Silvana com passe livre em Nova Iorque - 2/3

Um conto erótico de Silvana
Categoria: Heterossexual
Contém 4276 palavras
Data: 31/10/2023 19:24:20
Última revisão: 13/04/2024 12:36:06

Acordei na quarta-feira de manhã e resolvi tomar café no hotel. Pedi um café preto, comi uma omelete e um iogurte grego com frutas vermelhas.

Durante o café, escolhi uma mesa afastada, para poder ver as fotos e vídeos da noite anterior. Não consegui ver todos os vídeos, mas vi as fotos e a maioria dos vídeos.

Uma das fotos me chamou a atenção.

Muito bem enquadrada, aparecia meu rosto, com a cabeça do pau toda dentro da boca e eu olhando, com cara de tesão e ao fundo minha bunda com a calcinha vermelha, já um pouco fora de foco”

Mandei para o Edu:

“Bom dia meu amor, achei essa foto tesuda, gostou?”

Ele respondeu rapidamente.

“Bom dia minha querida, também achei linda essa, você está bem putinha! Adorei”

“Estou tomando meu café, vendo as fotos, foi uma transa ótima! Obrigada novamente pelo passe livre”

“Pelos vídeos e fotos foi uma ótima transa mesmo, adorei! Tenha um bom dia meu amor, bom curso”

Cheguei no curso exatamente quando estava começando e já entrei no meu grupo de americanos.

No almoço falei rapidamente com o francês, mas não quis ficar de papo e chamego, pois não queria passar uma mensagem de romance ou envolvimento. Foi uma ótima noite, gostei de falar com ele, mas não desejava dar espaço para intimidade. Estranho dizer isso depois de ter chupado o pau dele, beijado e gozado no seu pau, mas queria um pouco de espaço. Não quis ser esnobe, mas apenas ter meu espaço e ele percebeu. Foi educado, conversamos, mas ficou claro que não iria rolar nada com ele naquela noite.

Terminei a quarta-feira com meu grupo, a moça com três anos de empresa e o estagiário, ambos novaiorquinos. Continuei percebendo os olhares atentos do garoto me cobiçando, mas não dei muita bola.

Me lembrei de um ótimo livro que li, muitos anos atrás, chamado “Os 100 melhores contos brasileiros do século”, no qual um dos contos havia uma metáfora de “Caninos pingando Sangue” para um homem muito excitado. Aquele garoto estava com os caninos pingando sangue, apesar do pouco espaço que eu lhe dava.

Em condições normais, ainda mais em situações profissionais, já teria dado um corte no rapaz, mas o deixei olhar, afinal estava com o meu “passe livre” válido ainda, mesmo não sendo meu tipo, pelo fato de ser muito novo. Apesar disso deixei ele olhar, aproveitando meu momento de liberdade.

Terminado o curso, saí rapidamente e voltei sozinha para o hotel.

Jantei no quarto, vi TV e falei por vídeo com meu marido. Senti uma saudade enorme dele, falamos da minha transa, da punheta que ele bateu com os vídeos, e da cena que mais gostou que foi me ver dando em pé, em frente ao espelho, com a bunda arrebitada. Gostei também, até me deu tesão ao lembrar. Contei para ele como foi a sensação de poder dar minha bocetinha de casada e agradeci o passe livre que ele me deu. Falar com ele ajudou a tirar uma certa tensão que fiquei durante o dia. Tinha trocado mensagens com o Edu, mas não falamos abertamente da transa. Ele perguntou se foi bom, falei que sim, mas sem dar muitos detalhes. À noite, falamos por quase uma hora e contei tudo, me senti mais leve depois de notar que revelei tudo que senti e fiz, inclusive porque muitos detalhes não foram filmados e que ele gostou, me apoiou e teve tesão por mim.

Na quinta-feira, logo de manhã a moça do meu grupo me avisou que logo mais à noite ela, o estagiário e uns amigos iriam em uma balada ali perto e eu estava convidada para ir.

Agradeci e falei que iria pensar.

