Aceitei ser corno: tesão, dor e vingança (parte IV)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 2838 palavras
Data: 22/01/2026 11:33:27
Última revisão: 22/01/2026 11:42:10

A ideia de dividir Lucélia com outros homens, ou seja, ser um corno, não me agradava. Tudo bem que não seria nada escondido, seríamos um casal jovem que agiria com cumplicidade e eu poderia transar com mulheres, mas não era fácil encarar isso com tamanha naturalidade, pois eu amava aquela garota de 18 para 19 anos.

Refleti vários dias e concluí que melhor do que perdê-la de vez, seria não tentar o que ela estava propondo, se não me sentisse bem, ao menos terminaria definitivamente, mas com a certeza de que ao menos tentei.

Procurei-a alguns dias depois e disse que poderíamos tentar, mas fiz questão de frisar que precisaria de pelos menos umas 2 ou 3 semanas para amadurecer a ideia. Também fiz questão de acertar as regras: nada de conhecidos, nada de repetir a mesma pessoa ou um dos dois sair sozinho para encontros. Expliquei ainda que faria essa tentativa porque a amava, mas que se não conseguisse aceitar, seguiríamos cada um para o seu lado.

Lucélia aceitou tudo e ficou numa imensa felicidade. Voltamos a transar praticamente todos os dias. Ela insistia para que eu dormisse em sua casa e isso passou a ocorrer com frequência. Uma coisa eu não podia negar, além do sexo espetacular, minha namorada era muito carinhosa, era bom demais ficar com ela.

Passei a pesquisar na internet sobre isso, não que não conhecesse sobre o assunto casais liberais, apenas nunca me interessei a fundo. Vi sites especializados em swing e ménage, relatos reais e vídeos. Alguns deles me deixaram excitados, como o de um coroa quarentão que dividiu sua linda esposa branquinha de 26 anos com 3 caras bem dotados. Era um vídeo longo e depois dela ser fodida de todas as formas, o marido passou a câmera digital para um dos comedores e passou a beijar e chupar a esposa que estava toda suada, com cheiro de sexo e com a boceta inchada e o cu largo. Eu fiquei com um tesão tremendo, comecei a pesquisar e acabei achando outros vídeos do mesmo casal, em alguns, ela usava uma máscara, mas em outros, a safada mostrava o rosto e provocava muito o marido. Somando todas as filmagens que encontrei desse casal, a hotwife maravilhosa transou com 32 caras diferentes, algumas vezes com 2, 3, 4 e em uma até 5, sempre rolando anal.

Acabei tocando uma punheta feroz e gozei como um louco. Nos dias seguintes, vi novamente os vídeos e imaginei Lucélia no lugar dela. Quando transamos, as imagens não saíram da minha cabeça e minha pegada selvagem, fez minha namorada delirar mais do que de costume.

Nesse meio tempo, recebi uma boa notícia, a sociedade de meu pai com meu tio estava começando a render frutos e meu velho decidiu além de me dar um substancial aumento, me arrumar uma grana para comprar um carro. Óbvio, que não era um zero km, mas deu para pegar um razoável.

O carro veio em boa hora, já que estava cada vez mais perto de liberar minha namorada para outro e poder se deslocar sem depender de transporte público, convenhamos, era uma mudança e tanto para melhor. Acabamos tendo mais algumas derradeiras conversas e notando a minha aflição, Lucélia sugeriu:

-E se fôssemos por etapas?

-Como assim, etapas?

-Tipo, para você ir se sentindo menos desconfortável, na primeira vez, posso só ficar com um cara numa balada e darmos uns amassos safados no final. Depois, num segundo encontro, a gente avançaria mais.

-Parece bom, mas o que rolaria nesse 1º encontro.

-Ah! Sei lá, além de beijos e passadas de mão, talvez uma punheta ou boquete...você pode estar junto e eu fazer em você também ou ficar assistindo escondido.

Não sei por que, mas a ideia de ficar assistindo escondido, me deu um tesão enorme, lembrei-me dela transando com os dois caras na prainha e o quanto foi excitante vê-la tão à vontade, sentando um pouco em um, um pouco em outro.

Concordei com a ideia, restava agora marcar quando seria nossa primeira aventura e marcamos para a sexta-feira seguinte. Dias antes, fiquei num nervosismo terrível, mas não poderia desistir.

