Fim de semana de trilha com as irmãs - Parte IX

Um conto erótico de Cialis
Categoria: Grupal
Contém 5821 palavras
Data: 28/08/2025 20:32:44

Acordei sozinho na cama. Meio frustrado, me mexi para a beirada do beliche e olhei na direção da cama de casal, também vazia. Então, as irmãs haviam acordado cedo. A programação do dia era uma praia com uma trilha pequena que levava a umas piscinas naturais, e logo depois do almoço retornarmos para a pousada, para partirmos de volta à São Paulo.

Meio com preguiça, desci do beliche para me vestir para o dia, e notei o barulho do chuveiro, por trás da porta fechada do banheiro. Como eu já havia invadido o banheiro no dia anterior, achei melhor esperar um pouco, dessa vez. Enquanto separava bermuda e camiseta para o dia, minha curiosidade tecia fantasias sobre quem sairia do banheiro.

A Eliane havia dormido sozinha, após trepar com o guia. Isso significaria que ela estaria disponível, novamente? Será que a minha certa dor de corno, por mais que não tivéssemos nada mais sério, havia passado? Quem sabe uma trepada bem gostosa pela manhã não poderia me fazer esquecer que ela havia me traído, descaradamente, mesmo com nossa relação frágil. Só que a porta do banheiro abriu, e não foi a Eliane quem saiu.

Nem a Andréia.

Enrolada em uma toalha branca, o tom moreno de pele contrastando, a Fabi abriu a porta e olhou para mim, meio desconfiada. Sorri para ela quando passei pela porta, para escovar os dentes. Do quarto, ouvi ela dizer que estávamos atrasados para o café.

- “Vamos logo, senão vão comer todas as coisas gostosas...”, ela falou.

- “Duvido!”, respondi, da porta do banheiro notando, feliz, que ela não havia aproveitado o tempo que eu estava escovando os dentes para se vestir. A ideia de vê-la nua, logo pela manhã, encheu meu domingo de luz.

- “Duvida? Como assim? Aquele bando de velhinhos atacam toda comida que veem pela frente, parecem que voltaram da guerra.”, falou, arrancando uma gargalhada minha.

- “A coisa mais gostosa existente na cidade, eu tenho certeza de que os velhinhos e velhinhas não irão comer...”, falei, sorrindo o sorriso mais cafajeste que consegui produzir, indo em direção a ela.

- “Kkkkkkk...”, ela riu, divertida, sacodindo a toalha e me fazendo torcer para que ela caísse, o quê infelizmente não acontecei. – “A ‘coisa’ aqui agradece a homenagem, viu...”

- “Você?”, perguntei, cínico, me aproximando dela até ficar a apenas centímetros do rosto dela... – “Nãããããããoooo...”, a provoquei, ajeitando seu cabelo molhado atrás da sua orelha, e percebendo um arrepio. – “Eu falava da Li, sabe...”, desferi o golpe, a provocação suprema, enquanto deixava a minha mão junto ao seu pescoço, fitando-a firme.

- “Ahahah... Filho da puta.”, ela falou, sustentando o meu olhar.

Fui juntando minha boca à dela, lentamente, até que nossos lábios se encontraram, em um beijo sutil, sensual. Ela não refugou, mas também não se entregou totalmente. Parecia estar me avaliando, decidindo se iria ou não me dar essa chance. Ignorei a avaliação dela, e grudei nossos corpos, sentindo a maciez da toalha contra o meu corpo, mas mais interessado na forma dos seus seios me cutucando. Insisti no beijo, brincando com seus lábios, sutilmente, até ela ir se entregando, ao poucos, e entrar no clima.

- “A gente tem que ir...”, ela falou, olhos fechados, lábios entreabertos, corpo colado no meu, suas mãos ao redor da minha cintura. Não entendi aquilo como uma mensagem muito firme.

- “Já-já...”, respondi, vago, arrastando ela para a cama de casal, atrás dela. – “Atrapalharam a gente de um modo muito sacana... Eu estou com crédito, aqui...”, falei, fazendo referência à interrupção da Eliane quando eu estava na cama com ela e com a Andréia, na véspera.

- “NÃO!”, ela me interrompeu. – “Aqui, não...”, disse, em referência à cama da Eliane.

- “Concordo!”, resmunguei, junto ao pescoço dela, já agarrando seu corpo envolto na toalha, e empurrando-a para a sua própria cama, na parte debaixo do beliche.

Bem, pensei... Se ela já está discutindo ‘O LUGAR’, significa que o ‘O QUÊ’ ela já topou. Sei lá... para mim, pareceu uma linha de raciocínio bastante lógica. Me deitei na cama, puxando ela para o meu lado, sem desgrudar a minha boca da dela, enquanto segurava seu pescoço. Sem perder tempo, porque afinal de contas ela tinha razão quanto ao horário, desci para o seu pescoço, e soltando a sua toalha, para os seus seios.