Perto da hora do almoço recebo uma mensagem,

“Olá minha querida, como está o curso? E seus amigos novaiorquinos? Tudo indo bem?”

“Oi Edu, meu amor! Tudo bem sim, o pessoal aqui de NY me chamou para uma balada hoje, não sei se vou”

“Vai sim, se divertir, dançar, melhor que ficar no hotel”

“Pode ser, vou falar com eles e aviso”

Durante o almoço, encontrei o francês com os outros dois amigos, conversei rapidamente com os três e saí para pegar um café. Naquele momento o estagiário parou do meu lado e perguntou:

— Vai na festa hoje?

— Não sei, onde vai ser? O que rola?

— Tem um bar novo com uma boate no subsolo, só entra com o nome na lista, e a casa já está lotada. Eu coloquei seu nome na lista na terça-feira, quando você entrou no nosso grupo de trabalho, mas naquele dia você foi embora tão rápido que não deu tempo de avisar. Eu só consegui colocar seu nome porque conheço a hostess, pois já não tem ingresso faz mais de um mês!

— Nossa! Mas por que?

— Hoje tem show do TIësto

— Tiësto? Sério? Eu vou sim!

— Ele tem uns drops sensacionais, não acha?!

— Tem sim, ele manda muito bem nos drops!

Depois daquele papo fui olhar na internet o que é o “Drop” que ele comentou e descobri que é o ponto auge da música, que muda o ritmo e incendeia a pista! Pelo menos foi o que entendi.

Ouvi uns exemplos de drops do Tiësto e tive certeza que a música dele é sensacional!

“Edu, hoje tem show do Tiësto! O mesmo que você perdeu em Las Vegas!”

“Ahhh que legal, vai lá e me conta!”

“Vou sim, só não sei com que roupa! Só tenho roupa de trabalho aqui”

“E o vestido que levou para o happy hour? Que acabou não usando?”

“Pensei nele, mas mesmo assim vai até abaixo do joelho! Vou pensar!”

“Vai sem calcinha, pelo menos! hahahaha”

“Sem calcinha só se for curtinho! hahaha”

“Seja como for, vai estar linda e divirta-se minha querida”

Terminamos o penúltimo dia de treinamento e voltei para o hotel. Como o bar e a boate onde iríamos tem um acesso meio reservado, o estagiário ficou de me pegar às 22h para irmos juntos.

Tomei um banho, vesti roupa despojada para ir jantar, vesti uma calça jeans e uma camiseta branca, sem sutiã, para provocar um pouco e me sentir sexy e às 20h desci até o Chelsea Market para comer um sanduiche.

Voltei antes das 21h e já na volta fiquei pensando como faria para ir na balada com uma roupa adequada, até que tive uma ideia!

Entrei no quarto, tirei toda a roupa e coloquei o vestido preto. Ele é bonito, justinho, estilo tubo até abaixo do joelho e tem uma alcinha fina que deixa as costas expostas, por isso eu trouxera um bolero para compor o visual corporativo, mas naquela noite não precisaria dele. Para quem não sabe, um bolero é como um blazer curtinho, que termina logo abaixo dos seios e no meio das costas, usaria para cobrir as costas nuas e dar um clima mais corporativo também na frente. Mas era desnecessário na balada.

Lembrei de um cinto preto, largo que trouxe, que uso com uma saia de couro longa, que vai até o pé, e tive uma ideia. Ergui o vestido até virar uma minissaia, dobrei na altura da cintura e coloquei o cinto por cima. Com o cinto parecia um vestido tubinho curtinho, de alcinha e costas de fora.

Tirei uma foto do espelho e mandei para o Edu:

“E aí? Como estou?”

“De onde você tirou este vestidinho curtinho? Comprou?”

“Não! É o vestido do happy hour que não tinha usado. Só dobrei na cintura debaixo do cinto!”

“Tá curto esse vestido ein!? Gostei!”

“Balada do Tiësto, vestido comprido não entra! Hahaha”

“E qual calcinha está usando?”

