Fui Devorada Pelos Negros No Safari Africano
Uma série de mandinhaBruna sempre foi a esposa modelo — dez anos de casamento, dois filhos, calcinhas de renda só para o marido ver atrás de portas fechadas. Mas quando Rique a arrasta para um safári africano de um mês, longe da civilização e das crianças, os limites do casamento começam a derreter como chocolate no calor da Tanzânia. Sem chuveiro, sem eletricidade, e cercada por dez ajudantes de pele escura que não falam português, Bruna descobre que a selva desperta algo primitivo nela. A primeira vez que vê as rolas de negão — pesadas, negras, penduradas até a metade das coxas — algo muda. A boa moça de São Paulo morre, e nasce uma mulher que adora ser vista. De calcinhas molhadas transparentes a caminhar de peito de fora como as nativas, Bruna mergulha num jogo perigoso de exibicionismo. Rique, longe de ciumento, descobre que ama ver outros homens comendo a esposa com os olhos. Mas quando o guia Jameraka — um homem negro imenso, feroz e de olhar flamejante — começa a testar os limites da observação, a linha entre fantasia e transgressão explode.