Eu até acho que ela pensou em reclamar, no início... Mas ela também estava a fim. Na verdade, ela era a única das primas que não havia transado ainda, pelo menos era o quê eu pensara. Ela devia estar muito a fim de tirar o atraso.

Deslizei minha mão para dentro da toalha, tocando sua cintura, sentindo sua pele quente. Subi a mão para o seu seio, e ela gemeu dentro da minha boca, um – “Ufssssssss...” gostoso de ouvir. Minha mão apalpou seu seio firme, até atingir seu mamilo intumescido. Sua língua brincava com a minha, esperta, já. Após morder a sua boca, provocando-a, desci para o seu ombro, e na sequência para o seu seio, agora descoberto, enquanto levava a mão para baixo, até a sua coxa. Ela já se enrolava em mim, segurando minha cabeça, sussurrando que devíamos ir embora.

Deslizei a mão para o meio das suas pernas, e toquei sua xoxota, sutilmente. Ela gemeu mais alto, esticando o pescoço para trás. Cravei meus dentes nele, provocando-a, enquanto meus dedos deslizavam e brincavam com sua vulva, começando uma siririca lenta, mas constante. Ela resolveu igualar o jogo, e esticando a mão, pegou no meu pau, duro, por cima da minha cueca.

- “Putz... você está me deixando excitada...”, ela falou, mexendo nele, para frente e para trás.

- “Hmmmm... que gostoso.”, respondi, deslizando a outra mão para trás do seu corpo, até a sua bunda. Fiquei mexendo nela assim, uma mão pela frente e outra por trás, sentindo ela começar a menear a cintura, no ritmo dos meus carinhos.

- “A hora... Temos que ir embora...”, ela falou, sem parar de mexer no meu pau.

- “Só deixa eu acabar o quê eu estava fazendo ontem...”, falei, deslizando minha boca pelo seu seio, barriga, ventre e chegando na sua bocetinha. – “Nossa, que delícia de xaninha...”, falei, grudando a boca sobre seus lábios, e arrancando um gemido mais agudo dela.

Comecei a mexer a língua em movimentos circulares mais amplos, lentos, aos poucos crescendo em intensidade e diminuindo o raio, sentindo ela crescer em excitação, até começar a mexer a cintura em compasso com os meus movimentos, gemendo de modo mais entrecortado, mais rápido, e animado intensifiquei os movimentos mais, mais e mais, até que...

BLAM!!!

Abriram a porta do quarto, com um estrondo, jogando não um balde, mas uma caçamba de água fria em cima da gente. Nos ajeitamos, assustados, ela embaixo da toalha como deu, eu meio com cara de paspalho ao lado, vendo as duas irmãs entrarem no quarto, causando:

- “Vamos, vamos, vamos, seus arrombados!”, começou a caçula. – “Está todo mundo no ônibus já, esperando o príncipe e a princesa, aí.. Bora, caralho!”, falou, acendendo a luz, acabando completamente com qualquer clima.

As três começaram a falar juntas, numa zona impossível para duas cabeças masculinas acompanharem. Eu e meu pau fomos para o banheiro, frustrados e putos, acreditando que o universo conspirava para aquela transa não acontecer. Acabamos saindo do quarto, hiper acelerados pela Andreia, sem que eu tivesse visto a Fabi totalmente nua, de pé, podendo apreciar de verdade aquele corpinho moreno.

Entramos no ônibus, a Eliane sentada junto do guia comedor, as duas primas mais jovens fofocando uma do lado da outra, e eu sozinho no banco, puto, pensando nos pelinhos da xana da Fabi na ponta da minha língua.

Chegamos em uma praia muito bonita, meio deserta, em forma de ferradura. Na extremidade direita, segundo os guias, uma trilha de quinze minutos levava à área das piscinas, formadas atrás de umas pedras gigantes. Desaconselharam a trilha ao pessoal mais idoso, e assim mais uma vez os jovens foram mata adentro. Ao chegar lá, realmente o visual impressionava. “De cinema!”, era pouco, para descrever o lugar.

A turma foi se espalhando, esticando toalhas e cangas sobre as pedras, caindo na água com grande estardalhaço, e a próxima hora se perdeu com a galera gastando energia na água. Logo, entretanto, as garotas começaram a se esticar nas pedras secas, secando e torrando ao sol que, ao contrário da véspera, se apresentara ao trabalho com vigor. Os rapazes, por sua vez, estavam todos dentro da água, olhando as sereias secando ao sol, nas pedras. Olhando na direção de uma pedra em particular, com as três primas deitadas lado a lado, o falatório logo começou:

- “Caralho, meu... Olha aqueles três piteuzinhos!”, começou o Zé, um dos mais engraçados da turma. – “Passava a rola fácil, em qualquer uma delas.”