Abri um pouco as pernas e tirei uma foto com a câmera frontal do celular, mostrando minha bocetinha lisinha e o vestido curto e mandei a foto com o texto:

“Nenhuma, estava testando aqui, toda nua, e estou achando que vou assim, você mesmo sugeriu!”

“Está linda e quero que se divirta. Eu te amo”

“Também te amo meu amor, estou com muitas saudades”

“Eu também, bom show”

Ainda eram 21h30min, arrumei o cabelo, fiz uma maquiagem leve, passei um perfume e abusei em um batom vermelho, que se destacou com o vestido preto.

Vesti meu scarpin de salto médio número 33 que seria usado no happy hour e ficou adequado para sair para dançar.

Peguei minha bolsa Gucci Soho disco preta que ganhei do Edu e coloquei o passaporte, batom, celular e um cartão de crédito. Vestida a tiracolo combinou com o visual final.

Desci perto das 22h e assim que desci vi o estagiário no lobby.

Foi evidente a cara de surpresa que ele fez quando me viu. Disfarcei, e fiz que não notei.

Saímos em direção ao Bar. Caminhamos e conversamos por poucas quadras e chegamos lá no bar.

Na entrada a hostess sorriu para mim e perguntou:

— You must be Silviana! (voce deve ser a SIlvana)

— Yes, I am, why? (Sim, por que?)

— This guy here bothered my all day in Tuesday to include your name in the list! I hope you enjoy the show! (esse cara me incomodou o dia todo na terça para colocar seu nome na lista, espero que goste do show!)

Ela olhou para o estagiário e disse.

— You owe me one. Remember that! (Você me deve uma, lembre-se disso!)

Agradeci o esforço dele e entramos. Rapidamente encontramos a moça do nosso grupo de trabalho e mais alguns amigos e amigas deles no balcão do bar. Todos na faixa dos 25 anos e eu, mas me senti bem com eles e não posso deixar de dizer que das mulheres ali, eu era uma das mais interessantes. Pela cara do estagiário, certamente a mais interessante!

A boate fica no subsolo do bar, e a pista abriria às 23h. O show começaria à meia noite e iria até as 2h da manhã. Depois voltaria o DJ animando a pista.

Ficamos no bar, consegui um banco para me sentar e ficamos conversando.

O banco alto fazia o vestido ficar mais curto, deixando as minhas coxas completamente a mostra, tinha que cuidar para que todos não notassem que eu estava sem calcinha.

Todos estavam animados com a expectativa do show. Pedimos uns drinks, tomei um moscow mule, e logo depois outro. Quando chegou a hora de descermos, ao sair do banquinho, quase me desequilibrei, tentando evitar que vissem minha bocetinha sem calcinha. Não sei se foram os dois moscow mules não foram os culpados, ou minha preocupação de não mostrar que estava sem calcinha, mas seja por qual motivo, o estagiário me segurou.

De fato, ele aproveitou para me segurar com firmeza pela cintura e sorri agradecida e falei.

— Obrigada por me segurar.

— Foi um prazer!

Antes de descermos, mandei uma mensagem para o Edu

“Meu amor, estamos saindo do bar e entrando na boate, o show começa à meia noite!”

“Divirta-se minha querida”

A entrada da boate era bem diferente. Fomos em direção aos banheiros, entramos em uma antessala que dava acesso aos banheiros do bar, masculino e feminino, os dois à direita. Esta antessala, além dos banheiros a direita tinha à esquerda uma estante, praticamente uma parede com livros antigos, como uma biblioteca centenária. Ao fundo uma pessoa controlava o lugar.

Somente ao chegar perto notei que no meio dos livros tinha uma porta bem escondida, e a pessoa ao fundo recebeu nossos ingressos carimbou nossos pulsos esquerdos e testou com uma luz negra. Vi escrito “Tiësto”. Todos carimbados e validados na luz negra, foi aberta a porta dando acesso a uma longa rampa inclinada de aproximadamente cinquenta metros. Luzes de neon no teto ajudavam a ver o caminho e faziam um desenho fluindo em direção ao subsolo e fomos descendo. O estagiário colocou as duas mãos na minha cintura e gentilmente tirei. Ele desceu ao meu lado enquanto eu olhava aquele caminho surpreendente.

