava fedendo por causa de todo o sexo de ontem à noite. Além disso, tinha esperma seco de três homens nas minhas coxas que precisava lavar. Me vesti com um sutiã preto de renda e uma calcinha de renda preta combinando. Com minha toalha, sabonete e shampoo na mão, saí da cabana e fui direto para a cachoeira. Senti que alguns dos moradores da aldeia estavam me olhando como se eu fosse a puta da aldeia enquanto passava por eles no caminho até o rio. Diziam coisas um para o outro que eu não entendia, mas tinha certeza de que era sobre mim que estavam falando.

A água morna da queda d'água estava tão boa quando entrei nela e depois saí para me ensaboar. Passei muito tempo com a mão dentro da minha calcinha limpando bem minha bucetinha dolorida. Olhei para cima e vi dois dos garotos mais jovens da tribo me observando me limpar. Digo garotos, mas eles deviam ter uns 18 ou 19 anos. Uma vez que minha buceta estava bem limpa, comecei a trabalhar nos meus seios. Não é a coisa mais fácil lavar os seios dentro do sutiã. Então virei de costas para os garotos e puxei meu sutiã para cima para dar uma boa limpada nos seios. Ainda de costas para eles, voltei para baixo da cachoeira para enxaguar.

Uma vez toda enxaguada e com o sutiã de volta no lugar, saí da cachoeira e fiquei chocada ao ver os dois garotos negros batendo nas rolas duras deles enquanto me assistiam. Escorreguei de volta para baixo da queda d'água só o suficiente para ainda poder vê-los brincando com os paus.

Ai meu Deus, fiquei tão excitada parada ali assistindo esses dois jovens. Eles estavam fazendo o que sempre sonhei em ver um homem fazer: bater uma punheta. Não conseguia acreditar na velocidade com que estavam bombeando os paus. Os punhos dos dois eram só um borrão enquanto martelavam as rolas. Minha mão direita tinha vida própria enquanto descia pelo meu corpo até minha buceta molhada coberta pela calcinha. Comecei a esfregar meu grelo através da calcinha enquanto os assistia se aproximarem dos orgasmos.

Os quadris de um dos garotos começaram a bombear no ritmo da mão dele. De repente ele olhou para o céu e gemeu. Então um jato grande de esperma branco veio voando para fora do buraquinho preto na ponta do pau duro dele. Uns quatro jatos grandes saíram esguichando e caíram na água. Justo então o outro garoto gemeu e o pau dele estava jorrando esperma também.

Meu sonho de vida toda de ver um homem se fazer gozar tinha acabado de ser realizado. Eu estava quase gozando também enquanto os assistia agora se jogarem na água e começarem a nadar por ali. Ainda esfregando meu grelinho dolorido através da calcinha de renda, fechei meus olhos e ainda conseguia vê-los batendo punheta. Estava quase no ponto de me dar um orgasmo incrível, debaixo da cobertura da cachoeira.

Meu orgasmo tinha acabado de começar a percorrer meu corpo quando alguém na margem do rio começou a gritar algo que não entendi. Merda, pensando comigo mesma: não podia ter esperado só mais um minuto e eu teria terminado? Olhei para ver sobre o que ele estava gritando, mas não vi nada. Os dois jovens estavam agora correndo pela água em direção à margem. Ele estava acenando para eu vir também e apontando para algo do outro lado do rio. Olhei e vi esse felino preto enorme que estava tomando água do rio. Parecia do tamanho de um carro. Gritei e corri para a margem, deixando meu sabonete e shampoo numa pedra perto da queda d'água. Não me pergunte que tipo de felino era. Tudo que sei é que era grande, muito grande. O homem que tinha dado o aviso me ajudou a subir na margem e estava falando comigo na língua tribal dele, mas não entendi nada do que disse. Tudo que consegui responder para ele foi obrigada.

Peguei minha toalha e comecei a me secar enquanto assistia o felino enorme tomar água e depois voltar andando para dentro da selva do outro lado do rio. Um dos jovens que eu tinha observado se masturbando correu de volta para a queda d'água e recuperou meu sabonete e shampoo. Ele me entregou com um sorrisão no rosto. Pude ver os olhos dele descendo para meus seios molhados cobertos pelo sutiã preto de renda. Depois desceram ainda mais para minha calcinha de renda. Agradeci a ele e dei um sorrisão. Ele disse algo e depois saiu correndo para os amigos.