- “Piteuzinhos!!!”, repetiu o Raul, um dos caretas do grupo. – “Com esse linguajar de caipira, vai passar a rola é em alguma cabrita.”, completou, arrancando risos de todos, e chamando a atenção das três, que em um ballet coordenado, viraram de bruços, pondo as três bundinhas para jogo.

- “Nussa... Olha esses rabos... Puta que pariu, qual delas vocês escolheriam?”, falou o Luís. – “Eu sou louco pela Eliane...”, confessou.

-“Chegou tarde, vacilão... O porra do guia caiçara chegou antes.”, o Zé respondeu. – “Quem mandou ter pinto pequeno?”, concluiu, arrancando nova rodada de risadas.

“Eu voto na bunda da Andreia, fácil... Caralho, velho, é uma obra-prima!”, falou o Beto, um loirinho com cara de criança, quase arrancando minha concordância.

O bate boca sobre quem era a melhor seguiu por um tempo, até que o povo resolveu comer, no melhor estilo ‘Paulistas-Farofeiros’, o quê movimentou a turma. Aproveitei para, discretamente, puxar a Fabi para a frente das grandes pedras que dividiam o mar das piscinas, e assim ficando longe da vista da turma. Sentamos meio afastados, com o pretexto de apreciar a vista do mar quebrando contra as pedras, vista aliás, maravilhosa.

Recostados contra a parede natural de uma pedra enorme, estávamos isolados do resto da turma, dezenas de metros atrás de nós. A Fabi vestia um biquini estampado minúsculo, que mal cobria seus seios e xoxota. Falei para ela que, de novo, havíamos sido atrapalhados quando a coisa estava ficando boa.

- “Pois é...”, ela falou, sorrindo... – “E vou te contar que eu estava ficando animadinha, hoje cedo, hein...”, disse, aproximando seu rosto do meu.

- “Animadinha?”, respondi, dando um selinho nela. – “Caralho, meu pau passou a manhã toda brigando com a bermuda...”, conclui, arrancando um sorriso dela, antes de beijar a sua boca.

- “Você é foda, hein, Marcos... Caralho, queria comer as três primas, em um fim de semana só?”, falou, não exatamente brava, mas dando o tom de uma bronca.

- “Não sei do quê você está falando...”, comecei a me defender. – “O quê ninguém viu, não aconteceu para ninguém...”, respondi, cínico.

- “Ah, é?”, ela falou, segurando meu rosto e beijando minha boca. – “Tipo agora? Se ninguém viu, não aconteceu, é?”, disse, deslizando a mão pela minha perna, e se intrometendo por baixo da minha perna, despertando uma vez mais meu, constantemente enganado, pau.

Em pouco tempo a mãozinha atrevida dela mergulhou para dentro da minha bermuda, apertando meu pau, enquanto nossas línguas duelavam, aflitas. Ela a bermuda para baixo, liberando meu cacete envergado. Apoiei as costas em uma pedra mais baixa, ficando um pouco mais alto do que ela, em um convite mais do que explícito. Ela entendeu, e aceitou. Ajoelhada, aproximou a cabeça da minha cintura e, segurando meu pau pulsante pela base, abriu a boca e começou um boquete delicioso.

Eu olhava por cima das suas costas, até a sua bundinha empinada, mal coberta pelo triângulo minúsculo do biquini, e embora seus cabelos longos não me deixassem apreciar o boquete, o calor da sua boquinha me envolvia e, tive que reconhecer, me excitava muito, e rapidamente. Tentei esticar a mão e tocar sua bunda, mas ela logo se levantou, interrompendo aquela chupada dos deuses.

- “Isso aqui está bom, mas precisamos voltar... Logo, logo aparece alguém procurando a gente, e não vai ser legal nos pegarem assim.”, ela falou, segurando meu cacete duríssimo e puxando a bermuda para cima, sobre ele.

- “Eu não acredito que você vai me deixar, de novo, na mão...”, falei, choroso.

- “Quem mandou você dedicar toda atenção para as suas vizinhas, e deixar a pobre priminha do interior jogada às traças?”, ela disparou, inapelável.

Foi tão inapelável, e me soou tão verdadeira, que fiquei sem ação por uns instantes. Ela parecia disposta a judiar de mim mesmo, e ficando de pé na minha frente, de frente para o mar, veio se ajeitando com seu corpo à frente do meu, me fazendo encoxá-la. Um choque elétrico percorreu meu corpo, em um espasmo de tesão, assim que senti seu corpo encostado no meu.

- “Nossa, Marcos... O quê foi?”, ela perguntou, percebendo. – “Nem estou tão gelada assim...”, reclamou.

- “Gelada? Estou é arrepiado pelo contato com essa bundinha...”, falei, sincero, levando minha mão para a sua coxa, e subindo até alisar sua nádega arrebitada.