Ao chegar no final da rampa vi uma área enorme com muita música eletrônica tocando, e muita luz negra destacando os carimbos nos pulsos. Via-se alguns cubos grandes de quase dois metros de altura e sobre todos eles via-se mulheres seminuas com roupas bem diferentes fazendo uma dança performática. Ainda não estava cheio, mas não paravam de entrar mais pessoas.

Fomos até ao bar da boate que ficava à esquerda com o palco ao fundo.

Apesar de ser um subsolo, tinha um pé direito bem alto, uns oito metros ou mais! Som excelente e muita luz animada também!

Recusei o terceiro moscow mule, pois já estava me sentindo alegre e o som e luzes já estavam me animando o suficiente.

Fomos dançar e estava adorando! DJ excelente, som de primeira e local espaçoso.

A boate tinha dois banheiros femininos à direita de quem entra e um banheiro unissex, bem grande, ao lado do bar, à esquerda.

Achei curioso e entrei para ver. Uma pia enorme percorria toda a parede à esquerda, muitas meninas retocando a maquiagem e conversando. Ótima iluminação do espelho, o que é importante para a maquiagem! Gostei.

À direita umas oito cabines individuais com porta e vaso tomavam aproximadamente dois terços da parede. Algumas mulheres usavam os banheiros com a porta aberta. Em uma cabine, uma moça sentada no vaso, conversava com outra garota que se maquiava na pia. Achei muito desprendimento daquele papo, mas quase ninguém se importava com aquilo. Notei quando ela se levantou do vaso e abaixou o vestido, estava sem calcinha, como eu.

Ao fundo, à direita, depois das cabines, tinha um mictório masculino de uns seis metros, com uns seis caras usando naquele momento.

Uma moça gordinha dançava ali no banheiro, perto do mictório masculino e “disfarçadamente” ficava olhando o pau dos caras de lado ou por cima dos ombros deles.

Tudo isso na maior naturalidade.

Aproveitei para ir ao banheiro. Entrei em uma das cabines, e fechei a porta, é claro!

Voltei para o bar e já me chamaram para ir para a pista. Aceitei e fomos!

Me envolvi com aquela música, com a luz, entrei em transe e estava bem animada. Eu adoro dançar, quando era nova, adorava sair com uma amiga para dançar a noite toda. Tirei algumas fotos e mandei para o Edu.

“Balada sensacional! Esperando o Tiësto”

A casa foi enchendo e o estagiário ficava me encoxando. Já estava gostando daquilo e mandei uma mensagem para o Edu.

“Vou usar meu passe livre novamente essa noite! To com tesão, a boceta da sua esposa ta piscando!”

“Seu passe livre é válido por toda semana, aproveita e faça o que tiver vontade!”

“Você é um putinho safado, te amo e tô com tesão!”

“Gosto de ver e sentir você com tesão! Aproveita!”

Já não me importava mais de sentir as mãos do estagiário no meu corpo, estava me sentindo putinha safada, do jeito que gosto e as mãos dele no meu corpo ajudavam a me sentir safada.

Vi que todos dançavam de maneira sensual, quase se beijando e esfregando os corpos uns nos outros. Resolvi fazer igual e deslizava meu corpo no estagiário que me apertava e pude notar seu pau duro roçando minha barriga e às vezes minhas costas.

Ficamos ali, naquele clima sensual, quase erótico até que vimos que o show iria começar. Muita gente foi se apertar lá na frente, mas resolvemos ficar mais para trás. Os amigos do estagiário foram mais para frente, falei que ele poderia ir se quisesse, mas falou que ficaria comigo. Todos os amigos foram para perto do palco e ele ficou comigo. Claro que super mal intencionado!

Não posso negar que ele estava focado, desde terça-feira, quando falou com a amiga hostess e colocou meu nome na lista, estava tentando criar uma situação para ficar sozinho comigo.