Voltei para minha cabana e descobri que estava ainda mais quente e abafado lá dentro do que antes. Tirei meu sutiã e calcinha molhados e terminei de me secar. Sabia que não podia ficar escondida nessa cabana o dia todo. Ia morrer de calor. Então comecei a procurar nas minhas coisas por algo para vestir. Encontrei uma calcinha de seda vermelha bonitinha com bolinhas brancas. Vesti e puxei para cima no lugar. Justo então comecei a pensar naqueles dois garotos no rio batendo punheta. Passei meus dedos pela calcinha macia até minha virilha. Bem suavemente comecei a esfregar os lábios da minha buceta através da calcinha enquanto minha mão esquerda subia e começava a apertar e brincar com meu mamilo direito duro. Fechei meus olhos e comecei a pensar como seria bom uma ou as duas rolas pretas duras e jovens dentro de mim. Estava justamente me preparando para deitar na esteira e me aliviar quando algumas pessoas conversando do lado de fora da cabana me distraíram. Sem trancas na porta de capim, e não fazia ideia se iam abrir a porta e me encontrar ali parada me tocando ou não. Então simplesmente parei e voltei a procurar algo para vestir.

Já estava suando por causa do calor, então só peguei uma das camisetas grandes do Rique e vesti por cima da cabeça. Descia até mais ou menos a metade da coxa em mim, então estava tudo bem para usar na frente do povo tribal. Parecia mais um vestido em mim do que uma camiseta. Não pensei no fato de que todo mundo podia ver meus mamilos duros cutucando o tecido macio de algodão. Ou que podiam ver meus peitos sem sutiã balançando por baixo da camisa.

Nessa altura eu estava ficando com muita sede e fome. Então quando saí da cabana e fui até onde essa mulher parecia estar cozinhando algo. Sabia, igual todos os outros, que ela não falava uma palavra de português. Fiz um sinal como se estivesse bebendo algo e também esfreguei minha barriga e apontei para a boca. Ela sorriu e balançou a cabeça que sim. Ela então pegou da panela dela e me deu uma tigela do que parecia algum tipo de ensopado. Ela também me deu um copo de coco com o que acho que era água.

Agradeci a ela e fui sentar num toco de árvore para comer. Muitos dos homens da aldeia pararam o que estavam fazendo para me assistir enquanto ia até o toco. Apenas sorri para eles e comecei a comer minha comida.

Depois que terminei de comer, devolvi minha tigela de coco para a mulher e fiz um sinal para encher o copo com mais água. (Ah sim, era água, não aquela bebida kekpa). Ela encheu de novo para mim e agradeci ela de novo. Com o copo na mão, saí andando pela aldeia, sem saber o que ia fazer no resto do dia.

Uma vez que estava de volta perto da nossa cabana, decidi que ia pegar meu saco de dormir e ir achar um lugar ensolarado gostoso para trabalhar no meu bronzeado e ter um pouco do sono que precisava.

Tinha um espaço limpo uns cem metros mais ou menos bem fora da aldeia. Não tinha ninguém por perto, então parecia um lugar legal para ficar sozinha por um tempo. Estendi meu saco e sentei. Então pensei: por que diabos não coloquei um sutiã quando estava na cabana? Como vou pegar sol com uma camiseta? Então disse para mim mesma: ah, que se foda, tá bom só relaxar aqui mesmo.

Coloquei meus óculos escuros e deitei de costas. Enrolei a camiseta até ficar logo abaixo dos meus seios. Não tenho certeza de quanto tempo fiquei deitada lá até apagar completamente. Então comecei a sonhar com aqueles dois garotos batendo punheta na minha frente. No meu sonho eles estavam se revezando me fodendo com as rolas pretas compridas. Num ponto, um dos garotos estava me comendo com força e rapidez enquanto o outro assistia. Ele estava me fazendo gozar naquela hora e comecei a gemer:

— Ahhhhhh sim, me fode. Ahhhhhh sim, eu tô gozandooooooo.