- “Ahhh, seu sacana... Eu seeeeeei que você é tarado por uma bundinha, viu...”, ela falou, me cutucando, mas curiosamente não saindo da minha frente. – “Pode ir tirando o olho cumprido daí.”

- “Nem estou com o olho nela...”, respondi, tentando ignorar a fofoca que ela trazia, e me dedicando a coisas melhores, como morder seu ombro enquanto puxava sua cintura de encontro ao meu corpo.

- “Mas está com outra coisa comprida assanhada, ai...”, ela falou, deslizando sua mão entre os nossos corpos, e apertando meu pau duro, que encoxava com gosto seu traseiro. – “Afe, eu não sei como as minhas primas da cidade encaram isso aqui, por trás.”

- “Dá uma chance para mim, e eu te mostro...”, falei, alisando meu objeto de desejo, aproveitando que ela havia se deslocado um pouquinho para frente, para apertar meu pau. – “Prometo que você vai adorar...”, falei, animado.

- “Não, seu tarado... Quem iria adorar seria você... Eu iria era sofre, e tô fora de sofrimento.”, resumiu, se virando de frente para mim, e beijando minha boca. – “Tenho coisa melhor para fazer com você.”, falou.

Ficamos nos beijando um tempo, até que voltei a alisar sua bundinha, enquanto ela voltava a mexer no meu pau por cima da bermuda, tentando me masturbar como dava. De repente ela disparou uma revelação:

- “Você fica ai, cobiçando minha bunda, mas eu também tenho minhas vontades secretas...”, falou, para completar antes mesmo que eu perguntasse: - “Sabe que eu sou muito curiosa para ver uma coisa?”, perguntou, junto ao meu ouvido, me provocando com sua línguinha.

- “Sério? E o quê é?”, perguntei, já imaginando que putaria junto com a Andreia ela iria revelar, animado com as perspectivas. Mas ela me surpreendeu, indo direto a outro ponto.

– “Sou doidinha para ver esse pauzão gozar, e ver se não é exagero o quê me disseram...”, disparou, me pegando completamente desprevenido.

- “Hã... Errrr... Sério?”, perguntei, meio sem jeito. – “O quê exatamente te falaram, gata?”, quis saber, curioso.

- “Que você parece um chafariz...”, ela falou, divertida, apertando meu pau de novo. – “Mas eu acho que é exagero... quero tirar a prova dos nove, ver ao vivo.”, falou, voltando a me punhetar por cima da bermuda.

- “É verdade, sim...”, respondi, aumentando a fantasia dela. – “Mas tem um segredinho...”, provoquei.

- “Sério? Qual? Fala, vai...”, ela quis saber, assanhada.

- “Dá a bundinha para mim...”, respondi, deslizando a mão para dentro do biquini dela, enquanto mordia seu pescoço.

Ela teve um ataque de riso, fugindo do meu abraço de urso e socando meu peito, sem parar de rir, enquanto dizia que eu não prestava. Finalmente, quando nossos corpos estavam enfim separados, os moleques da turma surgiram por trás de uma pedra, nos chamando e dizendo que o pessoal estava nos procurando, preocupados com nossa ausência. Na mesma hora um olhou para o outro, e dissemos juntos: - “Andréia!”, sabendo de imediato ‘quem’ estava interessado(a) em nossa ausência.

Voltamos para junto da galera, a bagunça logo nos afastando, e assim o tempo foi passando, comigo travando o olhar em cada movimento da Fabi, frustrado por ter batido na trave tantas vezes seguidas com ela, em um único final de semana. Até pensei em algo durante a volta a para a pousada, mas o ritmo acelerado de todos incluindo almoço e preparativos para a viagem de volta a São Paulo inviabilizaram qualquer sonho meu.

Assim, em poucas horas estávamos todos de volta ao ônibus, rumo à nossa casa. O quê não contávamos era com um acidente na estrada à nossa frente, que adicionou três horas ao nosso já longo retorno. Todos os estratagemas para fazer o tempo passar, foram se extinguido: Conversas, roda de piadas, jogos de cartas, filmes... Finalmente, o ônibus pareceu cair em um sono profundo, a escuridão aumentada pelas cortinas fechadas, o anda-para monótono embalando um sono profundo da turma toda... Bem, quase toda.

Após muitas mudanças de assentos, tentando manter a conversa viva na turma do fundão, como havíamos sido apelidados, estávamos eu e a Andreia sentados juntos, a Fabi sozinha do outro lado do corredor, enquanto a Eliane, também sozinha, já que o seu guia particular estava entretido em atender os velhinhos do ônibus, estava algumas poltronas para frente.

- “Esse ar está gelado.”, a Andréia reclamou.

- “Vem cá, que eu te esquento...”, falei, honesto, abraçando o corpo dela, por trás.

- “Não começa...”, ela respondeu, sem que eu tivesse pensado (naquele momento) em nada mais abusado.