Começou o show, todos os amigos estavam lá na frente e ficamos mais no fundo do salão, porém vendo muito bem o show. O ambiente estava lotado e nós ali, no meio de estranhos.

O som era hipnotizante, as luzes no ritmo da música me deixaram louca, estava adorando aquele show, aquele lugar e aquelas mãos deslizando pelo meu corpo.

O estagiário já nem disfarçava, passava suas mãos por todo meu corpo, bunda, seios e eu permiti que tocasse onde quisesse. Não demorou para ele descobrir que eu estava sem calcinha! Gostei dos dedos no meu grelinho, foi me dando tesão e nos beijamos durante o show. Foi muito bom.

Dali mesmo, da pista, mandei outra mensagem para o Edu. Já era 1h da manhã

“Estou cheia de tesão e quero que você saiba que sua putinha vai dar gostoso a bocetinha casada dela para esse garoto, você gosta?”

“Safada, gosto sim! Pode fazer o que quiser, mas vai ter que me contar tudo depois”

“Corninho, vou contar sim, estou molhadinha e louca para levar uma pica dura nessa minha bocetinha. Te amo”

Guardei o celular na bolsa e continuamos vendo o show, segui adorando os “drops” e aquela luz me deixava em transe! O estagiário não parava de passar as mãos no meu corpo e eu já não tinha vergonha, não me preocupava com as pessoas ao lado, que de fato não estavam interessadas em nós, mas no show.

Perto do fim do show, ou seja, perto das 2h da manhã ele me pegou pela mão e disse

— Come with me! (Vem comigo!)

Foi seguindo na frente, de mãos dadas comigo, abrindo espaço entre a multidão de gente que dançava quase em transe.

Vi que estávamos indo para o banheiro. O show estava no finalzinho, talvez por isso o banheiro não estava lotado. Nós entramos em uma cabine e fechamos a porta.

Pendurei minha bolsa em um ganchinho atrás da porta.

Nos beijamos e ele levantou meu vestido, desnudando minha bunda e boceta. Abaixei as alças do vestido e ficou todo na cintura, sustentados somente pelo cinto.

O rapaz admirava meus seios como se estivesse hipnotizado. Eu falei de forma imperativa.

— Sit! (Senta!)

Ele parou de me tocar, e quase como se levasse um susto se sentou no vaso e ficou me olhando. Era como se esperasse a próxima ordem.

Naquele momento me deu uma tara enorme de me comportar como uma dominadora. Com meus olhos fixos nos olhos dele, ergui lentamente a perna direita e coloquei o pé no seu ombro esquerdo. Nem tirei o sapato, nem me importei! O rosto dele ficou a poucos centímetros da minha boceta lisinha! Dei três tapas na minha boceta, tap, tap tap, E novamente falei.

— Suck my pussy now! (Chupa minha boceta agora!)

Ele me obedeceu e colando os lábios na minha boceta chupou gostoso. Boca faminta, gulosa, lambia e chupava tudo que podia! Gostei daquela atitude de dominação, não queria apenas virar de costas e dar, quis mostrar para ele que ele só estava ali, na minha frente porque eu deixei, e eu sabia também que poderia incluir “Porque meu corninho deixou.”

— Chupa essa bocetinha casada (suck this married pussy) que hoje eu vou deixar! Enjoy!

Com as duas mãos na minha bunda, ele me puxava e tentava engolir minha boceta! Tenho uma bocetinha pequena, fechadinha, o Edu fala que minha buceta é a mais linda do mundo, eu também gosto dela e estava gostando daquela boca gulosa nela.

Notei que ele abriu a calça e com o pau para fora da cueca se masturbava. Vi que ele tinha um pau bem grosso, bonito. Não era grande, tamanho médio, mas grosso!

Pedi para ele se levantar e foi minha vez de sentar no vaso fechado e o deixei ele em pé, na minha frente! Desci a calça e cueca e segurei aquele pau duro. Minha mão mal fechava.