Enquanto estava gozando, abri meus olhos e descobri que estava com a camiseta enrolada no pescoço com os dois seios totalmente expostos e dois dedos dentro da minha calcinha esfregando meu grelo duro.

Sentei e olhei em volta para ver se alguém tinha acabado de me ver me tocando. Fiquei feliz de ver que não tinha ninguém por perto para ver o que tinha acabado de acontecer. Caí de costas de novo pensando: que diabos está acontecendo comigo? Tudo que penso e sonho é sobre rolas pretas. Esse safári realmente me transformou numa vadia. Puxei minha camisa de volta para baixo até logo abaixo dos meus seios e apaguei de novo no sol quentinho.

Uma vez que estava de volta dormindo profundamente, que me dane se não comecei a sonhar com pau preto de novo. Dessa vez não sabia quem estava me comendo. Tudo que sabia é que estava muito gostoso enquanto comecei a foder de volta. Ai Deus, era tão bom. Quem quer que estivesse me fodendo estava me deixando pronta para gozar de novo. Prendi minhas pernas em volta das costas dele e comecei a gemer:

— Sim, sim, ahhhhhh sim, me fode — enquanto rebolava minha buceta contra ele.

Então meu orgasmo começou a percorrer meu corpo. Estava gritando agora:

— AI MEU DEUS SIMMMMMM, NÃO PARA, SIM, SIMMMMM AI SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO.

Minha cabeça estava rolando de um lado para o outro enquanto empurrava para cima para receber todo aquele pau duro que conseguisse bem fundo dentro da minha buceta gozando. Ai Deus, era tão bom gozar com ele.

Então comecei a acordar enquanto ainda estava bombeando meus quadris contra esse pau incrível. Minha mente não estava totalmente clara sobre o que estava acontecendo. Sabia que tinha acabado de gozar, mas com quem gozei? Abri meus olhos para ver que estava cara a cara com o Cacique Zoomama.

Conforme minha cabeça clareou e acordei, vi que não estava sonhando de jeito nenhum. Na verdade, o Cacique Zoomama estava me fodendo no meu saco de dormir ali mesmo na clareira. Ele tinha empurrado minha camiseta para cima em volta do meu pescoço e puxado minha calcinha de seda vermelha sexy de bolinhas para o lado. O pau dele estava tão fundo dentro de mim que eu estava prestes a gozar de novo antes de perceber o que estava acontecendo comigo.

Olhei em volta e vi que vários moradores da aldeia estavam assistindo o Cacique e eu. O fato era que o Cacique naquele momento estava me estuprando na frente de toda a tribo.

Comecei a lutar contra ele, mas não conseguia fazer nada para pará-lo. Ele era três vezes maior que eu. Ele continuou enfiando aquela rola preta dura e comprida fundo dentro de mim. E de novo parecia que ele estava todo dentro do meu útero. Minha mente me disse que tinha que parar isso. Mas meu corpo não escutava minha mente. Estava bombeando meus quadris contra o pau duro dele enquanto gemia:

— Para, para, por favor, para.

Ouvi alguém batendo em algo do meu lado, mas não tinha certeza do que estavam fazendo. Estava ocupada demais empurrando no peito do Cacique e chutando, tentando fazer ele parar de me foder. Sabia que estava prestes a cair na armadilha dele e começar a adorar a foda que estava recebendo se não conseguisse parar aquilo ali mesmo.

Logo descobri o que era a batida do meu lado. Dois dos homens da aldeia pegaram meus dois braços e amarraram meus pulsos em estacas que tinham enfiado no chão dos dois lados de mim.

Agora estava com raiva lutando enquanto tentava sem sucesso soltar meus braços. Gritei:

— Seus filhos da puta, me solta. Sai de cima de mim, caralho.

Agora que eu não conseguia lutar tanto, o Cacique tirou total vantagem da liberdade dele para me foder. Ele pegou meus quadris nas mãos dele e estava me puxando com força para cima contra o pau duro dele.

Por mais que odiasse, meu corpo começou a me trair. Ai meu Deus, o pau dele estava indo tão rápido e fundo dentro de mim. Minha cabeça estava rolando de um lado para o outro enquanto ainda estava gemendo:

— Não, não, por favor, para.