Ficamos abraçados, eu encoxando ela, embaixo da manta do ônibus, curtindo o silêncio da turma em repouso. Mas, não havia como não acontecer... O contato com a bunda dela grudada ao meu corpo logo pôs meu pau em estado de alerta. Ela, claro, notou.

- “Afe, Marcos... Eu não acredito.”, ela reclamou, lacônica. O comentário, óbvio, fora feito muito mais para despertar a atenção da prima, do outro lado do corredor, do que para me repreender. Resolvi entrar no joguinho.

- “Você não reclamou de frio? Deixa eu te aquecer...”, falei, deslizando as mãos para a frente do seu corpo, uma por baixo da sua camisa, apertando seu seio gostoso, enquanto a outra buscava o meio das suas coxas.

- “Ufsssss... Ahnnnn, para, seu safado.”, ela respondeu, mais uma vez mais para a sua prima, do que para mim. Mas, se ela queria fazer jogo de cena para a prima, pensei, problema dela... eu iria aproveitar.

- “Tesão... Esse seu corpinho me deixa louco...”, sussurrei, para garantir que a prima não me ouvisse, enquanto deslizava as mãos pelo corpo dela. Como ela vestia a tal da minissaia, velha conhecida, as coisas ficavam melhores. Escorreguei a mão pelo meio das suas coxas quentes, até sua calcinha. – “Hmmmmmm... que calorzinho gostoso!”, falei, mordiscando a ponta da sua orelha.

A próxima meia hora foi gasta entre passadas de mãos, beijos, chupões, mordidas e encoxadas, tudo devidamente filmado pela prima do interior, pude notar. Nada disso me ajudava no jogo de conquista para cima da Fabi, eu sabia, mas... Eu não iria perder a chance de um amasso exibicionista da Andréia, que bem ou mal estava perto de mim toda semana, pela remota oportunidade com a prima do interior, por mais deliciosa que ela fosse, e eu quisesse... e, a bem da verdade, eu queria muito. Afastei esse pensamento.

O lenga-lenga do ônibus prosseguia, e eu já estava gostando disso. Puxei a calcinha da Andréia para baixo, deixando-a nua por baixo da sua minissaia, facilitando o ataque dos meus dedos. Com ela deitada de costas na poltrona, afastei suas coxas e, sem parar de beijar sua boca, mordiscar seu pescoço e atacar sua orelha, fui masturbando-a em um ritmo crescente, sentindo sua xoxota molhada encharcar meus dedos. Ela gemia de modo controlado junto ao meu ouvido, sua cintura meneando no ritmo do meu carinho.

Virando meu corpo em direção ao dela, colei minha boca à dela e deslizei meu dedo médio para dentro da sua xoxota. Ela gemeu alto, enquanto eu a penetrava cada vez mais veloz com meu dedo. Aproveitando a excitação dela, puxei suas pernas para cima, encolhendo-as, e com isso fazendo-a totalmente exposta ao ataque dos meus dedos. Surpreendendo-a, toda arreganhada na posição de frango assado, deslizei meu dedo melado para baixo pelo seu ventre, até chegar ao seu ânus. Sem aviso, rodeei seu buraquinho, melando-o, e deslizei meu dedo médio para dentro dela, enquanto grudava minha boca no seu ouvido sussurrando: - “Tesãããããããããoooo...”

Atacada de surpresa, ela quase ficou doida... Gemeu alto, chamando a atenção da prima, do outro lado do corredor. Surpreendendo-a de novo, a virei no banco, de barriga para baixo. Ela empinou a bunda, meio ajoelhada sobre o banco, o cobertor caindo de cima dela no movimento. Puxei sua minissaia para cima, e deixando sua bunda exposta, deslizei novamente o dedo para o meio das suas nádegas, penetrando-a de novo.

A um metro de nós, mesmo no escuro, eu podia ver o semblante da Fabi, entregue ao voyeurismo de ver a prima sendo enrabada pelo meu dedo, enquanto gemia de tesão. Meu dedo médio entrava e saia de dentro dela, rapidamente, enquanto ela gemia e rebolava a bunda, apontada para o teto do ônibus.

Subitamente, um travesseiro de ônibus voou em nossa direção, nos atingindo. Na velocidade da luz paramos, ela puxando o cobertor fino sobre seu corpo, enquanto eu virava de frente para a janela, fingindo dormir. Uma pessoa passou, entrando ruidosamente no banheiro. Permanecemos assim uns minutos mais, após a saída do passageiro intromissor, até que ele voltou para a frente do ônibus. Mal deu tempo de eu fazer algo.

Me puxando para o banco próximo ao corredor e com isso trocando de lugar comigo, a Andreia simplesmente puxou o cobertor para baixo, expondo meu cacete duro. Em uma linguagem não falada, se comunicou com a prima, a menos de um metro de distância. Apontou meu cacete duro para cima, e na sequência para a prima, como que convidando-a a participar da bagunça. Olhei para ela, atônito, surpreso. Ela fez que não.