Abocanhei ouvindo o som eletrônico lá fora e chupei gostoso! Mamei ouvindo-o gemer deliciado. A pica enchia minha boca e gostei daquela sensação, da música eletrônica, do banheiro e de ouvir vozes do lado de fora, tudo isso me excitou muito. Eu falei:

— Do you wanna fuck this married pussy? Quer comer esta boceta casada?

— Yes (Sim)

— So come and fuck me hot (Então vem e me come gostoso)

Me levantei e virei de costas para ele em frente ao vaso, segurei com cada mão nas laterais da cabine, ela tinha um tamanho ótimo para eu conseguir segurar com uma mão de cada lado. Fiquei olhando para trás para garantir que ele colocaria uma camisinha, que ele pegou do bolso da calça e vestiu no pau. Apoiei o meu rosto no meu braço direito e senti a cabeça do pau pincelando minha boceta que já estava molhadinha. E na sequência senti a pica deslizar para dentro de mim. Apesar de excitada, ele tem um pau grosso, entrou me abrindo toda! Mantendo o rosto apoiado no braço direito, usei a mão esquerda para segurá-lo e fazê-lo parar para eu me acostumar com o volume.

Ele entendeu e ficou parado com seu pau todo dentro de mim. Eu sentia a virilha dele encostada na minha bunda. Ele passava as mãos nas minhas costas, na minha bunda, nos meus seios, barriga e rosto e fui relaxando e rebolando e logo estava de novo com as duas mãos segurando na parte de cima da cabine e sentia aquela pica entrar e sair da minha boceta! O rapaz me fodia com ímpeto! Olhei para cima e vi o carimbo brilhando no meu pulso. Pensei, este show jamais vou esquecer!

Sentia as mãos dele na minha cintura, ouvia agora muitas vozes no banheiro que parecia estar lotado, pois o show tinha acabado e aquilo me deu mais tesão. Para encaixar melhor, tive que ficar na ponta dos pés, enquanto ele me comia, me segurando nas laterais da cabine. Tentei também colocando a perna esquerda em cima do vaso fechado, relaxei a perna, mas o melhor mesmo, para encaixar e deslizar mais gostoso era ficando na ponta dos pés. Me sustentando na ponta dos pés gostei de ouvir ele dizendo que iria gozar!

— Ahhh I’m gonna cumm! (Vou gozar!)

— Goza nessa boceta casada safado, goza na boceta do meu marido! Ele deixou e estou adorando!

Falei em português mesmo, não me importei se ele iria entender, só queria falar.

Ele gozou por uns vinte segundos, me puxava pela cintura para fazer aquela pica entrar fundo dentro de mim e eu a sentia pulsando na minha boceta e esporrando gostoso. Logo depois senti seu corpo amolecer. Alguns instantes tirou o pau de dentro e vi a camisinha cheia de porra!

Abaixei o vestido, subi a parte de cima enquanto ele subia as calças, peguei minha bolsa e saímos do banheiro. Muitos nos olhavam, quase todos sorrindo e nos olhando com a cara de que sabiam, e ouviram que estávamos transando!

Sorri meio sem graça, inicialmente nervosa, como uma criança pega roubando um biscoito de um pote na cozinha, mas logo lembrei de uma frase que o Edu me fala muito “Você faz, porque você pode, você é uma mulher poderosa e linda, e você pode”

A primeira vez que ele me disse isso foi quando ele me comprou um micro biquini e falei que não podia usar. “Você pode! Por sinal, muita gente não pode, mas você pode!”

Então me empoderei e não me importei com os olhares. Fui até a pia, abri minha bolsa, tirei meu batom vermelho carmim e retoquei os lábios sem pressa. Recebi muitos sorrisos das meninas, a grande maioria de aprovação e até parabenizando pela transa. Sem pressa saímos do banheiro!

Fomos até ao bar, pedi uma garrafa de água e relaxamos ali. O DJ já tinha começado a esquentar a pista e os amigos chegaram perguntando o que achamos do show!

— Adorei, tudo excelente, obrigado por me convidarem!

Ficamos ali conversando com eles, descansando também e terminei minha água.

