No final deamigo da época da minha primeira faculdade me mandou uma mensagem dizendo que precisava conversar comigo algo importante. Viajei quase 200km e aceitei o desafio. No primeiro dia útil do ano estávamos todos da equipe multidisciplinar sendo apresentados. Dentre todos os colegas me chamou a Patrícia, parecia ser tão nova, que quando cheguei pensei que fosse estagiária, até ser apresentada como uma das profissionais que trabalharia na equipe. Morena clara, 1,60m, uns 50kg, aquela magrinha, bem definida, cabelos pretos, lisos, tocando os ombros, carinha de menininha, com seus 32 anos, mas eu diria, sem saber, que tinha uns 19, chutando muito alto 23 anos. Com seu olhar penetrante, seus olhos castanhos atrás dos óculos de armação grande e leve, deixava uma aparência intelectual, que se confirmou pouco tempo depois de conhecê-la melhor. Seu sorriso grande, com lábios naturalmente mais grossos e uma boca carnuda contrastando com a delicadeza dos traços finos. Parecia fazer academia pelos braços e pernas bem definidos, mesmo sob a roupa mais formal. Com glúteos e seios proporcionais ao seu corpo. Embora não fosse o tipo de mulher que mais me chama atenção na rua, algo nela me atraiu.
Dada as apresentações, Patrícia veio até mim dizer que adorou minha abordagem e queria entender um pouco melhor como poderíamos todos aplicar o modo para termos melhores resultados. Fiquei feliz pelo reconhecimento e a partir dali, ficamos mais próximos, trocando ideia sobre artigos, debatendo ideias e conversando sobre assuntos do trabalho.
Como a maioria da equipe era da cidade ou de regiões mais próximas, apenas nós ficamos no hotel e isso com isso acabamos naturalmente fazendo companhia um pro outro e após uma semana indo e voltando do trabalho, saindo pra jantar todos os dias juntos, já não conversávamos exclusivamente sobre trabalho, e como na sexta terminamos tarde, esticamos com um vinho no restaurante do hotel mesmo. A semana de trabalho nos aproximou muito, principalmente os momentos em que estávamos fora dele. Falando por mim, vi um pouco melhor a mulher por traz daquela garotinha novinha que inicialmente enxergava, e com um pouco mais de intimidade e liberdade, brincávamos num ambiente leve. Porém naquela noite estava tudo diferente e mais sensual. Não sei se foi o vinho ou clima, eu sei que só tinha a gente no restaurante e ele já estava no horário de fechar, porém o funcionário do restaurante falou que o serviço de quarto funcionava 24h, então subimos e Patrícia sugeriu que fôssemos pra sua suíte. Continuamos agora na varanda, sem os sapatos, um pouco mais relaxado. Em determinado momento Patrícia se queixou de dores no pé e pedi que colocasse sobre minha perna. Comecei a avaliar apalpando e senti que estava tensionado, expliquei que a tensão vinha da perna e fui pressionando pra cima, mas expliquei que a calça atrapalhava. Ela rapidamente foi ao banheiro e voltou com um shortinho de academia, que deixava sua bundinha ainda mais atraente. Sua pele era macia e muito gostosa de tocar. Ela ia "chupando o ar" nos pontos de gatilhos, ao mesmo tempo que dava gemidinhos de dor. Toquei em áreas sensíveis da perna e como estávamos perto, em dado momento, talvez pelas taças de vinho e o ambiente, a luz, a intimidade, rolou um beijo, o beijo meio tímido, meio breve. Brinquei falando que minha massagem talvez tenha relaxado demais, ela apenas sorriu tímida chegou mais perto e agora o beijo foi um pouco mais intenso, puxei ela sobre meu colo, apertei seu corpo contra o meu e ela tirou minhas mãos, pediu calma, falei que estava calmo. No fundo talvez ela estivesse pedindo calma pra ela mesma. Sentei ela na beira da cadeira, entre minhas pernas, de costas pra mim e fui massageando seus ombros, ela estava de shortinho, mas ainda estava com a camisa social que usava no trabalho. Ela liberou alguns botões de cima e pude acessar melhor seus ombros e perceber sua pele arrepiar com meu toque.