A Andréia, que até então masturbava lentamente meu pau, posicionou sua cabeça sobre ele, e desceu, languidamente, de modo safado, chupando-o com volúpia ao erguer a cabeça. Repetiu esse movimento algumas vezes, em uma chupada maravilhosa, sem parar de me punhetar. Apontou novamente o cacete para a prima, uma vez mais convidando-a a participar, lasciva. A Fabi olhava aquilo, divertida, apreciando a devassidão da prima.

Aproveitando que estava de minissaia, e sem calcinha, na sequência ela se ajeitou sobre mim, me fazendo penetrar sua xoxota, e começou a me cavalgar. Senti o calor da sua xoxota apertada envolver meu cacete, de forma deliciosa.

Ela corcoveava sobre meu corpo, tentando abafar seus gemidos socando seu rosto junto ao meu ombro, mas sem sucesso. Subitamente, saiu de cima de mim, ficando de pé no corredor, e sem o menor pudor me puxou atrás dela, em direção ao banheiro do ônibus, dois metros atrás de nós. Fez isso me puxando pelo pau, na frente da sua prima.

Assim que entramos no banheiro de espaço exíguo, e fechamos a porta atrás de nós, ela se ajeitou à minha frente, o rosto quase colocado na janela vertical estreita, um pé no chão e o outro sobre a tampa do vaso, puxou a minissaia para cima expondo sua bunda branquinha maravilhosa e, objetiva, disse: - “Vem... Rápido, antes que chegue alguém...”

Eu mal podia acreditar naquilo. Meu pau pulsava de tesão, e olhar aquela bundinha maravilhosa à minha frente quase me fazia gozar sem nem mesmo tocá-la. Alisei meu cacete duro, respirando fundo para me controlar, e apontei a cabeça para o alvo perfeito. Quando encostei, ela disparou:

- “Atrás não, seu arrombado... Tá louco? Vem, põe na frente...”, falou, me dando um meio banho de água fria... mas não muito.

Obedecendo à orientação dela, penetrei sua xoxota, sentindo-a novamente apertar meu cacete com a xaninha quente. Ela não queria saber de enrolação, e empurrou a cintura para trás, me fazendo-a penetrar profundamente. Segurando-a pela cintura meti com vontade nela, tentando não me excitar muito, porque seria complicado fazer uma meleca naquele banheiro apertado, ainda mais sem nada para limpar, depois.

Do lado dela, entretanto, ela não parecia preocupada com nada que não fosse o próprio prazer. Mexia-se com vontade, fazendo nossos corpos se chocarem, produzindo um barulho que, para mim, parecia estar chegando até o motorista. Sabíamos que não tínhamos muito tempo, antes que mais algum dos velhinhos resolvesse usar o banheiro e, ao vê-lo ocupado, decidisse aguardar em frente a porta.

- “Vem... senta aí, que eu quero gozar!”, ela decretou. Me sentei sobre a tampa do vaso, apontando o cacete para cima. Ela tentou vir sobre mim, de frente, mas não havia onde ela colocar suas pernas. Virou-se de costas, e mais uma vez eu fiquei olhando aquela bundinha deliciosa se aproximar de mim, impotente. – “Assimmm... Delícia...”, ela falou, se sentando sobre meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo, de costas para mim.

Ela se inclinou para frente, e ajudada pela minha mão guiando sua cintura para cima e para baixo, foi me cavalgando como dava ali, rapidamente. Sua boceta encharcada melava meu cacete, que deslizava fácil para dentro e para fora dela. Logo ela se debruçou para trás, virando o pescoço e buscando minha boca. Levei minhas duas mãos para os seus seios eriçados, enquanto ela pos a mão no meio das suas pernas e começou a se masturbar. Em três minutos de pula-pula sobre mim, gozou com sua boca atarracada à minha, me fazendo ter certeza de que haveria uma multidão no corredor, quando abríssemos a porta.

Rapidamente ela se levantou, arrumando a minissaia e se preparando para sair.

- “Dá um tempo, depois que eu sair...”, falou, destrancando a porta.

- “Tá falando sério?”, perguntei, indignado. – “Vai embora e vai me deixar assim?”, perguntei apontando com a cabeça para o meu pau duro, dando pinotes de tesão.

- “Ai, queridinho...”, ela falou, se abaixando e me dando um selinho. – “Não dá para fazer nada aqui, né... Mas eu fico te devendo essa. Em São Paulo, assim que der, eu pago essa dívida.”, concluiu, saindo do banheiro rapidamente, e me deixando lá, de pau duro.

