Assim que meu marido saiu de casa naquela tarde, meu corpo inteiro já estava em chamas. Sabia que as câmeras escondidas estavam ligadas, que ele veria cada detalhe depois, e isso me deixou ainda mais molhada. Entrei no quarto, me olhei no espelho e me preparei como uma vadia pronta pra ser usada. Coloquei uma micro calcinha preta rendada, calcinha que mal cobria a bucetinha rosada, me perfumei, passei batom devagar e mandei uma mensagem rápida para o gato que estava na casa do seu avô, nosso vizinho, certamente aguardando meu contato meu: “A cama está livre… venha me comer, o portão dos fundos está destrancado.”
O tempo parecia não passar até que ele trancou o portão por dentro e tocou a porta de entrada da casa pelos fundos. Abri a porta com um sorriso safado, sensual e insinuante, e lá estava ele: gato, alto, forte, sexy, com aquele pau enorme já marcando na calça. Nem pensei duas vezes. Puxei-o para dentro, direto para o nosso quarto enquanto nos beijávamos com paixão e lascívia desenfreada.
Deitei na cama e abri as pernas como uma oferenda àquele macho delicioso. Quando ele tirou a calça, estava sem cueca e a rola saiu pesada e pulsante. Meu coração acelerou. Ela era muitíssima grossa, grande, com o cabeção latejando de tesão e as veias extremamente saltadas, me deixando completamente entregue de prazer.
Me ajoelhei, segurei firme na base do seu pauzão e comecei a lamber devagar enquanto ele falava que veio sem cueca para deixar o pau livre para mim. Passei a língua por toda a extensão, descendo até o saco gostoso, voltando até a ponta e me concentrando na cabeça pulsante e avantajada, saboreando cada centímetro. A boca esticava ao máximo para engolir a glande inchada, e eu engolia ao limite que dava, sentindo o gosto delicioso da pele quente e o cheiro de macho verdadeiramente excitado. Ele segurou meus cabelos e me guiou, me fazendo engolir cada centímetro do seu cacetão que latejava cada vez mais intensamente. Eu chupei com maestria, pois além de gostar muito sou ótima nisso.
Agora sim, seu pauzão está pronto pra me foder até eu gritar, pronto para comer uma mulher de verdade… — murmurei, bem safada.
Deitei de costas na cama, ainda ofegante, e abri minhas pernas, revelando a bucetinha molhada, apertadinha, pulsando de desejo pelo amante gostoso. Ele se posicionou entre minhas coxas, e a cabeça do pau encostou na minha entrada, provocando um arrepio que percorreu minha espinha. Cada centímetro do pau grosso pressionando minha buceta nos arrancava gemidos de tesão.
Isso, vai bem gostoso… hoje ele parece estar bem mais grosso… — murmurei, mas no fundo eu queria que ele me preenchesse inteira, eu adorava um pauzão. Eu gostava de ver, assistir e admirar o pauzão dele entrando na minha xoxotinha, num contraste de cores, delicadeza e proporções.
O primeiro empurrão arrancou um gemido alto da minha garganta. A sensação gostosa de ser aberta se misturava ao prazer avassalador. Minha bucetinha apertava, massageava, sugava sozinha, adaptando-se àquele pauzão maravilhoso e tesudo. Até que ele entrou inteiro, pesado, inchado, preenchendo-me de forma brutal. Arqueei as costas e gemi alto de tanto tesão:
— Caralho… tá me rasgando… que delícia de pau... que macho gostoso… minha amiga fez bem em descrever você... ao falar desse pauzão ela me encheu de tesão e vontade de ser sua fêmea de compartilhar desse monumento.
O vizinho começou a se movimentar, devagar no início, depois acelerou cheio de tesão enquanto confidenciou que sua noiva não o satisfazia assim como eu o satisfaço, que ela não o aguentava por inteiro, que ele não tinha o prazer de enterrar tudo, de comer seu cuzinho, que ela prestou um favor a ele ao despertar uma mulher tão linda como eu para ser sua putinha, etc. O som das estocadas, molhadas e ritmadas, misturado aos nossos gemidos, tomava todo o quarto. Eu rebolava, implorando para ser fodida mais fundo, querendo sentir cada centímetro dele dentro de mim, para ele continuar falando sobre sua noiva, sobre suas transas, vez que ela também é linda e tem um corpo maravilhoso.