- Tá com frio Patrícia?
- Besta!
Beijei sua nuca, ela virou seu rosto pra mim e nos beijamos novamente. Passei uma mão pelo seu abdômen, outra alisando a parte interna da sua coxa. Com a mão esquerda apertei de leve seu seio esquerdo por cima do sutiã e com a mão direita por cima do short apertei sua buceta. Seu gemido abafado pelo beijo, fui livrando ela da blusa, logo em seguida do sutiã, o short foi logo na sequência, brincando com seu mamilo enquanto beijava sua boca e puxava para o lado sua calcinha. Com meus dedos passeava com delicadeza sentindo sua buceta melada. Na varanda do décimo andar, de frente para o mar, com a brisa da praia, a maresia, eu mexia levemente com seu grelinho e enquanto as mãos de Patrícia buscavam meu pau por cima da calça, apertavam meu braço, descontrolada sem movimentos coordenados. Fui mexendo alternando os movimentos, alternando a pressão, brincando com seu pequeno clitóris, me deliciando com suas reações até que apertando com força meu braço e dando um gemidinho puxou minhas mãos e gozou. Levantou ajeitou a calcinha, tapando momentaneamente sua bucetinha. Seu pequenos seios eram lindos, com aureolas mais claras, biquinhos salientes, durinhos. Ela sentou no meu colo e com um beijo que parecia querer me devorar, molhado, macio, que me deixava cada vez mais louco. Tirou minha camisa, beijou meu peito, veio descendo, lambendo meu mamilo, mordendo minha barriga... Abriu meu cinto, desabotoou minha calça, puxou pra baixo. Mordeu meu pau por cima da boxer, puxou devagar revelando meu pau. Senti sua mão quente e macia segurando meu pau que pulsava, enquanto lambendo centímetro por centímetro, colocou na boca e começou um boquete com velocidade, babando meu pau, envolvendo cada vez mais, indo cada vez mais fundo, estava próximo de gozar quando segurei pelo cabelo, puxei seu rosto pra perto de mim e dei um beijo, sentindo meu gosto na sua boca. Ainda sob o meu domínio, joguei ela sobre a cama, puxei sua calcinha pro lado e durante poucos segundos admirei aquela bucetinha pequena com poucos pelos, aparados, estilo bigodinho, que davam ainda mais um charme pra essa ninfeta que estava me deixando louco. Aproximei minha boca, mordisquei, beijei e comecei a lamber, chupar e sugar toda sua bucetinha. Seu gemidos ficaram mais intensos, me fazendo enlouquecer. Nem no meu sonho era tão perfeita. Tão logo eu acelerei os movimentos e Patrícia gozou na minha boca. Ela me empurrou de volta pra varanda, me colocou sentado na cadeira e ainda com a calcinha preta de ladinho, sentou sobre mim, e com três movimentos conseguiu encaixar meu pau todo dentro dela. Sentir sua buceta quente, molhada, seu corpo, fazia meu pau pulsar, e pra minha frustração, poucos minutos com ela rebolando deliciosamente sobre mim, não aguentei e gozei, mas não gozei apenas. Gozei de perder as forças. O cara sabe quando gozou e morreu. Por mais incrível que a Patrícia seja, eu senti que tinha dado tudo de mim, e que infelizmente precocemente tinha finalizado ali. Ela me beijou, tomamos um banho juntos, ela me chamou pra ficar lá e dormir por lá, mas disse que tinha que arrumar as coisas, no outro dia cada um ia voltar pra sua cidade cedo. Ela concordou e nos encontramos novamente somente na segunda, mas esse encontro eu conto no próximo capítulo, para não ficar ainda mais extenso.
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