Esperei um pouco e sai para o ônibus, para encontrá-la ocupando os dois bancos onde estávamos, embaixo da coberta. Se ela queria me irritar, havia conseguido... Não entendi o porquê dela estar agindo assim, mas... fazer o quê? Olhei para o banco da Fabi, e vi que ela não estava lá. Sentei-me nele, junto a janela, e fiquei olhando para a paisagem, finalmente passando rápida novamente, nos levando para mais perto de casa. A Fabi logo retornou, vindo da frente do ônibus.

- “Desculpe, achei que você havia ido sentar com alguém... Vou te devolver seu lugar...”, falei, começando a sair para deixá-la a vontade com os dois bancos que estava ocupando.

-“Ai, Marcos... para de ser bobo.”, falou, sentando no banco do corredor. – “Fica ai...”, concluiu, logo mudando de assunto. – “Fui lá na frente conversar com o motorista, pedir para ele me deixar na rodoviária do Tietê... Senão, não chego em casa hoje.”

- “Você pode ficar na minha... Vai ser um prazer!”, falei, sorrindo para ela, cafajeste.

- “Ah, vai, né? Tenho certeza de que sim...”, ela falou, olhando para mim com um sorriso irônico. – “Eu, você e a Déia, né?”, perguntou, levantando uma sobrancelha, jogando na minha cara a aventura com a prima. Definitivamente, aquilo não havia pego bem, nem iria me ajudar com ela.

- “Tá vendo só? Isso só melhora...”, respondi, cínico, ganhando um tapa, com pouco caso.

A próxima meia-hora foi gasta meio que tentando apagar a má impressão da aventura com a prima. A sorte é que a menina estava muito, mas muito excitada. Com nós dois deitados nos bancos, um de frente para o outro, fiquei alisando o braço dela, de leve, sentindo-a quente e arrepiada. Ela abriu o jogo:

- “Você me deixou excitada o fim de semana todo, tá sabendo? Você é muito mau...”, disse, se aproximando do meu rosto, e me beijando.

Eu estava subindo pelas paredes, já, e aquilo me acendeu em questão de segundos. Logo eu puxei as mantas sobre nós, e comecei a alisar suas pernas, seus seios por baixo da camisa, sem parar de beijá-la. Ela finalmente levou sua mão para baixo, e alisou meu pau, por cima da bermuda.

- “Nossa, Marcos...”, ela falou, admirada com meu estado de ereção. – “Como você consegue?”, perguntou, curiosa. Achei que não valia a pena explicar que só quem aproveitara a transa no banheiro até o fim havia sido a prima dela, não eu.

- “Porque eu estou o fim de semana todo tentando ficar com você, e sempre alguém aparece para atrapalhar...”, respondi, sincero.

Ela pareceu ter gostado da resposta, porque imediatamente se jogou sobre mim, me beijando enquanto deslizava a mão para dentro da minha bermuda. Aproveitei ela deitada sobre mim, e alisei sua bunda com prazer, me pondo mais excitado ainda. O beijo foi crescendo de intensidade, e já que ela estava assanhada, com a mão dentro da minha roupa, entendi que eu tinha o mesmo direito. Deslizei a mão para dentro da sua legging apertada, e senti sua calcinha lisinha, me parecia de cetim ou algo parecido, um convite para minha mão alisá-la.

O amasso foi crescendo, e eu aproveitei a cobertura da manta para baixar sua legging até suas coxas, deixando minha mão com mais liberdade para alisar suas nádegas. Daí para correr a mão para dentro da sua calcinha, foi um pulo, e logo senti sua xaninha completamente molhada, me convidando para aventuras maiores. Tentei puxar também sua calcinha para baixo, mas ela segurou minha mão:

- “Deixa minha calcinha no lugar, safado.”, sussurrou junto ao meu ouvido, sem parar de me punhetar.

- “Isso é injusto.”, reclamei.

- “Uma prima só por trajeto, já é o suficiente, garanhão.”, retrucou, mostrando que não estava disposta a esquecer minha transgressão.

- “Afff... Não acredito nessa maldade...”, falei, sem encontrar apoio na minha queixa. Alás, quando alguns minutos depois, já que nosso amasso prosseguia, eu pedi para ela por a boquinha no meu pau, levei outra paulada:

- “Não estou a fim de chupar minha prima por tabela...”, falou, ainda manuseando meu cacete, duríssimo, para cima e para baixo.

- “Mas lá na pousada, na cama, a gente estava junto... os três...”, argumentei. – “Não tem lógica isso...”, falei, frustrado.

- “Não preciso ser lógica... Sou uma garota, lembra?”, ela falou, arrancando uma gargalhada de nós dois, ao mesmo tempo, que quase cortou o clima.

- “Não consigo esquecer disso...”, falei, aproveitando que ela saíra de cima de mim e estava ao meu lado agora, e virando-a de barriga para cima, tocando sua boceta por dentro da calcinha, iniciando uma siririca gentil, mas decidida.