Fomo a uma balada noturna chamada “O Casarão” que havia em Rio Preto naquela época. O espaço era grande e bem agitado. Uma curiosidade é que o mesmo não ficava na região central nem nos bairros principais, mas num local perto de uma das estradas que passavam pela cidade e em volta, só tinha mato e campo. Ali, no passado, havia sido um sítio, mas deram uma bela reformada e se tornou uma boa opção para quem queria dançar, paquerar, etc.

Lucélia foi com um vestido leve, cinza e prateado, bem maquiada e cabelos arrumados. Arrumamos uma mesa e após tomar o 2º drinque, ela já ficou mais solta e decidiu que iria para a pista. Para facilitar as coisas, deixei-a ir sozinha. Não demorou praticamente nada para que começassem a azará-la, mas no começo minha namorada apenas dançou sem dar bola para ninguém.

Após um bom tempo, Lucélia voltou para a nossa mesa e disse que tinha visto um cara que lhe interessou. Meu coração disparou e gelei com a maneira natural que falou. Ela disfarçou e me mostrou. Era um cara alto como eu, 1,82m mais ou menos, moreno claro, olhos verdes, cabelos negros com um leve topete e com os braços todo tatuados. Era forte, mas não do tipo monstruoso de academia. Segundo minha namorada, os dois trocaram olhares e sorrisos.

Pouco depois, Lucélia disse:

-Vou voltar para a pista e ficar perto dele.

Lucélia fez o que disse e passou a dançar, logo o cara se aproximou mais. Ficaram naquela de trocarem olhares, até que ele começou a falar ao ouvido dela e a ela fez o mesmo. Ficaram dançando cada vez mais próximos, conversando e rindo. Após algumas músicas, minha namorada começou a ser encoxada por ele e a safada deu toda abertura, rebolando discretamente, o cara chegou a colocar as mãos na cintura dela para roçar com mais intensidade em seu bumbum. Senti um ciúmes louco, mas o tesão também foi grande, vontade de saber como acabaria aquilo.

Um tempo depois, vejo-a falando ao ouvido dela, depois soube que o cara queria pagar uma bebida a ela e ficarem conversando, mas a mesma explicou que estava com o namorado, mas que tentaria me dar um chapéu e depois poderiam conversar.

Lucélia voltou para a mesa e me perguntou:

-Viu ele roçando o pau na minha bundinha?

-Vi e achei excitante, mas e agora?

-Vamos dar um tempo para ele não desconfiar, daqui a pouco você se levanta e fica meio escondido, mas de olho na gente, vou chama-lo para irmos lá para fora, dizendo que tem que ser rápido, pois você encontrou uns amigos, mas logo vai me procurar, aí você segue a gente e fica vendo.

-Ok, mas como combinamos, hoje você não vai dar, só brincar, certo?

-Sim, trepar não, agora, se ele for bom de conversa e gostoso, com certeza, uma punhetinha e quem sabe até um boquete dos bons ele vai ganhar, e você, vai ganhar seu primeiro chifre, tá gostando de saber que será corno, amor, tá? – Ela disse com voz de mimada.

-Tô nervoso para caralho, mas com muito tesão, tenho que confessar.

-Deixa eu ver. – Ela disse colocando a mão no meu pau por cima da calça por baixo da mesa e apalpando.

-Nossa! O pau tá quase rasgando a calça. Tudo isso é vontade de ser corno?

Eu apenas ri. Esperamos mais um tempo e fizemos como o combinado, Lucélia voltou para a pista e eu me levantei, ficando em outro ponto do local, mas vendo-a. O cara logo se aproximou dançaram mais um pouco, depois pararam, conversaram, certamente, ela explicou a história e pouco depois, ele pegou na mão dela e foram saindo da balada.

Segui-os desesperadamente, tentando não perde-los de vista, pois estava bem longe. Do lado de fora, tinham muitos carros e motos parados, além de pessoas conversando, mas bastava andar uns 20 metros e ficava mais calmo, ainda havia alguns carros estacionados, mas sem a muvuca. O cara tentou levá-la para o seu carro, mas Lucélia optou por ficar do lado de fora para dar uns amassos e bem perto de uma luz que havia já no final do improvisado estacionamento.

Nesse momento, vejo os dois se abraçando e trocando um puta beijo. Senti um ciúmes louco, de perder o fôlego. Os amassos continuaram por mais um tempo. Creio que ele novamente tentou convence-la a irem para o seu carro, mas ela disse não. O cara então passou a alisar o bumbum médio de minha namorada, subiu com as mãos pelas coxas e por baixo do vestido e tocou diretamente nas nádegas dela, que nada falou, seguiu o beijando com naturalidade.