Eram 2h30min da madrugada e todos sugeriram voltar para a pista e dançar, mas eu estava cansada, queria ir para meu hotel. Me despedi de todos e sai já pedindo um Uber.

Dei um abraço no estagiário, agradeci a noite, o convite, ter incluído meu nome na lista e a festa. E no ouvido dele falei: “Adorei a transa!”

Ele sugeriu me levar no hotel, mas agradeci, disse que já tinha pedido um Uber e já estava chegando. Apesar de bem perto, pelo horário não queria andar sozinha.

Subi a rampa ouvindo o som que também estava muito bom.

Esperando o Uber pensei no meu marido. Como me sinto protegida e amada por ele, como eu amo o Edu. Ele é o meu único amor, minha vida e mandei uma mensagem.

“Oi amor, to indo para o hotel”

“Que bom! Estava quase dormindo esperando você dar um alô. Como foi o show?”

“Foi sensacional! Amanhã eu conto direitinho, mas o Tiësto é fantástico, o lugar é fantástico e a noite foi ótima!”

“E o estagiário? hahahaha”

“Ele foi ótimo também, me soltei e deixei ele passar a mão onde quis. Acabei dando para ele no banheiro unissex. Não gozei, mas foi gostoso!”

“No banheiro? Safada! Rsss E as fotos?”

“Ahhh não deu tempo, e não tinha espaço na cabine do banheiro. Por sinal faz muitos anos que eu não dava em banheiro de boate! Gostei! Amanhã te conto direitinho, mas saiba que sua esposa deu gostoso a boceta. O rapaz me fodeu muito! Ainda estou sentindo minha boceta pulsando até agora! Meu Uber chegou e vou para o hotel. Amanhã levanto cedo!”

“Ta bom, aguardo me contar tudo amanhã.”

Cheguei no hotel, tomei um banho e notei que minha boceta estava vermelha, ainda inchada da transa. Tirei uma foto e mandei para o Edu.

“Olha amor, como ficou! Sua putinha deu muito!”

Nem vi a resposta e desmaiei na cama, eram quase 3h30min da manhã e tinha que acordar às 7h.

Seria o último dia e a semana ainda não acabou.

Continua .....

eduesilvana@outlook.com

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Comentários

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Maravilha de contos, gostei. Sei lá se um dia eu vou ter um passe livre como esse, mas, que lendo histórias assim, dá vontade. Venha ler os meus. Bjus.

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Obrigado Loirinha, pela mensagem. Espero que tenho um passe livre tbm.

Não esqueca de contar tudo para o marido ou namorado!

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Obrigado pela mensagem gutoaf.

A sinceridade é super importante para não haver problemas depois.

Um ponto que me permita discordar. Temos sim um conto com lesbianismo, mas nenhum com homossexualismo, pois não tenho atração por homens.

No conto de Saint Martin tem uma cena de inversão, que curto, mas não tem outro homem.

E sim a Silvana sendo ativa.

A penetração anal não configura relação homossexual, mas sim relação com pessoas do mesmo sexo, fato que claramente não é.

Não falo isso para não ser chamado de homossexual, mas para dar o devido nome as devidas situações.

Gosto de inversão e não tenho atração por homens e me considero heterossexual.

Os leitores deveriam se permitir este tipo de prazer, garanto que vão gostar! 🤣🤣

Fico feliz que tem gostado dos textos e estamos trabalhando na parte final deste aqui!

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Ok. Havia entendido errado seu texto.

Muita gente associa com homossexualismo as peaticas de inversão, que tem no conto de Saint Martin.

Agradecemos os elogioss ao texto!

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Uau!!!

Fantástico, senti como se estivesse olhando por cima da cabine do banheiro.

Isso sim e um casal cúmplice.

Feliz por voces

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Silvana se soltando mais ainda e aproveitando bem o Free-Pass. E como ela gosta de uma boa safadeza, e de provocar o tesão no maridinho corninho! Essa mulher é uma joia rara. E ainda conta pra nós numa narrativa excelente. 3 estrelas.

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Cara essa transa foi gostosa kkkkk nota mil parabéns

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muito bom aproveitando bem o passe

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