Ela afastou as coxas, deitada agora de costas no banco do corredor, facilitando o acesso aos meus dedos, enquanto beijava a minha boca. Eu torcia desesperadamente para a Andréia ser tão parceira como a própria Fabi fora, antes, e que atirasse um travesseiro na gente se alguém viesse pelo corredor, porque eu estava ocupado demais em dar prazer à minha querida caipirinha, esperando que ela gozasse e assim resolvesse me perdoar. A coisa foi crescendo, crescendo, ela começou a murmurar coisas dentro da minha boca, a gemer, rebolar, e então, quando eu achei que ela iria explodir num orgasmo delicioso...

Ela interrompeu minha siririca e, segurando minha mão, aflita, se virou no banco, de frente para o corredor, dando as costas para mim, ofegante, tentando recuperar a respiração. Frustrado (de novo), sussurrei junto ao ouvido dela um – “Por que parou?”, ganhando um – “Sossega!”, como resposta lacônica.

Sem ter o quê fazer, resolvi aproveitar ao menos o fato dela não ter puxado a calça para cima. Já que estava com a legging pelas coxas, encoxei ela, ajeitando as mantas sobre nós, e fazendo meu pau se encaixar entre as nádegas dela, sentindo o quanto a calcinha que ela usava era lisinha e gelada ao toque. Puxei a calcinha dela um pouco para baixo, roçando a cabeça do pau no seu reguinho, e sussurrei no seu ouvido:

- “Vem... Vamos aproveitar...”

- “Não... Assim, não.”, ela respondeu.

- “Tá bom... Fique tranquila, então.”, respondi, levantando a perna direita dela, e ajeitando meu cacete duro entre suas coxas. Abaixei na sequência a sua perna, fazendo-a amassar meu pau entre suas pernas, enquanto eu roçava sua xoxota, por cima da calcinha.

Fiquei uns minutos assim, deslizando meu pau para frente e para trás, no meio das suas coxas, sentindo sua calcinha cada vez mais molhada, e ela gingando o bumbum, lentamente, no ritmo da minha encoxada. Fui mordendo o ombro dela, seu pescoço, a ponta da orelha, até ela por a mão para trás, na minha cintura, me puxando de encontro à sua bundinha. Sussurrei em seu ouvido:

- “Não vejo a hora de estar com você sem essa calcinha, e sem ninguém atrapalhando...”

- “Eu também...”

Nessa hora as luzes do ônibus se acenderam, com o motorista abrindo a porta da cabine para o corredor e chamando o nome dela, anunciando que chegáramos na rodoviária do Tietê. Ela deu um pulo, saindo para o corredor com a calça ainda abaixada, puxando-a rapidamente para cima, enquanto eu travava o olhar naquela bundinha mal coberta por uma calcinha rosa, em um tecido brilhante. Ela pegou a mochila, acima das nossas cabeças, e abaixou para me dar um beijo de tchau, rápido, saindo tropeçando em direção à frente do ônibus.

Pela enésima vez na viagem, vi a Fabi escapar das minhas mãos... Ou do meu pau. Assim que ela desceu, dado o atraso monumental por causa do acidente, o ônibus começou uma via sacra, deixando os tiozinhos de mais idade em pontos meio afastados da nossa rota, para diminuir o transtorno para eles. Nesse ínterim, a Fabi conseguiu comprar a passagem e embarcar no ônibus rumo à Campinas. Acomodada ali, ela me chamou no Whats:

- “Cacete, meu... Essa viagem foi a mais insana da minha vida!”, falou. – “Por sua causa.”, completou.

- “Não sei de nada...”, respondi, pensando na próxima frase, e decidindo com a cabeça de baixo. – “Só sei que o botão da minha bermuda acabou de voar longe, tal o quanto ela está estufada.”

- “Você??? Você não sabe como eu estou aqui... Vou ter que tomar dois banhos gelados quando chegar em casa, porque um só não vai dar jeito.”, falou, fazendo meu pau crescer ainda mais.

- “Não acredito que você foi embora... Estou inconsolável aqui...”, escrevi, sincero. – “Quando é que a gente vai conseguir marcar outra viagem dessa, para eu poder te ver de novo?”, falei, meio besta, sem pensar que era só dirigir 100km e resolver isso.

Mas, ela foi muito mais assertiva do que eu...

- “Outra viagem, realmente eu não sei...”, começou. – “Mas me ver de novo, penso que no aniversário da Déia, daqui há duas semanas! Ou você já esqueceu disso?”

Esquecer, eu não havia esquecido. Mal sabia disso, zerado que sou com esses lances. Mas, agora, eu não iria esquecer disso tão cedo. Na verdade, iria contar os minutos.

Eu só precisava, pensando de maneira mais imediata, resolver a questão do meu tesão acumulado, e meu pau duro, naquela noite, ainda.

Mal sabia eu que a viagem ainda demoraria para acabar.

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