Um tempo depois, vejo que os dois se largaram um pouco, Lucélia começou a abrir o cinto dele e colocou seu pau para fora, dando início a uma delicada punheta. Ela olhou para a pica do cara e depois o beijou, alisando cada vez mais. Nesse momento, decidi me aproximar, fiquei agachado um carro antes do que eles estavam e dali pude ver ainda melhor.

O pau do cara ficou duro rapidamente, era médio e um boa grossura, meio envergado para cima. Lucélia me surpreendeu novamente pela naturalidade, pois nem se importou se tinha alguém me volta, simplesmente se abaixou e passou a chupar a rola do cara. Que sensação maluca vivi ali, meu coração parecia que ia explodir, ciúme, mas ao mesmo tempo um tesão tão grande que minha rola chegou a doer de tão dura.

Minha namorada caprichou no boquete, engoliu quase tudo, beijou a glande, passou a língua em toda base, no saco, ficou fazendo aqueles delicioso movimentos de vai e vem que eu conhecia bem e que fizeram o cara erguer a cabeça e fechar os olhos de tesão. Provavelmente para que eu ouvisse e ficasse com mais tesão, ela disse alto:

-Que pau gostoso! Tá durão! Adoro sentir esse gostinho e essa babinha!

E o cara respondeu:

-Gostou do meu pau, gata? Pena que não posso soca-lo em você para ver como seria gostoso. Você é linda demais.

-Hoje não dá, já te falei que gosto de trepar com calma e meu corno vai começar a me procurar, agora, me dá um trato também que não sou de ferro.

O cara então a beijou, olhou para os lados para ver se não havia ninguém, a colocou sentada no capô de um gol prata e sem delongas, a fez meio que se deitar, arrancou sua calcinha e passou a chupá-la ali mesmo. Após uns 2 minutos, comecei a ouvir gemidos da minha namorada. Pelo jeito, ele sabia chupar bem, pois a mesma passou a puxar seus cabelos e a gemer mais alto. Num dado momento, o cara enfiou 2 dedos na boceta dela e começou a socar com força.

-Tá molhada, né, putinha? Que bocetinha apertada e gostosa, deixa eu enfiar só um pouquinho vai, pra gente gozar gostoso, gata.

Lucélia podia estar tentada, sua voz ofegante dizia isso, mas se manteve firme:

-Não! E volta a chupar que quero gozar, depois eu prometo retribuir e fazer você gozar bem gostoso.

O cara seguiu chupando-a, depois ela me falou que ele chegou enfiar um dedo também no cuzinho dela. Alguns minutos depois, Lucélia começou a gemer mais alto, até que disse:

-Tô gozando, caralho! AIIIIIII, filho da putaaaaa!

Em seguida, Lucélia tombou a cabeça e o corpo todo no capô do carro com as pernas abertas. Respirou por um tempo até que saltou e disse:

-Agora, vou cuidar de você.

Ela voltou a mamar com gosto o cara, um boquete feito com vontade sem frescura. Num dado momento, mais uma surpresa da minha putinha, enquanto chupava e segurava o pau do cara com a mão direita, Lucélia fez um sinal de chifrinho com os dedos da mão esquerda, certa de que eu veria.

O cara passou a dar sinais de que ia gozar, Lucélia então tirou o pau da boca e passou a punhetá-lo com toda a força, até o cara explodir num gozo e num grito long de OOOOOHHHHH. Os jatos de porra espirraram na lateral do golzinho e um pouco no cabelo dela.

Os dois se despediram. O cara pediu que trocassem telefone, mas minha namorada disse que não. Lucélia pediu que ele fosse na frente, colocou a calcinha e ficou enrolando, pois sabia que eu estava por ali. Quando o cara estava bem longe, apareci por trás, a abracei e ela deu um gritinho. Estava com tanto tesão que a beijei e senti um gosto diferente em sua boca que eu sabia bem do que era.

-Você viu tudo? Gostou?

Disse que sim e a puxei rapidamente pela mão, fomos para o meu carro, que estava do outro lado, mas que também era afastado do entorno da danceteria. Como um louco, deitei ao máximo o banco do carona, a fiz se deitar, arranquei seu vestido, quase rasguei calcinha e comecei a chupar sua boceta que já estava com um cheiro intenso de sexo e muito ensopada. Lambi seu mel e a cheirei, sabendo que outro é que a tinha ficar naquele estado.