— Isso… mete sem dó… quero lembrar da sua noivinha linda, minha amiga cornuda e inocente, enquanto sinto seu pau inteiro explodindo em gozo dentro de mim… Fiques tranquilo, serei sua sempre que quiseres meter gostoso, serei sua amante fixa, sua putinha safada e você será meu macho comedor habitual, minha amiga nunca fará falta quanto ao tipo de sexo que gostas, preencherei com gosto essa lacuna em sua cama.
Cada investida cheia de tesão acompanhada dos gemidos e confidências dele, me aproximava do abismo. Meu clitóris latejava, meu corpo inteiro formigava. Eu gemia, arfava, e a cada empurrada do pauzão grosso dentro de mim, sentia ondas de prazer subindo da minha buceta até o peito. Formávamos um par perfeito em termos de sexo intenso.
Então explodi. Meu corpo se arqueou, tremendo em espasmos de orgasmos múltiplos. Minha bucetinha pulsava, sugando o pauzão dele com força, cada contração me levando ainda mais fundo. Gemidos roucos escapavam da minha garganta enquanto sentia cada movimento dele, acompanhado de suas declarações intimas, potencializando meu prazer.
Ele não parou, seu tesão era insano, continuou enterrando cada vez mais fundo enquanto comparava minha performance com a de sua noiva, até finalmente gozar gostoso dentro de mim demonstrando seu tesão pela vizinha casada do avô. O jato quente explodiu, preenchendo minha buceta de forma intensa, quente, escorrendo em abundância pelas minhas coxas. Eu senti a pressão dele lá dentro, cada pulsada aumentando minha própria excitação e a certeza do quanto eu gostava de transar com aquele macho lindo.
Quando finalmente conseguimos respirar, o quarto ainda cheirava a sexo. Eu estava exausta, suada, molhada, e completamente viciada naquela sensação de ser usada, de ser a outra. Após breves descansos onde conversávamos e ele se declarava tarado em mim desde a primeira vez que me viu e que suas fodas na noiva bem como suas punhetas diárias eram todas dedicadas a mim, retomávamos tudo e gozávamos novamente na mesma intensidade e paixão, me deixando totalmente encharcada e transbordando porra.
Então meu celular tocou. Era meu marido. Exausta, ainda lambuzada e lotada da porra do vizinho, atendi seu telefonema.
Amor, estou voltando, fiquei com saudades, ele disse.
Meu corpo explodiu de tesão novamente imaginando que provavelmente ele havia assistido a tudo. Assim, quando meu marido entrou, me puxou para um beijo intenso, beijo de língua, beijo apaixonado. Sentimos o gosto do pau e porra do vizinho que continuava impregnado em minha boca. Longe de nos afastar, isso só me excitou mais e percebi que a ele também.
Nos deitamos na cama amassada e molhada de porra e, sem perder tempo, fizemos um 69 delicioso: enquanto meu marido chupava minha bucetinha ainda escorrendo porra do vizinho, eu lambia e chupava sua rola com voracidade. Cada beijo, cada lambida, era um mix do prazer dele e meu desejo sem limites.
Mas não paramos aí. Com os dedos lambuzados com a própria porra quente do meu amante, lubrifiquei e penetrei lentamente o cuzinho do maridão, senti ele contorcendo e se empurrando contra minha mão querendo mais intensidade, mais volume, mais penetração. Cada toque profundo aumentava ainda mais nosso tesão. Falei pra ele imaginar um pauzão preto e grosso penetrando-o, o que era muito delicioso, sugeri para ele imaginar o neto do vizinho enterrando o seu pauzão grosso e cabeçudo nele, quando senti ele aumentar o tesão e a gemer feito a uma putinha, enquanto eu quase conseguia enfiar a mão inteira no seu cuzinho guloso e tarado, e cada gemido seu me deixava mais excitada, numa mistura insana de prazer e dominação.
Eu continuei incentivando e dominando seu imaginário, repetindo o tempo todo de que aquele rapaz lindo, neto o vizinho, tinha um pau muito duro, enorme, grosso, cabeçudo, delicioso, e que naquele momento seu pauzão gostoso estava enterrando tudo no cuzinho do meu bem, depois de ter comido gostoso sua amada esposa.
Meu marido gozou horrores, se deliciando com meu sabor misturado ao do vizinho, certamente com a imaginação totalmente voltada ao cacetão do vizinho, enquanto isso eu me perdia entre o prazer de dar e receber prazer, completamente entregue a um sexo aberto e sem pudor.
Ao final, quando olhei nos seus olhos brilhantes, vi a mesma coisa que eu sentia: uma vontade insaciável de repetir o ocorrido, de forma cada vez mais devassa e pervertida, cada vez mais intensa.
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