A próxima coisa que soube foi que meu corpo deu uma volta de 180 graus em mim. Parei de gemer não e comecei a gemer sim. Ai meu Deus, que diabos estou fazendo?, enquanto comecei a rebolar contra ele e gemi:

— Ah sim, sim, ai Deus, me fode.

Tinha esquecido totalmente de ser casada, ou de estar amarrada, ou mesmo que podia estar totalmente fértil agora. Tudo que me importava era o fato de que o pau preto grande dentro de mim estava prestes a me fazer gozar. Agora tinha meus pés firmes no chão enquanto bombeava minha buceta contra ele.

O Cacique deu um sorrisão quando viu que tinha quebrado minha vontade. Ele agora tinha a esposa de um cara branco prestes a gozar na rola dura dele. E era verdade. Tinha desistido de toda a luta e estava agora trabalhando para ter um orgasmo. Não me importava com nada além do fato de que ia estar gozando com o Cacique Zoomama muito em breve.

Cada vez mais rápido o Cacique Zoomama me fodeu. E então aconteceu. Ele empurrou o mais fundo dentro de mim que pôde e gemeu algo que não entendi.

Senti o pau dele começar a pulsar fundo dentro de mim e sabia que ele estava me enchendo com o leite preto quente dele. O pau dele parecia um vibrador lá no fundo enquanto ele me enchia com a porra.

O pau dele gozando me detonou também. Enquanto puxava as cordas me segurando, gritei:

— AI MEU DEUS SIMMMMMM, AI SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO.

Continuei trabalhando meus quadris para cima e para baixo enquanto minha buceta ordenhava toda a porra dele para fora. Nunca na vida tinha gozado com meu marido como tinha acabado de gozar com esse homem. Estava tipo em estado de choque enquanto ficava deitada lá me recuperando do orgasmo.

O Cacique sorriu para mim enquanto lentamente começou a puxar a rola comprida dele para fora de mim. Fez um som molhado de sucção quando saltou para fora e isso foi seguido por um rio de esperma escorrendo de dentro de mim.

Ele se levantou ao meu lado e pude ver o pau agora murcho dele todo brilhante, coberto com nossos sucos misturados. Ele disse algo para um dos jovens que tinha visto se masturbando mais cedo.

O jovem balançou a cabeça que sim e estava sorrindo de orelha a orelha enquanto ele e o Cacique conversavam. Ele então olhou para mim enquanto jogava o tapa-sexo no chão. Muito rapidamente estava de joelhos entre minhas pernas ainda abertas, batendo no pau preto grande dele.

Levei alguns segundos para compreender que estava prestes a ser fodida de novo. E não tinha nada que pudesse fazer. Esse garoto de 18 anos estava prestes a ter sua primeira mulher branca casada de 28 anos.

Enquanto ele se posicionava em cima de mim, ainda estava segurando o pau duro dele na mão. Ele alinhou com minha fenda molhada. Os lábios da minha buceta estavam cobertos com o esperma do Cacique, então a cabeça do pau dele deslizou direto para dentro de mim super fácil.

Estava puxando as cordas tentando me soltar enquanto continuava dizendo:

— Não, não, para, você não pode fazer isso.

Ele não entendeu nada do que eu estava dizendo e nem se importava. Tudo que importava para ele era conseguir seu primeiro pedaço de buceta branca. Olhando agora, acho que foi a primeira buceta dele, ponto.

Olhando para mim, ele lentamente me encheu com a rola preta comprida dele. E igual aos outros, o pau dele estava tão fundo dentro de mim que parecia que a cabeça entrou dentro do meu útero. Fiz tudo que podia para tirá-lo de dentro de mim, mas não consegui.

Ele puxou para fora rápido e depois martelou o pau de volta bem fundo dentro de mim e segurou lá.

Ele então soltou um gemido baixo e senti o pau dele explodindo o esperma jovem e quente dele fundo dentro de mim.

Todos os homens parados em volta começaram a rir e apontar para ele enquanto ele me enchia com o leite quente dele. Sabia que estavam zoando dele por ter gozado tão rápido. Só fiquei feliz de ter acabado tão rápido. Ele então puxou para fora de mim e saiu correndo de volta para a aldeia. Minha calcinha vermelha de bolinhas meio que caiu de volta sobre minha buceta. O meio logo ficou encharcado com todo o esperma vazando de dentro de mim.