-Você conseguiu ver tudo, amor?

-Sim, você é muito safada, chupar a rola de um estranho praticamente na rua e sabendo que seu namorado estava vendo. Até os dedos, ele socou com força na sua boceta

Com voz de manhosa, Lucélia respondeu:

-Que delícia de pau, ele tinha, amor. Só não dei porque era o combinado nosso, mas fiquei com vontade de sentir mais um entrando na minha bocetinha. Ele chupa tão bem e enfiou até um dedo no meu cuzinho.

-Pois agora sou eu é quem vai te comer.

Tirei minha roupa e soquei meu pau em sua boceta melada e que já tinha gozado uma vez. Foi uma sensação diferente de ser o que “espera”. Lucélia abriu bem as pernas e a cada estocada furiosa naquela boceta, minha namorada berrava. Estava muito gostoso e não aguentamos muito, explodimos num gozo forte e escandaloso. Despejei um mar de porra dentro da xana dela. Eu beijava aquela boquinha pequena que tinha mamado há pouco um pau de outro homem, e tudo aquilo aumentava o prazer e a insanidade.

Entretanto, nosso tesão pela nova experiência não passaria tão rápido e creio que 5 minutos depois, já estávamos transando novamente. Dessa vez, ela quis cavalgar em meu pau. O cheiro de sexo tomou conta do carro. Fodemos, fodemos, fodemos, até gozarmos mais uma vez, enquanto eu enterrava um dedo em seu cuzinho apertado.

Vamos para a casa dela. A ideia era tomarmos um banho, mas mal chegamos à sala, meu pau endureceu novamente com as imagens dela beijando, chupando, gozando na boca de outro cara e até levando umas dedadas. Não resisti, arranquei seu vestido novamente e voltamos a trepar na sala. Surpresa e excitada, Lucélia me provocou:

-Todo esse fogo é porque gostou de ser corno, né? Humm! Mas pode esperar que vou te dar outros presentes melhores, hoje foi só uma amostrazinha.

Após foder sua boceta em diferentes posições, comi seu cuzinho no sofá da sala. Estávamos nos desmanchando de tão suados, o cheiro do sexo ainda mais intenso. Fodi demoradamente seu cu, detonando-o numa vai e vem frenético, por sorte, ela gostava de dá-lo e após um bom tempo gozamos e caímos exaustos.

- Você é maravilhoso, Elder. – Ela me disse.

O dia seguinte, trepamos 3 vezes, uma foda mais demorada que a outra. Adorei a experiência, claro que começou a bater umas inseguranças sobre os novos encontros, dela transar com um, gamar e me deixar, mas creio que todo homem que decide ter um relacionamento aberto pensa nisso.

No domingo, Lucélia me contou um pouco mais sobre sua filha Aline. Essa era a única coisa que a deixava realmente arrasada, além, claro, de ter perdido a mãe tão precocemente. A família do rapaz que a engravidou se aproveitou dela estar completamente destroçada pela morte e a fez deixar que cuidassem da criança, dizendo que seria por uns 2 meses, depois não aceitaram mais devolver. Na Justiça, inventaram um monte de mentiras e conseguiram ficar com a guarda. Tempos depois, se mudaram para Franca para dificultar ainda mais as visitas quinzenais, pois a cidade ficava a 3 horas de Ouro Belo, mesmo assim, minha namorada ia a cada 15 dias, mas não raramente, dava com a cara na porta, pois os mesmos, propositalmente saíam. Reclamar na Justiça era lento e não estava adiantando. Eu me sentia mal, queria ajuda-la e no futuro teria que arrumar um jeito de fazê-lo.

No começo da semana seguinte, Lucélia veio toda carinhosa para o meu lado e disse ao meu ouvido:

-Pronto para me ver dando bem gostoso para outro?

Senti um frio na barriga, agora era uma questão de dias para que rolasse tudo mesmo. Nossa vida viraria uma loucura a partir dali.

Provavelmente, essa saga terá uma 2ª temporada que será comercializada.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 306Seguidores: 809Seguindo: 12Mensagem Devido a correria, não tenho conseguido escrever na mesma frequência. Peço desculpas aos que acompanham meus contos.

Comentários

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Muito bom vamos ver no que vai dar

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Mais um conto muito bom

O prota é gente boa demais , mas a menina vai bagunça a vida do guri

Vamos aguardar

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Tô gostando do conto e esse capítulo foi interessante.

Mas o nome do conto me deixou com pé atrás. DOR E VINGANÇA

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