De novo tentei me soltar, mas não consegui. Gritei em vão:

— Seus filhos da puta, me solta agora. Meu marido vai matar vocês.

Sabia que nenhum deles entendeu nada do que tinha acabado de dizer, ou sequer se importava com o que disse. Comecei a chorar enquanto puxava e sacudia as cordas. Estava tão puta e acho que estava ainda mais puta comigo mesma por ter gozado com o Cacique feito uma vadia.

Sempre me disseram que uma mulher podia desligar a mente se fosse estuprada. Que você podia deixar o cara se divertir e depois seguir com sua vida. Ninguém nunca me disse que seu corpo podia se virar contra você. Que você podia começar a curtir e na verdade ter um orgasmo com o homem te estuprando. Estava tão puta. Não só gozei com ele como fodi ele de volta e adorei.

Justo então outro dos homens tribais se aproximou dos meus pés olhando para mim.

Olhei para cima para ver esse homem negro grande parado sobre mim. Ele não era tão gordo, só grande. Parecia que podia ser um zagueiro do Flamengo. Ele também jogou o tapa-sexo no chão enquanto se abaixava aos meus pés.

Tentei chutá-lo para longe de mim, mas errei. Ele agarrou meus dois tornozelos e abriu minhas pernas como se fossem massinha de modelar. Não tinha nada que pudesse fazer para impedir esse homem de abrir minhas pernas o quanto ele quisesse.

O pau preto grande dele parecia ainda mais grosso e comprido que os outros que tinha visto. Estava meio duro e ficando mais duro enquanto ele olhava para minha buceta branca vazando o esperma dos outros.

Então notei algo sobre o pau dele que realmente me assustou. Parecia que ele tinha algum tipo de implante debaixo da pele ao longo de todo o topo dele. A única coisa que consigo pensar que parecia era o topo do rabo de um dinossauro. Os caroços eram mais ou menos do tamanho de um feijão. Então estou pensando que talvez ele tivesse implantado pedrinhas ou algo assim.

Seja lá o que fosse, ele estava se preparando para afundar aquele monstro dentro de mim. Ele pegou meus dois tornozelos numa das mãos grandes dele e segurou minhas pernas retas para cima. Ele então pegou o pau agora duro dele na mão e começou a levá-lo em direção à minha bucetinha molhada.

Estava me contorcendo e implorando para ele não fazer isso comigo. Mas ele não ia ser negado. Ele ia me foder quer eu gostasse ou não.

Então senti a cabeça grande do pau preto dele deslizar tão facilmente entre os lábios escorregadios da minha buceta. Ainda me contorcendo tentando tirar o pau dele de dentro de mim, gritei para ele:

— Para, seu filho da puta.

Bom, ele não parou e não ia parar. Uma vez que tinha a cabeça do pau duro dele bem dentro de mim, ele pegou meus dois tornozelos de novo, um em cada mão. Ele então abriu minhas pernas o máximo que iam, ainda segurando elas no ar. Olhei para baixo entre minhas pernas para ver que ele tinha só a cabeça daquele pau cheio de caroços dentro de mim. Parecia do tamanho de uma lanterna ou algo assim.

De novo comecei a implorar para ele:

— Por favor, não faz isso comigo, eu sou casada, eu amo meu marido.

Ele apenas sorriu para mim e lentamente começou a deslizar o pau grande dele um pouco mais fundo dentro de mim.

Comecei a chorar de novo e gemi:

— Por favor, para, por favor, não faz isso comigo.

O pau dele estava agora mais ou menos na metade dentro de mim. Eu estava tão escorregadia e molhada da porra dos outros dois que esse pau maior não doeu nem um pouco enquanto ele lentamente continuou afundando cada vez mais dentro de mim.

Meu corpo estava fazendo isso comigo de novo. Esse pau grande estava começando a ficar bom. Aqueles caroços no pau dele estavam esfregando no meu clitóris molhado cada vez que ele entrava e saía.

Comecei a rolar minha cabeça de um lado para o outro enquanto implorava para ele de novo para parar. Ele agora tinha uns ¾ do pau dele dentro de mim e estava me fodendo bem devagar.

***

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive mandinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários